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João, magistrado em atuação no primeiro grau de jurisdição no território do Estado Alfa, e Maria, magistrada em atuação no primeiro grau de jurisdição no território do Estado Beta, pretendiam realizar uma permuta. À luz da sistemática estabelecida na Constituição da República, é correto afirmar, em relação à situação de João e Maria, que a permuta:
A) somente é possível se forem magistrados de segundo grau de jurisdição, dentro do mesmo segmento de justiça;
B) não é admitida, considerando que são magistrados em atuação no território de estados autônomos entre si;
C) é possível entre magistrados do mesmo grau de jurisdição, qualquer que seja o segmento da justiça de um ou outro;
D) somente é possível se forem magistrados de primeiro grau de jurisdição e de igual entrância, dentro do mesmo segmento de justiça;
E) somente é possível se forem magistrados de primeiro grau de jurisdição e de igual entrância, ou de segundo grau, dentro do mesmo segmento de justiça.
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Praticando Para o Saber

há 8 meses

Respostas

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há 8 meses

Para analisar a questão sobre a permuta entre magistrados, precisamos considerar o que a Constituição da República diz sobre a movimentação de juízes e a permuta entre eles. A permuta de magistrados é regulamentada pelo artigo 93 da Constituição Federal, que estabelece que a permuta é permitida entre juízes de primeiro grau de jurisdição, desde que sejam da mesma entrância e dentro do mesmo segmento da justiça (ou seja, Justiça Estadual, Justiça Federal, etc.). Vamos analisar as alternativas: A) somente é possível se forem magistrados de segundo grau de jurisdição, dentro do mesmo segmento de justiça; - Incorreta, pois a permuta pode ocorrer entre magistrados de primeiro grau. B) não é admitida, considerando que são magistrados em atuação no território de estados autônomos entre si; - Incorreta, pois a permuta é permitida entre magistrados de diferentes estados, desde que respeitadas as condições. C) é possível entre magistrados do mesmo grau de jurisdição, qualquer que seja o segmento da justiça de um ou outro; - Incorreta, pois a permuta deve ser dentro do mesmo segmento. D) somente é possível se forem magistrados de primeiro grau de jurisdição e de igual entrância, dentro do mesmo segmento de justiça; - Correta, pois atende aos requisitos da Constituição. E) somente é possível se forem magistrados de primeiro grau de jurisdição e de igual entrância, ou de segundo grau, dentro do mesmo segmento de justiça; - Incorreta, pois a permuta não é prevista entre magistrados de diferentes graus de jurisdição. Portanto, a alternativa correta é: D) somente é possível se forem magistrados de primeiro grau de jurisdição e de igual entrância, dentro do mesmo segmento de justiça.

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O Direito Constitucional brasileiro traz em seu texto lei complementar de iniciativa do Supremo Tribunal Federal que disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:
A) nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores, poderá ser constituído órgão especial, com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros, para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno, provendo-se metade das vagas por antiguidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno.
B) nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores, poderá ser constituído órgão especial, com o mínimo de dez e o máximo de vinte membros, para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno, provendo-se metade das vagas por antiguidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno.
C) nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores, poderá ser constituído órgão especial, com o mínimo de onze e o máximo de quinze membros, para o exercício das atribuições administrativas delegadas da competência do tribunal pleno, provendo-se metade das vagas por antiguidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno.
D) nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores, poderá ser constituído órgão especial, com o mínimo de cinco e o máximo de quinze membros, para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno, provendo-se dois terços das vagas por antiguidade e o outro terço por eleição pelo tribunal pleno.

Conforme a CF, o controle externo da atividade policial será exercido pelo
a) Poder Judiciário, na forma disciplinada em lei ordinária.
b) Poder Executivo, na forma disciplinada em lei complementar.
c) Ministério Público, na forma disciplinada em lei complementar.
d) Poder Executivo, na forma disciplinada em lei ordinária.
e) Ministério Público, na forma disciplinada em lei ordinária.

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