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MICROBIOLOGIA CLÍNICA
PROFA. JAQUELINE BARBOSA DE SOUZA
BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO DE 
MICROBIOLOGIA
EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL
Avental/jaleco: do tipo ¾ (até os
joelhos), de mangas longas e com
elásticos nas extremidades, usado
sempre fechado (abotoado).
Fonte: https://shopee.com.br/Jaleco-Acinturado-Gola-Padre-em-Gabardine-i.289759702.8203268580
EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL
Máscara: do tipo cirúrgico,
sempre colocada de maneira a
proteger a boca e o nariz,
bem fixada, preferencialmente
N95 ou P100.
Fontes: https://www.lang.com.br/produto/mascara-n95/; https://www.medicalexpo.com/pt/prod/moldex-metric-inc/product-99965-892725.html; https://shopee.com.br/Caixa-de-M%C3%A1scara-Cir%C3%BArgica-Descart%C3%A1vel-
Tripla-com-El%C3%A1stico-Clipe-Nasal-e-Anvisa-50-unidades-i.294449627.5955527243
EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL
Óculos de proteção: protegem a
mucosa ocular contra a formação
de aerossóis ou respingos durante
a manipulação de amostras e
cultivos microbianos. Devem
possuir proteção lateral aos
olhos.
Fontes: https://www.superepi.com.br/oculos-de-seguranca-ampla-visao-pvc-perfurado-kalipso-ra-p1050113?tsid=16&gclid=Cj0KCQjwkOqZBhDNARIsAACsbfI18-
4O8t_H8RCrbAA6gLWdaYtuPbxjyw2z9_pOWQQyIHPLTd9lcy0aApfxEALw_wcB; https://www.superepi.com.br/oculos-rio-de-janeiro-poli-fer-incolor-com-ajuste-ca-34082-
p1051609?tsid=16&gclid=Cj0KCQjwkOqZBhDNARIsAACsbfKMFGTtvrNvmGpgAKLUGW1OUt-rANgbFdIDq7dxCqQ9ByVbthJ9eiQaAjzGEALw_wcB
EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL
Luvas: sempre utilizadas durante
os procedimentos em que haja
contato direto com materiais
potencialmente contaminados.
Trocar as mesmas após a
contaminação, a fim de evitar a
disseminação do agente em
outros materiais.
Fontes: https://www.cliniflex.com.br/luva-de-latex-c-po-nao-est-c-100-descarpack; https://www.fertekferramentas.com.br/luva-de-procedimento-nitrilica-azul-sem-po-caixa-com-100-unidades-talge-112
EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 
INDIVIDUAL
Gorro/touca: os cabelos devem
ficar presos e cobertos pelo
gorro.
Fonte: https://www.calcadosparatrabalhar.com.br/epi/protecao-para-cabeca/touca-sanfonada-branca-12g-100-undd-lola
EPC – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA
Cabine de segurança: é um dos
principais equipamentos de proteção
usados nos procedimentos em que
possa ocorrer potencial contaminação
do laboratorista ou do material com
que se trabalha.
Fontes: https://mundoergonomia.com.br/2019/08/21/bacterias-multirresistentes-sao-identificadas-fora-do-ambiente-hospitalar/; https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/saude-bucal/atualidades/oleo-de-coco-combate-bacteria-
que-faz-parte-da-flora-bucal,f44ee67739373410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
Classe I
Classe II A
Classe II B1/B2 e B3
Classe III
EPC – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA
Cabine de segurança classe I:
ventilada com ar do ambiente, possui
ducto de exaustão com filtro HEPA.
Possibilita proteção do usuário, mas
não do cultivo (procedimento), sendo
recomendada para manipulação de
microrganismos dos grupos 1, 2 e 3.
Fonte: https://www.quimis.com.br/produtos/detalhescategoria/0/10
EPC – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA
Cabine de segurança classe II:
conhecida como capela de fluxo
laminar, possibilita proteção ao
usuário, ao experimento e ao
ambiente. O ar é filtrado por um
filtro HEPA antes de ser exaurido
para fora da capela ou recirculado
para o interior da mesma.
Fontes: https://www.lobov.com.br/representadas/esco/produtos-descricao.php?id_produto=106; https://www.splabor.com.br/blog/cabine-de-seguranca-biologica/o-que-e-uma-cabine-de-seguranca-biologica-classe-ii-b2-guia-do-
comprador/ 
EPC – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA
Cabine de segurança classe III:
contenção máxima, totalmente fechada
e sem escape de ar para o ambiente.
Os procedimentos são realizados com
luvas de borracha presas à cabine. Mais
elevado grau de proteção ao usuário e
ao ambiente.
Fonte: https://www.lobov.com.br/representadas/esco/produtos-descricao.php?id_produto=7
OUTROS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Bico de Bunsen: bico de gás para
aquecimento. Sua chama é
utilizada para esterilização de
materiais contaminados e como
barreira de proteção entre o
usuário e o experimento.
Fonte: https://www.infoescola.com/materiais-de-laboratorio/bico-de-bunsen/
OUTROS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Alças: utilizadas na semeadura de
microrganismos e inoculações de
materiais. Podem ser feitas de
metal, preferencialmente platina
ou níquel-cromo, acopladas ao
cabo de Kolle, ou de plásticos
descartáveis.
Fontes: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1933458741-alca-calibrada-de-platina-1100-10ul-cabo-de-kolle-_JM; http://lablinepiracicaba.com.br/default.asp?pag=laboratorio&categ=23&subcat=163
OUTROS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Microscópios ópticos: equipamentos essenciais
ao laboratório. As lentes das objetivas devem
ser limpas com solução de álcool isopropílico
ou álcool + éter embebido em gaze macia,
antes a após cada uso.
✓ A descontaminação das regiões do suporte,
mesa e botões deve ser realizada com
álcool 70%.
✓ Quando não estiver sendo utilizado, o
microscópio deve ser protegido.
Fonte: https://lojainterprise.com.br/produtos/equipamentos/microscopios/linha-laboratorial/microscopio-optico-profissional/
OUTROS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Centrífuga: sempre vedar os frascos/tubos
antes de colocá-los no equipamento.
Verificar a presença de trincas no vidro, se
os tubos estão equilibrados e apenas abrir
a tampa de acesso à centrifuga quando a
mesma estiver completamente parada.
Recomenda-se desinfecção diária e após
contaminação.
Fonte: https://www.analiticaweb.com.br/p.php?tit=centrifuga-para-laboratorio-ventilada&Bid=p4db57aed1cd0f
OUTROS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Estufa microbiológica: deve ser mantida
em temperatura constante (25, 35, 42º C,
...). Caso seja necessário, o laboratório
deve possuir estufas para diferentes
temperaturas. Evitar desligar o
equipamento e anotar diariamente a
temperatura. A limpeza das superfícies
deve ser realizada mensalmente ou
sempre que houver contaminação.
Fonte: https://www.lojabunker.com.br/estufa-de-cultura-bacteriologica-280-litros?variant_id=143
OUTROS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Autoclave: equipamento utilizado para a
esterilização de materiais e utensílios pelo
emprego de temperatura e pressão altas.
Deve ser feito controle diário de
temperatura e do tempo da eficiência do
processo de esterilização.
Fontes: https://www.dentalcremer.com.br/autoclave-vitale-class-cd21-21l-cristofoli.html; https://www.marcamedica.com.br/autoclave-vertical-300l-prismatec/; https://pt.wikipedia.org/wiki/Autoclave 
VIAS DE TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS NO 
LABORATÓRIO
Oral (ingestão) – devido à
manipulação de culturas puras
com crescimento de
microrganismos patogênicos e
más condutas, tais como:
pipetar com a boca, comer,
beber, mascar chicletes, levar a
mão ou objetos como caneta
ou lápis à boca.
Fonte: https://www.splabor.com.br/blog/micropipeta-2/pipetador-automatico-para-que-serve/
VIAS DE TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS NO 
LABORATÓRIO
Aérea (inalação) – inalação de
aerossóis contendo os agentes
infecciosos. Os procedimentos
devem ser conduzidos de forma
a minimizar os riscos de
formação dos aerossóis e,
sempre que possível, em capelas
de fluxo laminar.
Fonte: http://www.splabor.com.br/blog/cabine-de-seguranca-biologica/capela-de-fluxo-laminar/
VIAS DE TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS NO 
LABORATÓRIO
Cutânea ou parenteral – devido
a acidentes, pela contaminação
com materiais perfurocortantes
contaminados, como agulhas,
vidros quebrados e lâminas de
bisturi.
Fontes: https://www.cisdeste.com.br/site/blog-post/previna-acidentes-de-exposicao-a-materiais-biologicos-e-perfurocortantes/; https://residuos.ufv.br/residuos/residuos-perfurocortantes/
VIAS DE TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS NO 
LABORATÓRIO
Contato com membranas – as mucosas (ocular, oral, nasal, etc.) podem ser
contaminadas com gotículasou respingos de amostras clínicas ou culturas
líquidas. O uso de óculos de proteção e máscara promove uma barreira de
defesa ideal das mucosas ocular, oral e nasal.
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Desinfecção – remoção ou
eliminação de microrganismos
em fase vegetativa, presentes em
superfícies e artigos inanimados,
independentemente de serem
patogênicos.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ulr277AfnkY
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Antissepsia – medida para inibir o
crescimento ou destruir os
microrganismos existentes nas camadas
externas da pele ou mucosa = aplicação de
microbicidas (desinfetantes antissépticos).
Fonte: https://blog.maxieduca.com.br/assepsia-antissepsia-saude/
Assepsia – medida para impedir que locais
não infectados sejam contaminados por
microrganismos = uso de EPI.
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Esterilização – eliminação total
de qualquer tipo de vida
microbiana (vegetativa ou
reprodutiva) em produtos,
materiais e objetos.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=MzV4Zl_oa3s
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Agente microbiostático – reduz a proliferação microbiana e o potencial
patogênico.
Agente microbicida – capaz de matar e eliminar microrganismos.
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Lavagem das mãos
Sempre antes e após todos os
procedimentos, lavar as mãos,
mesmo que se tenha usado luvas. A
lavagem deve ser realizada com água
e sabão abundantes e compreender
toda a mão e antebraço, ao final
realizar antissepsia com álcool a
70%.
Fonte: https://blog.farmacianovadamaia.pt/cuidados-farmaceuticos/lavagem-maos-covid-19/
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Técnica asséptica
Procedimento:
1. Lavar as mãos;
2. Desinfetar as superfícies do trabalho (álcool a 70%);
3.Acionar a exaustão da cabine ou acender a chama do bico de Bunsen;
4. Após cada procedimento com alça bacteriológica, esterilizar a mesma na
chama do bico ou descartar, em caso de alças plásticas;
5. Passar os bocais de tubos pela chama;
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Técnica asséptica
Procedimento (continuação):
6. Realizar os procedimentos próximos à chama e manter os meios de
cultura e materiais distantes do corpo e próximos ao bico de Bunsen;
7. Usar descartes com solução de hipoclorito a 1%;
8. Desligar a cabine e/ou o bico de Bunsen;
9. Desinfetar a superfície;
10. Lavar novamente as mãos e realizar antissepsia com álcool a 70%.
Fonte: https://br.pinterest.com/iamvanessynha/
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Normas gerais
• Proibido comer, beber e aplicar cosméticos no interior do laboratório;
• Sempre usar jaleco;
• Usar vestimenta apropriada, calças compridas e calçados fechados, jamais
utilizar sandálias, chinelos e similares;
• Prender os cabelos, evitar o uso de anéis e pulseiras;
• Quando necessário, usar luvas, touca, protetor facial e máscara;
• Bancadas e superfícies devem ser desinfetadas no início e no final das
atividades e sempre após derramamentos;
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Normas gerais
• Lavar as mãos frequentemente;
• Não manusear lentes de contato; se estiverem sendo utilizadas, usar óculos 
de segurança;
• Pipetagem com a boca é estritamente proibido;
• Nenhum tipo de material deve ser levado à boca;
• Toda amostra clínica deve ser considerada como potencialmente infectante;
• Não reencapar agulhas usadas, e descartá-las em recipientes adequados, tipo 
Descarpack;
CONDUTA DURANTE OS EXPERIMENTOS
Normas gerais
• Todos os procedimentos devem ser conduzidos de forma a minimizar a
formação de aerossóis, preferencialmente no interior das cabines ou
protegidos pela chama do bico de Bunsen;
• Não colocar materiais contaminados (pipetas, lâminas, etc.) diretamente
sobre a bancada. Desprezá-los nos descartes apropriados.

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