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EXAME DE CABEÇA E PESCOÇO PEDIATRÍCO 
Vitória Correia Moura – T4C 
CRÂNIO 
1) INSPEÇÃO: Forma e Dimensão 
FORMA: 
 
 
 
 
DIMENSÃO: 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
● Circunferência craniana ou Perímetro cefálico: 
- É obrigatório ser aferido até 24 meses de vida. 
- Nos lactentes, reflete a velocidade do crescimento do crânio e do cérebro. 
- Pode ser útil em qualquer faixa etária para avaliar o crescimento da cabeça. 
 
● Procedimento: 
- Ajusta-se uma fita métrica em torno da cabeça, em seu maior diâmetro, acima da sobrancelha, passando 
sobre a linha supra-auricular até o osso occipital. 
- A leitura da medida encontrada é obtida no ponto de encontro da fita métrica. 
 
● Particularidades em recém-nascidos: 
 - Deformidades pós nascimento por parto vaginal (parto normal). 
 - Presença de fronte olímpica (protusão frontal por sífilis congênita). 
 
 
 
2) PALPAÇÃO: 
- A palpação do crânio detecta a mobilidade ou firmeza dos ossos, tamanho das suturas e fontanelas, e 
defeitos dos ossos ou da derme. 
- Palpação de fontanelas (anterior e posterior), das suturas cranianas, de massas tumorais e de bossa e 
cefalohematoma. 
 
 SUTURAS  com a criança sentada deve-se determinar a tensão. Podem ser planas, abauladas 
(HIC, meningite, hidrocefalia) ou retraídas (desidratação, choro). O fechamento precoce pode 
ocasionar danos cerebrais (craniossinostose ou cranioestenose). 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
 CABELOS  Avaliação de implantação, distribuição, quantidade, características. Em estados 
carenciais, podem ocorrer alteração na cor ou textura (ex: sinal da bandeira). 
 
 
FACE 
1) OLHOS: 
A ênfase no exame ocular do recém-nascido é na estrutura e aparência do olho e regiões adjacentes. 
O exame inclui a observação do tamanho, forma e posição dos olhos e a demonstração de que a criança 
parece ter visão pela reação à luz. 
 HIPERTELORISMO  aumento da distancia entre os olhos. 
 PTOSE PALPEBRAL 
 MICROFTALMIA  diminuição do volume do globo ocular. 
 BUFTALMIA  aumento do volume do globo ocular. 
 ESTRABISMO  falta de paralelismo entre os eixos visuais 
 
 
 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
 
 
 
 
2) NARIZ: 
- Explicar o procedimento; ambiente e instrumento adequados. 
- Rinoscopia  o nariz é avaliado em sua forma, tamanho, tamanho do filtro, definição do sulco nasolabial e 
permeabilidade (avaliada pela passagem de uma sonda nas narinas). 
- Características da mucosa nasal  cor, umidade, presença de lesões ou corpo estranho. 
 
 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
3) ORELHA: 
- Cada orelha deve ser examinada para avaliar sua forma, tamanho, posição, presença de canal e 
deformidades. 
- As malformações de orelha podem se associar com perda auditiva. 
 
 
 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
 
4) BOCA: 
- Avaliar a coloração, a integridade das mucosas e dentes, a existência de sinais inflamatórios, a presença de 
lesões ulceradas ou placas esbranquiçadas. 
- Lábios, mucosa oral, gengivas, dentes, língua, assoalho da boca, palato duro, palato mole, tonsilas e úvula. 
- Lembre-se de remover aparelhos ortodônticos e de usar os equipamentos adequados. 
 
 
 
 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
 
 
PESCOÇO 
1) GLÂNDULAS SALIVARES: 
- Glândulas parótida, submandibular e sublingual. 
 
 
2) LINFONODOS: 
- Avaliar: Localização; Único ou múltiplos; Tamanho; Formato; Consistência; Mobilidade e Sensibilidade. 
CADEIA DRENAGEM DE 
Submandibulares Boca, língua, garganta e dentes 
Retroauriculares Ouvido e couro cabeludo 
Occipitais Parte posterior couro cabeludo e pescoço 
Cervicais anteriores e posteriores Superficiais da cabeça, pescoço, ouvido externo, 
parótidas e vias aéreas superiores 
Supraclaviculares Laringe, traquéia, tireóide e mediastino; abdome 
(Virchow) 
Pré-auriculares Conjuntiva, pálpebras – temporal, bochechas 
 
- Características normais: 
 < 1 cm de diâmetro. 
 Predomínio: cervical, submandibular, occipital. 
 Fibroelásticos, móveis e não aderidos aos planos profundos. 
 Supraclaviculares e epitrocleares > 0,5 cm tendem a ser patológicos. 
 
- Adenomegalia generalizada: 
 Em duas ou mais regiões não contíguas. 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
 Causas: Infecções virais, bacterianas, fúngicas, parasitárias; Leucemias e linfomas; neuroblastoma; 
Colagenoses; Anemias hemolíticas. 
- Indicação de investigação: 
 Maiores 2 - 3 cm. 
 Aderidos ou coalescentes. 
 Crescimento rápido. 
 Consistência endurecida. 
 Associação com febre persistente, perda de peso, anemia, sangramento e hepatoesplenomegalia. 
 
3) TIREÓIDE: 
● Tireóide Normal: difícil visualização à inspeção. 
● Pescoço mais curto, mais “gordinho”. 
● Técnica de palpação  Localizar o ístimo da tireóide e solicitar ao paciente que realize movimento de 
deglutição enquanto o médico realiza a palpação. 
 
CISTO TIREOGLOSSO  “bolinha” que se move com a deglutição, sempre na linha média. 
CISTO BRANQUIAL  não é na linha média, falha no fechamento muscular, pode inflamar. 
 
 
CASO CLÍNICO 
 
Amigdalite e Escarlatina 
 
Vitória Correia Moura – T4C 
 
● Presença de exantema escarlatiniforme generalizado e que poupa a região perioral (palidez perioral – 
SINAL DE FILATOV), difuso, de aspecto áspero e mais proeminente em dobras antecubitais (SINAL DE 
PASTIA). 
● Língua em framboesa, petéquias em palato e placa de pús na região da amígdala.

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