Ed
ano passado
Para determinar a melhor conduta para o paciente João da Silva, é importante considerar os dados apresentados: 1. Histórico de diabetes mellitus tipo 2: O paciente já está em tratamento com metformina. 2. Alterações nos exames: Colesterol total elevado (280 mg/dl), HDL-c baixo (29 mg/dl), triglicerídeos muito altos (530 mg/dl) e HbA1c de 7.8%, indicando um controle glicêmico inadequado. 3. Meta de LDL-c: O paciente está em alto risco cardiovascular, com a meta de LDL-c abaixo de 70 mg/dl. Analisando as opções: a) Adicionar fibrato e estatina de alta potência: Esta opção é interessante, pois a estatina ajudaria a reduzir o LDL-c e o fibrato poderia ajudar a controlar os triglicerídeos. No entanto, não aborda diretamente o controle glicêmico. b) Adicionar um antidiabético, fibrato e estatina de alta potência: Esta opção é a mais abrangente, pois além de tratar o colesterol, também aborda o controle glicêmico, o que é crucial para um paciente diabético. c) Adicionar um antidiabético e estatina de alta potência: Embora trate o colesterol e o diabetes, não aborda a questão dos triglicerídeos elevados. d) Adicionar um antidiabético e fibrato: Esta opção também não aborda a necessidade de controle do LDL-c, que é uma prioridade. Diante disso, a melhor conduta, que visa tanto a redução do risco cardiovascular quanto o controle glicêmico, é: b) Adicionar um antidiabético, fibrato e estatina de alta potência.
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