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Leia o fragmento de texto abaixo. Só há uma saída para a escola se ela quiser ser mais bem-sucedida: aceitar a mudança da língua como um fato. Isso deve significar que a escola deve aceitar qualquer forma de língua em suas atividades escritas? Não deve mais corrigir? Não! Há outra dimensão a ser considerada: de fato, no mundo real da escrita, não existe apenas um português correto, que valeria para todas as ocasiões: o estilo dos contratos não é o mesmo dos manuais de instrução; o dos juízes do Supremo não é o mesmo dos cordelistas; o dos editoriais dos jornais não é o mesmo dos cadernos de cultura dos mesmos jornais. Ou do de seus colunistas.
Sírio Possenti defende a tese de que não existe um único “português correto”. Assim sendo, o domínio da língua portuguesa implica, entre outras coisas, saber:
moldar a norma padrão do português pela linguagem do discurso jornalístico.
desprezar as formas da língua previstas pelas gramáticas e manuais divulgados pela escola.
reservar o emprego da norma padrão aos textos de circulação ampla.
descartar as marcas de informalidade do texto.
adequar as formas da língua a diferentes tipos de texto e contexto.
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Matematicamente

ano passado

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ano passado

O fragmento de texto discute a ideia de que não existe um único "português correto" e que a escola deve aceitar a diversidade linguística. O domínio da língua portuguesa envolve saber adequar as formas da língua a diferentes tipos de texto e contexto. Isso significa que a escola deve ensinar os alunos a moldar a norma padrão conforme a situação, sem desprezar as variações linguísticas, mas também sem descartar a importância da norma padrão em contextos formais. Portanto, a resposta correta é: adequar as formas da língua a diferentes tipos de texto e contexto.

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Magda Soares define letramento como “a participação em eventos variados de leitura e de escrita, e o consequente desenvolvimento de habilidades de uso da leitura nas práticas sociais que envolvem a língua escrita. ” (SOARES, 2003, p. 16). Nesse contexto, são considerados conhecimentos específicos do processo de letramento:
X convivência do aluno com muitos materiais escritos.
orientação sistemática da leitura e da escrita.
relação entre gramática e leitura de palavras escritas.
relação entre oralidade e leitura de palavras escritas.
leitura e escrita de letras, sílabas e palavras.

A produção textual da contemporaneidade é usualmente multissemiótica, isto é, se utiliza de diferentes linguagens para a construção de sentido nos gêneros discursivos. Logo, marque a opção de título abaixo que indica explicitamente quais as linguagens são objeto de análise do texto multissemiótico:
X A expressão de sentimentos no curta-metragem bravura e em sua audiodescrição: um estudo comparativo entre a função interpessoal da narrativa visual e a valoração na linguagem verbal (ABUD, 2021).
“Favela não se cala”: mercantilização, materialidade e ideologia da linguagem na cooperação transperiférica (SILVA, 2021).
Metáfrase e paráfrase: modalidades da apropriação do discurso de outrem na escrita acadêmica (DAUNAY, 2020).
Cinema, ideologia e inconsciente: Colin Maccabe, Stephen Heath e a Screen Theory (SOUZA, 2021).
Sobre a noção de três espaços no cinema (BORGES, 2019).

(ENEM 2019) Leia o trecho da canção abaixo: Blues da piedade Vamos pedir piedade Senhor, piedade Pra essa gente careta e covarde Vamos pedir piedade Senhor, piedade Lhes dê grandeza e um pouco de coragem CAZUZA. Cazuza: o poeta não morreu. Rio de Janeiro: Universal Music, 2000 (fragmento).
A letra de canção identifica-se com o gênero ladainha, essencialmente, pela utilização da sequência textual:
descritiva, por enumerar características de um personagem.
injuntiva, por chamar o interlocutor à participação.
expositiva, por discorrer sobre um dado tema.
argumentativa, por incitar o leitor a uma tomada de atitude.
narrativa, por apresentar uma cadeia de ações.

(ENADE- adapatada) Analise a tirinha abaixo: Considerando a transposição do cartum acima, analise os excertos e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) A concepção de linguagem que a professora revela em sua prática disvincula a llingua de seu funcionamento social e histórico.
( ) No segundo quadrinho, é possível perceber exemplos de variação linguística diatópica, ou seja, regionalismos.
( ) A abordagem da professora, ao se referir a questões de linguagem, demonstra respeito com as variedades llinguísticas da língua portuguesa.
( ) Nessa situação do cartum, a professora poderia ter utilizado os conhecimentos linguísticos de que os alunos dispõem para abordar as diferenças que ocorrem na língua de acordo com as regiões, ou seja, explicar variação linguística geográfica.
X V,V,F,F
F,F,F,F
V,V,V,V
V,F, F,V
F,V,V,F

Gosto dos algarismos, porque não são de meias medidas nem de metáforas. Eles dizem as coisas pelo seu nome, às vezes, um nome feio, mas não havendo outro, não o escolhem. São sinceros, francos ingênuos. As letras fizeram- se para frases; o algarismo não tem frases, nem retórica. Assim, por exemplo, um homem, o leitor e eu, querendo falar do nosso país, dirá: - Quando uma Constituição livre pôs nas mãos de um povo o seu destino, força que este caminhe para o futuro com as bandeiras do progresso desfraldadas. A soberania nacional reside nas Câmaras, as Câmaras são a representação nacional. A opinião pública deste país é o magistrado último, o supremo tribunal dos homens e das coisas. Peço à nação que decida entre mim e Fideles Teles de Meireles Queles; ela possui nas mãos o direito superior a todos os direitos. A isto responderá o algarismo com a maior simplicidade: - A nação não sabe ler. Há só 30% dos indivíduos residentes neste país que podem ler; desses uns 9% não lêem letra de mão. 70% jazem em profunda ignorância. Não saber ler é ignorar o Sr. Meireles Queles; é não saber o que ele vale, o que ele pensa, o que ele quer; nem se realmente quer e pode pensar. 70% dos cidadãos votam do mesmo modo que respiram: sem saber por que nem o quê. Votam como vão à festa da Penha - por divertimento. A Constituição é para eles uma coisa inteiramente desconhecida. Estão prontos para tudo: uma revolução ou um golpe de Estado. Replico eu: - Mas, Sr. Algarismo, creio que as instituições...
Esse trecho é de um texto de Machado de Assis, de 15/08/1876. Como gênero jornalístico, constitui-se em:
relato.
artigo.
conto.
crônica.
crítica.

(Prefeituras e Câmaras Municipais do Trairi/Agreste Potiguar - 2018/adaptada) Leia o trecho da música a seguir para, com base nele, responder a próxima questão:
Considerando a linguagem empregada no trecho da música apresentado, é correto afirmar que ela é
crítica, porém não-coloquial, haja vista que é descuidada e cheia de repetições.
pouco compreensiva e formal, já que segue as normas gramaticais.
pouco compreensiva e informal, já que contém vários desvios de gramática.
crítica, coloquial, compreensiva, portanto comunicável.
imprópria para a representação de um gênero literário.

(Pref. Itajaí/SC – UNISOCIESC/2017) Considere o texto a seguir: Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” – do verbo “varrer”. De fato, tratava-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário (...). O certo é “varrição”, e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim, porque nunca os ouvi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário (...). Porque para eles não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”.
O emprego das palavras em destaque “varreção” e “barreção” no texto refere-se à
Psicolinguística.
Variações linguísticas.
Saber linguístico.
Sociolinguística.
Empréstimo linguístico.

A descrição e o registro das unidades e categorias linguísticas de uma determinada variedade da língua em uma abordagem sincrônica, bem como a descrição e o registro dos tipos de construções possíveis com esses elementos e as suas condições de uso é uma definição para um tipo de gramática que se denomina gramática
X descritiva.
histórica.
normativa.
injuntiva.
universal.

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