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Trato Urinário 
Anamnese 
- Frequência de micção 
- Volume urinário 
- Alteração na ingestão de água – se é primária 
- Aspecto e odor da urina 
- Contato com agente nefrotóxico (gentanmicina, anfrotericina, AINES,etc.) 
- Se está recebendo medicação (glicocorticoides, diuréticos) 
Consumo normal: 6 a 25 ml/kg/dia -> polidipsia 100ml 
Produção normal de urina: 20 a 45 mL/kg/dia -> 50 ml (se não estiver recebendo fluido) 
Exame físico 
- hidratação 
- mucosas 
- palpação abdominal 
	- rins em gatos -> localização, tamanho, forma, consistência e dor (cuidado pra não confundir com a coluna)
	- bexiga -> posição, distensão, espessamento, dor e massas
- exame uretra: inspeção (nas fêmeas precisa de espéculo nos machos da pra vê o final da uretra e palpar a uretra peniana), palpação retal e sondagem. 
Exames laboratoriais 
- coleta de urina 
	- micção espontânea: inapropriada para cultura 
	- cistocentese: boa técnica asséptica 
	- cateterismo uretral – mais fácil no macho 
		- em fêmeas: não dá 
		- passado uma sonda fina: a4 ou tomcat gato pequeno com cateter pra acesso venoso 
		- em cadelas: toque uretral e passa a sonda ou pode ser feito com especulo 
		- 
- exames de imagem 
	- RX 
		- simples 
		- contrastada: urografia excretora (cálculos obstruindo o ureter, dilatação de ureter), cistografia( sonda uretral na VU – ruputura, massas), uretrografia retrograda (contraste no começo da uretra – ruptura – se chega na bexiga ou não, processo ectópico) 
	- ultrassonografia – cálculos, urólitos, massas e aspectos, vermes, etc. 
	- tomografia 
	- cistoscopia e uretoscopia – exame endoscópio pela uretra 
Biópsia Renal 
	- diagnostica 
		- IRA 
		- doença infiltrativa rrenal 
	- percutânea (guiadas ou não por US) – região cortical preferencia pelos polos ou pela curva do rim fugir dos vasos 
	- cirúrgica 
	- sedação ou anestesia geral 
Considerações pré – operatórias 
- doenças trato urinário podem levar ou estar associadas a IRA ou IRC – tem certeza que o outro rim estar saudável e ter certeza que ele pode passar a uma cirurgia do trato urinário 
- exames laboratoriais: hemograma, ureia, creatinina, fosforo, cálcio, albumina, magnésio, potássio, urinálise, eletrocardiograma. 
	Anemia: podem aumentar a isquemia renal 
	Cardiopatia: hipotensão podem levar a isquemia renal 
- fluidoterapia 
- diuréticos: furosemida pra estimular a produção de urina 
- produção de urina em pacientes em fluidoterapia de manutenção 50 ml/kg/dia ou 2mlqkgh
- transfusão em animais com anemia grave -> se não der fazer transcirurgica 
- anticolinérgicos: bradicardias 
- monitorar produção de urina 
- evitar drogas hipotensoras (acepromazina) 
- evitar uso de AINES 
- antibióticos: penicilinas, cefalosporinas e fluroquinolonas 
ANATOMIA DO SISTEMA RENAL 
- esquerdo mais caudal – mais acessível 
- A. Aorta 
- V. cava abdominal caudal 
A. renal – sai da A. aorta e entra na inserção do hilo renal 
- hilo renal: escavação onde se encontra a raiz ou pedículo renal – a. v. renal e ureter (retroperitonial e se insere na vesícula urinaria) – , juntamente com nervos e vasos linfáticos. 
- Revestimento – coberto por peritônio 
	Cápsula renal adiposa (gordura perirrenal) – protege contra compressão “um acolchoado” – mais externa 
	Cápsula renal fibrosa – envolve o parênquima renal -> não permite expansão 
Drenagem da veia renal vai para a veia cava caudal 
- no rim esquerdo desemboca a veia ovariano ou a veia testicular TOMAR CUIDADO NA NEFRECTOMIA pra não seccionar – ligadura bem próximo ao hilo 
Cicatrização – o mais delicado possível 
	- Formação de tecido conjuntivo fibroso 
	- Pelve renal e ureteres podem sofrer estenose 
	- Ureter: peristaltismo ausente por 10 dias – urografia Escretora 
	- Sutura: fio absorvível, materiais e fios delicados 6-0 – 7-0 com agulhas atraumáticas 
Principais doenças: anomalias de desenvolvimentos (ureter ectópico, abcessos e cistos, cálculos, neoplasias, traumas e verminoses – altra frequencia de dicthyphyma renale) 
Anomalias de desenvolvimentos 
Agenesia Renal – não há nenhum desenvolvimento dos rins – se foi unilateral é manejável 
Displasia Renal – deformidade 
Ectopia renal – lugar errado 
Ureter ectópico – inserido na ureta 
Rins fundidos e Doenças policísticas – múltiplos cistos nos rins 
Abcessos ou Cistos 
- cistos renais 
- peudocistos perirenais 
- abscessos renais 
Neoplasias Renais 
- incomuns: menos de 2% de todas as neoplasias 
- linfomas, carcinomas de células renais, carcinomas de células transicionais, sarcoma anaplasico, nefroblastoma, cistoadenocarcionoma 
Vermionoses 
- Dioctyophymia renale 
- predisposição pelo rim direito 
- destruição gradual do parenquimia renal 
- sianis: hematúria, polydipsia, poliuria, perde de peso, peritonite e anorexia 
Diagnostico: US, TC, ovos em urina 
Tratamento: Nefrectomia 
Cálculos renais e Ureterais 
- nefrolitíase e ureterolitíase 
- causados pela supesaturação da urina por substâncias calculogênicas 
- r a 10% dos urolitos 
- uni ou bilaterais 
- concentração de substâncias calculogênicas podem ser aumentados por: disfunção de órgãos, neoplasias, aumento de ingestão de cálcio, fármacos, aumento de absorção intestinal, reabsorção renal prejudicada, mobilização esquelética excessiva. 
Cães
	Estruvita (fosfato de magnésio ou amônia); infecção e urina alcalina – acidifica ele pode dissolve e não precisa de cirurgia 
	Oxalato de cálcio: hipercalemia, deficiência da reabsorção de cálcio, hiperparatiroidismo, linfoma, urina acida 
	Urato: INCOMUNS – só se for dálmatas (deficiências no transporte hepático do acido úrico – maior excreção de ac. Úrico na urina) pacientes com doença hepática. – recidiva comum 
	Cistina 
	Misto 
Gato 
	Oxalato de cálcio: mais comum em gatos principalmente com rações boas 
Diagnóstico 
	- intermitentes 
	- hematúria 
	- anorexia 
	- vômito 
	- poliuria 
	- dor abdominal – dorsal bem próxima a coluna 
	- estranguria
	- polaciúria 
	- inapetência 
	- perda de peso
	- polidipsia 
Diagnóstico por imagem 
	RX, US TC e urografia escretora 
	- confirmar diagnóstico: sinais clínicos múltiplos 
	- se o calculo for radiopaco o rx já fecha 
	- urografia escretora: saber o fluxo, se há obstrução, aonde está o calculo 
Diferencial 
IRC, IRA, Uroabdome, Infecção do trato urinário 
Tratamento 
Clinico -> melhorar pra dai partir para cirurgia (ainda mais se for de estruvita a clinica funciona melhor)
Dieta – acidifique urina 
Diurese -> diuréticos : estimule a diurese aumentar a filtração renal 
Tratar infecção: estimule a ph da urina e dissolva se for de estruvita 
Avaliar terapia conservadora – se vai ser suficiente e ver o quão comproprometida ta essa função 
Avaliar função renal comprometida 
Tratar uropatia obstrutiva – só diurese ou até o tratamento com ondas de choque 
TRATAMENTO 
NEFRETOMIA 
Indicações: remoções de cálculos da pelve renal – exploração de pelve (neoplasia, hematúria) 
Cuidados: evitar pacientes com hidronefrose) 
Há redução da função (25 a 50%) 
Técnica cirúrgica 
1) Animal em decúbito dorsal 
2) Celiotomia pré retroumbilical (não esquecer da laterização peniana) 
3) Auxiliar afasta todas as alças intestinais 
4) Incisar o peritônio que está sobre o rim de interesse 
5) Dilvulsionar os ligamentos sublombares na parte convexa do rim 
6) Tracionar medialmente a parte convexa do rim pra obter acesso 
7) Retroflexão do rim – manipular o rim na direção do cirurgião 
8) Oclusão temporária dos vasos – com pinças hemostáticas próprias (Bulldog)
9) Incisão na parte convexa do rim – abrir até a pelve renal – a incisão vai depender do objetivo da cirugia – incidir em lápis da maneira mais delicada possível 
10) Com pinça hemostática afastas as bordinhas para melhor visualização do hilo renal 
11) Remover os cálculos 
12) Lavar bem a região da pelve Renal e Ureter 
- Vai sangrar pois o rim é um órgão parenquimatoso - Hemostasia: segurar o rim pelo hilo e fazer uma certa compressão na a. renal – a cirurgia tem que ser rápida pois há risco de hipóxia 
13) Aproximar as bordas e fazer compreensãodurante uns 5 minutos – o sangue interno vai coagular 
Antiga: simples contínua com fio absorvível na capsula renal 
14) Nova: Wolf (U) no parênquima renal – vão agir como compressão e simples contínuo na cápsula renal – com fio absorvível sintético e agulha atraumática 
15) Recolocar o rim 
16) Soltar a oclusão e verificar se não tem sangramento 
17) Suturar o peritônio sobre o rim 
18) Reposicionar as alças intestinais 
19) Celioraffia em 3 planos (linha alba, subcutâneo e pele) 
NEFRECTOMIA 
Indicações: traumas graves, neoplasias, pielonefrite, hdronefrose, cistos renais, cálculos, anormalidades uretrais, avulsão, estenose, ruptura, obstrução. 
- Com o rim em localização anatômica ou com retroflexção do rim (girar na região medial e vou ter acesso a região dorsal do rim e não ventral) – em animais obesos as vezes a visualização fica mais complicada ventralmente pelo acumulo de tecido adiposo 
Técnica cirúrgica 
1) Incisão pré-reto até chegar perto da vesícula urinária 	
2) Peritônio e fáscia renal caudal elevados com auxílio de uma pinça; cortar com a tesoura; 
3) Expor o rim a ser excisado; 
4) Dissecar o hilo renal – arteira e veia e faço a ligadura (tripla) ou duas ligaduras e uma transecção 
5) Seccionar o ureter e a veia renal entre as ligaduras; 
6) Realizar divulsão cuidadosa do ureter e fazer uma tripla ligadura próxima da visicula urinaria secciona entra a primeira e a segunda 
7) Ligar duplamente (fio absorvível sintético 2-0) a artéria renal. No lado da aorta colocar duas ligaduras ao invés de uma; 
8) Seccionar a artéria renal entre as ligaduras, deixando-se que se retraia;
9) Celiorrafia rotineira. 
PIEOLOLITOTOMIA e URETEROTOMIA 
- remoção de cálculo 
- dilatação 
- incidir a região da pelve 
- remover 
- sutura simples contínua – no mesmo sentindo da incisão ou do sentindo contrário pra evitar estenose – fio 5 ou 6-0 
Pós operatório 
Monitorar com hemograma 
Abdominocentese se suspeita ou extravasamento de urina 
Cateter urinário 
Monitorar possíveis obstruções 
Complicações 
IR
Hemorragia 
Extravasamento urina 
Estenose ou estreitamento 
Fístulas e cistos 
Laceração 
Trombose 
Infarto 
Infecção 
Hidronefrose 
Bexiga e Uretra 
- a localização depende do estado de repleção: repleta – perto da linha alba; vazia – intrapélvica 
- a vascularização vão chegar na face dorsal tanto da bexiga quanto na uretra – dar preferência pra face ventral 
Doenças mais frequentes: cálculos, prolapso, neoplasias, fistulas, DTUIL, traumas 
	
Urolitíase: urina supersaturada (cristalúria), animais de meia idade, ifecção urinária, estrivta e oxalato de cálcio, urato (doença metabólica) 
Sinais: infecção do trato, hematúria e estranguria 
Obstrução: distensão vesical, dor abdominal (hipogástrica), azotemia, uroabdomen, perda de função, ruptura de uretra, uremia e morte 
	- completa: intervenção emergencial 
Diagnóstico 
	RX simples ou contrastado 
	Cistografia e urografia – injetar contraste e ver aonde está parando e ver aonde stá rolando a obstrução 
	US – que não são radiopacos 
	Piúria 
	Hematúria 	
	Proteinúria 
Tratamento Clínico 
	- Fluidoterapia 
	- diurese 
	- Antibióticos 
	- Urohidropropulsão – sondar e administrar soro fisiológico com pressão para que o calculo saia da uretra e vá para dentro da bexiga para desobstruir o animal, para poucos cálculos funciona mas para muitos talvez não funcione. 
		- empurrar a sonda peniana até encontrar o calculo até não conseguir mais ai administrar com pressão (seringa de 20 ml) 
		- SALINA + lubrificante 
		- no mínimo sedado mas de preferencia anestesiado 
	- Litotripsia 
	- Remoção cirúrgica 
	- Manutenção de animal sondado – até depois do procedimento – para que não tenha repleção da bexiga e nem estenose da uretra 
Tratamento cirúrgico 
- tentar cistotomia antes e colocar uma sonda pela VU e ir empurrando pela vesícula na uretra 
Cistotomia 
- esvaziar a urina antes do procedimento cirúrgico 
- toda preparação asséptica da mucosa peniana/vaginal para sonda 
1) Celiotomia mediana - Incisão reto umbilical cauldal – bem caudal 
2) Exterioriza a beixa – cuidado para não romper o ligamento longo da bexiga 
3) Elevar e isolar a bexiga com compressas; - ou retirar a urina aqui 
4) Colocar pontos de sustentação – serosa e muscular – no fundo ou do lado direito ou do lado esquerdo – ou uma mais caudal e outra mais cranial a incisão – qualquer fio 
5) Incisão logintudinal seguindo as fibras musculares da bexiga – fazer incisão inicial com o bisturi e depois ampliar com a metzenbaum
6) Fazer o que tiver que fazer (retirar calculo, tumor, biópsia) 
7) Retirar qualquer resto de cálculos com a curetra 
8) Lavar a bexiga com solução fisiológica, pode sondar a uretra de dentro pra fora pra fazer uma boa higienização 
9) Sutura simples contínua serrar o nó e voltar com uma sutura invaginante (cushing ou Lambert) – absorvível sintético agulha atraumatica fio fino 
10) Testar sutura ingerindo fluido 
11) Lavar a bexiga, retirar as compressas e colocar compressas limpas luvas limpas 
12) Trocar instrumentais
13) Reposicionar 
14) Celiorrafia em 3 planos 
- deixar com cateterização 
- estabilização de pacientes traumatizados 
- neoplasias 
- perda da função do detrusor 
- auxiliar na cicatrização da uretra 
- quando não é passível ou indesejado a cateterização uretral 
1) Incisão na parede abdominal (celiotomia bem pequena) 
2) Identifica a vesícula urinaria trás pra perto da incisão faz um pequeno corte para passar o cateter com um balão 
3) Faz-se uma sutura boca de fumo ao redor depois uma sutura sandália de bailarina ao redor do cateter fixa-se na parede abdominal 
4) O balão é inflado também para dificultar a saída do cateter 
Urolítiase vesical 
Tratamento: Cistotomia 
Bexiga adiquire a resistência de 14 a 21 dias após a cirurgia – evitar a repleção da bexiga – beber líquidos e fazer xixi varias vezes durante o dia 
Cicatrização
Regeneração de tecido epitelial 
Sintese e remodelagem de tecido cicatricial 
Hiértrofia e proliferação da musculatura lisa 
Urolitíase uretral 
Tratamento 
 Uretrotomia pré escrotal 
Cálculos na uretra peniana distal 
Colocação de cateter de foley 
1) posicionar o paciente em decúbito dorsal;
2) Passar a sonda até onda dar – mais fácil de sentir a uretra pois ela é muito fina e transparente 
3) Realizar uma incisão de pele e subcutâneo – bem na região da orquiectomia 
4) Visualizar o músculo retrator do pênis, pegar uma pinça e lateralizar ele 
5) Incisão da uretra – longitudinal – mais cranial do calculo 
6) Retirar o cálculo
7) Lavar a ureta 
8) Deixar os lados aproximarem
9) Coloco o musculo no lugar 
10) Fechar subcutâneo e pele 
11) Animal deve ficar sondado para a cicatrização da uretra 
Uretrotomia Perineal 
- Cálculos no arco isquiático 
- Colocação de cateter de Foley 
1) posicionar o paciente em decúbito dorsal;
2) Realizar uma incisão de pele e subcutâneo na área perineal entre o ânus e o escroto 
3) Visualizar o músculo retrator do pênis, pegar uma pinça e lateralizar ele 
4) incidir o musculo bulbo esponjoso 
 incidir o corpo esponjoso do pênis – sangra bastante 
 retirar o cálculo
5) Lavar a ureta 
6) Sutura simples continua 
7) Corpo espojo – simples interrompida
8) Mm. Bulbo – simples interrompida 
9) Reposicionamento do mm. Retrator 
a. - fecha subcutâneo e pele
Estreitamento uretral 
Calculo obstrutivo recorrente – cálculos que não podem ser removidos por retropulsão 
Uretrostomia
Uretrostomia escrotal 
- se não for castrado vai ter que castrar 
1) Incidir pele e subcutâneo medial no escroto 
2) Identificar o musculo retrator do pênis 
3) Incidir a uretra e a incisão maior do que a retirada de calculo 
4) Suturar a uretra ao redor da pele – uretra e fascia e pele ao redor do escroto – simples interrompida em toda a volta 
5) Paciente sondado até a cicatrização 
Urestrostomia perineal 
- o animal precisa urinar a partir dali – machuca a pele, mais difícil de limpar 
- chegar na uretra e suturar a uretra na pele 
- o corpo espojoso vai ficar embaixo da pele– ponto simples interrompido com fio inabsorvivel na pele 
 Cuidados pós operatório 
- Fluidoterapia – casos mais graves 
- Analgesia 
- Monitoração de eletrólitos: bioquímicos são importantes 
- Observar hemorragias – normal urina com TRAÇOS de sangue 
- Manutenção de cateter – no hospital ou se o paciente for cuidadoso 
- Antibióticos: nunca vai ser uma cirurgia limpa 
Complicações 
	Estenose: de ureter 
	Vazamento de urina 
	Infecção ou peritonite: erro de tecninca 
Hemorragia/Hematuria 
	Uroabdome 
	Doença renal 
	Deiscencia de sutura
Neoplasias 
Tipos histológicos: Carcionoma de células transicionas, Adenocarcinoma, Carcinoma de células escamosas, Fibrossarcoma 
Renais: raras
Bexigas e uretras incomuns 
Diagnostico 
Anamnese 
Exame Físico 
Exames Complementares: Citopatológico, Cistoscopia, Ultrassom, Tomografia, Biópsia 
SC: disúria, Hematúria, Polaquiúria, Inapetência, Dor, Perda de peso, Aumento de volume abdominal -> sinais inespecíficos e só avançados 
Neoplasia renais: 
	- aumento de volume abdominal renal 
	- massa em região epigástrica ou mesogástrica 
	- Dor abdominal 
	- Desidratação 
	- Perda de peso 
Neoplasia bexiga e uretra 
	- Aumento de volume abdominal 
	- Massa em região hipogástrica
	- Dor abdominal 
	- Perda de peso 
	- Dificuldade em sondagem 
	- Hematúria 
	- Cistite 
 Tratamento
	-Círurgico 
		Cistotomia e remoção de nódulo 
		Cistectomia 
	- Radioterapia – associado a cirurgia 
	- Quimioterapia – mais conservador pro animal do que a cirurgia melhor para a qualidade de vida – cisplatina 
Prognóstico 
Vai depender do tipo histológico 
Da localização – da região de fundo é mais fácil de tratar 
Estadiamento 
Reservado – a não ser quando é benigno 
Doença do trato inferior de felinos 
- obstrução uretral inferior em felinos machos 
- processor inflamatório idopatico 
- obstrução uretral completa ou parcial 
- pode estar associado ou urilitiase 
- pode ocorrer infecção secundária 
Predisposição: animais obesos, de meia idade, estressados, que não tem caixinhas o suficientes ou de uso correto, machos 
SC: polaciuria, estranguria, hematúria, hipercalemia (mais emergêncial) 
Processo obstrutivo: inquietos, urinam com frequencia, lambem a genitália 
Podem apresentar: dor abdominal, anorexia, desidratação, vomito, colapso, estupro, hipotermia e bradicardia 
Diagnóstico 
- histórico e sinais 
- Exames laboratoriais (uremia, acidose e ou hipercalemia) 
Diferencial: outras causas de obstrução uretral 
- urinalise, exames de imagem, coletar amostra do liquido peritoneal e fazer avaliação, cultura e antibiograma da urina, bioquímicos (ureia e creatinina), dosar K
Tratamento clínico – em obstruções parciais 
	- estabilizar para dai anestesiar e tentar desobstruir 
Desobstrução (caracterização ou massagem peniana) – animal anestesiado 
Esvaziamento vesical (cistocentese ou cateterismo) 
Fluidoterapia e correção da hipercalemia 
- se desobstrução não for possível ou houver recidiva do processo deve se considerar cirurgia 
- Usar luva cirúrgica
- Deixar a sonda fixa com coletor 
- Lavar bem a vesícula urinaria 
Tratamento cirúrgico 
Urestotomia perineal 
1) posicionar o paciente como (?) na ponta da mesa perninhas pra baixa e a cauda tracionada cranialmente e amarrada 
2) Boca de fumo no anus para que não haja contaminação – antissepsia na região rotineira 
3) Sondagem se for possível 
4) Realizar uma incisão de pele e subcutâneo ao redor do prepúcio se ele já for castrado se ele não for castrado vai ser aor redor do prepúcio e região escrotal e vai ser realizado a castração 
5) Divulssionar no sentido cranial até encontrar os músculos 
6) Visualizar o músculo isquiocarvenoso e seccionar ele e vai sentir que o pênis fica solto 
7) Identificando o mm. Bulbouretral 
8) Identificar o mm. Retrator do pênis, vai dissecar e soltar o musculo na base e vai descartar
9) Incidir no comprimento até o bulbo na uretra 
10) Incidi na transversal e remove o pênis do gato 
11) Suturar a uretra na pele do paciente – simples interrompida envolta na pele – pela pele pega pele e vai dando ponto – nozinho em direção a pele e não em direção a luz da uretra – fio delicado – 4-0
12) Cuidado pra deixar um ângulo aberto – se não acontece estenose 
13) Fechar a pele até a altura da uretra 
Amputação peniana 
Cuidados pós – operatórios 
Cultura de urina 
Analgésicos 
Antibióticos 
Curativos – usar hipogloss ao redor da ferida pra proteger 
Complicações 
Estenose 
Infecção 
Deiscência 
Incontinência urinaria e fecal 
Prolapso retal 
Traumas 
- maioria secundária a acidentes automobilísticas 
Mais comuns 
Ruptura de bexigas 
Laceração de rim 
Ruptura de uretra e ureter 
Rim 
- Laceração renal ou da vascularação 
- Hematoma perirenal – a capsula não se rompe 
- Ruptura da musculatura abdominal ou do diagrafragma e deslocamento do rim para uma posição subcutanea
- Contusões podem variar desde pequenas hemorragias subcapsulares acompanha de hematúria temporária, até o rim despedaçado que pode resultar em hemorragia grave e choque 
- tentar parar o sangramento, tentar salvar o rim, sempre ser o mais conservador possível 
Ureter 
- traumatismos contusos ou penetrantes 
- Iatrogênicos durante cirurgias abdominais ou secundários a obstrução ureteral por cálculos, neoplasias, fibrose ou constrição 
Bexiga 
 - trauma abdominal contuso ou penetrante 
- aplicação de força excessiva para comprimir a bexiga – fio de arame com força excessiva por exemplo
- cateterizarão inadequada 
- o vazamento de urina para a cavidade resulta em uremia, desidratação, hipovolemia e morte caso não seja diagnosticada e tratado. 
Uretra 
- trauma contuso ou penetrante 
- perfurada durante a cateterização 
- maioria secundária a acidentes automobisticos com fatura de pelve 
SC: hematúria, disúria, dor abdominal, ausência de bexiga palpável, uremia, depressão, vomito, alterações, metabólicas, azotemia, edema, abdominal, ausência de micção espotanea, não recuperação de urina por cateterização (2/3), acumulo de liquido no interior no abdomem (uroabdome), contusão
Diagnóstico 
- histórico de trauma 
- exame físico 
- exames de imagem 
	- perda de detalhes no espaço retroperineal 
	- perda do constraste intro abdominal normal 
	- redução do tamanho ou ausência da bexiga 
	- uretrografia ou cistografia de contraste 
- punção abdominal (citologia e analise bioquímica) 
- cirurgia exploratória 
Tratamento 
- controlar hemorragia 
- corrigir 
	- hipovolemia 
	- alterações metabólicas 
	- hipotermia 
Cirúrgico 
- exploratório 
- hemostasia 
- excisão de tecido desvitalizado 
- reparo de estrurturas danificadas 
- nefrectomia parcial ou total 
- anastomose ou reimplantação uretral 
- cistotomia temporária – sonda de foley 
- sondagem uretral (laceração uretral incompleta) 
UROABDOMEN 
- urina estéril na cavidade por até 72h traz poucas consequencias 
- colocação de sonda uretral ( sitema fechado de coleta) 
- sonda de diálise peritoneal 
- correção de desenquilibrio de eletrólitos 
- comum hipercalemia e uremia 
- fluidoterapia 
- drenagem peritoneal até estabilização para ir para cirurgia 
- antibióticos 
- celiotomia exploratória 
Pós- operatória 
- ficar em observação 
- analgésicos 
- antibióticos 
- drenos 
- bandagens e colar 
- acompanhamentos e fluidoterapia