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AMPUTAÇÃO AULA 3 
DESARTICULAÇÃO DO TORNOZELO: 
 
 
1) SYME: 
Remoção de todo o pé (a nível subcondral da tíbia) e dos maléolos; 
 
 
 
 
 
 
2) BOYD E PIROGOFF 
o Retirada do tálus e os demais ossos abaixo com exceção do 
calcâneo. 
o Artrodese do calcâneo na tíbia. 
 
Boyd 
 Calcâneo é artrodesado (LIGADO) à tibia em posição 
horizontal 
 Pirogoff: Calcâneo em posição vertical. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AMPUTAÇÃO TRANSTIBIAL: 
• - 1/3 superior ou proximal; 
• - 1/3 médio; 
• - 1/3 inferior ou distal. 
Obs.: Ponto ideal para amputação 1/3 médio (transição músculo-
tendínea do gastrocnêmio, com boa musculatura e melhor 
vascularização). 
Quando muito proximal pouca musculatura e vascularização 
comprometida e 
 apresentará contratura da musculatura flexora de joelho. 
 
 
DESARTICULAÇÃO DO JOELHO: 
• Preserva a coxa: Quadríceps (Boa protetização); 
• Maior apoio para prótese: Bom Equilíbrio; Boa Postura e Marcha; 
• Menor tendência a deformidades; 
• Côto suporta carga terminal: Descarga de peso distal; 
• Manutenção de equilíbrio entre flexores e extensores, adutores e 
abdutores do quadril. 
• Descarga terminal do peso no côto. 
• Marcha de boa qualidade. 
 
 
 
TRANSFEMORAL: 
• Nível ideal 
– Até 5 cm abaixo do trocânter menor 
– De 7,5 à 10 cm acima do joelho; 
• Classificação (Krussen) 
– Longa acima do joelho: preserva 55 a 75% do comprimento 
do fêmur 
– Média: preserva 35 a 55% do comprimento do fêmur 
– Curta: preserva < 35% de comprimento do fêmur 
 
Obs.: Se for acima do trocânter menor ou a distância do corte for 
menor que 5 cm distais deste osso, a colocação da prótese é 
somente com o cesto ou cinto pélvico apresentando compensações 
nas adaptações à prótese; 
Principal problema dessa amputação: Contratura flexora, abdutora 
e rotadora externa do quadril. 
Fisioterapia: Alongamento para toda a musculatura principalmente 
às contraturadas e ganho de FM da musculatura pélvica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESARTICULAÇÃO DO QUADRIL: 
 
• Protetização difícil nos idosos 
• Complexidade da prótese 
– Gasto energético 
• Velocidade de marcha menor; 
• Ausência de estruturas músculo -esqueléticas para mobilizar a 
prótese; 
 
INDICAÇÕES: 
• NEOPLASIAS MALÍGNAS; 
• INFECÇÕES AVANÇADAS; 
• TRAUMAS EXTENSOS (FRATURAS COMINUTIVAS); 
• Morte tecidual acima do trocânter menor.

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