Durante uma formação docente, a professora Marina propõe que os professores reflitam sobre como tornar o ensino de Geografia mais significativo para os alunos do Ensino Fundamental. Um dos grupos sugere a construção de maquetes e o uso de materiais táteis para trabalhar conceitos como relevo, bacia hidrográfica e densidade demográfica. Outro grupo questiona se essas práticas não seriam apenas atividades manuais, sem aprofundamento conceitual. Marina, então, retoma os fundamentos do pensamento pedagógico antiautoritário, destacando autores como Célestin Freinet e Henri Wallon, que defendem a centralidade do estudante no processo de aprendizagem e a importância da experiência concreta para a construção do conhecimento.
A partir da atitude da professora Marina e das reflexões sobre a prática pedagógica, é possível considerar que o uso de materiais manipuláveis no ensino de Geografia deve:
A
A) ser utilizado para currículo e conteúdo adaptado, caso contrário é mantida atividades de repetição e na memorização.
B
B) contribuir para a aprendizagem significativa ao articular experiência concreta e construção de conceitos.
C
C) possibilitar um limite em relação com o raciocínio geográfico em virtude do desenvolvimento de habilidades motoras conforme os aspectos cognitivos do aluno.
D
D) tornar os alunos autônomos e espontâneos já que o professor permanece como detentor do conhecimento do início ao final do processo de ensino e aprendizagem.
Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao uso de materiais manipuláveis no ensino de Geografia, considerando a proposta da professora Marina e os fundamentos do pensamento pedagógico antiautoritário. A) ser utilizado para currículo e conteúdo adaptado, caso contrário é mantida atividades de repetição e na memorização. - Essa opção sugere que o uso de materiais manipuláveis só é válido se houver adaptação curricular, o que não reflete a proposta de aprendizagem significativa. B) contribuir para a aprendizagem significativa ao articular experiência concreta e construção de conceitos. - Esta alternativa está alinhada com a ideia de que a experiência concreta (como a construção de maquetes) ajuda na construção de conceitos, promovendo uma aprendizagem mais significativa. C) possibilitar um limite em relação com o raciocínio geográfico em virtude do desenvolvimento de habilidades motoras conforme os aspectos cognitivos do aluno. - Essa opção sugere que o uso de materiais manipuláveis pode limitar o raciocínio geográfico, o que não é o objetivo da proposta. D) tornar os alunos autônomos e espontâneos já que o professor permanece como detentor do conhecimento do início ao final do processo de ensino e aprendizagem. - Essa alternativa contradiz a ideia de autonomia, pois sugere que o professor mantém o controle total do conhecimento. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a proposta da professora Marina e os princípios do pensamento pedagógico antiautoritário é: B) contribuir para a aprendizagem significativa ao articular experiência concreta e construção de conceitos.
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