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Sobre o mito da caverna é correto afirmar:
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras projetadas na parece.
As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao real fora da caverna.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado, sem perdas, pelas sombras projetadas na parece.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parece.
X As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras projetadas na parece.


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Questões Para a Compreensão

há 3 anos

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ano passado

Sobre o mito da caverna de Platão, a afirmação correta é: "As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parede." Isso reflete a ideia de que as sombras representam uma realidade limitada e distorcida, e que o verdadeiro conhecimento está além dessa percepção superficial.

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há 3 anos

O mito da caverna é uma alegoria criada por Platão para explicar a diferença entre o mundo sensível e o mundo inteligível. Sobre o mito da caverna, a alternativa correta é: "As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parede". A alegoria da caverna mostra que as pessoas que vivem na caverna, acorrentadas e olhando apenas para a parede, têm uma visão distorcida da realidade, pois só veem as sombras projetadas na parede.

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Sobre mito da Caverna, de Platão é que:
I - Que aquele que conhece o mundo apenas através das sombras das formas, não chegou a conhecer a verdade das coisas.
II - Que aquele que vê o mundo apenas através das sombras das formas, vê que as formas correspondem aos objetos.
III – A literatura, como toda arte, é uma sombra distante três vezes da forma ideal.

I, apenas.
X I e II, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.

esta em toda a parte e aparenta ser múltipla.
Platão, República V. 476a. Fundação Calouste Gulbenkian.
A partir desse texto, assinale a opção correta.

I - Que aquele que conhece o mundo apenas através das sombras das formas, não chegou a conhecer a verdade das coisas.
II - Que aquele que vê o mundo apenas através das sombras das formas, vê que as formas correspondem aos objetos.
III – A literatura, como toda arte, é uma sombra distante três vezes da forma ideal.
I, apenas.
I e II, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.

Com é passível de perceber no trecho acima de Regina Zilberman, a literatura tinha uma “propensão educativa” na Grécia antiga. É justamente por isso que acaba rechaçada por Platão. Por ser demasiadamente imagética e não chocar os aprendizes não podia ser boa fonte de conhecimento e ensino.


Sobre o Mito da Caverna e o conceito de verdade em Platão, assinale a alternativa INCORRETA.


A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das ideias.
É uma alegoria retirada de “A República” de Platão, que fala sobre o conhecimento verdadeiro e o governo político.
A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.
Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo e ao mundo.
O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o corpo.

O trecho citado, retirado do Livro X da República de Platão, expressa


Um elogio à imitação como forma exemplar de contemplação do real.
a crítica à imitação como afastamento da verdade em três graus.
uma explicação do uno e do múltiplo pressupondo a teoria das ideias.
o reconhecimento da forma de leito e de cadeira por reminiscência.
um caso tipificado de contemplação das formas pela experiência.

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