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Av2 direito civil 4
1.Com relação as árvores limítrofes, assinale a alternativa correta: (1,0)Requer resposta. Opção única. 
(10 Pontos)
Os frutos que caírem de árvore do terreno vizinho pertencerão a quem primeiro os encontrar.
Os frutos que caírem de árvore do terreno vizinho pertencerá ao dono do solo onde caírem, independente de se tratar de propriedade particular ou não.
Os frutos que caírem de árvore do terreno vizinho sempre pertencem ao dono do solo onde a árvore está plantada.
Os frutos que caírem de árvore do terreno vizinho deverão ser divididos na metade, uma parte ao dono do solo onde a árvore está plantada e a outra ao dono do solo onde os frutos caírem.
A regra que preceitua que os frutos caídos de árvore do terreno vizinho pertencem ao dono do solo onde caírem constitui exceção à regra do acessório segue o principal.
O artigo 1.284, do CC, é claro ao dispor que "os frutos caídos de árvore do terreno vizinho pertencem ao dono do solo onde caíram, se este for de propriedade particular", contrariando de fato a regra que preceitua que o acessório segue o principal.
2.(OAB/CESPE/2008- Adaptada) - No que diz respeito ao condomínio e aos direitos e deveres dos condôminos, assinale a opção correta: (1,0)Requer resposta. Opção única. 
Se um dos consortes contrair dívida em proveito da comunhão, ele não responderá pessoalmente pelo compromisso assumido, devendo todos os condôminos responder pela dívida contraída em benefício de todos.
No condomínio edilício, resolvendo o condômino alugar a sua unidade ou a sua garagem, ele deverá dar preferência, em condições iguais, aos demais consortes.
É direito dos condôminos requerer a divisão da coisa comum, porém é possível instituir-se a indivisibilidade convencional por prazo não superior a cinco anos, suscetível de prorrogação ulterior.
No condomínio edilício, o pagamento das despesas relativas às partes comuns do edifício, ainda que de uso exclusivo de um condômino ou de alguns deles, deve ser rateado entre todos os consortes.
O condomínio voluntário requer regulamentação perante o ordenamento jurídico brasileiro, pois somente há previsão legal para o condomínio edilício.
Art. 1320 do CC: "A todo tempo será lícito ao condômino exigir a divisão da coisa comum, respondendo o quinhão de cada um pela sua parte nas despesas da divisão. § 1o Podem os condôminos acordar que fique indivisa a coisa comum por prazo não maior de cinco anos, suscetível de prorrogação ulterior".
3.(VUNESP 2015 - adaptada) De acordo com as regras de direito de vizinhança descritas no Código Civil: (1,0)Requer resposta. Opção única. 
(10 Pontos)
O possuidor ou proprietário de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que lá habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha.
As raízes e os ramos da árvore que ultrapassarem a estrema do prédio poderão ser cortados até o plano vertical divisório, pelo proprietário do terreno invadido, apenas com a autorização do dono da árvore.
As janelas, eirados, terraços e varandas poderão ser construídos até a um metro de distância do terreno vizinho.
É permitido encostar à parede divisória, chaminé, fogões, fornos ou quaisquer aparelhos ou depósitos, mesmo que possa causar interferências ou infiltrações, não necessitando para isso qualquer autorização do vizinho.
O proprietário de nascente, ou de solo em que caem águas pluviais, satisfeitas as suas necessidades de consumo, pode impedir ou desviar o curso natural das águas remanescentes pelos prédios inferiores.
O nosso ordenamento jurídico coloca `a disposição do proprietário ou possuidor pertubado as seguintes medidas judiciais:
1- Ação cominatória - tutela específica para obrigações de fazer e de não fazer.
2- Ação de dano infecto - aquela em que se fixa uma caução a favor da vítima do uso anormal da propriedade.
3- Ação de nunciação de obra nova - visa impedir uma construção que está em andamento.
4- Ação demolitória
5- Ação de repação por danos materiais e morais
4.Sara e Bernardo doaram o imóvel que lhes pertencia a Miguel, ficando o imóvel gravado com usufruto em favor dos doadores. Dessa forma, quanto aos deveres dos usufrutuários, assinale a afirmativa INCORRETA: (1,0)Requer resposta. Opção única. 
(10 Pontos)
Não devem pagar as deteriorações resultantes do exercício regular do usufruto.
Devem arcar com as despesas ordinárias de conservação do bem no estado em que o receberam.
Devem arcar com os tributos inerentes à posse da coisa usufruída.
Não devem comunicar ao dono a ocorrência de lesão produzida contra a posse da coisa.
devem pagar as deteriorações resultantes do exercício irregular do usufruto.
ART 1406 CC
5.Sobre o direito real de habitação, é correto afirmar:Requer resposta. Opção única. 
(10 Pontos)
Consiste no direito de habitar gratuitamente casa alheia, podendo o titular deste direito aluga-a.
Ao cônjuge sobrevivente, qualquer que seja o regime de bens, será assegurado, o direito real de habitação relativamente ao imóvel destinado à residência da família, desde que seja o único daquela natureza a inventariar.
Trata-se de direito real de garantia.
O direito real de habitação for conferido a mais de uma pessoa, qualquer delas que sozinha habite a casa não terá de pagar aluguel à outra, ou às outras, mas não as pode inibir de exercerem, querendo, o direito, que também lhes compete, de habitá-la.
São aplicáveis à habitação, no que não for contrário à sua natureza, as disposições relativas ao usufruto.
Art. 1.415cc
6.(MPE/AL 2012 - FCC) - NÃO é causa de extinção da servidão, na esteira do Código Civil Brasileiro:Requer resposta. Opção única. 
(10 Pontos)
O não uso da servidão durante cinco anos contínuos.
A reunião dos dois prédios, dominante e serviente, no domínio da mesma pessoa.
O resgate da servidão pelo dono do prédio serviente.
Cessação, para o prédio dominante, da utilidade ou da comodidade que determinou a constituição da servidão.
A renúncia pelo titular da sua servidão.
ARTIGO 1389. Também se extingue a servidão, ficando ao dono do prédio serviente a faculdade de fazê-la cancelar, mediante a prova da extinção:
 
I - pela reunião dos dois prédios no domínio da mesma pessoa;
II - pela supressão das respectivas obras por efeito de contrato, ou de outro título expresso;
III - pelo não uso, durante dez anos contínuos.
7.Caio é proprietário de imóvel, que não tem passagem para via pública, sendo este acesso possível, apenas, pelo imóvel de seu vizinho André. Acontece que este por motivos de ordem pessoal, resolveu impedir que o primeiro passe por sua propriedade. Analise a atitude de André e emita parecer sobre tal situação? (1,0)Texto Multilinha. 
Resposta: Caio sendo proprietário de um imóvel encravado, ou seja, que não tem passagem para via pública, assim tendo seu acesso possível apenas pelo imóvel de seu vizinho André, com isso observa-se conforme art. 1.285 CC, como forma de presidir as relações de vizinhança e as necessidades, Caiu por falta de acesso com a via pública não poderia explorar seu imóvel, portanto tornando seu imóvel inútil se não tiver o acesso pelo imóvel de seu vizinho, portanto conforme previsto em lei no art. 1.285 CC, Caiu terá o direito a passagem forçada, para entrar e sair de seu imóvel livremente sem restrições, pois Caiu poderá exercer esse direito mesmo sem a concordância de seu vizinho, assim portanto seu vizinho André possui o direito a uma indenização cabal, por Caio ter que constranger seu vizinho André a lhe dar passagem pelo seu imóvel, cujo rumo será judicialmente fixado se for necessário, conforme o dispositivo legal do art. 1.285, caput do Código Civil. 
8.Marcelo deseja construir o muro divisório entre o seu terreno e o terreno de seu vizinho José. De acordo com o Código Civil, Marcelo poderá dividir as despesas com José? Justifique. (1,0)Texto Multilinha. 
Resposta: Marcelo conforme o caso concreto ao desejar construir um muro divisório entre o seu terreno e de seu vizinho, poderá constranger seu confinante a proceder com ele a demarcaçãoentre os terrenos assim repartindo proporcionalmente entre os interessados as respectivas despesas de acordo com o código civil art. 1.297, assim portanto o proprietário do terreno Marcelo tem direito a murar o seu terreno, pois os muros, cercas entre outros, presumem-se, pois até prova em contrário, pertencer a ambos os proprietários, sendo estes obrigados a concorrer, em partes iguais , para as despesas de sua construção, com isso Marcelo poderá sim dividir as despesas com Jose, e caso seu vizinho não contribua, Marcelo poderá exigir o ressarcimento das despesas que tenha despendido com sua construção, conforme as obrigações contidas no art.1.297 caput e §1º do Código Civil. 
9. A quem compete realizar as obras necessárias à conservação e uso da servidão? Justifique indicando, inclusive, o dispositivo legal correspondente. (1,0)Texto Multilinha. 
Resposta: A servidão é um direito de gozo, que acarreta sobre os proprietários dominantes e servientes vários direitos e deveres, assim tendo como objetivo proporcionar a valorização tornando útil, portanto compete ao dono de uma servidão poder fazer todas as obras necessárias a sua conservação e uso, ou seja, o dono de uma servidão pode usar e gozar da servidão, podendo fazer todas as obras necessárias a sua conservação e uso, assim compete ao dono da servidão, com finalidade de atingir seus objetivos, bem como se a servidão pertencer a mais de um prédio, serão as despesas rateadas entre os respectivos donos, conforme prevê o art. 1.380 do Código Civil.
10.Julgue em Certa ou Errada a frase seguinte, e justifique a sua resposta com base na legislação competente: "O condômino, ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurem. Texto Multilinha.
Resposta: Observa-se que a frase mencionada na questão esta correta, pois trata-se do que está mencionado no art. 1.337 do Código Civil, onde traz o dispositivo do condômino que deixa de cumprir, ou seja que não é assíduo que não cumpre com os suas obrigações perante o condomínio, portanto conforme obrigações contidas no art.1.337 do Código Civil prevê a aplicação de uma sanção onerosa, que poderá ser convocado através de assembleia extraordinária, assim mediante a deliberação de três quartos dos condôminos restantes, poderá ser aplicado uma multa correspondente até o quíntuplo do valor da contribuição, sendo de acordo com a gravidade das faltas e a reiteração do condômino e será independentemente das perdas e danos que forem apurados, assim por não ter cumprido com os deveres perante o condomínio tratando-se de um condômino nocivo.

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