Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos analisar o contexto apresentado. O enunciado menciona que houve uma "precedente tramitação do mandado de segurança" e que isso foi informado na contestação. Isso sugere que já existe um processo anterior que pode ter relação com o novo feito. Vamos analisar as alternativas: A - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da falta de interesse de agir; Essa alternativa não se aplica, pois a falta de interesse de agir não é o motivo mais adequado considerando a tramitação anterior. B - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da coisa julgada; A coisa julgada se refere a um caso que já foi decidido e não pode ser reanalisado. Se o mandado de segurança já foi julgado, essa alternativa poderia ser válida. C - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da litispendência; A litispendência ocorre quando há um processo em andamento com as mesmas partes e o mesmo pedido. Se o mandado de segurança é o mesmo objeto, essa alternativa também pode ser válida. D - declarar saneado o feito, determinando o seu prosseguimento, rumo à fase da instrução probatória; Essa alternativa não se aplica, pois o juiz não deve prosseguir se já existe um processo anterior que pode afetar a decisão. E - determinar a reunião de ambos os feitos; Essa alternativa é uma possibilidade, mas não é a mais comum em casos de litispendência ou coisa julgada. Diante da análise, a alternativa que melhor se encaixa na situação apresentada, considerando a existência de um mandado de segurança anterior, é a C - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da litispendência.
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