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O esquema a seguir representa o funcionamento de uma bateria do tipo íon lítio, cuja equação global é representada pela equação: LixCoO2 (s) + LiyC6 (s) → Lix+yCoO2 (s) + C6 (s). De acordo com o esquema, durante a descarga da bateria
A) os íons lítio são oxidados no ânodo.
B) os átomos de oxigênio são reduzidos no cátodo.
C) os íons lítio garantem a neutralidade do sistema.
D) os íons lítio são reduzidos no cátodo.
E) os átomos de carbono são reduzidos no ânodo.
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Desafios Para o Conhecimento

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Para entender o funcionamento de uma bateria de íon lítio durante a descarga, é importante saber que: - No ânodo (onde ocorre a oxidação), os íons lítio (Li⁺) são liberados e se movem em direção ao cátodo. - No cátodo (onde ocorre a redução), os íons lítio se intercalam no material do cátodo, que geralmente é um óxido metálico. Agora, vamos analisar as alternativas: A) os íons lítio são oxidados no ânodo. - Correto, pois no ânodo ocorre a oxidação, mas não é a resposta que estamos buscando, pois a pergunta pede o que acontece durante a descarga. B) os átomos de oxigênio são reduzidos no cátodo. - Não é correto, pois os átomos de oxigênio no cátodo não são o foco principal da reação. C) os íons lítio garantem a neutralidade do sistema. - Embora os íons lítio ajudem a manter a neutralidade, essa não é a principal função que se destaca durante a descarga. D) os íons lítio são reduzidos no cátodo. - Incorreto, pois os íons lítio são reduzidos no cátodo, mas a afirmação não é sobre a descarga, mas sim sobre o que acontece no cátodo. E) os átomos de carbono são reduzidos no ânodo. - Incorreto, pois o carbono no ânodo não é reduzido. A alternativa correta que descreve o que acontece durante a descarga da bateria é: D) os íons lítio são reduzidos no cátodo.

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Solidão, uma nova epidemia Uma em cada três pessoas sente-se sozinha na sociedade da hiperconexão e das redes sociais Qualquer um pode sofrer com solidão crônica: uma criança de 12 anos que muda de escola; um jovem que depois de crescer em uma pequena comunidade sente-se perdido em uma grande cidade; uma executiva que está ocupada demais com sua carreira para manter boas relações com seus familiares e amigos; um idoso que sobreviveu a sua parceira e cuja saúde fraca dificulta fazer visitas. A generalização do sentimento de solidão é surpreendente. Vários estudos internacionais indicam que mais de uma em cada três pessoas nos países ocidentais sente-se sozinha habitualmente ou com frequência. (...) A maioria dessas pessoas talvez não seja solitária por natureza, mas sente-se socialmente isolada, embora esteja rodeada de gente. O sentimento de solidão, no começo, faz com que a pessoa tente estabelecer relações com outras, mas, com o tempo, a solidão pode acabar em reclusão, porque parece uma alternativa melhor que a dor, a rejeição, a traição ou a vergonha.
No trecho: “(...) a resistência à circulação de sangue aumenta e certos aspectos da imunidade diminuem.”, o acento indicativo de crase foi usado devido
A) à junção da preposição “a”, que acompanha o termo “resistência”, e do artigo definido “a”, que acompanha o substantivo feminino “circulação”.
B) à fusão da preposição “a”, que acompanha o termo “resistência”, e do pronome “a”, que acompanha a palavra “circulação”.
C) à expressão “à circulação de sangue” corresponder a uma locução adverbial formada por palavra feminina.
D) ao uso do termo “resistência”, que sempre obriga o emprego do acento grave, indicador de crase.
E) à união do “a” que acompanha o termo “resistência” ao outro “a” que acompanha o verbo de ação “circulação.”

Solidão, uma nova epidemia Uma em cada três pessoas sente-se sozinha na sociedade da hiperconexão e das redes sociais Qualquer um pode sofrer com solidão crônica: uma criança de 12 anos que muda de escola; um jovem que depois de crescer em uma pequena comunidade sente-se perdido em uma grande cidade; uma executiva que está ocupada demais com sua carreira para manter boas relações com seus familiares e amigos; um idoso que sobreviveu a sua parceira e cuja saúde fraca dificulta fazer visitas. A generalização do sentimento de solidão é surpreendente. Vários estudos internacionais indicam que mais de uma em cada três pessoas nos países ocidentais sente-se sozinha habitualmente ou com frequência. (...) A maioria dessas pessoas talvez não seja solitária por natureza, mas sente-se socialmente isolada, embora esteja rodeada de gente. O sentimento de solidão, no começo, faz com que a pessoa tente estabelecer relações com outras, mas, com o tempo, a solidão pode acabar em reclusão, porque parece uma alternativa melhor que a dor, a rejeição, a traição ou a vergonha.
Na Língua Portuguesa, as palavras “SE” e “QUE” podem pertencer a várias categorias gramaticais. Assinale a alternativa em que o “SE” está funcionando como partícula apassivadora e o “QUE” como pronome relativo.
A) “Vários estudos internacionais indicam que mais de uma em cada três pessoas nos países ocidentais sente-se sozinha habitualmente ou com frequência.”.
B) “Os testes biológicos realizados mostram que a solidão tem várias consequências físicas: elevam-se os níveis de cortisol (...)”.
C) “E os efeitos prejudiciais da solidão não terminam quando se apaga a luz: a solidão é uma doença que não descansa, que aumenta a frequência dos pequenos despertares durante o sono, (...)”.
D) “Quando uma pessoa está triste e irritável, talvez esteja pedindo, em silêncio, que alguém a ajude e se conecte com ela.”.
E) “Se uma pessoa o conduz para compartilhar um passeio com amigos, que, em geral, é agradável, certamente se sentirá menos sozinha; (...)”.

Solidão, uma nova epidemia Uma em cada três pessoas sente-se sozinha na sociedade da hiperconexão e das redes sociais Qualquer um pode sofrer com solidão crônica: uma criança de 12 anos que muda de escola; um jovem que depois de crescer em uma pequena comunidade sente-se perdido em uma grande cidade; uma executiva que está ocupada demais com sua carreira para manter boas relações com seus familiares e amigos; um idoso que sobreviveu a sua parceira e cuja saúde fraca dificulta fazer visitas. A generalização do sentimento de solidão é surpreendente. Vários estudos internacionais indicam que mais de uma em cada três pessoas nos países ocidentais sente-se sozinha habitualmente ou com frequência. (...) A maioria dessas pessoas talvez não seja solitária por natureza, mas sente-se socialmente isolada, embora esteja rodeada de gente. O sentimento de solidão, no começo, faz com que a pessoa tente estabelecer relações com outras, mas, com o tempo, a solidão pode acabar em reclusão, porque parece uma alternativa melhor que a dor, a rejeição, a traição ou a vergonha.
Considerando as regras de colocação pronominal da Língua Portuguesa, é correto afirmar que
A) na frase: “Uma em cada três pessoas sente-se sozinha na sociedade da hiperconexão e das redes sociais.”, o pronome “se” foi usado após o verbo (ênclise) devido ao tempo verbal ser o presente do indicativo, o qual condiciona tal uso.
B) em “Uma pessoa que se sente sozinha geralmente está mais angustiada, deprimida e hostil, (...)”, o pronome em destaque foi empregado em próclise devido à conjunção subordinativa “que”, palavra atrativa.
C) no trecho “E os efeitos prejudiciais da solidão não terminam quando se apaga a luz: (...)”, o pronome oblíquo “se” foi empregado em próclise, antes do verbo, devido à conjunção temporal “quando”, palavra que “puxa” o pronome para tal posição.
D) em “Quando uma pessoa está triste e irritável, talvez esteja pedindo, em silêncio, que alguém a ajude (...)”, o pronome “a” foi empregado antes do verbo, mas seu uso, nessa posição, é facultativo, podendo também ser utilizado em ênclise, após o verbo, nesse caso.
E) no trecho “(...) se dirige sozinho para cumprimentá-los de longe e ver como os demais estão se divertindo, (...)”, o pronome oblíquo “los” foi usado após o verbo, de forma enclítica, mas deveria estar em próclise, devido à preposição “para”.

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