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MODELO SIMPLIFICADO PARA CLÍNICA OU CONSULTÓRIO 
ODONTOLÓGICO 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
Os resíduos do serviço de saúde ocupam um lugar de destaque, pois merecem atenção 
especial em todas as suas fases de manejo (segregação, acondicionamento, armazenamento, 
coleta, transporte, tratamento e disposição final) em decorrência dos imediatos e graves riscos que 
podem oferecer, por apresentarem componentes químicos, biológicos e radioativos. 
O PGRSS não é somente um registro de intenções, mas, vai além, pois aborda as 
condições de implementação e acompanhamento. 
Cada PGRSS é único, mesmo que se tratem de estabelecimentos com as mesmas 
atividades. O que os diferencia é estar de acordo com o diagnóstico específico. Grande parte das 
informações necessárias ao roteiro de elaboração do PGRSS vem, portanto, das análises da 
situação existente obtidas no diagnóstico. Não é incomum, ademais, mudanças no PGRSS ou até 
mesmo substituição do plano inicial, no decorrer da pesquisa, diagnóstico e desenho das primeiras 
propostas. È aí que reside o valor do plano, constituindo-se em uma base sólida para acertos e 
ajustes. 
Os estabelecimentos de serviços de saúde são os responsáveis pelo correto gerenciamento 
de todos os RSS por eles gerados, cabendo aos órgãos públicos, dentro de suas competências, a 
gestão, regulamentação e fiscalização. 
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde deverá ser elaborado de 
acordo com as exigências técnicas estabelecidas na Resolução RDC n° 306 de 07 de Dezembro de 
2004 e Resolução CONAMA 358 de 29 de Abril de 2005. 
 
 
OBJETIVO 
 
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) deve apontar e 
descrever as ações relativas ao manejo de resíduos sólidos, implementado a partir de bases 
científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e 
proporcionar, aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando a 
proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde, dos recursos naturais e do meio ambiente. 
Deve abranger todas as etapas de planejamento dos recursos físicos, dos recursos materiais e da 
capacitação dos recursos humanos envolvidos no manejo de Resíduos de Serviços de Saúde 
(RSS). 
 
 
 
 
 
1 - EQUIPE DE TRABALHO 
Abrange a definição de quem faz o quê e como. 
Designar profissional para elaboração e implementação do PGRSS, que deverá: ter registro 
junto ao seu conselho de classe e apresentar a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, ou 
Certificado de Responsabilidade Técnica, ou documento similar quando couber. 
Compor uma equipe de trabalho, de acordo com a tipificação dos resíduos gerados. 
 
 
1.1 - COMPONENTES DA EQUIPE DE TRABALHO 
Responsável pelo PGRSS 
Número do Conselho de Classe (CRO) 
Nome dos técnicos/cargos 
 
2 - DADOS GERAIS DO ESTABELECIMENTO 
 
Razão Social 
Nome Fantasia 
Tipo de Estabelecimento 
Propriedade ( )Pública ( )Filantrópica ( )Privada ( )Outro___________ 
CNPJ/CPF 
Endereço Bairro 
Município Estado 
Fone(s) Fax 
Site E-mail 
Horário de Funcionamento 
( ) 24h ( ) Diurno ( ) Noturno ( ) Emergência ( ) OUTROS __________________________ 
Responsável Legal 
 
3 – CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO 
Tipos de especialidades Odontológicas 
Numero de atendimentos/dia 
Número de profissionais 
 
3.1-CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO 
Número total de funcionários Existentes: _______________________ 
Total: _________ 
 
Condição de funcionamento do estabelecimento 
Em atividade ( ) Em implantação ( ) Em expansão/modernização ( ) Em relocalização ( ) 
 
Tipo de serviços terceirizados 
Manutenção ( ) Limpeza ( ) Serviços clínicos ( ) Lab. De Prótese ( ) Outros ( ) 
____________________ 
 
Área total construída 
 
Área total do terreno 
 
 
 
Alvará Sanitário N° _________ Data de Validade: __________ 
Licença Ambiental 
N° _________ Data Validade: ____________ 
Horário de funcionamento 
Estrutura física Tipo de construção: ____________________ 
Número de pavimentos: _________________ 
 
Abastecimento de água Tipo: 
A. Concessionária ( ) - CAESA 
B Captação própria ( ) poço amazonas( ) poço arteziano( ) tratamento próprio ( ) 
 Número de reservatórios: _______________ 
 
Condições urbanas do entorno Condições de acesso: _________________ 
Risco de enchentes: __________________ 
Risco de deslizamento: ________________ 
 
Coleta de esgoto sanitário 
Coleta e tratamento público: _____________ 
Só coleta: ____________________________ 
Sem coleta: ___________________________ 
Tratamento próprio: ____________________ 
 
 
4 – TIPOS E QUANTIDADES DE RESÍDUOS GERADOS 
Legenda: 
A = Resíduos do grupo A (infectantes); Ex: gases, algodão, peças anatômicas, etc.; 
B = Resíduos do grupo B (químicos); Ex: medicamentos, fixadores, amálgama, película 
de chumbo, etc.; 
C = Rejeitos do grupo C (radioativos); 
D = Resíduos do grupo D (comum); Ex: papel, plástico, etc. 
E = Resíduos perfurocortantes; Ex: seringa, agulhas, bisturi, ampola, etc. 
 
 
Grupo de Resíduos Total de resíduos Kg/mês 
A 
B 
C 
D 
E 
 
 
5 – SEGREGAÇÃO, ACONDICIONAMENTO E IDENTIFICAÇÃO 
Essas ações devem ser realizadas no local de geração dos resíduos, de acordo com o grupo de 
resíduos como consta na Resolução RDC n° 306 de 07/12/2004. 




SEGREGAÇÃO 
 
 
- Informar as formas de segregação que serão adotadas para cada grupo de resíduos gerados (A, B, 
C, D, E, incluindo recicláveis). 
- Informar quais os EPI’s (equipamentos de proteção individual) e EPC’s(equipamentos de 
proteção coletiva) a serem utilizados. 
- Consiste na forma de separação dos resíduos de acordo com seu risco. 

ACONDICIONAMENTO 
- Descrever os tipos de acondicionamento que serão adotados em função dos grupos de resíduos, 
suas quantidades diárias e mensais. 
- Identificar a forma de acondicionamento que será adotada para a segregação proposta. 
- Informar quais os EPI’s e EPC’s a serem utilizados. 
- Descrever as formas de embalagens dos resíduos segregados. 

IDENTIFICAÇÃO 
- Informar as cores e símbolos padronizados para cada tipo de resíduos. 
- Descrever formas de reconhecimento, para identificar a separação dos resíduos. 
(Conforme anexo1) 
 
 
6 – COLETA E TRANSPORTE INTERNO 
- Informar o método de coleta e transporte que será adotado. 
- Descrever as formas de coleta em função dos grupos de resíduos, tipos de recipientes, carros de 
coleta, equipe, freqüência e roteiros adotados. 
- Informar se a coleta adotará o armazenamento temporário. 
- Determinar a rotina e freqüência de coleta para cada unidade ou setor do estabelecimento. 
- Informar quais os EPI’s e EPC’s a serem utilizados. 
- Quando necessário. 
- Informar como serão os transportes internos de resíduos, se separadamente em carros ou 
recipientes coletores específicos a cada grupo de resíduos. 
- Definir os tipos e quantidades de carros coletores que serão utilizados para o transporte de cada 
grupo de resíduos, capacidade dos carros, identificação, cores, etc. 
 
 
7 – ARMAZENAMENTO 

ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO 
- O armazenamento temporário poderá ser dispensado nos casos em que a distância entre o ponto 
de geração e o armazenamento externo justifiquem. 
- Caso seja adotado, identificar a localização, tipo de resíduos a serem armazenados, freqüência de 
coleta. 
- Informar os tipos e quantidades de coletores para a guarda temporária de resíduos e as 
sinalizações para identificação dessas áreas. 
- Informar como serão higienizados esses espaços e freqüência de limpeza. 
-Guarda temporária dos recipientes, contendo os resíduos já acondicionados. 


ARMAZENAMENTO EXTERNO 
- Informar a quantidade de contenedores a ser utilizada para cada grupo de RSS, capacidade de 
cadaum e disposição na área. 
 
 
- Informar a rotina do armazenamento externo do estabelecimento de saúde 
- Informar como são higienizados o abrigo, os contenedores e com que freqüência. 
- Informar os EPI’s e EPC’s a serem utilizados. 
 
 
8 – COLETA E TRANSPORTE EXTERNO 
Anexar os documentos comprobatórios (licenças, alvarás e outros) das empresas coletoras, 
tratamento e destino final dos RSS. 
Obs.Entrar em contato com a empresa responsável pela coleta externa, tratamento e disposição 
final dos resíduos, para obter informações abaixo. 
 
 
 
 
INFORMAÇÕES SOBRE COLETA E TRANSPORTE EXTERNO 
 
Nome das Empresas 
CNPJ/CPF 
Documentos Legais 
 
Freqüência de Coleta 
 
TIPO DE 
RESIDUO 
DIAS 
ALTERNADOS 
SEMANAL 2 VEZES AO 
DIA 
OUTRA 
FREQUENCIA 
 
 
 
 
 
 
 
Tipos de Veículos Utilizados na Coleta 
 
TIPOS DE 
RESIDUOS 
TIPOS DE VEÍCULOS 
 
BASCULANTE BAÚ COMPACTADOR TIPO 
DUCATO/FIORINO 
OUTROS 
 
 
 
 
 
 
 
9 – TRATAMENTO 

Quando necessário. 
Descrever o tratamento interno para os resíduos, especificados por tipo de resíduo. 
Descrever o sistema de decaimento de rejeitos radioativos (quando existir). 
 
 
Descrever os tipos de tratamento externo adotados para cada grupo de resíduos e quais os 
equipamentos e instalações de apoio, incluindo os seguintes aspectos: tecnologias de tratamento 
adotadas; nome da empresa responsável pela operação do sistema; localização das unidades de 
tratamento, endereço e Telefone; responsável técnico pelo sistema de tratamento, nome, RG, 
profissão e registro profissional. 
Informar os EPI’s e EPC’s necessários. 
Anexar documentos comprobatórios (licenças, alvarás, documentos de monitoramento definidos 
pelo órgão ambiental) dos sistemas e tecnologias adotados. 
 
 
TIPOS DE TRATAMENTO INTERNO E EXTERNO DOS RESÍDUOS 
 
Grupo de Resíduos Interno Externo 
 
A 
B 
C 
D 
E 
 
 
 
10 – DISPOSIÇÃO FINAL DOS RSS 
 
Informar as formas de disposição final dos RSS e especificar por tipo de resíduos. 
Informar quais as empresas que executam a disposição final dos RSS. 
Anexar os documentos comprobatórios (licença ambiental, documentos de monitoramento, 
definidos pelo órgão ambiental) de que a empresa está apta a realizar o serviço. 
Indicar a localização das unidades de disposição final adotadas para cada grupo de resíduos e 
seus respectivos responsáveis técnicos (nome, RG, profissão, registro profissional, empresa ou 
instituição responsável e telefone). 
 
 
 
 
INFORMAÇÕES SOBRE A DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS 
 
TIPO DE DISPOSIÇÃO 
FINAL 
EMPRESA 
 
 
GRUPO DE RESÍDUOS 
 
A B D E 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBSERVAÇÕES IMPOSTANTES 
1.NÃO ESQUECER DE SOLICITAR A LICENÇA DE OPERAÇÃO DA EMPRESA QUE 
COLETA, TRANSPORTA, TRATA E O DESTINO FINAL DO RSS. 
2. DEACORDO COM O CONTRATO ISTO DEPENDE DE CADA EMPRENDIMENTO, 
SOLICITAR SEMPRE O LAUDO TÉCNICO DA INCINERAÇÃODO RESPECTIVO RSS 
DE SEU ESTABELICIMENTO, DEVERÁ ESTAR ASSINADO POR UM RESPONSÁVEL 
E COM SEU RESPECTIVO Nº DO CONSELHO DE CLASSE – TEM QUE SER UM 
QUIMICO OU ENGENHEIRO QUIMICO. 
3. SEMPRE QUE POSSIVEL VISITAR A EMPRESA QUE FAZ O TRATAMENTO DO 
SEU RSS. 
4. MONTAR UMA PASTA EXCLUSIVAMENTE PARA ESSA FINALIDADE, NÃO 
MISTURAR COM OUTROS DOCUMENTOS. 
5. FIQUE SEMPRE ATENTO, VOCE É RESPONSAVEL PELO SEU RSS EM 
TODAS AS FASES DO TRATAMENTO (COLETA, TRANSPORTE, TRATAMENTO 
E DESTINO FINAL) 
6. CONTATO COM DALTON TALES TEL 8119 7909 – É MELHOR MANDAR 
MENSAGEM – TEL CVS / DVA / SESA comercial 3212 6259

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