Logo Passei Direto
Buscar

Medicina

Outros
Podemos afirmar que na Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA):
A São doenças oportunistas definidoras: candidíase de esôfago e hanseníase.
B O agente etiológico é o HIV, que pertence à família dos retrovírus humanos e à subfamília dos lentivírus.
C Atualmente há evidências de que o HIV seja transmitido por contato casual e até que o vírus seja propagado por insetos.
D Nos pacientes não tratados ou nos quais o tratamento não conseguiu controlar de forma adequada a replicação viral, a contagem de células T CD4+ aumenta depois de um período variável abaixo de um limiar crítico.
E São doenças oportunistas definidoras: hanseníase e pneumonia.
User badge image
Desenvolvendo com Questões

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 7 meses

Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a correta sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA): A) São doenças oportunistas definidoras: candidíase de esôfago e hanseníase. - A candidíase de esôfago é uma doença oportunista definidora, mas a hanseníase não é considerada uma doença oportunista definidora da SIDA. B) O agente etiológico é o HIV, que pertence à família dos retrovírus humanos e à subfamília dos lentivírus. - Esta afirmação está correta. O HIV é realmente o agente causador da SIDA e pertence a essa classificação. C) Atualmente há evidências de que o HIV seja transmitido por contato casual e até que o vírus seja propagado por insetos. - Esta afirmação é falsa. O HIV não é transmitido por contato casual ou por insetos. D) Nos pacientes não tratados ou nos quais o tratamento não conseguiu controlar de forma adequada a replicação viral, a contagem de células T CD4+ aumenta depois de um período variável abaixo de um limiar crítico. - Esta afirmação é incorreta. Na verdade, a contagem de células T CD4+ tende a diminuir em pacientes não tratados. E) São doenças oportunistas definidoras: hanseníase e pneumonia. - A hanseníase não é uma doença oportunista definidora da SIDA, enquanto a pneumonia pode ser. Portanto, a alternativa correta é: B) O agente etiológico é o HIV, que pertence à família dos retrovírus humanos e à subfamília dos lentivírus.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Experimente
o Premium! 🤩

Libere respostas sem pagar

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Analisando as afirmações sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS): A) São doenças oportunistas definidoras: candidíase de esôfago e hanseníase - A candidíase de esôfago é uma doença oportunista associada à AIDS, mas a hanseníase não é considerada uma doença oportunista nesse contexto. Portanto, essa afirmação está parcialmente correta. B) O agente etiológico é o HIV, que pertence à família dos retrovírus humanos e à subfamília dos lentivírus - Correto. O HIV é o vírus causador da AIDS e pertence à família dos retrovírus humanos e à subfamília dos lentivírus. C) Atualmente há evidências de que o HIV seja transmitido por contato casual e até que o vírus seja propagado por insetos - Incorreto. O HIV não é transmitido por contato casual nem por insetos. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com fluidos corporais infectados, como sangue, esperma e secreções vaginais. D) Nos pacientes não tratados ou nos quais o tratamento não conseguiu controlar de forma adequada a replicação viral, a contagem de células T CD4+ aumenta depois de um período variável abaixo de um limiar crítico - Incorreto. Na AIDS, a contagem de células T CD4+ diminui devido à ação do vírus HIV, enfraquecendo o sistema imunológico. E) São doenças oportunistas definidoras: hanseníase e pneumonia - A hanseníase não é considerada uma doença oportunista na AIDS. A pneumonia, sim, é uma das doenças oportunistas associadas à imunodeficiência causada pelo HIV. Portanto, a alternativa correta é: B) O agente etiológico é o HIV, que pertence à família dos retrovírus humanos e à subfamília dos lentivírus.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Questão 1 Clínica Médica Neurotoxoplasmose Infecções oportunistas
Homem de 44 anos é levado à Unidade de Pronto-Atendimento com história de duas semanas de febre, cefaleia intensa progressiva e episódios de desorientação. Há um dia, apresenta convulsões tônico-clônicas generalizadas. Ao exame: hipocorado 2+/4+, emagrecido; Glasgow 13, hemiparesia esquerda; ausência de sinais de irritação meníngea. Familiares relatam que fazia acompanhamento por infecção por HIV mas abandonou tratamento há 1 ano. Exames de um mês atrás: CD4 = 80 células/mm³ (VR = acima de 500 células/mm³), carga viral = 246.000 cópias/mL (VR = abaixo de 40 cópias/ml). TC de crânio com contraste teve o seguinte resultado (ver imagem). LEGENDA: VR: valor de referência. Com base na principal hipótese para o caso, qual o próximo passo do processo diagnóstico?
A Colher líquor para PCR.
B Iniciar prova terapêutica.
C Dosar IgM e IgG no sangue.
D Indicar biópsia estereotáxica.

Questão 2 Transmissão vertical do HIV
Sobre as crianças expostas ao HIV, é correto afirmar que:
A nos primeiros seis meses de vida, não devem receber as vacinas oferecidas pelo PNI, mas sim imunológicos especiais no Centro de Referência.
B o Ministério de Saúde do Brasil recomenda que a coleta da primeira carga viral seja feita na segunda semana de vida do recém- nascido.
C deve-se iniciar a profilaxia para pneumonia por Pneumocystis jiroveci com o uso desulfametoxazol + trimetoprim três vezes por semana se a contagem de linfócitos CD4 estiver abaixo de 15%.
D as não infectadas tendem a apresentar mais infecções bacterianas e quadros mais graves se comparadas a crianças não expostas ao HIV.
E para o diagnóstico de infecção pelo HIV, a recomendação é que o teste anti-HIV seja feito entre o 6º e o 12º mês de vida.

Questão 6 Profilaxia pré-exposição PrEP Profilaxia pós-exposição PEP
Sobre as medidas específicas a serem adotadas para profilaxia pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP) é correto afirmar:
A A PrEP consiste na utilização de dose alta e mensal de antirretroviral para grupos específicos não infectados que tenham maior risco de infecção pelo HIV, como homens que fazem sexo com homens.
B O esquema antirretroviral de PEP é recomendado por categoria de exposição: acidente com material biológico, violência sexual e exposição sexual consentida.
C A PrEP se insere como uma estratégia adicional, segura e eficaz de prevenção, mas ainda indisponível no Sistema Único de Saúde.
D PEP é uma estratégia de prevenção para evitar novas infecções pelo HIV, por meio do uso temporário de medicamentos antirretrovirais após uma exposição de risco à infecção pelo HIV.
E A PrEP é a terapia antirretroviral para evitar transmissão vertical do HIV, oferecida a todas as gestantes infectadas pelo HIV e suspensa após o parto.

Questão 7 Agente etiológico
Há um conjunto de estratégias de prevenção (biomédicas, comportamentais e estruturais) que, quando combinadas, constituem a chamada “prevenção combinada do HIV” ou “mandala de prevenção combinada”. A partir dessa informação, assinale a alternativa que apresenta uma estratégia de prevenção:
A prevenir a transmissão vertical do HIV
B imunizar para hepatite B e sífilis
C tratar as pessoas vivendo com HIV/Aids a partir do momento em que apresentarem contagem de linfócitos T CD4 < 350 células/mm³
D substituir a profilaxia pré-exposição (PrEP) pela profilaxia pós-exposição
E usar profilaxia pós-exposição (pós-p) em até cinco dias após a exposição sexual desprotegida

Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões)?
I - Pessoas que vivem com HIV têm risco de desenvolver tuberculose e muitas vezes só têm o diagnóstico da infecção pelo HIV durante a investigação/confirmação da tuberculose, no entanto a tuberculose em pessoas que vivem com HIV não tem grande impacto na mortalidade por HIV.
II - O teste para diagnóstico do HIV (rápido ou sorológico) deve ser ofertado a toda pessoa com diagnóstico de tuberculose.
III - Em toda visita aos serviços de saúde a pessoa que vive com HIV deve ser questionada quanto à presença de tosse e de febre, sudorese noturna ou emagrecimento, os quais associados ou não à tosse, podem indicar tuberculose.
A Apenas a II e III estão corretas.
B Apenas a I e II estão corretas.
C Apenas a I está correta.
D Todas estão corretas.

Qual a provável causa do quadro clínico descrito?

A Pneumonia por Pneumocystis jiroveci.
B Pneumonia por Staphylocccus aureus.
C Pneumonia por Streptococcus pneumoniae.
D Pneumonia por citomegalovírus.
E Aspergilose pulmonar.

Qual a melhor conduta quanto ao início da terapia antirretroviral (TARV) neste caso?

A Completar 21 dias de tratamento com SMX-TMP, mantendo o fármaco em profilaxia secundária por três meses, apenas iniciando a TARV em nível ambulatorial, caso fique comprovada aderência ao tratamento.
B Iniciar esquema com tenofovir, entricitabina e dolutegravir durante a internação, com reavaliação ambulatorial de uma a duas semanas após a alta hospitalar visando a manter monitorização do tratamento.
C Iniciar TARV durante a internação, como estratégia rápida de resgate imune, reavaliando sua manutenção no seguimento ambulatorial, conforme a evolução da carga viral e contagem de CD4.
D Completar 21 dias de tratamento com SMX-TMP, mantido em seguida como profilaxia secundária, iniciando a TARV com tenofovir, lamivudina e efavirenz na primeira consulta ambulatorial.

Enquanto aguardava a administração de vacina em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), uma criança de 4 anos de idade coloca a mão dentro de recipiente para acondicionar objetos perfurocortantes e sofre acidente com agulha. Em relação à profilaxia para a transmissão do vírus HIV neste caso, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A terapia antirretroviral (TARV) indicada é a associação de zidovudina (AZT), lamivudina (3TC) e raltegravir (RAL).
( ) A TARV deve ser iniciada até 96 horas do acidente e deve ser mantida por 14 dias.
( ) É desnecessária a realização de testagem de HIV na criança no dia do acidente.
( ) A coleta seriada de sorologias para HIV na criança deve ser realizada posteriormente com 30 e com 90 dias do dia do acidente.
( ) Além da coleta seriadas das sorologias para HIV, outros objetivos do acompanhamento ambulatorial são avaliar a adesão e a toxicidade da TARV e fazer avaliação laboratorial.
A V, V, F, F, F.
B V, F, V, F, V.
C V, F, F, V, V.
D F, V, V, F, F.
E F, V, F, V, V.

Sobre a epidemiologia da infecção pelo HIV e AIDS, assinale a alternativa correta:

A As maiores taxas de detecção de HIV em gestantes são nos estados da região nordeste.
B A razão entre os sexos expressa pela relação entre o número de casos de HIV/AIDS em homens e mulheres vem diminuindo nos últimos 10 anos.
C Embora a taxa de detecção de HIV/AIDS em mulheres na faixa etária de 20 a 25 anos tenha decaído nos últimos 10 anos, entre os homens desta mesma faixa etária houve uma grande elevação.
D Com o aumento da oferta de tratamento antirretroviral precoce, houve redução da mortalidade em todas as regiões do Brasil nos últimos 10 anos, embora esta redução não se dê de maneira uniforme.
E A infecção pelo HIV/AIDS tem como principal via de transmissão a sexual, embora no início da epidemia tenha predominado em homens que fazem sexo com homens, nos últimos 10 anos, o número de casos novos nesta categoria tem decrescido.

-exposição), o primeiro atendimento deve ser considerado uma urgência e a terapia deve ser iniciada o mais breve possível, sendo 96 horas subsequentes à exposição o limite para o início do tratamento.
C O acesso à terapia antirretroviral é importante na redução da transmissão, mesmo havendo escassos relatos na literatura comprovando a transmissão do HIV por pessoa em supressão viral.
D Não existe correlação linear entre níveis de adesão e eficácia da prevenção pré- exposição (PrEP), conforme ensaios clínicos realizados envolvendo diferentes segmentos populacionais.
E A adesão subótima ao tratamento do paciente cronicamente infectado pode levar à presença de carga viral plasmática do HIV, o que não só prejudica o paciente, mas também aumenta o seu risco de transmissão sexual.

Questão 17 Diagnóstico
A respeito do diagnóstico laboratorial do HIV, considere as seguintes afirmativas:
1. A reatividade cruzada de anticorpos pode ser observada em algumas amostras em virtude de várias doenças autoimunes, podendo produzir resultados falso-reagentes nos ensaios imunológicos.
2. Após a transmissão do vírus, ocorre a fase de eclipse, que corresponde ao período de replicação local do patógeno e em que o RNA viral é detectável no plasma.
3. No paciente HIV+, a presença da IgM não permite diferenciar uma infecção recente de uma infecção crônica, tendo em vista que a IgM pode reaparecer em outros momentos durante o curso da infecção.
4. Os testes complementares convencionais, como western blot e imunoblot rápido, são menos sensíveis que os imunoensaios de 3ª e 4ª gerações, podendo produzir resultados falso não reagentes.
Assinale a alternativa correta.

A As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
B Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
C Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
D Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
E Somente a afirmativa 1 é verdadeira.

Questão 18 Transmissão vertical do HIV
Recém-nascido termo nasceu de parto vaginal, com peso adequado para idade gestacional e sem intercorrências. Genitora não fez pré-natal, referindo que não sabia estar grávida. No momento do parto, foram realizados exames de rotina, tendo o teste rápido para sí lis sido não reagente, e o teste rápido para o HIV, reagente. Exame físico normal. NÃO faz parte da conduta inicial desse paciente:

A Banho em água corrente na sala de parto.
B Administração de zidovudina 4mg/kg/dose, via oral.
C Administração de nevirapina 1,2ml, via oral.
D Solicitar hemograma e dosagem de AST e ALT.
E Solicitar sorologia para HIV por método Elisa.

Qual a duração da profilaxia do AZT?

A 48 horas
B 96 horas
C 4 semanas
D 30 semanas

Na pneumonia por Pneumocistose PCP moderada a grave (PaO2 <70MMHG) é recomendado esquemas administrados preferencialmente por via EV. Indique o item com erro:

A A mudança de via de administração de endovenosa para oral deve ser realizada quando ocorrer melhora clínica.
B Clindamicina 600mg EV a cada seis ou oito horas + primaquina 15-30mg VO uma vez ao dia é o principal esquema alternativo em caso de intolerância à sulfa.
C O esquema de escolha é a associação SMX-TMP (5mg/kg de TMP endovenosa a cada seis ou oito horas. O tempo total de tratamento é de 10 dias.
D A associação de corticosteroides ao tratamento de PCP moderada a grave apresentou redução importante na mortalidade.

O início precoce da terapia está associado à redução da transmissibilidade e da morbimortalidade relacionadas à infecção pelo HIV. TARV para o HIV deve ser instituída prontamente. Podemos aceitar o item:

A O tenofovir e a lamivudina são fármacos antirretrovirais com atividade contra o HIV e contra o HBV, diminuindo o risco de progressão para cirrose e CHC.
B O tenofovir e a lamivudina são fármacos antirretrovirais com atividade contra o HIV e não contra o HBV, não diminuindo o risco de progressão para cirrose e CHC.
C O tenofovir e a lamivudina são fármacos antirretrovirais com atividade contra o HBV, diminuindo o risco de progressão para cirrose e CHC. Sem interação com o HIV.
D O tenofovir e a lamivudina são fármacos antirretrovirais sem atividade contra o HIV e contra o HBV, não diminuindo o risco de progressão para cirrose e CHC.

Um dos objetivos da abordagem inicial de uma pessoa com diagnóstico de infecção pelo HIV é estabelecer uma relação de confiança e respeito entre esta e a equipe multiprofissional do serviço de saúde. Nesse contexto, o item inadequado é:

A Avaliar falhas e não a adesão e seus motivos.
B Verificar possibilidade de resistência(s viral(is à TARV e necessidade de troca.
C Avaliar e investigar sintomas.
D Manejar comorbidades não controladas.

As estratégias para testagem têm o objetivo de melhorar a qualidade do diagnóstico da infecção pelo HIV e, ao mesmo tempo, assegurar que o diagnóstico seja realizado o mais precocemente possível, de forma segura e com rápida conclusão. Somente se mostra errado o item:

A O diagnóstico definitivo não é realizado pela identificação do agente por meio das colorações de azul de toluidina, Grocott, Giemsa ou técnica de imunofluorescência a partir de espécimes respiratórios.
B O diagnóstico definitivo é realizado pela identificação do agente por meio das colorações de azul de toluidina, Grocott, Giemsa ou técnica de imunofluorescência a partir de espécimes fora do sistema respiratório.
C O diagnóstico definitivo é realizado pela identificação do agente por meio das colorações de azul de toluidina, Grocott, Giemsa ou técnica de imunofluorescência a partir de espécimes respiratórios.
D O diagnóstico definitivo é realizado sem a identificação do agente por meio das colorações de azul de toluidina, a partir de espécimes respiratórios.

Qual é a conduta CORRETA para esse paciente?

A Suspender sulfametoxazol-trimetoprim e não indicar terapia antirretroviral, pois os resultados dos exames de carga viral refletem apenas a passagem transplacentária.
B Manter sulfametoxazol-trimetoprim profilático, mas não iniciar antirretrovirais, pois a criança está assintomática e o CD4 está normal para a faixa etária.
C Iniciar antirretrovirais independentemente de qualquer parâmetro clínico ou laboratorial, mas não manter sulfametoxazol-trimetoprim, pois o CD4 está normal para a faixa etária.
D Iniciar antirretrovirais e manter a profilaxia com sulfametoxazol-trimetoprim, independentemente de qualquer parâmetro clínico ou laboratorial.

Considere as assertivas abaixo sobre manifestações clínicas da toxoplasmose.
I- Coriorretinite pode ser identificada no momento do diagnóstico da infecção por toxoplasmose ou como reativação de infecção latente meses ou anos após a mesma.
II - Na toxoplasmose aguda em paciente imunocompetente, a persistência de linfadenopatia por mais de 1 mês é incomum; caso ocorra, devem ser pesquisadas outras etiologias.
III - Em paciente imunocomprometido, o acometimento do sistema nervoso central manifesta-se como meningoencefalite, sendo raros achados neurológicos focais.
A Apenas I
B Apenas II
C Apenas III
D Apenas I e II
E I, II e III

O esquema de primeira escolha para profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV, segundo recomendação do Ministério da Saúde, atualizada em 27/09/2017 é:

A Efavirenz + lamivudina + tenofovir.
B lopinavir/ritonavir + lamivudina + zidovudina.
C Tenofovir + lamivudina + zidovudina.
D atazanavir/ritonavir + lamivudina + tenofovir.
E Dolutegravir + lamivudina + tenofovir.

Mais conteúdos dessa disciplina