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PRINTER Este treinamento foi baseado nas máquinas que estão paradas na Fábrica de Jacareí ( São Paulo) Algumas variações poderão existir devido à reformas / melhorias, mas o princípio de funcionamento, de segurança e de lógica é o mesmo. Printer 6CD6-1800 (SEQUA) Filmes/Printer.wmv Filmes/Printer.wmv Explicar a operação , os ajustes e as manutenções dos equipamentos da estação de impressão que são: - Printer 6CD6-1800 (SEQUA) - Envernizadora de Cobertura 6CD6-A-36 E também : - Parâmetros de qualidade - Segurança - Trabalho em equipe OBJETIVO O processo de impressão começa com a tinta saindo da fonte do tinteiro para depois seguir pelos rolos e alcançar a placa que está fixada no cilindro de placa. A tinta é aplicada na área em alto relevo desta placa. Esta é a área da imagem da lata onde aparece cada uma das cores que serão aplicadas à lata. Em seguida, a placa imprime a imagem de uma determinada cor para a blanqueta. A blanqueta passa por todos os cilindros dos tinteiros, apanhando as imagens das cores e assim formando a imagem final que será impressa por meio do contato desta blanqueta na lata. A IMPRESSÃO O sistema utilizado para impressão em latas de alumínio de duas peças é uma combinação do sistema Leterpress e Offset. Leterpress porque se trata de um processo onde a imagem é em alto relevo e é transferido para uma blanqueta e posteriormente ao substrato, o que permite que esta impressão seja feita em superfícies rugosas, ásperas, metálicas lisas ou ainda plásticas. Por este tipo de impressão não precisar de nenhum tipo de solução de fonte , ele é chamado de Offset sêco. É um tipo de impressão que possui dificuldades de imprimir finos detalhes, devido ao ganho de pontos mais finos. • Impressão A IMPRESSÃO Modulo 1/why.avi A MÁQUINA Cilindro do Carriage Roda de Transferência Conjunto de Alimentação Disco de Mandril Tambor de Blanquetas Tinteiros Envernizadora A MÁQUINA Redutor da Envernizadora Redutor do Tambor de Blanquetas Polia do Pré-Spin Acoplamento Estriado do Contra-Recuo Redutor do Disco de Mandril Redutor da Roda de Transferência Redutor da Principal PERCURSO DA LATA Ao sair da Lavadora a lata percorrerá um trecho até alcançar o single filer , que é o principal equipamento responsável pela alimentação da Printer. Dutos Principais ALIMENTAÇÃO Single Filer Mesa de Ar Guias Singue Filer D3 Modulo 1/Single filer.ppt Caso as pressões de ar sejam iguais em todos os orifícios, a lata de alumínio tenderá a inclinar-se durante o seu percurso. Isso se deve ao fato da lata possuir uma extremidade fechada e outra aberta. Devido a esta tendência de inclinação, existe na calha um “dumper” de ajuste de ar. Calha de Ar ALIMENTAÇÃO Fundo da lata Boca da lata 1o Trecho da calha de alimentação Manômetro Dumper de ajuste da ar ALIMENTAÇÃO Calha de Ar A Roda de Vácuo (Starwheel) é composta por 10 segmentos. Cada segmento possui um orifício por onde atua o vácuo responsável pela transferência das latas de alumínio vindas do Single Filer para o Spindle Disc (Disco de Mandril). Mandril Empurrador de latas (wiper) Guias Inferiores Roda de vácuo Pontos de ajuste da guia superior ALIMENTAÇÃO Starwheel O vácuo presente na Roda de começará a atuar no instante em que a lata alcançar a Printer. Como esta roda tem um movimento giratório, ela irá transportar a lata por aproximadamente 140o, quando o vácuo será interrompido e a lata soltará da estrutura da Starwheel.Neste momento a lata será captada pelo Disco de Mandril. PERCURSO DA LATA NA PRINTER Conjunto de Alimentação Bomba de vácuo Mangueira Roda de vácuo Vácuo máx. 5” Hg ALIMENTAÇÃO Modulo 1/intro.avi Modulo 1/infeed.avi ALIMENTAÇÃO Mandril Orifício por onde passa o vácuo Região onde atua o vácuo - 140º Roda de vácuo Latas vindas do Single Filer O Disco de Mandril (Spindle Disc) é um disco com 24 conjuntos de mandris e possui a função de transportar e suportar a lata de alumínio durante o processo de impressão do rótulo e da aplicação do verniz externo. Existe um percurso predefinido por um “came” fixado na estrutura da Printer. Cada conjunto de mandril possui um seguidor deste came que servirá para limitar o movimento do conjunto de acordo com o perfil do came. Existem dois tipos de Disco de Mandris usados nas fábricas, Vertical Tracking e Linear Bearing. DISCO DE MANDRIL Disco de Mandril Vertical Tracking Para este disco, cada conjunto de mandril possui duas hastes que servem de guia e uma haste por onde passa ar/vácuo. Para este Spindle Disc cada suporte de mandril possui um braço de apoio chamado “Vertical Tracking”. Este braço de apoio auxilia o trabalho do conjunto com baixa pressão de impressão. Disco de Mandril Linear Bearing Este disco diferencia do convencional por possuir dois roletes por conjunto chamados Linear Bearing, portanto não possuem hastes de guia e nem de ar/vácuo. A entrada de ar/vácuo é feita através de mangueiras ligadas diretamente ao Manifold. ( Outras fábricas ) DISCO DE MANDRIL DISCO DE MANDRIL - LINEAR BEARING As vantagens deste disco de mandril são: • Não possuir hastes guias e de ar/vácuo • Não possuir vedações • Ter uma melhor qualidade de impressão • Não possuir Vertical Tracking • Fácil Manutenção DISCO DE MANDRIL - LINEAR BEARING Roletes Suporte do mandril Roletes Trilho dos roletes Seguidor de came Raspadores Observação: Os roletes devem ser montados com os raspadores apontando para fora. DISCO DE MANDRIL - LINEAR BEARING Batente Eixo Disco de Mandris Manifold Mangueira Ar/Vácuo Roletes Lubrificação Assento azul Aperto de 27 ft/lbs Aperto de 11,5 ft/lbs LINEAR BEARING LINEAR BEARING Roletes Ar / Vácuo Stop Plate Assento azul Lubrificação Área em contato com a lata (Área polida com 4 inch) Área em contato com a correia do Pre-Spin (Não Polir) Rolamento tipo agulha Rolamento de esferas Canal de entrada Ar/vácuo MANDRIL MANIFOLD Alimentação de lata ao mandril - Vácuo Rejeição da lata ao mandril - Ar Área de impressão Vácuo Aplicação de verniz Vácuo Área de transferência do mandril para a roda de transferência - Ar Ao se visualizar o Disco de Mandril, a primeira impressão que se tem é a de que a lata de alumínio percorrerá um caminho circular durante o momento que se mantiver fixa ao Mandril. Mas a verdade é que a lata de alumínio possui um percurso diferente devido à presença do Came Principal (Master Cam), uma placa de aço fixa à estrutura da Printer que possui trilhos responsáveis por guiar os mandris no percurso desejado. CAME PRINCIPAL Impressão Pré-Spin e o Trip Aplicação de Verniz Externo Abertura do Came Transferência Alimentação CAME PRINCIPAL Antes de alcançar a posição de impressão, cada mandril entra em contato com a Correia do Pré-Spin . Esta correia provoca um giro no mandril (e da lata) aproximando a velocidade periférica da lata ao do segmento de blanqueta. Isto evita o desgaste das blanquetas e garante uma impressão contínua , sem falhas. PRÉ-SPIN Mandril com a lata Correia lisa do Pré-Spin Correia dentada do acionamento do Pré-Spin O movimento desta correia lisa do pré-spin é gerado através de uma outra correia dentada ligada a um eixo que recebe o movimento do redutor do Tambor de Blanquetas. Importante: Durante a montagem da correia lisa do Pré-Spin, deve-se posicionar o lado verde de tal forma que este entre em contato com os mandris, e o amarelo virado para os canais das polias. Pré-Spin PRÉ-SPIN Modulo 1/prespin.avi A impressão do rótulo ocorre no instante em que a lata de alumínio presa ao Mandril entra em contato com a Blanqueta, item colado ao Tambor de Blanquetas e que recebe a tinta de todos os tinteirosda printer e a transfere para a superfície externa da lata. O tambor de blanquetas possui oito segmentos, onde em cada um é colado uma blanqueta. TAMBOR DE BLANQUETAS Tambor de Blanquetas Modulo 1/8color.avi Tambor de Blanquetas Bull Gear Redutor Eixo do Tambor de Blanquetas e do Bull Gear Polia do acionamento do Pre-Spin TAMBOR DE BLANQUETAS Tambor de Blanquetas Bull Gear Redutor Eixo do Tambor de Blanquetas e do Bull Gear TAMBOR DE BLANQUETAS Tambor de Blanquetas Bull Gear Redutor Eixo do Tambor de Blanquetas e do Bull Gear TAMBOR DE BLANQUETAS Após a impressão do rótulo na superfície externa da lata de alumínio, será aplicada nesta superfície uma camada de verniz que por sua vez possui a função de proteger e de dar brilho a este rótulo da lata, além de proporcionar uma maior mobilidade da lata de alumínio. Disco de Mandril Tambor de Blanquetas Rolo aplicador Rolo Gravure Lata ENVERNIZADORA Rolo Gravure Rolo aplicador Lâmina do Rolo Gravure ENVERNIZADORA Antes de chegar na Roda de Transferência, o mandril passa pelo Mandrel Brake ( Sistema de Freio de Mandril ). O objetivo é reduzir a rotação do Mandril, facilitando a passagem das latas para a Roda de Transferência e garantindo que o ele não esteja rodando ao receber a próxima lata. MANDREL BRAKE Mandrel Brake Modulo 1/brake.avi Lata Correia do Mandrel Brake Tensionador da Correia Acionamento do Mandrel Brake MANDREL BRAKE Roda de Transferência Após a aplicação do verniz pela superfície externa da lata de alumínio, essa será transferida do Mandril do Spindle Disc para a Roda de Transferência (Transfer), equipamento responsável pelo encaixe da lata nos pinos existentes da Corrente Pinada. Observa-se que esta Roda de Transferência encontra-se posicionada um pouco à frente do Disco de Mandril. No momento em que um de seus 20 segmentos estiver frente a frente com um dos 24 segmentos do Spindle Disc, a lata de alumínio que encontra-se presa ao Mandril, receberá um jato de ar do manifold do Disco do Mandril e ao mesmo tempo será sugada por um vácuo proveniente do manifold da Roda de Transferência, liberando o Mandril para uma outra lata vinda da Vacuum Starwheel. A transferência da lata da Roda de Transferência para o pino da Corrente Pinada ocorre através de um pequeno sopro de ar no fundo da lata proveniente do manifold desta roda. RODA DE TRANSFERÊNCIA Modulo 1/transfer.avi O percurso da lata, desde sua alimentação a roda de transferência até a sua saída para a corrente pinada, segue o encaminhamento de um came que é preso a estrutura da máquina. Posição de alimentação à Roda de Transferência Posição para fixar o seguidor de came do pistão da Roda de Transferência RODA DE TRANSFERÊNCIA Mandril Lata Transfer Roda de Transferência Lata de Alumínio Disco de Mandril RODA DE TRANSFERÊNCIA RODA DE TRANSFERÊNCIA Manifold Chupeta Correia Eixo de Transferência Sprocket Tensionador Eixo de acionamento Tubo de nylon Seguidor de came Saída de vácuo Estrutura de apoio da Roda de Transferência p/ tanque de ar Manifold Tubo de nylon Saída de ar Saída do vácuo RODA DE TRANSFERÊNCIA A etapa que envolve a C. Pinada ( Pin Chain ) é a última da Printer. Ela é a responsável em transportar a lata para fora da Printer, além de o sustentá-la durante os processos de aplicação do verniz de fundo e de cura no Pin Oven. Seu acionamento é feito através de acoplamentos e redutores ligados ao motor elétrico da Printer. CORRENTE PINADA Eixo de Acionamento Redutor Pino Fusível (Pino sacrifício) Eixo de Acionamento Redutor Corrente Pinada Roda Dentada Mancal Correia ligada ao motor principal CORRENTE PINADA Roda Dentada Roda Dentada Pino Pillow Block Corrente Pinada Quando a Corrente Pinada alcança a Printer, ela passa por diversas Rodas Dentadas (Sprockets), montadas no Pillow Block, até se distanciar novamente com as latas de alumínio encaixadas em seus pinos. CORRENTE PINADA TINTEIRO TINTEIRO 1 2 3 4 5 6 Uma decoração de qualidade depende de um bom sistema de distribuição de tinta. Sequência de Distribuição de Tinta O tinteiro tem a função de conduzir de maneira uniforme, a tinta da fonte até o cilindro de placa, que em seguida transferirá para a blanqueta. TINTEIRO Modulo 1/inker.avi A tinta é colocada na fonte, onde é alimentada por uma lâmina ajustável que tem a função de controlar o volume de tinta que passa para a lata. Do rolo da fonte (A) a tinta passa para o rolo de transferência (B). O rolo de transferência tem mecanismo excêntrico ligado ao primeiro rolo de aço (C). Devido a este mecanismo, o rolo de transferência se move entre o primeiro rolo de aço e o rolo da fonte. Ao entrar em contato com o rolo de aço que está rodando, o rolo de transferência recebe o movimento de rotação assim melhorando a transferência de tinta ao rolo (C). TINTEIRO Seqüência de Distribuição de Tintas A tinta do rolo fixo (C) é transferido ao rolo distribuidor (D1). O movimento dos rolos distribuidores (D1 e D2) espalham a tinta uniformemente nos rolos oscilantes (E1 e E2). Do rolo distribuidor (D2) a tinta é alimentada ao segundo rolo oscilante (E2) que espalha uniformemente a tinta nos rolos principais (F1 e F2). Os rolos principais aplicam tinta nas áreas mais altas da placa de impressão que está sobre o cilindro de placa. A placa imprime a imagem na blanqueta, que em seguida vai passar para a lata. TINTEIRO Seqüência de Distribuição de Tintas O movimento dos rolos de aço é feito por engrenagens acopladas aos seus eixos. A engrenagem interna do cilindro de placa, estando em contato com a engrenagem do Bullgear, recebe o movimento e o transfere pela engrenagem externa aos demais rolos de aço. TINTEIRO Engrenagem do eixo do rolo oscilante superior (E1) Engrenagem (C) Engrenagem do eixo do rolo oscilante inferior (E2) Engrenagem do eixo do cilindro de placa (G) Os rolos de borracha (ou distribuição) recebem o movimento dos rolos de aço pelo contato que existe entre eles. Durante a passagem de tinta, o rolo de transferência se move entre o rolo da fonte (A) e o rolo fixo (C). Este movimento é resultado do contato do eixo do rolo de transferência com a came excêntrica do eixo de engrenagem “C”. TINTEIRO CAME Came excêntrico Rolete Seguidor de Came Aos eixos dos rolos oscilantes (E1 e E2) foi fixado um braço de alavanca que está ligado ao came do eixo de engrenagem “C”. Este came tem um perfil que faz com que o braço da alavanca tenha um movimento de vai e volta conforme o eixo roda. O braço ao se mover, puxa os eixos dos rolos de aço levando ao movimento oscilante. TINTEIRO Came Superior Braço de Alavanca Came Inferior A manutenção dos tinteiros, que inclui a sua desmontagem, lavagem das peças, montagem, ajustes e testes, é toda realizada na oficina de impressão assim, evitando perdas excessivas de tempo e consequentemente de produção de latas. Antes de finalizar a manutenção, o mesmo recebe uma camada fina de graxa em todas as suas paredes internas que serve para minimizar excesso de tinta impregnada. O tinteiro deve sair da oficina pronto para uso, dispensando maiores ajustes quando este estiver acoplado na Printer. TINTEIRO O tinteiro deve trabalhar no mínimo 90 dias até sua próxima manutenção. Porém, para garantir que este tempo seja cumprido, os mecânicos da Printer devem garantir que todos os tinteiros trabalhem com as suas proteções e coifas de exaustão sempre fechadas e em bom estado. Também é importante que as pressões de tinteiro e dos rolos de borracha sejam as mínimas possíveis. Outro fator importante para o bom funcionamento do tinteiro é a certeza da boa refrigeração estando sempre com a válvula aberta e as mangueiras devidamente acopladas. O mesmo critério deve ser observado para a lubrificação automática de graxa. TINTEIRO A Fonte éa parte do tinteiro onde se armazena e faz a distribuição da tinta ao longo dos rolos. Identificação 1 - Lâmina da Fonte 2 - Grampo da lâmina da fonte 3 - Bloco da fonte 4 - Parafuso diferencial 5 - Pino da lâmina 6 - Retenção do parafuso TINTEIRO No ciclo de rotação do rolo da fonte, o rolo que está sempre em contato com a tinta, pega esta tinta, passa pela lâmina da fonte para retirar o seu excesso e por fim transfere a tinta ao rolo de transferência por meio de contato entre os dois rolos. A quantidade de tinta que o rolo da fonte transfere é controlada pela pressão entre o rolo e a lâmina da fonte. O ajuste desta pressão é feito por meio de pinos da lâmina e parafusos diferenciais. Na necessidade de aumentar a tinta, girar o parafuso no sentido anti- horário de tal forma a mover o pino da lâmina para mais longe do rolo. Com isto, a lâmina da fonte se abaixa, aumentando a passagem da tinta. TINTEIRO Na necessidade de diminuir a tinta, girar o parafuso no sentido horário para que o pino da lâmina se aproxime do rolo. Encontra-se ao longo da fonte, nove pinos de lâminas que permitem aumentar ou diminuir a quantidade de tinta que irá ser distribuída pela altura da impressão da lata. O compartimento de tinta da fonte do sexto tinteiro é maior do que dos outros cinco tinteiros. Como ele fica no ponto mais baixo da Printer e o rolo fica quase em cima da fonte, é preciso que a altura da camada de tinta seja maior, para que haja uma área de contato suficiente entre o rolo da fonte e a tinta. TINTEIRO Gaveta da fonte Pontos de apoio para o ajuste da inclinação da fonte Ajuste da Inclinação da Fonte Este ajuste possibilita ao tinteiro trabalhar em várias posições / inclinações diferentes. . Também é muito utilizado quando se deseja prevenir que a tinta não oxide (“durma”) no caso de trabalhar com quantidade pequena. Vista Superior da Alavanca de trava da gaveta TINTEIRO Rolo da Fonte (A) 1o Passo Soltar as porcas (Usar chave fixa): Ambas laterais da gaveta da fonte. 2o Passo Soltar parafusos de apoio do retentor da fonte (Usar chave fixa): Ambas as laterais. Observação: Os parafusos de apoio retentor da fonte não devem ficar salientes Quando a fonte for acoplada no tinteiro. TINTEIRO Parafuso e porca de apoio do retentor da Fonte Na colocação da fonte no tinteiro é importante garantir que os retentores laterais sejam apoiados na própria fonte, antes de introduzir o conjunto na gaveta. Isto previne cortes nos retentores e consequentemente vazamentos de tinta nas suas laterais. Retentores Lâmina da Fonte Rolo da Fonte (A) Observar o encaixe perfeito do retentor na fonte. TINTEIRO A fixação da fonte na gaveta do tinteiro é feita manualmente através de um pequeno aperto nos parafusos de cabeça tipo borboleta em ambos os lados. Não utilizar ferramentas. Posição do Parafuso de cabeça tipo borboleta TINTEIRO Após a fixação da fonte é necessário ajustar os parafusos de apoio do retentor de forma a evitar vazamentos entre o retentor e a lâmina. Após o tinteiro entrar em operação, observe a existência de vazamentos de tinta nas laterais inferiores da fonte. Havendo este problema, dê mais um pequeno aperto por igual nos parafusos de cabeça tipo borboleta. Não se deve atuar em outro parafuso. Caso o problema de vazamento persista, tente primeiramente trocar os retentores, para depois trocar toda a fonte. TINTEIRO Observação: O parafuso de apoio do retentor deve encostar levemente no retentor. Em seguida, apertar a porca de travamento. TINTEIRO TINTEIRO TINTEIRO Colocação e fixação do Rolo de Transferência usando uma Chave Allen Rolo Fixo (C) Rolo da Fonte (A) Rolo Transf. (B) 2) Soltar parafuso de ajuste em ambos os lados (Usar Chave Fixa) 1) Soltar porca de fixação em ambos os lados. (Usar Chave Fixa) TINTEIRO – Aj. Paralelismo Rolo Transf. Importante: Sempre faça este ajuste com um Rolo de Transferência novo ! Porcas de Fixação Parafuso de ajuste Observação: A sequência de ajustes deve ser seguida como mostrado para evitar que o parafuso trava (foto acima) tenha seu corpo danificado. TINTEIRO – Aj. Paralelismo Rolo Transf. Parafuso Trava 3) Soltar Parafuso-Trava ( usar chave Allen ) 1) Soltar porca de fixação em ambos os lados. (Usar Chave Fixa) 2) Soltar parafuso de ajuste nos dois lados (usar chave Fixa) TINTEIRO – Aj. Paralelismo Rolo Transf. Parafuso de ajuste Observação: A sequência de ajustes do paralelismo do rolo de transferência do lado externo segue a mesma observação anterior. TINTEIRO – Aj. Paralelismo Rolo Transf. 3) Soltar Parafuso-Trava ( usar chave Allen ) Parafuso Trava TINTEIRO – Atuação Rolo Transf. Cilindro Recuado:Rolo de Transferência livre; Cilindro Avançado:Rolo de Transferência travado (máq. em Auto-restart ou Parada) O ajuste de paralelismo dos Rolos Distribuidores é feito durante a montagem/manutenção do tinteiro na oficina mecânica. Durante a operação do tinteiro na Printer este tipo ajuste não é necessário. 1) Soltar os 3 parafusos de fixação do Mancal externo do Rolo Distribuidor (Usar chave Allen ) Parafuso de fixação TINTEIRO – Montagem Rolo Distribuidor. 2) Soltar o parafuso de fixação do Mancal interno do Rolo Distribuidor (usar chave Allen ) Observação: Depois de soltar os parafusos, encoste o Rolo Distribuidor no Rolo Fixo, garantindo que esteja apoiado por igual, e em seguida aperte os parafusos de fixação TINTEIRO – Montagem Rolo Distribuidor. 3) O conjunto de trava do Rolo Distribuidor (um em cada extremidade) é feito através de um mancal com fixação articulada e pressionada por mola. Em cada conjunto, existe um parafuso Allen sem cabeça que tem a função de apoiar no eixo do Rolo. Para ajustar este parafuso de encosto é necessário soltar a porca de trava. Este ajuste serve para garantir que todo rolo montado esteja sempre na mesma posição. Conjunto de Trava do Rolo Distribuidor Parafuso de Encosto TINTEIRO – Montagem Rolo Distribuidor. Existem dois Rolos Principais no tinteiro. Um chamado esquerdo (F1) que possui um diâmetro menor e outro chamado direito (F2) que possui um diâmetro maior. A utilização de dois rolos principais garante a aplicação de tinta uniformemente no alto relevo da placa montada no cilindro de placa (G), assim prevenindo variação de tonalidade e fantasmas ao longo da circunferência da lata. Por isso é importante trabalhar com pressões iguais em ambos os rolos tanto com o cilindro de placa como no Rolo Oscilante. TINTEIRO – Montagem Rolos Principais TINTEIRO – Montagem Rolos Principais Rolo Oscilante Rolo Principal Esquerdo (F1) Eixo do Cilindro de Placa (G) Rolo Principal Direito (F2) TINTEIRO – Montagem Rolos Principais Durante o funcionamento normal da printer os Rolos Principais trabalham apoiados no cilindro de placa transferindo a tinta para o alto relevo do mesmo. Quando ocorre trip ou a máquina está parada no módulo Auto-Restart, eles abrem, interrompendo a transferência de tinta. Cada rolo possui um mancal de apoio em sua extremidade onde estes são fixados em um suporte que possui um furo central que serve para a articulação. Nas extremidades, estes suportes trabalham em conjunto formando uma espécie de tesoura. Estas tesouras estão ligadas a eixos paralelos que por sua vez são acionados através de um eixo central de comando. Esse eixo tem dois corpos cônicos perto de sua ponta, que por sua vez trabalham apoiados nos eixos paralelos também com partes cônicas na mesma altura. A articulação funciona automaticamente toda vez que o eixo central de comando gira, e este movimento se dar através de um cilindro pneumático. TINTEIRO – Montagem Rolos Principais Rolos Principais abertos Rolos Principais fechados Mola de tração carga inicial Mola de tração carga final Cilindro pneumático Eixo cônico de comandoTINTEIRO – Montagem Rolos Principais Os ajustes finos têm por objetivo checar se a distribuição de tinta, as pressões e os paralelismos dos rolos dentro do tinteiro estão conformes. Uma vez checado os pontos citados acima, o tinteiro é colocado em funcionamento contínuo por pelo menos duas horas para verificar se há ocorrência de ruídos, aquecimento ou qualquer outro problema proveniente da montagem. Ajustar Carga de Tinta, observando o Rolo da Fonte Coloca-se uma pequena quantidade de tinta na fonte e ajusta-se o fluxo de tinta distribuindo uma camada fina sobre o rolo da fonte. Rolo da Fonte Rolo da Fonte (A) TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Verificação do paralelismo do Rolo de Transferência Para checar o paralelismo, é necessário ligar o motor da bancada de teste fazendo com que o rolo de transferência dê apenas um ciclo de movimentação entre o Rolo da Fonte e o Rolo Fixo (Isto pode também ser feito com o uso de uma alavanca apoiada no eixo do rolo). Com isto o rolo de transferência irá dar um pequeno toque no Rolo da Fonte, suficiente para analisar o paralelismo do mesmo. TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Filete representando rolo paralelo Filete representando rolo sem paralelismo Rolo (A) Rolo (B) Rolo (C) É importante fazer esta verificação para não gerar dúvidas sobre paralelismo de algum rolo. Observando as fotos abaixo, nota-se uma falha de tinta no lado esquerdo do Rolo Fixo (Foto A). Esta mesma falha também se observa no rolo da fonte, o que é corrigido com o ajuste de fluxo de tinta. Na Foto B já vemos uma distribuição uniforme de tinta. Foto A - Falha na distribuição de tinta Foto B - Distribuição uniforme de tinta Rolo da Fonte Rolo de Transferência Rolo Fixo TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos NOTA: Quanto maior o tempo de contato do rolo de transferência , maior será a quantidade de tinta transferida. O “destravamento” do rolo de transferência proporciona o desgaste do rolo de transferência do rolo da fonte automaticamente durante o tempo em que o fluxo de latas da máquina estiver interrompido. Use a seletora do painel para manualmente afastar os rolos de transferências em contato com os rolos da fonte. TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Verificação do paralelismo do Rolo de Distribuição Esta verificação é feita do mesmo modo que os de distribuição de tinta, só que neste caso, o lado com menos tinta representa uma falha de paralelismo deste rolo com qual está em contato. No caso de verificado a ocorrência de falta de paralelismo, é feito o ajuste deste conforme o slide de ajuste de paralelismo do Rolo de Distribuição. Rolo Principal Rolo Distribuidor (D1) Rolo Oscilante (E1) Rolo Distribuidor (D2) Rolo Oscilante (E2) Rolo Fixo (C) TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Verificação da distribuição do Rolo Distribuidor Cheque se a tinta é transferida pelo contato uniforme entre os rolos e não pela pressão excessiva. Verificação do paralelismo e distribuição dos Rolos Oscilantes As verificações feitas nos Rolos Oscilantes são iguais aquelas feitas no Rolo Distribuidor. Os procedimentos de ajustes são os mesmos dos Rolos Principais. TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Rolo Distribuidor (D1) Rolo Oscilante (E1) Rolo Oscilante (E2) Os Rolos Principais necessitam de dois ajustes : • Pressão e paralelismo entre os Rolos Principais e Rolos Oscilantes; • Pressão e paralelismo entre os Rolos Principais e o Cilindro de Placa. Verificação do Paralelismo entre os Rolos Principais e o Rolo Oscilante : Para checar o paralelismo, é necessário mexer no cilindro pneumático do conjunto onde estes rolos estão montados, de forma que os Rolos Principais entre em contato com o Rolo Oscilante (E2) suficientemente para poder analisar o paralelismo do mesmo. TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Verificação do Paralelismo entre os Rolos Principais e o Rolo Oscilante : Observando as fotos no próx. slide, nota-se que os filetes de tinta no Rolo Principal encontra-se fora de paralelismo (Foto A). Já na Foto B, tirada depois de ajustado o paralelismo, o filete de tinta no rolo principal se encontra paralelo e distribuído ao longo do comprimento de todo rolo. Para ajustar o paralelismo do rolo principal (direito ou esquerdo) utiliza-se uma chave Allen de 5/32” soltando o parafuso do colar excêntrico e girando o mesmo para a direito ou esquerda conforme a necessidade de correção. É importante que durante esse ajuste o colar externo seja segurado com a outra mão para que o eixo não gire. Após o ajuste, fixe o colar do excêntrico. TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Foto A - Rolo Principal fora de paralelismo Foto B - Rolo Principal em paralelo Rolo Oscilante (E2) Rolo Principal TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Ajustar Pressão no Rolo Fixo. (Ligeiramente Encostado) 1) Soltar o colar externo de trava, girando no sentido anti- horário; 2) Gire o eixo no sentido anti- horário (para o rolo direito) ou horário (para o rolo esquerdo). Obs.: para ambas operações não há necessidade do uso de ferramentas. Verificação das Pressões entre os Rolos Principais e o Rolo Oscilante TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Colar Externo Colar de Trava 1-) Soltar parafuso de trava do eixo de ajuste; (usar chave Allen de 5/32”) TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Parafuso de trava Eixo de ajuste 2-) Soltar os parafusos (4x) do cone com uma chave Allen de 1/8” 3-) Girar o cone para aumentar ou diminuir a pressão. (Para Direita a pressão diminuirá; para Esquerda a pressão aumentará) 4-) Compare o resultado e reajuste se necessário; TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Ajustar pressão no Cilindro de Placa. (Observe que a pressão deve ser mínima a ponto do Rolo tocar somente no alto relevo da placa) Ajustar a pressão do Rolo usando uma Chave Fixa de 5/8” TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Sentido de ajuste: Girando para direita diminuirá a pressão e para esquerda aumentará a pressão dos rolos principais no cilindro de placa Sistema de acionamento dos Rolos TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Eixo de comando TINTEIRO – Ajuste fino dos Rolos Engrenagens de comando Cilindro de acionamento dos eixos principais Vista dos cames e eixos de acionamento Coletor de tinta: Dispositivo usado nas trocas de rótulo para uma melhor limpeza do tinteiro, principalmente quando as cores não são semelhantes. O uso desse dispositivo além de ajudar na limpeza do tinteiro, previne acidentes devido não necessidade de manusear pano com álcool nos rolos em movimento. E diminui a quantidade de sucata gerada até a nova cor estabilizar . Em cada tinteiro existe local apropriado para a fixação do coletor. TINTEIRO – Limpeza Fixação do Coletor Coletor de Tinta Após a colocação do coletor, acionar o tinteiro e aplicar álcool direto na fonte de tintas até atingir a limpeza desejada. TINTEIRO – Limpeza Descartar a tinta contaminada em recipiente apropriado. Retirar o coletor de tintas. TINTEIRO – Limpeza O sistema de refrigeração mantém a temperatura dos rolos de aço e caixa de transmissão dos tinteiros entre 22 a 25oC, de forma a conservar as condições físico-química da tinta e reduzir o desgaste dos rolos de poliuretano. Este sistema consiste de um circuito fechado para cada Printer e um para o Chiller. A água refrigerada do Chiller (refrigerador) vai ao trocador de calor da Printer, onde trocará calor com a água vinda dos rolos dos tinteiros. Depois esta água volta ao Chiller para ser resfriada de novo. A água dos tinteiros depois de refrigeradas, volta aos rolos. TINTEIRO – Refrigeração TINTEIRO – Refrigeração Caixa de engrenagens (traseira da máquina) TINTEIRO – Refrigeração REFRIGERAÇÃO DOS TINTEIROS TINTEIRO – Refrigeração REFRIGERAÇÃO DOS TINTEIROS Nova montagem: Água fria migrando diretamente para todos os pontos. Ou seja, todos os rolos deaço recebem água com a mesma temperatura ao mesmo tempo e, a água quente que sai de cada rolo retorna diretamente para o Chiller. Objetivo: Manter a mesma temperatura de refrigeração em todos os rolos. TINTEIRO – Refrigeração Impressão Para se ter uma boa impressão é necessário que todas a imagens da todas as cores se encaixem. Isto é atingido pelo ajuste e controle dos seguintes pontos: Regulagem da fonte; Composição dos rolos de impressão; Pressão e oscilações dos rolos; Pressão entre o rolo e a placa de impressão; Composição e espessura da blanqueta; Pressão de impressão; Velocidade de impressão; Temperatura / Tempo de impressão; Registro do rótulo. IMPRESSÃO TIPO DE IMPRESSÃO Chapado – Toda a área é pintada. Wet on Wet (úmido sobre úmido) – É a combinação ou composição de retículas de 2 ou 3 cores. É a única forma de impressão que tem a sobreposição de cores. Reticulado – É a combinação de cor com o alumínio. São retículas de uma única cor. IMPRESSÃO Os processos de impressão têm diversas variáveis que devem ser conhecidas e controladas. A mais importante é o Ganho de Ponto que refere no aumento do tamanho dos pontos de retículas de uma imagem. Há também a deformação e o esmagamento do ponto. Ganho de ponto é considerado uma característica normal do processo de impressão que não pode ser eliminado totalmente, mas é controlado e manipulado para que atinja os resultados de impressão desejados. O aumento e/ou a deformação dos pontos afetam e reduzem a nitidez da imagem impressa, modificando a reprodução e o contraste de impressão. O ideal seria que não houvesse nenhum ganho ou deformação de ponto. IMPRESSÃO Fatores que causam aumento do tamanho e/ou deformação dos pontos: Pressão dos rolos principais; Pressão do tinteiro; Pressão de impressão; Carga excessiva de tinta; Condições de tinta gráfica (característica reológica); Deficiência nos mecanismos e/ou ajustes da printer. IMPRESSÃO A placa de impressão utilizada na REXAM é NAPP S9/83 - 175x355mm (ref. p/requisição 92-02-0086) que constitui de: 1) Película protetora (camada de poliéster transparente que protege a placa antes do processamento); 2) Camada de relevo (camada de fotopolímero, sensível a luz ultravioleta); 3) Camada aderente (fixa a camada de relevo à base da placa); 4) Base de aço estabilizadora (confere estabilidade dimensional à placa). Película Protetora Camada de fotopolímero Camada aderente Base estabilizadora (aço) IMPRESSÃO PLACA DE IMPRESSÃO Processamento da Placa A confecção de placa, consiste em copiar todos os elementos contidos no filme para a placa de impressão. O processamento da placa é feito em equipamentos próprios, constituindo-se basicamente em quatro etapas: 1) Exposição UV entre 14 e 18 sólidos; 2) Lavagem em água – média 3 a 4 minutos; 3) Secagem – 13 a 25 minutos de 140o a 150o; 4) Pós-exposição – média 30 seg. acima do tempo de exposição. Fotolito Negativo IMPRESSÃO A exposição é feita em unidades ultravioleta, em uma frequência de onda específica para gravação de placas de fotopolímero, onde uma película de vácuo evitará a entrada de ar na superfície da placa durante a exposição, permitindo um perfeito assentamento entre o fotolito e a placa. A ação dos raios UV na placa se dá através das áreas transparentes do filme negativo, onde o polímero é sensibilizado. A imagem gravada toma a forma de pirâmide, onde a largura da sua base pode ser alterada de acordo com o tempo de exposição. Quanto maior o tempo de exposição, maior será a ação dos raios UV no polímero, provocando o engrossamento das imagens. IMPRESSÃO PLACA DE IMPRESSÃO Lavagem ou Revelação A lavagem é feita em equipamentos do tipo escova, com confrontação desta com a superfície da placa, eliminando assim as áreas de fotopolímero que não foram expostas à luz UV. Esta lavagem é feita com água deionizada, com temperatura ambiente entre 75o e 80oF. Após a lavagem da placa, deve-se usar o jato de ar comprimido para retirar o excesso de água da placa. Isso tornará o processo mais eficiente, pois a placa deve ser seca imediatamente após a lavagem. Caso contrário, a água provocará a ruptura das imagens mais finas, como pontos de retículas, fios, etc. IMPRESSÃO PLACA DE IMPRESSÃO Secagem Deverá ser feita em estufas com circulação interna de ar para que a água da lavagem seja completamente evaporada. A temperatura deve estar entre 140o a 150oF e o tempo de exposição entre 13 a 25 minutos (variando conforme a necessidade). IMPRESSÃO PLACA DE IMPRESSÃO Pós-Exposição ou Cura No final, a placa deverá sofrer uma nova exposição UV da mesma forma que a empregada na exposição principal, a fim de polimerizar por completo o relevo e pequenas áreas (retículas) que eventualmente não foram, melhorando sua performance durante a impressão. IMPRESSÃO •Procedimento da confecção das Placas de impressão Modulo 1/Confecção placa de impressão.ppt TIPOS DE PROBLEMAS DE IMPRESSÃO -Carga de tinta -Carga e Tonalidade - Pressão de tinteiro - Duplicação de ponto -Ajuste de registro -Problemas Problemas - IMPRESSÃO Modulo 1/ganho ponto - carga de tinta.ppt Modulo 1/ganho ponto - carga e tonalidade.ppt Modulo 1/ganho ponto - pressão tinteiro.ppt Modulo 1/ganho ponto - duplicação ponto.ppt Modulo 1/ajuste de registro.ppt Modulo 1/PROBLEMAS.doc ENVERNIZADORA Após a impressão do rótulo na superfície externa da lata de alumínio, será aplicada nesta superfície uma camada de verniz que por sua vez possui a função de proteger e de dar brilho a este rótulo da lata, além de proporcionar uma maior mobilidade da lata de alumínio. A Envernizadora de Verniz Externo (ou Cobertura) possui três rolos: Rolo Gravure (Gravure Roller) - Rolo com uma superfície contendo células, onde é armazenado o verniz captado da fonte da envernizadora, para depois ser transferido ao Rolo aplicador. Rolo Aplicador (Applicator Roller) - Rolo que recebe o verniz do Rolo Gravure, e o transfere para a superfície da lata. Rolo Aparador (Excess Roller) - Rolo localizado acima do Rolo Gravure, que tem o objetivo de aparar os respingos gerados durante a passagem do verniz entre os rolos Gravure e Aplicador, assim prevenindo a possibilidade que estes respingos atinjam a superfície da lata ou até o mandril da printer. ENVERNIZADORA DE COBERTURA Modulo 1/Celulas.ppt ENVERNIZADORA DE COBERTURA Rolo Gravure Rolo Aparador Rolo Aplicador Raspador Deve ser trocado para limpeza 3 x ao turno ENVERNIZADORA DE COBERTURA O acionamento da Envernizadora de Cobertura é feita através de eixo com movimento transmitido pelo motor elétrico que alcança o conjunto através de correias e engrenagens e transmite o movimento aos rolos. Rolo Aplicador Esticadores de Correias Eixo que transmite o movimento aos demais Acionamento do Rolo Aplicador Acionamento do Rolo Gravure ENVERNIZADORA DE COBERTURA ENVERNIZADORA DE COBERTURA O verniz utilizado por esta envernizadora é proveniente de um reservatório localizado próximo a este conjunto, e que recebe o verniz bombeado de um Bulk localizado fora de fábrica. O controle da adição de verniz ao reservatório ocorre por meio da uma “bóia mecânica” ou chave de nível (eletrônica) posicionados no interior dos seus respectivos reservatórios. Pode existir em paralelo ao reservatório de verniz um Viscosímetro que ajuda no controle da viscosidade do verniz. Quando este dispositivo encontra uma viscosidade acima do especificado, é liberada a entrada de água deionizada para dentro do reservatório que ajudará a reduzir sua viscosidade. ENVERNIZADORA DE COBERTURA Tem também dentro dos reservatórios, um misturador que ajuda a prevenir a secagem do verniz no caso da Envernizadora ficar muito tempo parada, homogeneiza a viscosidade do verniz depois da adição de água e também previne a formação de espuma. Este verniz é constantemente bombeado até a Fonteda Envernizadora, onde, através de uma fonte, alcançará o primeiro rolo; o Rolo Gravure. A quantidade de verniz que alcança este rolo é controlada através de uma lâmina situada na extremidade da fonte. ENVERNIZADORA DE COBERTURA AJUSTES NA ENVERNIZADORA DE COBERTURA ENVERNIZADORA DE COBERTURA Volante para ajuste de Pressão do Rolo Aplicador na Lata Parafusos de ajuste de Posicionamento do Rolo Aplicador na Lata Mangueira de verniz Manopla de ajuste de fluxo de verniz Volante para ajuste de pressão do Rolo Gravure no Rolo Aplicador Ajuste de Pressão do Rolo Gravure no Rolo Aplicador: Gire o volante no sentido horário para aproximar o Rolo Gravure do Rolo Aplicador. Quando o Rolo Gravure encostar totalmente no Rolo Aplicador, se observa uma camada uniforme de verniz que está sendo transferida para o Rolo Aplicador, acrescenta-se finalmente mais uma volta no volante. Para diminuir a pressão só é necessário girar o volante no sentido anti-horário. ENVERNIZADORA DE COBERTURA Ajuste de Pressão do Rolo Aplicador na Lata: Primeiramente é preciso parar a Printer, coloca-se manualmente uma lata com um furo no fundo no mandril que está acima do Rolo Aplicador. Acione através do painel principal o cilindro pneumático de trip do Rolo Aplicador. Em seguida retire a lata e meça a largura do verniz aplicado. Deverá estar entre 1/2” a 5/8”. Se o valor estiver fora do especificado gire o volante para esquerda para reduzir a pressão, e para direita para aumentar a pressão. Observações: Demais ajustes como paralelismo do fonte de verniz, folgas das lâminas laterais e pré-carga dos eixos do Rolo Aplicador e Gravure são executados na oficina de impressão. ENVERNIZADORA DE COBERTURA Painel de controle do Viscosímetro Reservatório de verniz Agitador/ misturador Retorno do Verniz de Fundo Retorno do Verniz Cobertura Chave de nível Viscosímetro - ENVERNIZADORA Bomba de verniz Sensor do Viscosímetro Válvula de alívio Válvula solenóide para controle de entrada de água DI Alimentação de Verniz para Envernizadora de Cobertura Viscosímetro - ENVERNIZADORA O aparelho está regulado para trabalhar com uma viscosidade de 120 (+/- 5) CP. Caso a viscosidade cair abaixo de 90 CP, o indicador do viscosímetro começará a piscar. Este indicador também começa a piscar quando não está ocorrendo entrada de água DI ao reservatório. Viscosímetro - ENVERNIZADORA O viscosímetro utiliza a unidade de medida CP (Centipois). Tabela de Conversão de CP e CopoFord 4 Viscosidade de trabalho Viscosidade natural do Verniz Viscosímetro - ENVERNIZADORA Viscosímetro - ENVERNIZADORA A manutenção da Envernizadora de Cobertura é efetuada na oficina de impressão. O primeiro passo, seguido de uma limpeza geral onde é retirado o verniz e as graxas, é inspecionar como estão as correias, retentores, rolamentos, eixos, polias, rolos, etc. Manutenção - ENVERNIZADORA AJUSTES E VERIFICAÇÕES NA PRINTER A Printer é uma máquina que pode rodar a mais de 2000 latas por minuto, para isso, é preciso que todos os seus componentes estejam muito bem ajustados e sincronizados. AJUSTES NIVELAMENTO Para nivelar a Printer 1. Gire a chave JOG-SAFE-RUN para a posição SAFE e remova-a. 2. Limpe as áreas indicadas na figura para fazer a leitura. Remova também cortes e rebarbas. 3. Use nível de precisão para checar o nível nas áreas de medição. Verifique +/- 0.001” por pé. 4. Use os 12 parafusos “A” para corrigir o nível da máquina. 5. Procedimento de nivelamento a) A elevação do conjunto no parafuso “B” (4) causará uma larga curvatura no início ao fim da base. b) Usando o parafuso “C” (2) para levantar a base da máquina, causará a curvatura entre os parafusos “B” e “C”. Nivelamento - AJUSTES c) Usando o parafuso “D” (4) para levantar a base da máquina, eliminará a curvatura entre os parafusos “B” e “C”. d) Os parafusos “E” deverão ser apertados contra as placas de aço mais 1/8 de volta. 6. Quando o nível desejado é obtido, trave a máquina na posição apertando as porcas de trava sobre os parafusos chumbadores. 7. O nível da máquina deverá ser checado de 3 em 3 meses e renivelado se necessário. Importante: Após o nivelamento, verifique o ajuste de “Can Tracking”. Nivelamento - AJUSTES Para ajustar a posição do vácuo: (ver próx. slide) 1) Coloque a máquina em SAFE e remova a chave de segurança 2) Solte os parafusos “A” (x4) 3) Solte as porcas “D” e “E” 4) Para avançar a posição do vácuo: a - Gire o parafuso “B” no sentido horário b - Gire o parafuso “C” no sentido anti-horário Disco de Vácuo (alimentação) - AJUSTES 5) Para retardar a posição do vácuo: a - Gire o parafuso “C” no sentido horário b - Gire o parafuso “B” no sentido anti- horário 6) Aperte as porcas “D” e “E” Disco de Vácuo (alimentação) - AJUSTES Ajuste das Guias superiores do Conjunto de Alimentação Durante o processo de transferência da lata de alumínio vinda do Single Filer até o Disco de mandril, guias superiores e inferiores ajudam as latas a se manterem enfileiradas e alinhadas para assim evitar alguma possível projeção da lata, gerando uma falha no processo, já mencionado de transferência. Gabarito Conjunto de mandril Guias Superiores (alimentação) - AJUSTES Ajuste das Guias superiores do Conjunto de Alimentação Guias Superiores Os ajustes destas guias são feitos utilizando dois gabaritos encaixados nos eixos dos mandris, um em cada extremidade das guias, conforme figura ao lado. Estes gabaritos possuem um ressalto no seu diâmetro externo para adicionar o valor a folga de 0,030” que deverá ficar entre a lata e as guias. Importante: 1) Deve ser ajustada ambas as extremidades das guias superiores. 2) As guias superiores devem estar apoiadas sobre o lado sobressalente do gabarito. Guias Superiores (alimentação) - AJUSTES ALTURA DO TOP PLATE Top Plate Rolete do Carriage Volante p/ Ajuste de Pressão de Impressão (CMP-50-1) Importante: A medição da altura do Top Plate deve ser feita sempre com o Top Plate na posição avançada (Posição de Impressão). Top Plate Front (Frontal) Linha 1: 11,246” Linha 2: 11,241” Top Plate Rear (Traseiro) Linha 1: 11,245” Linha 2: 11,242” Tolerância: 0,001” Top Plate - AJUSTES Roda de transferência Paquímetro de Profundidade Top Plate Top Plate - AJUSTES O ajuste de altura do top plate deve ser feito por meio de calços colocados abaixo da pista do rolete do carriage. A escolha do calço utilizado dependerá da altura necessária para o nivelamento do top plate. Para a colocação do calço, deve-se utilizar um macaco hidráulico para levantar o top plate, dando assim espaço para a colocação do calço. Top Plate - AJUSTES PRESSÃO DE IMPRESSÃO A pressão de impressão é medida encontrando a folga entre a região da extremidade do mandril posicionado às 3 horas (região da impressão) e o segmento do tambor de blanquetas sem a blanqueta. Sempre medir a pressão de impressão do mandril 1, para assim ter padronização de medição. No caso de dúvida quanto a pressão encontrada, meça as pressões de impressão dos outros mandris. Quando for fazer o ajuste de pressão é preciso primeiramente girar a chave de controle da máquina para a posição “SAFE” com o carriage avançado. Pressão de Impressão - AJUSTES Volante CMP-50-1 Meia Lua Top Plate Base da printer Pressão de Impressão - AJUSTES Volante CMP-50-1 CunhaPara aumentar a pressão, gire o volante no sentido horário. Uma volta completa do volante moverá o carriage 0,002”. Para diminuir a pressão, gire o volante no sentido anti-horário. O giro do volante fará com que cunha se mova para frente ou para trás, fazendo com que a distância entre o mandril e a blanqueta aumente ou diminuía. Pressão de Impressão Linear Bearing: 0,006” máx. Pressão de Impressão - AJUSTES Batente CAN TRACKING Can tracking É a diferença de pressão entreo início e o final da imagem na lata. Can Tracking - AJUSTES Segmento do Tambor de Blanquetas Início da Impressão Meio da Impressão Final da Impressão Lata Can Tracking - AJUSTES Rolete do carriageCobertura do Rolete do carriage Ajuste do Can Tracking Originalmente os roletes do carriage possuíam uma bucha excêntrica responsável pela elevação do top plate. Com a elevação do top plate, tem se automaticamente a variação do Can Tracking (frente e a trás). Atualmente, este dispositivo está padronizado com calços conforme visto anteriormente. Quando for fazer o ajuste, é preciso atuar em ambos os lados. 1- Remova a blanqueta 2- Posicione o segmento do tambor de blanqueta em contato com o mandril no início da impressão. Can Tracking - AJUSTES 3- Com o carriage na posição de impressão (avançado), vire a chave SAFE-JOG-RUN para SAFE e remova a chave. Use uma fita calibre para medir a pressão entre o mandril e o segmento de blanqueta. 4- Com a chave na posição JOG, coloque o segmento do tambor de blanquetas em contato com o mesmo mandril na posição final da impressão. Vire a chave SAFE-JOG-RUN para SAFE e remova a chave. Faça nova medida entre o mandril e o segmento da blanqueta. Observação: O segmento do tambor de blanquetas tem na sua lateral pontos que auxiliam no posicionamento do início, meio e final de impressão. Can Tracking - AJUSTES 5- Caso as pressões forem menores ou iguais à 0,002”, nenhum ajuste será necessário. No caso da medida feita no passo 3 for menor do que do passo 4, ou seja a pressão no início for menor do que no final, o ponto de contato deverá ser levantado. No caso das pressões do passo 3 for maior do que do passo 4, o ponto de contato deverá ser rebaixado. 6- Para levantar ou abaixar o ponto de contato: 1- Vire a chave seletora para SAFE e retire a chave. 2- Com um macaco hidráulico, levante o top plate. 3- Insira ou remova os calços que estão abaixo da pista do seguidor do carriage. Can Tracking - AJUSTES Verificação do sincronismo do mandril com o Tambor de Blanquetas 1.Coloque a printer no módulo jog. 2. Resetar o mandril para a posição de impressão. 3. Alinhe a linha de centro de qualquer mandril com a linha de centro vertical do disco de mandril (Posição A). 4. Gire a chave “jog-safe-run” para “safe” e remova a chave. 5. Meça ao longo da superfície da blanqueta. Cada metade do segmento deve medir 5-7/8” 1/4”. Sinc. do Mandril c/ T. de Blanq. - AJUSTES Sinc. do Mandril c/ T. de Blanq. - AJUSTES Ajuste do sincronismo do Tambor de Blanquetas com a medida de 5-7/8” 1/4” 1. Verifique que um mandril está na posição descrita acima. 2. Gire a chave “jog-safe-run” para “safe” e remova a chave. 3. Remova o parafuso A (SCREWS “A”) e mova o acoplamento estriado aproximadamente 2-1/2” para direita. 4. Desencaixe o acoplamento estriado com lâminas. Sinc. do Mandril c/ T. de Blanq. - AJUSTES Sinc. do Mandril c/ T. de Blanq. - AJUSTES Efeito da Base Desnivelada - AJUSTES AJUSTE E VERIFICAÇÃO DO PARALELISMO ENTRE O MANDRIL E A BLANQUETA (TOE-IN) CMP-10-13 CMP-50-1 Pontos “R” Tambor de Blanquetas Mandril Parafusos de fixação Vista Superior Lado do Operador Lado do Acionamento Paralelismo Mandril/Blanqueta (TOE-IN) - AJUSTES Verificação do paralelismo entre o mandril e blanqueta. 1- Utilizando o modo JOG, coloque um mandril na posição de impressão (3 horas). 2- A chave de controle da máquina deve estar na posição “MANUAL TRIP”. 3- Rode o volante CMP-50-1 (do ajuste de pressão de impressão) até que o mandril esteja próximo a blanqueta. Com uma fita calibre verifique se a pressão do topo e a base do mandril com a blanqueta não é maior do que 0,003”. Observação: A pressão do fundo da lata é maior do que da boca. Paralelismo Mandril/Blanqueta (TOE-IN) - AJUSTES Nota: Verifica-se antes de fazer o ajuste, a folga em vários mandris, para certifica-se que o eixo não está empenado. No caso de só um mandril apresentar falta de paralelismo, cheque o eixo do mandril, pois esse pode estar empenado. Ajuste do mandril com a blanqueta. 1- Solte os 3 parafusos de fixação da mesa do carriage. 2- Gire o volante CMP-10-13 (responsável pelo Toe-in) no sentido anti- horário para diminuir. Uma volta completa do volante CMP-10-13 resulta numa variação de 0,001”. 3- Ajuste conforme necessário e aperte os três parafusos. Importante: Depois de efetuado este ajuste, reajustar a pressão de impressão. Paralelismo Mandril/Blanqueta (TOE-IN) - AJUSTES VERIFICAÇÃO DO BATENTE DO CARRIAGEM Os batentes são usados para limitar o deslocamento do disco de mandril durante o processo de trip. Cilindro Pneumático do carriage localizado em baixo do conjunto da corrente pinada gabarito batente Verificação do Batente do Carriage - AJUSTES Detalhe do ponto a ser verificado Neste ajuste checa-se a folga existente entre o batente e o carriage (4 pontos de ajuste). Esta folga representa o quanto o mandril da Printer desloca durante o trip. É preciso ter uma folga de 0,040”. Ajustes dos batentes laterais: 1- Passe a chave seletora para a posição JOG. 2- Certifique-se que a mesa do carriagem está na posição avançada. 3- Solte as porcas “A”de trava (Checar slide seguinte). 4- Introduza um pino nos furos e movimente o parafuso de ajuste. 5- Coloque uma fita calibre de 0,040”, conforme os slides de verificação do batente. 6- Usando um pino gire o parafuso para ajustar a folga. 7- Aperte a porca de trava. Verifique a folga entre a lata e a blanqueta. Ajuste a pressão do mandril com a blanqueta. Importante: A folga dos dois batentes traseiros deve ser igual. Verificação do Batente do Carriage - AJUSTES Verificação do Batente do Carriage - AJUSTES Batente Gabarito Verificação do Batente do Carriage - AJUSTES Detalhe da posição do batente do cilindro traseiro 1) Coloque a máquina em SAFE e remova a chave de segurança. 2) Checar pela pressão de ar de 5psi na saída da mangueira “C”. Caso não encontre, ajustar o regulador de ar. 3) Solte os parafusos “A” (x4). 4) Para atrasar ou avançar o sopro de ar durante a transferência da lata ao pino da corrente pinada: a - Gire o manifold “B” no sentido horário para avançar a transferência. b - Gire o manifold “B” no sentido anti-horário para atrasar a transferência. 5) Aperte os parafusos “A” (x4). Sincronismo do Manifold de ar e - AJUSTES Vácuo da Roda de Transferência . Sincronismo entre a Unidade de Transferência e Disco de Mandril Alinhamento da Unidade de Transferência com o Disco de Mandril (ESPECIFICADO NO MANUAL DA MÁQUINA) 1. Gire a chave seletora para SAFE e retire a chave. 2. Remova a tampa de proteção “C”. 3. Remova o manifold de ar e vácuo. Trace uma linha do manifold ao disco de mandril (Para não perder o sincronismo). 4. Solte os 4 parafusos “A”. 5. Manualmente gire a Roda de Transferência paraalinhar a linha central do mandril com a linha central da estação de transferência, unindo os ponteiros na posição “B”. 6. Aperte os 4 parafusos “A”. 7. Monte o manifold de ar e vácuo. 8. Funcione a máquina variando a velocidade e verifique a qualidade de transferência. Ajuste se necessário. 9. Remonte a tampa de proteção “C”. Sincronismo do Manifold de ar e - AJUSTES Vácuo da Roda de Transferência . Alinhamento da Unidade de Transferência com o Disco de Mandril 1. Soltar os parafusos de trava da polia movida da Roda de Transferência (Atrás do conjunto da Roda). 2. Gire-se a roda de transferência para direita ou para esquerda de acordo com a posição desejada. Este giro é feito manualmente segurando no próprio spindle da roda. 3. Com o auxilia de uma lata posicionada no mandril, retire o mesmo manualmente até encostar na chupeta e na base de borracha para certificar o alinhamento entre esses e o mandril. 4. Reapertar os parafusos de trava da polia movida. Sincronismo do Manifold de ar e - AJUSTESVácuo da Roda de Transferência . Sincronismo do Manifold de ar e - AJUSTES Vácuo da Roda de Transferência . Para eliminar queda de lata na base de vácuo : 1. Vire a chave para a posição SAFE e retire a chave. 2. Solte o parafuso “M”, e em seguida gire a base no sentido horário ou anti-horário para melhorar o assentamento da lata na chupeta de vácuo. 3. Aperte o parafuso “M”. Funcione a máquina variando a velocidade e verifique a transferência. 4. Certifique-se que a pressão de ar esteja ajustada com 1 psi. Sincronismo entre Unidade de - AJUSTES Transferência e Disco de Mandril . Observação: Antes de fazer este ajuste, remova o tinteiro 5. Ajuste do Overlap de Impressão 1. Passe a chave “jog-safe-run” para “safe” e remova a chave. 2. Afrouxe os 4 parafusos “A”. 3. Afrouxe as porcas “C”. 4. Para aumentar o overlap a) Gire o parafuso “B1” no sentido horário. Uma volta corresponde a 3/16” de movimento. 5. Para diminuir o overlap a) Gire o parafuso “B2” no sentido horário. Uma volta corresponde a 3/16” de movimento. 6. Aperte as porcas “C”. 7. Aperte os 4 parafusos “A”. Sincronismo entre Unidade de - AJUSTES Transferência e Disco de Mandril . Pressão de Tinteiro - AJUSTES A pressão do Tinteiro é a folga entre a parte baixa da placa com o segmento do Tambor de Blanquetas sem a blanqueta. Antes de iniciar o ajuste de Pressão do Tinteiro, é necessário afrouxar 1/4 de volta do parafuso “E” Para aumentar ou diminuir a pressão entre o cilindro de placa e blanquetas, ajuste o sargento “A” A) Gire a chave seletora da máquina para a posição SAFE e retire a chave. B) Afrouxe o parafuso de trás “B” da placa estabilizadora. C) Afrouxe o parafuso “C” D) Rode o tensor “A” no sentido horário para aumentar a pressão e no sentido anti-horário para diminuir. Uma volta completa no tensor (360o) é igual a 0,0015” de acréscimo ou decréscimo de pressão no ponto “D”. E) Aperte o parafuso “C”. F) Aperte o parafuso da placa estabilizadora “B”. Pressão de Tinteiro - AJUSTES Nota: Se houver a convergência entre o cilindro de placa e blanqueta, coloque um calço de 0,001” no assento da base principal. Este procedimento é recomendado como solução temporária ao fabricante. Deveria ser solucionado um ajuste definitivo. G) Coloque a chave na posição de rodar RUN e verifique a qualidade de impressão. Pressão de Tinteiro - AJUSTES A) Gire a chave seletora para JOG. B) Coloque a máquina para rodar em JOG até alinhar a marca (número) riscado no Tambor de Blanquetas com o cilindro de placa de mesma marcação. C) Solte a pressão de engrenagem do Cilindro de Placa. (Ajuste a Pressão do Tinteiro) D) Gire a chave JOG-SAFE-RUN para SAFE e remova a chave. E) Rode manualmente o Cilindro de Placa para que a marcação (1 até 6) no Tambor de Blanquetas esteja alinhada com o traço do número correspondente ao cilindro de placa do tinteiro. Sincronismo entre Cilindro de Placas - AJUSTES com Tambor de Blanquetas . 1. Ajuste Circunferencial 1.1- Gire a chave JOG-SAVE-RUN para SAFE e retire a chave. 1.2- Afrouxe o parafuso “A” (4). 1.3- Gire o excêntrico ajustando o pino “D” na direção contrária a correção do registro desejado. 1.4- Aperte o parafuso “A”. 2. Registro Lateral 2.1- Para mover a imagem para o fundo da lata a) Afrouxe o parafuso “C” (4). b) Afrouxe o parafuso “B” (4). c) Aperte o parafuso “C” (4) até a imagem estiver posicionada na posição desejada. d) Aperte o parafuso “B” (4). Registro do Cilindro de Placas - AJUSTES 2.2- Para mover a imagem para o topo da lata a) Afrouxe o parafuso “C” (4). b) Aperte o parafuso “B” (4) até a imagem estiver posicionada na posição desejada. c) Aperte o parafuso “C” (4). d) Aperte o parafuso “B” (4). Registro do Cilindro de Placas - AJUSTES 1. Gire a chave JOG-SAVE- RUN para SAFE e retire a chave. 2. Solte o parafuso “A”. 3. Insira uma haste de diâmetro de 5/16” nos furos “C” ao ajustar o anel “B”. 4. Rode o anel “B” no sentido horário para mover o cilindro de placa no sentido horário. A imagem do tambor de blanquetas vai se mover no sentido anti- horário. Registro do Cilindro de Placas (Aj.Fino) - AJUSTES 5. Rode o anel “B” no sentido anti-horário para mover o cilindro de placa no sentido anti-horário. A imagem do tambor de blanquetas vai se mover no sentido horário. A marcação no final da placa “D” representa um movimento circunferencial de 0,001” do cilindro de placa. 6. Remova a haste de 5/16” e aperte o conjunto de parafusos “A”. Registro do Cilindro de Placas (Aj.Fino) - AJUSTES Sincronismo da Corrente Pinada - AJUSTES Para ajustar avanço ou retardo da corrente pinada: 1. Gire a chave JOG-SAFE- RUN para SAFE e retire a chave. 2. Gire os parafusos “M” para avançar ou retardar a corrente pinada afim de concluir a transferência adequada da lata Nota: Coloque a máquina em JOG e funcione em baixa velocidade. Verifique o ajuste. Sincronismo da Corrente Pinada - AJUSTES MONTAGEM DA PRINTER Dinamômetro: 7 a 9 libras Observação: Toda medição de pré-carga de rolamento deverá ser feita com as travas de apoio nos seus devidos lugares. Tambor de Blanqueta (Pré-Carga) - MONTAGEM Conforme o valor de pré-carga encontrado no dinamômetro, a espessura do shim deve ser alterada. Quando o valor for menor do que especificado, deve-se remover um filete do shim. Shims (calços) Tambor de Blanqueta (Pré-Carga) - MONTAGEM Ponto de apoio do eixo do tambor de blanquetas (parte frontal da máquina) Flange de fechamento do apoio do eixo do tambor de blanquetas Capa do Rolamento Rolamento Cônico Ponta do eixo do Tambor de Blanquetas Face de apoio do Shim (calço) Tambor de Blanqueta (Pré-Carga) - MONTAGEM Bull Gear Relógio Apalpador: máx. leitura no batimento: 0,003” Concentricidade: máx. leitura: 0,0025” (usar pino cilíndrico de 3/16”) Tambor de Blanqueta (Pré-Carga) - MONTAGEM O ajuste do batimento da Bull Gear é feito através de apertos combinados ( opostos ) nos parafusos do colar de trava (ring feder) Colar de trava Bull Gear (Batimento) - MONTAGEM Ao se montar o redutor no eixo do Tambor de Blanquetas, é preciso checar que o eixo do tambor fique totalmente horizontal, ou seja, não flambe. Isto porque, quase 50% do eixo trabalha em balanço, e na extremidade onde é encaixado o redutor, o eixo não se encontra apoiado na estrutura da máquina Redutor Eixo do tambor de blanqueta Bull gear Relógio Comparador Aplicar graxa Anti- Seize da Loctite Redutor de Blanquetas - MONTAGEM Eixo do tambor de blanqueta Relógio Comparador Detalhe do ajuste necessário para que não ocorra flambagem no eixo. Redutor de Blanquetas - MONTAGEM Redutor Eixo do Redutor Checa-se a horizontalidade do eixo do redutor, utilizando um nível de precisão. Nível de Precisão Redutor de Blanquetas - MONTAGEM Bull gear Tambor de Blanqueta Parafuso Allen com cabeça cilíndrica Parafuso Allen com cabeça abaulada Trava de apoio Redutor de Blanquetas - MONTAGEM LUBRIFICAÇÃO É fundamental para o bom funcionamento da Printer, que todos os seus componentes estejam corretamente lubrificados. A Printer é lubrificada manualmente e automaticamente. Os únicos pontos lubrificados automaticamente são os tinteiros e a bullgear. Os restos dos pontos são todos lubrificados manualmente. LUBRIFICAÇÃO A Printer utiliza um sistema automático para lubrificar o Tinteiro e o Bull Gear. A lubrificação automática ocorre por meio de bombas pneumáticas controlados pelo PLC da Printer. Bomba Pneumática para Lub. Automática dos Tinteiros Reservatório de graxa Observação: Ao abastecer o reservatório de graxa, encher no máximo até o orifício de saídade ar localizado perto da etiqueta superior. LUBRIFICAÇÃO Bomba Pneumática para Lub. Automática do Bullgear Tinteiro - LUBRIFICAÇÃO Entrada de graxaManifold Ao alcançar o Tinteiro, a graxa é distribuída as várias partes do tinteiro por meio de um manifold. Tinteiro - LUBRIFICAÇÃO O período de aplicação de graxa ao Bull Gear é controlado pelo número de rotações do Tambor de Blanquetas Bullgear - LUBRIFICAÇÃO Manual - LUBRIFICAÇÃO Manual - LUBRIFICAÇÃO Manual - LUBRIFICAÇÃO Pista do Master Came Manual - LUBRIFICAÇÃO 3a - Buchas das guias das hastes do disco de mandril (só para Vertical Tracking-Lubrificar na posição 11h) 3b - Roletes do Linear Bearing Observação: Tem 2 pontos de lubrificação para cada conjunto de mandril linear bearing. No total são 48 pontos de lubrificação Pontos de lubrificação Manual - LUBRIFICAÇÃO 4 - Rolamentos do disco de mandril 5 - Engrenagem dos tinteiros Se faz esta lubrificação durante a manutenção do tinteiro. Manual - LUBRIFICAÇÃO 6b - Seguidores de came da unidade de transferência Observação: Lubrificar todos os 24 pontos especificados acima 6a - Pista da unidade de came de transferência . Este ponto fica exatamente atrás da roda de transferência, em cima do apoio da roda no seu eixo de acionamento. Manual - LUBRIFICAÇÃO 7 - Mancais e rodas dentadas Manual - LUBRIFICAÇÃO Eixo principal de acionamento 7 - Mancais e rodas dentadas Manual - LUBRIFICAÇÃO 7 - Mancais e rodas dentadas LUBRIFICAÇÃO MANUAL 9 - Pista do Seguidor do Carriage Ponto localizado abaixo da base da Roda de transferência, no lado da frente da máquina É preciso lubrificar os 4 pontos de apoio do Top Plate. Ponto localizado no Lado de acionamento da printer, abaixo do Disco de Mandril Manual - LUBRIFICAÇÃO 9 - Pista do Carriage Ponto localizado do lado do batente da Printer A parte interna do carriage é lubrificado por meio de uma mangueira localizado do lado do conjuntos de apoio. Manual - LUBRIFICAÇÃO 10 - Lubrificação da Envernizadora de Cobertura Os 12 pontos de lubrificação da Envernizadora, localizados abaixo do eixo de acionamento do contra-recuo. Manual - LUBRIFICAÇÃO 11 - Rolamentos da Roda de vácuo Polia esticador da Roda de vácuo Mancal do eixo da Roda de vácuo Manual - LUBRIFICAÇÃO 12 - Rolamentos do Tambor de Blanquetas Ponto de lubrificação na parte frontal (operador) da Printer Ponto de lubrificação na parte traseira (acionamento) da Printer Manual - LUBRIFICAÇÃO 14 - União Rotativa dos tinteiros . Lubrificação da entrada da mangueira de refrigeração do tinteiro União Rotativa Manual - LUBRIFICAÇÃO 17 - Motor Elétrico (Principal) 100HP Manual - LUBRIFICAÇÃO 18 - Seguidores de Came do Disco de Mandril Observações: 1) O ponto de lubrificação dos seguidores de came do Linear Bearing está localizado numa posição semelhante. 2) Lubrificar este ponto de cada um dos 24 mandris. 19 - Haste guia do suporte da chupetas da Roda de Transferência Manual - LUBRIFICAÇÃO 21 - Reservatório de óleo do sistema pneumático Reservatório 22 - Reservatório de graxa dos sistemas de lubrificação automática (Bull Gear e Tinteiros) Manual - LUBRIFICAÇÃO 23-Esticador da correia - acionamento principal 26-Acoplamento estriado (Lado redutor) Manual - LUBRIFICAÇÃO 27-Mancal de acionamento auxiliar da Envernizadora 33-Rolamento do eixo do disco de mandril Manual - LUBRIFICAÇÃO 34 - Mancal do eixo do pre-spin Polia esticadora do Pré-Spin Mancal do rolamento do eixo do Pré-Spin Manual - LUBRIFICAÇÃO SISTEMA PNEUMÁTICO O sistema pneumático da Printer consiste de pontos de ar e vácuo. A distribuição de ar começa com a entrada de ar comprimido no manifold do tanque de ar, de onde vai ser distribuído para os seguintes pontos: • Trip do carriage (Air booster / Carriage trip) • Trip da Envernizadora (Overvarnish Trip) • Expulsão de lata da corrente do Forno (Oven Chain blow-off) • Rolo de transferência no tinteiro (Ductor) • Rolos principais (Form roller) • Expulsão de lata danificada (Damaged Can blow-off) • Retirada da lata do mandril (Can off spindle) • Parada da lata (Can Stop) • Lubrificação da engrenagem – bomba (Gear Lubrification (Pump)) • Lubrificação da engrenagem – válvula de controle de spray (Gear Lubrification (Spray control valve)) SISTEMA PNEUMÁTICO O vácuo que vem da rede geral da fábrica é utilizado para as seguintes funções da Printer: • Alimentação das latas aos mandris do spindle disc. • Fixação das latas nos mandris do spindle disc durante a impressão. • Fixação das latas nos mandris dos spindel disc durante a aplicação de verniz externo. • Alimentação das latas ao disco de transferência. Vácuo - SISTEMA PNEUMÁTICO SISTEMA PNEUMÁTICO Distribuidor do Sistema de vácuo Regulador de vácuo para captação de latas na alimentação Entrada principal de ar Regulador de pressão do Booster Reservatório do distribuidor de ar Painel de controle de lubrificação das válvulas solenóides do Sistema Pneum. (Obs: Lâmpada acesa significa sistema com óleo) SISTEMA PNEUMÁTICO Booster Reservatório do Booster Pressostato do Booster (mín. 150psi) Filtros Coalescentes Reservatório distribuidor de ar SISTEMA PNEUMÁTICO Válvula de Esfera: Saída para o cilindro esquerdo do Carriage Reservatório do Booster Filtros Coalescentes SISTEMA PNEUMÁTICO SISTEMA PNEUMÁTICO ELÉTRICA SISTEMA ELÉTRICO O PLC faz os controles e gerenciamento dos processos gerais da Printer. A comunicação entre o PLC e a Printer é feita por meio do MC e MD222, Autotech/Resolver e os módulos de entrada e saída. Os módulos de entrada recebem dados de vários componentes operacionais da máquina e os encaminham para o processador. Um exemplo de uma entrada seria o sinal do sensor NoTransfer, indicando falta de transferência da lata do mandril para a corrente pinada. Os módulos de saída recebem e encaminham comandos do processador para os componentes eletrônicos da máquina. Um exemplo de uma saída seria o comando de parada da máquina em resposta a falta de latas no conveyor de alimentação de latas. SISTEMA ELÉTRICO O MC222 é um microprocessador que trabalha com tempo de resposta bem menor do que do PLC da Printer. Serve para antecipar os acionamentos das seguintes solenóides: • Carriage Trip Solenoid (Solenóide do Trip da Carriage); • Varnish Trip Solenoid (Solenóide do Trip da Envernizadora de Cobertura; • Damaged Can Blow-off Solenoid (Solenóide de expulsão da lata danificada); • Oven Chain Blow-off Solenoid (Solenóide da expulsão de latas da corrente pinada). Encontra-se conectado ao MC222 o MD222 que é um painel remoto. O MD222 serve para comunicar ao MC222 o comando de coleta de latas especificas para checar a qualidade de impressão. Também serve para mostrar ao operador a velocidade da Printer. SISTEMA ELÉTRICO Apertando um ou mais botões do painel do MD222 consegue-se executar as seguintes funções: • Pegar um número especifico de amostras de latas de um determinado mandril ou blanqueta. • Selecionar uma amostra de lata de todos os mandris ou todas as blanquetas. • Monitorar a velocidade da máquina. • Mostra e serve para inserir o mandril ou blanqueta selecionados. • Mostra a quantidade de amostras pegas para inspeção. SISTEMA ELÉTRICO Ligado ao MD222 existem os seguintes sensores que auxiliam na sua operação: • Can Present Sensor (Sensor de presença de lata) - localizado antes do pré-spin, enxerga a presença de alumínio (lata) no mandril; • Index Sensor - posicionado um pouco antes do sensor Can Present, enxerga apenas o conjunto de mandril com a chapinha (normalmente o mandril 1 ou 24). Serve para fazer a contagem de voltas do Disco de Mandril. Se desajustado não pára a máquina. • No Transfer Sensor(Sensor de não transferência) – Localizado depois do ponto de expulsão da lata do mandril para a Roda de Transferência, enxerga a falta de lata no mandril. SISTEMA ELÉTRICO SISTEMA ELÉTRICO O Autotech é uma Chave de Limite programável (PLS) que recebe através do Resolver, os dados de posição (ângulo) da máquina e informa onde as válvulas devem atuar. Faz a leitura de 0o e 360º, onde 0o seria um determinado mandril e 360o o mandril seguinte. O autotech ativa os seguintes canais do MC222: • Canal 1 – Damaged Can (Lata danificada) • Canal 2 – Print Trip (Trip na printer) • Canal 3 – Varnish Trip (Trip da envernizadora) • Canal 4 – Oven Chain (Corrente do forno) SISTEMA ELÉTRICO Can Present Autotech Index Mandril 10 sem lata Sinal gerado pela presença de lata Sinal de referência constante (do Resolver) Sinal de início de contagem do mandril Solenóide Trip 5a posição após o mandril sem lata PLCSolenóide Trip Autotech Index Trip por mandril SISTEMA ELÉTRICO Localização Componentes - SISTEMA ELÉTRICO Localização Componentes - SISTEMA ELÉTRICO Localização Componentes - SISTEMA ELÉTRICO