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É uma metodologia que pode ser
aplicada a sequência do exame
clínico veterinário.
Pra que é?
Inclua seu endereço de e-mail para que os pais entrem em contato com você se tiverem alguma dúvida.
3º ANDAR
Descrever resultados relevantes do
andar anterior, sinais clínicos
permanentes e significativos.
TOPO
Enunciar apenas sinais
patognomônicos e diagnóstico
presuntivo e/ou de certeza. 
O que é?
Permite que o médico veterinário
organize seus achados e
sistematize quais dados possuem
maior relevância.
 
Pirâmide diagnóstica
Como fazer?
A priori deve-se realizar o exame clínico e
registrar a identificação, anamnese, dados do
exame físico, resultados de exames
complementares juntamente com achados
normais, alterações encontradas, considerando as
particularidades de cada espécie e diagnóstico
diferencial. A seguir organizar na pirâmide os
dados obtidos e acrescentar, em cada andar,
informações à medida que surgirem novidades,
dessa forma, independente do caso clínico,
haverá uma melhor organização de ideias, maior
facilidade para formação de raciocínio clínico e
rápida elucidação de cada caso.
1º: BASE
Inserir informações padrões
sobre exame clínico,
alterações encontradas e
queixas citadas.
2º ANDAR
Acrescentar exames
complementares, mencionar
alterações de parâmetros
fisiológicos e possíveis
novidades.
Por: Ana Cristina Mesquita
Definindo uma sequência durante o exame haverá um agrupamento de informações com a seleção
automática de dados pertinentes ao caso nos andares superiores, e informações que não agregam ao
quadro clínico na parte baixa da pirâmide; assim os fatos serão filtrados facilitando o diagnóstico.

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