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Plexo Braquial · Comando sensitivo e motor do membro superior é feito pelo plexo braquial. Massa cinzenta: corpos de neurônios Todas as fibras que saem da região posterior desse H medular são sensitivas e da região anterior é motora, todas essas partes se juntavam e formavam o nervo espinal, e na coluna são 32. Todo plexo braquial tem a característica de ser sensitivo e motor. Nem todos os nervos se juntam para virar plexo. Origem raízes nervosa: (C5, C6) C7 ( C8,T1) Nervos terminais: Tronco superior: C5, C6 Tronco médio: C7 Tronco inferior: C8 e T1. Cada tronco me fornece duas divisões, uma anterior e uma posterior. Divisão anterior do tronco médio e superior se juntam para formar o fascículo lateral Divisão posterior do tronco superior, inferior e médio juntam para formar o fascículo posterior. Divisão anterior: fascículo médio O fascículo lateral tem a terminação nervo musculo cultaneo e a raiz lateral ( nervo mediano) Fasciculo posterior nervo axilar e nervo radial Fascículo medial raiz medial e nervo mediano e nervo ulnar. Nervo torácico vem da C5,C6 e C7 O fasciculo posterior esta posterialmente localizado a artéria axilar. Formação na medula O que é a lesão de Erb Duchenne e quais suas características? É uma paralisia do braço causada por lesão do grupo superior dos nervos principais do braço (especificamente, as raízes espinhais C5-C7) que ocorre quase sempre durante o nascimento. Raízes superiores Hiperextensão da cervical Al-Qattan(21) revisou a classificação de Narakas, que caracteriza os recém-nascidos com paralisias obstétricas em quatro grupos: Grupo I: paralisia alta ou de Erb, sendo o nível da lesão nas raízes C5-C6, estando a abdução do ombro, rotação externa e flexão do cotovelo comprometidas, o prognóstico é bom e a recuperação espontânea em torno de 80%. Grupo II: paralisia de Erb estendida, além do grupo muscular envolvido no grupo I observa-se a extensão do punho paralisada, sendo o nível lesional nas raízes C5, C6 e C7. Recuperação espontânea em torno de 60% dos casos. Grupo III: paralisia total do membro superior, “flail arm”, e o nível lesional em todas as raízes do plexo, C5, C6, C7, C8, T1. Recuperação espontânea do ombro e cotovelo em 30 a 50% dos casos. A função da mão pode ser recuperada em muitos pacientes. Grupo IV: paralisia total do membro superior com síndrome de Horner. O pior prognóstico sem cirurgia. O que é a Lesão de Klumpke e quais suas características? Na paralisia de Kumpke há comprometimento das raízes C8 e T1 causando paralisia completa do membro comprometido com diminuição da sensibilidade. Raízes inferiores Características: tumores, fraturas de clavículas, síndrome da costela cervical, patologias expansiva do ápice pulmonar. Compartimento deltoide: Compartimento anterior do braço musculocultaneo e do antebraço E todo compartimento anterior do membro superior Comentários do professor: A paralisia de Erb-Duchene é a forma mais comum de lesão. Caracteriza-se por dano às raízes nervosas superiores (C5 e C6) do plexo braquial, onde ocorrerá paralisia de todos os músculos inervados por essas raízes, • As causas mais comuns são tração da cabeça ou ombros, quedas contra a cabeça do úmero e injúrias obstétricas. • Nesta o membro superior encontra-se hipotônico, pendente ao lado do corpo em adução, rodado medialmente, com o antebraço pronado e estendido. A função da mão encontra-se preservada. O reflexo bicipital é perdido. A perda sensitiva é mínima. A paralisia de Klumpke ocorre com menor freqüência. Trata-se de danos as raízes nervosas inferiores (C8 e T1) do plexo braquial. As causas mais comuns são: - tumores ou outra patologia expansiva do ápice pulmonar, - fratura da clavícula, - síndrome da costela cervical (os processos transversos da vértebra C7 desenvolvem-se além do normal, formando-se um novo par de costelas, que pressionam as raízes ventrais dos nn C8 e T1), - aneurisma do arco da aorta, - ato de puxar o braço subitamente, principalmente em RN e crianças menores, - metástases malignas para linfonodos cervicais, - queda de altura com tentativa de paralisação com os braços. - há perda da flexão do punho e dos dedos, e perda também da - capacidade de realizar movimentos finos com as mãos, além de trofismo das - eminências tenar e hipotenar. O déficit sensitivo é na porção medial do antebraço - (acometimento do n. cutâneo medial do antebraço) Caso clinico: Paciente A.C , 19 anos, estudante de medicina em SBC, sai com os colegas no sábado à noite para uma “balada“ em comemoração ao campeonato de medicina do estado de São Paulo (CAMESP) • Por volta das 4 horas da madrugada, os colegas procuram por L.N e o encontram na posição ao lado. • Os colegas o levam para casa. • No dia seguinte, A.C acorda com a mão direita caída Lesão no nervo radial. · Qual o diagnóstico sindrômico, etiológico e topográfico? Sindrômico: paresia da musculatura extensora do punho direito Etiologia: compressão nervosa na fossa axilar Diagnostico topográfico: nervo radial ( sensitiva três primeiros dedos. · Explique a fisiopatologia da morbidade.