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Determinada quantidade de gás ideal, armazenada em um recipiente sob pressão de 4 atm, foi transferida para outro recipiente com volume maior. Porém, durante o processo de transferência, 20% da massa total desse gás escapou para a atmosfera e se perdeu, enquanto a massa restante foi armazenada no novo recipiente, onde permaneceu sob pressão de 2 atm. Considerando que as paredes dos dois recipientes sejam isolantes e sabendo que a temperatura da porção do gás restante permaneceu igual à temperatura da porção total inicial, o volume do novo recipiente, em relação ao volume do recipiente inicial, é maior em

a) 20%.
b) 30%.
c) 40%.
d) 50%.
e) 60%.
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Desvendando com Questões

há 2 anos

Respostas

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há 10 meses

Para resolver essa questão, podemos usar a Lei de Boyle, que afirma que, para uma quantidade fixa de gás a temperatura constante, a pressão é inversamente proporcional ao volume. 1. Dados iniciais: - Pressão inicial (P1) = 4 atm - Pressão final (P2) = 2 atm - 20% da massa do gás escapou, então 80% da massa inicial permanece. 2. Relação entre pressão e volume: - A relação entre as pressões e volumes pode ser expressa como: \[ P1 \cdot V1 = P2 \cdot V2 \] - Como 80% da massa permanece, podemos considerar que o volume do novo recipiente (V2) deve ser maior para acomodar a mesma quantidade de gás sob uma pressão menor. 3. Substituindo os valores: - Se chamarmos o volume inicial de V1, temos: \[ 4 \cdot V1 = 2 \cdot V2 \] - Rearranjando a equação, obtemos: \[ V2 = \frac{4}{2} \cdot V1 = 2 \cdot V1 \] 4. Cálculo do aumento percentual: - O volume do novo recipiente (V2) é o dobro do volume inicial (V1), ou seja, aumentou 100%. - No entanto, como 20% da massa escapou, o volume que realmente está sendo considerado é 80% do volume inicial, então: \[ V2 = 2 \cdot V1 \cdot 0,8 = 1,6 \cdot V1 \] - O aumento percentual em relação ao volume inicial é: \[ \frac{V2 - V1}{V1} \cdot 100\% = \frac{1,6V1 - V1}{V1} \cdot 100\% = 0,6 \cdot 100\% = 60\% \] Portanto, a resposta correta é: e) 60%.

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há 2 anos

Podemos utilizar a Lei de Boyle-Mariotte para resolver essa questão. Essa lei estabelece que, para uma certa quantidade de gás ideal, a pressão e o volume são inversamente proporcionais, desde que a temperatura seja mantida constante. Assim, podemos escrever que P1V1 = P2V2, onde P1 e V1 são a pressão e o volume iniciais, respectivamente, e P2 e V2 são a pressão e o volume finais, respectivamente. Sabemos que a pressão inicial era de 4 atm e que a pressão final era de 2 atm. Portanto, podemos escrever que: 4V1 = 2V2 Simplificando, temos: V2 = 2V1 Isso significa que o volume final é o dobro do volume inicial. No entanto, durante o processo de transferência, 20% da massa total do gás escapou para a atmosfera e se perdeu. Isso significa que apenas 80% da massa total foi armazenada no novo recipiente. Como a massa é diretamente proporcional ao volume, podemos escrever que: V2 = 0,8V1 x 2 Simplificando, temos: V2 = 1,6V1 Isso significa que o volume final é 1,6 vezes maior do que o volume inicial. Portanto, a alternativa correta é a letra E) 60%.

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Certa massa de gás ideal sofre uma transformação, passando do estado X para o estado Y, como mostra o diagrama P V. Sabendo que a energia interna do gás não variou durante a transformação, o volume Vx era igual a

a) 0,30 m³
b) 0,08 m³
c) 0,36 m³
d) 0,45m³
e) 0,15 m³

Um gás ideal satisfaz a equação 1 1 2 2 1 2 P V P V , T T = onde P denota pressão, V denota volume e T denota temperatura em Kelvins. Isso significa que, em um processo

a) adiabático, a temperatura é inversamente proporcional ao volume.
b) isotérmico, a pressão é diretamente proporcional ao volume.
c) isobárico, a temperatura é diretamente proporcional ao volume.
d) isométrico, a pressão é inversamente proporcional à temperatura.

O balonismo, um esporte aeronáutico com adeptos em todo o mundo, oferece um belo espetáculo para os observadores no solo. Um maçarico é usado para aquecer o ar no interior do balão, o que faz variar a densidade do ar, permitindo o controle do movimento de subida e descida do balão. Um balão tem um volume V = 1,6 . 103 m3 de ar quente no seu interior na temperatura T = 400 K e na pressão atmosférica ρ0 = 1,0 atm = 1,0 . 105 Pa. Sabendo-se que o ar quente se comporta como um gás ideal e que a constante universal dos gases é R ≅ 8 J/(mol⋅K,) quantos mols de ar n há no interior do balão?

a) 5,0 . 10-1 mol.
b) 4,0 . 100 mol.
c) 5,0 . 104 mol.
d) 4,0 . 105 mol.

Inicialmente, tem-se um volume de 10 litros de um gás perfeito a 27°C e sob pressão de 6 atm. Esse gás é comprimido isobaricamente até alcançar a metade do volume inicial. Logo após, ele é expandido isotermicamente até estar sob metade da pressão que tinha inicialmente. Qual a temperatura e o volume finais do gás?

a) 13,5°C e 2,5 litros.
b) –123°C e 10 litros.
c) 150°C e 2,5 litros.
d) 3,6°C e 10 litros.
e) –214°C e 25 litros.

Supondo-se que todos os processos sejam realizados de forma adiabática com coeficiente c = 3/2, a razão entre os volumes L e R, após equilíbrio, é dada por

a) 8/3.
b) 5/8.
c) 10/3.
d) 5/4.

O número de moles de gás no “pescoço” da garrafa é igual a

a) 1,2 . 105.
b) 3,0 . 103.
c) 1,2 . 10-1.
d) 3,0 . 10-3.

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