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Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 
UNIDADE V - A EDUCAÇÃO NA GRÉCIA E ROMA E 
OS PRINCÍPIOS FUNDADORES DA PRÁTICA 
EDUCATIVA 
• O Pensamento Grego da Educação. 
• O Pensamento Romano da Educação. 
Prof. Dr. MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO 
 
TEXTOS: 
ESTÁCIO. Marcos André Ferreira. A educação na Grécia e Roma 
e os princípios fundadores da Prática Educativa. 2009. (mimeo). 
 
PONCE, Aníbal. A educação do Homem Antigo (Primeira Parte – 
Esparta e Atenas / Segunda Parte – Roma). In: PONCE, Aníbal. 
Educação e Luta de Classes. Trad. José Severo Camargo 
Pereira. 22ª Ed. São Paulo: Cortez, 2007. p. 35-81. 
 
 
REFERÊNCIA: 
PONCE, Aníbal. A educação do Homem Antigo (Primeira Parte 
– Esparta e Atenas / Segunda Parte – Roma). In: PONCE, 
Aníbal. Educação e Luta de Classes. Trad. José Severo 
Camargo Pereira. 22ª Ed. São Paulo: Cortez, 2007. p. 35-81. 
 
 
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Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 
UNIDADE V - A EDUCAÇÃO NA GRÉCIA E ROMA E OS PRINCÍPIOS 
FUNDADORES DA PRÁTICA EDUCATIVA 
Prof. Dr. MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO 
 
REFERÊNCIA: 
ESTÁCIO. Marcos André Ferreira. A educação na Grécia e Roma e os princípios 
fundadores da Prática Educativa. 2009. (mimeo). 
 
 
A EDUCAÇÃO NA GRÉCIA E ROMA E OS 
PRINCÍPIOS FUNDADORES DA PRÁTICA EDUCATIVA 
 
1 O PENSAMENTO GREGO DA EDUCAÇÃO 
 
O menino escravo, que aprende com o trabalho a que o obrigam, não chega à 
escola. O menino livre e plebeu em geral pára nela. O menino livre e nobre 
passa por ela depressa em direção aos lugares e aos graus onde a educação 
grega forma de fato o seu modelo de adulto educado. 
Carlos Rodrigues Brandão 
 
A Sociedade Grega, estratificada, serviu de base para a cultura, a civilização e a 
educação ocidental. Os gregos possuíam uma cultura universal, começaram por 
perguntar-se quem é o homem. Esparta e Atenas rivalirazaram-se na busca de 
respostas para essa pergunta. 
Em Esparta as instituições educacionais possuíam um caráter militarista e 
consagrava a onipotência do Estado, o homem devia ser o resultado de seu culto ao 
corpo, ou seja, devia ser forte e desenvolvido em todos os seus sentidos e eficaz em 
todas as suas ações. 
Já em Atenas a educação era mais social que estatal e a virtude principal do 
homem era a luta por sua liberdade, devendo ainda, ser racional, falar bem, defender 
seus direitos, argumentar, enfim, para os atenienses, o ideal de homem educado era o 
ORADOR. A “pólis”, a cidade e a vida política democrática eram o centro da cultura 
ateniense. Vale ressaltar que esses ideais eram reservados apenas aos homens livres, 
e ser livre significava não ter preocupações materiais ou com o comércio ou a guerra, 
entendidas enquanto atividades reservadas a classes inferiores. 
O caráter da educação grega aparecia na exigência de que o ensino estimulasse 
a competição e as virtudes guerreiras, visando assim assegurar a superioridade militar 
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sobre as classes submetidas aos territórios conquistados. Ou seja, o homem bem-
educado devia ser capaz de mandar e de fazer-se obedecer. 
Logo, a educação ensinava uns poucos a governar, e caso ensinasse a todos, 
possivelmente apontasse um caminho para democracia, como hoje ela é entendida. 
Entre os iguais podia existir o diálogo e a liberdade de ensino, e isso acontecia apenas 
entre os gregos livres (homens livres). 
A Grécia atingiu o ideal mais avançado da educação na antiguidade: a PAIDÉIA, 
que pode ser definida, como uma educação integral, e consistia na integração entre a 
cultura da sociedade e a criação individual de outra cultura em uma recíproca 
influência. Os gregos criaram uma pedagogia da eficiência e também da liberdade e da 
convivência social e política. Para o entendimento grego, a educação é o único bem 
que se transmite sem perdê-lo. 
É na Grécia que surge a figura do PEDAGOGO, aquele que leva as crianças a 
escola e em parte exerce a função de mestre, ou pelo menos a de repetidor para elas. 
Ele é um escravo, em geral um estrangeiro e mais raramente, e só de modo 
temporário, é também um grego forasteiro, escravo em uma cidade que não é a sua. 
O pensamento grego realizou uma síntese entre a educação e a cultura, 
valorizou a arte, a literatura, as ciências e a filosofia. A educação do homem integral 
consistia na formação do corpo pela ginástica, na da mente pela filosofia e pelas 
ciências, e na da moral e dos sentimentos pela música e pelas artes. 
Mas uma educação tão rica não podia escapar a divergências. Entre 
espartanos predominava a ginástica e a educação moral, está submetida ao poder 
do Estado; já os atenienses, embora dessem enorme valor ao esporte, insistiam 
mais na preparação teórica para o exercício da política. O próprio Platão 
desenvolveu um currículo para preparar seus alunos para serem reis, e de fato, vinte 
três deles chegaram ao poder. 
Os gregos eram educados, por meio dos textos de Homero, seus poemas eram 
conhecidos como a “bíblia do mundo heleno”, pois ensinavam as virtudes guerreiras, 
o cavalheirismo, o amor à glória, à honra, à destreza e à valentia. O ideal homérico era 
ser sempre o melhor e conservar-se superior aos outros. Para isso, era preciso imitar 
os heróis, rivalizar. Ainda hoje, nossos meios de comunicação manifestam tal herança, 
procurando glorificar os heróis combatentes, sinalizando que a educação militar e 
cívica repressiva, ainda está presente, e essa prática foi exaltada, principalmente, pelo 
nazismo e fascismo. 
Esse tipo de educação totalitária sacrificava principalmente em Esparta, todos os 
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interesses aos do Estado, o qual exigia devotamento até o sacrifício supremo. Uma 
sociedade guerreira como a espartana exigia das mulheres que perdessem seus traços 
femininos, elas tinham que ser mães fecundas de filhos vigorosos, e por isso as mães 
possuíam corpos enrijecidos pelos exercícios físicos. Por outro lado, desenvolvia-se a 
atração afetiva entres os homens: a pederastia era uma prática aceita e defendida. 
O humanismo ateniense pautava-se pela supremacia de outros valores, já que 
em suas escolas, mesmo as aristocráticas, as maiores disputas não eram físicas, mas 
sim intelectuais, pois se buscava o conhecimento da verdade, do belo e do bom. 
Platão almejava uma República amplamente democrática, dentro dos limites da 
concepção de democracia de sua época, onde a educação tinha fundamental 
importância. Para ele, todo ensino deveria ser público e para que fosse evitado as 
pretensões totalitárias, essa educação deveria ser municipal, submetida assim, ao 
controle o mais próximo possível da comunidade. Ele acreditava que não há Educação 
sem Estado, tampouco, Estado sem Educação. 
A escola primária destinava-se a ensinar os rudimentos: leitura do alfabeto, a 
escrita e o cálculo (cômputo). Os estudos secundários compreendiam a educação 
física, a artística, os estudos literários e científicos. A educação física abrangia a 
corrida a pé, o salto em distância, o lançamento de disco e dardo, a luta, o boxe e a 
ginástica. 
A educação artística incluía o desenho, o domínio instrumental da lira, o canto e 
o coral, a música e a dança. Os estudos literários compreendiam o estudo das obras 
clássicas, principalmente as de Homero, filosofia (leitura, recitação e interpretação de 
textos), a gramática e os exercícios práticos de redação. Os estudos científicos 
apresentavam a matemática, a geometria, a aritmética e a astronomia. 
No ensino superior estudava-se retórica e filosofia, na primeira, estudava-se as 
leis do bem falar, baseadas nas seguintes ações: 
1. procurar o que vaidizer ou escrever; 
2. pôr em ordem as ideias encontradas; e 
3. procurar os termos apropriados para exprimir as ideias 
Partindo dessas ações, tradicionalmente, a retórica divide-se em: invenção, 
disposição e alocução. Já os estudos da filosofia compreendiam a lógica, a cosmologia, 
a metafísica, a ética, a política e a teodicéia (conhecido como os seis tratados). 
O ideal da cultura aristocrática grega não incluía a formação para o trabalho, 
pois o espírito deveria permanecer livre para criar. O mundo grego foi rico em 
tendências pedagógicas, mas as que exerceram maior influência foram a dos Sofistas, 
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de Sócrates, Platão e Aristóteles. 
Os sofistas são, na verdade, os primeiros professores, os primeiros profissionais 
da educação, foram contra a educação tradicional e perceberam retribuição pelo 
ensino, e a finalidade do ensino sofista era a educação para a vida pública, formação 
do político, do orador, ou seja, a formação moral e política. Eles foram os fundadores 
do intelectualismo, do individualismo e do subjetivismo na educação. 
A preocupação principal de Sócrates como educador (e ele foi o primeiro), ao 
contrário dos sofistas, não era a adaptação a dialética retórica (técnica do poder e da 
imposição de opiniões), mas sim despertar e estimular o impulso para a busca pessoal 
da verdade, o pensamento próprio e a escuta da voz interior. 
Não o interessavam os honorários das aulas, mas o diálogo e a conversação 
amistosa de seus discípulos. Ele acreditava que o auto-conhecimento é o início do 
caminho para o verdadeiro saber, ele realizava essa busca por meio da ironia e 
maiêutica, e que ficou conhecido como método socrático. Não se aprende a andar 
nesse caminho com o reconhecimento passivo de conteúdos oferecidos de fora, mas 
com busca trabalhosa que cada um realiza dentro de si. 
Para Platão a tarefa central da educação, é reativar o “olho do espírito” 
enterrado no grosseiro pantanal do mundo aparente, em constante mutação, e fazê-lo 
olhar para a luz do verdadeiro ser, do divino, ou melhor, passar gradativamente da 
percepção ilusória dos sentidos para a contemplação da realidade pura e sem 
falsidade. 
Acrescentava que só com o cumprimento dessa tarefa é que existe educação, a 
única coisa que o homem pode levar para a eternidade. Para alcançar esse objetivo é 
necessário converter a alma, encarando a educação como a arte da conversão. Platão 
é considerado o fundador da Teoria da Educação, da Pedagogia. 
Contrário ao idealismo de Platão, Aristóteles prega de maneira realista que as 
idéias estão nas coisas, como sua própria essência. É também realista em sua 
concepção educacional, e expôs três fatores principais que determinavam o 
desenvolvimento espiritual do homem: “disposição inata, hábito e ensino”. 
Logo, mostra-se favorável as medidas educacionais “condicionantes” e acredita 
que o homem pode tornar-se a criatura mais nobre, como pode tornar-se a pior de 
todas, que aprendemos fazendo, que nos tornamos justos e bom, agindo com justiça e 
bondade. A finalidade da educação para ele é o bom moral. 
 
 
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2 O PENSAMENTO ROMANO DA EDUCAÇÃO 
As armas não tinham conseguido submetê-los a não ser parcialmente, foi a 
educação que os domou. 
Plutarco 
 
Os Romanos, assim como os gregos, não valorizavam o trabalho manual, pois 
separavam a direção do exercício do trabalho. Os estudos dos romanos são, 
essencialmente, humanistas, entendendo a “humanitas” (tradução da Paidéia), como 
uma cultura geral que transcende os interesses locais e nacionais. Eles desejavam 
universalizar a sua “humanitas”, e conseguiram por meio do cristianismo. A 
“humanistas” era dada na “escola do gramático”, e seguia certas fazes, tais como: 
• ditado de um fragmento do texto, a título de exercício ortográfico; 
• memorização do fragmento; 
• tradução do verso em prosa e vice-versa; 
• expressão de uma mesma ideia em diversas construções; 
• análise das palavras e frases; e 
• composição literária. 
Assim eram educadas as elites romanas. Os escravos, sem nenhuma instrução 
e ainda mais numeroso que na Grécia, eram tratados como objetos. Era sobre eles que 
recaía toda a produção material da existência das elites. A sociedade era composta por 
patrícios e plebeus, os primeiros eram grandes proprietários e monopolizavam o poder; 
já os segundos eram pequenos proprietários que apesar de livres, e assim diverso dos 
escravos, eram excluídos do poder. Os romanos buscavam formar o homem racional, 
capaz de pensar corretamente, e se expressar de forma convincente, modelo aceito e 
adequado à elite dirigente. 
Por meio de suas conquistas, os romanos impuseram o latim a numerosas 
províncias. Na época áurea do Império Romano, existia um sistema de educação com 
três graus clássicos de ensino: 
1. Escola do “Ludi-magister”, onde se ministrava a educação 
elementar; 
2. Escola do “Gramático”, correspondendo ao que hoje chamamos de 
Ensino Médio (ensino secundário); e 
3. Estabelecimentos de “Educação Superior”, os quais iniciavam com 
a Retórica e, seguidos do ensino do Direito e da Filosofia, constituíam-
se em uma espécie de Universidade, vale ressaltar que estas apenas 
surgiram na Idade Média. 
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O Império Romano também conquistou a Grécia, a qual transmitiu sua filosofia 
aos romanos. O orador encontrava sua base de sustentação na “humanitas”, e essa, 
vinculava-se ao projeto político de Roma, que era reunir os diversos povos em um 
grande Império. 
A agricultura e a política constituíam o programa que um romano nobre devia 
realizar. O homem era “locuples”, locupletado, ou seja, aquele que atingia o ideal do 
romano opulento. Os escravos aprendiam as artes e ofícios nas casas onde serviam. 
Aos poucos a classe aristocrática cede lugar para os comerciantes e pequenos 
artesões e, ainda, para uma pequena parte de burocratas. Os enormes tentáculos do 
Império necessitavam de escolas que preparassem administradores, pois os soldados 
se preparavam, ou mesmo morriam, nas batalhas e nos numerosos quartéis. 
Pela primeira vez na história da humanidade, o Estado se preocupa diretamente 
com a educação, formando seus próprios quadros. Para vigiar as escolas, foram 
treinados os supervisores-professores, cujo regimento se assemelhava muito com o 
dos militares. 
Nas escolas ensinavam-se os direitos e deveres, tais como: 
• Pater Potestas → direito do pai sobre o filho; 
• Manus → direito do marido sobre a esposa; 
• Potestas Dominica → direto do senhor sobre os escravos; 
• Manus Capere → direito de um homem livre sobre outro homem livre 
que a lei lhe dava por contrato ou condenação judiciária 
• Dominium → direito sobre a propriedade. 
Todos os deveres romanos derivam desses direitos. 
A educação romana era utilitária e militarista, mais pragmática que idealista, 
mais retórica que filosófica, organizada pela disciplina e pela justiça. Começava 
pela fidelidade administrativa: educação para a pátria, paz só com vitórias e 
escravidão aos vencidos. Aos rebeldes, a pena capital. 
No lar, o pai, pela “pater potestas”, infligia aos folhos às obrigações do clã. 
Na escola, os castigos eram severos e os culpados açoitados com vara. Todas as 
cidades e regiões conquistadas eram submetidas aos mesmos hábitos e costumes, 
à mesma administração, apesar de serem considerados “aliados de Roma”. Dessa 
forma, os romanos conseguiram conquistar um Império e conservá-lo por muitos 
anos. É o fenômeno chamado de “romanização”, obra terminada pelo cristianismo. 
Embora o Estado se interessasse pelo desenvolvimento da educação, de 
início interfere nela de maneira lenta, como mero inspetor, mais ou menos distante 
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das atividades ainda restritas à iniciativa particular. Com o passar do tempo oferece 
subvenção, depois controla por meio da legislação e por fim toma para si a inteira 
responsabilidade. 
Roma teve vários teóricos da educação, e os principais foram: Cícero, 
Quintilianoe Sêneca. Para Cícero, considerado o idealizador do Direito, o ideal da 
educação era formar o orador, o homem político, que reunisse as qualidades do 
dialético, do filósofo, do poeta, do jurista e do ator. Já Quintiliano, colocava o peso 
principal do ensino no conteúdo do discurso, e afirmava que o estudo devia dar-se 
em um espaço de alegria (schola), o ensino da leitura e da escrita era oferecido 
pelo “ludi-magister” (mestre do brinquedo). 
Quintiliano defendia o ideal educacional da eloqüência perfeita, com fundo 
moral e cívico. Tinha em mente um homem ao mesmo tempo eloqüente e sábio. 
Não se contentava com um homem apenas eloqüente, que poderia defender e 
responsabilizar-se pessoalmente por aquilo que dizia. Também não lhe bastava o 
indivíduo apenas sábio: era necessário que fosse eloqüente também. Valorizava a 
psicologia enquanto instrumento para conhecer a individualidade do aluno, não se 
prendendo a disputas teóricas. Considerava importante que a criança aprendesse 
em grupo, recomendando alternar trabalho e recreação. 
Sêneca, o outro representante da pedagogia romana, via a filosofia como um 
instrumento capaz de orientar o homem para o bem viver. Para ele, a educação 
prepara o homem para o ideal de vida estóico (domínio dos apetites pessoais), 
enfatizando a formação moral e dá menor importância à retórica. Ocupa-se 
também, com a psicologia, como instrumento para a preservação da 
individualidade. 
 
REFERÊNCIAS 
ARANHA, Maria Lúcia Arruda. História da Educação. São Paulo: Editora Moderna, 
1996. 
 
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. 33ª ed. São Paulo: Brasiliense, 
1995. (Coleção Primeiros Passos). 
 
FILHO, Geraldo Francisco. História Geral da Educação. Campinas: Editora Alínea, 
2003. 
 
FILHO, Manoel Bessa. Filosofia e História da Educação. Manaus: ESPEA, [s.d.]. 
 
GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2001. 
 
GATTI JÚNIOR, Décio; FILHO, Geraldo Inácio (Orgs). História da Educação em 
 74 
Perspectiva: ensino, pesquisa, produção e novas investigações. Campinas: Autores 
Associados; Uberlândia: EDUFU, 2005. (Coleção Memória da Educação). 
 
GUIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da Educação. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. 
(Coleção Magistério 2º Grau. Série Formação do Professor). 
 
LUZURIAGA, Lorenzo. História da Educação e da Pedagogia. Trad.: Luiz Damasco 
Penna e J. B. Damaso Penna. 18ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1990. (Coleção 
Atualidades Pedagógicas, v. 59). 
 
MANACORDA, Mario Alighiero. História da Educação: da antiguidade aos nossos 
dias. Trad.: Rosa dos Anjos Oliveira e Paolo Nosella. 11ª ed. São Paulo: Cortez, 2004. 
 
PONCE, Aníbal. Educação e luta de classes. Trad.: José Severo de Camargo 
Pereira. 17ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. 
 
ROSA, Maria da Glória de. História da educação através de textos. São Paulo: 
Cultrix, 1980.

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