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O Diretor de uma escola constata que, apesar de garantido o desenvolvimento das atividades de compensação de ausência a partir do segundo bimestre, vários alunos do ensino fundamental, de 11 a 15 anos, não atingiram freqüência mínima determinada pela legislação vigente. Faz uma reunião com os pais desses alunos e providencia a realização de novas atividades de compensação durante as férias de janeiro, mas verifica que a freqüência continua baixa, configurando-se casos de abandono. Imediatamente, o Diretor
(A) considera que os pais são os responsáveis pela situação desses alunos.
(B) aguarda o comparecimento desses alunos para que justifiquem suas faltas.
(C)) encaminha ao Conselho Tutelar a relação dos alunos faltosos.
(D) considera que já tomou as providências pedagógicas e legais cabíveis.
(E) exime-se de outras iniciativas em razão do insignificante número de alunos faltosos.

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Desafios Para o Conhecimento

há 2 anos

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há 9 meses

Vamos analisar as alternativas apresentadas: (A) considera que os pais são os responsáveis pela situação desses alunos. - Embora os pais tenham um papel importante, essa visão pode ser simplista e não aborda a responsabilidade da escola. (B) aguarda o comparecimento desses alunos para que justifiquem suas faltas. - Essa abordagem pode ser passiva e não resolve o problema do abandono. (C) encaminha ao Conselho Tutelar a relação dos alunos faltosos. - Essa é uma ação que pode ser necessária em casos de abandono escolar, mas não é a primeira medida que um diretor tomaria sem antes tentar resolver a situação internamente. (D) considera que já tomou as providências pedagógicas e legais cabíveis. - Essa opção sugere que o diretor acredita que já fez o suficiente, mas pode não ser a melhor atitude se a situação persiste. (E) exime-se de outras iniciativas em razão do insignificante número de alunos faltosos. - Essa opção demonstra uma falta de proatividade e responsabilidade. Diante da situação apresentada, a alternativa mais adequada é a (C) encaminha ao Conselho Tutelar a relação dos alunos faltosos, pois isso demonstra uma preocupação com o bem-estar dos alunos e a busca por soluções para o abandono escolar.

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há 2 anos

Analisando a situação descrita, o diretor da escola está lidando com casos de abandono escolar, o que é uma questão séria que requer ações imediatas para garantir o bem-estar e a educação dos alunos. Considerando as opções apresentadas: (A) considera que os pais são os responsáveis pela situação desses alunos. - Culpar os pais não é a abordagem mais adequada, pois o abandono escolar pode ter diversas causas. (B) aguarda o comparecimento desses alunos para que justifiquem suas faltas. - Esperar que os alunos justifiquem suas faltas pode não resolver o problema imediato de abandono. (C) encaminha ao Conselho Tutelar a relação dos alunos faltosos. - Encaminhar ao Conselho Tutelar pode ser uma medida importante para lidar com casos de abandono escolar. (D) considera que já tomou as providências pedagógicas e legais cabíveis. - Se a situação persiste, é necessário rever as medidas tomadas e buscar novas estratégias. (E) exime-se de outras iniciativas em razão do insignificante número de alunos faltosos. - Mesmo que o número de alunos faltosos seja pequeno, é importante abordar cada caso de abandono de forma individual e buscar soluções. Diante disso, a ação mais apropriada para o diretor da escola seria a opção (C) encaminha ao Conselho Tutelar a relação dos alunos faltosos. Isso porque o Conselho Tutelar pode auxiliar na identificação das causas do abandono e na busca de soluções para reintegrar os alunos à escola.

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01. O Parecer 67/98, do Conselho Estadual de Educação, preceitua que a integração escola-família - comunidade processar- se-á através do
(A) corpo docente da escola.
(B) pessoal técnico da escola.
(C) Conselho Tutelar.
(D) Conselho de Escola.
(E) Conselho Municipal de Educação.

a) corpo docente da escola.
b) pessoal técnico da escola.
c) Conselho Tutelar.
d) Conselho de Escola.
e) Conselho Municipal de Educação.

04. O Projeto Pedagógico, se incorporado à prática dos educadores, pode constituir-se em ferramenta a serviço de uma escola aprendente e comprometida com uma educação de qualidade para todos. Nesta perspectiva,
I. é um documento que define as intenções da escola, origem das grandes linhas para o Plano Escolar.
II. é um ordenamento pedagógico, lógico e minucioso, elaborado para assegurar a continuidade do efetivo trabalho escolar.
III. sua construção requer a organização da intencionalidade coletiva dos participantes sobre o que a escola vai fazer e como vai fazer.
IV. é resultante de um conhecimento mínimo das condições existentes e um esforço de previsão das alterações possíveis.
V. é um documento que diz respeito à execução das ações, e que vai se transformando no processo de implementação, após sistemáticas avaliações.
As afirmativas coerentes com as idéias de Albuquerque, Fonseca e do Jornal da UDEMO/2002, são APENAS
(A) III, IV e V
(B) II, III e IV
(C) II, III e V
(D) I, II e III
(E)) I, III e IV

a) III, IV e V
b) II, III e IV
c) II, III e V
d) I, II e III
e) I, III e IV

08. Para orientar a discussão e elaboração do calendário escolar de 2010, o Diretor da Escola e o Coordenador Pedagógico selecionam e organizam algumas informações sobre o ensino fundamental e médio, constantes da LDB, (Lei no 9.394/96), indicação CEE no 9/97 e Parecer CEE no 67/98, destacando que é necessário atender, dentre outras, as seguintes determinações:
I. atividades de reforço e recuperação realizadas ao longo do ano letivo, de forma contínua e paralela, e, nos recessos ou férias escolares, de forma intensiva.
II. carga horária diária, mínima, de quatro horas, excluindo o tempo de recreio e dos intervalos entre as aulas.
III. considerar "hora", "hora-aula", "hora de efetivo trabalho escolar" com o mesmo significado, para viabilizar o curso noturno.
IV. horas de planejamento, replanejamento e de avaliação final do trabalho escolar computadas na carga horária anual, mínima, de oitocentas horas.
São determinações coerentes com os atos legais indicados, APENAS,
(A) II, III e IV
(B) II e IV
(C) I, II e III
(D)) I e III
(E) I e IV

a) II, III e IV
b) II e IV
c) I, II e III
d) I e III
e) I e IV

10. O Conselho Tutelar, criado no âmbito dos Municípios, é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de
(A) promover o desenvolvimento físico e emocional da criança e adolescente.
(B) julgar os casos de discriminação e maus tratos à criança e adolescente.
(C)) zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.
(D) decidir sobre a guarda e adoção de crianças abandonadas.
(E) dar prioridade ao atendimento às crianças de zero a seis anos.

a) promover o desenvolvimento físico e emocional da criança e adolescente.
b) julgar os casos de discriminação e maus tratos à criança e adolescente.
c)) zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.
d) decidir sobre a guarda e adoção de crianças abandonadas.
e) dar prioridade ao atendimento às crianças de zero a seis anos.

O trabalho da professora Carmem tem sido inovador em relação ao reforço e aos processos de recuperação; sua experiência é desenvolvida dentro do processo regular de aulas, por meio de sistema de monitoria entre os alunos e de atividades diversificadas que resgatam aprendizagens de conteúdos escolares. As alternativas pedagógicas que direcionam o trabalho de suporte e de recuperação junto aos alunos têm como princípio:
(A) o controle do processo avaliativo que orienta a prática classificatória e a emancipação social.
(B) o acompanhamento sistemático da progressão e aquisições a partir de uma visão conteudista.
(C) o acompanhamento por meio de uma pedagogia diferenciada e de avaliação mediadora.
(D) a objetividade e precisão dos conteúdos escolares por meio de avaliação contínua e quantitativa.
(E) a implantação de avaliação mediadora baseada em intervenções frontais que resgatam a homogeneidade de comportamentos e de conteúdos.
A) o controle do processo avaliativo que orienta a prática classificatória e a emancipação social.
B) o acompanhamento sistemático da progressão e aquisições a partir de uma visão conteudista.
C) o acompanhamento por meio de uma pedagogia diferenciada e de avaliação mediadora.
D) a objetividade e precisão dos conteúdos escolares por meio de avaliação contínua e quantitativa.
E) a implantação de avaliação mediadora baseada em intervenções frontais que resgatam a homogeneidade de comportamentos e de conteúdos.

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