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Natália Cariello Brotas Corrêa 1° Período Palpação Superficial: Apenas com a mão dominante, usa-se a polpa dos dedos Fossa ilíaca direita Flanco direito Hipocôndrio direito Epigástrio Hipocôndrio esquerdo Flanco esquerdo Fossa ilíaca esquerda Hipogástrio Mesogástrio - Solicitar que o paciente fique em silencio - Retire a camisa - Caso necessário, solicitar que abaixe um pouco as calças para a visualização das fossas ilíacas Feedback: Indolor a palpação superficial, não foram palpadas massas nem visseromegalias Profunda: Mão NÃO dominante sobrepõe a dominante Movimento de escavação Fossa ilíaca direita Flanco direito Hipocôndrio direito Epigástrio Hipocôndrio esquerdo Flanco esquerdo Fossa ilíaca esquerda Hipogástrio Mesogástrio Olhar a expressão do paciente ao toque - Sinal de Cacifo: quando há edema, a região edemaciada demora mais tempo para voltar ao normal Manobras: Para palpar o fígado: · Manobra de garra (Manobra de Mathieu) Cavando a última costela Pedir para que o paciente inspire profundamente e, em seguida, solte o ar. Enquanto ele solta o ar, ir cavando o espaço até sentir uma resistência, o fígado. · Manobra de Lemos Torres Pôr a mão não dominante nos flancos, em seguida pede ao paciente para que inspire profundamente e depois, solte. Enquanto o paciente estiver soltando o ar, deslizar a mão dominante partindo da fossa ilíaca direita até a última costela. A resistência na proximidade das costelas será o fígado. Para checar peritonite: · Manobra de descompressão súbita Pressionar com a ponta dos dedos de uma mão a região entre a fossa ilíaca direita e o umbigo e retirar rapidamente. Se no retirar da mão o paciente gritar de dor, ele tem peritonite (sinal de Blumberg). Outras manobras: · Manobra do frêmito toraco vocal Colocar a palma de uma das mãos abaixo do ombro e pedir ao paciente que fale “33”. Fazer isso em ambos os lados. Colocar a palma de uma das mãos na região da última costela na parte posterior do corpo e pedir ao paciente que fale “33”. Fazer em ambos os lados. Permite a avaliação dos sons pulmonares, pois dependendo da presença ou não de secreções, água etc., o som fica alterado. · Manobra da expansibilidade torácica Colocar uma mão em cima de cada ombro, apenas apoiando, de modo que os polegares fiquem encostados um no outro. Pedir ao paciente que inspire profundamente e expire. Enquanto o paciente inspira os dedos devem se afastar, ao passo que ao expirar, devem se unir no mesmo lugar. Em caso de unilateralidade, pode ser indicativo de pneumotórax. · Manobra de piparote Com uma das mãos o examinador golpeia o abdome com piparotes, enquanto a outra, espalmada na região contralateral, procura captar ondas líquidas chocando-se contra a parede abdominal. A percussão por piparote é usada na pesquisa de ascite. · Sinal de Murphy Na colelitíase e na colecistite crônica, embora a vesícula não seja palpável, é frequente o paciente relatar dor quando é exercida compressão sob o rebordo costal direito, no ponto cístico, durante a inspiração profunda. O examinador, à direita do paciente em decúbito dorsal, coloca sua mão esquerda de modo que o polegar se insinue sob o rebordo costal direito no nível da borda interna do músculo reto anterior, enquanto a face palmar da mão apoia-se sobre o flanco. Sem afrouxar a pressão exercida pela mão palpadora, solicita-se que o paciente respire profundamente. Em caso de dor, o atendido interrompe o movimento respiratório ao mesmo tempo que reclama da sensação dolorosa. O ponto de palpação da vesícula pode ser tocado de duas maneiras. Nas pessoas magras, ele corresponde à interseção da borda externa do músculo reto abdominal com a cartilagem costal. Nos pacientes obesos, pela linha que une a crista ilíaca à arcada costal passando pelo umbigo. · Sinal de Cacifo Quando há edema, a região edemaciada demora mais tempo para voltar ao normal · Ângulo de Charpy = 90º < 90º Brevilíneo Normolíneo Longilíneo Percussão Avaliação dos sons Percussão digitodigital: golpes com a borda ungueal do dedo médio ou do indicador da mão dominante a superfície dorsal da segunda falange do dedo médio da outra mão · Percussão do tórax Nos espaços intercostais · Percussão do abdome Fossa ilíaca direita Flanco direito Hipocôndrio direito Epigástrio Hipocôndrio esquerdo Flanco esquerdo Fossa ilíaca esquerda Hipogástrio Mesogástrio Tipos de sons: · Maciço Regiões desprovidas de ar Ex.: Osso, músculo, fígado · Submaciço Ex.: Diafragma · Timpânico Região que contêm ar e uma membrana flexível Ex.: Intestino ou espaço de Traube · Claro pulmonar Quando se golpeia o tórax normal Ex.: Espaços intercostais Manobras · Punho percussão lombar - Com a mão fechada, golpeia-se com a borda cubital a região em estudo e averígua-se se paciente sente dor. - Com a borda da mão, dedos estendidos e unidos, golpeia-se a região desejada com a bulba ulnar, procurando observar se a manobra provoca alguma sensação dolorosa. Deve ser feito primeiramente em lugar onde não há dor para avaliar reação. · Sinal de Giordano Para realizar a manobra o profissional faz uma súbita punho-percussão, com a borda ulnar da mão, na região da fossa lombar do paciente, mais especificamente, na altura da loja renal (flancos). Se a manobra evidenciar sinal de dor aguda, em pontada, no paciente, o sinal de Giordano é positivo, o que indica grande probabilidade doença renal (litíase e pielonefrite aguda). Natália Cariello Brotas Corrêa 1° Período Palpação Supe r ficial: Apenas com a mão dominante, usa - se a polpa dos dedos Fossa ilíaca direita à Flanco direito à Hipocôndrio direito à Epigástrio à Hipocôndrio esquerdo à Flanco esquerdo à Fossa ilíaca esquerda à Hipogástrio à Mesogástrio - Solicitar que o paciente fique em silencio - Retire a camisa - Caso necessário, solicitar que abaixe um pouco as calças para a visualização das fossas ilíacas Feedback: Indolor a palpação superficial, não foram palpadas massas nem visseromegalias Profunda : Mão NÃO dominante sobrepõe a dominante Movimento de escavação Fossa ilíaca direita à Flanco direito à Hipocôndrio direito à Epigástrio à Hipocôndrio esquerdo à Flanco esquerdo à Fossa ilíaca esquerda à Hipogástrio à Mesogástrio Olhar a expressão do paciente ao toque - Sinal de Cacifo: quando há edema, a região edemaciada demora mais tempo para voltar ao normal Natália Cariello Brotas Corrêa 1° Período Palpação Superficial: Apenas com a mão dominante, usa-se a polpa dos dedos Fossa ilíaca direita Flanco direito Hipocôndrio direito Epigástrio Hipocôndrio esquerdo Flanco esquerdo Fossa ilíaca esquerda Hipogástrio Mesogástrio - Solicitar que o paciente fique em silencio - Retire a camisa - Caso necessário, solicitar que abaixe um pouco as calças para a visualização das fossas ilíacas Feedback: Indolor a palpação superficial, não foram palpadas massas nem visseromegalias Profunda: Mão NÃO dominante sobrepõe a dominante Movimento de escavação Fossa ilíaca direita Flanco direito Hipocôndrio direito Epigástrio Hipocôndrio esquerdo Flanco esquerdo Fossa ilíaca esquerda Hipogástrio Mesogástrio Olhar a expressão do paciente ao toque - Sinal de Cacifo: quando há edema, a região edemaciada demora mais tempo para voltar ao normal