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Architiclino Santos Professor
Como se define o “negócio simulado”? a. É o negócio apresentado ao governo. Nas palavras de Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) o negócio simulado apresenta, então, “a máscara ou o véu utilizado pelas partes que não puderam apresentar à sociedade o seu real intento”, por isso apresentam o simulado. b. É o negócio apresentado à sociedade. Nas palavras de Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) o negócio simulado apresenta, então, “a máscara ou o véu utilizado pelas partes que não puderam apresentar à sociedade o seu real intento”, por isso apresentam o simulado. c. É o negócio apresentado ao governo. Nas palavras de Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) o negócio simulado apresenta, então, “a máscara ou o véu utilizado pelas partes que não puderam apresentar à sociedade o seu real intento”, por isso apresentam judicialmente. d. É o negócio apresentado à sociedade. Nas palavras de Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) o negócio simulado apresenta, então, “a máscara ou o véu utilizado pelas partes que não puderam apresentar à sociedade o seu real intento”, por isso se apresentam oficialmente. e. É o negócio apresentado ao Estado. Nas palavras de Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) o negócio simulado apresenta, então, “a máscara ou o véu utilizado pelas partes que não puderam apresentar à sociedade o seu real intento”, por isso se apresentam oficialmente.
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Marcos Corrêa e Sá

há 2 anos

Respostas

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há 8 meses

Para definir o "negócio simulado", é importante entender que ele se refere a uma situação em que as partes envolvidas não revelam seu verdadeiro objetivo ou intenção, utilizando uma "máscara" ou "véu" para ocultar a realidade do negócio. Analisando as alternativas: a) É o negócio apresentado ao governo. - Esta opção não está correta, pois o foco não é apenas no governo, mas na sociedade. b) É o negócio apresentado à sociedade. - Esta opção parece correta, pois menciona a sociedade, que é o foco do conceito de negócio simulado. c) É o negócio apresentado ao governo. - Novamente, não é o foco correto, pois o conceito se relaciona mais com a sociedade. d) É o negócio apresentado à sociedade. - Esta opção também menciona a sociedade, mas fala sobre apresentação oficial, o que pode não ser necessário para a definição. e) É o negócio apresentado ao Estado. - Embora o Estado e o governo sejam conceitos relacionados, a definição correta se refere à sociedade. A opção que melhor se alinha com a definição de "negócio simulado" é: b) É o negócio apresentado à sociedade.

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há 2 anos

A definição correta de "negócio simulado" de acordo com Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) é a seguinte: "É o negócio apresentado à sociedade. Nas palavras de Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019) o negócio simulado apresenta, então, “a máscara ou o véu utilizado pelas partes que não puderam apresentar à sociedade o seu real intento”, por isso apresentam o simulado." Portanto, a alternativa correta é a letra B.

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Assinale a alternativa correta sobre a simulação. a. A simulação gera a nulidade do negócio jurídico, com efeitos ex nunc b. Na simulação relativa, o aproveitamento do negócio dissimulado se subordina à verificação de ausência de ofensa à lei e preenchimento de requisitos de validade, e não decorre tão somente da invalidade do negócio jurídico simulado. c. A simulação gera a nulidade do negócio jurídico, com efeitos ex tunc, razão pela qual não há como preservar eventuais direitos de terceiros de boa-fé. d. A simulação evidência o fato praticado, sendo de forma involuntária. e. A simulação pressupõe concorrência de vontades voltadas à produção de efeitos que, na verdade, não são desejados.

Segundo Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho (2019), “toda manifestação humana traz em si o problema da responsabilidade”. A responsabilidade civil é uma espécie de responsabilidade jurídica.
A depender da natureza jurídica da norma civil preexistente violada, a responsabilidade poderá ser:
a. Contratual e Extracontratual ou terminada
b. Contratual e Extracontratual ou meliciana
c. Contratual e Extracontratual ou aquiliana.
d. Contratual e Extracontratual ou melodrama
e. Contratual e Extracontratual ou aquariana

A prescrição está sujeita a causas impeditivas, suspensivas ou interruptivas. As causas impeditivas ou suspensivas estão previstas nos arts. 197 a 199 do CC/2002. A depender das circunstâncias, a hipótese será de impedimento – o prazo prescricional não começa a correr; ou se suspensão – a contagem é iniciada mas permanece paralisada durante a incidência da causa suspensiva, voltando a correr de onde parou.
E como se dá as causas de interrupção prescricional?
a. O despacho do juiz com ordem de citação, desde que o pedido do interessado ocorra dentro do prazo e respeitando as determinações, o protesto judicial e cambiário que vise à prevenção da responsabilidade, manter a integridade dos direitos ou formalizar determinada manifestação, constituindo o devedor em mora, ato que constitua o devedor em mora, desde que seja pelos meios judiciais, ato inequívoco do devedor, seja judicial ou não, desde que permita o reconhecimento do direito do cobrador.
b. O despacho do juiz com ordem de citação, desde que o pedido do interessado ocorra dentro do prazo e respeitando as determinações, o protesto judicial e cambiário que vise à prevenção da responsabilidade, manter a integridade dos direitos ou formalizar determinada manifestação, constituindo o devedor em mora, ato que constitua o devedor em mora, desde que seja pelos meios judiciais, ato inequívoco do devedor, seja judicial ou não, desde que permita o reconhecimento do direito do legislador.
c. O despacho do juiz com ordem de citação, desde que o pedido do interessado ocorra dentro do prazo e respeitando as determinações, o protesto judicial e cambiário que vise à prevenção da responsabilidade, manter a integridade dos direitos ou formalizar determinada manifestação, constituindo o devedor em mora, ato que constitua o devedor em mora, desde que seja pelos meios judiciais, ato inequívoco do devedor, seja judicial ou não, desde que permita o reconhecimento do direito do devedor.
d. O despacho do juiz com ordem de citação, desde que o pedido do interessado ocorra dentro do prazo e respeitando as determinações, o protesto judicial e cambiário que vise à prevenção da responsabilidade, manter a integridade dos direitos ou formalizar determinada manifestação, constituindo o devedor em mora, ato que constitua o devedor em mora, desde que seja pelos meios judiciais, ato inequívoco do devedor, seja judicial ou não, desde que permita o reconhecimento do direito do credor.
e. O despacho do juiz com ordem de citação, desde que o pedido do interessado ocorra dentro do prazo e respeitando as determinações, o protesto judicial e cambiário que vise à prevenção da responsabilidade, manter a integridade dos direitos ou formalizar determinada manifestação, constituindo o devedor em mora, ato que constitua o devedor em mora, desde que seja pelos meios judiciais, ato inequívoco do devedor, seja judicial ou não, desde que permita o reconhecimento do direito do patrocinador.

O ato ilícito é o desconforme ao direito. O conceito de ato ilícito corresponde à ideia de antijuridicidade, cujos potenciais efeitos são contrários à norma (mais geral do que a lei). Por exemplo, a celebração de um contrato com a presença de lesão, dolo, ou má fé praticada por um dos contratantes configura ato ilícito. Um acidente ao volante por culpa do motorista embriagado configura ato ilícito.
Por esta referência é correto afirmar que:
a. Cumpre à norma jurídica a função de adjetivar, fixar a ilicitude, disparando, consequentemente, os seus efeitos. Logo, a própria norma que valorou o ato ilícito, estabelece seus efeitos. Ato ilícito é, portanto, a infração ao dever de não lesar outrem. Este instituto ganhou autonomia conceitual e independência dos seus efeitos nos arts. 186 e 187 do Código Civil.
b. Cumpre à norma jurídica a função de adjetivar, fixar a licitude, disparando, consequentemente, os seus efeitos. Logo, a própria norma que valorou o ato não ilícito, estabelece seus efeitos. Ato ilícito é a infração ao dever de lesar outrem. Este instituto ganhou autonomia conceitual e independência dos seus efeitos nos arts. 186 e 187 do Código Civil.
c. Cumpre à norma jurídica a função de adjetivar, fixar a licitude, disparando, consequentemente, os seus efeitos. Logo, a própria norma que valorou o ato ilícito, estabelece seus efeitos. Ato ilícito é, portanto, a infração ao dever de lesar outrem. Este instituto ganhou autonomia conceitual e independência dos seus efeitos nos arts. 186 e 187 do Código Civil.
d. Cumpre à norma jurídica a função de adjetivar, fixar a licitude, disparando, consequentemente, os seus efeitos. Logo, a própria norma que valorou o ato lícito, estabelece seus efeitos. Ato ilícito é, portanto, a infração ao dever de não lesar outrem. Este instituto ganhou autonomia conceitual e independência dos seus efeitos nos arts. 186 e 187 do Código Civil.
e. Cumpre à norma jurídica a função de adjetivar, fixar a licitude, comparando, consequentemente, os seus efeitos. Logo, a própria norma que valorou o ato ilícito, estabelece seus efeitos. Ato ilícito é, portanto, a infração ao dever de não lesar outrem. Este instituto ganhou autonomia conceitual e independência dos seus efeitos nos arts. 186 e 187 do Código Civil.

Assinale a alternativa correta sobre a definição de “Fato preciso”.
a. Fato preciso é o fato certo. Pode-se precisar com certeza que o carateca X agrediu a vítima Y. Não podem ser objeto de prova fatos imprecisos, vagos, como a alegação de que o carateca X estava no bar em que ocorreu a agressão, sendo ele, portanto, o culpado. Ora, esta prova deve merecer toda a atenção mesmo não imputando culpa ao suspeito.
b. Fato preciso é o fato com provas. Pode-se precisar com certeza que um carateca X agrediu a vítima Y. Não podem ser objeto de prova fatos imprecisos, vagos, como a alegação de que o carateca X estava no bar em que ocorreu a agressão, sendo ele, portanto, o culpado. Porém ocorre uma grande suspeita, então esta prova é precisa.
c. Fato preciso é o fato com provas. Pode-se precisar com certeza que o carateca X agrediu a vítima Y. Este então passa a ser suspeito até que se prove o contrário, mesmo com provas imprecisas, sob a alegação de que o carateca X estava no bar em que ocorreu a agressão, sendo ele, portanto, o suspeito. Esta prova no entanto não é precisa o bastante para se imputar culpa.
d. Fato preciso é o fato certo. Pode-se precisar com certeza que o carateca X agrediu a vítima Y. Não podem ser objeto de prova fatos imprecisos, vagos, mas ocorre a suspeita através da alegação de que o carateca X estava no bar em que ocorreu a agressão, sendo ele, portanto, suspeito. Ora, esta prova não é precisa o bastante para se imputar culpa, mas carece de extrema investigação.
e. Fato preciso é o fato certo. Pode-se precisar com certeza que um carateca X agrediu a vítima Y. Não podem ser objeto de prova fatos imprecisos, vagos, como a alegação de que o carateca X estava no bar em que ocorreu a agressão, sendo ele, portanto, o culpado. Ora, esta prova não é precisa o bastante para se imputar culpa a quem quer que seja.

Referente ao ato ilícito é possível afirmar que: a. O ato ilícito objetivo: é um ato ilícito comportamental, partindo da “quebra da confiança” e, consequentemente, está desassociado da culpa. b. O ilícito subjetivo nasce lícito, mas transforma-se em um ilícito pelo excesso no seu exercício. c. São requisitos do ilícito subjetivo: exercício de um direito pelo titular em + excesso no exercício do direito + violação manifesta da boa-fé, bons costumes ou função social. d. São requisitos do ilícito objetivo: é preciso que haja: Conduta (comissiva ou omissiva) + Culpa lato sensu (dolo ou culpa stricto sensu) + Dano moral ou material + Nexo de causalidade entre a conduta culposa e o dano. e. O ato ilícito objetivo nasce e morre ilícito.

Referente a fraude contra credores, assinale a resposta correta. a. A fraude contra credores é somente uma simulação com a prática da situação. b. A fraude contra credores mostra boa fé do sujeito. c. A fraude contra credores é o mesmo que simulação. d. A fraude contra credores, é diferente da simulação, pois não há um necessário disfarce e vítima é qualificada, o sujeito prática o ato. e. A fraude contra credores há um disfarce, o sujeito não prática o ato.

Se Juliano tem conhecimento do vencimento de várias dividas que não serão liquidadas, vende ou doa a Dudu imóvel de seu patrimônio, ato que levará a insolvência. Após esse simples exemplo e didático.
Esse caso, configura?
a. Vicio Subjetivo
b. Vicio Objetivo
c. Vicio Moral
d. Vicio Social
e. Vicio Termo

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