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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO UNIVERSIDADE CESUMAR - UNICESUMAR NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD DIREÇÃO UNIVERSIDADE CESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor e Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Pró-Reitor de Ensino de EAD Janes Fidélis Tomelin Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi NEAD - NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Diretoria Executiva Chrystiano Mincoff James Prestes Tiago Stachon Diretoria de Graduação e Pós-graduação Kátia Coelho Diretoria de Permanência Leonardo Spaine Diretoria de Design Educacional Débora Leite Head de Produção de Conteúdos Celso Luiz Braga de Souza Filho Head de Curadoria e Inovação Tania Cristiane Yoshie Fukushima Gerência de Produção de Conteúdo Diogo Ribeiro Garcia Gerência de Projetos Especiais Daniel Fuverki Hey Gerência de Processos Acadêmicos Taessa Penha Shiraishi Vieira Gerência de Curadoria Giovana Costa Alfredo Supervisão do Núcleo de Produção de Materiais Nádila Toledo Supervisão Operacional de Ensino Luiz Arthur Sanglard Editoração Flávia Thaís Pedroso Qualidade Textual Meyre Aparecida Barbosa Ariane Andrade Fabreti Ilustração Bruno Pardinho UNIVERSIDADE CESUMAR Av. Guedner, 1610 - Jardim Aclimação CEP 87050-900 - Maringá - Paraná unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 03 CONTEXTO INSTITUCIONAL .......................................................................................................... 06 DADOS DA INSTITUIÇÃO ............................................................................................................................... 06 HISTÓRICO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ - UNICESUMAR .................................................. 06 PERFIL INSTITUCIONAL .................................................................................................................. 10 MISSÃO INSTITUCIONAL ................................................................................................................................ 10 PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS: VISÃO E VALORES ...................................................................................... 11 ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA ................................................................................................................ 12 INSERÇÃO REGIONAL ..................................................................................................................................... 12 INSERÇÃO NACIONAL..................................................................................................................................... 13 RELAÇÕES E PARCERIAS INSTITUCIONAIS: REGIONAL, NACIONAL E INTERNACIONAL ........................ 16 COMPROMISSO SOCIAL DA UNICESUMAR .................................................................................................. 17 Orquestra Filarmônica Unicesumar........................................................................................................ 17 TV e Rádio ................................................................................................................................................. 17 Museu Unicesumar .................................................................................................................................. 18 Programa de Apoio aos Imigrantes e Refugiados ................................................................................. 18 NAI: Núcleo de Apoio Integral para Estudantes e Colaboradores ....................................................... 19 Capela: um Templo para Prática Espiritual e Solidária ......................................................................... 19 DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DA UNICESUMAR ........................................................................................... 20 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA .................................................................................... 21 APRESENTAÇÃO DO CURSO .......................................................................................................................... 21 Histórico e Concepção do Curso ............................................................................................................. 22 Justificativa da Oferta do Curso .............................................................................................................. 23 Identificação do Curso de Engenharia de Software - Bacharelado ...................................................... 24 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ................................................................................ 25 Política Institucional para o Ensino de Graduação ................................................................................ 25 Política de Pesquisa ................................................................................................................................. 26 Política de Extensão ................................................................................................................................. 28 Projetos de Ensino ................................................................................................................................... 29 Projetos de Extensão ............................................................................................................................... 30 Visita Técnica ............................................................................................................................................ 31 Webconferência Multidisciplinar ............................................................................................................ 32 Extensão e Cultura ................................................................................................................................... 33 OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................................................................... 34 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................................................................ 34 Competências e Habilidades ................................................................................................................... 35 ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................................................................. 37 Libras ........................................................................................................................................................ 38 Disciplina GO ............................................................................................................................................ 38 Formação Sociocultural e Ética ............................................................................................................... 38 CONTEÚDOS CURRICULARES ........................................................................................................................ 39 04 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO ...................................................................................................... 47 Estágio Não Obrigatório ............................................................................................................................ 83 METODOLOGIA DA EAD/UNICESUMAR.......................................................................................................... 85 Aulas ao Vivo ............................................................................................................................................. 85 Aulas Conceituais ....................................................................................................................................... 87 Atividade de Estudo .................................................................................................................................. 87 Fórum ..........................................................................................................................................................87 MAPA ........................................................................................................................................................... 88 Semana de Conhecimentos Gerais - 6ª Semana ..................................................................................... 88 Prova Curricular ......................................................................................................................................... 89 Semana de Provas - 10ª Semanas ............................................................................................................. 89 Prova de Segunda Oportunidade ............................................................................................................. 89 Prova Substitutiva ..................................................................................................................................... 89 Nivelamento ............................................................................................................................................... 89 Distribuição da Carga Horária das Atividades do Curso ......................................................................... 90 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................................................................... 91 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC ............................................................................................... 93 APOIO AO DISCENTE ........................................................................................................................................ 93 Diretoria de Gestão da Permanência ....................................................................................................... 93 Sistema de Atendimento Eletrônico (SAE) ............................................................................................... 94 Ouvidoria .................................................................................................................................................... 96 Talisma ........................................................................................................................................................ 96 Núcleo de Apoio Integral (NAI) ................................................................................................................ 97 Núcleo de PNEE .......................................................................................................................................... 97 Monitoria .................................................................................................................................................... 98 Nivelamento ............................................................................................................................................... 98 Intercâmbios Nacionais e Internacionais ................................................................................................. 99 Intercâmbio Internacional ........................................................................................................................ 99 Acompanhamento do Egresso ................................................................................................................ 100 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ....................................................... 102 ATIVIDADES DE TUTORIA ............................................................................................................................... 108 Universidade Corporativa ....................................................................................................................... 111 Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às Atividades de Tutoria ................................. 112 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM .. 112 Aplicativo Unicesumar – Unicesumar Experience ................................................................................. 113 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) - STUDEO ........................................................................ 114 Ambiente da Disciplina ........................................................................................................................... 116 MATERIAL DIDÁTICO ...................................................................................................................................... 118 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM ............................................................................................................................................. 124 Sistema de Avaliação ............................................................................................................................... 125 Regime de Dependência ......................................................................................................................... 126 Regime de Adaptação .............................................................................................................................. 126 05 NÚMERO DE VAGAS .........................................................................................................................................126 CORPO DOCENTE E TUTORIAL ....................................................................................................... 127 POLÍTICA INSTITUCIONAL DE FORMAÇÃO DOCENTE .................................................................................127 Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE ....................................................................................127 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR ............................................................................................................................127 ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO DE CURSO ....................................................................................................129 Regime de Trabalho do Coordenador de Curso ......................................................................................129 CORPO DOCENTE .............................................................................................................................................130 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ............................................................................................130 INFRAESTRUTURA .......................................................................................................................... 132 INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE E SUA UTILIZAÇÃO .............................................................................132 ESPAÇO DE TRABALHO PARA DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL E DEMAIS PROFESSORES...................133 ESPAÇO DE TRABALHO PARA O COORDENADOR ........................................................................................133 SALA COLETIVA DE PROFESSORES ................................................................................................................134 SALAS DE AULA ................................................................................................................................................134 ACESSO DOS ESTUDANTES A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA ............................................................134 BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC) ........................................135 PROCESSO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO (LOGÍSTICA) .136 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP) .........................................................................................................137 AMBIENTES PROFISSIONAIS VINCULADOS AO CURSO ..............................................................................137 06 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO CONTEXTO INSTITUCIONAL DADOS DA INSTITUIÇÃO MANTENEDORA: (560) UNIVERSIDADE CESUMAR - UNICESUMAR CNPJ - 79.265.617/0001-99 ENDEREÇO:AV.: GUEDNER Nº 1610 BAIRRO: JARDIM ACLIMAÇÃO / CEP- 87050-390 MARINGÁ - PARANÁ FONE/FAX: (44) 3027-6385 E MAIL: NORMAS@UNICESUMAR.EDU.BR PRESIDENTE DA MANTENEDORA: CLÁUDIO FERDINANDI MANTIDA: (1196) UNIVERSIDADE CESUMAR ENDEREÇO: AV.: GUEDNER Nº1610 BAIRRO: JARDIM ACLIMAÇÃO/ CEP - 87050-390 MARINGÁ - PARANÁ FONE/FAX: (44) 3027-6385 E MAIL: NORMAS@UNICESUMAR.EDU.BR REITOR: WILSON DE MATOS SILVA HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE CESUMAR - UNICESUMAR A mantenedora Universidade Cesumar é pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de Maringá - Estado do Paraná, fundada em 7 de junho de 1986. Seu 7º Contrato Social é registrado na Junta Comercial do Paraná sob o nº 41901725785 (Protocolo 182068986 - 12/04/18), em 17/04/2018. A atuação na Educação Superior teve início no ano de 1990 com a implantação do Curso de Administração, autorizado pelo Decreto Federal nº 98.471, de 5 de dezembro de 1989, funcionando em prédio próprio, com 800m de área construída. No mesmo ano, teve início o funcionamento do curso superior de Tecnologia em Processamento de Dados cuja autorização ocorreu em 5 de janeiro de 1990, com a publicação do Decreto Federal nº 98.796. A Instituição mantida para agregar os cursos autorizados foi a Faculdade de Administração e Informática de Maringá, que também abrigou os cursos de Ciências Contábeis, autorizado pelo Decreto Federal de 11 de abril de 1994, e Direito, aprovado pelo Decreto Federal de 21 de junho de 1994. O ano de 1993 foi especial para a Instituição, quando obteve o reconhecimento dos dois primeiros cur- sos - Administração, reconhecido pela Portaria Ministerial nº 7 583/93-MEC, de 16/02/93, e Tecnologia em Processamento de Dados, reconhecido pela Portaria nº 728/93-MEC, de 29/04/93. Os anos seguintes 07Contexto Institucional foram marcados pela ampliação gradativa do patrimônio físico da Instituição. A aquisição de 1,5 alquei- res de terra, no ano de 1997, e mais 2,0 alqueires, no ano de 1998, fatos estes que levaram à ampliação da área total do campus para 5,5 alqueires (134,2 mil m²). Em 1998, foram credenciadas as seguintes faculdades, também mantidas pelo Cesumar: Faculdade de Comunicação Social de Maringá, com dois cursos (Jornalismo - Publicidade e Propaganda) e Faculdade de Medicina Veterinária e Fisioterapia, com três cursos (Medicina Veterinária, Fonoaudiologia e Fisioterapia). O Processo de transformação das faculdades existentes em Faculdades Integradas de Maringá foi conso- lidado, assim como seu Regimento Unificado, com a aprovação do Parecer nº 467/99-CES, de 18/05/99 e publicação da Portaria Ministerial nº 1.092/99-MEC, de 13/7/99, no Diário Oficial da União de 16/7/99 cujo Processo recebeu o nº 23025.005571/98-16. A consolidação do trabalho desenvolvido pela Instituição resultou no seu credenciamento como Centro Universitário de Maringá - Cesumar, pela Portaria do Ministério da Educação de 16/01/2002. O trabalho atingiu importante resultado, que foi o credenciamento da Instituição visto que, mediante as legis- lações do Ministério da Educação, somente são credenciadas como Centro Universitário as instituições que possuem: capacidade administrativa e de infraestrutura; qualificação acadêmica e experiência profis- sional do corpo docente; conceitos e resultados obtidos nos Exames Nacionais de Cursos bem como em avaliações feitas pelo próprio Ministério. Assim, com a publicação no DOU de 18 de janeiro de 2002, na Seção 1, página 29, as Faculdades Integradas de Maringá ficam credenciadas como Centro Universitário de Maringá - Cesumar. Em setembro de 2005, a instituição iniciou as transmissões da Rádio Universitária Cesumar FM, na frequência 94,3 MHz e, no ano seguinte, o Cesumar foi credenciado para a oferta de cursos de graduação e pós-graduação, na modalidade a distância, com a premissa de oportunizar a aprendizagem, por meio de acessibilidade metodológica e flexibilização na estrutura curricular para um novo perfil de egressos da Unicesumar. Com o credenciamento da Unicesumar para a oferta da Educação a Distância, pela Portaria nº 3.592, de 17 outubro de 2005, nasce o NEAD - Núcleo de Educação a Distância Cesumar, que, ao levar em con- sideração a realidade educacional e territorial brasileira, opta por desenvolver-se sob a ideia de educação compreendida como processo educativo. Pautada na qualidade do processo ensino-aprendizagem, orien- tando e oferecendo oportunidades ao estudante de desenvolver a autonomia na organização de sua agenda de estudos, numa dinâmica de aprendizagem ativa e protagônica, em que os conteúdos e as estratégias pedagógicas são planejadas para que ocorra um alto grau de interação entre o estudante, seus professo- res, os tutores e seus colegas. O incentivo à pesquisa e à pós-graduação ocorre pela produção científica e a teorização da prática educacional, por meio da política de promoção do desenvolvimento científico, consubstanciada no esta- belecimento de linhas prioritárias de ação, a médio e longo prazo, na concessão de bolsas ou de auxílios para a execução de projetos científicos e na formação de pessoal em cursos e programas de pós-graduação. Para garantir a excelência de ensino na graduação, pós-graduação e a qualidade na pesquisa e extensão, a Instituição possui corpo docente formado, em sua maioria, por doutores e mestres e equipe de técni- cos e profissionais preparados para o desenvolvimento das atividades necessárias ao bom desempenho do Centro Universitário. Aspecto relevante é o cuidado constante da IES com a formação continuada de suas equipes, por meio de formação e incentivos com bolsa de estudos e descontos especiais para colaborado- res e seus familiares dependentes. Como complemento aos projetos desenvolvidos, mantém convênio com várias instituições de ensino, 08 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO pesquisa e extensão, no Brasil e no exterior, com o objetivo de favorecer o intercâmbio entre professores e estudantes, desenvolvendo atividades culturais, científicas e tecnológicas. O fortalecimento das relações inter- nacionais, o intercâmbio e desenvolvimento de ações na área de tecnologia e de negócios, a implementação de ações de cooperação nos campos do ensino, da pesquisa, da extensão e da assessoria nas áreas de planeja- mento estratégico e gestão universitária são objetivos da cooperação internacional que a Instituição estabelece, principalmente, com os países de língua portuguesa. Aliando a infraestrutura à prática educacional, procura oferecer formação sólida, garantindo ao estudante o aprendizado que lhe permita atuar com competitividade no mercado de trabalho. A Instituição se tornou reconhecida pela qualidade e credibilidade. Por este motivo, rumo à continui- dade de sua expansão, muda a marca, transformando a sigla Cesumar - que remete a Centro Universitário de Maringá - em nome próprio e acrescentando o prefixo “Uni”, que remete à autonomia universitária que um centro universitário possui, e deixa de ser apenas regional para avançar ainda mais por todo o Brasil. Neste movimento de expansão na oferta da Educação Superior, a mantenedora Cesumar iniciou, em 2016, a abertura de quatro (04) novas faculdades nas cidades de Campo Grande, Londrina, Ponta Grossa e Curitiba. Ainda em 2016, os polos de educação presencial estavam localizados em 13 Estados e no Distrito Federal, somando 54 unidades. Em 2018, com o desenvolvimento da proposta de expansão, a Instituição alcançou a marca de 552 polos presentes nos 26 estados e no Distrito Federal. Figura 1- Polos Fonte: Universidade Cesumar (2019). A equipe multidisciplinar da EAD Universidade Cesumar está composta por diversos profissionais: direto- res das área, coordenadores de cursos, heads, gerentes, supervisores, equipes: de produção de materiais, de tutoria, de setor de apoio a Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (PNEE), de mediação de ensi- no-aprendizagem, de professores formadores e conteudistas, de atendentes pedagógicos,de curadores de conteúdo, de operadores de processos pedagógicos e de operadores de estúdios de TV, que são responsáveis por garantir a qualidade da educação EAD Universidade Cesumar. A Pró-reitora Executiva da Educação a Distância está dividida em três diretorias: Graduação e Pós-graduação, Design Educacional e de Permanência. 09Contexto Institucional Figura 2- Pró-reitora Executiva da Educação a Distância Fonte: Universidade Cesumar (2019). Figura 3 - Diretoria de Graduação e Pós Fonte: Universidade Cesumar (2019). 10 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Nos indicadores de qualidade das instituições de Educação Superior divulgados pelo MEC, a Universidade Cesumar obteve excelentes conceitos nos cursos analisados por meio de indicadores institucionais e por meio do ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Desde 2011, por anos consecutivos, o conceito tem se mantido o mesmo com IGC (Índice Geral de Curso) 4 e CI (Conceito Institucional) 4 e se estabelece entre os 4% das melhores instituições de Ensino Superior do país e com o título de melhor Centro Universitário do Sul do Brasil. Figura 4 - Indicadores de Qualidade Fonte: Universidade Cesumar (2019). Considerando a responsabilidade social e cultural da Unicesumar como premissa, o compromisso é constante no engajamento dos estudantes no processo de aprendizagem e o incentivo ao protagonismo no desenvolvimento de suas regiões, pautado nas diversas áreas do conhecimento, o que proporciona benefícios para toda a sociedade. Sob os pilares de uma empresa familiar, com valores e princípios éti- cos, a Unicesumar segue firme no propósito de transformar o país por meio da educação de qualidade. PERFIL INSTITUCIONAL O Centro Universitário de Maringá adota como princípio basilar em suas diretrizes legais e pedagógicas e em suas ações institucionais o compromisso ético com a sociedade. Neste sentido, a Unicesumar adota como fundamento de sua atuação social a produção, o desenvolvimento, a sistematização, a socialização e a aplicação de conhecimentos e de valores por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, compreendidos de forma convergente e integrados na educação e na formação científica e técnico-profissional de cidadãos. MISSÃO INSTITUCIONAL A IES tem por missão “Promover a educação de qualidade nas diferentes áreas do conhecimento, for- mando profissionais cidadãos que contribuam para o desenvolvimento de uma sociedade justa e solidária”. Cumprir tal missão implica a IES entender que há uma função acadêmica e social a ser cumprida, funda- mentada nas políticas de ensino, de iniciação científica e extensão para propiciar a formação integral de 11Contexto Institucional profissionais inovadores, competentes e com capacidade empreendedora, preparando pessoas para atua- rem, eticamente, como agentes transformadores da realidade empresarial, organizacional e social brasileira. PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS: VISÃO E VALORES Para efetivar sua missão institucional, a Unicesumar defende uma educação pautada em valores éticos- estéticos-políticos da formação humana, fundamentada em autonomia, universalidade, excelência, ética, sustentabilidade, transparência, saúde e qualidade de vida, trabalho colaborativo e compromisso social: ■ Respeito ao ser humano de forma integral. ■ Excelência intelectual e profissional. ■ Promoção do desenvolvimento emocional e espiritual. ■ Compromisso com o conhecimento, com a aprendizagem e com a transformação da sociedade. ■ Ética, cidadania, integridade e transparência. ■ Inovação tecnológica permanente. ■ Desenvolvimento e valorização da cultura e da arte. ■ Responsabilidade com o meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável. Em consonância com a Missão e a Visão institucional, as finalidades da consolidação da Universidade Cesumar consistem em: ■ Desenvolver a Educação Superior, formando profissionais nas diferentes áreas de conhecimento, aptos a integrar os setores profissionais e a participar do desenvolvimento da sociedade brasileira. ■ Promover a formação integral do ser humano, estimulando a criação cultural e o desenvolvimento do pensamento reflexivo e do espírito científico. ■ Incentivar o trabalho de investigação científica, buscando o incremento da ciência e tecnologia, cola- borando com o desenvolvimento do ser humano e das comunidades em que se insere, com vistas ao seu bem-estar social, econômico, político e cultural. ■ Promover a extensão, estimulando a participação da população nos resultados da criação cultural e da investigação científica e tecnológica produzidas na instituição. ■ Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação. ■ Participar ativamente da realidade social, proporcionando parcerias com órgãos públicos, privados e entidades sociais, visando à melhoria de vida da população da região em que se insere. ■ Colaborar permanentemente para que as questões sociais, como corrupção, racismo, desigualda- des sociais e injustiças sejam combatidas. ■ Apoiar e implementar as ações preconizadas aos signatários do pacto global e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. 12 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA Tendo em vista as áreas definidas pelo CNPq (Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes), a Universidade Cesumar se organizou em três centros, com seus cursos de graduação e tecnólo- gos, ofertados nas modalidades: presencial, semipresencial e a distância, sendo: I. Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. II. Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. III. Centro de Ciências Exatas, Agrárias e Tecnológicas. IV. Núcleo de Educação a Distância - NEAD. Os cursos na modalidade a distância da Universidade Cesumar acontecem sob a responsabilidade do NEAD, sendo viabilizados por uma equipe multidisciplinar e contam com proposta pedagógica que privi- legia a combinação de procedimentos didáticos próprios da Educação a Distância, utilizando-se de vários meios e momentos de interatividade pedagógica para todos os módulos curriculares. INSERÇÃO REGIONAL A Universidade Cesumar é o Maior Centro Universitário do país e está localizado em Maringá, cidade inte- riorana do Estado do Paraná. A cidade sede da Universidade Cesumar tem população estimada em 406.693 habitantes (IBGE, 2016), com área de 487,052 km2 e está localizada próximo a cidades, como Londrina, Apucarana, Astorga, Colorado, Jandaia do Sul, Mandaguari, Marialva, Paiçandu e São Jorge do Ivaí, muni- cípios mais populosos do Setentrião Paranaense. O Município configura-se como polo de uma região que abrange mais de 100 municípios, com pouco mais de 70 anos, reforça o binômio desenvolvimento e preservação ambiental. É o terceiro maior muni- cípio do Estado do Paraná e tem como diferencial o fato de ter sido projetada e planejada pelo urbanista Jorge Macedo Vieira e pelo espírito empreendedor de seus primeiros moradores. De acordo com inves- tigação científica feita pelo Macroplan, que trabalhou com 16 indicadores relativos à educação e cultura, à segurança, ao saneamento e à sustentabilidade, Maringá ficou em primeiro lugar na lista das Melhores Cidades do Brasil. A população local, formada por diversas etnias, constitui um meio cultural múltiplo, incluindo des- cendentes de alemães, italianos, japoneses, árabes, portugueses, espanhóis e de outras nacionalidades. A economia sente as consequências desta diversificação. Nos dias atuais, com a derrubada de fronteiras do Mercosul, são cada vez maiores os investimentos estrangeiros na cidade. O setor educacional da cidade está acima do padrão nacional. No ensino fundamental, o IDEB - Índice de Desenvolvimentoda Educação Básica apresenta resultado que a coloca entre os dez maiores índices do país. No Ensino Superior, a presença da iniciativa privada teve início há 29 anos com o Centro de Ensino Superior de Maringá e conta hoje com diversas faculdades, centros universitários e Universidades. Como um grande polo educacional, Maringá recebe, anualmente, milhares de estudantes de todo o país. 13Contexto Institucional INSERÇÃO NACIONAL No que tange ao contexto educacional, considerando a responsabilidade social e cultural da Universidade Cesumar no sentido de incentivar e promover o desenvolvimento regional que traz benefícios para a socie- dade, a Instituição expande este movimento quando se estabelece por meio dos polos de apoio presencial, em todas as regiões do país, atendendo às necessidades educacionais, sendo respeitadas a particularidade e as necessidades das diversas áreas do conhecimento e do mercado de trabalho, ofertando um catálogo de cursos rico em oportunidades ao estudante, já que algumas regiões (a maior parte delas) carecem de ini- ciativas que promovam a educação voltada à inclusão e ao desenvolvimento econômico, social e cultural. Devido à necessidade de potencializar, economicamente, estas regiões essenciais à economia nacional, a Universidade Cesumar oferece cursos de graduação que visam atender à demanda de profissionais espe- cializados em diversos segmentos presentes em todos os municípios da área de influência de seus polos de apoio presencial. Sendo assim, a Universidade Cesumar reafirma por meio da Educação a Distância o seu papel enquanto agente transformador da sociedade e promotor da democratização da educação. Cabe destacar que o NEAD da Universidade Cesumar disponibiliza para consulta um dossiê contendo a descrição de cada Polo de Apoio Presencial, que, devido ao volume, não se descreve aqui. A título de aná- lise territorial, utilizamos dados oficiais de georreferenciamento a fim de definir territórios (municípios) para os quais designaremos atuação, nos quais são considerados percentuais populacionais, de faixa etá- ria, de escolaridade e de emprego e renda, a saber: TERRITÓRIO Área total (km²) 8.515.767.049 PONTOS EXTREMOS – 2012 LATITUDE LONGITUDE LOCALIZAÇÃO Norte +05° 16’19” -60° 12’45” Nascente do Rio Ailã (Roraima) Sul -33° 45’07” -53° 23’50” Arroio Chuí (Rio Grande do Sul) Leste -07° 09’18” -34° 47’34” Ponta do Seixas (Cabo Branco-Paraíba) Oeste -07° 32’09” -73° 59’26” Nascente do Rio Moa (Acre) PONTOS MAIS ALTOS – 2012 LOCALIZAÇÃO ALTITUDE (M) Pico da Neblina Serra Imeri (Amazonas) 2.993,8 Pico 31 de Março Serra Imeri (Amazonas) 2.972,7 Pico da Bandeira Serra do Caparaó (Espírito Santo/Minhas Gerais) 2.892,0 Pedra da Mina Serra da Mantiqueira (São Paulo/Minas Gerais) 2.798,4 NÚMERO DE MUNICÍPIOS 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2010 2012 Brasil 1.574 1.889 2.766 3.952 3.974 4.491 5.507 5.565 5.570 Norte 88 99 120 143 153 298 449 449 450 Nordeste 584 609 903 1.376 1.375 1.509 1.787 1.794 1.794 Sudeste 641 845 1.085 1.410 1.410 1.432 1.666 1.668 1.668 Sul 181 224 414 717 719 873 1.159 1.188 1.191 Centro - Oeste 80 112 244 306 317 379 446 466 467 Figura 5 - Território - Dados geográficos Fonte: IBGE (2018). 14 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Para análise de abertura de Polos de Apoio Presencial, a Universidade Cesumar utiliza também o software OnMaps - Geofusion, programa de geomarketing que apresenta cruzamento dos dados, como: sociodemografia, potencial de consumo, distribuição da concorrência, volume e perfil de consumo, População Economicamente Ativa durante o dia - PEA Dia - fluxo de pessoas, Polos geradores de tráfego e módulo de ensino. Seguem exem- plos do programa: Figura 6 - Nível de Instrução Fonte: Geofusion (2018). Figura 7 - Renda Média Fonte: Geofusion (2018). 15Contexto Institucional Figura 8 - Centro de fluxo Fonte: Geofusion (2018). Figura 9 - Potencial de Consumo Fonte: Geofusion (2018). 16 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Sendo considerados os dados demográficos, os econômicos, o Plano Nacional de Educação, o plano de expansão da Universidade Cesumar e o seu compromisso institucional de promover educação de quali- dade, são adotadas práticas administrativas próprias de uma instituição de ensino, refutando a prática de educação com princípio de negócio. Desta forma, a análise do alcance nacional é permeada e pautada em ações pedagógicas que respeitam as particularidades do contexto de vida (social, econômico e de meio ambiente) do estudante de todas as regiões do país. A Universidade Cesumar, observando esta tendência, tem desenvolvido estratégias de melhorias contínuas para a vivência acadêmica, de experiência de aprendizagem e da relação da IES com seus estu- dantes, com processos de permanência e de relacionamento baseados na responsabilidade do ensinar e do aprender, sempre na perspectiva de avaliar, acompanhar e sanar dificuldades nesse processo de ensi- no-aprendizagem. Entretanto, não bastava proporcionar o aumento do acesso de estudantes à Educação Superior, fazia-se necessário garantir a permanência e as condições de conclusão do curso. Neste sentido, nossa pesquisa com os egressos foi basilar para autoavaliação e planejamento institucional. RELAÇÕES E PARCERIAS INSTITUCIONAIS: REGIONAL, NACIONAL E INTERNACIONAL A Universidade Cesumar tem parcerias formalmente estabelecidas com várias instituições de Educação Superior, nacionais e internacionais, empresas, órgãos de governo municipais, estaduais e federais, que formalizam ações relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão. Empenha-se para articular a relação com outros setores da sociedade pela interação do conhecimento e da experiência acumulados na acade- mia com o saber popular e pela articulação com organizações de outros setores da sociedade, com vistas ao desenvolvimento de sistemas de parcerias interinstitucionais. No âmbito regional, considerando a localização de cada Polo de Apoio Presencial e nacional, conforme a distribuição geográfica dos polos no território nacional, a instituição tem celebrado várias parcerias com empresas e prefeituras/secretarias municipais. Cada Polo de Apoio Presencial estabelece os convênios com setores públicos e privados, e os convênios envolvem: programa de desconto para funcionários, nos cursos de graduação e pós graduação, realização de programas de extensão, visitas técnicas aos ambientes pro- fissionais, programas de educação continuada, projetos culturais e esportivos, cessão de espaços do polo para realização de eventos relacionados à educação profissional e cultural. Convênios e contratos entre Universidade Cesumar e empresas, sejam publicas ou privadas são, tam- bém, importantes para consolidar a missão institucional, dar aparato legal aos estagiários e para formalizar a prestação de serviços comunitários. Por meio de convênios e parcerias com empresas e instituições de ensino, os estudantes da Universidade Cesumar têm acesso a intercâmbios com países de vários conti- nentes, com a intenção de promover a aprendizagem acadêmica intercultural tanto no envio quanto no recebimento de estudantes estrangeiros. O foco na internacionalização promove, ainda, a formação de grupos de áreas específicas para a reali- zação de cursos de curta duração no exterior, geralmente, em período de férias, bem como o intercâmbio de professores e profissionais das mais diversas áreas de atuação, enviando e recepcionando pessoas para a realização de palestras, cursos e eventos. Convênios: são mais de 25 convênios com vários países, como Portugal, Chile, México, Estados Unidos, Alemanha entre outros. Em 2018, participaram de intercâmbios com mais de 40 estudantes, num universo de centenas de outros acadêmicos nos últimos anos. 17Contexto Institucional COMPROMISSO SOCIAL DA UNIVERSIDADE CESUMAR A Responsabilidade Social é parte importante da Universiade Cesumar. Como uma Instituição de Ensinode excelência, reconhece sua responsabilidade de retribuir ao mundo e apoia uma variedade de projetos para ajudar a alcançar a missão da Instituição, por meio da Responsabilidade Social. Esforça-se por fazer uma diferença positiva, na vida e no futuro da sociedade, tomando decisões socialmente responsáveis que tenham impactos reais, benefícios mensuráveis no mundo à nossa volta e na vida das pessoas. A Universidade Cesumar contribui, significativamente, para a comunidade e para a sociedade como um todo, por meio da educação, dos projetos de extensão e de ampla gama de atividades e ações realiza- das por sua equipe, seus funcionários, estudantes e egressos. Orquestra Filarmônica Unicesumar A Orquestra Filarmônica Unicesumar (OFUC) foi criada em janeiro de 2003 pelo Reitor Wilson de Matos Silva, sob a coordenação do Maestro e Diretor Artístico Davi Oliveira. Mantida pela Universidade Cesumar de Maringá - PR, a OFUC iniciou seus ensaios em fevereiro do mesmo ano de nascimento, e sua primeira apresentação aconteceu no dia 17 de março de 2003, nas dependências da própria instituição. A Filarmônica já gravou diversos CDs e DVDs ao vivo na cidade de Maringá, e alguns pontos altos marcaram a trajetória da OFUC, um deles foi a gravação do espetáculo “Temas de Filmes”, em 2012, no Teatro Guaíra de Curitiba - PR, com a capacidade do teatro esgotada. O Maestro convidado Roberto Tibiriçá também esteve à frente da OFUC no “Festival Tchaykovsky”. Citamos, ainda, o cantor popular brasileiro Lenine, acompanhado pela Filarmônica, em obras de sua vasta autoria. A Orquestra executa um programa de concerto diversificado: obras sinfônicas, populares nacionais e internacionais, trilhas sonoras entre outras. Os concertos temáticos também fazem parte do conteúdo ino- vador da Orquestra, com apresentações didáticas, infantis, temáticas, operísticas e sacras. Consta da história da Filarmônica centenas de apresentações realizadas não só no Paraná, mas também em outros Estados do país. Seu corpo artístico é formado por bolsistas do Projeto de Extensão da Universidade Cesumar, os quais são profissionais da área com formação superior, estudantes de Música e músicos de outras áreas do conhecimento. Conta, hoje, com 65 músicos organizados entre as sessões das cordas, dos sopros e da percussão sinfônica, além da equipe administrativa e de produção do DCA - Departamento de Cultura e Artes da Universidade Cesumar. Sua história, também, porta títulos de méritos oriundos dos relevantes serviços prestados à comuni- dade, que foram entregues pelo poder legislativo municipal e estadual. “Nossa missão é levar a música ao alcance de todos”. TV e Rádio A TV Unicesumar é uma retransmissora do Canal Futura (Fundação Roberto Marinho). As produções têm como premissa o caráter educativo da Fundação Unicesumar e promovem o desenvolvimento, a cultura, a responsabilidade em relação ao meio ambiente, a inclusão social e o desenvolvimento do senso crítico. https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/199 18 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO A Rádio Universitária Unicesumar (RUC FM) é uma emissora educativa, que tem como compromisso a veiculação de programas de estímulo ao desenvolvimento da cultura, da arte e da cidadania. Além de jornalismo e entretenimento, o objetivo é dar oportunidade para que qualquer telespectador ou ouvinte possa acessar conteúdos interativos, ouvindo e assistindo a especialistas, a debates e aos conteúdos espe- cíficos das mais diversas áreas do conhecimento e, no caso da RUC FM, diversidade musical. Museu Unicesumar A Universidade Cesumar entende a importância e a necessidade de se investir em projetos culturais, tor- nando-se, assim, agente promotor de educação para a sociedade. O Museu Unicesumar, inaugurado em outubro de 2011, foi criado para contar e conservar a história de Maringá e de seus pioneiros. Trata-se de um museu multidinâmico, que reúne a história, aliada à tecnologia para relatar o desenvolvimento da cidade, desde o seu surgimento até os dias atuais. Programa de Apoio aos Imigrantes e Refugiados O tema da migração é uma realidade multidimensional, presente em quase todo o mundo contemporâneo. Este movimento é estimulado pela busca de novas oportunidades, como emprego, educação e qualidade de vida, também pela fuga de espaços de conflito, de pobreza, de desigualdade e a falta de meios de sub- sistência sustentáveis. Neste contexto, são estes os principais fatores que levam as pessoas a deixarem suas casas para buscar um futuro melhor para si e suas famílias no exterior. Quando apoiadas, política e socialmente, o processo de migração pode trazer contribuições significativas, sobretudo, para crescimento econômico sustentável e desenvolvimento da comunidade, por meio da compen- sação de lacunas laborais, além, ainda, de fornecer diversidade cultural para a comunidade que recebe. Embora os benefícios da migração sejam relevantes, os imigrantes são os mais vulneráveis da sociedade, na medida em que, em momento de crise econômica, são os primeiros a perder o emprego e se sujeitam à remuneração menor e com piores condições de trabalho, além, ainda, da violação dos direitos humanos, do abuso e da discriminação. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável reconhece que a migração internacional é de grande relevância para o desenvolvimento de países de origem, trânsito e destino e exige respostas coerentes e abrangen- tes das nações e organizações para discutir e tratar essa questão global. Neste sentido, destaca-se o Objetivo 16: Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os ní- veis. Vale destacar que, dentro desta agenda, as instituições privadas devem devem se comprometer em cooperar e reforçar a resiliência das comunidades que acolhem refugiados, particularmente nos países em desenvolvimento (UNITED NATIONS, 2017). No Brasil, o número de imigrantes registrados pela Polícia Federal aumentou 160% em dez anos. Haiti, Bolívia e Colômbia lideram o ranking de países de origem (PF, 2016). Já em Maringá, o primeiro grupo de imigrantes chegou à região em 2010, seguido por outros fluxos migratórios internacionais, como: nigeria- nos, colombianos, angolanos, guineenses, entre outros. Ainda de acordo com os dados da Polícia Federal, em 2017, havia o registro de 5.562 imigrantes em Maringá, sendo a maioria (1.037) haitiana. Neste con- texto, além dos haitianos, compõe ainda as diversas nacionalidades de imigrantes, que se soma à presença dos refugiados que fogem da crise humanitária, dos conflitos armados e das guerras dos locais de origem, deixando, assim, seu país, seus laços afetivos e sociais, em busca de proteção em outra nação. 19Contexto Institucional Pensando neste contexto de envolvimento e Responsabilidade Social, a Universidade Cesumar traba- lha com base nos objetivos de desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecida em 2015, entre os países membros da ONU, voltando-se, desta vez, ao desenvolvimento sustentável, que deverá ser buscado até o ano de 2030. A nova Agenda de desenvolvimento propõe ação mundial coordenada entre os governos, as empresas, a academia e a sociedade civil para alcançar os 17 ODS e suas 169 metas, de forma a erradicar a pobreza e promover vida digna para todos, dentro dos limites do planeta (ODS, 2015). Com o objetivo de ampliar a participação nos projetos de extensão vinculados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) bem como contribuir para o reconhecimento positivo dos migran- tes, a Universidade Cesumar desenvolveu o Programa de Apoio aos Imigrantes e Refugiados, dedicado ao avanço da equidade, com foco em servir de base para outras ações institucionais dedicadas ao apoio de Imigrantes e Refugiados. Deste modo, compõe o programa: uma parceria com a Associação dos Estrangeiros Residentes na Região Metropolitanade Maringá (AERM); o Projeto de Qualificação dos Imigrantes, que, por sua vez, desenvolve ações de incentivo ao estudo com doações de bolsas de estudos para imigrantes e refugiados e o atendimento aos imi- grantes no processo de nacionalização, em um projeto que tem como objetivo precípuo atender, por meio do CEJUSC CID, os imigrantes e refugiados que se encontram na Região Metropolitana de Maringá, em especial, aqueles vinculados à Associação de Refugiados do Município de Maringá, prestando-lhes orientação jurídica na área do Direito Internacional, Direito Empresarial, Direito do Trabalho e todas as demais áreas correlatas. O programa de Apoio aos Imigrantes e Refugiados traz uma contribuição ímpar para a sociedade local e global, à medida que fomenta o engajamento da comunidade - por meio dos estudantes - e da institui- ção com ações de impacto, minimizando, assim, a desigualdade social, o preconceito e a injustiça social, sobretudo, promovendo a inclusão profissional e social e o despertar nos sujeitos o interesse em serem autores de suas próprias histórias. NAI: Núcleo de Apoio Integral para Estudantes e Colaboradores O Núcleo de Apoio Integral (NAI) do grupo Universidade Cesumar oferece suporte para estudantes, pro- fessores e colaboradores, nas áreas emocional e espiritual. O NAI propicia um ambiente acolhedor para o desenvolvimento integral da comunidade acadêmica e da sociedade. Com foco orientado para as pes- soas de forma individual e coletiva, o propósito do NAI é apoiar o ser humano em seu desenvolvimento integral, valorizar os fatores emocionais e espirituais em todos os âmbitos, colaborar com a formação de caráter a partir do cultivo de reflexões, atitudes e relações que promovam o bem comum. Capela: um Templo para Prática Espiritual e Solidária A Capela Unicesumar está situada em um ponto estratégico da instituição, e sua beleza impressiona quem passa pela construção inspirada na arquitetura belga. O espaço de quase 1000 m² propõe um ambiente de paz para o exercício do diálogo entre as mais diversas áreas do saber, a partir de valores, como amor, tole- rância e generosidade em relação ao próximo. Os valores promovidos pela prática religiosa e pelas ações solidárias têm um poder transformador para o indivíduo e para a sociedade como um todo. O grupo Universidade Cesumar incentiva os sentimentos de compreensão, esperança e fraternidade como meios para que as pessoas possam se desenvolver melhor, emocional e espiritualmente, superando desafios, traumas e barreiras. A Capela é, para a comunidade, um local de acolhimento, participação e busca por sabedoria. 20 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DA UNIVERSIDADE CESUMAR As Diretrizes Pedagógicas da Universidade Cesumar constituem orientações estratégicas da organização institucional para o planejamento e a condução das atividades acadêmicas de modo a definir e implemen- tar direções a serem agregadas aos projetos pedagógicos dos cursos. Oferecem, ainda, condições para a integração e a efetivação, no contexto institucional, de todos os projetos pedagógicos, com base em parâ- metros bem definidos, referenciados pela missão da Instituição, por sua visão e seus objetivos, pela norma legal e pelo contexto social, político, econômico e cultural no qual a IES está inserida, nas diversas regiões do território nacional. Estas condições são garantidas pelo Acompanhamento e pela Avaliação do Desempenho Institucional, reúnem os indicadores para a tomada de decisões, a preservação e a reavaliação necessárias à adequação constante do planejamento institucional às necessidades das dez dimensões que contemplam o Projeto de Autoavaliação, o SINAES e as diretrizes preconizadas pelo MEC. Neste contexto, a organização pedagó- gica da Universidade Cesumar integra e articula os projetos pedagógicos dos cursos oferecidos e efetiva as práticas multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares da pesquisa, da extensão e das demais ati- vidades não previstas nos projetos pedagógicos dos cursos, correlacionando-as e as vinculando ao ensino. As transformações sociais e o desenvolvimento científico-tecnológico acelerado, aliados à expansão das bases de conhecimento em todos os campos do saber, trouxe a mudança de paradigmas educacionais à ins- tituição, a flexibilização da estrutura curricular e a reformulação metodológica com ênfase na acessibilidade, que é compreendida como princípio universal para pessoas que tenham, ou não, qualquer tipo de deficiência, assim: acessibilidade atitudinal, acessibilidade arquitetônica, acessibilidade comunicacional, acessibilidade instrumental, acessibilidade metodológica e programática (SASSAKI, 2002). A acessibilidade metodológica ou pedagógica ocorre com a adaptação, a diversificação, a flexibilização curricular e do processo de avalia- ção, ao mesmo tempo em que as dificuldades da acessibilidade são superadas. As diretrizes pedagógicas seguem, assim, o estado de desenvolvimento do conhecimento e da reali- dade social. Deverão, portanto, contemplar a mudança no processo ensino-aprendizagem cuja ênfase vem se deslocando do predomínio da aquisição de conhecimentos para privilegiar a capacidade de desenvol- ver instrumentos intelectuais que garanta ao educando a autonomia na aprendizagem, tal qual reafirmam as Diretrizes Curriculares Nacionais, e que envolvam o desenvolvimento das capacidades de integração e de crítica das informações e das competências atuais, assim como a busca de novos conhecimentos e a incorporação de novas tecnologias, desenvolvendo-se a habilidade de avaliá-las e selecionar, criticamente, as mais pertinentes. Neste sentido, o processo educativo da Universidade Cesumar está centrado na construção, na produ- ção e na apropriação dos conhecimentos técnico-científicos e socioculturais, a partir de visão integradora e crítica da realidade, mediante modelos de ensino-aprendizagem modernos, utilização de metodologias abrangentes, ativas e imersivas, e uso de tecnologias apropriadas. Os materiais didáticos seguem o modelo de Design Universal para Aprendizagem - DUA, baseada na acessibilidade para todos, indepen- dentemente das condições dos estudantes, considerando a diversidade dos estudantes e dos processos de aprendizagem. Assim, em vez de se pensar numa adaptação específica para um estudante, em determinada https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/200 21Organização Didático-Pedagógica atividade, pensa-se em formas diferenciadas de ensinar os conteúdos para todos os estudantes (ALVES et al., 2013). Uma perspectiva inovadora que traz a aprendizagem de valores e a formação de atitudes para a mudança e para a atuação solidária, calcadas em padrões éticos, que promovam a formação do profissional, com sólida base de conhecimento teórico, científico e humano, preparando-o para enfrentar as rápidas trans- formações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional. Estabelecem-se, neste sentido, as seguintes linhas diretrizes para a ação pedagógica da Universidade Cesumar: I. Busca da qualidade e da excelência da formação, comprometida com os padrões atuais das transformações socioculturais e do desenvolvimento científico e tecnológico. II. Formação do profissional, com ampla e sólida base teórico-prática, capacidade de análise do social e domínio dos procedimentos técnicos necessários ao exercício profissional. III. Valorização da dimensão sociopolítica e cultural, desenvolvendo a capacidade de leitura crí- tica de problemas e seus impactos locais, regionais e nacionais, que subsidiará a inserção do egresso no mundo do trabalho, como sujeito partícipe de sua construção, assumindo, portanto, o exercício profissional na direção da resolução de problemas e da cidadania, referenciado por sólidos padrões éticos. IV. Acessibilidade metodológica, considerando conceitos modernos, como o uso de metodologias ativas e imersivas, valorizando a experiênciae a interdisciplinaridade na formação dos estudantes. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA APRESENTAÇÃO DO CURSO Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais, direcionadas à Educação de Nível Superior para os cursos de graduação em Computação (PARECER CNE/CP: 136/2012), o Ministério da Educação (MEC) apresenta uma proposta cujos cursos surgem como uma das principais respostas do setor educa- cional às necessidades e demandas da sociedade brasileira, uma vez que o progresso tecnológico causa profundas alterações nos modos de produção, na distribuição da força de trabalho e em sua qualificação. A concepção do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software fundamenta-se nestes pilares, de forma a atender às demandas mercadológicas por profissionais que entendam, globalmente, do funciona- mento e da importância da Computação para as empresas dos mais diversos setores de produção. Assim, busca-se na formação deste profissional o aprimoramento relacionado à qualidade na produção de sof- tware. Esta concepção apresenta-se a seguir. Histórico e Concepção do Curso O Curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Universidade Cesumar EAD foi aprovado pela Resolução CONSUNI n.º 028/2014, de 01 de setembro de 2014, amparada pela PORTARIA NORMATIVA 22 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO 40 de 12 de dezembro de 2007 – D.O.U. de 13 de dezembro de 2007. A matriz curricular foi elaborada aten- dendo às recomendações do Ministério da Educação, contemplando o que inspirará a trajetória formativa dos alunos em relação à carga horária mínima exigida e a infraestrutura recomendada para o seu funcio- namento, atendendo, assim, às exigências de demandas profissionais do mercado de trabalho. A relação permanente com a tecnologia e seus avanços, a evolução da profissão, a visão empreendedora e a capacidade de produzir software de qualidade foram consideradas na elaboração da matriz curricular, objetivando a formação de um profissional competente e competitivo frente às exigências do mercado de trabalho. O curso foi concebido para oferecer profissionais capazes de atender à característica permanente da área, de um contexto tecnológico em constante mudança, seja em organizações próprias, por meio da criação e do desenvolvimento de novos negócios, seja em organizações de terceiros, como colaboradores em departamentos de Tecnologia da Informação (TI). É notável que a sociedade passou a usar e depender cada vez mais dos serviços ofertados por uma varie- dade de sistemas de software. Todo usuário de tecnologia interage de várias formas com um software que interage com o hardware dos computadores. O software desempenha um papel central em quase todos os aspectos da vida cotidiana, no governo, nos bancos e nas finanças, na educação, no transporte, no entrete- nimento, na medicina, na agricultura, na indústria, no direito, entre outros. São os Softwares que mantêm o funcionamento de inúmeros serviços eletrônicos e programas sociais de larga escala, como governos, fornecimento de energia elétrica, redes de telecomunicações, serviços de transporte aéreo, caixas eletrô- nicos, cartões de crédito, bolsas de valores e mercadorias e muito mais. Dessa forma, fica evidenciado que produtos de software têm ajudado a sociedade quanto à eficiência e à produtividade. Afinal, por meio deles existe a possibilidade de solucionar problemas de forma mais eficaz e fornecer um ambiente, muitas vezes, mais seguro, flexível e aberto. Neste cenário, o desenvolvimento e manutenção de softwares demandam profissionais cada vez mais qualificados, capazes de entender todo o processo de sua produção e de atuar, explicitamente, na definição e melhoria de tal processo. Tal definição envolve uma série de decisões importantes, tais como: a escolha de técnicas e ferramentas adequadas para cada uma das fases do processo de desenvolvimento (análise e especificação de requisitos, projeto da arquitetura do software, codificação, testes e manutenção); o plane- jamento e a gestão dos recursos humanos e físicos disponíveis e o treinamento das pessoas participantes do processo para execução. Tudo isso deve ser feito considerando não apenas a natureza e complexidade do software, mas também a cultura de desenvolvimento e o nível de conhecimento tecnológico da equipe responsável por seu desenvolvimento. A engenharia de software é a área da ciência da computação responsável pelo estabelecimento de técni- cas e práticas para a realização das atividades elencadas anteriormente. Por meio dela, é possível investigar todos os aspectos relacionados à produção de software, propondo métodos sistemáticos com o uso ade- quado de ferramentas e técnicas que levam em consideração o problema que será resolvido, as restrições inerentes a tal desenvolvimento, bem como os recursos disponíveis. A crescente demanda da sociedade por soluções de software vem requerendo, a cada ano, mais profissionais na área de engenharia de sof- tware que possam contribuir tanto na produção de software de interesse da indústria e das organizações nacionais quanto por iniciativas relacionadas à exportação de software. A formação sólida de profissionais em engenharia de software influenciará, decisivamente, no sucesso do país no atendimento das deman- das crescentes da indústria nacional, como também no cenário internacional por meio da exportação de produtos de software. 23Organização Didático-Pedagógica Estudos recentes têm mostrado que tanto a indústria nacional quanto internacional de desenvolvi- mento de software demandará uma grande quantidade de profissionais atuando na área de Engenharia de Software nos próximos anos. Por se tratar de uma área que tem demonstrado crescimento e inserção profissional, a geração de empre- gos e oportunidades relacionadas são crescentes. Assim, como a Universidade Cesumar está presente em todo território nacional, o Curso de Bacharelado em Engenharia de Software se insere como uma exce- lente opção para preparação de profissionais que desejam atuar neste mercado promissor, contribuindo para alavancar a geração de novos empreendimentos na área de TI. Diante deste cenário, o Projeto do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software constitui-se em um documento concebido por reflexões e propostas realizadas pelo Núcleo Docente Estruturante, que buscam inserir o aluno, de maneira proficiente, no mercado de trabalho, nos setores produtivo, comercial e de serviços, onde a tecnologia está inserida, propiciando à sociedade um profissional ético e com habi- lidades relacionadas à área da produção de Sistemas de Software. Justificativa da Oferta do Curso O PDI e o Projeto Pedagógico Institucional, como parte integrante do Projeto Pedagógico do Curso, são elaborados, analisados e avaliados respeitando as características da Universidade Cesumar e das diversas regiões onde se insere o curso de Bacharelado em Engenharia de Software. Dessa forma, o PPC é con- cebido seguindo as orientações emanadas no PDI e no PPI, organizadas em conformidade com base na Resolução n.º 5, de 16 de Novembro de 2016, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cur- sos de graduação na área de Computação, sendo um deles a Engenharia de Software. A área de Tecnologia da Informação (TI) é abrangente e transversal. Na atualidade, empresas dos mais diversos setores da economia demandam profissionais qualificados com formação em TI. Sendo, então, o Brasil um país de dimensões continentais onde existem os mais variados setores da economia em atuação, a busca por pessoas que atuem em tecnologia é constante. Organizações precisam investir em produtos e serviços relacionados à tecnologia para que possam permanecer no mercado em que estiverem inseridas. Cadeias produtivas, indústrias, comércios, prestadores de serviços, profissionais liberais, setores de saúde e muitos outros possuem em suas rotinas de trabalho a necessidade de utilização e apoio de equipamen- tos onde existe tecnologia inserida.Nesse contexto, o Bacharel em Engenharia de Software é um profissional altamente requisitado no mercado de trabalho, devido ao fato de que sistemas dos mais variados segmentos e portes devem ser cons- truídos e servir como diferencial competitivo e estratégico para os negócios. Este profissional deve estar capacitado a definir esses sistemas e serviços computacionais, utilizados nas mais diversas áreas, de forma a produzir software com qualidade, levando em consideração as evoluções constantes do mercado. Toda esta relevância do setor de TI faz-se presente tanto na esfera pública como na iniciativa privada. Empresas, cada dia mais, buscam alternativas tecnológicas para aumentar sua produtividade, reduzir custos e se manter no mercado. Na área pública, o cenário também é considerado promissor. Soluções de TI começam a fazer parte de uma agenda digital dos governos que promovem incentivos e investimentos para proporcionar melhorias nos serviços oferecidos à comunidade e, consequentemente, gerar mais arre- cadação por meio dos serviços prestados. 24 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Neste sentido, justificam-se a oferta e concepção do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software, de maneira que esse fundamente a formação teórica/prática desse profissional, para que ele possa então corresponder aos anseios das organizações e, consequentemente, do mercado vigente, atuando em um seg- mento da área de informática que abrange a produção de software com qualidade. Identificação do Curso de Engenharia de Software - Bacharelado Nome da Mantenedora Centro de Ensino Superior de Maringá Endereço Avenida Guedner, nº 1610 - Jardim Aclimação CEP: 87050-390 - Maringá - PR CNPJ 79.265.617/0001- 99 Nome da Mantida Universidade Cesumar (Unicesumar) Endereço Avenida Guedner, nº 1610 - Jardim Aclimação CEP: 87050-390 - Maringá - PR Nome do curso Curso de Bacharelado em Engenharia de Software Portaria da criação do curso Resolução CONSUNI nº 28 de 01 de setembro de 2014 Número de vagas pretendidas 1.500 vagas anuais Turnos de funcionamento do curso Noturno Carga horária total do curso 3.680 ou 3.780 Tempo mínimo de integralização 4 anos Tempo máximo de integralização 6 anos Formas de ingresso Vestibular, mudança interna, transferência externa. Regime de matrícula Modular Coordenador do curso Flavia Lumi Matuazawa Portaria de nomeação PORTARIA DA REITORIA 001-A/2020 Apresentam-se pressupostos legais para constituição do curso: BRASIL. Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília: D.O.U., 2005. ______. Parecer CNE/CP n. 8, de 6 de março de 2012. Que institui as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Brasília: D.O.U., 2012. ______. Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. ______. Resolução CNE/CP n. 1, de 30 de maio de 2012. Que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Brasília: D.O.U., 2012. ______. Ministério da Educação. Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília: D.O.U., 2002. ______. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Computação. Brasília: D.O.U., nov. 2016. 25Organização Didático-Pedagógica ______. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: D.O.U., 1996. ______. Ministério da Educação. Lei n. 9.765, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambien- tal, institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília: D.O.U., 1999. ______. Ministério da Educação. Parecer CNE n. 776, de 03 de dezembro de 1997. Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. Brasília: D.O.U., 1997. ______. Ministério da Educação. Portaria Normativa 40, de 12 de dezembro de 2007. Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos pro- cessos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições. Brasília: D.O.U., 13 dez. 2007. ______. Ministério da Educação. Referenciais de Qualidade para Educação Superior à Distância. Brasília: D.O.U., ago. 2007. ______. Presidência da República. Decreto n. 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da edu cação nacional. Brasília: D.O.U., 2005. ______. Presidência da República. Decreto Federal n. 5.773, de 09 de maio de 2006. Dispõe so bre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cur- sos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Brasília: D.O.U., 2006. ______. Presidência da República. Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Na cional de Avaliação da Educação Superior - SINAES e dá outras providências. Brasília: D.O.U., 2004. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO A política institucional para a graduação é orientada pelos documentos legais e pelos fundamentos dispo- níveis no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), pelos norteamentos dispostos nos regulamentos de gestão acadêmica, por meio dos princípios pedagógicos, das concepções e diretrizes para o currículo e para o desenvolvimento da aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso. Política Institucional para o Ensino de Graduação Os princípios pedagógicos adotados na Universidade Cesumar articulam-se com uma formação baseada em conhecimentos, historicamente, produzidos nas mais diversas áreas das ciências e das tecnologias, com a interlocução das práticas cotidianas da vida e do trabalho, com a perspectiva de inovar na solução dos problemas e das necessidades da sociedade. Nesse sentido, tem-se investido: ■ na articulação entre ensino/pesquisa/extensão entre universidade/sociedade, propiciando a forma- ção integral ao acadêmico, de modo a contribuir para a consciência crítica que lhe permita refletir sobre a problemática social, seu papel como sujeito e ator social no processo de mudança e cons- trução de uma sociedade mais justa e igualitária. 26 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ■ no diagnóstico participativo constante dos problemas e das necessidades das diversas realidades regionais que compõem o Brasil, estabelecendo a relação com a sociedade para propor alternativas de soluções por meio de projetos e programas, de modo a propiciar a participação efetiva do estu- dante na comunidade e na resolução de problemas. ■ na estrutura administrativa e organizacional, de forma que as propostas decisórias tenham partici- pação democrática e favoreçam a relação inclusiva. ■ na promoção da qualificação e educação continuada do corpo docente e administrativo. ■ na promoção de atividades culturais que envolvam toda a comunidade acadêmica. ■ no contínuo processo de avaliação e integrado ao processo de aprendizagem, por meio de critérios quantitativos e qualitativos, para isso, utilizam-se diversos instrumentos de avaliação, considerando as diversas formas de aprendizado e características dos estudantes. ■ nas parcerias e projetos, contribuindo para a formação profissional dos estudantes e com o desen- volvimento regional integrado em cada Polo da EAD. ■ na interdisciplinaridade, recursos/ferramentas tecnológicos para a implementação de metodolo-gias abrangentes: ativas e imersivas, de modo a formar profissionais dotados de conhecimentos do todo e habilitados à prática competente, ética e, socialmente, responsável; ■ no atendimento às diretrizes legais para a formação cidadã, por meio de componentes curriculares que contemplem a Educação Ambiental, as questões da sustentabilidade, da preservação de nosso ecossistema, da diversidade cultural, dos direitos humanos e de inclusão social. Dessa forma, as políticas institucionais norteiam-se por princípios pedagógicos baseados na autonomia dos estudantes e pela indissociabilidade entre a formação específica e a formação cidadã, de modo que as experiências acadêmicas, culturais, sociais, políticas e técnicas vivenciadas pelo estudante produzam conhecimento em diversas formas, fazendo do ato educativo um trabalho para a práxis profissional cons- ciente e voltada para a resolução dos problemas da sociedade como um todo, oportunizando a formação cidadã para uma sociedade mais justa e democrática. Política de Pesquisa Para a Universidade Cesumar, a realização de sua missão na promoção de uma educação de qualidade é possível por compreender a pesquisa como princípio educativo e essencial à formação dos sujeitos. A pro- moção institucional em pesquisa contribui não só para a formação de profissionais altamente qualificados, mas também para o aperfeiçoamento do cidadão consciente que exerce papel transformador na sociedade, ao produzir e socializar o conhecimento. Diante da importância dessa atividade, a Diretoria de Pesquisa, órgão diretamente vinculado à Reitoria da Universidade Cesumar e criada em 1999, é responsável pelo estabelecimento, implementação e gestão das políticas e atividades relativas à pesquisa, respeitando o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão de modo a atender, em suas instâncias, as exigências de legislações preconizadas pelos órgãos normativos e de fomento. Para responder as diferentes demandas, a Diretoria de Pesquisa, é liderada por um diretor e conta com as seguintes divisões e Comitês Assessores para o desenvolvimento de suas atividades: ■ Secretaria de Pesquisa 27Organização Didático-Pedagógica ■ Comitê Assessor de Pesquisa (CAPEC) ■ Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Cesumar (CEP) ■ Comissão de Ética no Uso de Animais da Universidade Cesumar (CEUA) ■ Núcleo de Apoio à Editoração e Pesquisa (NAEP) ■ Relações Internacionais As ações desta Diretoria de Pesquisa estão organizadas de forma a permitir o aperfeiçoamento das atividades de pesquisa, visando responder, com competência, às demandas socialmente requeridas de integração entre os diferentes segmentos da instituição de interdisciplinaridade, de aplicabilidade e de parcerias com a sociedade. Nesse sentido, 7 (sete) linhas de ação foram delineadas: 1. Programas de Iniciação Científica (IC) 2. Programa de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (DTI) 3. Programa de Pesquisa Docente 4. Grupos de Pesquisa 5. Comitês de Ética/Bioética envolvendo seres humanos e/ou experimentação animal 6. Periódicos Científicos (5 periódicos da instituição) 7. Programas de Apoio ao Desenvolvimento Profissional 7.1 Programa de Apoio a Participação em Eventos Técnico-Científicos; 7.2 Programa de Bolsa Produtividade em Pesquisa 7.3 Programa de Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu; 7.4 Programa de Apoio a Tradução e Publicação de Artigos Científicos 7.5 Programa de Apoio a Publicação de Livros Para fomento e desenvolvimento da Iniciação Científica, a Universaidae Cesumar oferta anualmente dois Editais: 1. PIC: Criado em 1999, dispõe de bolsas-prêmios para os melhores projetos que atendam às exi- gências do edital e possibilita a retirada na biblioteca, pelos estudantes, de 5 bibliografias por um período de 30 dias. Esse programa é desenvolvido para todos os estudantes. 2. PIBIC e PIBITI: Criados em 2001, integram as bolsas de iniciação científica, desenvolvimento tec- nológico e inovação mantidas pelo CNPq, Fundação Araucária, ICETI e Universaidade Cesumar. Os resultados dos trabalhos de Iniciação Científica, por meio da Diretoria de Pesquisa, são apresentados em dois eventos científicos, com registros de Anais Digitais e participação obrigatória dos estudantes bol- sistas e voluntários de Iniciação Científica. 1. O EPCC – Encontro Internacional de Produção Científica acontece desde 1999, nos anos ímpares, tem o objetivo de disseminar o conhecimento técnico-científico, promovendo a troca de experiên- cias e informações científicas entre pesquisadores, acadêmicos de graduação e pós-graduação de várias partes do Brasil e de outros países. 28 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO 2. A Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação científica ocorre desde 2002, tem como objetivo ava- liar os acadêmicos integrantes do Programa de Iniciação Científica e Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no acompanhamento do desenvolvimento dos projetos e promover a discussão sobre as investigações. Atualmente, a instituição desenvolve diversos programas de IC. Compõem seu portfólio os programas: ■ PIC: Programa de Iniciação Científica da Universidade Cesumar ■ PPIC: Prêmio-Projeto Iniciação Científica da Universidade Cesumar ■ PROBIC: Programa de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade Cesumar ■ PIBIC/CNPq-Unicesumar: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do CNPq ■ PIBITI/CNPq-Unicesumar: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do CNPq ■ PIBIC/FA-Unicesumar: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Fundação Araucária ■ PIBITI/FA-Unicesumar: Programa Institucional de Bolsas em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da Fundação Araucária ■ Destacamos ainda, que a instituição conta com grupos de pesquisa, nos quais são desenvolvi- dos projetos de IC. Grupo de Pesquisa é definido como um conjunto composto de pesquisadores dos cursos de mestrado, de técnicos e estudantes que estão organizados em torno de uma liderança, desenvolvendo permanente o traba- lho envolvendo atividades de investigação científica. Alguns deles envolvem estudantes de IC da graduação. A Instituição pública, desde 1999, a Revista Iniciação Científica CESUMAR, com ISSN 1518-1243 Impresso e ISSN on-line 2176-9192. De caráter multidisciplinar, destina-se, prioritariamente, à publicação de artigos originais produzidos por discentes e docentes vinculados aos programas de Iniciação Científica da Universidade Cesumar e de outras Instituições de Ensino Superior. O acesso às informações comple- mentares pode ser obtido por meio do endereço: https://www.unicesumar.edu.br/pesquisa. Nesse sentido, a política de pesquisa promove a integração e a interação de docentes, pesquisadores, dis- centes e técnico-administrativos, para o desenvolvimento de pesquisa de forma colaborativa e multidisciplinar, por esse entendimento busca parcerias com organizações públicas e privadas, nacionais ou internacionais, para a qualificação dos pesquisadores, o desenvolvimento científico e tecnológico e a promoção da inovação. Política de Extensão A articulação e a integração da Universidade Cesumar com a sociedade ocorrem por meio das ações exten- sionistas, a partir dos projetos de ensino e extensão, eventos, cursos, da cooperação interinstitucional e da prestação de serviços a fim de difundir conhecimentos orientados ao bem comum de toda a sociedade. As atividades de extensão envolvem palestras, webinar, cursos e minicursos de extensão, oficinas, eventos cultu- rais, simpósios, colóquios, encontros, jornadas, entre outras atividades, mostram-se possibilidades de atuação dos estudantes de modo diversificado fora do espaço de sala de aula como espaço ambiente profissional. 29Organização Didático-Pedagógica A política de Extensão está estabelecida em atendimento aos princípios de cidadania, equidade, jus- tiça, respeito e dignidade, ética nas relações,responsabilidade institucional e social e se orienta pelo Plano Nacional de Educação, conforme a Meta 12, Estratégia 12.7 “Assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universi- tária, orientando sua ação, prioritariamente, para as áreas de grande pertinência social” (BRASIL, 2014); assim como pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que estabelece em seu Art. 43 as finali- dades da Educação Superior, e, entre elas, no inciso VII - “promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa cien- tífica e tecnológica geradas na instituição” (BRASIL, 1996). Para esta efetivação, constitui como Política de Extensão da Universidade Cesumar, conforme o PDI: I. Consolidar a Extensão como processo acadêmico indispensável na formação do estudante, na qualificação do professor e no intercâmbio com a sociedade; II. Promover a integração do ensino e da investigação científica com as demandas institucionais e sociais, priorizando atividades práticas voltadas ao atendimento de necessidades sociais, como as relacionadas com a área de educação, saúde e habitação, produção de alimentos, geração de emprego e ampliação da renda; III. Incentivar a prática acadêmica que contribua para o desenvolvimento da consciência social e política; IV. Reconhecer as ações extensionistas, como Atividades Complementares nos projetos pedagógi- cos dos cursos de Ensino Superior; V. Incentivar e apoiar as atividades culturais, artísticas e desportivas; VI. Divulgar e apoiar a produção acadêmica voltada para o desenvolvimento das atividades de extensão; VII. Enfatizar a utilização de tecnologias para ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qua- lidade da educação, incluindo a educação continuada; VIII. Apoiar as atividades voltadas para a produção e preservação cultural e artística relevantes para o desenvolvimento local e regional; IX. Estimular a inclusão da Educação Ambiental e do Desenvolvimento Sustentável como compo- nentes da atividade extensionista. Projetos de Ensino O Projeto de Ensino é um processo de desenvolvimento educacional que pode ser proposto tanto pela equipe pedagógica do curso quanto pelo Polos de Apoio Presencial, possibilitando aos estudantes realiza- rem atividades em conjunto com a comunidade, respeitando e trabalhando a regionalização das cidades em que a Universidade Cesumar está presente. Tem por finalidade promover o desenvolvimento integral do estudante, com atividades que aprofundem os estudos em tópicos específicos do conteúdo programá- tico das disciplinas ministradas, assim como sua imersão no ambiente profissional. 30 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO O Projeto de Ensino é elaborado em formulários específicos, apresentando título, autoria, período de realização, caracterização da atividade (se sazonal, permanente ou eventual), introdução, objetivos, justi- ficativa, metodologia bem como público-alvo. Os projetos são realizados no Studeo ou presencialmente, nos Polos de Apoio Presencial, conforme sua característica e necessidade. Tais projetos são disponibiliza- dos aos estudantes no Studeo, em ambiente separado da disciplina trabalhada no módulo. Figura 10 - Disponibilização de projetos de ensino Fonte: Universidade Cesumar (2019). Figura 11 - Apresentação dos projetos de ensino no ambiente do estudante Fonte: Universidade Cesumar (2019). A construção e disponibilização dos projetos de ensino online ocorrem com frequência e dinamicidade a fim de induzir esse estudante a conhecer contextos recentes e inovadores. A certificação é concedida se o estudante obtiver aproveitamento mínimo de 60% do conteúdo trabalhado. O certificado é gerado e dis- ponibilizado no ícone “Estudante Online” para impressão. 31Organização Didático-Pedagógica Projetos de Extensão Por meio do desenvolvimento de Projetos de Extensão, a Universidade Cesumar socializa e democratiza o conhecimento produzido. Assim, justifica-se a importância das instituições de Ensino Superior em implantar Projetos de Extensão como oportunidades de aprendizagem e possibilidades de atuação dos estudantes, de modo diversificado, fora do ambiente de sala de aula, como espaço de formação nos ambientes profissionais. Os Projetos de Extensão têm como objetivo o mecanismo de interação entre a universidade e a prática social e profissional dos estudantes. Caracteriza-se pelo contato in loco dos estudantes com dife- rentes situações existentes na sua comunidade, objetivando a complementação didático-pedagógica de disciplinas teórico-práticas específicas do curso. Os Projetos de Extensão, assim como de ensino, podem ser elaborados pela equipe pedagógica ou pelos Polos de Apoio Presenciais, conforme aprova- ção da instituição sede. Os projetos são realizados nos Polos de Apoio que organizam as atividades e, após a realização, encaminham o relatório final contendo as listas de presenças assinadas pelos estu- dantes, as fichas de trabalho contendo a atividade desenvolvida por cada estudante e os registros de fotos. Cabe ao Polo divulgar o Projeto e incentivar a participação dos estudantes. A carga horária é estabelecida de acordo com a sua natureza e complexidade. O certificado é gerado e disponibilizado no ícone “Estudante Online” para impressão. Visita Técnica A visita técnica é uma atividade externa à instituição, sob a orientação e supervisão da equipe peda- gógica, é de natureza acadêmica, científica, tecnológica, desportiva, artística e/ou cultural e deve estar relacionada às unidades curriculares e tem por objetivo: I. Promover a integração entre a teoria e a prática no que se refere aos conhecimentos adquiri- dos pelos alunos na instituição de ensino; II. Garantir o percurso formativo amparado nos princípios da interdisciplinaridade, contextu- alização, flexibilidade curricular, pertinência e relevância social; III. Proporcionar ao estudante a vivência do ambiente profissional, do mercado de trabalho, pro- dutos, processos e serviços in loco e a integração entre os mesmos; IV. Propiciar ao estudante a oportunidade de aprimorar a sua formação científica, cultural e tecnológica. A visita técnica pode ter como proponente o Polo de Apoio Presencial ou a equipe pedagógica do curso na sede, para isso, é necessário o preenchimento do formulário de Visita Técnica e a aprovação da Coordenação do Curso ao qual os acadêmicos estiverem vinculados. São realizadas com o acom- panhamento de um professor/tutor, com o objetivo de proporcionar aos estudantes visão técnica da futura profissão. Após a realização da visita, o acadêmico produz o Relatório da Visita Técnica e o polo encaminha à sede o relatório final contendo as listas de presenças assinadas pelos estudantes, as fichas de trabalho contendo a atividade desenvolvida por cada estudante e os registros de fotos. 32 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Webconferência Multidisciplinar O recurso de Webconferência, como objeto de aprendizagem, apresenta estratégias para condução de aulas síncronas com considerável economia de tempo e recursos para reunir professores e estudantes e desenvolver atividades em equipes. Uma das formas de Webconferência é o Webinar em que uma apresentação é realizada nos moldes de um seminário, com a interação via chat, em que os estudantes podem enviar perguntas e/ou conversar entre si, dentro de um intervalo de tempo. O Webinar interdis- ciplinar objetiva discutir e propor soluções para questões que envolvem a vida em sociedade, por meio do conhecimento científico das diversas áreas do conhecimento, no intercâmbio mútuo e na interligação entre várias ciências. Webinar como projeto extensionista é destinado a todos os estudantes da EAD, estudantes egressos e comu- nidade em geral, com a participação de todos os coordenadores de curso da EADUniversidade Cesumar. No âmbito do curso de Bacharelado em Engenharia de Software são realizados webinares com variados temas, os quais possam contemplar questões pertinentes às competências desenvolvidas ao longo do curso, além de temas da atualidade que estimulem, não apenas nossos estudantes e egressos, mas também a comunidade, as inicia- tivas e ações transformadoras. Temáticas ligadas às ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde ou outros órgãos que pontuem assuntos relacionados à saúde, gestão, entre outros, como Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) (http://sgssustentabilidade.com.br/2017/09/15/como-adotar-os-objetivos-de-desenvolvimen- to-sustentavel-ods/) que definem as prioridades e aspirações globais para 2030. Os ODS representam excelente oportunidade de eliminar a pobreza e outras externalidades, colocando o mundo numa trajetória mais sus- tentável. O Brasil participou das negociações e acordou com 17 objetivos e 169 metas envolvendo temáticas diversificadas: Figura 12 - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Fonte: Ministério das Relações Exteriores ([2019]). https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/201 33Organização Didático-Pedagógica Extensão e Cultura O Departamento de Cultura e Artes da Instituição (DCA) contempla o projeto da Orquestra Filarmônica Universidade Cesumar (OFUC), criado em janeiro de 2003 e mantido pela Universidade Cesumar. Seu corpo artístico é formado por bolsistas do Projeto de Extensão da Universidade Cesumar, os quais são profissionais da área com formação superior, estudantes de Música e músicos de outras áreas do conhecimento. No ano de 2015, por meio da Lei de incentivo à cultura, a Universidade Cesumar lançou um projeto inovador para a comunidade, o “OFUC Itinerante”, com a Carreta Palco de 15 metros de comprimento por 10 metros de largura, propiciando aos municípios com Polos de Apoio presencial e que não possuem um teatro, ou um local adequado para a realização de concertos, receberem a Orquestra e terem contato com a música sinfônica. Figura 13 - Carreta Palco Fonte: Universidade Cesumar (2019). Figura 14 - Orquestra Filarmônica Unicesumar (OFUC) Fonte: Universidade Cesumar (2019). 34 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software estão em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação na área de Computação, que determinam o perfil profissio- nal do egresso bem como com a Matriz Curricular. Tais objetivos atendem às demandas do contexto educacional. O curso apresenta-se com uma proposta moderna e possui seu objetivo geral articulado com as orienta- ções das DCNs para cursos de graduação na área de Computação. Assim, o Curso de Bacharelado em Engenharia de Software tem como objetivo a formação de pro- fissionais com habilidades e competências a serem aplicadas na utilização de técnicas de Engenharia de Software em empreendimentos da área de tecnologia voltados para mercados locais e globais, unidos sem- pre a questões éticas, sociais e legais, relacionadas à área de Tecnologia da Informação. Para isso, o curso deve oferecer aos egressos fundamentos científicos, técnicos e éticos, condizentes com o exercício de sua profissão, de forma que sejam capazes de produzir projetos de softwares com qualidade, facilitando e ofer- tando aos usuários uma experiência agradável com o uso de seus projetos de software. Somado a isso, o fomento ao comportamento empreendedor para o desenvolvimento de avanços tecnológicos e inovado- res destinados aos mais diversos setores da sociedade. Para nortear a capacitação profissional, o curso propõe como objetivos específicos: I. Proporcionar aos alunos o domínio dos conhecimentos da área e de questões profissionais neces- sárias para iniciar a prática profissional como um bacharel em Engenharia de Software. II. Formar profissionais capazes de atuar em diferentes atividades inerentes à área de formação, pre- zando pela ética em seu campo de atuação. III. Proporcionar experiências de aprendizado para que os alunos desenvolvam sua autonomia na resolução de problemas, tomada de decisões e comunicação. IV. Formar profissionais/cidadãos capazes de perceber o caráter da inovação para a evolução dos negócios e seus impactos na sociedade, aplicando seus conhecimentos de forma independente e respeitando princípios éticos, com visão crítica de sua atuação na sociedade. V. Fomentar o aperfeiçoamento contínuo do aluno por meio do autoaprendizado e com o desen- volvimento de práticas pedagógicas diferenciadas, por parte do corpo docente, que estimulem a autonomia, a criatividade, o espírito crítico e o empreendedorismo. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O perfil dos egressos dos cursos da Universidade Cesumar foi definido em consonância com a missão institucional e a proposta curricular. O Curso de Bacharelado em Engenharia de Software tem o compro- misso de formar profissionais competentes que atuem nas diversas atividades da Engenharia de Software. A definição do currículo leva em consideração o perfil desejado para o curso, observando a seleção de con- teúdos necessários, as competências e as habilidades a serem desenvolvidas para se obter o referido perfil, bem como a necessidade de preparação dos alunos para o ambiente profissional. Unido a isso, também é relevante a atenção às novas demandas de mercado, formação para cidadania, preparação para participa- ção social e para o entendimento do ensino como prioridade fundamentada em princípios pedagógicos, éticos e culturais. 35Organização Didático-Pedagógica Por se tratar de um curso na área de Computação, o profissional formado em Engenharia de Software necessita de sólida formação na produção de software, visando à criação de sistemas de alta qualidade de forma sistemática, controlada, eficaz e eficiente, considerando questões éticas, sociais, econômicas e legais. O bacharel em Engenharia de Software deve estar apto para realizar o desenvolvimento de softwa- res, de maneira qualificada, que colaborem na resolução de problemas do mundo moderno. Isso se dá pela compreensão de processos de desenvolvimento e manutenção de software, unidos à definição de parâmetros de utilização e produção de sistemas com qualidade. É relevante, também, que o profissio- nal da área tenha condições de atuar na produção de software com diferentes propósitos, considerando suas especificidades, por meio de métodos, técnicas e ferramentas apropriadas. Além disso, o egresso deverá ter condições de atuar no gerenciamento de recursos humanos envolvidos, como também na implantação e documentação de sistemas de software. Espera-se, com isso, que o profissional tenha condições de compreender a dinâmica empresarial decorrente de mercados mais exigentes e conscientes de seus direitos, bem como das novas necessida- des sociais, ambientais e econômicas. Para a utilização, desenvolvimento ou adaptação da Tecnologia da Informação de forma interessante, o profissional necessita, ainda, ter uma compreensão crítica das implicações daí decorrentes e das suas relações com o processo produtivo, o ser humano, o ambiente e a sociedade. Considerando, assim, a flexibilidade necessária para atender aos domínios diversificados de aplicação e às vocações institucionais, baseando-se nas Diretrizes Curriculares Nacionais para cursos de gradua- ção em Computação, espera-se dos egressos do curso de Bacharelado em Engenharia de Software que: ■ Possuam sólida formação em Ciência da Computação, Matemática e Produção, visando à criação de sistemas de software de alta qualidade de maneira sistemática, controlada, eficaz e eficiente, que levem em consideração questões éticas, sociais, legais e econômicas. ■ Sejam capazes de criar soluções, individualmente ou em equipe, para problemas complexos rela- cionados aos domínios de conhecimento e de aplicação. ■ Sejam capazes de agir de forma reflexiva na construçãode software, compreendendo o seu impacto direto ou indireto sobre as pessoas e a sociedade. ■ Entendam o contexto social no qual a construção de Software é praticada, bem como os efeitos dos projetos de software na sociedade. ■ Entendam os aspectos econômicos e financeiros, associados a novos produtos e organizações. ■ Entendam a importância da inovação e da criatividade e compreendam as perspectivas de negó- cios e oportunidades relevantes. Competências e Habilidades Norteado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para cursos de graduação na área de Computação, as competências e habilidades a serem desenvolvidas para o egresso do curso de Bacharelado em Engenharia de Software foram organizadas em dois eixos de direcionamento: Geral e Específico. Para o eixo Geral, que foca a área de computação como um todo, objetiva-se que o egresso do curso tenha condições de: I. Identificar problemas que tenham solução algorítmica. 36 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO II. Conhecer os limites da computação. III. Resolver problemas usando ambientes de programação. IV. Tomar decisões e inovar, com base no conhecimento do funcionamento e das características téc- nicas de hardware e da infraestrutura de software dos sistemas de computação, consciente dos aspectos éticos, legais e dos impactos ambientais recorrentes. V. Compreender e explicar as dimensões quantitativas de um problema. VI. Gerir a sua própria aprendizagem e seu desenvolvimento, incluindo a gestão de tempo e com- petências organizacionais. VII. Preparar e apresentar seus trabalhos e problemas técnicos e suas soluções para audiências diver- sas, em formatos apropriados (oral e escrito). VIII. Avaliar, criticamente, projetos de sistemas de computação. IX. Adequar-se, rapidamente, às mudanças tecnológicas e aos novos ambientes de trabalho. X. Ler textos técnicos na língua inglesa. XI. Empreender e exercer liderança, coordenação e supervisão na sua área de atuação profissional. XII. Ser capaz de realizar trabalho cooperativo e entender os benefícios que este pode produzir. De forma direcionada ao curso de Bacharelado em Engenharia de Software e levando com consideração as especificidades desta formação, as competências e habilidades a serem desenvolvidas estão pautadas em: I. Investigar, compreender e estruturar as características de domínios de aplicação em diversos contextos que levem em consideração questões éticas, sociais, legais e econômicas, individual- mente e/ou em equipe. II. Compreender e aplicar processos, técnicas e procedimentos de construção, evolução e avalia- ção de software. III. Analisar e selecionar tecnologias adequadas para a construção de software. IV. Conhecer os direitos e propriedades intelectuais inerentes à produção e utilização de software. V. Avaliar a qualidade de sistemas de software. VI. Integrar sistemas de software. VII. Gerenciar projetos de software, conciliando objetivos conflitantes, com limitações de custos, tempo e com análise de riscos. VIII. Aplicar, adequadamente, normas técnicas. IX. Qualificar e quantificar seu trabalho, baseado em experiências e experimentos. X. Exercer múltiplas atividades relacionadas à software, como: desenvolvimento, evolução, consul- toria, negociação, ensino e pesquisa. XI. Conceber, aplicar e validar princípios, padrões e boas práticas no desenvolvimento de software. XII. Analisar e criar modelos relacionados ao desenvolvimento de software. XIII. Identificar novas oportunidades de negócios e desenvolver soluções inovadoras. 37Organização Didático-Pedagógica XIV. Identificar e analisar problemas, avaliando as necessidades dos clientes, especificar os requisitos de software, projetar, desenvolver, implementar, verificar e documentar soluções de software, baseadas no conhecimento apropriado de teorias, modelos e técnicas. ESTRUTURA CURRICULAR A organização da estrutura curricular constitui-se em um item importante do PPC e é nela que se visualiza, de modo amplo, a estrutura de todo o Curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Universidade Cesumar e se explicitam as concepções de mundo, ser humano, educação, conhecimento e sociedade que dão identidade ao curso e às políticas da Universidade Cesumar. A organização curricular proposta evidencia os aspectos de flexibilidade, interdisciplinaridade, articulação entre teoria e prática e atende às determinações legais no que diz respeito à carga horária total do curso. A legitimidade do PPC do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Universidade Cesumar está ligada ao grau e nível de participação efetiva de toda a comunidade acadêmica e administrativa no processo de sua construção. Dessa forma, o currículo deve caracterizar as bases conceituais da formação acadêmica e profissional. Ele é um complexo dos diversos processos relacionados com a formação profissio- nal, cultural e humanística dos alunos e deve ser traduzido por componentes curriculares que se organizem a partir de componentes curriculares, núcleos e temas que contemplem a inclusão desses diferentes com- ponentes, os quais integram conteúdos em projetos de ensino, experiências e atividades acadêmicas e de extensão, expressando a tradução das ações e dos movimentos necessários ao ensino e à aprendizagem. Para construir o currículo é necessária a seleção de conhecimentos, competências, habilidades, atitu- des, valores, metodologias e situações de aprendizagem consideradas importantes, tendo por referência determinados destinatários e contextos do estado do conhecimento elaborado e da realidade cotidiana dos sujeitos, da cultura e da ciência em suas diferentes dimensões. A referida seleção deve ser um processo coletivo, desenvolvida pelo Núcleo Docente Estruturante, pois selecionar, classificar, distribuir e avaliar conteúdos curriculares acionam as múltiplas representações que percorrem os espaços culturais. Essa é a perspectiva da Universidade Cesumar em torno da qual se organizam todos os seus cursos, os quais assumem alguns princípios que permeiam toda sua organização curricular e que direciona, portanto, o Curso de Bacharelado em Engenharia de Software, definindo-se como uma de suas vertentes estruturantes. Consideram-se os seguintes fatores: • Indissociabilidade entre ensino, práticas investigativas e extensão - o ensino deve ser compreen- dido como o espaço da produção do saber, por meio da centralidade da investigação como processo de formação para que se possa compreender fenômenos, relações e movimentos de diferentes reali- dades e, se possível e necessário, transformar tais realidades. • Interdisciplinaridade - a integração disciplinar possibilita a análise dos objetos de estudo sob diversos olhares, constituindo questionamentos permanentes que permitam a (re)construção do conhecimento. • Formação profissional para a cidadania - a IES tem o compromisso de desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual para que, por intermédio do questionamento permanente dos fatos, o pro- fissional possa contribuir para o atendimento das necessidades sociais e educacionais. • Autonomia intelectual - a autonomia significa ser autor da própria fala e do próprio agir, sendo coe- rente na integração do conhecimento com a ação e nas decisões profissionais. O desenvolvimento de 38 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO uma postura investigativa por parte do aluno é fundamental para que construa sua autonomia inte- lectual e profissional. • Responsabilidade, compromisso e solidariedade social - a compreensão da realidade social e o estí- mulo à solidariedade social devem ser pontos integradores das ações de extensão vinculadas ao currículo. Libras No Curso Superior de Bacharelado em Engenharia de Software, a dis- ciplina LIBRAS pode ser cursada pelo estudante de forma optativa. Em conformidade com a Lei nº 10.436, de 14 de abril de 2002, e o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, a disciplina LIBRAS será ofer-tada, obrigatoriamente, nos cursos previstos na legislação e de forma optativa nos demais cursos. A Universidade Cesumar também dispo- nibiliza para qualquer pessoa um curso de Libras gratuito como forma de incentivo à inclusão social. Disciplina GO A disciplina GO traz como objetivos: acolher e familiarizar os estudan- tes com a modalidade a distância, oportunizar um percurso de formação integral, oferecer orientação de gestão de tempo e de um projeto de vida. Para isso, utiliza os fundamentos de coaching e conteúdos de desenvolvi- mento pessoal, profissional e de bem-estar. Os temas sistematizados na disciplina são: conceitos sobre projeto de vida, autorresponsabilidade, rea- lização e propósito, espiritualidade, família, mercado de trabalho, perfil profissional contemporâneo, desenvolvimento pessoal, equilíbrio emocio- nal, empreendedorismo, comunicação, feedback, relações interpessoais, inteligência emocional, resiliência, trabalho em equipe, networking e marketing pessoal, participação em processos de recrutamento e seleção, gerenciamento do tempo e das finan- ças pessoais, desenvolvimento da oratória, combate ao estresse e a conquista da qualidade de vida. Formação Sociocultural e Ética Faz parte do projeto Institucional da Universidade Cesumar tratar das questões relativas a promoção dos direitos humanos, inclusão social, educação ambiental, igualdade étnico racial e da diversidade por meio da disciplina institucionalizada e obrigatória de “Formação Sociocultural e Ética”, a qual é desenvolvida em todos os seus cursos de graduação, tendo como proposta o estudo e a interpretação sobre os aconte- cimentos sociais, políticos, econômicos, culturais e atualização permanente sobre a realidade brasileira, mundial e sobre outras áreas de conhecimento. Estudo dos valores éticos e culturais que permeiam as rela- ções dos homens na sociedade contemporânea, focando as relações étnico-raciais, a história e a cultura afro-brasileira e indígena e reflexão crítica acerca das políticas de afirmação e resgate histórico da popu- lação brasileira. Políticas públicas de inclusão social; formação da identidade nacional brasileira e das politicas educacionais da valorização das diversidades e dos direitos humanos. https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/204 https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/197 39Organização Didático-Pedagógica CONTEÚDOS CURRICULARES O Curso de Bacharelado em Engenharia de Software funciona em torno de eixos temáticos que se subdi- videm em temas articulados entre si, sustentando a sistematização gradual e contínua na construção do conhecimento, compartilhando estudos e saberes. Espera-se que este processo conduza à contínua refle- xão dos alunos, visando a consolidação das bases para as competências requeridas. Os eixos temáticos visam, prioritariamente, a integração entre os conhecimentos disciplinares, que uma vez concretizada por ações simultâneas de interesse comum, procura atingir a interdisciplinaridade. Os 16 eixos temáticos são articulados de forma orgânica ao longo dos quatro anos da vida acadêmica e reúnem as disciplinas da Matriz Curricular do Curso, como demonstrado a seguir. EIXO TEMÁTICO: FUNDAMENTOS DA COMPUTAÇÃO E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL CARGA HORÁRIA Fundamentos e Arquitetura de Computadores 100 Administração de Conflitos e Relacionamentos 100 GO - Projeto de Vida 20 Carga Horária do Eixo 220 EIXO TEMÁTICO: ALGORITMOS E LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Algoritmos e Lógica de Programação I 100 Algoritmos e Lógica de Programação II 100 GO - Identificação de Oportunidades 20 Carga Horária do Eixo 220 EIXO TEMÁTICO: ENGENHARIA DE SOFTWARE E ESTATÍSTICA Engenharia de Software 100 Estatística 100 GO - Preparação para Oportunidades 20 Carga Horária do Eixo 220 EIXO TEMÁTICO: ANÁLISE DE REQUISITOS Engenharia de Requisitos 100 Análise e Projeto Orientado a Objetos 100 GO - Oportunidades e Resultados 20 Carga Horária do Eixo 220 EIXO TEMÁTICO: LÓGICA E MODELAGEM DE SOFTWARE Lógica para Computação 100 Modelagem de Software 100 Carga Horária do Eixo 200 40 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO EIXO TEMÁTICO: ESTRUTURA DE DADOS Estrutura de Dados I 100 Estrutura de Dados II 100 Carga Horária do Eixo 200 EIXO TEMÁTICO: PROJETO, IMPLEMENTAÇÃO E LINGUAGENS E TESTE DE SOFTWARE Projeto, Implementação e Teste de Software 100 Paradigmas de Linguagens de Programação 100 Carga Horária do Eixo 200 EIXO TEMÁTICO: SISTEMAS OPERACIONAIS E CÁLCULO Cálculo Diferencial e Integral 100 Sistemas Operacionais 100 Carga Horária do Eixo 200 EIXO TEMÁTICO: QUALIDADE E PESQUISA OPERACIONAL DE SOFTWARE Qualidade de Software 100 Pesquisa Operacional 100 Formação Sociocultural e Ética I 100 Carga Horária do Eixo 300 EIXO TEMÁTICO: BANCO DE DADOS Banco de Dados I 100 Banco de Dados II 100 Formação Sociocultural e Ética II 100 Carga Horária do Eixo 300 EIXO TEMÁTICO: GERENCIAMENTO DE SOFTWARE E COMPUTAÇÃO Gerenciamento de Software 100 Tópicos em Computação I 100 Carga Horária do Eixo 200 EIXO TEMÁTICO: PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS Programação de Sistemas I 100 Programação de Sistemas II 100 Carga Horária do Eixo 200 EIXO TEMÁTICO: DESIGN E INTERAÇÃO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE Tópicos Especiais em Engenharia de Software I 100 Design e Interação 100 Trabalho de Conclusão de Curso I 50 Carga Horária do Eixo 250 EIXO TEMÁTICO: EMPREENDEDORISMO E COMPUTAÇÃO Tópicos em Computação II 100 Empreendedorismo 100 Carga Horária do Eixo 200 41Organização Didático-Pedagógica EIXO TEMÁTICO: REDES E GERENCIAMENTO DE PROJETOS Fundamentos de Redes de Computadores 100 Gestão de Projetos 100 Carga Horária do Eixo 200 EIXO TEMÁTICO: ENGENHARIA, SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS Tópicos Especiais em Engenharia de Software II 100 Segurança e Auditoria de Sistemas 100 Trabalho de Conclusão de Curso II 50 Carga Horária do Eixo 250 CARGA HORÁRIA PARCIAL DO CURSO: 3.580 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Atividades Acadêmicas Complementares 100 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3.680 DISCIPLINAS OPTATIVAS Disciplina Optativa: Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS 100 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO COM DISCIPLINA OPTATIVA 3.780 Quadro 1 - Matriz Curricular do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software Destaca-se que o Curso de Bacharelado em Engenharia de Software contempla uma carga horária total de 3.780 horas, organizadas ao longo de oito semestres, cada um com dois Eixos Temáticos com duração de dez semanas cada. Contempla-se, ainda, a presença de uma disciplina optativa (Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS) com um total de 100 horas. O aluno também deverá realizar atividades complementa- res de acordo com a matriz curricular do curso. Nesse sentido, somando-se a carga horária total do curso com as atividades complementares e com a disciplina optativa, o curso totaliza 3.780 horas, conforme a descrição resumida. DESCRIÇÃO RESUMIDA DA MATRIZ CURRICULAR CARGA HORÁRIA Disciplinas Obrigatórias 3.580h Atividades Acadêmicas Complementares 100h Carga Horária Total do Curso 3.680h Disciplina Optativa - LIBRAS 100h Carga Horária Total do Curso (optativa) 3.780h Quanto à integralização, o prazo mínimo será de 48 meses e, o máximo, de 72 meses. A participação é possível por meio de uma plataforma educacional eletrônica, contando sempre com o acompanhamento do Corpo Docente e com o apoio da Equipe Multidisciplinar do NEAD/Universidade Cesumar. Para que os alunos recebam o diploma do curso, eles deverão ser aprovados em todas as disciplinas e comprovar a integralização das Atividades Acadêmicas Complementares (AAC) e, quando ofertado (trienalmente), ter realizado o ENADE. 42 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO A seguir, serão apresentados os eixos norteadores da matriz curricular, cada qual com as disciplinas que os compõem. EIXO TEMÁTICO: FUNDAMENTOS DA COMPUTAÇÃO E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Fundamentos e Arquitetura de ComputadoresAdministração de Conflitos e Relacionamentos GO – Projeto de Vida Este eixo foi concebido para integrar conhecimentos básicos da área às habilidades que envolvem os relacio- namentos profissionais em uma organização, como orientado pelas DCNs da área de Computação acerca do desenvolvimento individual e em equipe. Objetiva-se, com isso, que o aluno fique inteirado de questões fundamentais da área escolhida, como também daquelas comportamentais que serão grandes desafios no seu dia a dia profissional. Busca-se, assim, a melhor participação do aluno em seu ambiente de trabalho, não só atuando como profissional adquirente dos conceitos tecnológicos, mas também, como um agente agregador e proativo, desenvolvendo habilidades como liderança, negociação, dentre outras. Voltado para conhecimentos técnicos, a utilização dos recursos de informática em suas diversas áreas se torna inevitável à medida que o profissional busca maior eficiência em suas atividades. As¬sim, é necessário transmitir ao acadêmico, informações sobre o funcionamento dos computadores de forma que colabore com os conhecimentos mais específicos que serão abordados posteriormente no curso. O bom entendimento da arquitetura de um computador, de que é composto, como é seu funcionamento e como o software faz comunicação com o hardware é vital para o aumento do de¬sempenho de um software que será desenvolvido por um profissional da área de tecnologia. EIXO TEMÁTICO: ALGORITMOS E LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Algoritmos e Lógica de Programação I Algoritmos e Lógica de Programação II GO – Identificação de Oportunidades O eixo de Algoritmos e Lógica de Programação foi proposto como um dos eixos principais do primeiro período do curso para fornecer ao aluno as bases de construção na programação. Nesse eixo, busca-se desenvolver no aluno as habilidades necessárias para que ele conheça aspectos práticos de sua área de for- mação, de modo a alcançar o patamar para entender os ambientes tecnológicos. As duas disciplinas de formação trazem os conhecimentos necessários para o entendimento da lógica de programação, base para outras disciplinas que acontecerão no decorrer do curso. EIXO TEMÁTICO: ENGENHARIA DE SOFTWARE E ESTATÍSTICA Engenharia de Software Estatística GO – Preparação para Oportunidades O eixo temático Engenharia de Software e Estatística visa a estabelecer, na formação do aluno, os princípios ligados à construção de software com qualidade, unidos aos conceitos de utilização da estatística em siste- mas computacionais que venham a ser desenvolvidos. Áreas como Agronomia, por exemplo, utilizam-se desses sistemas para a manipulação de produtos a serem usados em suas pesquisas ou na produção diária. 43Organização Didático-Pedagógica EIXO TEMÁTICO: ANÁLISE DE REQUISITOS Engenharia de Requisitos Análise e Projeto Orientado a Objetos GO – Oportunidades e Resultados O eixo de Análise de Requisitos trata do conceito de análise que deve ser estabelecido para o aluno e do treinamento para situações que venham a ocorrer durante essa valiosa fase do processo de desenvolvimento de software. As disciplinas abordam desde o processo de coleta de requisitos, passando pela transforma- ção destes em funcionalidades a serem implementadas no sistema, até chegar à forma de definir como essas funcionalidades (utilizando-se do paradigma de orientação a objetos) serão desenvolvidas. Com isso, busca-se orientar o acadêmico sobre a importância dessas etapas dentro do processo de desenvolvi- mento de software. EIXO TEMÁTICO: LÓGICA E MODELAGEM DE SOFTWARE Lógica para Computação Modelagem de Software O eixo de Lógica e Modelagem traz os conceitos da lógica matemática aplicada à computação, esta muito utilizada para a resolução de problemas ligados à modelagem de software. A disciplina de Lógica para Computação oferece o embasamento necessário para que o aluno venha a desenvolver as habilidades ine- rentes ao desenvolvimento de software com qualidade. Assim, busca-se o desenvolvimento do profissional para que ele esteja apto a solucionar problemas desenvolvendo as soluções em linguagens de programação e utilizando estruturas de dados que são tópicos do curso. EIXO TEMÁTICO: ESTRUTURA DE DADOS Estrutura de Dados I Estrutura de Dados II Na área de informática existem diversas técnicas para armazenar e pesquisar dados nas memória princi- pal e secundária do computador. Sendo assim, o estudo das disciplinas de Estrutura de Dados é necessário para capacitar os acadêmicos a implementar e a escolher a melhor estrutura de dados para cada situação que será vivenciada no momento de desenvolver um sistema informatizado. Os conteúdos trabalhados neste Eixo Temático, além de abordarem conceitos que permitam a mani- pulação de dados na memória principal e secundária, também têm por objetivo levar ao conhecimento dos alunos as principais estruturas de dados existentes, de forma a mostrar em quais situações cada uma é melhor empregada. Por meio dos conteúdos trabalhados, são propostas situações nas quais os alunos têm a oportunidade de implementar algoritmos que lhes permitam aplicar, em uma linguagem computa- cional, os conceitos estudados. 44 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO EIXO TEMÁTICO: PROJETO, IMPLEMENTAÇÃO, LINGUAGENS E TESTES DE SOFTWARE Projeto, Implementação e Teste de Software Paradigmas de Linguagem de Programação O eixo de Projeto, Implementação, Linguagens e Testes de Software possibilita a conclusão e o estudo de todas as fases de um desenvolvimento de software. Isso proporciona ao aluno concluinte das disciplinas a ideia completa deste desenvolvimento. Por meio deste eixo, além de realizar o acompanhamento do projeto desde sua concepção à entrega, dedica o seu foco na realização de teste de software, etapa relevante para todo este processo. Com o intuito de apresentar ao aluno as diferentes vertentes de paradigmas de programação existen- tes como: Estruturado, Orientado a Objeto, Funcional e Lógico, são pontuados linguagens e exemplos de cada paradigma trabalhado. Neste estudo, com o intuito de proporcionar a interdisciplinaridade, as disci- plinas conversam entre si para que os alinhamentos de projeto de software, unidos às diferentes formas de desenvolvimento, possam proporcionar ao aluno uma visão holística a respeito deste conteúdo. EIXO TEMÁTICO: SISTEMAS OPERACIONAIS E CÁLCULO Cálculo Diferencial e Integral Sistemas Operacionais Para trabalhar com Engenharia de Software, o acadêmico necessitará conhecer os principais conceitos sobre Sistemas Operacionais e as técnicas empregadas para a gerência de computadores, pois, no momento de realizar o projeto de um software, tais conhecimentos são relevantes para que o projeto seja bem-su- cedido. Neste eixo, o aluno terá a possibilidade de conhecer o funcionamento de sistemas operacionais e entre em contato com alguns deles. Unido a isso, o trabalho com cálculo proporciona aos alunos o contato com o aprendizado de fun- ções, conteúdo relevante para diversas disciplinas a serem trabalhadas no decorrer do curso. Além disso, a disciplina de cálculo possibilita o aprimoramento do raciocínio lógico, também importante na área da computação. Para trabalhar com essa área de maneira mais aprofundada, o contato com o conteúdo de Integrais e Derivadas é proporcionado ao aluno no decorrer deste eixo temático. EIXO TEMÁTICO: QUALIDADE E PESQUISA OPERACIONAL DE SOFTWARE Qualidade de Software Pesquisa Operacional Formação Sociocultural e Ética I Pensar em otimização, tanto para minimização de custos como para a maximização de lucro, é um ponto que proporciona diferencial para o profissional no mercado. Dessa forma, o conteúdo abordado na disci- plina de Pesquisa Operacional proporciona ao aluno a possibilidade de compreender melhor essa importante característica para o desenvolvimento de seus projetos. Com o conhecimento de otimização, é possível influenciar a qualidade do software que será desenvol- vido. Paraisso, no decorrer deste eixo temático, são abordados conteúdos relativos à qualidade de software de forma a ter um bom acompanhamento do projeto, dos requisitos do cliente e das formas mais adequa- das para atender às necessidades identificadas. O CMMI proporciona para e empresa um certificado de 45Organização Didático-Pedagógica grau de maturidade, certificado este reconhecido internacionalmente, o aluno em si não tem certificação. É apresentado conceitos e métodos para a garantia da qualidade de software. EIXO TEMÁTICO: BANCO DE DADOS Banco de Dados I Banco de Dados II Formação Sociocultural e Ética II Um sistema informatizado é um projeto que necessita de diversos conhecimentos por parte de seu desen- volvedor para que esse sistema possa ser eficiente na organização onde for implantado. Assim, é importante e necessário ofertar condições ao aluno para desenvolver aplicações que utilizem banco de dados, as quais serão a sua ferramenta para armazenamento, pesquisa, controle de concorrência, segurança e integridade dos seus dados. Este eixo traz a possibilidade de o aluno operacionalizar uma base de dados, bem como conhecer os conceitos mais avançados dessa grande área da informática. Isso acontece por meio das duas disciplinas realizadas neste eixo. EIXO TEMÁTICO: GERENCIAMENTO DE SOFTWARE E COMPUTAÇÃO Gerenciamento de Software Tópicos em Computação I O processo de gerenciamento é relevante para a área de computação. Para isso, é necessário que o aluno tenha contato, além das metodologias tradicionais, com metodologias ágeis de gerenciamento de software. Então, no decorrer deste eixo temático, o acadêmico terá a oportunidade de obter conhecimentos acerca de SCRUM, XP, dentre outras metodologias. Pensando, então, que a tecnologia sofre transformações constantes, por meio da disciplina de Tópicos em Computação, o acadêmico terá a oportunidade de conhecer assuntos atuais da área de computação, como o contato com frameworks ou o desenvolvimento de aplicativos. Este eixo, por meio de seus conteúdos, proporciona conhecimento interdisciplinar ao aluno com a possibilidade de aplicação dos conhecimen- tos de forma transversal. EIXO TEMÁTICO: PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS Programação de Sistemas I Programação de Sistemas II Após ter obtido, no decorrer de eixos temáticos anteriores, como Algoritmos e Lógica de Programação e Engenharia de Software, conhecimentos de base para o desenvolvimento de sistemas computacionais, o acadêmico passa a ter condições de aplicar tais conteúdos de maneira mais aprofundada por meio de uma Linguagem de Programação que poderá ser utilizada profissionalmente. Diante dessa realidade, este Eixo Temático tem como objetivo apresentar aos acadêmicos os concei- tos fundamentais e avançados de uma Linguagem de Programação para que possam colocar em prática os estudos relacionados à Análise e ao Projeto Orientados a Objetos. A apresentação desses conteúdos per- mitirá ao aluno obter a progressão no desenvolvimento de aplicações que exigem maior complexidade, como persistência de dados e desenvolvimento de interfaces gráficas. 46 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO EIXO TEMÁTICO: DESIGN E INTERAÇÃO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE Tópicos Especiais em Engenharia de Software I Design e Interação Por conta das transformações na área de tecnologia, a disciplina de Tópicos Especiais tem por objetivo desenvolver tratativas a respeito de assuntos que envolvam atualidades da área. Este eixo temático traba- lhará o tema Fábrica de Software e os fatores que abrangem a temática: modelo, framework, produtos e serviços, licitação pública, outsourcing, fomento, relações de trabalhos, formação profissional e políticas públicas para o desenvolvimento econômico do setor. De forma a costurar com este assunto, no cenário atual, também é preciso que o profissional de tecno- logia tenha condições de proporcionar a agradável interação entre o ser humano e o computador por meio dos sistemas que ele desenvolve ou projeta. Assim, conhecimentos sobre design e interação são necessá- rios à formação do acadêmico para que ele possa satisfazer às necessidades dos usuários dos sistemas que serão projetados, de forma que seus projetos sejam realizados com qualidade e também para que seja com- preendida a relação Homem-Máquina seguindo o critério da usabilidade. EIXO TEMÁTICO: EMPREENDEDORISMO E COMPUTAÇÃO Tópicos em Computação II Empreendedorismo Trabalho de Conclusão de Curso I O mercado de tecnologia é dinâmico e está em constante crescimento. Diante desse contexto, novas téc- nicas e novos conceitos serão estabelecidos e reformulados ao longo da vida do profissional de TI. Este precisa estar preparado para acompanhar e tirar proveito dessa dinâmica. Para isso, faz-se necessário vencer a barreira das mudanças, além de conscientizar e habilitar os profissionais para a importância de explorar e empregar novas técnicas em seu dia a dia. Neste eixo temático, o aluno terá a oportunidade de exercitar a exploração de técnicas e conceitos emergentes, ampliando a percepção profissional e criando o hábito de se manter atualizado. Neste cenário de transformações constantes, o empreendedorismo é visto como alternativa para os paí- ses, principalmente os emergentes, explorarem as potencialidades que possuem para gerar desenvolvimento econômico e social. Para que isso aconteça, os acadêmicos devem estar preparados para empreenderem, necessitando, assim, de conhecimentos e orientações técnicas para que o façam com mais possibilidades de sucesso. Assim, este eixo temático tem por objetivo formar um profissional empreendedor que possa desenvolver produtos inovadores, galgando, assim, novos mercados. 47Organização Didático-Pedagógica EIXO TEMÁTICO: REDES E GERENCIAMENTO DE PROJETOS Fundamentos de Redes de Computadores Gerenciamento de Projetos O objetivo deste eixo temático é proporcionar ao acadêmico conhecimentos introdutórios à infraestrutura de redes de computadores, bem como ao gerenciamento de projetos. A obtenção de informações relacionadas à gestão de projetos colabora na preparação dos alunos para interagir em uma equipe multidisciplinar e tomar decisões, proporcionando conhecimentos de elaboração de projetos, sobre sua concepção à sua conclusão. Unido a isso, o estudo dos fundamentos de Redes de Computadores proporciona ao acadêmico uma visão geral sobre redes e, ao mesmo tempo, pode ajudá-lo a entender e a utilizar os principais recursos e ferramentas que essas redes oferecem. Tais conhecimentos proporcionam ao aluno aptidões para imple- mentar e configurar os principais serviços oferecidos pelas redes de computadores, como a Internet. EIXO TEMÁTICO: ENGENHARIA, SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS Tópicos Especiais em Engenharia de Software II Segurança e Auditoria de Sistemas Trabalho de Conclusão de Curso II Com o intuito de proporcionar o contato com conteúdos atuais e complementares ao que foi trabalhado em outras disciplinas, a disciplina de Tópicos Especiais fornece a possibilidade de o acadêmico manter-se atualizado em sua área. Neste eixo temático, são abordados conteúdos como Reengenharia e Engenharia Reversa, tópicos relevantes para a formação do Engenheiro de Software em sua atuação no mercado. Além disso, pensar em reuso de software, em componentes, padrões e frameworks também se faz necessário para o cenário atual, onde o acadêmico estará inserido após sua formação. Dentro do contexto de desenvolvimento, a preocupação com a segurança de dados e a validação de sistemas por meio de auditoria são pontos relevantes para o sucesso do projeto desenvolvido. Dessa forma, unido aos pontos trabalhados na disciplina de Tópicos Especiais, é possível proporcionar ao aluno o con- tato com este conteúdo. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO Considerando a matriz curricular apresentada anteriormente, segue o ementário assim como referências bibliográficas do Curso Superior de Bacharelado em Engenharia de Software.A bibliografia básica do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software é constituída por (1) livro próprio e (3) livros virtuais. Já, a bibliografia complementar, é constituída por obras virtuais ou físicas. 48 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES Ementa: Computadores: histórico, componentes, tecnologias, famílias. Conceituação de sistemas numéricos e mudança de base. Introdução aos circuitos digitais: portas lógicas AND, OR, NOT, XOR. Unidade lógico-aritmética. Unidade de controle. Hierarquia de memória. Sistemas e interfaces de entrada e saída. Caracterização da organização de sistemas de computação e detalhamento de subsistemas: memória, processador, dispositivos de entrada e saída de dados e barramentos. Caracterização das interfaces paralela e serial. Bibliografia Básica: ABDALA, A. N. Fundamentos e Arquitetura de Computadores. Maringá: Unicesumar, 2019. MARÇULA, M.; BENINI FILHO, P. A. Informática: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Érica, 2014. STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. TANENBAUM, A. S.; AUSTIN, T. Organização estruturada de computadores. São Paulo: Pearson, 2013. Bibliografia Complementar: CARTER, N.; MILLER JR., R. Teoria e problemas de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Bookman, 2003. GIMENEZ, S. P. Microcontroladores 8051: Conceitos, Operação, Fluxogramas e Programação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Rede de Computadores e a Internet: uma nova abordagem. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004. NORTON, P. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 2009. ROQUE, K. A. The Honeynet Project: Conheça o seu inimigo. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. WEBER, R. F. Fundamentos de arquitetura de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. 49Organização Didático-Pedagógica ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS E RELACIONAMENTO Ementa: O capital humano na organização. Características individuais: percepção, atitudes e diferenças das pessoas. Comportamento organizacional: pessoas, grupos e relacionamento intergrupal. Sociedade da informação e do conhecimento. Dinâmica Organizacional e Desenvolvimento de pessoas. Conflitos: tipos e fontes. Estratégias para gerenciar conflitos. Teorias da Liderança. Liderança e gerência. Segurança e qualidade de vida no trabalho. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Comportamento organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações. Barueri: Manole, 2014. FILIPIN, M.; SILVA, P. R..; KOYAMA, R. E. Administração de Conflitos e Relacionamentos. Maringá: Uniesumar, 2014. MATOS, G. F. Comunicação Empresarial. 2. ed. Barueri: Manole, 2009. ROBBINS, S. P. A verdade sobre gerenciar pessoas. São Paulo: Pearson Education, 2003. Bibliografia Complementar: ARAUJO, L. C. G.; GARCIA, A. A. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006. BERG, E. A. Administração de Conflitos: Abordagens práticas para o dia a dia. Curitiba: Juruá, 2011. CHOWDHURY, S. et al. Administração no Século XXI: o estilo de gerenciar hoje e no futuro. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2003. ROBBINS, S. P. Fundamento do Comportamento Organizacional. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004. ZANELLI, J. C.; SILVA, N. Interação Humana e Gestão: a construção psicossocial das organizações de trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008. 50 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO GO – PROJETO DE VIDA Ementa: Construindo seu projeto de vida. O que é o projeto de vida. Estado atual e estado desejado. Equilibrando os pilares da vida. Espiritualidade e fé como valores pessoais. Autorresponsabilidade. Construindo o projeto de vida. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Escolha seu futuro: como definir e construir o seu caminho profissional. Barueri: Manole, 2012. CORTELLA, M. S.; MANDELLI, P. Vida e Carreira: um equilíbrio possível? Campinas: Papirus 7 Mares, 2015. PEREIRA, L. S. Projeto de Vida - Construindo o Sucesso no Dia a Dia. Maringá-PR: Unicesumar, 2018. XAVIER, R. A. P. Sua Carreira: Planejamento e Gestão. São Paulo: Financial Times-Prentice Hall, 2006. Bibliografia Complementar: BIAGIO, L. A. Empreendedorismo: construindo seu projeto de vida. Barueri: Manole, 2012. BOOG, G. G.; BOOG, M. Manual de treinamento e desenvolvimento: processos e operações. 6. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. CHIAVENATO, I. Carreira e Competência: Você é aquilo que faz! Como planejar e construir seu futuro profissional. 3. ed. Barueri: Manole, 2013. COSTA, L. C. Momento da Decisão. São Paulo: Financial Times-Prentice Hall, 2006. PONTES, B. R. Avaliação de Desempenho: métodos clássicos e contemporâneos, avaliação por objetivos, competência e equipes. Rio de Janeiro: LTR, 2010. 51Organização Didático-Pedagógica ALGORITMOS E LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO I Ementa: Formas de representação do pensamento lógico por meio de técnicas de desenvolvimento de algoritmos. Conceituação de algoritmo. Formas de representação de algoritmos. Algoritmos recursivos. Estruturas básicas de dados. Estruturas algorítmicas em nível de comandos. Procedimentos, funções e integração de módulos dentro de um programa. Manipulação de arquivos. Bibliografia Básica: FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estrutura de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2005. GUEDES, S. Lógica de Programação Algorítmica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. LEAL, G. C. L. Algoritmos e Lógica de Programação I. Maringá: Unicesumar, 2015. PUGA, S. Lógica de Programação e Estruturas de Dados com Aplicações em Java. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009 Bibliografia Complementar: ALVES, W. P. Lógica de programação de computadores: ensino didático. 4. reimp. São Paulo: Érica, 2013. CORMEN, T. H.; MARQUES, A. S. Algoritmos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. MEDINA, M.; FERTIG, C. Algoritmos e programação: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2006. UCCI, W.; SOUSA, R. L.; KOTANI, A. M. Lógica de programação: os primeiros passos. São Paulo: Érica, 1991. 52 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ALGORITMOS E LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO II Ementa: Implementação de programas em linguagem de programação. Estruturas básicas de dados, estruturas de controle, funções e integração de módulos de um programa. Recursão. Manipulação de arquivos. Bibliografia Básica: ASCENCIO, A. F. G. Fundamentos da Programação de Computadores. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. LEAL, G. C. L. Algoritmos e Lógica de Programação II. Maringá: Unicesumar, 2015. SOFFNER, R. Algoritmos e programação em linguagem C. São Paulo: Saraiva, 2013. ZIVIANI, N. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1996. Bibliografia Complementar: BORDENARUCK, P. M. Princípios de programação em computadores. São Paulo: Livros Érica, 1992. GOODRICH, M.; TAMASSIA, R.; COPSTEIN, B.; OLIVEIRA, J. B. Projeto de algoritmos: fundamentos análise e exemplos da internet. Porto Alegre: Bookman, 2004. HICKSON, R. Aprenda a programar C, C++ e C#. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. HOLLOWAY, J. P.; CUNHA, S. Introdução à programação para engenharia: resolvendo problemas com algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Estudo dirigido de algoritmos. 13. ed. São Paulo: Érica, 2009. 53Organização Didático-Pedagógica GO – IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES Ementa: Mercado de trabalho. Emprego e empregabilidade. Perfil profissional contemporâneo. Identificando oportu- nidades. Empreendedorismo como carreira profissional. Bibliografia Básica: ARANTES, E. C. et al. Empreendedorismo e Responsabilidade Social. Curitiba: InterSaberes, 2014. PEREIRA, L. S. Projeto de Vida - Construindo o Sucesso no Dia a Dia. Maringá: Unicesumar, 2018. SHNEIDER, E. I.;BRANCO, H. J. C. Caminhada Empreendedora: a jornada de transformação de sonhos em realidade. Curitiba: InterSaberes, 2012. ZACCARELLI, S. B. Estratégia e Sucesso nas Empresas. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. Bibliografia Complementar: DEGEN, R. J. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. LENZI, F. C. et al. Talentos Inovadores na Empresa: como identificar e desenvolver empreendedores corporativos. Curitiba: InterSaberes, 2012. MAXIMIANO, A. C. A. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e gestão de novos negócios. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. SERTEK, P. Empreendedorismo. 5. ed. Curitiba: InterSaberes, 2012. WILDAUER, E. W. Plano de negócios: elementos constitutivos e processo de elaboração. 2. ed. Curitiba: InterSaberes, 2012. 54 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ENGENHARIA DE SOFTWARE Ementa: Introdução à engenharia de software. Processo de software. Modelos de processo de software. Requisitos de software. Modelagem de software. Linguagem de modelagem. Validação e manutenção de software. Ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software. Qualidade de software. Bibliografia Básica: MEDEIROS, E. S. Desenvolvendo Software com UML 2.0. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. PASCUTTI, M. C. D.; FREITAS, J. A.; GASPAROTTI, T. T. Engenharia de Software. Maringá: Unicesumar, 2016. PFLEEGER, S. L. Engenharia de Software: Teoria e Prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. SOMMERVILLE, I.; BOSNIC, I.; GONÇALVES, K. G. O. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. Bibliografia Complementar: MCCONNELL, S.; TORTELLO, J. E. N.; PAULO, F. B. Code complete: um guia prático para a construção de software. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. PAULA FILHO, W. P. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2012. PRESSMAN, R. S.; GRIESI, A.; FECCHIO, M. M. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. São Paulo: AMGH, 2011. REZENDE, D. A. Engenharia de software e sistemas de informações. Rio de Janeiro: Brasport, 1999. SBROCCO, J. H. T. C. Metodologias ágeis: engenharia de software sob medida. São Paulo: Érica, 2012. 55Organização Didático-Pedagógica ESTATÍSTICA Ementa: A disciplina propõe apresentar um instrumental de tomada de decisão, abordando a estatística descritiva e inferencial. Estabelece também a utilização de métodos para mensurar e analisar fatores inversos (endóge- nos e exógenos) os quais a empresa se defronta no seu contexto empresarial. Bibliografia Básica: BONAFINI, F. C. Estatística. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. CARNIEL, I. G. Estatística. Maringá: Unicesumar, 2014. LARSON, R.; FARBER, B. Estatística Aplicada. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: CRESPO, A. A. Estatística Fácil. 19. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. MORETTIN, L. G. Estatística Básica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. NEUFELD, J. L. Estatística Aplicada à Administração Usando Excel. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. VIEIRA, S. Estatística básica. São Paulo: Cengage Learning, 2012. WALPOLE, R. E. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 56 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO GO – PREPARAÇÃO PARA OPORTUNIDADES Ementa: Relações humanas no trabalho. Comunicação e feedback. Trabalho em equipe. Marketing pessoal e networking. Inteligência emocional e resiliência. Bibliografia Básica: MANDELLI, P.; LORIGGIO, A. Liderando para a Alta Performance: conceitos e ferramentas. Petrópolis: Vozes, 2017. PEREIRA, L. S. Projeto de Vida - Construindo o Sucesso no Dia a Dia. Maringá: Unicesumar, 2018. RITOSSA, C. M. Marketing Pessoal: quando o produto é você. Curitiba: InterSaberes, 2012. SILVA, A. J. Desenvolvimento Pessoal e Empregabilidade. São Paulo: Pearson Education, 2016. Bibliografia Complementar: KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012. LOTZ, E. G.; GRAMMS, L. Coaching e Mentoring. Curitiba: InterSaberes, 2014. MATOS, G. G. Comunicação Empresarial sem Complicação: como facilitar a comunicação na empresa, pela via da cultura e do diálogo. 2. ed. Barueri: Manole, 2009. SERTEK, P. Responsabilidade Social e Competência Interpessoal. 2. ed. Curitiba: InterSaberes, 2013. 57Organização Didático-Pedagógica ENGENHARIA DE REQUISITOS Ementa: Processo de Engenharia de Requisitos, com destaque para: contextualização; documento de requisitos; téc- nicas de elicitação de requisitos; validação, alteração e gestão de requisitos. Bibliografia Básica: CHAIN, V. R. P. Engenharia de Requisitos. Maringá: Unicesumar, 2015. PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6. ed. Porto Alegre: McGraw Hill, 2010. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. VAZQUEZ, C. E.; SIMÕES, G. S. Engenharia de requisitos: software orientado ao negócio. São Paulo: Brasport, 2016. Bibliografia Complementar: GUSTAFSON, D. A.; CAMPOS, F. C. A. Teoria e problemas de engenharia de software. Porto Alegre: Bookman, 2003. (Coleção Schaum). KERR, E. S. (Org.). Gerenciamento de Requisitos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. LARMAN, C. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos. Porto Alegre: Bookman, 2000. REZENDE, D. A. Engenharia de software empresarial. Rio de Janeiro: Brasport, 1997. SBROCCO, J. H. T. C.; MACEDO, P. C. Metodologias ágeis: engenharia de software sob medida. 1. ed. São Paulo: Érica, 2012. TSUI, F. F.; KARAM, O.; TANAKA, E. Fundamentos de engenharia de software. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 58 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS Ementa: Análise e projeto de software; linguagens de modelagem de software; a UML (Unified Modeling Language); modelos de análise de software; modelos de projeto de software; diagrama de Casos de Uso como ferramenta de análise; diagrama de classes X; as classes do sistema; utilização de diagramas no desenvolvimento de software. Bibliografia Básica: MEDEIROS, E. S. Desenvolvendo software com UML 2.0: definitivo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6. ed. Porto Alegre: McGraw Hill, 2010. RANDO, D. R. Análise e Projeto Orientado a Objetos. Maringá: Unicesumar, 2015. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. Bibliografia Complementar: BOOCH, G.; RUMBAUGH, J.; JACOBSON, I. UML: Guia do Usuário. Rio de Janeiro: Campus, 2000. GUEDES, G. T. A. UML 2: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2011. LEE, R. C.; TEPFENHART, W. M. UML e C++: Guia Prático de Desenvolvimento Orientado a Objetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002. PAGE-JONES, M. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. São Paulo: Makron Books, 2001. SINTES, T. Aprenda Programação Orientada a Objetos em 21 Dias. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. 59Organização Didático-Pedagógica GO – OPORTUNIDADES E RESULTADOS Ementa: Processo de recrutamento e seleção. Elaboração do currículo. Preparação para processos seletivos. Como se comportar no processo de seleção. O que fazer após a entrevista. Construindo o sucesso no dia a dia. Gestão do tempo. Finanças pessoais. Oratória 3D. Estresse e qualidade de vida. Bibliografia Básica: CORTELLA, M. S. Qual é a Tua Obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 2015. MENNA, R. B. Você e o Futuro: criatividade para uma era de mudanças radicais. São Paulo: Summus, 2011. PEREIRA, L. S. Projeto de Vida - Construindo o Sucesso no Dia a Dia. Maringá: Unicesumar, 2018. WALGER, C.; VIAPIANA, L.; BARBOSA, M. M. Motivação e Satisfação no Trabalho: em busca do bem-estar de indivíduose organizações. Curitiba: InterSaberes, 2014. Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, I. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal: como agregar talentos à empresa. 7. ed. Barueri: Manole, 2009. FARIA, M. H. A. (Org.). Recrutamento, Seleção e Socialização. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. GRAMMS, L. C.; LOTZ, E. G. Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho. Curitiba: InterSaberes, 2017. GRUN, A. Atitudes que Transformam: como vivemos, como poderíamos viver. Tradução de Newton de Araújo Queiroz. Petrópolis: Vozes, 2017. MARINS, L.; MUSSAK, E. Motivação: do querer ao fazer. Campinas: Papirus 7 Mares, 2013. 60 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO Ementa: Lógica matemática; Teoria dos Conjuntos; Relações e Funções e suas propriedades aplicados como ferramen- tas em problemas computacionais. Bibliografia Básica: BARBOSA, M. A. Introdução à lógica matemática para acadêmicos. Curitiba: InterSaberes, 2017. DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012. GODOY, E. G. O. Lógica para Computação. Maringá: Unicesumar, 2016. MENEZES, P. B. Matemática Discreta para Computação e Informática. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. Bibliografia Complementar: ALENCAR FILHO, E. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2002. GERÔNIMO, J. R.; FRANCO, V. S. Fundamentos de Matemática: uma introdução à lógica matemática, teoria dos conjuntos, relações e funções. Maringá: Eduem, 2006. GERSTING, J. L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação: um Tratamento Moderno de Matemática Discreta. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. L. Teoria e Problemas de Matemática Discreta. 2. ed. Porto Alegre, Bookman, 2004. MENEZES, P. B.; TOSCANI, L. V.; LÓPEZ, J. G. Aprendendo Matemática Discreta com Exercícios. Porto Alegre: Bookman, 2009. (Série Livros Didicos, n. 19). 61Organização Didático-Pedagógica MODELAGEM DE SOFTWARE Ementa: Tratar conceitos e objetivos da modelagem de software e o processo de desenvolvimento, importância da modelagem de software e seus modelos. Modelos de contexto, modelos de interação, modelos estruturais; modelos comportamentais. Pilares da orientação a objetos, linguagem de modelagem unificada - UML e seus diagramas. Abordar as ferramentas case, modelagem de software e também as ferramentas utilizadas para modelagem de software. Bibliografia Básica: LEE, R. C.; TEPFENHART, W. M. UML e C++. Guia prático de desenvolvimento orientado a objeto. São Paulo: Makron Books, 2001. PERSEGUINE, V. R. Modelagem de Software. Maringá: Unicesumar, 2018. PRESSMAN, R. S.; GRIESI, A.; FECCHIO, M. M. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. São Paulo: AMGH, 2011. SOMMERVILLE, I.; BOSNIC, I.; GONÇALVES, K. G. O. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. Bibliografia Complementar: BEZERRA, E. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. FOWLER, M. UML essencial: um breve guia para a linguagem-padrão de modelagem de objetos Tradução de João Tortello. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. GUEDES, G. T. A. UML 2: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2011. JONES, M. P. Fundamentos do Desenho Orientado a Objeto com UML. São Paulo: Makros Books, 2001. MEDEIROS, E. S. Desenvolvendo Software com UML 2.0: definitivo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. 62 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ESTRUTURA DE DADOS I Ementa: Representação básica de dados; Estruturas lógicas e suas implementações; tabelas; listas lineares: listas orde- nadas, listas encadeadas, pilha, fila; ponteiros; implementação de estruturas; Teoria dos Grafos. Bibliografia Básica: ASCENCIO, A. F. G. Estruturas de Dados: algoritmos, análise da complexidade e implementações em JACA, C/C++. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. DEITEL, P.; DEITEL, H. C. Como Programar: com introdução à JAVA. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. PEREIRA, R. L. Estrutura de Dados I. Maringá: Unicesumar, 2013. PUGA, S.; RISSETTI, G. Lógica de Programação e Estruturas de Dados. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008. Bibliografia Complementar: ABDALA, A. N. Fundamentos e Arquitetura de Computadores. Maringá: Unicesumar, 2019. ASCENCIO, A. F. G. Aplicações das Estruturas de Dados em Delphi. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005. CORMEN, T. H. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. LEAL, G. C. L. Algoritmos e lógica de programação II. Maringá: Unicesumar, 2012. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos com implementações em Pascal e C. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 63Organização Didático-Pedagógica ESTRUTURA DE DADOS II Ementa: Árvores e suas generalizações: árvores binárias, árvores de busca; algoritmos para pesquisa: sequencial, indexada e binária; algoritmos para ordenação interna: BubbleSort, SelectionSort, MergeSort, QuickSort, InsertSort e ShellSort. Bibliografia Básica: ASCENCIO, A. F. G. Estruturas de Dados: algoritmos, análise da complexidade e implementações em JACA, C/C++. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. DEITEL, P.; DEITEL, H. C. Como Programar. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. PEREIRA, R. L. Estrutura de Dados II. Maringá: Unicesumar, 2014. SIMÕES-PEREIRA, J. M. S. Grafos e redes: teoria e algoritmos básicos. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2013. Bibliografia Complementar: ASCENCIO, Ana Fernanda G. Aplicações das Estruturas de Dados em Delphi. São Paulo: Pearson Education do Brasil Ltda. , 2005. LEAL, Gislaine Camila Lapasini. Algoritmos e lógica de programação II. Maringá: CESUMAR, 2012. PUGA, Sandra; RISSETTI, Gerson. Lógica de Programação e Estruturas de Dados, 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil LTDA. , 2008. TANENBAUM, Aaron M. Estruturas de dados usando C. São Paulo : MAKRON Books, 1995. ABDALA, André Noel. Fundamentos e Arquitetura de Computadores. Maringá: Unicesumar. 2019 64 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO PROJETO, IMPLEMENTAÇÃO E TESTE DE SOFTWARE Ementa: Abordar as fases existentes no processo de desenvolvimento de software. Definir e relacionar atividades que envolvem as fases de projeto, implementação e teste de software. Abordar tipos de testes de softwares e fer- ramentas de automação. Bibliografia Básica: FREITAS, J. A. Projeto, Implementação e Teste de Software. Maringá: Unicesumar, 2016. MEDEIROS, E. S. Desenvolvimento software com UML 2.0: definitivo. São Paulo: Person Makron Books, 2004. PFLEEGER, S. L.; FRANKLIN, D. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. SOMMERVILLE, I.; BOSNIC, I.; GONÇALVES, K. G. O. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013. Bibliografia Complementar: LARMAN, C. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos. Porto Alegre: Bookman, 2000. PAULA FILHO, W. P. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2012. PRESSMAN, R. S.; GRIESI, A.; FECCHIO, M. M. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. São Paulo: AMGH, 2011. REZENDE, D. A. Engenharia de software e sistemas de informações. Rio de Janeiro: Brasport, 1999. WAZLAWICK, R. S. Análise e projeto de sistemas de informação orientados a objetos. 2. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 65Organização Didático-Pedagógica PARADIGMAS E LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO Ementa: Caracterização e classificações dos paradigmas. Problemas tratáveis pelos paradigmas. Definição e caracteri- zação dos principais paradigmas declarativos e imperativos. Programação Lógica. Programação Funcional. Prática de programação com os principais paradigmas apresentados. Bibliografia Básica: ASCENCIO, A. F. G. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos PASCAL, C/C++ (padrão ANSI) e JAVA. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,2012. MENEZES, A. M. Os paradigmas de aprendizagem de algoritmo computacional. São Paulo: Edgard Blücher, 2015. SEBESTA, R. W. Conceitos de linguagens de programação. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. TOKUMOTO, R. C. Paradigmas de Linguagem de Programação. Maringá: Unicesumar, 2016. Bibliografia Complementar: ASHLEY, R. COBOL estruturado. São Paulo: Érica, 1992. BOLLE, K. Cartilha de COBOL: baseada no COBOL ANS-74. São Paulo: E.P.U., 1981. GHEZZI, C.; JAZAYERI, M. Conceitos de linguagens de programação. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1987. SANCHES, P. S. B.; MORAES, U. C. BASIC II. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1989. SCHILDT, H. C: completo e total. 3. ed. rev. atual. São Paulo: Makron Books, 2006. SHALLOWAY, A.; PRICE, A. M. A. Explicando padrões de projeto: uma nova perspectiva em projeto orientado a objeto. Porto Alegre: Bookman, 2004. 66 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL Ementa: Números Reais; funções de IR em IR; limite de uma função e continuidade, derivadas, integrais e aplicações. Bibliografia Básica: BRESCANSIN, A. Y. F. Cálculo Diferencial e Integral. Maringá: Unicesumar, 2016. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6. ed. rev. atual. São Paulo: Pearson, 2006. FRANCO, N. B. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. VARGAS, J. V. C.; ARAKI, L. K. Cálculo numérico aplicado. Barueri: Manole, 2017. Bibliografia Complementar: GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Volume 1. HAZZAN, S. Fundamentos de matemática elementar: combinatória, probabilidade. 8. ed. São Paulo: Atual, 2013. Volume 5. LEITHOLD, L.; PATARRA, C. C. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. Volume 1. MALTA, I.; LOPES, H.; PESCO, S. Cálculo a uma variável: uma introdução ao cálculo. 2. ed. rev. São Paulo: Loyola, 2002. MORETTIN, P. A.; HAZZAN, S.; BUSSAB, W. O. Cálculo: função de uma e várias variáveis. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 67Organização Didático-Pedagógica SISTEMAS OPERACIONAIS Ementa: Histórico e funções dos sistemas operacionais. Tipos de sistemas operacionais. Gerenciamento de processos. Gerenciamento de memória. Gerenciamento de arquivos. Gerenciamento de entrada/saída. Gerenciamento de segurança e proteção. Sistemas operacionais multimídias. Sistemas operacionais mobile. Virtualização e máquina virtual. Bibliografia Básica: DEITEL, H. M. Sistemas Operacionais. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. OLIVEIRA, R. S.; CARISSIMI, A. S.; TOSCANI, S. S. Sistemas operacionais. 2. ed. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzatto, 2001. SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Fundamentos de sistemas operacionais. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. VOLTZ, W. M. Sistemas Operacionais. Maringá: Unicesumar, 2015. Bibliografia Complementar: GUIMARÃES, C. C. Princípios de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: Campus, 1980. MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Arquitetura de sistemas operacionais. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. MARQUES, J. A.; FERREIRA, P.; RIBEIRO, C.; VEIGA, L.; RODRIGUES, R. Sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 2011. SILBERSCHATZ, A.; RIECHE, A. C. Sistemas operacionais: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2001. STUART, B. L.; TASKS, A. Princípios de sistemas operacionais: projetos e aplicações. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 68 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO QUALIDADE DE SOFTWARE Ementa: Conceito de qualidade. Qualidade de produto e processos. Normas e modelos para qualidade de software. Ferramentas para o controle da qualidade. Garantia da qualidade. Bibliografia Básica: BELMIRO, J. (Org.). Sistemas de Informação. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2012. PRESSMAN, R. S.; GRIESI, A.; FECCHIO, M. M. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. São Paulo: AMGH, 2011. SOMMERVILLE, I.; BOSNIC, I.; GONÇALVES, K. G. O. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. XAVIER, A. J. Qualidade de Software. Maringá: UniCesumar, 2018. Bibliografia Complementar: BOOCH, G.; RUMBAUGH, J.; JACOBSON, I. Uml - Guia do Usuário. Rio de Janeiro: Editora: Campus, 2000. FONTES, E. Segurança da informação: o usuário faz a diferença. São Paulo: Saraiva, 2008. GASPARINI, A. F. L. Infra-estrutura, protocolos e sistemas operacionais de LANs: redes locais. São Paulo: Ética, 2004. JOHNSON, J. D. Gestão de redes de conhecimento. São Paulo: Senac, 2011. SVERZUT, J. U. Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS: evolução a caminho da terceira geração (3G). São Paulo: Érica, 2005. 69Organização Didático-Pedagógica PESQUISA OPERACIONAL Ementa: Pesquisa Operacional: origem e evolução. Programação Linear. Método Simplex. Simulação e Formulação de Modelos. Teoria dos Jogos. Teoria das filas. Teoria das restrições. Alocação de recursos. Correlação e regressão. Bibliografia Básica: BARBOSA, M. A. Iniciação à pesquisa operacional no ambiente de gestão. 3. ed. rev. e atual. Curitiba: Intersaberes, 2015. CALDERARO, F. P. Pesquisa Operacional. Maringá: UniCesumar, 2018. IUDÍCIBUS, S.; MELLO, G. R. Análise de custos: uma abordagem quantitativa. São Paulo: Atlas, 2013. TAHA, H. A. Pesquisa Operacional. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. Bibliografia Complementar: BARBOSA, M. A. ZANARDINI, R. A. D. Iniciação à pesquisa operacional no ambiente de gestão. 2. ed. Curitiba: Intersaberes, 2014. BIERMAN, H. S. FERNANDEZ, L. Teoria dos jogos. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. CARLBER, C. Administrando a empresa com Excel. São Paulo: Pearson Education, 2003. LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na tomada de decisões. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. SILVA, R. O. Teorias da administração. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. 70 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA I Ementa: Estudo de acontecimentos socioculturais (políticos, econômicos, ambientais, étnico-raciais e tecnológicos) que permeiam a sociedade contemporânea, visando ao desenvolvimento crítico dos sujeitos que a formam e à relação ética com esses temas. Bibliografia Básica: CONSTANTINO, C. H.; MALENTACHI, D. A. Coletânea Formação Sociocultural e Ética. Maringá: UniCesumar, 2013. CORTELLA, M. S.; RIBEIRO, R. J. Política: para não ser idiota. Campinas: Papirus 7. Mares, 2013. FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 46. ed. São Paulo: Cortez, 2006. VALLS, A. L. M. O que é ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1999. Bibliografia Complementar: BARBOSA, A. F. O Mundo Globalizado: Economia, Sociedade e Política. São Paulo: Contexto, 2010. BUARQUE, C. Da Ética à Ética: minhas dúvidas sobre a ciência econômica. Curitiba: Ibpex, 2012. CORRÊA, R. L. T. Cultura e Diversidade. Curitiba: Ibpex, 2008. DEMO, P. Política, Educação e Cidadania. 13. ed. Campinas: Papirus, 2000. GERALDI, J. W. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 71Organização Didático-Pedagógica BANCO DE DADOS I Ementa: Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados, modelos de bancos de dados, MER, BI, DW, Big Data, cargos e funções. Bibliografia Básica: HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. 6. ed., Porto Alegre: Bookman, 2009. LUZ, C. D.; PELISSARI, W. R. Banco de Dados I. Maringá: UniCesumar, 2018. MEDEIROS, L. F. Banco de dados: Princípios e Prática. Intersaberes. Curitiba, 2013 PUGA, S.; FRANÇA, E.; GOYA, M. Banco de dados: Implementação em SQL, PL/SQL e Oracle 11g. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. Bibliografia Complementar: CARDOSO, V.; CARDOSO, G. Sistemas de Banco de Dados: uma abordagem introdutória e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2012. ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Banco de Dados. São Paulo: Pearson Education, sob o selo Addison-Wesley, 2005. GRAVES, M. Projeto de Banco de Dados com XML. Tradução Aldair José Coelho Corrêa da Silva; Revisão técnica Marcos Jorge. Pearson Educationdo Brasil. São Paulo, 2003. KROENKE, D. M. Banco de dados: fundamentos, projeto e implementação. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998. 382 p. LEAL, G. C. L. Linguagens, programação e banco de dados: guia prático de aprendizagem. InterSaberes, Curitiba, 2015. SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S.; VIEIRA, D. Sistema de banco de dados. 5. ed. São Paulo: Elsevier, 2006. 781 p. 72 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO BANCO DE DADOS II Ementa: Schemas e tipos de dados, tabelas, atributos e chaves, SQL, consultas e manipulação de dados, funções, gatilhos e gerenciamento de usuários. Bibliografia Básica: HOTKA, D. Aprendendo Oracle 9i. Tradução Lucyanna Rocha de Oliveira; Revisão técnica e atualização Damaris Fanderuff. Pearson Education do Brasil. São Paulo, 2002. KAISER, J.; LUZ, C. D.; PELISSARI, W. R. Banco de Dados II. Maringá: UniCesumar, 2018. PUGA, S.; FRANÇA, E.; GOYA, M. Banco de dados: Implementação em SQL, PL/SQL e Oracle 11g. Pearson Education do Brasil. São Paulo, 2013. WATSON, J. OCA Oracle Database 11g: administração I: guia do exame 1Z0-052. Porto Alegre: Bookman, 2010. Bibliografia Complementar: CARDOSO, V.; CARDOSO, G. Sistemas de Banco de Dados: uma abordagem introdutória e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2012. ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Banco de Dados. São Paulo: Pearson Education, sob o selo Addison-Wesley, 2005. GRAVES, M. Projeto de Banco de Dados com XML. Tradução Aldair José Coelho Corrêa da Silva; Revisão técnica Marcos Jorge. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2003. LEAL, G. C. L. Linguagens, programação e banco de dados: guia prático de aprendizagem. InterSaberes, Curitiba, 2015 YANAGA, E.; PEDROSO, V. M. Banco de dados. Maringá: 2016. 174 p. 73Organização Didático-Pedagógica FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II Ementa: Estudo de acontecimentos socioculturais acerca de temáticas, como política, economia, meio ambiente, ciência e tecnologia, relações étnico-raciais e direitos humanos, que permeiam a sociedade contemporânea visando o desenvolvimento crítico dos sujeitos que a formam e a relação ética com esses temas. Bibliografia Básica: COMPARATO, F. K. A afirmação histórica dos direitos humanos. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2015. CONSTANTINO, C. H.; MALENTACHI, D. A. Formação Sociocultural e Ética. Maringá: UniCesumar, 2013. MATTOS, R. A. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2015. RECH, A. U.; BUTZKE, A.; GULLO, M. C. (Orgs.). Direito, economia e meio ambiente: olhares de diversos pesquisadores. Caxias do Sul, RS: Educs, 2012. Bibliografia Complementar: ALENCASTRO, M. S. C. Ética e Meio Ambiente: construindo as bases para um futuro sustentável. Curitiba: Intersaberes, 2015. KUIAVA, E. A.; BONFANTI, J. (Orgs.). Ética política e Subjetividade. Caxias do Sul: EDUCS, 2009. MARÇAL, J, A.; LIMA, S. M. A. Relações Étnico-raciais: história e cultura afro-brasileira e indígena no Brasil. Curitiba: Intersaberes, 2015. MORAIS, R. Filosofia da ciência e da tecnologia: Introdução metodológica e crítica. Campinas: Papirus 2013. TEBCHIRANI, F. R. Princípios de Economia: Micro e Macro. 2. ed. Curitiba: Intersaberes, 2006. 74 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO GERENCIAMENTO DE SOFTWARE Ementa: São abordados alguns conceitos e práticas envolvidas no gerenciamento de projetos e que são usadas nas metodologias ágeis. Gerenciar projetos é importante quando temos que desenvolver um sistema complexo, compartilhar recursos, controlar prazos e custos para que o sistema seja confiável e estável. Bibliografia Básica: AMARAL, D. C.; CONFORTO, E. C.; BENASSI, J. L. G.; ARAUJO, C. Gerenciamento Ágil de Projetos - aplicação em produtos inovadores. São Paulo: Saraiva, 2011. FREITAS, J. A. Gerenciamento de Software. Maringá: UniCesumar, 2017. MASSARI, V. L. Gerenciamento Ágil de Projetos. Rio de Janeiro: Brasport, 2014. SOMMERVILLE I. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson, 2011. Bibliografia Complementar: CAVALCANTI, R. Modelagem de Processos de Negócios: roteiro para realização de projetos de modelagem de processos de negócios. Rio de Janeiro: Brasport, 2017. MARTINS, J. C. C. Técnicas para Gerenciamento de Projetos de Software. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. PFLEEGER, S. L. Engenharia de Software: Teoria e Prática. 2. ed. São Paulo. Prentice Hall, 2004. PRESSMAN, R.; MAXIM, B. R. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 8. ed. Porto Alegre: MGH, 2016. PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®). 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 75Organização Didático-Pedagógica TÓPICOS EM COMPUTAÇÃO I Ementa: Desenvolvimento Nativo e Híbrido. HTML, CSS e Javascript. Ionic Framework. Elementos desenvolvimento frontend em aplicativos. Customização de componentes. Criando e empacotando componentes complexos. Uso de recursos nativos. Bibliografia Básica: DEITEL, P.; DEITEL, H.; WALD, A. W. Android 6 para programadores: uma abordagem baseada em aplicativos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016. DUARTE, W. Delphi Para Android e iOS: Desenvolvendo Aplicativos Móveis. Brasport. 2015, 216 p. JOSÉ, F. R. S. Tópicos em Computação I. Maringá: UniCesumar, 2017. LEE, V.; SCHNEIDER, H.; SCHELL, R. Aplicações móveis: arquitetura, projeto e desenvolvimento. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 2005. MONK, S. Projetos com arduino e android: use seu smartphone ou tablet para controlar o arduino. Porto Alegre: Bookman, 2014. Bibliografia Complementar: BORGES JÚNIOR, M. P. Aplicativos móveis: aplicativos para dispositivos móveis, usando C#. Net com a ferramenta visual studio. Net e com banco de dados MySQL e SQL Server. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005. 131 p. CASTRO, E.; HYSLOP, B. HTML5 e CSS3. Rio de Janeiro: Alta Books, 2013. 576p. LECHETA, R. R. Google Android: aprenda a criar aplicações para dispositivos móveis com o Android SDK. 3. ed. São Paulo: Novatec, 2013. 824 p. LUCENA, T. F. R. Arte comunicação móvel: criatividade e arte no uso do smartphone. Curitiba: Appris, 2017. 167 p. STARK, J.; JEPSON, B. Construindo aplicativos Android com HTML, CSS e JavaScript. São Paulo: Novatec, 2012. 200 p. 76 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS I Ementa: São tratados fundamentos e particularidades da linguagem Java como instruções básicas expressões, entrada e saída de dados, manipulação de dados, complementos, finalizando com um estudo de caso. Bibliografia Básica: BRAUDE, E.; FURMANKIEWICZ, E. Projeto de Software: da programação à arquitetura: uma abordagem baseada em Java. Porto Alegre: Bookman, 2005. 619 p. DEITEL, H. M. Java, como programar. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. GOODRICH, M. Estruturas de dados e algoritmos em Java. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 584 p. TOKUMOTO, R. C. Programação de Sistemas I. Maringá: UniCesumar, 2018. Bibliografia Complementar: COX, B. J. Programação orientada para objeto. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1991. FLANAGAN, D. Java: o guia essencial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MANZANO, J. A. N. G. Java 7 - Programação de computadores com C++: guia prático de introdução, orientação e desenvolvimento. 1. ed. São Paulo: Érica, 2011. SCHILDT, H. Programação com Java. São Paulo: Mcgraw Hill Education, 2014. SIERRA, K.; BATES, B. Use a cabeça! Java, 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. SILVA, R. P. UML 2 em modelagem orientada a objetos. Florianópolis: Visual Books, 2009. YOURDON, E.; ARGILA, C. Análise e projeto orientados a objetos: estudos de casos. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999. 77Organização Didático-Pedagógica PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS II Ementa: São tratados fundamentos da orientação a objetos para depois haver uma complementação dos fundamen- tos da programação em linguagem Java como estruturas de decisão e laços de repetição. Depois são tratados itens complementares, como o uso bibliotecas importantesna criação de software, conceitos de pacote e inter- face, além de outros tópicos adicionais que complementam os estudos. Bibliografia Básica: ARNOLD, K.; GOSLING, J.; HOLMES, D.; LISBÔA, M. L. B.; LISBÔA, C. A. L. A linguagem de programação Java. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 799 p. DEITEL, H. M. Java, como programar. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. MANZANO, J. A. N. G.; COSTA JUNIOR, R. A. Java SE: programação de computadores: guia prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011. 384 p. TOKUMOTO, R. C. Programação de Sistemas II. Unicesumar. Maringá: 2015. Bibliografia Complementar: COX, Brad J. Programação orientada para objeto. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1991. SCHILDT, H. Programação com Java. Sáo Paulo: Mcgraw Hill Education, 2014. SIERRA, Kathy; BATES, Bert. Use a cabeça! Java, 2 ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. (1) SILVA, Ricardo Pereira. UML 2 em modelagem orientada a objetos. Florianópolis: Visual Books, 2009. YOURDON, Edward; ARGILA, Carl. Análise e projeto orientados a objetos: estudos de casos. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999. 78 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE I Ementa: Apresentar o panorama geral do Paradigma da Fábrica de Software, conceituar o termo Fábrica de Software e verificar os tipos de software que podem ser desenvolvidos em uma Fábrica de Software. Apresentar a visão geral da Fábrica de Software, entender mais a fundo como funciona a estrutura organizacional de uma Fábrica Orientada a Processos, de uma Fábrica Orientada a Produtos, de uma Fábrica de Projetos e da Fábrica de Programas. Conhecer os principais conceitos e princípios que envolvem a Linha de Produto de Software (LPS). Entender como Virtualizar uma Fábrica de Software e aplicar os modelos de Fábrica de Software In-house. Bibliografia Básica: FREITAS, J. A. Tópicos Especiais em Engenharia de Software I. Maringá: UniCesumar, 2018. PRESSMAN, R.; MAXIM, B. R. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 8. ed. Porto Alegre: MGH, 2016. REZENDE, D. A. Engenharia de software e sistemas de informações. Rio de Janeiro: Brasport, 1999. 292 p. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. Bibliografia Complementar: BEZERRA, E. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 398 p. DEMARCO, T. Controle de projetos de software: gerenciamento, avaliação, estimativa. Rio de Janeiro: Campus, 1989. 303 p. MACHADO, F. N. R. Análise e gestão de requisitos de software: onde nascem os sistemas. 3. ed. São Paulo: Érica, 2016. 288 p. MARTINS, J. C. C. Técnicas para gerenciamento de projetos de software. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. 432 p. PAULA FILHO, W. P. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.1248 p. 79Organização Didático-Pedagógica DESIGN E INTERAÇÃO Ementa: Interação e Interface Humano-Computador. Fatores Humanos/Ergonômicos e Sociais em Interação Humano-Computador. Design Participativo, Inclusivo e Universal. O Processo de Design de Interação. Análise, Projeto, Implementação e Avaliação de Interfaces de Software. Bibliografia Básica: COLLARO, A. C. Produção gráfica: arte e técnica da mídia impressa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. FILATRO, A. Design Instrucional na Prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008. KELBY, S. Adobe Photoshop CS5. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. SATIN, R. F. P. Design e Interação. Maringá: Cesumar, 2014. Bibliografia Complementar: BENYON, D. Interação Humano-Computador. São Paulo: Pearson, 2011. CHAK, A. Como criar sites persuasivos. São Paulo: Pearson, 2004. ERL, T. SOA: Princípios de Design e Serviços. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. KRUG, S. Não me faça pensar. Rio de Janeiro: Alta Books, 2014. WILLIAMS, R. Design para quem não é Designer. São Paulo: Ed. Calis, 2006. 80 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO TÓPICOS EM COMPUTAÇÃO II Ementa: Controle de Tarefas: Conceito e Importância. Métodos Ágeis de Desenvolvimento. SCRUM: Prática Ágil para Desenvolvimento de Software. Controle de Tarefas e o Redmine. Gestão de Configuração. Controle de Versão: conceito e importância. Controle de Versão e o Github. XP (Extreme Programming) - Modelo Ágil de Desenvolvimento. Integração Contínua. Integração Contínua e o Jenkins. Qualidade de Código. Como Medir Qualidade de Código. Qualidade de Código e o Sonar. Refatoração: definição, origem e importância. Bibliografia Básica: BECK, K. Programação Extrema Explicada: Acolha as mudanças. Boston: Bookman, 2004. JOSÉ, M. I. J. Tópicos em Computação II. Maringá: UniCesumar, 2017. POPPENDIECK, M.; POPPENDIECK, P. Implementando o Desenvolvimento Lean de Software do Conceito ao Dinheiro. Curitiba: Bookman, 2011. PRESSMAN, R. S.; MAXIM, B. R. Engenharia de Software - Uma Abordagem Profissional. Curitiba: Bookman, 2016.. Bibliografia Complementar: CRUZ, F. Scrum e Agile em Projetos: guia completo. Rio de Janeiro: Brasport, 2015. FOWLER, M. Refatoração aperfeiçoamento o projeto de código existente. Porto Alegre Bookman, 2004. MARTINS, J. C. C. Técnicas para gerenciamento de projetos de software. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. 432 p. PRESSMAN, R. S.; GRIESI, A.; FECCHIO, M. M. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. São Paulo: AMGH, 2011. 780 p. PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos: guia PMBOK®. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. 589 p. 81Organização Didático-Pedagógica EMPREENDEDORISMO Ementa: Histórico e origem do Empreendedorismo. Noções de Empreendedorismo. Empreendedorismo no mundo globalizado. Mudanças nas relações de trabalho e o empreendedor. Características comportamentais do empreendedor. Perspectiva do empreendedor. A transformação de uma ideia em realidade. A empresa fami- liar e o processo de sucessão. Introdução ao plano de negócios. Etapas para elaboração do plano de negócios. Administração empreendedora e a qualidade. Bibliografia Básica: DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier-Campus, 2013. MAXIMIANO, A. C. A. Empreendedorismo. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. MAZZEI, B. B.; PARDO, P. Empreendedorismo. Maringá: CESUMAR, 2014. STADLER, A.; ARANTES, E. C; HALICKI, Z. Empreendedorismo e Responsabilidade Social, v. 4. Curitiba: IBPEX, 2011. Bibliografia Complementar: BERNARDI, L. A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2012. CHER, R. Empreendedorismo na veia - Um aprendizado constante. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 228 p. DEGEN, R. O Empreendedor. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005. RAZZOLINI FILHO, E. Empreendedorismo: Dicas e Planos de Negócios para o Século XXI. Curitiba: IBPEX, 2010. SERTEK, P. Empreendedorismo. 5. ed. Curitiba: IBPEX, 2011. 82 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES Ementa: Conhecer os variados tipos de redes de computadores, suas tecnologias atuais e futuras, equipamentos de rede e modelos de referência. Familiarizar-se com os protocolos e as arquiteturas de redes mais utilizadas na atualidade. Padrões IEEE para redes locais. Camadas de rede, de transporte e de aplicação do TCP/IP. Bibliografia Básica: MAIA, L. P. Arquitetura de redes de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2013. TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. VANSO, R. M.; FLORINDO, R. A. Fundamentos de Redes de Computadores. Maringá: UniCesumar, 2016. WEBB, K. Construindo redes Cisco Usando comutação multicamadas. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2003. Bibliografia Complementar: HAYAMA, M. M. Montagem de redes locais: prático e didático. São Paulo: Érica, 2004. MATTHEWS, J.; SILVA, A. J. C. C.Rede de computadores: protocolos de internet em ação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. PETERSON, L. L.; VIEIRA, D.; DAVIE, B. S. Redes de computadores: uma abordagem de sistemas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. SOARES, L. F. G.; LEMOS, G.; COLCHER, S. Redes de computadores: das LANs MANs e WANs às redes ATM. Rio de Janeiro: Campus, 1995. TERADA, R. Segurança de dados: criptografia em redes de computador. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 83Organização Didático-Pedagógica GESTÃO DE PROJETOS Ementa: Concepção, Planejamento, Implementação e Conclusão de um projeto; Processos de projetos; Gestão de conflitos em projetos e análise de projetos. Bibliografia Básica: CAVALCANTI, F. R. P.; SILVEIRA, J. A. N. Fundamentos de Gestão de Projetos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2016 KERZNER, H.; BORGES, M. A. V.; KLIPPEL, M.; BORBA, G. S. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2003. MOLINARI, L. Gestão de projetos: técnicas e projetos com ênfase na web. São Paulo: 2004. MONTEIRO, R. B. Gestão de Projetos. Maringá: UniCesumar, 2015. Bibliografia Complementar: CARVALHO JUNIOR, M. R. Gestão de Projetos: da academia à sociedade. Curitiba: Intersaberes, 2012. KEELING, R.; MOREIRA, C. K. Gestão de projetos: uma abordagem global. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. LIMA, G. P. Gestão de projetos: como estruturar logicamente as ações futuras. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. OLIVEIRA, G. B. Microsoft Project 2010 e Gestão de Projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. VALERIANO, D. Moderno Gerenciamento de Projetos. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. 84 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE II Ementa: Entender o problema de Entrega do Software, compreender os princípios que a envolvem; estudar os conceitos básicos do Gerenciamento de Configuração de Software e definir os conceitos da Integração Contínua de Software; entender o que são Sistemas Críticos, Engenharia de Segurança e Reengenharia e Manutenção de Software. Serão estudados os conceitos básicos da Engenharia Reversa, a reutilização de software e como esta pode ocorrer durante o desenvolvimento de software, além disso, explorar suas vantagens e desvantagens por meio de: componentes, padrões e frameworks. Conhecer os principais métodos da engenharia de software baseada em componentes; descobrir as perspectivas futuras de reutilização; estudar os conceitos e princípios da Refatoração; conhecer o Catálogo de Refatoração para Padrões; entender o Catálogo de Padrões de Projeto e qual a sua relação com a Refatoração; compreender a Engenharia de Software Distribuído, a Arquitetura Orientada a Serviço (SOA) e as Tendências Leves em Engenharia de Software. Bibliografia Básica: ERL, T. SOA: princípio de design de serviços. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. HUZITA, E. H. M.; FREITAS, J. A. Tópicos Especiais em Engenharia de Software II. UniCesumar: Maringá. 2018. SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. TANENBAUM, A. S.; VAN STEEN, M. Sistemas Distribuídos: princípios e paradigmas. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Bibliografia Complementar: ANDRADE, J. Gerência de Configuração. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. CRUZ, F. Scrum e Agile em Projetos: Guia Completo. São Paulo: Brasport, 2015. HINTZBERGEN, J.; HINTZBERGEN, K.; SMULDERS, A.; BAARS H. Fundamento de Segurança da Informação: com base na ISO 27001 e na ISO 27002. São Paulo: Brasport, 2015. PFLEEGER, S. L. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. 85Organização Didático-Pedagógica SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS Ementa: Segurança da Informação. Certificação e assinaturas digitais. Desenvolvimento de software seguro. Normas, modelos e padrões de qualidade para sistemas. Auditoria de Sistemas. Organizações de referência na auditoria de sistemas. Bibliografia Básica: GALVÃO, M. C. (Org.). Fundamentos em segurança da informação. São Paulo: Pearson, 2015. IMONIANA, J. O. Auditoria de sistemas de informação. São Paulo: Atlas, 2008. STALLINGS, W. Criptografia e Segurança de Redes. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. XAVIER, A. J. Segurança e Auditoria de Sistemas. Maringá: UniCesumar, 2016. Bibliografia Complementar: CHESWICK, W. R.; FURMANKIEWICZ, E.; BELLOVIN, S. M.; RUBIN, A. D. Firewalls e segurança na Internet: repelindo o hacker ardiloso. Porto Alegre: Bookman, 2005. FANTINATTI, J. M. Segurança em informática: metodologia e prática. São Paulo: McGraw-Hill, 1988. HOGLUND, G. Como quebrar códigos: a arte de explorar e proteger software. São Paulo: Pearson, 2012. SCHMIDT, P.; ARIMA, C. H.; SANTOS, J. L. Fundamentos de auditoria de sistemas. São Paulo: Atlas, 2006. STARLIN, G.; NOVO, R. Segurança contra hacker. Rio de Janeiro: Book Express, 2000. 86 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO LIBRAS Ementa: Estudos sobre os fundamentos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais, enfocando a linguagem corporal e facial, bem como os sinais codificados para uma comunicação básica com pessoas surdas. Bibliografia Básica: CARNEIRO, M. I. N.; NOGUEIRA, C. M. I.; NOGUEIRA, B. I. Linguagem Brasileira de Sinais. Maringá: Unicesumar, 2011. BAGGIO, M. A., CASA NOVA, M. G. Libras. Curitiba: Intersaberes, 2017. GESSER, A. Libras? Que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009. GUEBERT, M. C. C. Inclusão: uma realidade em discussão. Curitiba: Ibpex, 2007. Bibliografia Complementar: CHALHUB, S. Funções da linguagem. São Paulo: Ática, 2006. FERNANDES, S. Educação de surdos. Curitiba: Ibpex, 2011. ______. Fundamentos para Educação Especial. 2 ed. Curitiba: Ibpex, 2011. LUCHESI, M. R. C. Educação de pessoas surdas: experiências vividas, histórias narradas. Campinas: Papirus, 2012. PEREIRA, M. C. C.; CHOI, D.; VIEIRA, M. I.; GASPAR, P.; NAKASATO, R. Libras: conhecimentos além dos sinais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. Periódicos Na Biblioteca Central da Instituição está disponível, à comunidade acadêmica, o acesso aos periódicos indexados e correntes, nas formas impressa e virtual. No site da biblioteca é possível consultar todos os títulos disponíveis. Os periódicos online possuem restrição de acesso por IP. Assim, a IES disponibiliza quatro terminais de consulta exclusivos para uso dos acadêmicos. Aos alunos da modalidade à distância, o acesso aos periódicos se dá por meio de solicitação online no Ambiente Virtual de Aprendizagem. Um colaborador da biblioteca realiza a pesquisa solicitada e retorna com o artigo ou o resultado da solicita- ção eletronicamente. 87Organização Didático-Pedagógica Estágio Não Obrigatório A documentação do estágio não obrigatório é enviada para a sede pelos polos de apoio presencial, por meio de sistema, para análise e deferimento, bem como assinaturas. A figura abaixo evidencia o fluxo da documentação do estágio não obrigatório: Figura 15 - Fluxo da documentação do estágio não obrigatório A Instituição estabelece formalmente convênios institucionais com os setores do trabalho na área, possibili- tando ao futuro profissional adquirir as competências previstas no perfil do egresso, por meio de atividades que contemplam as dimensões assistencial, educativa, gerencial e investigativa, detalhadas no Regulamento de Estágio. A permanente interlocução da Instituição com os diferentes ambientes de estágio tem trazido con- tribuição para uma constante atualização de suas práticas. Periodicamente, o NDE – Núcleo Docente Estruturante – analisa a estrutura dos Estágios Curriculares do Curso, avaliando sua pertinência e trans- formando possíveis problemas detectados ao longo do processo em insumos para atualizar e modificar, se necessário, as práticas de estágio. 88 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE- BACHARELADO Figura 16 - Registro de convênios 89Organização Didático-Pedagógica METODOLOGIA DA EAD/UNIVERSIDADE CESUMAR A metodologia adotada para promover aprendizagem significativa na modalidade de ensino a distân- cia da Universidade Cesumar está em consonância com os pressupostos apresentados e a legislação vigente. Sendo assim, o modelo pedagógico baseia-se na premissa de que o aluno deve desenvolver a autonomia intelectual, o protagonismo, a capacidade de resolver problemas em cenários complexos, além de outras competências, como liderança, trabalho em equipe, comunicação com assertividade e o letramento digital. Para o desenvolvimento das competências supracitadas, competências indicadas pelas diretrizes cur- riculares nacionais, bem como as competências demandadas pelo mercado de trabalho da profissão de Engenheiro de Software, os aspectos metodológicos basilares estão pautados nas abordagens imersivas. As metodologias Imersivas (MI) são atividades pedagógicas com foco na aprendizagem experiencial e prática do estudante em situações do contexto da profissão. Parte-se do princípio de que o primeiro passo para aprendizagem é colocar o estudante para se deparar com uma situação concreta relacionada ao conheci- mento que precisa ser apropriado. Os conhecimentos podem ser técnicos, específicos, novas habilidades ou comportamentos. Como o objetivo desta metodologia é proporcionar ao estudante uma experiência muito próxima ou real da atuação profissional por meio da resolução de desafios e problemas reais, o diferencial está na apre- sentação do conhecimento por meio de uma situação problema. Imerso na experiência, o estudante reflete sobre a situação problema a partir do novo conhecimento (teórico-prático) tanto na experiência de vida quanto no exercício profissional. O foco é levar o estudante a levantar hipóteses de soluções construindo ou desconstruindo o conhecimento para tomar a melhor decisão. Ao intervir por meio da tomada de decisão, o estudante, efetivamente, aplica o conhecimento e melhora sua performance, o que pode ser verificado por meio do feedback imediato (resposta padrão), sobre as consequências das ações tomadas em um ambiente simulado e seguro, como, o Laboratório Virtual de Arquitetura e Redes de Comptuadores (LARC). Para operacionalizar os conceitos apresentados, adotou-se o regime modular para oferta das discipli- nas que constituem a Matriz Curricular. A estrutura modular flexibiliza o acesso ao curso uma vez que os ingressos são trimestrais, totalizando quatro possibilidades de entrada durante o ano letivo. O Curso de Bacharelado em Engenharia de Software apresenta-se estruturado em 16 módulos, objetivando conferir melhor adequação aos sistemas gerenciais acadêmicos e, principalmente, agrupar conteúdos inter-relacio- nados de forma a garantir a qualidade do processo de ensino e aprendizagem. Cada módulo é constituído por dez semanas, quando acontecem os momentos presenciais obrigató- rios, interativos e de autoestudo, conforme será detalhado nos tópicos a seguir. Aulas ao Vivo A aula ao vivo é um recurso pedagógico que tem como intuito promover o desenvolvimento da apren- dizagem do estudante. Por se tratar, em um primeiro momento, de uma atividade síncrona, professor formador, professor mediador e estudante conectam-se por meio de um processo interativo de apro- priação do conhecimento em tempo real. Para a condução das aulas ao vivo, os professores planejam suas atividades, pautando-se nas premissas do vídeo based learning. O vídeo based learning, no português, aprendizagem baseada em vídeo, trata-se, especificamente, da apresentação do conteúdo com base na interatividade com o estudante, promovendo, 90 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO assim, a construção do conhecimento de forma significativa. Para garantir a interação, a participação e o engajamento dos estudantes, utiliza-se uma série de tecnologias digitais, como os aplicativos de interação. Mentimenter, Kahoot, Word Cloud, Chat são exemplos destes recursos. Com os recursos tecnológicos elencados, as estratégias pedagógicas utilizadas nas aulas ao vivo podem ser estudo de caso, quizgame, websérie, profissionais convidados para compartilhamento de experiência, solução de problemas reais, demonstração de experimentos etc. Destaca-se que a escolha metodológica está ancorada nos objetivos de aprendizagem de cada disciplina. Para os estudantes que não puderam partici- par da aula ao vivo, a Universidade Cesumar disponibiliza a gravação da aula sob demanda. Isso significa que o estudante pode acessar a gravação de forma assíncrona em um momento mais oportuno. O principal benefício da aula ao vivo é a possibilidade de interação e imersão dos desafios reais da profissão e por não possuir um caráter meramente instrucionista pautado apenas na exposição e verbaliza- ção do conteúdo. Considera-se um elemento inovador muito relevante para o trabalho pedagógico. Além disso, essa é uma forma de acompanhar o estudante, avaliando o nível de comprometimento com o curso. A operacionalização da oferta das aulas ao vivo ocorre da 1ª à 9ª semana do módulo, quando os con- teúdos são trabalhados de acordo com as particularidades de cada disciplina, sempre alinhados com o seu plano de ensino proposto para os alunos. O fluxo de transmissão das aulas está ilustrado na figura a seguir: Figura 17 - Fluxo de transmissão de aulas Para melhor organização e produção técnica de cada aula, o professor, a priori, encaminha à equipe responsável pelo estúdio um roteiro devidamente preenchido com informações sobre os recursos que serão utilizados na aula, tais como: vídeos, objetos de aprendizagem, quadro interativo, participação de convidados e outros recursos, como citados anteriormente. Para maximizar a compreensão dos conteúdos ministrados, o professor, pode utilizar diferentes fer- ramentas e objetos de aprendizagem, dentre eles: I. Slides que facilitam a compreensão dos conceitos e fundamentos teóricos tratados. II. Indicação de vídeos da internet que são encodados pela equipe do estúdio para melhor visua- lização do aluno. III. Produção de vídeos próprios, feitos pela equipe do estúdio para ilustrar o conteúdo ministrado pelo professor. 91Organização Didático-Pedagógica IV. Quadro interativo para que o professor possa realizar exemplificação do conteúdo. V. Participação de convidados com experiência na área de atuação profissional a fim de debater com o professor formador temas referentes à disciplina. Ao final de cada aula ao vivo, uma enquete é disponibilizada, e os alunos convidados a participar. Nela, são contemplados aspectos, como a qualidade da transmissão, a metodologia e o domínio de conteúdo do professor, além de uma autoavaliação que deve ser respondida pelo aluno. Essa enquete faz parte dos itens de avaliação da Comissão Própria de Avaliação, gerando indicadores para acompanhamento das aulas ao vivo, desempenho dos professores formadores, bem como elaboração de planos de ação pela coordenação de curso para desenvolvimento de melhoria contínua. Aulas Conceituais Para cada disciplina, é produzido um conjunto de aulas gravadas que são intituladas conceituais. Esta nomenclatura é justamente por ter como objetivo garantir os pontos relevantes para que o estudante consiga realizar as interconexões com o conteúdo das aulas ao vivo. Tais aulas são gravadas nos estúdios da Universiadade Cesumar pelos professores formadores e/ou conteudistas, possibilitando a compreen- são dos conceitos tratados em cada disciplina e são disponibilizadas de forma assíncrona para download no Studeo. Destaca-se que o estudante pode ter acesso a todas aulas no início de cada módulo. Como estratégia metodológica, utilizam-se diferentes formatos de gravação que podem ser uma gra- vação externa nos ambientes profissionais relacionados ao curso ou aulas editadas com partes no estúdio e partes com gravações externas, remetendo a uma experiênciaprática. Atividade de Estudo As atividades de estudo são um conjunto de atividades, geralmente questões objetivas, elaboradas de modo contextualizado, pautados em situações problemas ou desafios reais do ambiente profissional. Por ter uma abordagem imersiva, utiliza-se como elemento basilar metodológico os cenários, cases e situações profissionais cotidianas para que o estudante consiga compreender a aplicabilidade do con- teúdo estudado. Estas atividades possuem caráter avaliativo e são realizadas dentro do Studeo. Para cada disciplina são ofertadas 4 atividades de estudos, de maneira, gradativa em semanas intercaladas no decorrer do módulo, proporcionando condições para que o estudante estabeleça a relação entre os fundamentos teóricos e sua futura prática profissional. No decorrer do desenvolvimento das questões, é possível que o acadêmico inte- raja com outros colegas e esclareça dúvidas com os mediadores. O prazo final de entrega das atividades de estudo é a última semana de aula ao vivo, que antecede a prova da disciplina. Fórum O fórum constitui-se de atividade assíncrona e formativa, que leva o estudante ao processo de reflexão teórico-prática a respeito do conteúdo tratado na disciplina. No fórum, os estudantes têm a oportu- nidade de construir o conhecimento de forma colaborativa e de debater com seus colegas de curso, tutores e professores formadores. Para cada disciplina cursada no módulo, o acadêmico terá 1 (uma) proposta temática como fórum de discussão. 92 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO O elemento inovador deste recurso está na forma como se elabora e apresenta as questões norteadoras. As questões são apresentadas por meio de desafios nos quais os estudantes precisam pensar em estratégias de intervenção na realidade que atuará futuramente. O ponto forte deste recurso está na possibilidade de trocas de experiências e conhecimentos entre os atores pedagógicos, de forma colaborativa, aprimorando a qualidade do aprendizado. A atuação do professor mediador no fórum está pautada na ideia do papel de um tutor de curiosidade, ou seja, atua oferecendo conteúdos de inspiração que despertam curiosidade, necessidade de aprofundamento e a vontade de saber mais sobre determinado assunto. O fórum ainda pode ocorrer de forma invertida, isso quer dizer que se lança uma temática desafiadora e envolvente, no entanto os estudantes são estimulados a elaborarem as próprias questões, as quais são res- pondidas por outros estudantes com a mediação e direcionamento do tutor mediador. MAPA O MAPA é um diferencial na aplicação das metodologias imersivas visto que remete os estudantes a uma experiência pautada nos desafios reais da profissão. Como elemento basilar, está a ideia de proporcionar experiências significativas de forma que o estudante perceba a aplicabilidade dos conteúdos. Como ati- vidade avaliativa, está constituída de diferentes cenários e articulada com os objetivos de aprendizagem por meio de uma atividade prática e aplicada que considera os eixos curriculares e a questão interdisciplinar, dentro da realidade e especificidade de cada disciplina. O registro é realizado e enviado pelo estudante, no qual suas considerações acerca do tipo do desafio posto são sinalizadas na aula ao vivo e também media- das pelo tutor mediador por meio do Studeo, em formulário modelo disponibilizado pela instituição. Esta atividade explicita a articulação entre os conteúdos curriculares e as respectivas práticas, trata-se de um elemento, comprovadamente, inovador, inclusive apontado pelos estudantes na CPA - Comissão Própria de Avaliação. Semana de Conhecimentos Gerais - 6ª Semana Considerando a importância da formação geral de qualquer indivíduo na sua vida acadêmica e a necessidade de que desenvolva uma visão da totalidade, ou seja, construa um conhecimento global, privilegia-se, nesta semana, os temas a respeito de debates atuais, como: (I) inclusão social, Direitos da Pessoa com Deficiência; (II) questões políticas, econômicas e socioambientais; (III) conhecimento e valorização das culturas africana e indígena como componentes formadores da sociedade brasileira, evidenciando a sua influência e contribuição; (IV) compreensão a respeito das relações étnico-raciais e da diversidade cultural no Brasil; e (V) questões de Direitos Humanos. Para esta Semana, o acadêmico deve realizar, no Studeo, uma atividade composta por 10 (dez) ques- tões objetivas, devidamente contextualizadas, apresentando diferentes níveis de complexidade. Para a realização dessa atividade, o acadêmico tem o prazo de três semanas e tem como apoio os materiais dis- ponibilizados para as temáticas abordadas. 93Organização Didático-Pedagógica Prova Curricular A Prova Curricular obrigatória da disciplina possibilita verificar a aprendizagem dos conteúdos tra- balhados e aprendidos pelos estudantes. O período de realização destas provas ocorre conforme determinado pelo calendário acadêmico. É obrigatória, sem consulta, por escrito e realizada no Polo de Apoio Presencial. As questões das provas presenciais são produzidas pelos professores formadores de cada disciplina e cadastradas em um Banco de Questões que as randomiza no momento da geração das provas e atividades. Além disso, são geradas provas diferentes, considerando 3 regiões do Brasil, levando em conta os fuso-ho- rários, sendo região A, B e C. Semana de Provas - 10ª Semana A 10ª semana do módulo corresponde à Semana de Provas, presenciais, obrigatórias, sem consulta, por escrito e realizadas nos Polos de Apoio Presencial, conforme agendamento realizado pelo pró- prio aluno. As provas são geradas na sede da instituição e enviadas aos polos pelo sistema. A prova é gerada com a identificação do estudante, assim como o gabarito, entregue ao estudante para preenchi- mento das respostas. Após a realização das provas o Polo de Apoio Presencial digitaliza os gabaritos e os envia pelo sistema para a célula de avaliação. Esses gabaritos são recebidos e destinados aos tutores de correção, de acordo com a área do conhecimento. Prova de Segunda Oportunidade A prova de Segunda Oportunidade compreende uma segunda oportunidade para os estudantes que não realizaram a primeira prova curricular da disciplina, ou que estão em dependência, desde que tenham realizado, no mínimo, 50% das atividades das disciplinas encerradas, conforme prazo estipulado no calendário acadêmico, sem custo para o estudante. Prova Substitutiva O NEAD oferece a prova substitutiva em data prevista em calendário acadêmico aos estudantes que não puderam realizar a prova curricular obrigatória e àqueles que não obtiveram nota suficiente para aprovação na disciplina. Esse serviço deve ser solicitado pelo estudante por meio do Studeo. Nivelamento O NEAD/Unicesumar, atento às necessidades e aos movimentos da Educação Superior, oferece cur- sos de nivelamento aos alunos que ingressam na Educação a Distância, elaborados com o intuito de promover o sucesso acadêmico por meio do desempenho cognitivo nas disciplinas específicas e de for- mação geral, em áreas, como Informática, Matemática, Língua Portuguesa. Para participar do programa de nivelamento, os estudantes têm acesso aos materiais orientadores (livro virtual) com questões elaboradas para suprir as eventuais dificuldades que surgirem durante o percurso acadêmico. 94 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Oferta-se, ainda, o Game Equalize, jogo virtual imersivo, desenvolvido com o intuito de melhorar a experiência do estudante que participa dos programas de nivelamento, mais especificamente nas áreas de matemática e raciocínio lógico. O nivelamento pauta-se na concepção pedagógica baseada no Just-in-Time Teaching (JiTT) ou Ensino sob Medida (EsM), que consiste em ajustar a aula às necessidades dos alunos, levando em consideração o novo formato do nivelamento com abordagem Just in-time e foco nas tecnologias imersivas. Como uma ferramentade tecnologia imersiva, o Game Equalize possui um espaço navegável e interativo, embasado em um sistema computacional que permite a imersão em um mundo virtual especialmente criado para atender às finalidades educativas. A cada questão correta respondida, as fases são alcançadas pelo “avatar/ estudante” e pontos são acumulados. Ao término do desafio, um ranking nacional é gerado. Destaca-se que o game possui um espaço de comunicação entre os estudantes para que, de forma cola- borativa, possam encontrar as formas de resolver os desafios lançados pela equipe pedagógica. O tutor mediador acompanha, mas só interfere neste espaço para promover a troca de conhecimentos. Se consta- tar que não houve mais avanço, neste caso, promove a explicação dos desafios com exemplos para que os estudantes consigam atingir o objetivo. Distribuição da Carga Horária das Atividades do Curso Nas tabelas a seguir, são apresentadas as atividades síncronas e assíncronas adotadas na Metodologia de Estudo do NEAD/Unicesumar, objetivando a distribuição da carga horária e o direcionamento do estu- dante, de modo a explorar e organizar melhor o seu tempo para os estudos. Os módulos contemplam duas ou três disciplinas, distribuídas nas dez semanas letivas. ATIVIDADES SEMANAS TOTAL (H) 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª Aula ao vivo 1 1 1 1 1 1 1 1 1 9 Aula Conceitual 1 1 1 1 1 1 1 1 1 9 Atividade de Estudo 2 2 2 2 2 2 2 2 2 18 MAPA 1 2 2 2 2 2 2 2 15 Fórum 1 1 1 1 1 1 1 1 1 9 Autoestudo 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 30 Aula Estudo de Caso 1 1 Aula de Conhecimentos Gerais 3 3 Atividade de Conhecimentos Gerais 2 2 Prova 4 4 Total 10 10 10 10 10 15 10 10 8 7 100 Tabela 1 - Distribuição da carga horária das atividades do curso (por disciplina) Fonte: Universidade Cesumar(2019). 95Organização Didático-Pedagógica ATIVIDADES COMPLEMENTARES A Atividade Complementar - AC - é um componente curricular obrigatório a ser desenvolvido pelos estudantes como parte dos requisitos para a conclusão de curso, organizadas de acordo com o Resolução CONSEPE 011/2017 da Universidade Cesumar, podendo ser cumpridas pelo estudante desde sua primeira matrícula até, preferencialmente,um módulo antes da conclusão do curso. As AC possibilitam a ampliação da flexibilização curricular, o conhecimento, a vivência e inserção dos diversos ambientes profissionais na medida dos interesses pessoais de enriquecimento profissional, téc- nico, social e cultural do estudante. Cabe ao estudante protocolar a documentação comprobatória de suas Atividades Acadêmicas Complementares para aproveitamento, mediante apresentação de vias originais e cópias para devida auten- ticação no Polo de Apoio Presencial. O estudante recebe periodicamente uma comunicação sobre as AC para acompanhamento e controle, conforme o exemplo a seguir. 96 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO No Studeo, os estudantes conseguem fazer o controle das diversas atividades complementares (de forma- ção geral e específica), visualizando o aproveitamento da carga horária, bem como realizar a visualização e impressão de seus certificados. Figura 19 - Evidência de mecanismo de gestão do estudante quanto ao aproveitamento de AC Fonte: Universidade Cesumar (2019). 97Organização Didático-Pedagógica TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) faz parte dos requisitos mínimos para a obtenção do grau de Bacharel em Engenharia de software e visa a propiciar aos alunos do referido curso a oportuni- dade de demonstrar sua capacidade de planejamento, redação e execução de trabalho científico. Trata-se de um componente curricular obrigatório que consta na matriz curricular e deve ser desenvolvido individualmente, realizado sob a supervisão docente e avaliado por uma banca examinadora. O núcleo de orientação do TCC é composto por professores e tutores mediadores do curso com forma- ção na área e compreende as atividades de orientação e avaliação do trabalho, viabilizando a organização de todo o processo. Cabe ao professor orientador, entre outras atribuições, promover trocas de experiências com seus orien- tandos, disponibilizar material de apoio para o desenvolvimento das investigações realizadas, acompanhar o andamento do trabalho em todas as etapas, corrigi-los e dar feedback para os alunos sobre o trabalho desenvolvido. Cabe ao professor orientador comunicar ao Coordenador do Curso a ocorrência de proble- mas, dificuldades ou dúvidas relativas ao processo de orientação e avaliação. O aluno é responsável pelo cumprimento das normas e regulamentações próprias do TCC, seguindo o plano e cronograma de atividades previamente estabelecidos para o andamento do trabalho. Também se espera que desenvolva todas as etapas do trabalho com compromisso e responsabilidade. O aluno estará auto- maticamente reprovado caso seja caracterizado qualquer caso de plágio ou fraude na elaboração do TCC. O documento que regulamenta o TCC, devidamente aprovado pelas instâncias superiores da Instituição, mostra o detalhamento da forma de apresentação, orientação e coordenação, e fica disponibilizado aos acadêmicos quando a disciplina é ofertada. APOIO AO DISCENTE A Universidade Cesumar desenvolve um conjunto de ações voltadas à adaptação, permanência ao desem- penho satisfatório dos estudantes em seu percurso académico, que são incentivados a participarem e contribuírem nas diferentes atividades e nos órgãos colegiados. Entre as diversas iniciativas de apoio per- manente aos estudantes, destacam-se as seguintes: Projeto de Gestão da Permanência, cujo principal objetivo é o monitoramento e acompanhamento dos estudantes para prevenir evasões futuras, contribuindo, assim, com seu sucesso acadêmico e auxílio promovido pelos diversos formatos de bolsas de estudo. Diretoria de Gestão da Permanência A diretoria, reportando à Pró Reitoria de Ensino a Distância , é responsável pela gestão da permanência. O objetivo da área é acompanhar o estudante durante todo o seu percurso de formação, do vestibular à conclusão do curso, desenvolvendo ações para a redução da evasão e o sucesso do estudante. Com base nesses pilares, o organograma da área é composto por três gerências: preventiva, preditiva e reativa. A gerência de ações preventivas responde pela gestão dos seguintes processos: 1. Vestibular Diagnóstico: banco de questões, indicadores de desempenho por competência. 2. Ambientação presencial nos polos. 98 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO 3. Ambientação virtual (LMS/Studeo). 4. Contato de boas-vindas. 5. Réguas pedagógicas de relacionamento (comunicação). 6. Reconhecimento do bom desempenho. 7. Engajamento nas disciplinas (atividades avaliativas). Visando acompanhar e agir frente aos estudantes que manifestam sinais de uma possível evasão, a área de tecnologia da informação, por meio do uso de inteligência artificial, aponta sistemicamente os estudan- tes propensos à evasão. A gerência preditiva realiza interação com os alunos sinalizados como possíveis evasores devido ao baixo engajamento, realização de atividades e acesso ao AVA, utilizando estratégias de acolhimento, argumentação e políticas que estimulem a sua permanência. A gestão do processo de atendimento ao aluno que formaliza o cancelamento da matrícula fica sob a responsabilidade da gerência reativa, área responsável por desenvolver ações e políticas de retenção. Definidas as estratégias de retenção, os polos, a equipe pedagógica e os tutores realizam interação com os estudantes que intencionaram cancelar o curso, objetivando reverter a solicitação e, por consequência, reduzir a evasão. Com um olhar macro e estrutura organizacional bem definida, por meio de ações preventivas, prediti- vas e reativas, acompanha-se o aluno por toda a jornada acadêmica por meio de uma estratégia pedagógica inovadora na gestão do sucesso e permanência. DIRETORIA PERMANÊNCIA GERÊNCIA PREVENTIVA GERÊNCIA PREDITIVA GERÊNCIAREATIVA TUTORES TUTORES TUTORES Sistema de Atendimento Eletrônico (SAE) O NEAD da Universidade Cesumar possui um Sistema de Atendimento Eletrônico (SAE), privilegiando atender às necessidades dos estudantes e polos de apoio presencial, partindo do princípio de que, para se diferenciar no mercado e atingir graus elevados de qualidade na prestação de serviços, é preciso criar 99Organização Didático-Pedagógica novas estratégias. O SAE propicia melhoria da qualidade do atendimento, visto que a satisfação de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem refletem na imagem da Universidade Cesumar e, con- sequentemente, na eficácia de todos os processos institucionais. Os procedimentos para inserir uma solicitação no SAE são: (I) O estudante acessa o AVA digitando o seu Registro Acadêmico e senha. (II) O polo de apoio presencial insere uma solicitação por meio do Portal Acadêmico. Figura 20 - Visualização do SAE no Studeo Para fim operacional, as solicitações podem ser direcionadas para áreas pré-determinadas: Aproveitamento de estudos, Avaliação, Biblioteca, Coordenação de curso, Estágio, Financeiro / Tesouraria, Logística – envio de apostilas, Negociação / Cobrança, PNEE – Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, Secretaria acadêmica – serviços acadêmicos, TCC, Tecnologia de Informação. Conforme workflow a seguir: Usuário cadastra requisição Central interpreta Central pode rejeitar a requisição requisiçãoUsuário visualiza atendimento Work�ow Central valida atendimento Requisição volta para central Atendente conclui a requisição Central encaminha requisição Atendimento abre a requisição Atendente pode devolver a requisição solicitando mais informações Figura 21 - Workflow Fonte : Universidade Cesumar (2019). 100 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO As solicitações são acompanhadas e monitoradas pela Coordenação de Serviços Compartilhados do NEAD, a partir desse momento, os atendentes têm o prazo de 48 horas para solucionarem o requerimento ou enca- minhá-lo para deferimento da Pró-Reitoria da EAD. Ouvidoria A Ouvidoria é um canal de comunicação para receber sugestões, elogios, reclamações e/ou denúncias, que podem ser feitas por telefone, e-mail, no site da instituição ou postadas. Uma equipe do setor de Governança, Risco e Compliance é responsável por analisar as manifestações recebidas dos estudantes e funcionários e de encaminhá-las às respectivas áreas responsáveis. Após análise dos casos, a equipe identifica as possíveis melhorias a serem promovidas e as encami- nha aos setores responsáveis para tratamento e /ou apuração dos casos e a realização das mudanças que se fizerem necessárias. Periodicamente, um Comitê formado por representantes das áreas acadêmicas e administrativas da IES se reúne para analisar os casos encaminhados e acompanhar os principais indicadores de desempe- nho da Ouvidoria. Talismã O Talismã é uma ferramenta de comunicação CRM que possibilita oferecer ao estudante uma experiên- cia por meio de canais e interações de engajamento. São estabelecidas réguas de comunicação que são disparadas aos estudantes a fim de garantir o engajamento nas diversas ações do curso. Para isso, são dis- ponibilizados analistas de CRM para composição das réguas de comunicação e formulação das mensagens em conjunto com a coordenação de cursos. Também está à disposição dos estudantes o canal de comunicação Fale Conosco, que recebe dúvidas, reclamações e/ou sugestões direcionadas a diversas áreas de atendimento da instituição. ■ Auxílio promovido pelos diversos formatos de bolsas de estudo. ■ PROUNI – Programa Universidade para Todos, é uma política pública que favorece a inclusão social e tem como finalidade a concessão de bolsas de estudos (integrais e parciais) nas instituições de ensino privadas para estudantes de baixa renda, variando com a disponibilidade de vagas no curso e concorrência à bolsa de estudos. Suas inscrições ocorrem 2 (duas) vezes ao ano. ■ PROMUBE - Programa Municipal de Bolsas de Estudos, é uma política pública do município de Maringá, que abrange tanto bolsas parciais como integrais em instituições privadas de ensino para estudantes de baixa renda residentes em Maringá. Sua inscrição ocorre somente 1 (uma) vez ao ano, ficando a critério da instituição de ensino definir as datas conforme liberação da Prefeitura Municipal de Maringá. ■ Bolsa Experiência - O Programa oferece 25% de desconto na mensalidade do curso de graduação para estudantes com 55 anos ou mais. ■ Bolsa Família - O Programa oferece 10% de desconto na mensalidade dos cursos de graduação, pós-graduação, ensino fundamental e médio para irmãos, pais, filhos ou cônjuges de estudantes que ingressam na instituição. 101Organização Didático-Pedagógica ■ FIES - Programa de Financiamento Estudantil, é uma política pública do Governo Federal, des- tinado a financiar a graduação no ensino superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições não gratuitas, cadastradas no referido programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. ■ PAI – Parcelamento Inteligente, é um programa que facilita o acesso ao ensino superior com men- salidades acessíveis. Os pagamentos poderão ser incluídos nas possibilidades de prorrogação de 50%, 40% ou 30% do valor da parcela da anuidade até a conclusão do curso e o percentual restante será pago após a conclusão do curso. ■ FIBE – Financiamento Bancário Estudantil: uma parceria da instituição com os bancos Santander e Bradesco. Para contratar o programa, é necessário que o estudante esteja matriculado na Instituição, em qualquer curso de graduação presencial. ■ Quero Bolsa: um programa de obtenção de bolsas de estudos para conceder descontos nas mensalida- des dos cursos. Para conseguir um desconto, o estudante necessita realizar a inscrição no site oficial do programa, de forma rápida e sem burocracia e o único critério é não estar cursando o curso pretendido. ■ Educa Mais Brasil: programa de cujo objetivo é oferecer bolsas a estudantes sem condições finan- ceiras, disponibilizando bolsas de estudo de até 70% para os cursos de graduação. Para tanto, o candidato não pode possuir matrícula iniciada na instituição, nem vínculo educacional de no mínimo 06 meses antes, possuir bom desempenho no ensino médio e ser aprovado nos processos de seleção da instituição. Núcleo de Apoio Integral (NAI) O Núcleo de Apoio Integral (NAI) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento emocional e espiritual da comunidade acadêmica da Universidade Cesumar, bem como a valorização do diálogo com a sociedade a partir de uma cosmovisão integral do ser humano. Para isso, conta com pastores(as), psicólogos(as) e voluntários(as) preparados para estarem próximos de estudantes e colaboradores, trazendo-lhes palavras de incentivo e motivação para enfrentar os momentos difíceis e a tomada de importantes decisões. Dessa forma, contribui para um crescimento holístico e equilibrado nas áreas emocional e espiritual. A equipe desenvolve programas, eventos e ações de aconselhamento, especialmente preparados para integração dos estudantes e colaboradores à comunidade e se coloca à disposição para apoiá-los na tomada de decisões e no desenvolvimento de relacionamentos emocionalmente seguros e sadios, oferecendo-lhes a oportunidade de processos de amadurecimento e experiências de fé. Núcleo de PNEE O Núcleo de Apoio ao estudante com Necessidades Educacionais Especiais Universidade Cesumar pos- sui como objetivo promover acessibilidade a todos os espaços, ambientes, conteúdos, materiais, ações e processos desenvolvidos na Instituição, independentemente de suas características físicas, sensoriais e inte- lectuais, buscando integrar e articular as atividades desenvolvidas para a inclusão educacional e social das pessoas com deficiência e/ou Necessidades Educacionais Especiais. Paraefeito das ações, considera-se estudante com necessidades educacionais especiais aquele que possui: deficiência visual, auditiva, física, intelectual ou múltipla; transtornos globais de desenvolvimento, consi- derando o Transtorno do Espectro Autista, Transtornos Específicos do Desenvolvimento e Distúrbios de 102 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO aprendizagem; altas habilidades; transtornos específicos; dificuldades educacionais decorrentes de enfer- midades temporárias. Uma vez identificada as necessidades especiais de cada estudante, a equipe multidisciplinar encami- nhará as orientações ao coordenador do curso, professores e tutores responsáveis pelas disciplinas cursadas pelo estudante. Além disso, a equipe multidisciplinar é responsável por assessorar e acompanhar a execu- ção das ações que garantam as condições para atendimento das necessidades especiais de cada estudante, entre as quais destacam-se: adaptação de recursos instrucionais, material pedagógico e equipamentos; adaptação de recursos físicos, com a eliminação de barreiras arquitetônicas e adequação de ambiente de comunicação; apoio especializado necessário, como intérprete de línguas de sinais; proposta de adapta- ções para atividades avaliativas. O Núcleo também promove formação continuada aos docentes, tutores, equipe de estúdio e produção de materiais didáticos, colaboradores de polos e coordenação de cursos, formação continuada para garan- tir que toda a comunidade possua conhecimento necessário no atendimento ao estudante. Monitoria A Monitoria consiste no desempenho de atividades ligadas aos processos de ensino e aprendizagem de estudantes regularmente matriculados nos Cursos de Graduação da Universidade Cesumar. Consiste no desenvolvimento de atividades técnico-didáticas que devem ser condizentes com o seu grau de conhe- cimento nas disciplinas. A atividade de monitoria contribui para que o estudante desenvolva habilidades e competências iniciais na atividade docente nos ambientes profissionais, bem como o engajamento nas atividades pedagógicas. Permite o acompanhamento de eventuais dificuldades de aprendizagem e fornece reforço escolar de forma a minorar os problemas de repetência escolar, evasão e falta de motivação. O envolvimento do estudante em atividade de monitoria estimula a participação em projetos de ensino, pesquisa e extensão. Nivelamento O NEAD/Unicesumar, atento às necessidades e aos movimentos da Educação Superior, e com o propósito de contribuir para que o estu- dante tenha condições de acompanhar, com bom desempenho, os períodos iniciais do curso escolhido, oferece cursos de nivelamento, aos estudantes que ingressam na Educação a Distância, que são ela- borados pensando em um melhor rendimento e desempenho nas disciplinas específicas e de formação geral, em áreas como Informática, Matemática e Língua Portuguesa. Para participar do programa de nivelamento os estudantes terão acesso a um livro virtual disponibilizado em PDF e aulas gravadas. Após assistirem às aulas, os estudantes deverão realizar atividades compostas por questões objetivas. Alguns des- ses nivelamentos utilizam a gameficação como recurso de aprendizagem, criando dinâmicas para engajar os estudantes a atingir seu objetivo. https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/202 103Organização Didático-Pedagógica Intercâmbios Nacionais e Internacionais Os conceitos de educação entre uma e outra instituição de educação superior são diferenciados e conhecê- -los constitui uma oportunidade de aprender diferentes perspectivas e uma diversificação das experiências de formação. Para tanto, a Universidade Cesumar estabelece convênios com outras Instituições de Ensino Superior, com empresas, com agências governamentais de fomento à investigação científica e à pós-gra- duação e com organismos não governamentais do terceiro setor. O estudante candidato ao intercâmbio nacional deverá estar regularmente matriculado na Universidade Cesumar. Para aqueles que se candidatam a bolsas de estudos, é preciso ter mérito acadêmico, isto é, boas notas e bom desempenho na vida acadêmica. A Universidade Cesumar participa do Programa de Bolsa Ibero-Americano do Banco Santander, oferecendo anualmente 10 bolsas de 3.000 euros. Para concorrer a essas bolsas os estudantes devem se inscrever e participar da seleção. Intercâmbio Internacional A Diretoria de Relações Internacionais, órgão vinculado à Reitoria da Universidade Cesumar, é responsá- vel pelo trâmite de intercâmbios de curta e longa duração, além da internacionalização da instituição. A diretoria objetiva intensificar oportunidades internacionais para estudantes de graduação e pós-graduação por meio de cooperação com outras instituições, transferência de conhecimento, mobilidade acadêmica de docentes e estudantes, estudantes estrangeiros matriculados na IES, oferta de disciplinas em língua estrangeira, estímulo a publicações e participação em eventos internacionais, participação em processos avaliativos internacionais, entre outros. Para concretizar seu Projeto de Internacionalização, a Instituição possui 27 (vinte e sete) convênios internacionais. Os principais convênios firmados são: ■ Alma Mater Studiorum – Universita Di Bologna. ■ Banco Santander – Bolsas de Intercâmbio Ibero-Americanas. ■ Culinary Arts Academy Switzerland. ■ Escola Superior de Enfermagem do Porto – ESEP. ■ Galway Mayo Institute of Technology. ■ Hardvard Business School – Institute for Strategy & Competitiveness. ■ Missouri State University – English Language. ■ Training and Demonstration Centre for Decentralized Sewage Treatment. ■ Universidad Andrés Bello. ■ Universidad Autónoma Del Estado de Hidalgo. ■ Universidad de Cantabria. ■ Universidad Mayor (Chile). ■ Universidad do Porto. 104 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ■ Universidad Shinshu – Japão. ■ Universidad Técnica de Angola. ■ University of Bridgeport. ■ Missouri State University - 1) Programa de Masters, além de cursos de especialização, cujas aulas são ministradas em inglês nas áreas de tecnologia, agronegócio e administração. 2) Programa Intensivo de Inglês – datas para início: flexíveis. ■ Griffith College - 1) Programa intensivo de inglês com início e duração flexíveis. ■ Univeridade Técnica Federico Santa Maria- 1). Logística internacional; 2) Estudo dos fundamen- tos do desenho, planejamento e operação de sistemas de logística, com ênfase em modelagem e tecnologia. 3) Introdução à cadeia de fornecimento; projetando redes de distribuição; 4). Alianças estratégicas e estratégias de terceirização; 5) Desenho de sistemas de transporte; 6) Tecnologia Informativa; 7) Sistemas de apoio à decisão; 8) Estudos de caso. ■ Universidade Mayor - Curso Intensivo em Espanhol Acompanhamento do Egresso O perfil do egresso da Universidade Cesumar está intrinsecamente vinculado ao perfil profissional defi- nido no projeto pedagógico do curso, aliado à filosofia definida pela Instituição em formar profissionais com perfil empreendedor e cidadãos, que contribuam para o desenvolvimento de uma sociedade justa e solidária, com consciência ética aprimorada, sólida formação educacional e comprometimento com o desenvolvimento cultural, social e econômico. O egresso é considerado como ator ativo e participante permanente da vida acadêmica da Instituição, pois nela recebeu sólida formação para tornar-se um profissional que deverá agregar valor para a socie- dade e conceber propostas inovadoras para as organizações. A Universidade Cesumar tem suas ações pautadas em quatro pilares: o intelectual, o profissional, o emocional e o espiritual. Em consonância com essa visão integral das pessoas, sua formação para a vida e o exercício de uma profissão, sua responsabilidade como instituição de ensino vai além da conversão dos seus alunos ao conhecimento, ou seja, a IES promove ações de relacionamento com os egressos por meio de pesquisasconstruídas com base em três eixos: (i) perfil demográfico; (ii) informações profissionais e (iii) relacionamento com a IES, tendo como principais objetivos: ■ Conhecer a posição dos ex-alunos no mercado de trabalho; ■ Manter um canal de comunicação atualizado com os egressos fazendo disso uma ferramenta de gestão que permite aprimorar a formação dos alunos atuais; ■ Avaliar a eficiência das estratégias de formação. 105Organização Didático-Pedagógica A figura a seguir apresenta de forma ilustrativa alguns dados da pesquisa. Figura 22 - Porcentagem de quem trabalha na área de formação. Fonte: Universidade Cesumar (2019). Figura 23 - Visão geral da trajetória no curso realizado. Fonte: Universidade Cesumar (2019). 106 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO O egresso da instituição conta ainda com benefícios exclusivos que incluem: ■ Convites para colaboração em projetos relacionados à sua área¸ desenvolvidos pela Instituição. ■ Convites para participação em Jornadas e Congressos. ■ Desconto em cursos de Graduação e Pós-graduação e projetos de extensão. ■ Fazer parte do banco de cadastro da instituição, recebendo notícias e novidades da comunidade acadêmica. ■ Convite para relatar suas experiências e atividades profissionais nos eventos acadêmicos. ■ Convite para Webinar sobre atualização profissional e discussão de temas com relevância social. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO A autoavaliação é um processo que pretende identificar, diagnosticar e fornecer informações importantes que poderão embasar o planejamento e a tomada de decisão dos gestores, em todos os níveis, para o con- tínuo desenvolvimento da instituição. O processo de avaliação institucional e do curso é coordenado por uma Comissão Própria de Avaliação (CPA), atende à Lei n. 10.861/2004 e é integrada por representantes dos professores, estudantes, técnico-ad- ministrativos e sociedade civil. A metodologia de trabalho dessa avaliação está dividida em etapas, sendo que a primeira consiste no processo de comunicação e sensibilização da comunidade interna e externa sobre a Comissão Própria de Avaliação, por meio de palestras, mídia impressa, encontros com envolvidos, reunião com setores da IES, tutores e professores formadores, polos de apoio presencial, além da realiza- ção de tutorial para estudantes, do envio de SMS, informativo aos estudantes, divulgação dos processos por meio de material de apoio (como faixas, cartazes e banners). São utilizados também vídeos para a divul- gação nas redes sociais. O instrumento para o processo de avaliação do curso foi desenvolvido buscando abarcar as inter-rela- ções das atividades, etapas e equipes envolvidas na sua oferta. No que compete ao estudante, a avaliação se dá em dois momentos: (i) ao final de cada aula ao vivo, quando é liberada uma enquete que visa avaliar o momento de interação ao vivo, contemplando itens como qualidade da transmissão, metodologia e domí- nio de conteúdo do professor formador e uma autoavaliação do estudante, e (ii) ao final de cada módulo, um questionário disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem e respondido de forma on-line, que enfoca itens como: estrutura do curso, processos de avaliação da aprendizagem, material didático, desempenho do professor formador, tutores, qualidade do atendimento dos diversos setores do NEAD, estrutura física do Polo de Apoio Presencial, entre outros. 107Organização Didático-Pedagógica Figura 24 - Exemplo da enquete nas aulas ao vivo Fonte: Universidade Cesumar (2019). 108 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO As demais etapas, resumidamente, consistem (i) na aplicação de questionário a todos os envolvidos no curso e aos diferentes setores da rotina acadêmica, entre eles: coordenador de curso, professores formadores, tuto- res, corpo técnico-administrativo e estudantes; e (ii) na análise dos principais documentos institucionais. Os resultados dos dados obtidos são analisados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e ampla- mente divulgados por meio de painéis, cartazes, folders e do Ambiente Virtual de Aprendizagem para os atores envolvidos no processo. A devolutiva das avaliações à comunidade acadêmica ocorre também por meio dos comunicados internos, pelo Jornal Fala EAD distribuído para toda rede de polos e banner no Studeo para os alunos. A disseminação dos resultados ocorre da seguinte forma: I. Os resultados são levados à Pró-Reitoria do NEAD e à Reitoria para início do processo de pla- nejamento, a fim de que sejam implantadas melhorias relacionadas aos aspectos que não estejam cumprindo plenamente os requisitos de qualidade da IES. II. Divulgação com coordenador, professores formadores, tutores, corpo técnico-administrativo e colaboradores dos polos de apoio presencial. III. Socialização dos resultados e autoavaliação institucional na Conexão ao Vivo com toda a rede de Polos de Apoio Presencial. IV. Publicar via Comunicado Institucional e processos os resultados da avaliação. V. Divulgação para a comunidade acadêmica, no AVA, das melhorias realizadas em decorrência das avaliações institucionais anteriores na modalidade a distância. VI. Divulgação dos resultados parciais no AVA. VII. Divulgação dos resultados para cada setor. A adoção pela Universidade Cesumar da qualidade como parâmetro para os processos educacionais ofe- recidos busca garantir que o planejamento, organização, controle e liderança sejam conduzidos com assertividade e contínua melhoria do seu desempenho. A Unicversidade Cesumar adotou a utilização da ferramenta Qlik View visando as oportunidades de acompanhamento do desenvolvimento das atividades originadas a partir das políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão e é comprovadamente exitosa, pois permite verificar os índices de entre- gas dentro dos períodos com tempo hábil para ações reativas, quando necessário, assim como conhecer o perfil dos alunos do curso. 109Organização Didático-Pedagógica 110 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Quadro 2 - Perfil dos Alunos Matriculados no Curso de Engenharia de Software Fonte: Universidade Cesumar (2019). 111Organização Didático-Pedagógica Figura 25 - Dashboard EAD Universidade Cesumar Fonte: Universidade Cesumar (2019). 112 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Os painéis apresentam métricas e indicadores importantes para alcançar os objetivos de aprendizagem e as metas estabelecidas de forma visual que facilitam a compreensão das informações geradas. A análise de apro- vação por disciplina pode ser acompanhada, assim como cada atividade por disciplina, por meio de painéis, que se desdobram em microdados, projetados por meio da gerência de planejamento de ensino. Vejamos: Figura 26 - Relatório anual de realização das Atividades de Estudo do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software Fonte: Universidade Cesumar (2019). Figura 27 - Relatório anual de realização dos Mapas do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software Fonte: Universidade Cesumar (2019). 113Organização Didático-Pedagógica Para garantir o êxito das ações educacionais, foi elaborado o Plano de Metas de Qualidade, com ações voltadas para alcance dos esperados resultados positivos. Essas ações de qualidade demonstram a preocupação da instituição quanto ao compromisso firmado junto aos seus diversos públicos, tanto da educação presencial quanto a distância. A Universidade Cesumar acredita que faz parte da gestão educacional e pedagógica o acompanhamento sistemático das informa- ções, por isso trabalhamos com diversos indicadores. Dez dessas Ações de Qualidade passaram a compor o IGCM – Indicadores de Gestão e Cumprimento de Metas, cujo controle é permanente e seus dados atu- alizados diariamente pelo sistema eletrônico: Retenção, Médias, entrega de MAPA, AE. Além dos dados obtidos a partir dos processos mencionados, a autoavaliação doCurso de Bacharelado em Engenharia de Software leva em consideração: as impressões do corpo docente, levantadas em reu- nião pedagógica, promovida pela coordenação do curso; os relatórios de atividade docente, apresentados em cada período letivo, com destaque para os dados relativos à produtividade dos professores e às suas atividades de pesquisa e de extensão; a avaliação das práticas e das rotinas realizadas pelos técnicos-ad- ministrativos, promovida pela diretoria pedagógica; as impressões dos estudantes sobre plano de ensino, conteúdo curricular e o professor responsável de cada disciplina, a partir de questionário eletrônico apli- cado pela coordenação de curso; os índices de retenção e evasão dos estudantes oferecidos pela Diretoria de Permanência; os índices de empregabilidade, obtidos por egressos. A Instituição acredita que esses resultados somente são alcançados quando deles participam todos os envolvidos: gestores, professores, tutores e estudantes, comprometidos com os processos de planejamento, execução e avaliação. ATIVIDADES DE TUTORIA A organização da tutoria do NEAD/ Unicesumar é constituída por profissionais com formação na área de atuação do curso e em programas de pós-graduação lato sensu e stricto sensu. A tutoria do NEAD/Unicesumar está organizada em duas modalidades, a distância e presencial, con- siderando a atuação (i) dos tutores mediadores e on-line e (ii) dos tutores de polo. Os tutores mediadores e on-line atuam a distância, ou seja, encontram-se na sede da Instituição, mediando a construção do conhe- cimento com acadêmicos que se encontram geograficamente distantes. A tutoria ocorre por meio do AVA/ STUDEO, com o objetivo de atender às demandas didático-pedagógicas, especificamente nos fóruns de discussão, por telefone, e-mail, chats, aulas ao vivo entre outros. Os tutores presenciais, por sua vez, encontram-se nos polos de apoio presencial nos quais o acadêmico está matriculado. A tutoria presencial realiza a mediação no polo auxiliando o estudante a desenvolver a disciplina de estudo, necessária para o seu processo de formação e, consequentemente, o hábito de estu- dos; orienta o estudante no uso das tecnologias da informação e comunicação, bem como no acesso ao AVA/STUDEO; acompanha a aplicação de provas e coopera no desenvolvimento de projetos de exten- são, entre outras atividades. Tanto no processo de tutoria a distância quanto na tutoria presencial, parte-se do pressuposto de que a presença do estudante nesta modalidade de ensino está relacionada à interação, isto é, na medida em que o estudante interage, está presente. 114 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Na educação a distância, o tutor percorre caminhos com o grupo de estudantes, propiciando uma troca mútua de conhecimentos. Compete a ele promover a autonomia dos estudantes e o desenvolvi- mento de seu senso crítico, isto é, muito mais do que disponibilizar conteúdos específicos que a ciência construiu e constrói. O tutor tem a função de ser “facilitador” da aprendizagem, motivando, orientando e avaliando. A ação de organizar e dirigir situações de aprendizagem implica na condução do estudante para o desenvolvi- mento de sua curiosidade, ao aproveitamento do tempo e do espaço educativo. Quando o estudante exerce seu “estado curioso”, ele encontra sua ânsia pelo ato de conhecer e aprender, o que implica em disponibi- lizar a ele diferentes estratégias de estudo. O cronograma estabelecido pela Instituição, por meio do NEAD, para realização da mediação se cum- pre na medida em que o tutor a distância: I. realiza a ambientação/familiarização do acadêmico ao AVA/STUDEO; II. explica de forma instrucional e, se necessário, individual, por telefone ou por mensagens indivi- duais, o acesso ao ambiente virtual de aprendizagem quando o estudante apresenta dificuldades; III. intervém nos casos de ausência frequente de acesso, bem como na falta de participações nas ati- vidades propostas; IV. atende às dúvidas sobre o conteúdo, por meio de mensagens individuais pelo AVA/STUDEO ou por telefone, se necessário; V. realiza feedback nos fóruns de discussão de cada disciplina, por meio de intervenções constru- tivas para a aprendizagem do acadêmico; VI. participa no processo avaliativo dos fóruns de discussão de cada disciplina, bem como das pro- vas e MAPAs; VII. participa, juntamente com os professores formadores e coordenadores de curso, do processo de análise das questões dos fóruns de discussão e das atividades; VIII. estabelece contato com os coordenadores de curso para entender e atender às demandas das dis- ciplinas e dos estudantes; IX. participa das aulas ao vivo, realizando intervenções e incentivando o acadêmico à participação interativa e colaborativa nos chats ao vivo; X. identifica as possibilidades e necessidades de aprendizagem dos estudantes, estabelecendo as estratégias e situações didáticas pertinentes à construção colaborativa do conhecimento; XI. avalia as diversas atividades disponibilizadas no ambiente virtual de aprendizagem; XII. atende o estudante por meio de mensagens individuais no ambiente virtual de aprendizagem e, também, por telefone ou e-mails; e XIII. realiza intervenções em tempo real, especialmente nas aulas ao vivo, juntamente com o profes- sor formador, estando sempre pronto para os diálogos e debates que reorientam o estudante ao longo das diferentes etapas e desafios. 115Organização Didático-Pedagógica Nesta perspectiva, considera-se que, no campo educacional, o desempenho das atividades realizadas pelos tutores possibilita alavancar a qualidade no processo de aprender e de ensinar, estabelecendo canais de comuni- cação e cooperação que representam novas perspectivas de acesso e construção colaborativa do conhecimento. O cronograma estabelecido pela instituição para a realização da tutoria presencial, por sua vez, se cumpre na medida em que o tutor: I. orienta e motiva os estudantes a participarem das aulas via chat, fórum, atividade de estudo, MAPAs, dentre outras; II. acompanha no Portal, por meio de relatórios específicos, o desenvolvimento do processo de aprendizagem do acadêmico evitando a evasão; III. dirime as dúvidas dos estudantes quanto ao acesso ao AVA/STUDEO; IV. lança presença do acadêmico nas avaliações presenciais pelo Portal; V. aplica, envelopa e encaminha provas para correção a sede do NEAD/Unicesumar; VI. verifica, no Portal, os estudantes que necessitam de prova substitutiva e orienta-os; VII. participa da realização dos projetos de extensão desenvolvidos no polo de apoio presencial; VIII. esclarece dúvidas quanto à metodologia de ensino; IX. realiza a distribuição do material didático aos estudantes; X. estabelece o vínculo entre o estudante e a Instituição de ensino; XI. auxilia e orienta os estudantes no encaminhamento dos documentos pertinentes à realização dos estágios supervisionados previstos no curso; XII. motiva os estudantes a participarem de grupos de estudos; XIII. atua como interlocutor no contato com os tutores a distância (mediadores e on-line) e professores formadores para dirimir dúvidas a partir dos conteúdos estudados em grupo ou individualmente; XIV. orienta e motiva o estudante a acessar a biblioteca virtual e a realizar empréstimos dos livros dis- poníveis na biblioteca do polo de apoio presencial e da sede; XV. orienta o estudante na solicitação de serviços via web, por exemplo: solicitação de provas subs- titutivas, históricos e outros; XVI. recebe e organiza documentos e certificados referentes às AAC para enviá-los à sede. Nesse sentido, as atividades de tutoria presencial organizadas no Núcleo de Educação a Distância da Universidade Cesumar colaboram para qualificar o processo de formação do estudante e também consti- tuem um elo entre o estudante e a Instituição de ensino. 116 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Universidade Corporativa Qualquer empresa que se proponha nos dias atuais ater qualidade e ser competitiva deve investir no desen- volvimento das competências estratégicas para o seu negócio, na preparação e no desenvolvimento da sua liderança, na adoção de modernos sistemas, ou modelos de gestão e no desenvolvimento de uma identi- dade cultural, calcada na disseminação de valores e princípios organizacionais. Tudo isso requer uma educação continuada dos seus colaboradores e da sua liderança. O processo de formação na Universidade Cesumar é um projeto de formação continuada de autodesenvolvimento, de crescimento pessoal e profissional. O Universo Corp foi desenvolvido para atender a formação de todos os colaboradores, equipe pedagógica, técnicos, diretores, gestores, rede de polos de apoio presencial. FORMAÇÃO BÁSICA - PARA TODOS OS COLABORADORES Ambientação EAD Institucional Metodologia EAD Institucional Diretoria de Desenvolvimento Institucional Diretoria de Planejamento de Ensino Institucional Diretoria de Operacional de Ensino Institucional Diretoria de Operações Institucional Diretoria de Polos Institucional Diretoria de Marketing Institucional Diretoria de Mercado Ambiente de Trabalho e Socialização Tabela 2 - Formação básica para todos os colaboradores Fonte: Universidade Cesumar (2019). Nesse sentido, os tutores possuem uma trilha de aprendizagem no Universo Corp destinada ao desenvolvi- mento e o treinamento de sua função. Para contribuir para o desenvolvimento desse colaborador, a IES oferece desconto em cursos de graduação e pós-graduação, contribuindo para a capacitação contínua dos tutores. Os cursos de formação continuada de tutores articulam propostas para a efetivação das políticas institu- cionais de formação docente, a partir de demandas advindas da comunidade acadêmica e dos processos de avaliação. Entre as ações desenvolvidas, merecem destaque os cursos de formação continuada, contemplam 117Organização Didático-Pedagógica temas ligados ao currículo, às metodologias de ensino, ao uso de tecnologias, aos projetos pedagógicos, às exigências do mercado de trabalho, à diversidade e à formação humana. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às Atividades de Tutoria A Tutoria reveste-se de uma dimensão fundamental no contexto da educação a distância, visto sua ação intermediadora no processo ensino-aprendizagem e garantidora das melhores condições para o desem- penho satisfatório dos discentes. Para atingir tais demandas, o tutor deve apresentar um variado conjunto de competências conceituais, procedimentais e atitudinais que lhe conferem a capacidade de incentivar o discente a atingir resultados de forma autônoma. Partindo do pressuposto que o conceito de competência baseia-se do tripé conhecimento, habilida- des e atitudes, requer-se do Tutor: ■ conhecimento sobre as características da educação e, em particular, da EAD; ■ conhecimento sobre a estrutura e organização do curso; ■ conhecimento amplo da disciplina; ■ capacidade de trabalhar coletivamente; ■ capacidade de comunicar-se satisfatoriamente na forma oral e escrita; ■ capacidade de manter boas relações interpessoais; ■ ser proativo; ■ ser motivado; ■ ser organizado; ■ ser criativo; ■ demonstrar equilíbrio emocional. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM A instituição incentiva o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, por entender que elas trazem grandes contribuições aos processos de ensino e aprendizagem. Seu uso permite promover o desenvolvimento curricular, a integração interdisciplinar, a elaboração de objetos de aprendizagem e a sua aplicação de forma a fomentar sua qualidade. Os docentes são estimulados a produzirem e utilizarem materiais de apoio ao ensino e os disponibi- lizarem on-line, prolongando os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço; para tal, têm acesso digital e comunicacional, com materiais e recursos apropriados, o que lhes permite a interatividade com os estudantes. As ferramentas de comunicação e interação não presenciais proporcionados pelas TIC podem ser potencializadas na promoção de boas práticas nos vários contextos e modelos de aprendizagem de que 118 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO são exemplo, o trabalho colaborativo, a possibilidade de cooperação entre tutores, discentes e docentes comunidades virtuais de aprendizagem e tecnologias adaptativas. No Curso de Bacharelado em Engenharia de Software, o que se espera é promover mudanças de práti- cas e procedimentos pedagógicos, total acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional, assim como o uso de objetos de aprendizagem já disponíveis na internet, visando à: ■ utilização de metodologias ativas e imersivas, com recurso às TIC; ■ utilização crítica das TIC como ferramentas transversais ao currículo; ■ partilha de experiências/recursos/saberes pela comunidade educativa; ■ adoção de práticas que levem ao envolvimento dos discentes em trabalhos acadêmicos com TIC; ■ produção, utilização e avaliação de objetos de aprendizagem que possam potencializar a constru- ção do conhecimento; ■ mudança de práticas pedagógicas, com a integração de ferramentas de comunicação e interação do Studeo, o Ambiente Virtual de Aprendizagem e da Internet; ■ prolongamento dos momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, fomentando a disponibili- zação on-line pelo Studeo, AVA- Ambiente Virtual de Aprendizagem de recursos educativos; ■ desenvolvimento de projetos/atividades que potencializam a utilização das TIC em contextos inter- disciplinares e transdisciplinares; Nesta perspectiva, o estudante visto como pesquisador e produtor de conhecimentos utiliza as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para estudos, pelo acesso a periódicos, livros, artigos científicos, blogs, conteúdos e recursos educativos, nas resoluções dos problemas. Além de também compartilhar com outros profissionais suas produções (trabalhos, artigos, atividades educativas, vídeos, entre outros), expe- riências e conhecimentos. Aplicativo Unicesumar – Unicesumar Experience Disponível para smartphones com sis- temas operacionais Android e IOS a ferramenta oferece aos estudantes acesso às aulas, ao material didático, às ativida- des de estudo, ao boletim, aos serviços financeiros e acadêmicos, entre outras facilidades. O app também fornece outro meio de comunicação com nossa IES, por onde o aluno envia mensagens para seu professor mediador e recebe notificações pedagógicas, lembretes de atividades, provas e comunicados institucionais. Figura 29 - Tela inicial do aplicativo Unicesumar Fonte: Universidade Cesumar (2019). 119Organização Didático-Pedagógica AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) - STUDEO Dentre os recursos tecnológicos utilizados pelo NEAD/Unicesumar e disponibilizados à comunidade aca- dêmica, destaca-se o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Ambientes Virtuais de Aprendizagem são softwares que auxiliam na montagem de cursos acessíveis pela internet. Elaborado para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus discentes e na administração do curso, permite acompanhar constan- temente o progresso dos discentes. Como ferramenta para EAD, são usados para complementar aulas ao vivo. Dentre os recursos disponíveis utilizados pelo NEAD, destacam-se o Fórum, o Chat, questionários on-line, links para endereços externos (aulas ao vivo via internet) e arquivos disponibilizados para down- load, como o calendário do curso, o material de estudo e o livro em PDF, para impressão. O ambiente virtual de aprendizagem, denominado Studeo, é um software desenvolvido por equipe própria da TI da Universidade Cesumar com o objetivo de atender às especificidades da Instituição, bem como proporcionar um ambiente melhor, adequado às demandas dos discentes atendidos, permitindo ainda uma eficiente cooperação entre tutores, discentes e docentes no processo ensino-aprendizagem. Figura 30 - Template do Studeo Fonte: Universidade Cesumar(2019). Por meio do AVA/STUDEO, o estudante assiste às aulas (gravadas e ao vivo), participa dos fóruns de dis- cussão, troca mensagens e realiza as atividades de estudo, além de acessar as informações e orientações disponibilizadas pelos tutores e professores formadores. A implantação da ferramenta Studeo se deu por meio de alinhamento feito com o departamento peda- gógico da EAD. Após análise das necessidades, um protótipo da ferramenta foi desenvolvido e apresentado às coordenações. Posteriormente à coleta de feedback, o mesmo foi pilotado em fase de teste por equipe interna até, por fim, ser disponibilizado aos estudantes do NEAD. Por se tratar de uma ferramenta desenvolvida internamente pela Instituição, o Studeo passa por atu- alizações constantes, de acordo com a identificação das necessidades de melhorias. Por meio de reuniões periódicas realizadas entre a equipe do departamento de tecnologia e o grupo de trabalho pedagógico, representado por coordenadores de cursos, são apresentadas as necessidades identificadas para imple- mentação dos ajustes. Os pontos elencados são organizados de acordo com a prioridade, de forma que a equipe de TI possa organizar o atendimento dessas solicitações da melhor forma. Mudanças e ajustes mais 120 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO pontuais são tratados diretamente por um sistema de suporte junto ao setor de TI. Vale ressaltar que dentro do Studeo, o estudante pode realizar toda a sua gestão acadêmica clicando no - Giro EAD - no qual encontrará diversos tutoriais, uma espécie de timeline a condução de suas atividades dentro de uma agenda (Meu Planejamento) e uma espécie de glossário com todos os recursos pedagógicos ao qual ele terá acesso ao longo das disciplinas (Fique Craque). O Ambiente Virtual de Aprendizagem proporciona ao estudante acesso a ferramentas de cunho peda- gógico e operacionais, tais como solicitações de serviços. Na primeira tela de acesso, o estudante visualiza os ícones: 1. Conheça o Studeo: este ícone visa apresentar a pla- taforma do ambiente virtual de aprendizagem, denominado Studeo, utilizando uma solução totalmente pautada em uma nova arquitetura de software. 2. Prova Agendada: neste ícone o estudante confirmará a sua presença na prova curricular da disciplina que está cursando. 3. Giro EAD - programa que auxilia o discente a apro- veitar ao máximo as horas do seu dia para realizar suas atividades. 4. Meu curso: neste ícone o discente tem um panorama geral do AVA, tendo acesso às disciplinas matricula- das e pendentes, ao boletim para acompanhamento das notas obtidas, às atividades acadêmicas comple- mentares protocoladas na IES, à matriz curricular, à frequência nas aulas, além de acompanhamento do curso. 5. Serviços: por meio deste ícone o acadêmico solicita e acompanha serviços acadêmicos, emite declarações, acessa a lista de documentos pessoais entregues no ato da matrícula, atualiza os dados cadastrais e imprime a carteirinha do estudante. 6. Financeiro: neste ícone o discente realiza pagamen- tos, imprime e reemite boletos de mensalidades e serviços, visualiza as transações efetuadas com a operadora de cartões e, por fim, consulta detalha- damente os pagamentos realizados no decorrer do curso. 7. Bibliotecas: neste ícone o discente tem acesso a livros e periódicos on-line, de diversos assuntos para lei- tura. Na Biblioteca Virtual, o discente tem acesso a arquivos, vídeos e livros cadastrados e produzidos 121Organização Didático-Pedagógica por professores da Universidade Cesumar. Nesse ambiente, o discente poderá consultar materiais de diversos assuntos e cursos. Na Biblioteca Universidade Cesumar o discente pesquisa e solicita o empréstimo de livros que serão enviados ao seu polo de apoio presencial. 8. Arquivos Gerais: neste ícone o discente tem acesso aos arquivos de Calendário Acadêmico, Guia do Discente, Manual de Aplicativos e Manual de Normas e Pesquisa que ficam disponíveis para download. 9. Material: o discente tem o controle dos livros didáticos recebidos por meio do ícone Material. Neste campo ficam registradas todas as entregas de livros e o discente poderá acompanhar o envio e recebimento do material, inclusive saber quando estará disponível para retirada no seu polo de apoio presencial. 10. Google Educação: este ícone direciona o discente ao e-mail particular com o nome da instituição. O estudante tem acesso aos produtos e recursos do G Suite for Education incluindo a armazena- mento ilimitado e gratuito de arquivos, livre de conteúdos publicitários. Entre as ferramentas estão: Drive (Docs, Sheets, Forms, Slides), Gmail, Calendar e Keep. 11. SAE: o Serviço de Atendimento Eletrônico (SAE), importante canal de comunicação entre o dis- cente e a instituição, é uma ferramenta de serviço para registro de solicitações rastreadas por área de atendimento. 12. Central de Ajuda: o discente conta com Central de Ajuda, em que encontra informações impor- tantes sobre as aulas via internet, os contatos do suporte técnico e as dúvidas mais comuns. Ainda na página inicial do Ambiente Virtual de Aprendizagem, o estudante, além das ferramentas já cita- das, tem acesso a um vídeo para conhecimento do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e ao espaço destinado às disciplinas, onde ficam elencadas as disciplinas matriculadas, cursadas e pendentes. É tam- bém na página inicial do AVA que se encontra o ícone de Mensagem – Fale com o Mediador, sendo este o principal canal de comunicação do estudante com os tutores mediadores. Esta ferramenta garante a inte- ração entre as partes envolvidas no processo de ensino-aprendizagem. Todas as mensagens trocadas ficam arquivadas no histórico de mensagens do estudante. Neste espaço também ficam disponibilizados os vídeos de palestras e nivelamentos, além de outros ambientes. Figura 31 - Ferramentas do Studeo Fonte: Universidade Cesumar (2019). Ambiente da disciplina Dentro do ambiente da disciplina, o estudante terá acesso a ferramentas de comunicação com o tutor media- dor por meio do “Fale com o mediador” para encaminhar mensagens com dúvidas e comentários sobre a disciplina e/ou questões administrativas do curso, bem como um ícone de acompanhamento da disci- plina intitulado “Acompanhamento”. Por meio deste ícone, o estudante poderá acompanhar o andamento 122 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO das atividades da disciplina: atividades de estudo, fóruns e MAPA contendo data inicial e final da ativi- dade, se ocorreu participação e qual a nota obtida. igura 33 - Andamento das atividades da disciplina Fonte: Universidade Cesumar (2019). Figura 34 - Acompanhamento da Disciplina Fonte: Universidade Cesumar (2019). O estudante encontra também os ícones: 1. Mural de Avisos: é um canal de informação onde o estudante tem acesso a todos os comunicados dis- ponibilizados pelo tutor mediador: avisos de prova, de atividades, aulas ao vivo e demais informações. 123Organização Didático-Pedagógica 2. Atividades de Estudo: local onde são disponibilizadas as atividades objetivas para realização no período de oferta da disciplina. 3. Fórum: local onde são disponibilizadas as atividades dissertativas para realização no período de oferta da disciplina. 4. Material extra: é um espaço no qual serão disponibilizados todos os slides, textos e diversos mate- riais apresentados durante a aula ao vivo e que sejam pertinentes à disciplina. 5. Sala do Café: constitui-se numa ferramenta que promove a interação entre todos os envolvidos no processo pedagógico, possibilitando a troca de informações, como: indicações de leitura, maté- rias pedagógicas, palestras e eventos, curiosidades entre outros que contribuam com os estudos e o crescimento pedagógico. 6. Plano de ensino: documento onde estão descritos a ementa, o objetivo e a justificativa da disci- plina, bem como o seu conteúdo programático, metodologia, sistema de avaliação e bibliografias básica e complementar.O acadêmico tem disponível, neste ambiente, o calendário da disciplina e todos os materiais didáticos necessários para a condução de seus estudos: aulas ao vivo, aulas conceituais, estudos de caso, atividades e material de estudo. MATERIAL DIDÁTICO A Universidade Cesumar promove ações para o desenvolvimento e aprimoramento de Materiais Didáticos, que têm como premissa ser um instrumento educacional de apoio para a construção do conhecimento, buscando facilitar a transmissão e assimilação dos conteúdos de cada disciplina. Pautam-se nas metodolo- gias definidas pela equipe pedagógica, ofertando recursos e tecnologias capazes de suportar esta demanda, colaborando para a melhor experiência de aprendizagem dos estudantes e disponibilizando o que há de mais moderno e inovador no campo educacional. Os materiais didáticos utilizados em cursos na modalidade a distância têm como referência os conceitos de comunicabilidade, interatividade e acessibilidade, tendo como norte o design universal de aprendiza- gem. Todo o material físico e eletrônico disponível, como livro, aulas ao vivo, aulas conceituais, aulas estudo de caso, atividades de estudo, constitui o material didático. Para zelar pela qualidade dos conteúdos, o NEAD/Universidade Cesumar possui uma equipe de cura- doria, cujo propósito é garantir que cada etapa do processo de produção dos materiais seja avaliada para verificar se as premissas metodológicas, acessibilidade, conteúdo e inovação estão disponibilizados e ali- nhados, em prol do processo ensino-aprendizagem. Os conteúdos são produzidos por profissionais capacitados e apresentam uma estrutura gráfica, pedagó- gica e metodológica, conforme procedimentos estabelecidos pela equipe responsável. Para que os materiais possuam uma linguagem inclusiva e acessível, pautada na premissa do Design Universal de Aprendizagem - DUA, a equipe desenvolveu o conteúdo de libras e os manuais de orientação de produção de conteúdo para os autores, tendo como meta em 2019 garantir que este conceito seja levado para todas as disciplinas a serem produzidas ou revisitadas. 124 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Os materiais são elaborados por uma equipe multidisciplinar, constituída por profissionais de dife- rentes áreas do conhecimento que atuam no NEAD da mantenedora. Essa equipe concebe e dissemina tecnologias e recursos educacionais inovadores, bem como tem seu processo de trabalho formalizado e plano de ação documentado. Desta forma, é possível avaliar os resultados e promover correções sempre que apontado pela curadoria. A concepção do material didático envolve o professor e o coordenador do curso para a revisão da análise conceitual; envolve, ainda, as equipes de tutoria, além da equipe de editoração da biblioteca para produção da ficha catalográfica. Semestralmente é realizado um levantamento com base no número de estudantes matriculados no sis- tema (via Portal ou Lyceum), para que seja gerada uma lista que reúne informações como o título do livro, a disciplina que será utilizado, a quantidade necessária para aquisição, entre outros. Para complementar a bibliografia internamente produzida, é ofertado conteúdo de qualidade, como E-books, Periódicos Científicos, Vídeos e Revistas. A Universidade Cesumar dispõe das assinaturas das bases de dados abaixo relacionadas: ■ EBSCO. ■ Pearson. ■ Revista do Tribunais. Figura 35 - Biblioteca digital Fonte: Universidade Cesumar (2019). O livro didático utilizado nos cursos contempla as exigências de formação apontadas no PPC e seus textos possuem uma linguagem inclusiva e acessível, disponibilizado no formato impresso e virtual. A Universidade Cesumar já possui um repositório e está desenvolvendo um portal chamado Biblioteca 125Organização Didático-Pedagógica Digital, em que todo o conteúdo estará disponível em meio virtual com ferramentas de acessibilidade como leitores de texto, formato Preto e Branco e ampliação de fonte, além de outros recursos que irão facilitar o acesso ao conteúdo. Sobre os materiais didáticos utilizados na Universidade Cesumar, tem-se: ■ Livros Físicos e Digitais: Entregues aos estudantes em versão física e também digital, versão essa que é disponibilizada ao estudante no Studeo – seu ambiente Virtual de Aprendizagem –, os livros são especialmente elaborados para que, por meio da linguagem dialógica, possam expressar os fundamentos teóricos que possibilitarão a compre- ensão dos conceitos inerentes à disciplina em estudo. O material é produzido de forma que garanta uma experiência agradável, tanto visual quanto de usabilidade e, principalmente, de aprendizagem. Os livros didáticos da Universidade Cesumar passam, ainda, por um momento de aprimoramento dos recursos ofertados. A implantação do Design Universal de Aprendizagem (DUA) tem possibilitado uma diferenciada experiência aos estudantes e também docentes. Por compreender que cada estudante possui sua característica individual e também suas aptidões, no que tange à forma de se relacionar com o conte- údo, o Design Universal de Aprendizagem (DUA) oferta aos estudantes inúmeras formas de apresentação do conteúdo, tais como: vídeos, locução, podcasts e demais conteúdos embarcados que permitam ao estu- dante uma rica experiência com o material didático. Todos os livros contam com um rigoroso processo de produção, passando pelas etapas de: curadoria, revisões gramaticais, textuais e metodológicas, design educacional, iconografia, ilustração, diagramação, validações e, por fim, as publicações e envio aos estudantes (realizado pelo departamento de logística). Etapas da produção de um livro: Figura 36 - Etapas de produção de um livro Fonte: Universidade Cesumar (2019). ■ Meu Papel no Mundo: O objetivo do projeto é promover uma ação entre Polo, Aluno e Universidade Cesumar, em que o aluno dispensa o material didático impresso, utilizando apenas o material didático na sua forma digital. Com essa atitude, o aluno estará contribuindo com a diminuição do impacto ambiental causado pela impressão do material, economizando papel, água, energia, combustível do transporte e diminuindo o descarte de livros não utilizados. Além disso, a Universidade Cesumar irá reverter o valor economizado no processo 126 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO de produção, distribuição e armazenamento dos livros em doações de alimentos para uma entidade bene- ficente localizada na região dos alunos participantes. Esses são os três pilares do Projeto: Economia, Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Figura 37 - Banner no Studeo para divulgação do Projeto Fonte: Universidade Cesumar (2019). Para participar do projeto, o aluno deverá optar se quer continuar recebendo o livro físico ou não. A dis- pensa do material impresso será indicada por meio de uma opção que ficará disponível no Studeo (ambiente virtual de aprendizagem) do aluno. ■ Coletânea para Disciplina Formação Sociocultural e Ética: Elaborada para a disciplina Formação Sociocultural e Ética, a coletânea é composta por fotos, filmagens, vídeos disponíveis aos alunos no ambiente on-line, e trata de conteúdos voltados à valorização da diversi- dade, do meio ambiente e da memória cultural, à promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial, história e cultura afro-brasileira e indígena; ao estudo dos valores éticos e culturais que permeiam as rela- ções dos homens na sociedade, à promoção de direitos humanos, tão significativos no mundo atual. A coletânea é atualizada de forma modular para que seja garantido que os materiais que a compõem este- jam sempre atualizados. ■ Uso de novas tecnologias e recursos: O departamento de Produção de Materiais e Conteúdos da Universidade Cesumar conta com a atuação da equipe de Projetos Especiais voltada para o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções educacionais. Para o constante aprimoramento dos materiais didáticos, são regularmente desenvolvidos novos pro-jetos que possam melhorar a experiência e o processo de aprendizagem por meio de soluções inovadoras. A Universidade Cesumar destaca-se como uma das instituições pioneiras na utilização dos recursos de Realidade Aumentada nos materiais didáticos. 127Organização Didático-Pedagógica Por meio de indicações no material didático, a Realidade Aumentada é exibida com o uso do aplicativo Unicesumar Experience em dispositivos móveis, permitindo ao estudante visualizar e manipular elemen- tos e interações 3D, proporcionando a exploração de estruturas e representações projetadas nos materiais de forma totalmente imersiva. Figura 38 - Reprodução de RA no material didático por meio do aplicativo Unicesumar Experience Fonte: Universidade Cesumar (2019). Cabe ressaltar que cada Realidade Aumentada é planejada de forma específica, mapeando as necessidades de seus pontos de informação, interações, animações, narração ou camadas. O Designer Educacional que acompanha a produção da disciplina e um programador 3D atuam em conjunto no planejamento e exe- cução, conforme direcionamento de relevância apontado pelo autor do material. Todo acesso e interação dos estudantes com os recursos de realidade aumentada são monitorados e registrados em portal de controle, que indicam a quantidade de acessos, geolocalização e forma de interação. De posse desses dados, as estratégias de acompanhamento e desenvolvimento estudantil tornam-se mais assertivas. ■ Aplicativo Unicesumar Experience: O Aplicativo Unicesumar Experience é utilizado para visualização das Realidades Aumentadas por meio de QR-Codes disponíveis nos materiais. 128 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO O acesso ao aplicativo é gratuito para Android e IOs, e tanto o App quanto o Portal de controle dos recur- sos foram concebidos internamente pela equipe de Projetos Especiais da Produção de Materiais Didáticos da Universidade Cesumar. ■ Games: Outro exemplo inovador, desenvolvido internamente pela equipe de produção de materiais e projetos espe- ciais, é o Game Equalize, voltado para o curso de nivelamento de matemática dos cursos de Engenharia Híbridos. por meio da gamificação, no game equalize os estudantes têm acesso a uma experiência imersiva com material de apoio e fóruns internos para discutir e tirar dúvidas de forma colaborativa. O ambiente simula de forma interativa uma trilha que divide os conteúdos em fases e propõe desafios no formato de quiz aos estudantes, que devem obter um percentual de acertos para avançar nos temas. É responsivo, fun- cionando também em dispositivos móveis. A pontuação obtida e o tempo de estudo em cada fase são monitorados, gerando uma classificação no game e, também, fornecendo subsídios para identificar as melhores ações pedagógicas a serem toma- das junto aos estudantes. Os recursos educacionais são monitorados nas por meio do Portal APP Game, no qual constam os ambientes de realidade aumentada e QR Code, gerando indicadores do processo cognitivo, em que é possí- vel mensurar os recursos mais acessados, o desempenho dos estudantes e de qual região vieram os acessos por meio do recurso de geolocalização, conforme ilustra a figura a seguir. Figura 40 - Tela inicial do game Equalize Fonte: Universidade Cesumar (2019). 129Organização Didático-Pedagógica Figura 41 - Indicadores do processo cognitivo Fonte: Universidade Cesumar (2019). 130 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM Avaliar é um processo indispensável em qualquer proposta de educação, ou seja, é inerente e imprescin- dível para o fazer pedagógico realizado em constante “ação-reflexão-ação”. Nesse sentido, o processo de avaliação não pode estar desvinculado da ação e da reflexão pedagógica. Possui complexidade pedagó- gica, pois envolve muitos fatores que compreendem o ensinar e o aprender. Mesmo em nível superior não deve se caracterizar como algo mensurável ou de verificação apenas. A avaliação caracteriza-se por ser ele- mento que visa a propiciar mudanças significativas das práticas docentes. As avaliações são compostas de avaliações a distância, on-line e presenciais, com controle de frequên- cia e precauções na segurança para apresentar credibilidade nos resultados. A avaliação discente comporta dois tipos de avaliações ao longo do seu processo de aprendizagem: ava- liação formativa e avaliação somativa. A avaliação formativa é aquela que prioriza não apenas o resultado da aprendizagem, mas, principalmente, o seu sucesso. Ela é fundamental para acompanhar o desenvolvi- mento do estudante e proporcionar informações sobre o seu aprendizado durante todo o curso. Portanto, é ideal para acompanhar a educação a distância. A avaliação formativa trata de aspectos como: participação, assiduidade no ambiente virtual de apren- dizagem, postura colaborativa do estudante em relação aos colegas, neste caso, por meio do fórum. A participação é concretizada pela realização de todas as atividades propostas; a entrega de trabalhos e ativi- dades nas datas pré-estabelecidas; participação em chats, fóruns, enquetes; envio de e-mails e mensagens ao tutor e aos professores formadores. Espera-se, utilizando os recursos inerentes à modalidade, levar o estudante a “pesquisar, simular situ- ações, testar conhecimentos específicos, descobrir novos conceitos, lugares, ideias e produzir novos textos, avaliações e experiências” (MORAN, 2000, p.44) e sempre “colocando-se em confronto com seus próprios limites, no melhor dos casos, auxiliando a ultrapassá-los” (PERRENOUD, 1999, p.63). No decorrer das disciplinas, os professores formadores e tutores apresentam ao estudante todos os critérios básicos que norteiam o processo de avaliação e as atividades que serão solicitadas. Para que se tenha um bom resultado nos estudos é necessário cumprir todas as atividades estabelecidas nas diferentes etapas do curso. As questões das avaliações são elaboradas pelo professor formador da disciplina e cadastradas em um banco de questões que faz a gestão do conteúdo e as randomiza no momento de criar uma nova avaliação. Sistema de Avaliação No modelo do NEAD/Universidade Cesumar, o resultado final é composto pela soma das provas, ativida- des objetivas, fóruns e MAPA (Material de Avaliação Prática de Aprendizagem) desenvolvidos ao longo do módulo, que levará o estudante à aprovação ou reprovação nas disciplinas e, consequentemente, nos módulos do curso. NOTAS DE ATIVIDADES SEMANAIS E PROVAS - DISCIPLINAS TEÓRICAS PROVAS DE 1ª E 2ª OPORTUNIDADE 6,0 ATIVIDADE DE CONHECIMENTOS GERAIS 0,5 ATIVIDADE DE ESTUDO (ON-LINE) 2,0 MAPA 1,5 131Organização Didático-Pedagógica TOTAL 10,0 PROVA PONTUAÇÃO PROVA SUBST. PRESENCIAL 10,0 Os gabaritos, após aplicados, são digitalizados e encaminhados para sede via sistema para correção. Na sede, a célula de avaliação, responsável pelas correções das atividades e provas, realiza a correção das provas e, no prazo estabelecido em calendário, lança as notas, que ficam disponíveis no Studeo (ambiente virtual de aprendizagem) para consulta dos estudantes. A geração de provas considera três regiões do Brasil, considerando os diversos fusos horários. Regime de Dependência As matrizes curriculares dos cursos do NEAD – Unicesumar são divididas em módulos. Para ser con- siderado Aprovado(a), o estudante deverá obter média igual ou superior a 6,0 (seis) em cada disciplina do módulo. Caso não tenha conseguido a média suficiente, mesmo fazendo a Prova Substitutiva (SUB), será considerado(a) reprovado(a) na disciplina, permanecendo em Dependên cia (DP). Os estudantes serão matriculados automaticamente nas disciplinas em regime de Dependência, assim que as mesmas forem ofertadas. Só poderão ter até 4 disciplinas em DP para que sejam matri- culados no próximo módulo. Todos os estudantes que forem matriculados em regime de DP terão os mesmos critérios para estudode uma disciplina curricular, Çou seja, farão todas as atividades, MAPA e fórum pertinentes a uma disciplina em regime curricular e a prova terá o valor de 6,0 pontos. Os estudantes em DP usu- fruem do AVA normalmente, podendo assistir às aulas e ter acesso a todas as atividades e materiais disponíveis assim como um estudante curricular. Regime de Adaptação As adaptações são geradas por motivos de transferências externas ou internas ou no caso de alteração de matrizes curriculares. Para os estudantes que tiverem adaptações a fazer, estes seguirão as regras de uma disciplina curricular em que estejam regularmente matriculados. NÚMERO DE VAGAS O número de vagas do curso visa corresponder, com qualidade, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da instituição e dos Polos de Apoio Presencial. O Curso de Bacharelado em Engenharia de Software possui 1.500 vagas anuais autorizadas pelo CONSUNI. A pesquisa para a abertura de números de vagas do Curso de Bacharelado em Engenharia de Software teve como base os estudos da ferramenta Geofusion, com os dados sociodemográficos de cada estado e município com Polo de Apoio Presencial da Universidade Cesumar e, dados do Censo da Educação Superior apresentados pelo Ministério da Educação. Tabela 3 - Composição final das notas por disciplina / Fonte: Universidade Cesumar(2019). 132 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO O ingresso aos cursos de graduação do NEAD - Universidade Cesumar é realizado por processo seletivo normatizado por edital e divulgado nos meios de comunicação. O processo seletivo é realizado em 4 (quatro) módulos ingressantes e tem por finalidade a seleção de candidatos para o preenchimento das vagas existentes nos cursos de graduação a distância, sendo ofertados em Polos de Apoio Presencial credenciados, levando em consideração os conhecimentos adquiridos na conclusão do Ensino Médio ou equivalente. O candidato que realizou as provas do ENEM, no ato da inscrição, poderá optar pela utilização do seu melhor resultado do ENEM para sua classificação no curso escolhido no Processo Seletivo. Poderão também concorrer às vagas os portadores de diploma de nível superior, os estudantes egressos e os candidatos advindos de transferência externa. A Universidade Cesumar está cadastrada no Programa Universidade para Todos (PROUNI). CORPO DOCENTE E TUTORIAL POLÍTICA INSTITUCIONAL DE FORMAÇÃO DOCENTE A Universidade Cesumar alinha a sua proposta de formação docente às competências esperadas dos professores que atuam na IES. As competências definem as habilidades, os conhecimentos e as atitudes necessários para a atuação eficiente na docência e estão ancoradas nos pilares institucionais (intelectual, profissional, emocional e espiritual). Neste contexto, as Políticas de Formação Docente seguem as seguintes ações: I. Desenvolvimento e a reflexão da prática educativa permanente aos docentes da Universidade CesumarUnicesumar. II. Inserção de novas práticas e metodologias de ensino por meio de ações de formação e de divulga- ção entre os docentes. III. Estratégias de compartilhamento e valorização das boas práticas educativas entre os docentes da instituição. IV. Acompanhamento, apoio e mentoria com foco na melhoria da prática pedagógica. V. Valorização dos professores pela sua atuação em sala de aula, o seu comprometimento, engaja- mento, suas publicações científicas e as suas boas práticas pedagógicas. VI. Discussão e aprendizado docente com desenvolvimento de ações preventivas, de inovação e refle- xão da atuação deste profissional na instituição. VII. Qualificação acadêmica do corpo docente e incentivar os professores a melhorar a sua titulação stricto sensu por meio dos cursos de mestrado ou doutorado na IES. VIII. Fortalecimento da semana de formação docente, garantindo a divulgação das diretrizes internas, propiciar a discussão da prática educativa e da qualidade dos processos acadêmicos. IX. Organização de espaços criativos de formação (Inspira Space) que reflita, na práxis docentes, a cul- tura, as necessidades institucionais e a identidade pedagógica da Universidade CesumarUniCesumar. 133Corpo Docente e Tutorial X. Desenvolvimento do projeto “professor inspiração”, que permita a socialização e o reconhecimento de boas práticas pedagógicas; XI. Promoção do mentoring docente com o objetivo de melhoria constante da didática docente. XII. Revitalização continua do Universo Corp. para que ele cumpra a sua função como plataforma online de cursos e capacitações do corpo de colaboradores da Universidade CesumarUnicesumar. XIII. Integração de novos professores e coordenadores de curso com o objetivo de promover o acolhi- mento e a ambientação de novos colaboradores. XIV. Oferta de curso de pós-graduação em docência para todos os professores da Universidade CesumarUnicesumar. XV. Desenvolvimento da formação continuada por área. XVI. Estruturar e manter Programa de Apoio ao Desenvolvimento Profissional: Capacitação Docente e Técnica (PADEP) vinculado à diretoria de pesquisa da Universidade CesumarUnicesumar. XVII. Organizar programa de reconhecimento dos docentes que se destacam ao longo do ano por seu comprometimento com os princípios da IES (Professor Inspiração, Professor Revelação, Professor Atuação). A Universidade Cesumar possui um compromisso com a formação continuada de seus tutores, com o intuito de manter os profissionais em permanente aperfeiçoamento dos saberes já consolidados, além da atualização dos novos conhecimentos. Neste sentido a política de capacitação e formação continuada para tutores investe em: I. Formação continuada para os tutores presenciais e a distância como forma de desenvolver as competências e habilidades necessárias à atuação pedagógica, tendo em vista o atendimento das especificidades da modalidade de educação a distância. II. Capacitação técnico-pedagógica para a utilização das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, assim como os demais recursos tecnológicos institucionais disponíveis. III. Participação em cursos de desenvolvimento pessoal. IV. Participação do corpo de tutores presenciais e a distância em eventos científicos, técnicos, artísti- cos ou culturais. V. Incentivo, entre o corpo técnico-administrativo e os tutores presenciais, a qualificação acadêmica em cursos de graduação e/ou programas de pós-graduação. Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE Atendendo à Resolução MEC nº 1 de 17 de junho 2010, a Universidade Cesumar tem seu NDE for- mado por um grupo de cinco (5) docentes que atuam em regime de tempo integral e possuem titulação de mestre ou doutor, no acompanhamento, consolidação e atualização do PPC, e pelo coordenador do Curso. O NDE tem por finalidade: ■ Analisar com o Colegiado do Curso, o perfil profissional do egresso do curso, que deve expressar, de acordo com as exigências das DCN, as competências a serem desenvolvidas pelo discente, arti- culadas com as necessidades locais e regionais e em função das demandas do mundo do trabalho. ■ Atualizar periodicamente o PPC, conduzindo os trabalhos de reorganização curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário. 134 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ■ Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino cons- tantes no currículo. ■ Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado. ■ Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo Projeto Pedagógico. ■ Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a contra- tação ou substituição de docentes, quando necessário. ■ Acompanhar a política de avaliação de aprendizagem e seu impacto na formação do estudante. ■ Zelar pelo cumprimento do Catálogo do Curso. ■ Identificar se a proposta pedagógica do curso está aderente aos conceitos deaprendizagem do estudante. O quadro com os componentes do NDE pode ser observado no Anexo desse Projeto Pedagógico. EQUIPE MULTIDISCIPLINAR A Instituição mantém uma equipe multidisciplinar constituída por profissionais de diferentes áreas do conhecimento e responsável pela concepção, produção e disseminação das tecnologias e recursos educa- cionais na Educação a Distância. Essa equipe é composta por coordenadores de curso, professores, programadores de sistemas digitais, animadores 3D, revisores textuais, ilustradores, programadores visual gráfico e designers educacionais, equipe de TI e equipe de estúdio. Sumariamente, o processo de concepção e produção dos recursos educacionais acontece com a inte- ração da diretoria, coordenador de curso, professor formador e conteudista e equipe do departamento de produção de materiais, em que está a célula de projetos especiais encarregada de apresentar e conce- ber as inovações tecnológicas, e a equipe de departamento de estúdio. Todos os processos de concepção são documentados, validados junto ao(s) autor(es) e coordenação, e finalmente homologados com usabi- lidade e otimização dos recursos. 135Corpo Docente e Tutorial Figura 41 - Organograma Design Educacional Fonte: Universidade Cesumar (2019). A elaboração de um conteúdo tem início com o professor junto ao design educacional para a etapa de abstração e concepção dos elementos pedagógicos. Uma vez definido o conteúdo a ser produzido e os recursos tecnológicos a serem desenvolvidos, o programador de sistemas digitais e o animador 3D iniciam a criação do objeto de aprendizagem. Após finalizado, esse objeto é cadastrado em um Repositório de gerenciamento de recursos educacionais; mediante aprovação da equipe pedagógica e de acordo com os critérios de usabilidade e especificidades técnicas, o recurso poderá ser liberado para os estudantes. Figura 42 -Etapas de abstração e concepção dos elementos pedagógicos Fonte: Universidade Cesumar (2019). 136 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO DE CURSO A coordenação de curso tem participação efetiva nos órgãos colegiados superiores CONSEPE e CONSUNI. É presidente do Colegiado de Curso e do Núcleo Docente Estruturante, cujas competências são descritas nos artigos 7º, 8º e 9º do Regimento da Universidade Cesumar. Faz sua gestão de forma interativa com todos os envolvidos nas atividades do curso: docentes, discentes, colaboradores dos serviços e sociedade civil organizada, buscando a consolidação dos objetivos do curso alinhados à missão institucional. Articula as ações com o Núcleo Docente Estruturante (NDE), lideranças e coordenadores das áreas, na revisão dos planos de ensino, planejamento dos módulos e atividades temá- ticas e demais atividades do curso, atuando de forma conjunta e complementar. A coordenação atua em tempo de dedicação integral e, sempre que necessário, atende professores e estudantes para resolução de problemas, orientações e encaminhamentos didático-pedagógicos e o coti- diano do curso. Cabe a ele, ainda, zelar pelo cumprimento das políticas institucionais constantes do PPC, sempre em consonância com o PDI, no âmbito do curso, efetivando o elo entre a gestão do curso e a ges- tão institucional, evidenciando o seu conhecimento e comprometimento com o PPC. A coordenação desenvolve um modelo de gestão democrática e participativa, construindo coletiva- mente seus projetos, suas políticas e suas tomadas de decisões. Sua gestão é pautada em um plano de ação documentado e compartilhado, com indicadores de desempenho disponíveis para os gestores e professo- res. Dessa forma, possui uma estrutura menos burocratizada que a torna ágil, flexível e com grande capacidade de comunicação interna, inte- grando a gestão institucional à gestão do curso. Objetivando deliberar acerca de assuntos em pauta, plane- jar ações, discutir processos e aproximar a administração, há reuniões periódicas com a Direção da área, com as coordena- ções de curso, do Conselho Universitário (CONSUNI), NDE e Colegiado de Curso. Esta é a oportunidade em que são delibera- das as políticas institucionais e ações delas decorrentes. Articula-se, também, com a Pró-Reitora de Ensino para solução de demandas que envolvam o quadro docente; interage com os responsáveis pela Biblioteca, para verificação e atualiza- ção do acervo; com a Secretaria Acadêmica, para acompanhar o desenvolvimento acadêmico do corpo discente e com a área admi- nistrativa para encaminhamento de demandas de infraestrutura. A coordenação do Curso deverá, com o apoio e supervisão do NDE e do Colegiado do Curso garantir que os professores do curso tenham regularidade nas produções científicas, culturais, artísticas ou tecnológicas. Regime de Trabalho do Coordenador de Curso O coordenador atua em tempo de dedicação integral e, sempre que necessário, atende professores e estu- dantes para resolução de problemas, orientações e encaminhamentos didático-pedagógicos e o cotidiano https://apigame.unicesumar.edu.br/getlinkidapp/3/502 137Corpo Docente e Tutorial do curso. Tem representatividade nos colegiados superiores, cuja atuação e resultados são documentados e compartilhados entre os demais gestores e os professores. O coordenador do curso zela pelo cumprimento das políticas institucionais constantes do PPC no âmbito do curso, efetivando o elo entre a gestão do curso e a gestão institucional, evidenciando o seu conhe- cimento e comprometimento com esse documento. Esses e outros indicadores considerados relevantes são públicos e mostram o desempenho da coor- denação, o que favorece, inclusive, administrar a potencialidade do corpo docente do curso e favorece a integração e sua contínua melhoria. CORPO DOCENTE Os professores exercem atividades de ensino, investigação científica, extensão e administrativas. Eles inte- gram a comunidade acadêmica, devendo, no desempenho de suas funções, levar em conta o processo global de educação segundo as políticas e os objetivos da Instituição. O quadro de docentes do curso é composto por professores com doutorado, mestrado e especialis- tas. Essa formação lhes possibilita analisar os conteúdos dos componentes curriculares, identificando sua relevância para a construção de um perfil de aluno voltado para o raciocínio crítico, incentivando seu envol- vimento com a investigação cientifica como base para a produção ampliada do conhecimento e organização de grupos de estudo e de investigação científica. Faz parte de suas atividades acompanhar a formação do perfil de egresso desenhado para o curso bem como analisar a relevância dos conteúdos dos curriculares para a atuação profissional e acadêmica dos alunos. O grupo de professores é, portanto, responsável também pela definição dos componentes curriculares e respectiva bibliografia atualizada, identificando sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do aluno e estimulando seu acesso à investigação científica. Tem como uma das suas principais responsa- bilidades analisar e utilizar os dados desses processos para a melhoria contínua do planejamento e gestão do curso e formar grupos de estudo e de investigação científica com condições de elaborar e publicar tra- balhos na sua área de conhecimento. O Quadro Docente com sua respectiva titulação está detalhado no Anexo desse documento. FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O Colegiado de Curso é um órgão consultivo e de assessoramento do coordenador do curso. Está institu- cionalizado e sua composição contempla a representatividade dos diferentes segmentos: I. coordenador do curso, seu presidente nato; II. quatro representantes docentes, indicados por seus pares que participam das atividades do curso; III. um representante discente, indicado pelos estudantes matriculados no curso em eleição direta. Compete ao Colegiado: I. aprovar os planos de ensino das disciplinas do curso, observadas as diretrizes gerais para sua ela- boração, aprovadas pelo Conselho de Ensino,Pesquisa e Extensão; 138 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO II. coordenar e supervisionar os planos e atividades pedagógicas do curso; III. coordenar o planejamento, elaboração, execução e acompanhamento do projeto pedagógico do curso, propondo alterações, caso seja necessário; IV. emitir parecer em Projetos de ensino, pesquisa e extensão vinculados à coordenadoria do curso; V. exercer as demais funções que lhe sejam previstas em lei, neste Regimento e nos regulamentos apro- vados pelos conselhos superiores; VI. participar ativamente da administração acadêmica e administrativa do curso, assessorando os Diretores Acadêmicos e Administrativos e os demais dirigentes no desempenho de suas funções; VII. propor ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão normas de funcionamento e verificação do rendimento escolar para Estágio, Trabalho de Conclusão de Curso; VIII. propor aos Conselhos Superiores e órgãos da Instituição medidas e normas referentes às atividades acadêmicas, disciplinares, administrativas e didático-pedagógica necessárias ao bom desempenho e qualidade do curso; IX. sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades da Instituição, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor; X. homologar o aproveitamento de estudos de estudantes transferidos; XI. homologar o aproveitamento de estudos por competência, de acordo com as regras do regula- mento próprio; XII. zelar pela fiel execução dos dispositivos, regimentais e demais regulamentos e normas. As reuniões do Colegiado são planejadas para garantir o fluxo dos temas a serem discutidos e realizadas com periodicidade; ao final dessas reuniões é feita uma ata registrando as decisões tomadas e definindo o fluxo para o encaminhamento de cada uma delas. As decisões do colegiado devem ser registradas nos sistemas institucionais, em que possuem um fluxo pré-determinado para o registro, encaminhamento e acompanhamento da execução das decisões, con- forme quadro a seguir, permitindo ampla visão das necessidades de implementação ou ajustes das práticas de gestão do âmbito do curso. ASSUNTOS RELACIONADOS SISTEMAS DE REGISTRO, ENCAMINHAMENTO E ACOMPANHAMENTO ÁREAS ENVOLVIDAS Notas, registros de atividade complementar, validação de aproveitamento de estudos SPO/Portal Unicesumar EAD • http://sistemasead.unicesumar.edu.br/portal/ • http://sistemasead.unicesumar.edu.br/protocolo/ Secretaria Produção de Materiais Sydle Seed • https://unicesumar.sydle.com/unicesumarseed/sd/ Curadoria Infraestrutura (telefonia, imobiliário, logística) SAI • http://suporte.unicesumar.edu.br/ Diretoria Administrativa Sistemas de informação - TIC SAI • http://suporte.unicesumar.edu.br/ Diretoria de TI 139Infraestrutura Back Office (documentação, provas, postagem, régua de comunicação com estudante) Sydle Seed/Portal Unicesumar EAD • https://unicesumar.sydle.com/unicesumarseed/sd/ • http://sistemasead.unicesumar.edu.br/portal/ Curadoria, Tutoria, Retenção Quadro 4 - Acompanhamento da execução das decisões / Fonte: Universidade Cesumar (2019). A atuação dos membros do Colegiado é avaliada periodicamente e seu resultado é utilizado para ampliar a qualidade de seu desempenho. INFRAESTRUTURA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE E SUA UTILIZAÇÃO A Universidade Cesumar disponibiliza uma infraestrutura para atender a comunidade acadêmica assen- tada em 21 hectares de campos, com mais de 100 mil m² de área construída, que contém: 1. 100 Laboratórios 2. 2 Quadras de Tênis. 3. 211 salas de aula, todas com projetor multimídia, som, computador e internet. 4. 3 Ginásios de Esportes cobertos, o principal deles com capacidade para 3.000 pessoas. 5. 2 Restaurantes. 6. 4 Lanchonetes 7. 4 Anfiteatros. 8. 6 clínicas (Fonoaudiologia, Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Estética). 9. Academia. 10. Agência de Turismo: CESUTOUR. 11. Biblioteca Central e Biblioteca da EAD. 12. Campo de Futebol Suíço. 13. Centro de Biotecnologia. 14. Centro de Hospitalidade (Hotel e Restaurante-Escola). 15. Estacionamento asfaltado para mais de 3 500 veículos. 16. Farmácia-Escola. 17. Fazenda-escola Experimental. 18. Hospital Veterinário. 140 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO 19. ICETI – Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação. 20. Juizado de Pequenas Causas. 21. Livraria Campus. 22. Museu. 23. Núcleo de Prática Jurídica. 24. Pista de Atletismo. 25. Piscina semiolímpica coberta e aquecida. 26. Rádio Universitário Unicesumar: RUC, FM 94,3. 27. Rede Wi-Fi em todo o Campus de Maringá. 28. TV Unicesumar – Canal 28 UHF. 29. 10 Estúdios de EAD. Além dos espaços para as atividades de ensino, investigação científica e extensão há, ainda, uma área total de 15.939m2 para a convivência de estudantes, professores, tutores, mediadores, coordenadores e técni- cos administrativos. ESPAÇO DE TRABALHO PARA DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL E DEMAIS PROFESSORES Os professores em regime de tempo integral possuem salas de trabalho, em amplos e confortáveis espaços, onde podem receber estudantes, individualmente ou em grupo. Essas salas contam com uma adequada estrutura, telefone, ar-condicionado, computador conectado à internet e à rede interna, o que lhes permite, entre outras atividades: acessar, via Intranet, o cadastro dos estudantes, históricos escolares, frequência, gráficos e relatórios da avaliação docente; e o Portal. Pelo Studeo é possível verificar se houve a disponibilização de material didático (vídeoaulas, atividades e materiais extras), por meio desse Sistema é possível acompanhar o desenvolvimento das aulas, acessar os fóruns de discussão entre os estudantes, acessar os materiais de estudos complementares, e pelo Lyceum, os relatórios acadêmicos específicos e as informações a respeito dos estudantes. A Universidade Cesumar possui 25 salas que podem ser utilizadas por todos os professores, que têm à sua disposição impressoras e escrivaninhas com cadeiras, espaço para café, privacidade, segurança e espaço para guarda de seu material de trabalho, além dos recursos de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação). Os demais professores dos cursos dispõem de salas de trabalho, com estrutura necessária para o seu desempenho e bem-estar, mesas de leitura e reunião, computadores ligados à internet, armários, espaço para café, recursos de TIC, além de espaço para descanso e integração. A sala dispõe de apoio técnico-ad- ministrativo próprio e espaço para a guarda de equipamentos e materiais. Esses professores têm acesso ao Studeo e o Lyceum e podem acessar os relatórios acadêmicos especí- ficos e realizar consultas a respeito dos estudantes. 141Infraestrutura ESPAÇO DE TRABALHO PARA O COORDENADOR O curso conta, também, com um espaço próprio para a coordenação com infraestrutura. O espaço tem uma dimensão adequada, boa iluminação, acústica, ventilação e acessibilidade e dispõe de computado- res individuais ligados à internet. Nesse espaço, os coordenadores têm espaço para guarda de seu material de trabalho e podem receber professores e estudantes com privacidade e segurança. Os coordenadores de curso contam com os recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados para sua interação com todas as atividades do curso. SALA COLETIVA DE PROFESSORES Os demais professores dos cursos dispõem de salas de trabalho, localizadas no bloco do respectivo curso, com estrutura necessária para o seu desempenho e bem-estar, mesas de leitura e reunião, computadores ligados à internet, armários, espaço para café, banheiros e atendentes, além de espaço para descanso e integração. A sala dispõe de apoio técnico-administrativo próprio e espaço para a guarda de equipamentos e materiais. Esses professores têm acesso ao Studeo e o Lyceum e podem acessar os relatórios acadêmicos especí- ficos e realizar consultas a respeito dos estudantes. SALAS DE AULA As salas de aula são amplas,confortáveis, arejadas e bem iluminadas; possuem computadores conecta- dos à internet, tela de projeção e retroprojetor multimídia fixo à disposição do professor. As cadeiras são independentes e confortáveis e com possibilidade de novas configurações espaciais. O quadro de escrever é amplo e curvo para facilitar a leitura de qualquer ponto da sala e há um mural para divulgação de infor- mações pertinentes à turma. Possui outros recursos cujas ações são comprovadamente exitosas. Todas as salas são equipadas e contêm, em média, 4 (quatro) ventiladores. As janelas possuem cor- tinas para bloqueio da luz durante o dia e as portas possuem janela de vidro para a visualização interna. Uma equipe de funcionários se responsabiliza pela manutenção técnica e de limpeza das salas, e sua configuração espacial permite mudança de posição das carteiras, possibilitando distintas situações de ensino e de aprendizagem. ACESSO DOS ESTUDANTES A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA O curso tem a sua disposição laboratórios de informática nos polos que são utilizados para realização das atividades, bem como para assistir às aulas ao vivo ou por demanda. Para o desenvolvimento dos projetos de ensino, são disponibilizados softwares especializados, que são atualizados sempre que o mercado absorve a utilização de uma nova versão dos mesmos. Há ver- sões de softwares que se consagram e mesmo havendo uma versão mais atual, em muitos casos, esta passa a ser utilizada após longo período de tempo. 142 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO Os equipamentos utilizados possuem capacidade de memória e processamento adequados às exi gências dos softwares utilizados, garantindo que a aprendizagem dos acadêmicos não seja compro- metida. Sempre que os equipamentos se tornam obsoletos para a finalidade específica, são realocados. Para manter atualizados os softwares nos laboratórios de informática, o polo de apoio presencial segue um plano de atualização dos programas. Isso garante a qualidade de atendimento e garante que o estudante terá a ferramenta necessária para desenvolver a atividade proposta que necessita do software. Os laboratórios de informática contam também com acesso à internet, permitindo maior flexibi- lidade na realização das atividades dos acadêmicos. O acesso aos laboratórios é facilitado, possuindo rampa, quando necessário, permitindo o acesso de cadeirantes e pessoas com outras necessidades edu- cacionais especiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC) A Biblioteca Universitária (BU) é organizada de forma centralizada quanto à compra e assinatura do material informacional destinado aos cursos de graduação oferecidos pela Universidade Cesumar com o objetivo de propiciar o crescimento racional e equilibrado do acervo. O acervo da Biblioteca é composto por 420.000 exemplares, constituído de livros, periódicos, livros de referência, coleções especiais, vídeos, banco e bases de dados. A Biblioteca conta com: ■ BASES DE DADOS PAGAS: EBSCO – Acesso a E-books e Artigos Científicos, Áreas de Humanas e Saúde; EBSCO Odontologia – (Específica); UP TO DATE – Especificamente para o Curso de Medicina, atendendo também os outros Cursos da Saúde; RT – Revista dos Tribunais – com acesso a mais de 36 títulos de Revistas específicas para o Curso de Direito; IEEE - Curso de Engenharias e Informática; CENGAGE – Especificamente com E-books para o Curso de Estética. ■ BASES DE ACESSO LIVRE: Portal de Periódicos - CAPES; Portal de Periódicos da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina); Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD); Banco de Teses da Capes; Scielo; Scirus – for Scientific Information Only; RDU – Repositório Digital Cesumar. 143Infraestrutura ■ BIBLIOTECA VIRTUAL PEARSON – com mais de 7.300 títulos de livros em todas as áreas. Todo o acervo é informatizado e funciona em rede; o Software utilizado é o PERGAMUM, possibilitando a consulta e a alimentação das bases de dados simultaneamente. O Sistema de Gerenciamento de bibliotecas é utilizado nas principais universidades brasileiras; que permite controle e acesso a módulos de consulta, catalogação, circulação, e o Autoempréstimo que está sendo implantando nas Bibliotecas da Universidade Cesumar, em que o próprio estudante fará o empréstimo de seus livros. Como previsto no PDI da Instituição, a biblioteca tem uma política de aquisição do acervo centrali- zada, que atende as sugestões dos professores encaminhadas à Biblioteca em formulário próprio e assinado pelo Coordenador do Curso. Essa política tem em vista contar com o envolvimento dos professores na seleção do acervo físico das Bibliografias Básica e Complementar dos Cursos; está tombado e informatizado e o acervo virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IES, bem como no gerenciamento dos recursos disponíveis. A política de atualização do acervo, que considera as sugestões dos estudantes e dos bibliotecários, é permanente e feita por meio de compras, doações e permutas e o intercâmbio de periódicos nacionais e estrangeiros, por meio da troca com títulos editados pela Instituição. O controle e acompanhamento do acervo é efetuado pela Reitoria e Pró-Reitorias com o objetivo de conduzir um crescimento racional, consistente e equilibrado, que atenda aos interesses da comunidade universitária da Universidade Cesumar. O acervo na área do curso de Bacharelado em Engenharia de Software está atualizado, atende ade- quadamente as unidades curriculares e os conteúdos descritos no PPC; nos títulos virtuais a Instituição garante o acesso contando com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda, bem como acesso à internet e uso de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendi- zagem. A Biblioteca conta com um Plano de Contingência elaborado e organizado para garantia do acesso e do serviço. PROCESSO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO (LOGÍSTICA) Após o levantamento da quantidade necessária de material, este é encaminhado ao departamento de compras da IES para cotação com os fornecedores e aprovação da Pró-Reitoria de Ensino. Uma vez aprovado o orçamento, é feito o pedido de produção para a gráfica com prazo de entrega de dez dias úteis. Durante esse prazo, é realizado agendamento de entrega e o monitoramento contínuo da mesma, para evitar atrasos. Esse acompanhamento é diário e os casos de atraso são notificados com uma nova previsão de entrega. Assim que o departamento da logística da Instituição recebe os livros, todos os títulos são cadastrados no sistema Portal, associando-os aos estudantes matriculados, à turma desses estudantes e à quantidade de livros que serão alocados; fica também definida sua organização e armazenamento na estrutura física da biblioteca. Em seguida, o estudante recebe uma comunicação no ambiente virtual Studeo informando-o que o livro está disponível para ser retirado na Biblioteca da Instituição; os coordenadores de curso apoiam essa ação, 144 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE - BACHARELADO reforçando-a via comunicado. Uma equipe da Biblioteca e da Pró-Reitoria de Ensino realiza a entrega dos livros mediante apresentação de documento de identificação. O monitoramento da quantidade de entrega dos livros para os estudantes é realizado por meio de relatórios diários. Para controle e análise de performance, são utilizados como principais indicadores as entregas das transportadoras, o tempo médio de entrega e o custo logístico. Visando à garantia da continuidade de atendimento aos estudantes, a Universidade Cesumar conta com um Plano de Contingência elaborado com a previsão de cenários de riscos e as ações emergenciais a serem tomadas no caso da constatação de risco na distribuição dos materiais. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP) O Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Cesumar (CEP)constitui um colegiado multi e trans- disciplinar e independente, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, criado para garantir padrões éticos no desenvolvimento da pesquisa envolvendo seres humanos. Dentre seus objetivos, destacam-se: I. defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade; II. orientar no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos; III. analisar e emitir parecer de acordo com os princípios éticos emanados pela Resolução nº 196/96 e complementares do Conselho Nacional de Saúde sobre pesquisas que envolvam a utilização de seres humanos, e pelas normas e orientações da Comissão Nacional de Ética em pesquisa (CONEP/MS). Em 2012, a CONEP – Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, diretamente ligada ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), foi criada pela Resolução do CNS 196/96 tendo como principal atribuição o exame dos aspectos éticos das pesquisas que envolvem seres humanos. Como missão, elabora e atualiza as diretrizes e normas para a proteção dos sujeitos de pesquisa e coordena a rede de Comitês de Ética em Pesquisa das instituições de todo o Brasil. Neste mesmo ano foi implantado a Plataforma Brasil, por onde dá-se toda a tramitação para avaliação dos projetos que envolvem seres humanos, antes protocoladas exclusivamente nos CEPs institucionais. AMBIENTES PROFISSIONAIS VINCULADOS AO CURSO A Universidade Cesumar é vocacionada a atuar alinhada à formação do estudante em ambiente acadê- mico e profissional, destinado a integrar processos, em que teoria abarca a perspectiva prática relacionada ao cotidiano de ambientes educacionais, formais e não formais, escolas públicas, privadas e do terceiro setor. É premissa oportunizar a oferta de espaços complementares para a aprendizagem prática da docên- cia, corroborando para uma experiência diferenciada ao estudante. Seja por meio do estágio supervisionado obrigatório, do estágio não obrigatório, das visitas técnicas monitoradas ou de projetos de ensino e extensão, que são estabelecidos com os ambientes profissionais, na Universidade Cesumar atua a favor dos estudantes, com equipes das áreas pedagógicas, de negócios e dos polos de apoio presencial, focadas em gerar oportunidade de aprendizagem em atividades presenciais, relacionadas a todas as áreas do conhecimento e orientada pelas diretrizes curriculares ou por análise do perfil do egresso objetivado. 145Infraestrutura A responsabilidade da IES em conceber estratégias para acesso aos ambientes profissionais para realiza- ção de atividades está presente na articulação promovida pela metodologia, que é concebida para articular os conteúdos teóricos e as atividades práticas, ainda que hipoteticamente desenvolvidas, por meio de situ- ações problemas propostas nas atividades de estudo (MAPA, por exemplo), em que casos apresentados requer do estudant, a habilidade de apresentação de soluções viáveis aos ambientes profissionais. Estes processos junto aos ambientes profissionais são acompanhados e avaliados periodicamente, são documentadas e proforma melhoria contínua. CO O RD EN A D O R( A ) D O C U RS O D E BA CH A RE LA D O E M E N G EN H A RI A D E SO FT W A RE ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M A N O S EX PE RI ÊN CI A E M M ES ES TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N om e CP F N D E (S /N ) C. H . Se m an al Fo rm aç ão (G ra du aç ão /M ai or Ti tu la çã o Pó s- G ra du aç ão ) A fo rm aç ão do d oc en te é ad eq ua da à di sc ip lin a? D is ci pl in as Le ci on ad as Te m po M ag is té ri o IE S Te m po Ex p. E d. Bá si ca Te m po E xp . D oc ên ci a na E A D Te m po Ex p. P ro f. Te m po M ag is té ri o IE S Te m po Ex p. E d. Bá si ca Te m po E xp . D oc ên ci a na E A D Te m po Ex p. P ro f. Es p M e D r TT H P I TG RT D A N IL LO XA VI ER SA ES 02 7. 56 0. 08 9- 07 S 40 Pr oc es sa m en - to d e D ad os ; M es tr ad o em Ad m in is tr aç ão SI M En ge nh ar ia de R eq ui si to s; G er en ci am en to d e So ft w ar e; S eg u- ra nç a e Au di to ria de S is te m as . 10 10 17 12 0 12 0 14 4 1 1 TO TA L 0 1 0 1 0 0 1 1 PE RC EN TU A L 0 10 0 0 10 0 0 0 10 0 10 0 D O CE N TE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M A N O S EX PE RI ÊN CI A E M M ES ES TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F N D E (S /N ) C. H . SE M A N A L FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O /M A IO R TI TU LA Ç Ã O D E PÓ S- G RA D U A Ç Ã O ) FO RM A Ç Ã O D O CE N TE N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? D IS CI PL IN A S LE CI O N A D A S TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. P RO F. TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. PR O F. ES P M E D R TT H P I TG RT A N D RE A BD A LA N O EL 03 8. 09 3. 24 9- 06 N 40 Ci ên ci a da C om pu ta çã o; M es tr ad o em C iê nc ia d a Co m pu ta çã o SI M Pr og ra m aç ão d e Si st em as I; A lg or itm os e L óg ic a de Pr og ra m aç ão II ; P ar ad ig m as de L in gu ag em d e Pr og ra m aç ão 4, 5 3 7 16 8 36 27 6 1 1 A N G EL A FE RR EI RA D E LI M A P IZ ZA IA 93 4. 94 5. 99 9- 04 N 40 G ra du aç ão e m Ad m in is tr aç ão ; M es tr ad o em G es tã o do C on he ci m en to na s O rg an iz aç õe s SI M Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a II 5 5 13 60 60 15 6 1 1 A RT H U R CA TT A N EO ZA VA D SK I 01 6. 76 9. 63 9- 44 N 40 Pr oc es sa m en to d e D ad os ; M es tr ad o em C iê nc ia s da Co m pu ta çã o SI M Pr og ra m aç ão d e Si st em as II ; Tó pi co s em C om pu ta çã o I; Es tr ut ur a de D ad os II 14 10 21 16 8 12 0 25 2 1 1 CL AU D IA H ER RE RO M A RT IN S M EN EG A SS I 03 3. 04 9. 89 9- 19 S 40 Ec on om ia , A dm in is tr aç ão e Pr oc es so s G er en ci ai s; D ou to ra do e m Ad m in is tr aç ão SI M Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a I; Tr ab al ho d e Co nc lu sã o de C ur so I; Tr ab al ho d e Co nc lu sã o de Cu rs o II 8 2 13 96 24 15 6 1 1 CL EL IA M A RI A IG N AT IU S N O G U EI RA 74 7. 25 3. 51 8- 49 N 20 M at em át ic a; D ou to ra do e m Ed uc aç ão SI M Li br as (O pt at iv a) 6 6 14 72 72 16 8 1 1 D A N IL LO XA VI ER S A ES 02 7. 56 0. 08 9- 07 S 40 Pr oc es sa m en to d e D ad os ; M es tr ad o em A dm in is tr aç ão SI M En ge nh ar ia d e Re qu is ito s; G er en ci am en to d e So ft w ar e; Se gu ra nç a e Au di to ria d e Si st em as 10 10 17 12 0 12 0 14 4 1 1 ED ER RO D RI G O G IM EN ES 04 4. 52 9. 70 9- 31 N 20 Ci ên ci as C on tá be is ; C iê nc ia s So ci ai s; D ou to ra do e m So ci ol og ia P ol íti ca SI M Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a II 4 4 18 40 40 20 8 1 1 ED IM A R IZ ID O RO N O VA ES 04 9. 83 5. 22 9- 30 S 40 M at em át ic a Co m Ê nf as e em In fo rm át ic a; E sp ec ia liz aç ão em E du ca çã o M at em át ic a; Es pe ci al iz aç ão e m E ns in o a D is tâ nc ia ; M es tr ad oem Bi om et ria SI M Es ta tís tic a 6 3 12 72 36 14 4 1 1 D O CE N TE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M A N O S EX PE RI ÊN CI A E M M ES ES TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F N D E (S /N ) C. H . SE M A N A L FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O /M A IO R TI TU LA Ç Ã O D E PÓ S- G RA D U A Ç Ã O ) FO RM A Ç Ã O D O CE N TE N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? D IS CI PL IN A S LE CI O N A D A S TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. P RO F. TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. PR O F. ES P M E D R TT H P I TG RT ED VA N IA G IM EN ES D E O LI VE IR A G O D O Y 01 7. 17 2. 03 9- 30 S 20 M at em át ic a; M es tr ad o em M at em át ic a SI M Cá lc ul o D ife re nc ia l e In te gr al ; Ló gi ca p ar a Co m pu ta çã o 19 3 19 22 8 36 22 8 1 1 ER IN A LD O SA N CH ES N A SC IM EN TO 13 3. 78 2. 35 8- 96 N 40 Ba ch ar el e m C iê nc ia d a Co m pu ta çã o; E sp ec ia liz aç ão em A dm ni st ra çã o e D es en vo lv im en to d e Ba nc o de D ad os O ra cl e; M es tr ad o em B io in fo rm át ic a Tó pi co s Es pe ci ai s em En ge nh ar ia d e So ft w ar e I; Q ua lid ad e de S of tw ar e; En ge nh ar ia d e so ft w ar e 7 3 84 36 1 1 FL AV IO BO RT O LO ZZ I 15 7. 59 4. 40 9- 00 N 40 M at em át ic a e En ge nh ar ia Ci vi l; D ou to ra do e m En ge nh ar ia d e Si st em as In fo rm át ic a SI M Pe sq ui sa O pe ra ci on al . 31 10 16 37 2 12 0 19 2 1 1 IA RA CA RN EV A LE D E A LM EI D A 54 9. 32 5. 99 0- 72 S 40 Ci ên ci a da C om pu ta çã o; M es tr ad o em C om pu ta çã o; D ou to ra do e m C om pu ta çã o SI M A lg or itm os e L óg ic a de Pr og ra m aç ão I; Tó pi co s em Co m pu ta çã o II; D es ig n e In te ra çã o 9 2, 5 2 10 8 29 24 1 1 LU CI A N O SA N TA N A PE RE IR A 03 2. 65 9. 24 9- 04 N 40 Ad m in is tr aç ão ; M es tr ad o em Ci ên ci as S oc ia is SI M G O - Pr oj et o de V id a; G O - Id en tifi ca çã o de O po rt un id ad es ; G O - Pr ep ar aç ão p ar a O po rt un id ad es ; G O - O po rt un id ad es e R es ul ta do s 9 9 21 10 8 10 8 25 2 1 1 M A RC EL LO ER IC K BO N FI M 02 4. 71 9. 74 9- 10 N 40 Pr oc es sa m en to d e D ad os ; M es tr ad o em C iê nc ia d a Co m pu ta çã o SI M Es tr ut ur a de D ad os I; M od el ag em d e So ft w ar e; Pr oj et o, Im pl em en ta çã o e Te st e de S of tw ar e 11 11 18 13 2 13 2 21 6 1 1 N EL SO N N U N ES TE N O RI O JU N IO R 02 1. 48 3. 08 9- 63 N 24 Pr oc es sa m en to d e D ad os e Si st em as d e In fo rm aç ão ; P ós - D ou to ra do e m E ng en ha ria de S of tw ar e SI M A ná lis e e Pr oj et o O rie nt ad o a O bj et os ; T óp ic os E sp ec ia is em E ng en ha ria d e So ft w ar e II 21 5 9 25 2 60 10 8 1 1 D O CE N TE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M A N O S EX PE RI ÊN CI A E M M ES ES TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F N D E (S /N ) C. H . SE M A N A L FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O /M A IO R TI TU LA Ç Ã O D E PÓ S- G RA D U A Ç Ã O ) FO RM A Ç Ã O D O CE N TE N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? D IS CI PL IN A S LE CI O N A D A S TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. P RO F. TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. PR O F. ES P M E D R TT H P I TG RT PI ET RO M A RT IN S D E O LI VE IR A 06 6. 49 62 29 -7 4 S 40 En ge nh ar ia d e Co m pu ta çã o; M es tr ad o em C iê nc ia d a Co m pu ta çã o SI M Fu nd am en to s e A rq ui te tu ra de C om pu ta do re s; S is te m as O pe ra ci on ai s; F un da m en to s de R ed es d e Co m pu ta do re s 2 2 2 24 24 24 1 1 RO D RI G O BA ST O S M O N TE IR O 02 4. 08 2. 12 9- 79 N 40 Ad m in is tr aç ão d e Em pr es as ; M es tr ad o em A dm in is tr aç ão SI M Ad m in is tr aç ão d e Co nfl ito s e Re la ci on am en to s; G es tã o de Pr oj et os ; E m pr ee nd ed or is m o 7 5 10 84 60 12 0 1 1 VI C TO R VI N IC IU S BI A ZO N 04 2. 10 4. 46 9- 12 N 40 Ad m in is tr aç ão d e Em pr es as ; D ou to ra do e m C om un ic aç ão So ci al SI M Em pr ee nd ed or is m o; Ad m in is tr aç ão d e Co nfl ito s e Re la ci on am en to s 9 6 9 10 8 72 10 8 1 1 VI C TO R D E M A RQ U I PE D RO SO 04 2. 30 4. 27 9- 30 N 40 Pr oc es sa m en to d e D ad os ; Es pe ci al iz aç ão e m B an co d e D ad os SI M Ba nc o de D ad os I; B an co d e D ad os II 6 6 6 36 72 72 1 1 TO TA L 1 11 7 19 0 3 16 19 PE RC EN TU A L 5, 26 57 ,8 9 36 ,8 4 10 0 0, 00 15 ,7 9 84 ,2 1 10 0 To ta l d e D oc en te s no C ur so 19 To ta l d e D ou to re s (re f. 35 % ) 7 36 ,8 4% To ta l d e M es tr es 11 57 ,8 9% To ta l d e Es pe ci al is ta s 1 5, 26 % D oc en te s co m S tr ic to S en su (r ef . 7 5% ) 18 94 ,7 4% To ta l d e D oc en te s T em po In te gr al (8 0% c om in te gr al ) 16 84 ,2 1% To ta l d e D oc en te s T em po P ar ci al (2 0% c om p ar ci al ) 3 15 ,7 9% To ta l d e D oc en te s H or is ta s (m áx . 1 9% ) 0 0, 00 % To ta l d e D oc en te s co m p el o m en os 3 a no s de e xp er iê nc ia d e M ag is té rio S up er io r ( re f. 80 % ) 18 94 ,7 4% To ta l d e D oc en te s co m p el o m en os 3 a no s de e xp er iê nc ia n a Ed uc aç ão B ás ic a (re f. 50 % ) 0 0, 00 % To ta l d e D oc en te s co m p el o m en os 3 a no s de e xp er iê nc ia n a D oc ên ci a na E A D (r ef . 5 0% ) 16 84 ,2 1% To ta l d e D oc en te s co m p el o m en os 3 a no s de e xp er iê nc ia P ro fis si on al (r ef . 8 0% ) 16 84 % Re la çã o en tr e o nú m er o de v ag as p re vi st as /im pl an ta da s e o nú m er o de d oc en te s (M áx . 1 30 v ag as p or d oc en te ) 15 10 0, 00 U N IV ER SI D A D E CE SU M A R – U N IC ES U M A R CU RS O D E BA CH A RE LA D O E M E N G EN H A RI A D E SO FT W A RE D O CE N TE CP F D O CE N TE S CO M FO RM A Ç Ã O /C A PA C. / EX P. P ED A G .? PR O D . B IB LI O G RÁ FI C A PR O D . T ÉC N IC A O RI EN TA ÇÕ ES C O N CL U ÍD A S A RT IG O S TR A BA LH O S RE SU M O S LI V RO S C A PÍ TU LO S D E LI V RO S O U TR O S A PR ES EN TA Ç Ã O D E TR A BA LH O S PR O G RA M A S PR O D U TO S TR A BA LH O S TÉ CN IC O S O U TR A S M ES TRA D O D O U TO RA D O TO TA L A N D RE A BD A LA N O EL 03 8. 09 3. 24 9- 06 SI M 0 0 1 5 0 0 0 0 0 0 9 0 0 15 A N G EL A FE RR EI RA D E LI M A P IZ ZA IA 93 4. 94 5. 99 9- 04 SI M 2 0 0 1 1 0 0 0 0 0 9 0 0 13 A RT H U R CA TT A N EO ZA VA D SK I 01 6. 76 9. 63 9- 44 SI M 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CL AU D IA H ER RE RO M A RT IN S M EN EG A SS I 03 3. 04 9. 89 9- 19 SI M 8 8 4 8 4 0 2 0 0 0 4 6 0 44 CL EL IA M A RI A IG N AT IU S N O G U EI RA 74 7. 25 3. 51 8- 49 SI M 9 9 2 3 6 0 13 0 0 0 14 0 0 56 D A N IL LO XA VI ER S A ES 02 7. 56 0. 08 9- 07 SI M 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 6 0 0 8 ED IM A R IZ ID O RO N O VA ES 04 9. 83 5. 22 9- 30 SI M 4 1 1 6 ED VA N IA G IM EN ES D E O LI VE IR A G O D O Y 01 7. 17 2. 03 9- 30 SI M 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 8 0 0 9 ER IN A LD O SA N CH ES N A SC IM EN TO 13 3. 78 2. 35 8- 96 SI M FL AV IO BO RT O LO ZZ I 15 7. 59 4. 40 9- 00 SI M 25 15 3 3 6 1 0 0 0 0 0 15 0 68 IA RA CA RN EV A LE D E A LM EI D A 54 9. 32 5. 99 0- 72 SI M 0 8 6 0 3 0 1 0 0 3 12 2 0 35 LU CI A N O SA N TA N A PE RE IR A 03 2. 65 9. 24 9- 04 SI M 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 24 0 0 28 U N IV ER SI D A D E CE SU M A R – U N IC ES U M A R CU RS O D E BA CH A RE LA D O E M E N G EN H A RI A D E SO FT W A RE D O CE N TE CP F D O CE N TE S CO M FO RM A Ç Ã O /C A PA C. / EX P. P ED A G .? PR O D . B IB LI O G RÁ FI C A PR O D . T ÉC N IC A O RI EN TA ÇÕ ES C O N CL U ÍD A S A RT IG O S TR A BA LH O S RE SU M O S LI V RO S C A PÍ TU LO S D E LI V RO S O U TR O S A PR ES EN TA Ç Ã O D E TR A BA LH O S PR O G RA M A S PR O D U TO S TR A BA LH O S TÉ CN IC O S O U TR A S M ES TR A D O D O U TO RA D O TO TA L M A RC EL LO ER IC K BO N FI M 02 4. 71 9. 74 9- 10 SI M 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 N EL SO N N U N ES TE N O RI O JU N IO R 02 1. 48 3. 08 9- 63 SI M 10 11 10 4 3 0 4 0 0 6 11 2 0 61 PI ET RO M A RT IN S D E O LI VE IR A 06 6. 49 62 29 -7 4 SI M 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 8 0 0 11 RO D RI G O BA ST O S M O N TE IR O 02 4. 08 2. 12 9- 79 SI M 2 0 0 1 0 0 1 0 0 0 54 0 0 58 VI C TO R D E M A RQ U I PE D RO SO 04 2. 30 4. 27 9- 30 SI M 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 6 0 0 7 TO TA L 56 54 26 33 23 2 23 0 0 10 16 6 26 0 41 9 PE RC EN TU A L 13 13 6 8 5 0 5 0 0 2 40 6 0 10 0 To ta l d e D oc en te s no C ur so 17 To ta l d e D oc en te s c om n o m ín im o 9 pr od uç õe s n os ú lti m os 3 a no s ( re f. 50 % ) 11 65 % N D E D O C U RS O D E BA CH A RE LA D O E M E N G EN H A RI A D E SO FT W A RE ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M A N O S EX PE RI ÊN CI A E M M ES ES TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / D ES CR IÇ Ã O D A Ú LT IM A ES PE CI A LI D A D E) A F O RM A Ç Ã O D O D O CE N TE É A D EQ U A D A À D IS CI PL IN A ? D IS CI PL IN A S LE CI O N A D A S TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. PR O F. TE M PO M A G IS TÉ RI O IE S TE M PO EX P. E D U C. BÁ SI C A TE M PO E X P. D O CÊ N CI A N A E A D TE M PO EX P. P RO F. ES P M E D R TT H P I TG RT CL ÁU D IA H ER RE RO M A RT IN S M EN EG A SS I 03 3. 04 9. 89 9- 19 40 Ec on om ia , A dm in is tr aç ão e Pr oc es so s G er en ci ai s; D ou to - ra do e m A dm in is tr aç ão SI M Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a I; Tr ab al ho d e Co nc lu - sã o de C ur so I; T ra ba lh o de Co nc lu sã o de C ur so II 8 2 13 96 24 15 6 1 1 D A N IL LO XA VI ER S A ES 02 7. 56 0. 08 9- 07 40 Pr oc es sa m en to d e D ad os ; M es tr ad o em A dm in is tr aç ão SI M En ge nh ar ia d e Re qu is ito s; G er en ci am en to d e So ft w ar e; Se gu ra nç a e Au di to ria d e Si st em as 10 10 17 12 0 12 0 14 4 1 1 ED VÂ N IA G IM EN ES G O D O Y 01 7. 17 2. 03 9- 30 20 M at em át ic a; M es tr ad o em M at em át ic a SI M Cá lc ul o D ife re nc ia l e In te gr al ; Ló gi ca p ar a Co m pu ta çã o 19 3 19 22 8 36 22 8 1 1 ED IM A R IZ ID O RO N O VA ES 04 9. 83 5. 22 9- 30 40 M at em át ic a Co m Ê nf as e em In fo rm át ic a; E sp ec ia liz aç ão em E du ca çã o M at em át ic a; Es pe ci al iz aç ão e m E ns in o a D is tâ nc ia ; M es tr ad o em Bi om et ria SI M Es ta tís tic a 6 3 12 72 36 14 4 1 1 IA RA C A R- N EV A LE D E A LM EI D A 54 9. 32 5. 99 0- 72 40 Ci ên ci a da C om pu ta çã o; M es tr ad o em C om pu ta çã o; D ou to ra do e m C om pu ta çã o SI M A lg or itm os e L óg ic a de Pr og ra m aç ão I; Tó pi co s em Co m pu ta çã o II; D es ig n e In te ra çã o 9 2, 5 2 10 8 29 24 1 1 KÁ TI A SO LA N G E CO EL H O 84 4. 79 3. 88 9- 15 40 G ra du aç ão e m P ed ag og ia ; Es pe ci al iz aç ão M ag is té rio d e Ed uc aç ão B ás ic a e em G es tã o e Tu to ria ; M es tr ad o em Ed uc aç ão - - 14 3 5 4 16 8 36 60 48 1 1 PI ET RO M A RT IN S D E O LI VE IR A 06 6. 49 62 29 -7 4 40 En ge nh ar ia d e Co m pu ta çã o; M es tr ad o em C iê nc ia d a Co m pu ta çã o SI M Fu nd am en to s e A rq ui te tu ra de C om pu ta do re s; S is te m as O pe ra ci on ai s; F un da m en to s de R ed es d e Co m pu ta do re s 2 2 2 24 24 24 1 1 TO TA L 0 5 2 7 0 1 6 7 PE RC EN TU A L 0 71 ,4 28 ,6 10 0 0 14 86 7 To ta l d e m em br os d o N D E 7 M em br os c om S tr ic to S en su (r ef . 6 0% ) 7 10 0, 00 % To ta l d e M em br os e m Te m po In te gr al (r ef . 2 0% ) 6 85 ,7 1% TU TO RE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M EA D EX PE RI ÊN CI A N A TU TO RI A E A D TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FU N Ç Ã O / C A RG O FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / M A IO R TI TU LA Ç Ã O P Ó S- G RA D U A Ç Ã O ) D IS CI PL IN A S G RA D U A Ç Ã O N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? SI M /N A O A N O S M ES ES A N O S M ES ES G RA D ES P M E D R TT H P I TG RT A D RI A N O A PA RE CI D O D E O LI VE IR A 05 8. 69 9. 41 9. 03 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m Ad m in is tr aç ão , E sp ec ia lis ta em C on tr ol ad or ia e G er ên ci a Fi na nc ei ra ; E du ca çã o a D is tâ nc ia e Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is ; M es tr ad o em Ad m in is tr aç ão Em pr ee nd ed or is m o SI M 7 88 7 88 1 1 A M A N D A N AT H A LI A VI LE LA D E M EL O 02 0. 98 9. 98 1- 63 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m S is te m as d e In fo rm aç ão ; E sp ec ia liz aç ão em E du ca çã o a D is tâ nc ia e as Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is ; Es peci al iz aç ão e m A ud ito ria e Co nt ro la do ria A lg or itm os e L óg ic a de Pr og ra m aç ão I; A lg or itm os e Ló gi ca d e Pr og ra m aç ão II; D es ig n e In te ra çã o; Fu nd am en to s e A rq ui te tu ra de C om pu ta do re s. SI M 7 84 7 84 1 1 A N D ER SO N FR A N CO D O S RE IS 07 6. 32 2. 73 9- 05 40 TU TO R( A ) Ad m in is tr aç ão ; P ós E A D e a s Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is ; Pó s G ra du aç ão H ig ie ne O cu pa ci on al (c ur sa nd o) ; P ós G ra du aç ão e m D oc ên ci a no En si no S up er io r ( cu rs an do ) Ad m in is tr aç ão d e Co nfl ito s e Re la ci on am en to s SI M 6 72 6 72 1 1 CA M IL A T EC LA M O RT EA N 00 9. 34 4. 65 9- 40 30 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m P ed ag og ia ; M es tr e em E du ca çã o; D ou to ra nd a em E du ca çã o Li br as (O pt at iv a) SI M 7 84 7 84 1 1 CA M IL E CA RL O N E RO CH A 00 8. 35 8. 35 9- 95 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m E ge nh ar ia d e Pr od uç ão ; E sp ec ia liz aç ão e m En ge nh ar ia d e Se gu ra nç a do Tr ab al ho Q ua lid ad e de S of tw ar e; Pe sq ui sa O pe ra ci on al SI M 2 24 2 24 1 1 CA RL O S D A N IL O LU Z 05 9. 46 2. 86 9- 51 40 TU TO R( A ) Te cn ól og o em R ed es de C om pu ta do re s; Es pe ci al iz aç ão e m E du ca çã o a D is tâ nc ia e Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is , D oc ên ci a no En si no S up er io r, e G es tã o Es tr at ég ic a de P es so as ; M es tr an do e m C iê nc ia d a Co m pu ta çã o. Si st em as O pe ra ci on ai s; Fu nd am en to s de R ed es d e Co m pu ta do re s; T ra ba lh o de Co nc lu sã o de C ur so II . SI M 3 36 3 36 1 1 CL AU D IN EI A CR IS TI N A V A LI M 07 8. 51 8. 96 9- 67 40 TU TO R( A ) Li ce nc ia tu ra e m L et ra s Po rt ug uê s/ In gl ês ; Es pe ci al iz aç ão e m D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r; M es tr ad o em L et ra s Tr ab al ho d e Co nc lu sã o de Cu rs o II SI M 5 60 5 60 1 1 TU TO RE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M EA D EX PE RI ÊN CI A N A TU TO RI A E A D TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FU N Ç Ã O / C A RG O FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / M A IO R TI TU LA Ç Ã O P Ó S- G RA D U A Ç Ã O ) D IS CI PL IN A S G RA D U A Ç Ã O N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? SI M /N A O A N O S M ES ES A N O S M ES ES G RA D ES P M E D R TT H P I TG RT CR IS TI A N E G O N CA LV ES D E AG U IA R 03 9. 88 2. 55 9. 98 40 TU TO R( A ) Le tr as ; M es tr ad o em G es tã o do C on he ci m en to Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a II SI M 11 13 2 8 96 1 1 CR IS TI A N E A LV ES E ST EV O D A S IL VA 04 5. 31 1. 20 9- 90 30 TU TO R( A ) Ba ch ar el e m In fo rm át ic a; Es pe ci al iz aç ão e m D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r Se gu ra nç a e Au di to ria d e Si st em as ; G er en ci am en to d e So ft w ar e. SI M 1 1 1 1 D A N IE L D E M AT O S AV IL A RA M IR EZ 07 9. 10 6. 20 9- 00 20 TU TO R( A ) Te cn ól og o em A na lis e e D es en vo lv im en to d e Si st em as ; E sp ec ia liz aç ão e m M BA e m G er en ci am en to de P ro je to s em T I; Pó s- G ra du aç ão e m D oc ên ci a no En si no S up er io r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão (e m an da m en to ) Ba nc o de D ad os I; M od el ag em d e So ft w ar e SI M 0 3 3 1 1 FE RN A N D O M A RC U SS I 01 0. 42 4. 18 9- 69 40 TU TO R( A ) Li ce nc ia tu ra e m M at em át ic a; Es pe ci al iz aç ão e m Au di to ria e C on tr ol ad or ia ; Es pe ci al iz aç ão e m E A D e as N ov as Te cn ol og ia s; Es pe ci al iz aç ão e m an da m en to D oc ên ci a no En si no S up er io r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão Es ta tís tic a SI M 6 6 6 6 1 1 H EB ER M A RQ U EZ G IM EN ES 04 4. 45 2. 19 9- 24 20 TU TO R (A ) Ba ch ar el ad o em S is te m as d e In fo rm aç ão ; E sp ec ia liz aç ão em E ng en ha ria d e So ft w ar e e Ba nc o de D ad os ; E sp ec ia liz aç ão e m D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão e m a nd am en to Ba nc o de D ad os II ; M od el ag em d e So ft w ar e SI M 0 1 1 1 JA N A IN A A PA RE CI D A D E FR EI TA S 19 1. 98 2. 42 8- 65 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m B ac he ra l e m In fo rm át ic a; E sp ec ia iz aç ão em M BA e m Te st es d e So ft w ar e; G ra du aç ão e m Li ce nc ia tu ra e m L et ra s Po rt ug uê s/ In gl ês e m an da m en to ; E sp ec ia liz aç ão em D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão e m an da m en to Es tr ut ur a de D ad os I; Es tr ut ur a de D ad os II ; Pa ra di gm as d e Li ng ua ge m de P ro gr am aç ão ; T óp ic os Es pe ci ai s em E ng en ha ria d e So ft w ar e I. SI M 3 36 3 36 1 1 TU TO RE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M EA D EX PE RI ÊN CI A N A TU TO RI A E A D TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FU N Ç Ã O / C A RG O FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / M A IO R TI TU LA Ç Ã O P Ó S- G RA D U A Ç Ã O ) D IS CI PL IN A S G RA D U A Ç Ã O N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? SI M /N A O A N O S M ES ES A N O S M ES ES G RA D ES P M E D R TT H P I TG RT JA N E PA U LA JA N U A RI O G RA N ZO TT I 04 6. 55 0. 26 9- 52 30 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m Ad m in is tr aç ão , Es pe ci al iz aç ão e m L og ís tic a e G es tã o Es tr at ég ic a de Em pr es a e M es tr ad o em G es tã o do C on he ci m en to na s O rg an iz aç õe s Ad m in is tr aç ão d e Co nfl ito s e Re la ci on am en to s SI M 6 72 6 72 1 1 JO ÃO A N TO N IO D A S IL VA FO RS ET TO 04 4. 94 6. 67 9- 51 20 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m A ná lis e e D es en vo lv im en to d e Si st em as ; E sp ec ia liz aç ão e m En ge nh ar ia d e So ft w ar e, e m G er en ci am en to d e Pr oj et os e, e m G es tã o de P es so as e Ps ic ol og ia O rg an iz ac io na l. En ge nh ar ia d e So ft w ar e, D es ig n e In te ra çã o SI M 0 3 0 3 1 1 JO AO M ES SI A S PE RE IR A 04 2. 50 5. 88 9- 12 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m S is te m as p ar a In te rn et ; E sp ec ia liz aç ão e m D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r; EA D e a s T ec no lo gi as Ed uc ac io na is ; G es tã o Es tr at ég ic a pa ra E m pr es as Pr og ra m aç ão d e Si st em as I; Pr og ra m aç ão d e Si st em as II; T ra ba lh o de C on cl us ão de C ur so I; Tó pi co s emCo m pu ta çã o II. SI M 3 36 3 36 1 1 KE LE N RO D RI G U ES D A F O N SE CA A M A RA L 01 5. 33 9. 95 6- 21 30 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m P ed ag og ia (U FV ); Pó s- G ra du aç ão em P si co pe da go gi a; Es pe ci al iz aç ão e m D oc ên ci a do E ns in o Su pe rio r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão (e m c ur so n a U ni ve rs id ad e Ce su m ar ); M es tr ad o em E co no m ia D om és tic a: F am íli a, P ol íti ca s Pú bl ic as , A va lia çã o de Pr og ra m as e P ro je to s (U FV ) G O - pr ep ar aç ão p ar a op or tu ni da de s SI M 5 5 1 1 KE LL Y SI M O N E FR IM M EL BE RT O LO TT I 04 4. 46 6. 80 9- 86 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m A ná lis e e D es en vo lv im en to d e Si st em as ; E sp ec ia liz aç ão em E A D e a s T ec no lo gi as Ed uc ac io na is Es tr ut ur a de D ad os I; Es tr ut ur a de D ad os II ; Fu nd am en to s e A rq ui te tu ra de C om pu ta do re s. SI M 6 72 6 72 1 1 M A RC IO RI CA RD O D IA S M A RO ST I 02 1. 07 1. 72 9- 78 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m L et ra s; Es pe ci al iz aç ão e m E A D e a s te cn ol og ia s ed uc ac io na is ; Es pe ci al iz aç ão e m D oc ên ci a no e ns in o su pe rio r; M es tr ad o em e du ca çã o Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a II SI M 7 84 7 84 1 1 TU TO RE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M EA D EX PE RI ÊN CI A N A TU TO RI A E A D TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FU N Ç Ã O / C A RG O FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / M A IO R TI TU LA Ç Ã O P Ó S- G RA D U A Ç Ã O ) D IS CI PL IN A S G RA D U A Ç Ã O N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? SI M /N A O A N O S M ES ES A N O S M ES ES G RA D ES P M E D R TT H P I TG RT M A RI SA R AQ U EL D E M EL O PE RE IR A 05 6. 98 8. 24 9- 40 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m Te ol og ia ; G ra du aç ão e m M at em át ic a; Pó s D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r; M es tr ad o em Ed uc aç ão P ar a a Ci ên ci a e o En si no d e M at em át ic a Ca lc ul o D ife re nc ia l e In te gr al SI M 3 36 3 36 1 1 N AY A RA D E O LI VE IR A 06 5. 62 1. 78 9- 83 40 TU TO R( A ) Li ce nc ia tu ra e m L et ra s Po rt ug uê s/ In gl ês ; Es pe ci al iz aç ão e m E st ud os da L in gu ag em ; M es tr ad o em L et ra s – In te rf ac es e nt re Es tu do s Li ng uí st ic os e Li te rá rio s Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a I SI M 5 60 3 36 1 1 N AY A RA E M I SH IM A D A 37 9. 11 2. 25 8- 42 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m Ad m in is tr aç ão ; M es tr ad o em A dm in is tr aç ão p el a U ni ve rs id ad e Es ta du al de M ar in gá (U EM ); Pó s- G ra du çã o em D oc ên ci a no En si no S up er io r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão (C ur sa nd o) Em pr ee nd ed or is m o SI M 3 36 3 36 1 1 N EL ID Y M O TI ZU KI 04 7. 90 3. 10 9- 65 20 TU TO R( A ) G ra du ad a em L ic en ci at ur a em M at em át ic a; Es pe ci al iz aç ão e m E aD e as n ov as te cn ol og ia s; M es tr an da e m M at em át ca L óg ic a pa ra C om pu ta çã o; Es ta tís tic a. N ÃO PA U LO O TA VI O FI O RO TO 40 4. 71 6. 28 8- 40 30 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m E ng en ha ria de A lim en to s; M es tr ad o em En ge nh ar ia d e A lim en to s; M BA lo gí st ic a (e m an da m en to ) Es ta tís tic a SI M 1 12 1 12 1 1 RA FA EL A LV ES FL O RI N D O 30 2. 92 2. 44 8- 19 20 TU TO R( A ) Ba ch ar el e m C ie nc ia d a Co m pu ta çã o; E sp ec ia lis ta em D es en vo lv im en to d e Si st em as p ar a W eb ; M es tr ad o em G es tã o do C on he ci m en to na s O rg an iz aç õe s A lg or itm os e L óg ic a de Pr og ra m aç ão I; A lg or itm os e Ló gi ca d e Pr og ra m aç ão II ; D es ig n e In te ra çã o. SI M 4 48 4 48 1 1 TU TO RE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M EA D EX PE RI ÊN CI A N A TU TO RI A E A D TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FU N Ç Ã O / C A RG O FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / M A IO R TI TU LA Ç Ã O P Ó S- G RA D U A Ç Ã O ) D IS CI PL IN A S G RA D U A Ç Ã O N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? SI M /N A O A N O S M ES ES A N O S M ES ES G RA D ES P M E D R TT H P I TG RT RA FA EL M A LT EM PE D A VA N SO 04 7. 22 8. 47 9- 75 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m C iê nc ia d a Co m pu ta çã o; E sp ec ia liz aç ão em E ng en ha ria d e Si st em as ; Es pe ci al iz aç ão e m D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r: Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is e In ov aç ão ; M es tr an do e m Ci ên ci a da C om pu ta çã o Tó pi co s em C om pu ta çã o I; Pr oj et o, Im pl em en ta çã o e Te st e de S of tw ar e. SI M 3 36 3 36 1 1 RE N AT A S IM Õ ES D E BR IT O CA RD O SO 03 4. 21 8. 51 9- 56 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m C iê nc ia s bi ol óg ic as e n at ur ai s, em Pe da go gi a; P ós g ra du ad a em EA D e N ov as Te cn ol og ia s; Ps ic op ed ag og ia C lín ic a e In st itu ci on al ; G es tã o Es co la r e A EE . M es tr ad o em P ro m aç ão d a Sa úd e: Ed uc aç ão e Te cn ol og ia n a Pr om oç ão d a Sa úd e G O - pr oj et o de v id a. SI M 12 13 9 12 13 9 1 1 RO D RI G O O RG ED A D A SI LV A 02 4. 64 2. 51 1- 35 40 TU TO R( A ) En ge nh ar ia d e A lim en to s; En ge nh ar ia Q ui m íc a; D ou to ra do e m E ng en ha ria Q ui m íc a Ca lc ul o D ife re nc ia l e In te gr al ; Pe sq ui sa O pe ra ci on al . SI M 2 24 1 12 1 1 RO N IE C ES A R TO KU M O TO 01 7. 93 5. 90 9- 66 40 TU TO R (A ) Ba ch ar el e m In fo rm át ic a; Es pe ci al iz aç ão e m D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r En ge nh ar ia d e Re qu is ito s; An ál is e e Pr oj et o O rie nt ad o a O bj et os ; T óp ic os E sp ec ia is e m En ge nh ar ia d e So ft w ar e II. SI M 5 60 5 60 1 1 SI BE LE D E O LI VE IR A PI RA SO L 00 5. 49 7. 30 9- 07 30 TU TO R( A ) Pe da go gi a; G es tã o Ed uc ac io na l - A dm in is tr aç ão , su pe rv is ão e o rie nt aç ão ; D oc ên ci a no E ns in o Su pe rio r/ EA D e a s Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is . M es tr ad o em G es tã o do C on he ci m en to n as O rg an iz aç õe s. Tr ab al ho d e Co nc lu sã o de Cu rs o I SI M 7 84 7 84 1 1 SI M O N E O LI VE IR A D O S SA N TO S CA RD O SO 01 6. 23 0. 83 5- 32 30 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m Ad m in is tr aç ão ; Es pe ci al iz aç ão e m V ar ej o e St yl in g de M od a; M es tr ad o em G es tã o do Con he ci m en to na s O rg an iz aç õe s Ad m in is tr aç ão d e Co nfl ito s e Re la ci on am en to s; Em pr ee nd ed or is m o SI M 5 60 5 60 1 1 TU TO RE S ID EN TI FI C A Ç Ã O FO RM A Ç Ã O , A D EQ U A Ç Ã O , D IS CI PL IN A S EX PE RI ÊN CI A E M EA D EX PE RI ÊN CI A N A TU TO RI A E A D TI TU LA Ç Ã O RE G IM E D E TR A BA LH O N O M E CP F C. H . SE M A N A L FU N Ç Ã O / C A RG O FO RM A Ç Ã O (G RA D U A Ç Ã O / M A IO R TI TU LA Ç Ã O P Ó S- G RA D U A Ç Ã O ) D IS CI PL IN A S G RA D U A Ç Ã O N A Á RE A D A D IS CI PL IN A ? SI M /N A O A N O S M ES ES A N O S M ES ES G RA D ES P M E D R TT H P I TG RT SO N IA M A RI A D E CA M PO S 92 9. 31 2. 19 9- 91 30 TU TO R( A ) M es tr e em G es tã o do C on he - ci m en to n as O rg an iz aç õe s, Es pe ci al is ta e m G es tã o Es cl ar e Ps ic op ed ag og ia C lin ic a e In st itu ci on al , G ra du ad a em Pe da go gi a G O - op or tu ni da de s e re su lta do s SI M 5 60 5 60 1 1 TA YZ A C RI ST IN A N O G U EI RA RO SS IN I 05 8. 29 9. 52 9- 98 40 TU TO R( A ) Li ce nc ia tu ra e m L et ra s Po rt ug uê s/ In gl ês / M es tr e em e st ud os li te rá rio s Fo rm aç ão S oc io cu ltu ra l e Ét ic a I SI M 4 48 4 48 1 1 W A IN ER CR IS TI A N O CA N CI A N 08 2. 41 7. 33 9- 25 40 TU TO R( A ) G ra du aç ão e m M ar ke tin g / Es pe ci al iz aç ão e m G es tã o Em pr es ar ia l/ Es pe ci al iz aç ão em E du ca çã o a D is tâ nc ia e as Te cn ol og ia s Ed uc ac io na is / M es tr ad o em G es tã o do C on he ci m en to n as O rg an iz aç õe s G es tã o de P ro je to s SI M 6 72 6 72 1 1 TO TA L 0 14 19 1 34 0 3 31 34 PE RC EN TU A L 0 41 56 3 10 0 0 9 91 10 0 To ta l d e D ou to re s 1 3% To ta l d e M es tr es 19 54 % To ta l d e Es pe ci al is ta s 14 40 % To ta l d e G ra du ad os 0 0% Tu to re s co m S tr ic to S en su (r ef . 5 0% ) 20 58 ,8 2% To ta l d e Tu to re s T em po In te gr al 31 89 % To ta l d e Tu to re s T em po P ar ci al 3 9% To ta l d e Tu to re s co m p el o m en os 3 a no s de e xp er iê nc ia e m E aD (r ef . 7 0% ) 26 74 ,2 9% To ta l d e Tu to re s co m p el o m en os 3 a no s de e xp er iê nc ia n a tu to ria e m E aD (r ef . 7 0% ) 26 74 ,2 9% Re la çã o en tr e o nú m er o de e st ud an te s e o to ta l d e do ce nt es m ai s tu to re s (r ef . M áx 3 0) 54 28 _tl36kvui92mi _ur9h68l12xt9 _jdt2eu89zyx8 Contexto Institucional DADOS DA INSTITUIÇÃO Histórico do Centro Universitário de Maringá - Unicesumar Perfil Institucional MISSÃO INSTITUCIONAL PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS: VISÃO E VALORES ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA INSERÇÃO REGIONAL INSERÇÃO NACIONAL RELAÇÕES E PARCERIAS INSTITUCIONAIS: REGIONAL, NACIONAL E INTERNACIONAL COMPROMISSO SOCIAL DA UNICESUMAR Orquestra Filarmônica Unicesumar TV e Rádio Museu Unicesumar Programa de apoio aos imigrantes e refugiados NAI: Núcleo de Apoio Integral para estudantes e colaboradores Capela: um templo para prática espiritual e solidária DIRETRIZES PEDAGÓGICAS da UNICESUMAR Organização Didático-Pedagógica APRESENTAÇÃO DO CURSO Histórico e concepção do curso Justificativa da oferta do curso Identificação do Curso de Engenharia de Software - Bacharelado POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO Política institucional para o ensino de graduação Política de Pesquisa Política de Extensão Projetos de Ensino Projetos de extensão Visita Técnica Webconferência Multidisciplinar Extensão e Cultura OBJETIVOS DO CURSO PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO Competências e habilidades ESTRUTURA CURRICULAR Libras Disciplina GO Formação Sociocultural e Ética CONTEÚDOS CURRICULARES EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DO CURSO Estágio não obrigatório METODOLOGIA da EAD/Unicesumar Aulas ao vivo Aulas conceituais Atividade de estudo Fórum MAPA Semana de conhecimentos gerais - 6ª Semana Prova curricular Semana de Provas - 10ª Semanas Prova de Segunda Oportunidade Prova substitutiva Nivelamento Distribuição da carga horária das atividades do curso ATIVIDADES COMPLEMENTARES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC APOIO AO DISCENTE Diretoria de Gestão da Permanência Sistema de Atendimento Eletrônico (SAE) Ouvidoria Talisma Núcleo de Apoio Integral (NAI) Núcleo de PNEE Monitoria Nivelamento Intercâmbios Nacionais e Internacionais Intercâmbio Internacional Acompanhamento do Egresso AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ATIVIDADES DE TUTORIA Universidade Corporativa Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de tutoria TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Aplicativo Unicesumar – Unicesumar Experience AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) - Studeo Ambiente da disciplina MATERIAL DIDÁTICO PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM Sistema de Avaliação Regime de Dependência Regime de Adaptação NÚMERO DE VAGAS CORPO DOCENTE E TUTORIAL POLÍTICA INSTITUCIONAL DE FORMAÇÃO DOCENTE Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE Equipe Multidisciplinar Atuação da Coordenação de Curso Regime de Trabalho do Coordenador de Curso CORPO DOCENTE FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO INFRAESTRUTURA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE E SUA UTILIZAÇÃO ESPAÇO DE TRABALHO PARA DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL E DEMAIS PROFESSORES ESPAÇO DE TRABALHO PARA O COORDENADOR SALA COLETIVA DE PROFESSORES SALAS DE AULA ACESSO DOS estudantes A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC) PROCESSO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO (LOGÍSTICA) COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP) AMBIENTES PROFISSIONAIS VINCULADOS AO CURSO Botão 2: Botão 3: Botão 4: Botão 7: Botão 6: Botão 13: Button 12: