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A regra geral de prescritibilidade de todas as infrações penais:
I - não é absoluta.
II - é absoluta
III - é relativa e quem a relativisa é o ordenamento penal
IV - Constituição Federal é a responsável por torná-la não absoluta
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Questões para o Sucesso

há 10 meses

Respostas

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há 10 meses

Vamos analisar cada afirmativa: I - não é absoluta. Verdadeiro, a prescritibilidade das infrações penais não é uma regra absoluta, pois existem exceções, como crimes imprescritíveis previstos na Constituição. II - é absoluta. Falso, como mencionado, a prescritibilidade não é uma regra absoluta. III - é relativa e quem a relativiza é o ordenamento penal. Verdadeiro, a prescritibilidade pode ser relativizada pelo ordenamento penal, que estabelece exceções. IV - Constituição Federal é a responsável por torná-la não absoluta. Verdadeiro, a Constituição Federal estabelece quais crimes são imprescritíveis, tornando a regra de prescritibilidade não absoluta. Agora, vamos verificar quais itens são verdadeiros. Os itens I, III e IV são verdadeiros, enquanto o item II é falso. Portanto, a alternativa que contém todos os itens verdadeiros é: não há uma alternativa correta que contenha todos os itens verdadeiros, pois a questão não apresenta uma opção que englobe I, III e IV. Se precisar de mais ajuda, é só avisar!

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Os princípios da ação penal pública são:
Alternativa E
Os princípios que regem a ação penal pública são: legalidade, indisponibilidade, intranscendência; divisibilidade e oficialidade

A representação será irretratável, nos termos do Código Penal:
Alternativa D
A representação se torna irretratável depois de oferecida a denúncia.

Pode-se afirmar que as causas extintivas de punibilidade:
Alternativa A
A aplicabilidade da ação penal representa o direito de punir (ius puniendi) do Estado, a punibilidade. Em determinadas situações, a pretensão punitiva é obstaculizada, extinta. Sendo assim, há crime mas este não pode ser punido (atinge a sanção penal). Existem causas gerais (não importa qual o crime; esta hipótese caberá a todos, independentemente do crime ou agente, como a morte do agente) e especiais (são aplicadas a crimes específicos, como a retratação do agente). Vale ressaltar que o art. 107 do CP é meramente exemplificativo.

Acerca da perempção, assinale a alternativa correta:
Alternativa E
A perempção é a perda do direito de prosseguir na ação penal privada em decorrência da inércia do querelante (vítima)- abandono de causa.

Em relação às espécies de anistia, assinale a alternativa correta:
Alternativa C
A anistia é medida de política criminal consistente na declaração pelo Poder Público de que determinados fatos se tornam incomunicáveis por motivo de utilidade social (conceito abstrato). Destina-se a “fatos” não a “pessoas”. Esta extingue a ação e a condenação e atinge a medida de segurança. Pode ocorrer antes ou depois (sendo chamada de anistia imprópria) da condenação efetiva.

Identifique a modalidade de causa de extinção da punibilidade, definida como a “perda do direito de ação privada ou do direito de representação, em razão de não ter sido exercido dentro do prazo legalmente previsto”:
Alternativa D
A decadência é perda do direito de promoção da ação penal privada ou de representação contra o autor do fato pelo decurso do prazo legal de 6 meses (do conhecimento da autoria do crime ou da maioridade).

Sobre o perdão, pode-se afirmar, nos termos do Código Penal:
Alternativa A
O perdão judicial é dado pelo juiz no momento da prolação da sentença, em determinadas hipóteses prevista na lei. Independe de aceitação do réu. O perdão da vítima ocorre posteriormente ao ajuizamento da ação penal privada (ocorre no curso da ação penal), podendo ser expressa ou tácita. O perdão dado a um querelado (réu) somente se estende aos demais se estes o aceitarem, pois é ato bilateral (deve haver aceite do réu) aqueles que negam continuam com o processo.

São condições objetivas para a concessão do perdão judicial segundo o art. 13 da Lei 9.807/99 (Lei de proteção a vítimas e testemunhas ameaçadas e a causados ou condenados que tenham voluntariamente prestado efetiva colaboração em investigação policial ou processo criminal), exceto:
Alternativa D
De acordo com o art. 13, III, da lei supracitada: “Poderá o juiz, de ofício ou a requerimento das partes, conceder o perdão judicial e a conseqüente extinção da punibilidade ao acusado que, sendo primário, tenha colaborado efetiva e voluntariamente com a investigação e o processo criminal, desde que dessa colaboração tenha resultado: III - a recuperação total ou parcial do produto do crime.

É correto afirmar:
Alternativa E
A retratação é, essencialmente, um ato jurídico unilateral, pois se realiza independentemente do acordo de vontades; contudo, pode tornar sem efeito posições não só unilaterais, como também bilaterais, como, por exemplo, respectivamente, retirar a eficácia de um ato de aceitação ou de renúncia de herança, ou, ainda, de um contrato.

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