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Tendo sido informada, na peça contestatória, a precedente tramitação do mandado de segurança, o juiz da nova causa, após o oferecimento da réplica autoral, deve:

A - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da falta de interesse de agir;
B -julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da coisa julgada;
C -julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da litispendência;
D -declarar saneado o feito, determinando o seu prosseguimento, rumo à fase da instrução probatória;
E - determinar a reunião de ambos os feitos.
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há 2 anos

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há 2 anos

Para responder a essa questão, precisamos analisar o contexto apresentado. O enunciado menciona que houve uma "precedente tramitação do mandado de segurança" e que isso foi informado na contestação. Isso sugere que já existe um processo anterior que pode ter relação com o novo feito. Vamos analisar as alternativas: A - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da falta de interesse de agir; Essa alternativa não se aplica, pois a falta de interesse de agir não é o motivo mais adequado considerando a tramitação anterior. B - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da coisa julgada; A coisa julgada se refere a um caso que já foi decidido e não pode ser reanalisado. Se o mandado de segurança já foi julgado, essa alternativa poderia ser válida. C - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da litispendência; A litispendência ocorre quando há um processo em andamento com as mesmas partes e o mesmo pedido. Se o mandado de segurança é o mesmo objeto, essa alternativa também pode ser válida. D - declarar saneado o feito, determinando o seu prosseguimento, rumo à fase da instrução probatória; Essa alternativa não se aplica, pois o juiz não deve prosseguir se já existe um processo anterior que pode afetar a decisão. E - determinar a reunião de ambos os feitos; Essa alternativa é uma possibilidade, mas não é a mais comum em casos de litispendência ou coisa julgada. Diante da análise, a alternativa que melhor se encaixa na situação apresentada, considerando a existência de um mandado de segurança anterior, é a C - julgar extinto o feito, sem resolução do mérito, em razão da litispendência.

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Menor absolutamente incapaz, devidamente representado por sua genitora, intentou ação pelo procedimento comum em face da operadora de plano de saúde contratada por sua família, tendo pleiteado a condenação da ré a lhe custear um medicamento de uso permanente cuja cobertura lhe fora negada. Na petição inicial, foi requerida, também, a concessão de tutela provisória, consubstanciada na edição de ordem judicial para que a demandada imediatamente custeasse o valor do medicamento prescrito para o autor. Apreciando a peça exordial, o magistrado procedeu ao juízo positivo de admissibilidade da demanda, ordenando a citação da parte ré, embora tivesse ressalvado que o requerimento da tutela provisória somente seria examinado após a vinda da contestação. Regularmente citada, a ré ofertou a sua peça contestatória, a que se seguiu a intimação do órgão do Ministério Público, que se pronunciou no sentido de que fosse deferida a tutela provisória vindicada na petição inicial. Não obstante, o juiz da causa, entendendo que o feito já se encontrava completamente instruído, proferiu de imediato sentença de mérito em que julgava procedente o pleito autoral. Tomando ciência da sentença, constatou o órgão ministerial que nenhum de seus tópicos continha a menção à concessão da tutela provisória, razão pela qual protocolizou, sete dias úteis depois de sua intimação pessoal, o recurso de embargos de declaração, requerendo a apreciação e o deferimento da medida em favor do demandante, ponto em relação ao qual alegou ter ficado caracterizada a omissão do órgão julgador no ato sentencial. É correto afirmar, sobre esse quadro, que os embargos de declaração manejados pelo órgão do Ministério Público:

A) não merecem ser conhecidos, haja vista a sua intempestividade.
B) não merecem ser conhecidos, haja vista a sua ilegitimidade recursal.
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D) merecem ser conhecidos, porém desprovidos, já que não ficou configurado o vício da omissão.
E) merecem ser conhecidos e providos, para o fim de se apreciar e deferir o requerimento de tutela provisória.

Um paciente propôs uma demanda indenizatória em face do hospital que o atendera em uma cirurgia. Sustentou que a prova do fato constitutivo de seu direito podia ser obtida com a juntada do prontuário médico, que se encontrava no poder do réu, que revelava o erro médico ocorrido durante o procedimento cirúrgico a que foi submetido. Em decisão de organização e saneamento do processo, o juiz não de niu a quem cabia o referido ônus probatório. Após a regular instrução do feito, sem a juntada do prontuário médico, foi prolatada a sentença, quando o juiz, em decisão motivada, aplicou a teoria da distribuição dinâmica do ônus da prova e condenou o réu na forma do pedido, por entender que cabia a este a prova de que tudo correra na normalidade durante o procedimento médico alegado. Nesse cenário, a sentença é: A nula, por violação ao princípio do contraditório; B nula, pois é vedado ao juiz distribuir de forma diversa o ônus da prova; C válida, pois cabe ao réu a prova do fato constitutivo de seu direito; D válida, pois é possível na sentença a inversão judicial do ônus da prova; E válida, pois houve confissão do fato ao não ser acostado aos autos o prontuário médico.

A nula, por violação ao princípio do contraditório;
B nula, pois é vedado ao juiz distribuir de forma diversa o ônus da prova;
C válida, pois cabe ao réu a prova do fato constitutivo de seu direito;
D válida, pois é possível na sentença a inversão judicial do ônus da prova;
E válida, pois houve confissão do fato ao não ser acostado aos autos o prontuário médico.

Candidato em concurso público para provimento no cargo de guarda municipal ajuizou ação de procedimento comum, pleiteando a declaração de nulidade do ato que o eliminou do certame, de modo a lhe assegurar a participação em suas fases subsequentes. Como causa de pedir, alegou o demandante que, ao contrário do que havia concluído a Administração Pública, reunia as condições físicas exigidas pelo edital para desempenhar as atribuições inerentes ao cargo almejado. Distribuída a petição inicial e citada a Fazenda Pública, esta ofertou peça contestatória, sustentando a validade do ato administrativo questionado. Na sequência, veio aos autos a notícia, devidamente comprovada por documentação idônea, do falecimento do autor. A sua certidão de óbito também dava conta de que deixou viúva e dois filhos menores, inexistindo bens a serem inventariados. Nesse quadro, é correto afirmar que:

A -a resolução do mérito pressupõe que se efetive a sucessão processual em relação ao espólio do autor primitivo;
B -a resolução do mérito pressupõe que se efetive a sucessão processual em relação aos herdeiros do autor primitivo;
C -a resolução do mérito pressupõe que se efetive a substituição processual em relação aos herdeiros do autor primitivo;
D -a hipótese será de prolação de sentença definitiva, com a rejeição do pedido;
E -a hipótese será de prolação de sentença terminativa, com a extinção do feito sem resolução do mérito.

Entendendo que fora ilegalmente preterido pela Administração Pública, diante de sua não convocação para tomar posse em cargo para o qual havia sido aprovado em concurso público, João impetrou mandado de segurança, em cuja petição inicial sustentou a ilegalidade da conduta estatal, para pedir a concessão da ordem que lhe assegurasse a nomeação no cargo público pretendido. Após o juízo positivo de admissibilidade da ação, a autoridade impetrada prestou a suas informações, a pessoa jurídica de direito público apresentou a sua peça impugnativa e o Ministério Público ofertou a sua manifestação conclusiva. Estando convencido da existência do direito afirmado na petição inicial e de sua violação pela Administração Pública, o juiz da causa, pouco antes de proferir sentença, tomou contato com petição protocolizada pelo advogado do impetrante, anexando a certidão de óbito deste, sem que tivesse sido requerida a habilitação no polo ativo por seus herdeiros ou espólio. Nesse contexto, deverá o juiz:
a) proferir sentença julgando procedente o pedido;
b) proferir sentença julgando improcedente o pedido;
c) proferir sentença terminativa;
d) determinar a suspensão do feito, até que os interessados requeiram a sua sucessão no polo ativo da demanda;
e) determinar a suspensão do feito, até que os interessados requeiram a sua substituição processual no polo ativo da demanda.

a) a) proferir sentença julgando procedente o pedido;
b) b) proferir sentença julgando improcedente o pedido;
c) c) proferir sentença terminativa;
d) d) determinar a suspensão do feito, até que os interessados requeiram a sua sucessão no polo ativo da demanda;
e) e) determinar a suspensão do feito, até que os interessados requeiram a sua substituição processual no polo ativo da demanda.

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