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Questões resolvidas

A contemplação da paisagem, no soneto de Cláudio Manuel da Costa, permite ao eu lírico uma reflexão em que se observa
O uso da palavra 'inimigo' (3a estrofe) é explicado pelo fato de que o eu lírico
admite que, ao contrário do que desejava, não tinha com a Pastora uma relação ideal.
ameaça os Pastores, informando que passará à posição de adversário daquele que se aproximar da Pastora.
reconhece que teria sido imprudente se não alertasse os Pastores sobre o perigo de se aproximarem da Pastora.
conclui que não é muito amigo aquele que se afasta de seu grupo pelo amor de uma mulher.
decide se libertar da relação amorosa, afastando-se da mulher que antes amava.

Considerando o soneto de Cláudio Manoel da Costa e os elementos constitutivos do Arcadismo brasileiro, assinale a opção correta acerca da relação entre o poema e o momento histórico de sua produção.
Os montes e outeiros, mencionados na primeira estrofe, são imagens relacionadas à Metrópole, ou seja, ao lugar onde o poeta se vestiu com traje rico e fino.
A realidade de atraso social, político e econômico do Brasil Colônia está representada esteticamente no poema pela referência, na última estrofe, à transformação do pranto em alegria.
A relação de vantagem da 'choupana' sobre a 'Cidade', na terceira estrofe, é formulação literária que reproduz a condição histórica paradoxalmente vantajosa da Colônia sobre a Metrópole.
O bucolismo presente nas imagens do poema é elemento estético do Arcadismo que evidencia a preocupação do poeta árcade em realizar uma representação literária realista da vida nacional.
A oposição entre a Colônia e a Metrópole, como núcleo do poema, revela uma contradição vivenciada pelo poeta, dividido entre a civilidade do mundo urbano da Metrópole e a rusticidade da terra da Colônia.

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Questões resolvidas

A contemplação da paisagem, no soneto de Cláudio Manuel da Costa, permite ao eu lírico uma reflexão em que se observa
O uso da palavra 'inimigo' (3a estrofe) é explicado pelo fato de que o eu lírico
admite que, ao contrário do que desejava, não tinha com a Pastora uma relação ideal.
ameaça os Pastores, informando que passará à posição de adversário daquele que se aproximar da Pastora.
reconhece que teria sido imprudente se não alertasse os Pastores sobre o perigo de se aproximarem da Pastora.
conclui que não é muito amigo aquele que se afasta de seu grupo pelo amor de uma mulher.
decide se libertar da relação amorosa, afastando-se da mulher que antes amava.

Considerando o soneto de Cláudio Manoel da Costa e os elementos constitutivos do Arcadismo brasileiro, assinale a opção correta acerca da relação entre o poema e o momento histórico de sua produção.
Os montes e outeiros, mencionados na primeira estrofe, são imagens relacionadas à Metrópole, ou seja, ao lugar onde o poeta se vestiu com traje rico e fino.
A realidade de atraso social, político e econômico do Brasil Colônia está representada esteticamente no poema pela referência, na última estrofe, à transformação do pranto em alegria.
A relação de vantagem da 'choupana' sobre a 'Cidade', na terceira estrofe, é formulação literária que reproduz a condição histórica paradoxalmente vantajosa da Colônia sobre a Metrópole.
O bucolismo presente nas imagens do poema é elemento estético do Arcadismo que evidencia a preocupação do poeta árcade em realizar uma representação literária realista da vida nacional.
A oposição entre a Colônia e a Metrópole, como núcleo do poema, revela uma contradição vivenciada pelo poeta, dividido entre a civilidade do mundo urbano da Metrópole e a rusticidade da terra da Colônia.

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(Cescem) - Alguém há de cuidar que é frase inchada 
Daquela que lá se usa entre essa gente 
Que julga, que diz muito, e não diz nada. 
O nosso humilde gênio não consente, 
Que outra coisa se diga mais, que aquilo 
Que só convém ao espírito inocente.
Os versos de Cláudio Manuel da Costa lembram o fato de que:
Soneto VII
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quando pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera.
(COSTA, C.M. Poemas. Disponível em www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 7 jul 2012)
Disc.: LITERATURA BRAS. I 2021.3 EAD (G) / EX
Prezado (a) Aluno(a),
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avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se
familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
 
1.
a expressão exata, contida, que busca os limites do essencial, é traço da literatura
colonial brasileira e dos primeiros movimentos estéticos pós-Independência.
o Arcadismo, buscando simplicidade, se opôs à expressão intrincada a aos excessos do
cultismo do Barroco. 
o Romantismo negou os rigores da expressão clássica e lusitana, mas incorporou a
tradição literária da poesia colonial.
o Barroco se esforçou por alcançar uma expressão rigorosa e comedida, a fim de espelhar
os grandes conflitos do homem.
o Romantismo, embora tenha refugado os rigores do formalismo neo-clássico, tomou por
base o sentimentalismo originário desse movimento estético.
Explicação:
O Arcadismo, bebendo da fonte clássica, prega a simplicidade da linguagem e sua objetividade na expressão dos sentimentos do
poeta.
Gabarito
Comentado
 
2.
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio.asp#
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A contemplação da paisagem, no soneto de Cláudio Manuel da Costa, permite ao eu lírico uma reflexão em que se observa 
ARCADISMO - CLAUDIO MANUEL DA COSTA
FCMSC-SP/2020
Leia o poema de Claudio Manuel da Costa para responder
 
Pastores, que levais ao monte o gado,
Vede lá como andais por essa serra,
Que para dar contágio a toda a terra
Basta ver-se o meu rosto magoado:
 
Eu ando (vós me vedes) tão pesado,
E a Pastora infiel, que me faz guerra,
É a mesma que em seu semblante encerra
A causa de um martírio tão cansado.
 
Se a quereis conhecer, vinde comigo,
Vereis a formosura, que eu adoro;
Mas, não; tanto não sou vosso inimigo:
 
Deixai, não a vejais, eu vo-lo imploro;
Que se seguir quiserdes o que eu sigo,
Chorareis, ó Pastores, o que eu choro.
(Domício Proença Filho (org.). Roteiro da poesia brasileira, 2006.)
 
O uso da palavra ¿inimigo¿ (3a estrofe) é explicado pelo fato de que o eu lírico
 
"Ouvi pois o meu fúnebre lamento/ Se é que de compaixões sois animados:/ Já vos vistes que aos ecos magoados/ Do trácio
Orfeu parava o mesmo vento;/ Da lira de Anfião ao doce acento/ Se viram os rochedos abalados/ Bem sei que de outros Gênios
o destino,/ Para cingir de Apolo a verde rama,/ Lhes influiu na lira estro divino/ O canto, pois, que a minha voz derrama,/
Porque ao menos o entoa um Peregrino,/ Se faz digno entre vós também de fama."
O verso que melhor se caracteriza pelo eu-lírico pedindo à natureza que o ouça é:
a empatia entre os sofrimentos do eu e a agonia da terra.
a resignação diante das mudanças do meio ambiente.
a angústia provocada pela sensação de solidão.
a dúvida existencial diante do ambiente desconhecido.
a necessidade de recriar o passado por meio da paisagem.
Explicação:
O eu lírico percebe a degradação da natureza em semelhança com o seu estado emocional.
 
3.
admite que, ao contrário do que desejava, não tinha com a Pastora uma relação ideal.
ameaça os Pastores, informando que passará à posição de adversário daquele que se aproximar da Pastora.
reconhece que teria sido imprudente se não alertasse os Pastores sobre o perigo de se aproximarem da Pastora.
conclui que não é muito amigo aquele que se afasta de seu grupo pelo amor de uma mulher
decide se libertar da relação amorosa, afastando-se da mulher que antes amava.
Explicação:
A simples contemplação de sua amada traz muito sofrimento ao eu lírico que, então, toma a decisão de impedir os pastores de a
virem, para que não sofram como ele.
 
4.
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"Onde estou? Este sitio desconheço: / Quem fez tão diferente aquele prado? / Tudo outra natureza tem tomado, E em
contemplá-lo, tímido, esmoreço. / Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço / De estar a ela um dia reclinado; / Ali em vale
um monte está mudado: / Quanto pode dos anos o progresso! /"
 A opção que corresponde ao tema do poema de Claudio Manuel da Costa,poeta árcade, é:
(FUVEST-SP) Assinale a alternativa que apresenta dois poetas que participaram da Inconfidência
Mineira.
"Bem sei que de outros Gênios o destino,
Ouvi pois o meu fúnebre lamento
Já vos vistes que aos ecos magoados
Se faz digno entre vós também de fama.
Para cingir de Apolo a verde rama, "
Explicação:
Em "Ouvi, pois meu fúnebre lamento", o eu lírico está pedindo à natureza que o ouça.
Gabarito
Comentado
 
5.
Individualismo romântico
Poética amorosa
Subjetividade clássica
Vida urbana amena
Campo degradado
Explicação:
Cláudio Manuel da Costa, em mais de um poema, expôs as consequências operadas pelo homem na natureza.
Gabarito
Comentado
 
6.
Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga.
Castro Alves e Tomás Antônio Gonzaga.
Gonçalves Dias e Cláudio Manuel da Costa.
Gonçalves Dias e Gonçalves de Magalhães.
Gonçalves de Magalhães e Castro Alves.
Explicação:
Cláudio Manuel da Costa foi um dos principais articuladores da Inconfidência Mineira, ao lado de Tomás Antônio Gonzaga. O
primeiro se suicidou na prisão; o segundo foi preso e deportado.
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(ENEM-2008) 
Torno a ver-vos, ó montes; o destino (verso 1)
Aqui me torna a pôr nestes outeiros, 
Onde um tempo os gabões deixei grosseiros 
Pelo traje da Corte, rico e fino. (verso 4)
 
Aqui estou entre Almendro, entre Corino, 
Os meus fiéis, meus doces companheiros, 
Vendo correr os míseros vaqueiros (verso 7)
Atrás de seu cansado desatino.
 
Se o bem desta choupana pode tanto, 
Que chega a ter mais preço, e mais valia (verso 10)
Que, da Cidade, o lisonjeiro encanto,
 
Aqui descanse a louca fantasia, 
E o que até agora se tornava em pranto (verso 13)
Se converta em afetos de alegria.
Cláudio Manoel da Costa. In: Domício Proença Filho. A poesia dos inconfidentes. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 78-9.
Considerando o soneto de Cláudio Manoel da Costa e os elementos constitutivos do Arcadismo brasileiro, assinale a opção
correta acerca da relação entre o poema e o momento histórico de sua produção.
Segundo Luciana Stegagno-Picchio, "como poeta barroco e o bardo romântico, o árcade brasileiro sente a oposição da natureza
como projeção externa de um conflito íntimo" ( História da literatura brasileira. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 2004. p. 129)
 Ela se refere a
 
7.
Os montes e outeiros, mencionados na primeira estrofe, são imagens relacionadas à Metrópole, ou seja, ao lugar onde o
poeta se vestiu com traje rico e fino.
A realidadede atraso social, político e econômico do Brasil Colônia está representada esteticamente no poema pela
referência, na última estrofe, à transformação do pranto em alegria.
A relação de vantagem da ¿choupana¿ sobre a ¿Cidade¿, na terceira estrofe, é formulação literária que reproduz a
condição histórica paradoxalmente vantajosa da Colônia sobre a Metrópole.
O bucolismo presente nas imagens do poema é elemento estético do Arcadismo que evidencia a preocupação do poeta
árcade em realizar uma representação literária realista da vida nacional.
A oposição entre a Colônia e a Metrópole, como núcleo do poema, revela uma contradição vivenciada pelo poeta, dividido
entre a civilidade do mundo urbano da Metrópole e a rusticidade da terra da Colônia.
Explicação:
Cláudio Manuel da Costa, em seus poemas, apresenta a dualidade entre a terra natal e a realidade da metrópole.
 
8.
Silva Alvarenga
Frei Santa Rita Durão
Cláudio Manuel da Costa
Tomás Antônio Gonzaga
Basílio da Gama
Explicação:
Cláudio Manuel da Costa produziu em sua obra poemas que apresentavam grandes contrastes, como a rocha e o sentimento de
pureza, chegadas e partidas, a vida da cidade e a tranquilidade do campo. Na verdade, esses contrastes evidenciam a comparação
que o poeta realiza entre a pátria cultural e a pátria natural.
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