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Arianne Thandara de Sousa Durães Medicina - 3º período Módulo II - Percepção, Consciência e Emoção NEUROLOGIA I MEDULA ● Tratos espinhais → Vias descendentes → Motoras ou eferentes → Origem no Córtex ou Tronco encefálico → Vias piramidais : ➢ Trato corticoespinhal lateral → Motricidade voluntária → Destreza manual 1º NM no córtex ( cruza na decussação do bulbo) 2º NM na coluna anterior da medula Cruza no bulbo Lesão acima da decussação → Sinais contralaterais ( bulbo, ponte) Lesão abaixo do cruzamento → Homolateral ➢ Trato corticoespinhal anterior → Motricidade voluntária 1º NM no córtex 2º NM na coluna anterior da medula ( cruza na comissura branca da medula) → Extrapiramidais: Arianne Thandara de Sousa Durães Medicina - 3º período ➢ Trato rubroespinal → Motricidade dos Músculos do pé e da mão OBS: Se houver uma lesão no trato corticoespinhal, ele “supre” essa funcionalidade. Entretanto, os movimentos dos dedos só ocorrem em conjunto → Reflexo de Babinski ➢ Trato tetoespinhal ● Vias ascendentes Levam aos centros nervosos estímulos da periferia através de receptores ( terminação nervosa sensível ao estímulo que caracteriza a via) Principais vias: • Fascículo Grácil e Cuneiforme• • Trato espinotalâmico anterior • • Trato espinocerebelar anterior• • Trato espinotalâmico lateral • • Trato espinocerebelar posterior • ➢ Fascículo Grácil e Cuneiforme ( Cordão posterior) → Propriocepção consciente → Tato epicrítico → Sensibilidade vibratória → Estereognosia Sintomas ( Homolaterais )a lesão ➢ Trato espinotalâmico anterior Trato espinotalâmico lateral → Tato e pressão (Contralateral) → Dor e Temperatura Arianne Thandara de Sousa Durães Medicina - 3º período ● Síndrome do neurônio Motor Superior Ocorre por lesão de áreas do córtex cerebral ou trato corticoespinhal → Paralisia espástica → Associada a hiperreflexia e hipertonia • Sintomas: hiperreflexia, hipertonia, sinal de Babinski • Causas: Traumas, AVE Síndrome do neurônio motor superior por lesão no trato corticoespinhal lateral superior o Trato rubroespinhal supre a função do corticoespinhal, mas não modula esse movimento, o paciente desenvolve a hipertonia. O neurônio Motor superior possui uma ação de modulação sobre o neurônio motor inferior que age na efetivação do movimento, dessa forma quando ocorre lesão do NMS irá ocorrer o movimento, porém de forma exacerbada pelo NMI o que caracteriza a hiperreflexia. Sinal de babinski positivo, porque o rubro espinhal supre a ação do trato corticoespinhal lateral, contudo ele não possui a especificidade assim não tem a ação moduladora. Sinais e Sintomas: Lesão no córtex (acima do cruzamento) → lesão do lado direito → alteração do lado esquerdo → Sintomas heterolaterais a lesão Abaixo do cruzamento (medula) →Sintomas homolateral ● Síndrome do Neurônio Motor Inferior Lesão de neurônios motores da coluna anterior da medula ou dos núcleos motores dos nervos cranianos → Paralisia flácida → Associada a hiporreflexia e hipotonia • Sintomas: hiporreflexia (arreflexia), hipotonia e atrofia muscular • Causas: Poliomielite, Síndrome de Guillain–Barré A lesão impede a propagação do impulso → Paralisia flácida A síndrome do neurônio motor inferior que ocorre por lesão dos neurônios motores da coluna anterior da medula ou dos núcleos motores dos nervos cranianos, decorre que a lesão impede a propagação do impulso, o que gera a paralisia flácida com hiporreflexia, hipotonia e atrofia muscular. ● Hemissecção medular ➢ Interrupção dos principais tratos que percorrem uma metade da medula Arianne Thandara de Sousa Durães Medicina - 3º período • Lesão dos trato corticoespinhal lateral: síndrome do neurônio motor superior (homolateral) • Lesão dos fascículos grácil e cuneiforme (homolateral) • Lesão dos tratos espinotalâmicos (contralateral) → Acidente automobilístico, lesão em chicote