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• A Escala de Coma de Glasgow, publicada pela primeira vez em 1974, até hoje é usada 
como medida clínica objetiva da gravidade da lesão cerebral em pacientes, incluindo os 
politraumatizados.
}
}
Resposta Motora 
Obedece a comandos +6 
Localiza dor +5 
Movimento de retirada +4 
Flexão anormal +3 
Extensão anormal +2 
Nenhuma +1 
Resposta Verbal 
Orientada +5 
Confusa +4 
Palavras inapropriadas +3 
Palavras incompreendidas +2 
Nenhuma +1 
} Abertura Ocular Espontânea +4 À voz +3 À dor +2 Nenhuma +1 
• Esta escala é um método bastante confiável para detectar o nível de consciência de 
uma pessoa após acidentes. 
• Ela é utilizada durante as primeiras 24 horas após o trauma e faz a avaliação baseada 
nos seguintes parâmetros: abertura ocular, resposta motora e resposta verbal.
• Uma pontuação de 8 ou menos na escala configura uma definição geralmente aceita de 
coma ou lesão cerebral grave. 
• Pacientes com lesão cerebral que tenham uma pontuação de 9 a 12 são categorizados 
como tendo “Lesão moderada”.
• Indivíduos com escore de 13 a 15 são designados como tendo “lesão leve”.
Em 2018, a Escala de Glasgow sofreu uma atualização, incluindo 
como critério “Reatividade Pupilar”. 
É o único critério que deve-se subtrair pontos: 
Reatividade popular bilateral 0 
 Unilateral -1 
Inexistente -2

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