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Trato Urinário Anamnese - Frequência de micção - Volume urinário - Alteração na ingestão de água – se é primária - Aspecto e odor da urina - Contato com agente nefrotóxico (gentanmicina, anfrotericina, AINES,etc.) - Se está recebendo medicação (glicocorticoides, diuréticos) Consumo normal: 6 a 25 ml/kg/dia -> polidipsia 100ml Produção normal de urina: 20 a 45 mL/kg/dia -> 50 ml (se não estiver recebendo fluido) Exame físico - hidratação - mucosas - palpação abdominal - rins em gatos -> localização, tamanho, forma, consistência e dor (cuidado pra não confundir com a coluna) - bexiga -> posição, distensão, espessamento, dor e massas - exame uretra: inspeção (nas fêmeas precisa de espéculo nos machos da pra vê o final da uretra e palpar a uretra peniana), palpação retal e sondagem. Exames laboratoriais - coleta de urina - micção espontânea: inapropriada para cultura - cistocentese: boa técnica asséptica - cateterismo uretral – mais fácil no macho - em fêmeas: não dá - passado uma sonda fina: a4 ou tomcat gato pequeno com cateter pra acesso venoso - em cadelas: toque uretral e passa a sonda ou pode ser feito com especulo - - exames de imagem - RX - simples - contrastada: urografia excretora (cálculos obstruindo o ureter, dilatação de ureter), cistografia( sonda uretral na VU – ruputura, massas), uretrografia retrograda (contraste no começo da uretra – ruptura – se chega na bexiga ou não, processo ectópico) - ultrassonografia – cálculos, urólitos, massas e aspectos, vermes, etc. - tomografia - cistoscopia e uretoscopia – exame endoscópio pela uretra Biópsia Renal - diagnostica - IRA - doença infiltrativa rrenal - percutânea (guiadas ou não por US) – região cortical preferencia pelos polos ou pela curva do rim fugir dos vasos - cirúrgica - sedação ou anestesia geral Considerações pré – operatórias - doenças trato urinário podem levar ou estar associadas a IRA ou IRC – tem certeza que o outro rim estar saudável e ter certeza que ele pode passar a uma cirurgia do trato urinário - exames laboratoriais: hemograma, ureia, creatinina, fosforo, cálcio, albumina, magnésio, potássio, urinálise, eletrocardiograma. Anemia: podem aumentar a isquemia renal Cardiopatia: hipotensão podem levar a isquemia renal - fluidoterapia - diuréticos: furosemida pra estimular a produção de urina - produção de urina em pacientes em fluidoterapia de manutenção 50 ml/kg/dia ou 2mlqkgh - transfusão em animais com anemia grave -> se não der fazer transcirurgica - anticolinérgicos: bradicardias - monitorar produção de urina - evitar drogas hipotensoras (acepromazina) - evitar uso de AINES - antibióticos: penicilinas, cefalosporinas e fluroquinolonas ANATOMIA DO SISTEMA RENAL - esquerdo mais caudal – mais acessível - A. Aorta - V. cava abdominal caudal A. renal – sai da A. aorta e entra na inserção do hilo renal - hilo renal: escavação onde se encontra a raiz ou pedículo renal – a. v. renal e ureter (retroperitonial e se insere na vesícula urinaria) – , juntamente com nervos e vasos linfáticos. - Revestimento – coberto por peritônio Cápsula renal adiposa (gordura perirrenal) – protege contra compressão “um acolchoado” – mais externa Cápsula renal fibrosa – envolve o parênquima renal -> não permite expansão Drenagem da veia renal vai para a veia cava caudal - no rim esquerdo desemboca a veia ovariano ou a veia testicular TOMAR CUIDADO NA NEFRECTOMIA pra não seccionar – ligadura bem próximo ao hilo Cicatrização – o mais delicado possível - Formação de tecido conjuntivo fibroso - Pelve renal e ureteres podem sofrer estenose - Ureter: peristaltismo ausente por 10 dias – urografia Escretora - Sutura: fio absorvível, materiais e fios delicados 6-0 – 7-0 com agulhas atraumáticas Principais doenças: anomalias de desenvolvimentos (ureter ectópico, abcessos e cistos, cálculos, neoplasias, traumas e verminoses – altra frequencia de dicthyphyma renale) Anomalias de desenvolvimentos Agenesia Renal – não há nenhum desenvolvimento dos rins – se foi unilateral é manejável Displasia Renal – deformidade Ectopia renal – lugar errado Ureter ectópico – inserido na ureta Rins fundidos e Doenças policísticas – múltiplos cistos nos rins Abcessos ou Cistos - cistos renais - peudocistos perirenais - abscessos renais Neoplasias Renais - incomuns: menos de 2% de todas as neoplasias - linfomas, carcinomas de células renais, carcinomas de células transicionais, sarcoma anaplasico, nefroblastoma, cistoadenocarcionoma Vermionoses - Dioctyophymia renale - predisposição pelo rim direito - destruição gradual do parenquimia renal - sianis: hematúria, polydipsia, poliuria, perde de peso, peritonite e anorexia Diagnostico: US, TC, ovos em urina Tratamento: Nefrectomia Cálculos renais e Ureterais - nefrolitíase e ureterolitíase - causados pela supesaturação da urina por substâncias calculogênicas - r a 10% dos urolitos - uni ou bilaterais - concentração de substâncias calculogênicas podem ser aumentados por: disfunção de órgãos, neoplasias, aumento de ingestão de cálcio, fármacos, aumento de absorção intestinal, reabsorção renal prejudicada, mobilização esquelética excessiva. Cães Estruvita (fosfato de magnésio ou amônia); infecção e urina alcalina – acidifica ele pode dissolve e não precisa de cirurgia Oxalato de cálcio: hipercalemia, deficiência da reabsorção de cálcio, hiperparatiroidismo, linfoma, urina acida Urato: INCOMUNS – só se for dálmatas (deficiências no transporte hepático do acido úrico – maior excreção de ac. Úrico na urina) pacientes com doença hepática. – recidiva comum Cistina Misto Gato Oxalato de cálcio: mais comum em gatos principalmente com rações boas Diagnóstico - intermitentes - hematúria - anorexia - vômito - poliuria - dor abdominal – dorsal bem próxima a coluna - estranguria - polaciúria - inapetência - perda de peso - polidipsia Diagnóstico por imagem RX, US TC e urografia escretora - confirmar diagnóstico: sinais clínicos múltiplos - se o calculo for radiopaco o rx já fecha - urografia escretora: saber o fluxo, se há obstrução, aonde está o calculo Diferencial IRC, IRA, Uroabdome, Infecção do trato urinário Tratamento Clinico -> melhorar pra dai partir para cirurgia (ainda mais se for de estruvita a clinica funciona melhor) Dieta – acidifique urina Diurese -> diuréticos : estimule a diurese aumentar a filtração renal Tratar infecção: estimule a ph da urina e dissolva se for de estruvita Avaliar terapia conservadora – se vai ser suficiente e ver o quão comproprometida ta essa função Avaliar função renal comprometida Tratar uropatia obstrutiva – só diurese ou até o tratamento com ondas de choque TRATAMENTO NEFRETOMIA Indicações: remoções de cálculos da pelve renal – exploração de pelve (neoplasia, hematúria) Cuidados: evitar pacientes com hidronefrose) Há redução da função (25 a 50%) Técnica cirúrgica 1) Animal em decúbito dorsal 2) Celiotomia pré retroumbilical (não esquecer da laterização peniana) 3) Auxiliar afasta todas as alças intestinais 4) Incisar o peritônio que está sobre o rim de interesse 5) Dilvulsionar os ligamentos sublombares na parte convexa do rim 6) Tracionar medialmente a parte convexa do rim pra obter acesso 7) Retroflexão do rim – manipular o rim na direção do cirurgião 8) Oclusão temporária dos vasos – com pinças hemostáticas próprias (Bulldog) 9) Incisão na parte convexa do rim – abrir até a pelve renal – a incisão vai depender do objetivo da cirugia – incidir em lápis da maneira mais delicada possível 10) Com pinça hemostática afastas as bordinhas para melhor visualização do hilo renal 11) Remover os cálculos 12) Lavar bem a região da pelve Renal e Ureter - Vai sangrar pois o rim é um órgão parenquimatoso - Hemostasia: segurar o rim pelo hilo e fazer uma certa compressão na a. renal – a cirurgia tem que ser rápida pois há risco de hipóxia 13) Aproximar as bordas e fazer compreensãodurante uns 5 minutos – o sangue interno vai coagular Antiga: simples contínua com fio absorvível na capsula renal 14) Nova: Wolf (U) no parênquima renal – vão agir como compressão e simples contínuo na cápsula renal – com fio absorvível sintético e agulha atraumática 15) Recolocar o rim 16) Soltar a oclusão e verificar se não tem sangramento 17) Suturar o peritônio sobre o rim 18) Reposicionar as alças intestinais 19) Celioraffia em 3 planos (linha alba, subcutâneo e pele) NEFRECTOMIA Indicações: traumas graves, neoplasias, pielonefrite, hdronefrose, cistos renais, cálculos, anormalidades uretrais, avulsão, estenose, ruptura, obstrução. - Com o rim em localização anatômica ou com retroflexção do rim (girar na região medial e vou ter acesso a região dorsal do rim e não ventral) – em animais obesos as vezes a visualização fica mais complicada ventralmente pelo acumulo de tecido adiposo Técnica cirúrgica 1) Incisão pré-reto até chegar perto da vesícula urinária 2) Peritônio e fáscia renal caudal elevados com auxílio de uma pinça; cortar com a tesoura; 3) Expor o rim a ser excisado; 4) Dissecar o hilo renal – arteira e veia e faço a ligadura (tripla) ou duas ligaduras e uma transecção 5) Seccionar o ureter e a veia renal entre as ligaduras; 6) Realizar divulsão cuidadosa do ureter e fazer uma tripla ligadura próxima da visicula urinaria secciona entra a primeira e a segunda 7) Ligar duplamente (fio absorvível sintético 2-0) a artéria renal. No lado da aorta colocar duas ligaduras ao invés de uma; 8) Seccionar a artéria renal entre as ligaduras, deixando-se que se retraia; 9) Celiorrafia rotineira. PIEOLOLITOTOMIA e URETEROTOMIA - remoção de cálculo - dilatação - incidir a região da pelve - remover - sutura simples contínua – no mesmo sentindo da incisão ou do sentindo contrário pra evitar estenose – fio 5 ou 6-0 Pós operatório Monitorar com hemograma Abdominocentese se suspeita ou extravasamento de urina Cateter urinário Monitorar possíveis obstruções Complicações IR Hemorragia Extravasamento urina Estenose ou estreitamento Fístulas e cistos Laceração Trombose Infarto Infecção Hidronefrose Bexiga e Uretra - a localização depende do estado de repleção: repleta – perto da linha alba; vazia – intrapélvica - a vascularização vão chegar na face dorsal tanto da bexiga quanto na uretra – dar preferência pra face ventral Doenças mais frequentes: cálculos, prolapso, neoplasias, fistulas, DTUIL, traumas Urolitíase: urina supersaturada (cristalúria), animais de meia idade, ifecção urinária, estrivta e oxalato de cálcio, urato (doença metabólica) Sinais: infecção do trato, hematúria e estranguria Obstrução: distensão vesical, dor abdominal (hipogástrica), azotemia, uroabdomen, perda de função, ruptura de uretra, uremia e morte - completa: intervenção emergencial Diagnóstico RX simples ou contrastado Cistografia e urografia – injetar contraste e ver aonde está parando e ver aonde stá rolando a obstrução US – que não são radiopacos Piúria Hematúria Proteinúria Tratamento Clínico - Fluidoterapia - diurese - Antibióticos - Urohidropropulsão – sondar e administrar soro fisiológico com pressão para que o calculo saia da uretra e vá para dentro da bexiga para desobstruir o animal, para poucos cálculos funciona mas para muitos talvez não funcione. - empurrar a sonda peniana até encontrar o calculo até não conseguir mais ai administrar com pressão (seringa de 20 ml) - SALINA + lubrificante - no mínimo sedado mas de preferencia anestesiado - Litotripsia - Remoção cirúrgica - Manutenção de animal sondado – até depois do procedimento – para que não tenha repleção da bexiga e nem estenose da uretra Tratamento cirúrgico - tentar cistotomia antes e colocar uma sonda pela VU e ir empurrando pela vesícula na uretra Cistotomia - esvaziar a urina antes do procedimento cirúrgico - toda preparação asséptica da mucosa peniana/vaginal para sonda 1) Celiotomia mediana - Incisão reto umbilical cauldal – bem caudal 2) Exterioriza a beixa – cuidado para não romper o ligamento longo da bexiga 3) Elevar e isolar a bexiga com compressas; - ou retirar a urina aqui 4) Colocar pontos de sustentação – serosa e muscular – no fundo ou do lado direito ou do lado esquerdo – ou uma mais caudal e outra mais cranial a incisão – qualquer fio 5) Incisão logintudinal seguindo as fibras musculares da bexiga – fazer incisão inicial com o bisturi e depois ampliar com a metzenbaum 6) Fazer o que tiver que fazer (retirar calculo, tumor, biópsia) 7) Retirar qualquer resto de cálculos com a curetra 8) Lavar a bexiga com solução fisiológica, pode sondar a uretra de dentro pra fora pra fazer uma boa higienização 9) Sutura simples contínua serrar o nó e voltar com uma sutura invaginante (cushing ou Lambert) – absorvível sintético agulha atraumatica fio fino 10) Testar sutura ingerindo fluido 11) Lavar a bexiga, retirar as compressas e colocar compressas limpas luvas limpas 12) Trocar instrumentais 13) Reposicionar 14) Celiorrafia em 3 planos - deixar com cateterização - estabilização de pacientes traumatizados - neoplasias - perda da função do detrusor - auxiliar na cicatrização da uretra - quando não é passível ou indesejado a cateterização uretral 1) Incisão na parede abdominal (celiotomia bem pequena) 2) Identifica a vesícula urinaria trás pra perto da incisão faz um pequeno corte para passar o cateter com um balão 3) Faz-se uma sutura boca de fumo ao redor depois uma sutura sandália de bailarina ao redor do cateter fixa-se na parede abdominal 4) O balão é inflado também para dificultar a saída do cateter Urolítiase vesical Tratamento: Cistotomia Bexiga adiquire a resistência de 14 a 21 dias após a cirurgia – evitar a repleção da bexiga – beber líquidos e fazer xixi varias vezes durante o dia Cicatrização Regeneração de tecido epitelial Sintese e remodelagem de tecido cicatricial Hiértrofia e proliferação da musculatura lisa Urolitíase uretral Tratamento Uretrotomia pré escrotal Cálculos na uretra peniana distal Colocação de cateter de foley 1) posicionar o paciente em decúbito dorsal; 2) Passar a sonda até onda dar – mais fácil de sentir a uretra pois ela é muito fina e transparente 3) Realizar uma incisão de pele e subcutâneo – bem na região da orquiectomia 4) Visualizar o músculo retrator do pênis, pegar uma pinça e lateralizar ele 5) Incisão da uretra – longitudinal – mais cranial do calculo 6) Retirar o cálculo 7) Lavar a ureta 8) Deixar os lados aproximarem 9) Coloco o musculo no lugar 10) Fechar subcutâneo e pele 11) Animal deve ficar sondado para a cicatrização da uretra Uretrotomia Perineal - Cálculos no arco isquiático - Colocação de cateter de Foley 1) posicionar o paciente em decúbito dorsal; 2) Realizar uma incisão de pele e subcutâneo na área perineal entre o ânus e o escroto 3) Visualizar o músculo retrator do pênis, pegar uma pinça e lateralizar ele 4) incidir o musculo bulbo esponjoso incidir o corpo esponjoso do pênis – sangra bastante retirar o cálculo 5) Lavar a ureta 6) Sutura simples continua 7) Corpo espojo – simples interrompida 8) Mm. Bulbo – simples interrompida 9) Reposicionamento do mm. Retrator a. - fecha subcutâneo e pele Estreitamento uretral Calculo obstrutivo recorrente – cálculos que não podem ser removidos por retropulsão Uretrostomia Uretrostomia escrotal - se não for castrado vai ter que castrar 1) Incidir pele e subcutâneo medial no escroto 2) Identificar o musculo retrator do pênis 3) Incidir a uretra e a incisão maior do que a retirada de calculo 4) Suturar a uretra ao redor da pele – uretra e fascia e pele ao redor do escroto – simples interrompida em toda a volta 5) Paciente sondado até a cicatrização Urestrostomia perineal - o animal precisa urinar a partir dali – machuca a pele, mais difícil de limpar - chegar na uretra e suturar a uretra na pele - o corpo espojoso vai ficar embaixo da pele– ponto simples interrompido com fio inabsorvivel na pele Cuidados pós operatório - Fluidoterapia – casos mais graves - Analgesia - Monitoração de eletrólitos: bioquímicos são importantes - Observar hemorragias – normal urina com TRAÇOS de sangue - Manutenção de cateter – no hospital ou se o paciente for cuidadoso - Antibióticos: nunca vai ser uma cirurgia limpa Complicações Estenose: de ureter Vazamento de urina Infecção ou peritonite: erro de tecninca Hemorragia/Hematuria Uroabdome Doença renal Deiscencia de sutura Neoplasias Tipos histológicos: Carcionoma de células transicionas, Adenocarcinoma, Carcinoma de células escamosas, Fibrossarcoma Renais: raras Bexigas e uretras incomuns Diagnostico Anamnese Exame Físico Exames Complementares: Citopatológico, Cistoscopia, Ultrassom, Tomografia, Biópsia SC: disúria, Hematúria, Polaquiúria, Inapetência, Dor, Perda de peso, Aumento de volume abdominal -> sinais inespecíficos e só avançados Neoplasia renais: - aumento de volume abdominal renal - massa em região epigástrica ou mesogástrica - Dor abdominal - Desidratação - Perda de peso Neoplasia bexiga e uretra - Aumento de volume abdominal - Massa em região hipogástrica - Dor abdominal - Perda de peso - Dificuldade em sondagem - Hematúria - Cistite Tratamento -Círurgico Cistotomia e remoção de nódulo Cistectomia - Radioterapia – associado a cirurgia - Quimioterapia – mais conservador pro animal do que a cirurgia melhor para a qualidade de vida – cisplatina Prognóstico Vai depender do tipo histológico Da localização – da região de fundo é mais fácil de tratar Estadiamento Reservado – a não ser quando é benigno Doença do trato inferior de felinos - obstrução uretral inferior em felinos machos - processor inflamatório idopatico - obstrução uretral completa ou parcial - pode estar associado ou urilitiase - pode ocorrer infecção secundária Predisposição: animais obesos, de meia idade, estressados, que não tem caixinhas o suficientes ou de uso correto, machos SC: polaciuria, estranguria, hematúria, hipercalemia (mais emergêncial) Processo obstrutivo: inquietos, urinam com frequencia, lambem a genitália Podem apresentar: dor abdominal, anorexia, desidratação, vomito, colapso, estupro, hipotermia e bradicardia Diagnóstico - histórico e sinais - Exames laboratoriais (uremia, acidose e ou hipercalemia) Diferencial: outras causas de obstrução uretral - urinalise, exames de imagem, coletar amostra do liquido peritoneal e fazer avaliação, cultura e antibiograma da urina, bioquímicos (ureia e creatinina), dosar K Tratamento clínico – em obstruções parciais - estabilizar para dai anestesiar e tentar desobstruir Desobstrução (caracterização ou massagem peniana) – animal anestesiado Esvaziamento vesical (cistocentese ou cateterismo) Fluidoterapia e correção da hipercalemia - se desobstrução não for possível ou houver recidiva do processo deve se considerar cirurgia - Usar luva cirúrgica - Deixar a sonda fixa com coletor - Lavar bem a vesícula urinaria Tratamento cirúrgico Urestotomia perineal 1) posicionar o paciente como (?) na ponta da mesa perninhas pra baixa e a cauda tracionada cranialmente e amarrada 2) Boca de fumo no anus para que não haja contaminação – antissepsia na região rotineira 3) Sondagem se for possível 4) Realizar uma incisão de pele e subcutâneo ao redor do prepúcio se ele já for castrado se ele não for castrado vai ser aor redor do prepúcio e região escrotal e vai ser realizado a castração 5) Divulssionar no sentido cranial até encontrar os músculos 6) Visualizar o músculo isquiocarvenoso e seccionar ele e vai sentir que o pênis fica solto 7) Identificando o mm. Bulbouretral 8) Identificar o mm. Retrator do pênis, vai dissecar e soltar o musculo na base e vai descartar 9) Incidir no comprimento até o bulbo na uretra 10) Incidi na transversal e remove o pênis do gato 11) Suturar a uretra na pele do paciente – simples interrompida envolta na pele – pela pele pega pele e vai dando ponto – nozinho em direção a pele e não em direção a luz da uretra – fio delicado – 4-0 12) Cuidado pra deixar um ângulo aberto – se não acontece estenose 13) Fechar a pele até a altura da uretra Amputação peniana Cuidados pós – operatórios Cultura de urina Analgésicos Antibióticos Curativos – usar hipogloss ao redor da ferida pra proteger Complicações Estenose Infecção Deiscência Incontinência urinaria e fecal Prolapso retal Traumas - maioria secundária a acidentes automobilísticas Mais comuns Ruptura de bexigas Laceração de rim Ruptura de uretra e ureter Rim - Laceração renal ou da vascularação - Hematoma perirenal – a capsula não se rompe - Ruptura da musculatura abdominal ou do diagrafragma e deslocamento do rim para uma posição subcutanea - Contusões podem variar desde pequenas hemorragias subcapsulares acompanha de hematúria temporária, até o rim despedaçado que pode resultar em hemorragia grave e choque - tentar parar o sangramento, tentar salvar o rim, sempre ser o mais conservador possível Ureter - traumatismos contusos ou penetrantes - Iatrogênicos durante cirurgias abdominais ou secundários a obstrução ureteral por cálculos, neoplasias, fibrose ou constrição Bexiga - trauma abdominal contuso ou penetrante - aplicação de força excessiva para comprimir a bexiga – fio de arame com força excessiva por exemplo - cateterizarão inadequada - o vazamento de urina para a cavidade resulta em uremia, desidratação, hipovolemia e morte caso não seja diagnosticada e tratado. Uretra - trauma contuso ou penetrante - perfurada durante a cateterização - maioria secundária a acidentes automobisticos com fatura de pelve SC: hematúria, disúria, dor abdominal, ausência de bexiga palpável, uremia, depressão, vomito, alterações, metabólicas, azotemia, edema, abdominal, ausência de micção espotanea, não recuperação de urina por cateterização (2/3), acumulo de liquido no interior no abdomem (uroabdome), contusão Diagnóstico - histórico de trauma - exame físico - exames de imagem - perda de detalhes no espaço retroperineal - perda do constraste intro abdominal normal - redução do tamanho ou ausência da bexiga - uretrografia ou cistografia de contraste - punção abdominal (citologia e analise bioquímica) - cirurgia exploratória Tratamento - controlar hemorragia - corrigir - hipovolemia - alterações metabólicas - hipotermia Cirúrgico - exploratório - hemostasia - excisão de tecido desvitalizado - reparo de estrurturas danificadas - nefrectomia parcial ou total - anastomose ou reimplantação uretral - cistotomia temporária – sonda de foley - sondagem uretral (laceração uretral incompleta) UROABDOMEN - urina estéril na cavidade por até 72h traz poucas consequencias - colocação de sonda uretral ( sitema fechado de coleta) - sonda de diálise peritoneal - correção de desenquilibrio de eletrólitos - comum hipercalemia e uremia - fluidoterapia - drenagem peritoneal até estabilização para ir para cirurgia - antibióticos - celiotomia exploratória Pós- operatória - ficar em observação - analgésicos - antibióticos - drenos - bandagens e colar - acompanhamentos e fluidoterapia