Ed
há 12 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a que é INCORRETA em relação à abordagem comportamental-organizacional e a classificação dos movimentos sociais (MS) proposta por Gusfield. a) "Continuidade para essa abordagem funcionalista é chave para institucionalização dos MS." - Essa afirmação parece correta, pois a continuidade é um aspecto importante na análise funcionalista. b) "Essa perspectiva foi base para retomadas e ampliação semântica e interpretativa, devido sua significativa capilaridade teórica. As interconexões estabelecidas entre o ontem e o hoje tecem o agora a partir de elaborações que escapem do modelo pré-estabelecido pelo prisma eurocêntrico." - Essa afirmação também parece correta, pois reflete a evolução das teorias sociais. c) "Para essa vertente, as categorias 'explosões coletivas' e 'movimentos coletivos' são centrais no estudo sobre os MS." - Essa afirmação é verdadeira, pois essas categorias são frequentemente discutidas na análise de movimentos sociais. d) "Selzinick (1952), Gusfield (1955) e Messinger (1955), principais pesquisadores dessa corrente Clássica, teceram a teoria comportamental como estratégia epistemológica de elevar os MS a condição de uma instituição privada para que sua ação fosse legitimada." - Essa afirmação parece confusa, pois a ideia de "instituição privada" não é uma característica central na análise dos movimentos sociais. e) "A abordagem comportamental-organizacional compreende os MS como um empreendimento organizado como um partido político, com um sistema burocrático que o deixa em condições de disputar recursos com outras instituições." - Essa afirmação é coerente com a visão de que os movimentos sociais podem ter características organizacionais semelhantes a partidos políticos. Após essa análise, a alternativa que parece INCORRETA é a d), pois a descrição não se alinha bem com a abordagem comportamental e a natureza dos movimentos sociais.


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Ed
há 2 anos
Analisando as alternativas apresentadas: a) Continuidade para essa abordagem funcionalista é chave para institucionalização dos MS. - Esta afirmação está correta ao destacar a importância da abordagem funcionalista na institucionalização dos Movimentos Sociais. Portanto, não é a alternativa incorreta. b) Essa perspectiva foi base para retomadas e ampliação semântica e interpretativa, devido sua significativa capilaridade teórica. As interconexões estabelecidas entre o ontem e o hoje tecem o agora a partir de elaborações que escapem do modelo pré-estabelecido pelo prisma eurocêntrico. - Esta alternativa apresenta uma linguagem complexa, porém não apresenta uma informação claramente incorreta em relação à abordagem comportamental-organizacional e aos Movimentos Sociais. Portanto, não é a alternativa incorreta. c) Para essa vertente, as categorias “explosões coletivas” e “movimentos coletivos” são centrais no estudo sobre os MS. - Esta afirmação está correta ao destacar a importância das categorias "explosões coletivas" e "movimentos coletivos" no estudo dos Movimentos Sociais. Portanto, não é a alternativa incorreta. d) Selzinick (1952), Gusfield (1955) e Messinger (1955), principais pesquisadores dessa corrente Clássica, teceram a teoria comportamental como estratégia epistemológica de elevar os MS a condição de uma instituição privada para que sua ação fosse legitimada. - Esta afirmação está incorreta, pois não condiz com a contribuição da abordagem comportamental-organizacional para a compreensão dos Movimentos Sociais. Portanto, é a alternativa INCORRETA. e) A abordagem comportamental-organizacional compreende os MS como um empreendimento organizado como um partido político, com um sistema burocrático que o deixa em condições de disputar recursos com outras instituições. - Esta afirmação não está incorreta, pois destaca a visão da abordagem comportamental-organizacional sobre os Movimentos Sociais. Portanto, não é a alternativa incorreta. Portanto, a alternativa correta é: d) Selzinick (1952), Gusfield (1955) e Messinger (1955), principais pesquisadores dessa corrente Clássica, teceram a teoria comportamental como estratégia epistemológica de elevar os MS a condição de uma instituição privada para que sua ação fosse legitimada.
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