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Não cabe perdão judicial:
A) nos crime de homicídio culposo.
B) no crime de lesão corporal culposa.
C) nos crimes de trânsito.
D) nos crimes de calúnia e difamação.
E) no crime de apropriação indébita previdenciária.
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Exercícios Para o Aprendizado

há 11 meses

Respostas

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há 10 meses

Para responder à sua pergunta sobre a não cabimento do perdão judicial, é importante considerar o que diz a legislação penal brasileira. O perdão judicial é uma causa de extinção da punibilidade prevista no artigo 121, § 5º do Código Penal, que se aplica a crimes em que a pena é inferior a dois anos e que não envolvam violência ou grave ameaça. Analisando as alternativas: A) nos crimes de homicídio culposo - O homicídio culposo não é um crime que permite perdão judicial, pois a pena é superior a dois anos. B) no crime de lesão corporal culposa - A lesão corporal culposa pode permitir perdão judicial, dependendo das circunstâncias. C) nos crimes de trânsito - Crimes de trânsito culposos podem permitir perdão judicial, dependendo da pena. D) nos crimes de calúnia e difamação - Esses crimes podem permitir perdão judicial, desde que a pena seja inferior a dois anos. E) no crime de apropriação indébita previdenciária - Este crime não permite perdão judicial, pois é considerado um crime mais grave e a pena é superior a dois anos. Portanto, a alternativa correta é: E) no crime de apropriação indébita previdenciária.

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A concessão do perdão judicial nos casos da lei de proteção a vítima e testemunha (art. 13 da Lei 9.807/99) levará em conta, exceto:
A
a colaboração efetiva coma investigação e processo criminal
B
a identificação dos demais co-autores ou partícipes da ação criminosa
C
a localização da vítima com a sua integridade física preservada
D
a recuperação apenas total do produto do crime
E
natureza, circunstâncias, gravidade e repercussão social do fato criminoso indicativas da concessão do perdão judicial (art. 13, par. único).

Contrariando a orientação contemporânea do moderno Direito Penal liberal, que prega a prescritibilidade de todos os ilícitos penais, a Constituição brasileira de 1988 (art. 5º, XLII e XLIV) declara que são imprescritíveis:
A
I - a prática do racismo
II – crimes hediondos quando envolve menores
III - a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático
IV – tráfico ilícito de drogas, nacional ou internacional

A regra geral de prescritibilidade de todas as infrações penais:
A
I - não é absoluta.
II - é absoluta.
III - é relativa e quem a relativisa é o ordenamento penal.
IV - Constituição Federal é a responsável por torná-la não absoluta.

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