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Cultura Brasileira

Colégio Objetivo
A ‘função’ de reprodução da escola é uma invariante das sociedades modernas, que precisam encontrar nos veredictos escolares, ratificando as competências e o mérito das pessoas, a justificativa das hierarquias sociais produzidas pelas desigualdades escolares.
Considerando o excerto acima, assinale a afirmação verdadeira.
O modelo fortemente competitivo presente nas escolas resulta, por meio da meritocracia, num nivelamento social das diferenças sociais e numa diferenciação somente por méritos individuais.
É pela escola que o indivíduo adquire capital cultural e simbólico diferenciado da hierarquização dos valores que organizam a ordem simbólica da sociedade e de seus diferentes lugares.
A escola reproduz as hierarquias sociais pela valorização dos méritos e competências socialmente dominantes, cabendo-lhe, por meio da certificação do conhecimento, legitimar a reprodução das desigualdades sociais.
A escola possibilita aos indivíduos crescimento intelectual e autonomia como meio de resolução das desigualdades escolares e, com isto, superar as diferenças sociais.
A escola integra os indivíduos à sociedade valorizando suas diferentes trajetórias e os distintos lugares sociais que ocupam, promovendo, deste modo, a superação das diferenças de cada aluno.
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diversidadeetnica

há 11 meses

Respostas

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há 11 meses

A afirmação verdadeira, considerando o excerto apresentado, é: "A escola reproduz as hierarquias sociais pela valorização dos méritos e competências socialmente dominantes, cabendo-lhe, por meio da certificação do conhecimento, legitimar a reprodução das desigualdades sociais." Essa afirmação reflete a ideia de que a escola, ao certificar e valorizar determinadas competências, acaba por reforçar as desigualdades sociais existentes.

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“...tem-se sempre, de um lado, o saber formulado intelectualmente, e de outro um estado de coisas que deve ser apreendido sob ele, e esse subsumir, esse produzir da relação entre a mera percepção ou constatação do estado de coisas e a estrutura conceitual de nosso saber se chama a sua explicação teórica.” (HORKHEIMER, Max. Teoria tradicional e teoria crítica” 1998)
A teoria crítica da sociedade, desenvolvida por Max Horkheimer, Adorno e outros membros da “Escola de Frankfurt”, compreendeu a relação entre sujeito e objeto:
O sujeito consegue fornecer uma representação exata do objeto na medida em que, ao formularem suas teorias, os cientistas não projetam seus juízos de valor nos objetos investigados.
A ciência consegue realizar a identidade entre sujeito e objeto porque os fatos são mediados por representações teóricas, assim como as teorias são históricas e formadas empiricamente.
A identidade entre sujeito e objeto é obtida no processo de conhecimento porque esse é sempre social, sendo os cientistas influenciados em suas escolhas por suas trajetórias, seu pertencimento de classe e suas escolhas valorativas e culturais.
A identidade entre sujeito e objeto é conseguida porque ambos fazem parte do mesmo sistema social, sendo a ciência um dos subsistemas, em constante interação com os demais subsistemas e também com o meio ambiente.
A identidade entre sujeito e objeto é obtida porque os cientistas, ao realizarem a seleção, observação e análise dos fatos, o fazem segundo o método compreensivo, que os permite colocarem-se no lugar dos agentes objetos de estudo.

Leia o seguinte texto adaptado: Os japoneses brasileiros e a crise de identidade. Para o professor da Universidade Emory, em Atlanta, Estados Unidos da América (EUA), Jeffrey Lesser, o slogan da Semp Toshiba, “nossos japoneses são mais criativos que os japoneses dos outros”, mostra que a comunidade nipo-brasileira - estimada em 1,4 milhões de pessoas - soube negociar uma identidade positiva.
Tomando como referência inicial o texto acima, assinale a alternativa correta:
A homogeneização cultural apresentada pela vertente econômica da globalização é relativa, na medida que sofre interferência cultural das comunidades locais, com a apropriação e a consequente modificação das mensagens e seus símbolos, conforme evidenciado no texto acima.
Forjada na década de 80 do século passado, a expressão globalização refere-se ao processo de formação de uma economia global, desconsiderando outros aspectos da vivência humana.
Uma das características mais marcantes da globalização é a substituição das culturas regionais, com limites pouco claros, pela ideia de comunidades que se difundem e se recriam a todo momento, em um fluxo contínuo.
Existe pouca ou nenhuma resistência à adoção dos padrões globais pelas economias periféricas, por isso é fácil a identificação dos produtos estrangeiros com a população local.
A emergência de uma cultura global modifica por completo as culturas locais se constituindo como um sistema de referências por meio do qual as sociedades reinterpretam sua cultura, inserindo uma nova dinâmica de construção de novas diversidades.

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