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A correta descrição de uma característica da demanda do MFC é:

A. elevada ocorrência de sintomas não relacionados a uma patologia identificável.
B. baixa incidência de problemas agudos, de curta duração ou transitórios.
C. grande proporção de problemas específicos já diagnosticados por outros médicos.
D. alta taxa de problemas específicos já diagnosticados por outros médicos.
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Para responder à pergunta sobre a demanda do MFC (Medicina de Família e Comunidade), vamos analisar cada alternativa: A. Elevada ocorrência de sintomas não relacionados a uma patologia identificável. - Essa é uma característica comum na demanda do MFC, onde muitos pacientes apresentam queixas que não têm uma causa médica clara. B. Baixa incidência de problemas agudos, de curta duração ou transitórios. - Na verdade, o MFC lida frequentemente com problemas agudos, então essa afirmação não é correta. C. Grande proporção de problemas específicos já diagnosticados por outros médicos. - Embora isso possa ocorrer, não é uma característica predominante da demanda no MFC. D. Alta taxa de problemas específicos já diagnosticados por outros médicos. - Assim como a opção C, isso não é uma característica central da demanda do MFC. Diante dessa análise, a alternativa correta é: A. elevada ocorrência de sintomas não relacionados a uma patologia identificável.

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A descrição correta de uma característica da demanda do MFC é a seguinte: A. elevada ocorrência de sintomas não relacionados a uma patologia identificável. Essa característica destaca a frequência de sintomas que não estão diretamente ligados a uma patologia identificável, o que é comum na demanda do Médico de Família e Comunidade (MFC).

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No idoso, o diagnóstico de asma apresenta peculiaridades. Sobre este tema, está correto que: Escolha uma opção:

A. dificilmente, em idosos, os sintomas de asma descompensada podem ser confundidos com insuficiência cardíaca descompensada.
B. existem exames que demonstram obstrução variável do fluxo aéreo, mas é importante que a interpretação destes exames seja associada à clínica do paciente, visto ter um valor preditivo baixo.
C. no idoso, a asma pode ser super diagnosticada devido a uma percepção exacerbada dos sintomas ou a uma interpretação equivocada da dispneia como sendo despreparo físico ou natural da idade.
D. asma e DPOC podem coexistir, ou sobrepor-se, mas raramente em idosos. A limitação de fluxo de ar persistente, faz pensar em asma.
B. Existem exames que demonstram obstrução variável do fluxo aéreo ou presença de inflamação, auxiliando no diagnóstico de asma. No entanto, é importante a interpretação destes exames ser feita associada à clínica do paciente, visto ter um valor preditivo baixo. Resposta correta!

Avalie o caso a seguir: Um senhor de 72 anos chega na UBS para atendimento médico. Informa que vem para avaliação porque está com tosse seca há muitos meses, associada a cansaço e falta de ar. Nega febre. História de tabagismo há 51 anos. Atualmente não pensa em parar. Percebe que os sintomas pioram com a mudança do clima. Ao exame físico, apresenta na ausculta pulmonar diminuição de murmúrios vesiculares, sem tiragem ou sibilos. Avaliando esse quadro, o provável diagnóstico e a correta conduta imediata em um cenário ideal são:

A. Broncopneumonia – iniciar antibioticoterapia e solicitar radiograma de tórax.
B. Broncopneumonia – solicitar espirometria, radiograma de tórax e gasometria arterial. Iniciar tratamento após estes exames.
C. DPOC – solicitar espirometria para elucidação diagnóstica e aguardar para iniciar tratamento ou seguir investigação.
D. DPOC – iniciar antibioticoterapia e nebulização com broncodilatador.

O diagnóstico da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é clínico e deveria ser considerado para todas as pessoas expostas ao tabagismo ou à poluição ocupacional, que apresentam dispneia, tosse crônica e expectoração. Todavia há um exame complementar que é considerado padrão-ouro para a confirmação diagnóstica de doença pulmonar obstrutiva crônica em pacientes com sintomatologia sugestiva. Tal exame é: Escolha uma opção:

A. Espirometria.
B. Radiograma de tórax.
C. Peak flow (PFE).
D. Baciloscopia.
A. Muito bem! Pessoas com mais de 40 ou 45 anos que sejam fumantes e apresentem falta de ar aos esforços físicos, tosse persistente, chiado no peito, secreção encatarrada ou infecções respiratórias recorrentes, devem realizar uma espirometria para diagnóstico e estadiamento. No entanto, cabe reforçar que, apesar da espirometria ser o exame para o diagnóstico da DPOC, o diagnóstico clínico é suficiente para iniciar o tratamento, em locais que você não consiga a espirometria de forma fácil. Os aspectos espirométricos principais na DPOC são o VEF1 e a CVF. A limitação do fluxo aéreo é definida pela presença da relação VEF1/CVF < 0,7 após uso de broncodilatador pela maioria das diretrizes clínicas mundiais. Portanto, esse achado é suficiente, do ponto de vista espirométrico, para o diagnóstico de DPOC.

Nesse caso, o diagnóstico e o manejo adequados são:

A. pneumonia; raio x de tórax e tratamento ambulatorial com ciprofloxacino 500 mg.
B. exacerbação de DPOC; tratamento com amoxicilina + ácido clavulânico, ajuste do tratamento de manutenção, com uso de LABA (beta 2 agonistas de longa ação).
C. infecção de vias aéreas superiores de origem viral; tratamento ambulatorial com sintomáticos.
D. edema agudo de pulmão; tratamento hospitalar com furosemida 80 mg IV e oxigênio.

Analise o quadro a seguir. Um adolescente chega para consulta com queixa de espirros em salva, prurido nasal, coceira na garganta e ao exame físico tem olheiras e prega nasal horizontal há pelo menos quatro meses. Analisando o quadro, concluímos que a conduta correta é: Escolha uma opção:

A. iniciar ampla investigação imediatamente, solicitando testes imunológicos específicos ou encaminhando ao otorrinolaringologista.
B. solicitar exames radiológicos rotineiramente. A radiografia simples dos seios paranasais (incidências de Caldwell e Waters) tem papel no diagnóstico da rinite alérgica ou de rinossinusites.
C. em situações de não resposta clínica ao tratamento adequado, ou se houver suspeita de alterações estruturais, o médico deverá então referenciar o paciente ao otorrinolaringologista. Estes profissionais então poderão necessitar outros exames complementares como endoscopia nasal, biópsia nasal, entre outros.
D. após iniciado o tratamento, que deve associar medidas não farmacológicas e farmacológicas, reavaliar o paciente em 6 meses, percebendo se os quadros moderados / severos e persistentes apresentaram alguma mudança no seu padrão.
C. em situações de não resposta clínica ao tratamento adequado, ou se houver suspeita de alterações estruturais, o médico deverá então referenciar o paciente ao otorrinolaringologista. Estes profissionais então poderão necessitar outros exames complementares como endoscopia nasal, biópsia nasal, entre outros.

Avalie o caso a seguir: Jaqueline, 37 anos, procura unidade de saúde por rouquidão há 90 dias, progressiva, sem outros sintomas associados. Relata que tentou várias medidas durante este período, sem melhora. Trabalha como professora de educação infantil, nega tabagismo e nega etilismo. Relata resfriado simples, há uns 6 meses, com melhora espontânea. Exame físico sem alterações. Nesse caso, médico da APS deve decidir, corretamente: Escolha uma opção:

A. prescrever prednisona 20 mg diários, por cinco dias, associada a loratadina e reavaliar.
B. encaminhar para avaliação do otorrinolaringologista se não houver disponibilidade para realizar a laringoscopia indireta.
C. solicitar ecografia da região cervical para afastar massas cervicais.D. encaminhar para fonoterapia.
B. encaminhar para avaliação do otorrinolaringologista se não houver disponibilidade para realizar a laringoscopia indireta.

A respeito desse caso, está correto: Escolha uma opção:

A. utilizar antibiótico contínuo profilático para todos os pacientes com DPOC, sem exceção, pois traz melhor controle da doença.
B. prescrever tratamento contra o tabagismo durante a consulta, pois a imposição aumentará a adesão ao tratamento.
C. falar sobre a fisiopatogenia do DPOC, auxiliando na compreensão da doença e nas limitações que esta pode trazer ao longo da vida são essenciais para a boa adesão ao tratamento
D. iniciar o uso em doses baixas de corticoide sistêmico e, se necessário, associar LABA

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