Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma: a) Tendo os processos no tribunal de contas natureza jurisdicional e, não, administrativa, a concessionária deveria ter sido considerada como litigante e, portanto, com direito ao contraditório e à ampla defesa. - Essa afirmação não é correta, pois os tribunais de contas atuam em um âmbito administrativo e não jurisdicional, o que limita o direito ao contraditório e à ampla defesa. b) A decisão do tribunal de contas está de acordo com a lei, porque se trata de um processo administrativo no âmbito desse tribunal, de controle externo apenas das pessoas públicas e dos agentes públicos, não sendo a empreiteira parte nesse processo. - Esta alternativa é correta, pois os tribunais de contas têm a função de fiscalizar a aplicação de recursos públicos e, geralmente, a empreiteira não é considerada parte no processo administrativo. c) Se no Regimento Interno do Tribunal de Contas não houver disposição que ampare a pretensão da concessionária, considera-se correto o posicionamento desse tribunal. - Embora essa afirmação possa parecer razoável, ela não aborda diretamente a questão do contraditório e da ampla defesa. d) O tribunal de contas não deveria ter tomado essa decisão, visto que o direito à prova é uma concretização da garantia constitucional do devido processo legal, aplicável a todos os processos administrativos. - Essa afirmação é verdadeira em um contexto geral, mas não se aplica ao caso específico da empreiteira, que não é parte no processo. Após essa análise, a alternativa correta é: b) A decisão do tribunal de contas está de acordo com a lei, porque se trata de um processo administrativo no âmbito desse tribunal, de controle externo apenas das pessoas públicas e dos agentes públicos, não sendo a empreiteira parte nesse processo.


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