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LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I 
EXP 03 – CARACTERÍSTICA DE FREQUÊNCIA DE 
RETIFICADORES SCHOTTKY 
Caio César Chagas Frederico 
 
4.2 a) Teste do diodo 
No aplicativo de simulação Multisim foi realizado a verificação da tensão 
 condução (VF) do Diodo Schottky modelo MBR1545CT em polarização direta, 
conforme na Figura 1. E a verificação da sua impedância reversa (ZR), a partir da 
medição de resistência com polarização inversa, conforme na Figura 2. Agregando 
os dados obtidos, compomos a tabela 1. 
 
Figura 1: Medição da tensão de condução do diodo schottky MBR1545CT. 
 
Figura 2: Medição da impedância reversa do diodo schottky MBR1545CT. 
VF 0,038809 V 
ZR 57,083 Ω 
Tabela 1: Medidas obtidas do diodo schottky MBR1545CT. 
4.2 b/c) Montagem de circuito 
 Definindo a fonte para 5,15VP em 60Hz, com a forma de onda senoidal. Deve-se 
então calcular os resistores de acordo com a corrente máxima delimitada de 10mA. Pela 
Lei de Ohm obtemos duas equações para determinar o valor das resistências R1 e R2, 
sendo estas: 𝐸 = 𝑉𝐹1 + 𝑅1 ∙ 𝑖 e 𝐸 = 𝑉𝐹2 + 𝑅2 ∙ 𝑖, sendo i = 10mA, E=10,3V, 𝑉𝐹1=0,55V 
e 𝑉𝐹2=0,03V. 
 Encontramos então os valores de 𝑅1=1027Ω e 𝑅2=975Ω. O valor comercial 
escolhida então será de 1kΩ, dado que as potências dissipadas estimadas foram de 0,09W 
e 0,1W, respectivamente, sendo a potência mínima 3 ∙ 𝑃𝑁 e adaptando para os valores 
comerciais, serão escolhidos resistores de potência de 1 2⁄ 𝑊. 
 
Figura 3: Circuito do item 4.2 B com valores comerciais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.2 d) Análise da variação de frequência nos resistores. 
 
Figura 4: Formatação do circuito para variação da frequência da fonte. 
 
Figura 5: Fonte definida para 0,1kHz. 
 
 
Figura 6: Fonte definida para 0,5kHz. 
 
Figura 7: Fonte definida para 1kHz. 
 
Figura 8: Fonte definida para 10 kHz. 
 
Figura 9: Fonte definida para 50 kHz. 
 
Figura 10: Fonte definida para 100 kHz. 
 
Figura 11: Fonte definida para 300 kHz. 
 
Figura 12: Fonte definida para 500 kHz. 
 
Figura 13: Fonte definida para 1000 kHz. 
 
Figura 14: Fonte definida para 3000 kHz. 
 
 Observando os formatos das ondas no osciloscópios percebemos que o diodo 
comum começa a falhar no controle de tensão negativa em altas frequências, de maneira 
significativa a partir dos 500kHz o diodo comum demora para se recuperar e bloquear os 
sinais negativos, enquanto o diodo schottky pela sua característica de resposta mais rápida 
permite que continue bloqueando sinais negativos de frequências mais altas, no entanto, 
ainda assim o diodo irá falhar na faixa dos 3MHz, onde já se observa que o diodo não 
responde rápido o suficiente. Com estes dados podemos completar a tabela 2. 
𝑓(kHz) 0,1 0,5 1 10 50 100 300 500 1000 3000 
𝑓𝐷2 500kHz 𝑓𝐷3 3MHz 
Tabela 2: Frequências de corte para os diodos do circuito. 
 
 
 
 
 
 
5. Resultados experimentais adicionais 
a) Calculando a frequência de corte por meio da equação fornecida, 𝑓𝑐 =
1
2𝜋𝑅𝑒𝑞𝐶𝑇
, sendo 
o Req a resistência equivalente do circuito e Ct a capacitância total do circuito, sendo seus 
valores 500Ω e 411pF, respectivamente. Os valores de capacitância dos diodos foram 
retirados de suas datasheets (Figuras 15 e 16). Encontramos então uma frequência de corte 
de 745kHz. Este valor não é preciso devido ao fato de tentarmos por meio de uma equação 
encontrar uma frequência de corte, e pelo fato de serem diodos de tipos diferentes, suas 
frequências de corte são bastante diferentes, como observamos na tabela 2. 
 
Figura 15: Datasheet diodo Schottky MBR1545CT. 
 
Figura 16: Datasheet diodo comum 1N4007G.

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