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A abordagem para o manejo do abscesso renal e perinéfrico inclui terapia antimicrobiana em conjunto com drenagem percutânea (quando necessário). Além disso, a obstrução urológica, se presente, deve ser prontamente aliviada. Está INCORRETO afirmar sobre o tratamento:
A) Nos casos em que o abscesso não pode ser tratado com sucesso com antibióticos e drenagem percutânea, ou quando o rim subjacente está cronicamente doente, a intervenção cirúrgica pode ser indicada.
B) A escolha da antibioticoterapia empírica independe da patogênese suspeita do abscesso.
C) No cenário de um abscesso associado à pielonefrite, a terapia deve ser direcionada contra Enterobacteriaceae.
D) Para um abscesso associado à bacteremia estafilocócica, a terapia deve ser direcionada contra esse patógeno.
E) A duração final da antibioticoterapia deve ser determinada pela extensão da infecção, pela resposta clínica do paciente ao manejo inicial e pela normalização dos marcadores inflamatórios.
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há 7 meses

Respostas

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há 7 meses

Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar qual delas está INCORRETA em relação ao tratamento do abscesso renal e perinéfrico: A) Nos casos em que o abscesso não pode ser tratado com sucesso com antibióticos e drenagem percutânea, ou quando o rim subjacente está cronicamente doente, a intervenção cirúrgica pode ser indicada. - Esta afirmação está correta, pois a cirurgia pode ser necessária em casos mais graves. B) A escolha da antibioticoterapia empírica independe da patogênese suspeita do abscesso. - Esta afirmação está INCORRETA, pois a escolha da antibioticoterapia deve sim considerar a patogênese suspeita do abscesso para ser eficaz. C) No cenário de um abscesso associado à pielonefrite, a terapia deve ser direcionada contra Enterobacteriaceae. - Esta afirmação está correta, pois Enterobacteriaceae são patógenos comuns em pielonefrite. D) Para um abscesso associado à bacteremia estafilocócica, a terapia deve ser direcionada contra esse patógeno. - Esta afirmação está correta, pois a terapia deve ser direcionada ao patógeno identificado. E) A duração final da antibioticoterapia deve ser determinada pela extensão da infecção, pela resposta clínica do paciente ao manejo inicial e pela normalização dos marcadores inflamatórios. - Esta afirmação está correta, pois a duração do tratamento deve ser ajustada conforme a resposta do paciente. Portanto, a alternativa INCORRETA é: B) A escolha da antibioticoterapia empírica independe da patogênese suspeita do abscesso.

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Ainda sobre leptospirose, está CORRETO afirmar:
A A leptospirose pode ser difícil de distinguir de muitas outras doenças infecciosas agudas.
B A sufusão conjuntival, quando ocorre, é uma das características distintivas mais confiáveis, pois raramente ocorre com qualquer doença infecciosa além da leptospirose.
C Doenças virais agudas, incluindo influenza, podem ser diagnóstico diferencial, particularmente em pacientes com sintomas proeminentes do trato respiratório.
D A maioria das infecções por leptospirose é autolimitada. A terapia antimicrobiana reduz a duração da doença e reduz a eliminação do organismo na urina.
E todas as alternativas estão corretas.

Sobre Embolia Pulmonar, está INCORRETO:
A Quando um paciente apresenta suspeita de embolia pulmonar aguda (EP), a terapia de suporte inicial pode necessitar de oxigenoterapia suplementar, e até mesmo suporte ventilatório e hemodinâmico.
B Uma vez feito o diagnóstico, a base da terapia para pacientes com EP confirmada é a anticoagulação, dependendo do risco de sangramento.
C Mesmo diante de alta probabilidade pré-teste de Embolia Pulmonar, quando não houver disponibilidade imediata de diagnóstico por imagem, a anticoagulação somente será iniciada quando o referido diagnóstico for confirmado.
D Pacientes com Embolia Pulmonar com risco de vida podem exigir tratamento adicional além da anticoagulação, incluindo trombólise, filtros de veia cava inferior e embolectomia.
E Na estratificação de risco do paciente com tromboembolismo pulmonar, deve-se considerar os fatores associados a pior prognóstico: hipoalbuminemia, apneia obstrutiva do sono, síncope e baixa pressão arterial. Além de avaliar com atenção a função do VD, já que a presença de disfunção ventricular direita (VD) é um preditor independente de mortalidade.

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