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AVALIAÇÃO CABEÇA E PESCOÇO Disciplina: Semiologia Germana Cruz 1 CRÂNIO E FACE TAMANHO: Variável conforme o biótipo 2 EXAME DO CRÂNIO 3 CRÂNIO E FACE Métodos: INSPEÇÃO E PALPAÇÃO: Posição Tamanho Contorno geral Movimentos não usuais Deformidades Protuberância Hipersensibilidade 4 CABELO E COURO CABELUDO Métodos: INSPEÇÃO E PALPAÇÃO Coloração Forma de implantação Distribuição Quantidade Espessura Textura Brilho Presença de lesões e parasitas Descamação Protuberâncias 5 Dermatite seborreica ou eczema Tinea capitis Nódulo eritematoso 6 Nódulo quístico eritemato-violáceo Nódulo Foliculite Alopecia 7 Psoríase Pediculose Cutis verticis gyrata Miiase 8 BREGMÁTICA LAMBDÓIDE 9 Cefalohematoma (bossa serossanguinolenta) Cistos sebáceos Hematomas pós-traumáticos 14 15 16 MACROCEFALIA 17 ESQUEMA MOSTRANDO AUMENTO DO L.C.R. NOS VENTICULOS HIDROCEFALIA 18 POSIÇÃO E MOVIMENTOS DA CABEÇA Torcicolos (posição antálgica) Síndromes vestibulares Estrabismos Deficiências de audição Pendente e inclinada para frente: estados debilitantes Movimentos anormais da cabeça: tiques ou coréias 19 EXAME DA FACE 20 EXAME DA FACE INSPEÇÃO E PALPAÇÃO Expressão e contorno facial Simetria Presença de edema e de massas Lesões de pele FÁCIES: É a expressão facial do indivíduo e que por suas características individuais pode lembrar determinadas doenças. 21 Fácies de Cushing 22 Paralisia Facial 23 Fácies Renal 24 Fácies Tetânica 25 Fácies Leonina 26 Fácies Hipertireoidéia 27 Fácies Mongólica 28 EXAME GERAL DA FACE ASSIMETRIA: Paralisia facial e tumorações. MÍMICA FACIAL: diminuída na doença de Parkinson e exagerada nas coreias e tiques. PELE (INSPEÇÃO E PALPAÇÃO): Cor, pigmentação, textura, espessura, distribuição de pelos, presença de lesões. ALTERAÇÕES DA PELE: acne vulgaris, cloasma gravídico, mancha lúpica, manchas hipocrômica da psoríase versicolor, micoses entre outras. 29 30 EXAME DOS OLHOS PÁLPEBRA INFERIOR ÍRIS LIMBO PUPILA CANTO MEDIAL PÁLBEBRA SUPERIOR ESCLERÓTICA CANTO LATERAL 31 EXAME DOS OLHOS SUPERCÍLIOS Observar quantidade e distribuição dos pelos. Alteração: queda dos cílios (madarose). 32 EXAME DOS OLHOS FENDA PALPEBRAL Simetria Posição do globo ocular em relação à fenda 33 Protusão do globo ocular Doença de Basedow-Graves (hipertireoidismo). Doença de Hand-Schüller-Christian (distúrbio do metabolismo lipídico, mais comum nas crianças). Hipertensão arterial maligna, miopia grave. EXOFTALMIA 34 ENOFTALMIA Diminuição da fenda palpebral decorrente de retração do globo ocular. Bilateral nas desidratações graves e estados caquéticos. 35 EXAME DOS OLHOS PÁLPEBRAS Observar movimento, lesões de pele. Alterações: Blefarites: inflamação das pálpebras Hordéolos: terçóis Xantelasma: placas amareladas em relevo localizadas na pálpebra e/ou outras regiões. Ptose palpebral: Queda palpebral 36 Ptose palpebral 37 EDEMA PALPEBRAL 38 CALÁZIO Tumefação (inchaço) da pálpebra, causada pela inflamação de uma das glândulas que produzem material sebáceo, localizadas nas pálpebras superior e inferior. 39 HORDÉOLO (TERÇOL) Infecção de um folículo ciliar que causa um nódulo avermelhado e doloroso na borda palpebral. 40 XANTELASMA Placas amareladas que se desenvolvem na pele em região periorbital, lesões cutâneas decorrentes do depósito de lipídios na pele. 41 EXAME DOS OLHOS CONJUNTIVAS Observar coloração, sinais de inflamação e infecção. Hipocoradas Hiperemiadas Normocoradas Ictéricas 42 Hemangiosarcoma Conjuntivite Papilomatose Vírus HPV 43 EXAME DOS OLHOS ESCLERÓTICAS Observar a cor, presença de derrames, sinais de inflamação e infecção. Alterações: Conjuntivite Pterígio Icterícia 44 CONJUNTIVITE 45 PTERÍGIO Crescimento de uma membrana no canto do olho (mais comum no canto interno) em direção à pupila, sobre a córnea. 46 ICTERÍCIA Icterícia é a presença de uma cor amarelada na pele, nas membranas mucosas ou nos olhos, decorrente do acúmulo de bilirrubina. 47 ICTERÍCIA 48 EXAME DOS OLHOS PUPILAS: Tamanho Formato Simetria das pupilas ALTERAÇÕES: Anisocoria, Midríase, Miose. Teste as reações pupilares à luz (reflexo fotomotor). 49 EXAME DOS OLHOS PUPILAS: A forma das pupilas geralmente é arredondada, como um círculo, e a sua avaliação deve ser feita pela observação do contorno das mesmas. Formas anormais de pupilas: ovóide, buraco de fechadura ou irregular. 50 EXAME DOS OLHOS PUPILAS: Forma ovóide = sinal precoce de herniação devido à hipertensão intracraniana. Forma buraco de fechadura = comum em pacientes submetidos à cirurgia de catarata. Forma irregular = encontrada em pacientes com trauma de órbita. 51 GLÂNDULA LACRIMAL SACO LACRIMAL CANALÍCULOS ORIFÍCIO LACRIMAL DUTO NASOLACRIMAL Aparelho Lacrimal 52 EXAME DOS OLHOS Acuidade visual: cartão Snellen Mobilidade visual Campimetria visual (avaliação do campo visual). SINTOMAS: Fotofobia, sensação de corpo estranho, dor ocular, lacrimejamento, embaçamento da visão e perda da visão. 53 CARTÃO DE SNELLEN 54 55 56 PROBLEMAS OFTALMOLÓGICOS 57 58 CATARATA CAUSANDO CEGUEIRA Opacidade do cristalino (lente natural do olho). 59 ARCO SENIL Anel opaco esbranquiçado na região periférica da córnea (junção esclerocorneal), ao redor da íris. 60 61 Nistagmo 62 Reflexo Córneo Palpebral – nervo trigêmio 63 EXAME DO NARIZ 64 EXAME DO NARIZ Externo: Forma, tamanho do nariz, simetria, movimento das asas do nariz. 65 EXAME DO NARIZ Interno: desvio de septo, epistaxe (sangramento nasal), presença de secreções mucopurulentas, crostas e integridade da mucosa. 66 67 EXAME DO NARIZ Seios Paranasais ou Seios da Face Frontais Maxilares Etmoidais Esfenoidais 68 69 EXAME DO NARIZ TESTE DO OLFATO Identificar itens com odores muito específicos (p.ex., sabão, café e cravo), colocados junto ao nariz do paciente. Cada narina deve ser testada separadamente. ALTERAÇÕES: Hiposmia = redução da olfação. Anosmia = ausência da olfação. 70 EXAME DOS OUVIDOS 71 OUVIDO EXTERNO Pavilhão auditivo - coloração, tamanho e forma, implantação, hipertricose, compressão do tragus. 72 73 OUVIDO EXTERNO E MÉDIO Observação com Otoscópio Conduto auditivo: cerume, corpo estranho, otorréia, otorragia. Membrana timpânica: opacidade, abaulamento, perfurações e visualização do trígono luminoso. Ouvido Médio: Compressão de região mastóidea e sinais flogísticos locais. 74 OTORREIA 75 76 ACUIDADE AUDITIVA: Testar um ouvido de cada vez. MÉTODOS: Cochichos na direção do ouvido não ocluído. Produção de barulho com ponta dos dedos. Diapasão: permite diferenciar perdas auditivas por problemas de condução de perdas auditivas sensoriais. OUVIDO INTERNO 77 DIAPASÃO Teste de Rinne / Teste de Weber Alterações: hipoacusia / presbiacusia. 78 TESTE DE WEBER: diapasão colocado no centro do crânio após início da vibração. TESTE DE RINNE: diapasão colocado no mastoide. 78 EXAME DA BOCA 79 AVALIAÇÃO DA BOCA Lábios: observar cor e umidade, presença ou não de lesão, simetria. Mucosa oral: observar cor, presença de úlceras, placas esbranquiçadas e nódulos com auxílio de foco de luz e espátula. Hálito: Cetônico: algo semelhante a maçã, cetoacidose diabética. Urêmico: insuficiência renal crônica. Fétido: infecção purulenta. 80 Lesões nos lábios Queilite: angular , herpética, carência de vitamina B12. Ulcerações Vesículas Lábio leporino AVALIAÇÃO DA BOCA 81 82 83 84 Lesões na mucosa Câncer oral Aftas 85 Lesõesna mucosa Leucoplasia Candidíase 86 AVALIAÇÃO DA BOCA Gengivas: observar cor, presença de lesões, aumento ou diminuição. Coloração: hipocorada, hiperemia. Sangramentos: gengivorragias. Ulcerações Hiperplasias 87 88 SARCOMA DE KAPOSI 89 AVALIAÇÃO DA BOCA Dentes: Quantidade Estado de conservação Uso de prótese Uso de aparelho ortodôntico. 90 91 AVALIAÇÃO DA BOCA Palato duro: cor e formato do palato duro. Faringe: palato mole, úvula, amígdalas e faringe posterior. 92 CANDIDÍASE DO PALATO 93 AVALIAÇÃO DA BOCA Alterações: Lesões: abcessos, tumorações, ulcerações, placas de pus. 94 TONSILITE EXSUDATIVA 95 TONSILITE 96 Sinal da cortina (lesão do nervo vago): desvio da úvula quando se faz “aaah” para o lado da lesão. 97 AVALIAÇÃO DA BOCA LÍNGUA Tamanho Macroglossia: hipotiroidismo Microglossia: paralisia do nervo hipoglosso Aspecto Saburrosa: dorso da língua esbranquiçado Geográfica Lisa, avermelhada e edemaciada: carência de vitamina B12 De papagaio: piora da língua saburrosa 98 LEUCOPLASIA PILOSA 99 Leucoplasia 100 LÍNGUA PILOSA 101 Língua geográfica 102 Candidíase 103 ÚLCERA AFTOSA 104 LÍNGUA FISSURADA 105 LÍNGUA LISA 106 SARCOMA DE KAPOSI 107 EXAME DO PESCOÇO Estruturas avaliadas: Ossos Músculos Nódulos linfáticos Artérias carótidas Veias jugulares Glândula tireoide Traqueia 108 109 110 111 112 113 EXAME DO PESCOÇO INSPEÇÃO Forma: cilíndrica com comprimento variando com o biotipo. Posição: normalmente vertical. Inclinações podem ocorrer por contraturas (torcicolo) ou paralisias musculares. Simetria: alterada nas inflamações musculares, traumas, presença de nódulos, bócio. Mobilidade: Processos meníngeos (contratura de musculo posterior do pescoço provocando rigidez de nuca – sinal propedêutico importante). Pele: cicatrizes (tiroidectomia); cianose; turgência jugular; edema da base do pescoço e regiões superiores do tórax. 114 BIOTIPOS CORPORAIS 115 Torcicolo congênito 116 EXAME DO PESCOÇO EXAME DOS LINFONODOS: INSPEÇÃO E PALPAÇÃO Use as pontas dos dedos indicador e médio (2º e 3º quirodáctilos). Desloque a pele sob o tecido subjacente em cada região. Observar: localização, tamanho, formato, mobilidade, consistência, hipersensibilidade (dor sugere inflamação), alteração de pele (rubor, temperatura). Pessoas normais: gânglios pequenos, móveis, isolados e indolores. 117 118 EXAME DO PESCOÇO Palpe em sequência os seguintes gânglios: Pré-auriculares: à frente da orelha. Auriculares posteriores: superficiais, sobre o processo mastóide. Occipitais: na base do crânio, posteriores. Amigdalianos: no ângulo da mandíbula. Submandibulares: situados no meio caminho entre o ângulo a ponta da mandíbula. 119 EXAME DO PESCOÇO Submentonianos: na linha média, atrás da ponta da mandíbula. Cervicais superficiais: superficiais aos esternomastoides. Cervicais posteriores: ao longo da borda anterior do trapézio. Cadeia cervical profunda: profundamente no esternocleidomastoideo e, muitas vezes, inacessível ao exame. Supra claviculares: no ângulo formado entre a clavícula e o esternocleidomastoideo. 120 EXAME DO PESCOÇO ACHADOS CLÍNICOS Retroccipitais e retroauriculares - lesão infecciosa do couro cabeludo, pavilhão da orelha e ouvido externo, rubéola. Cadeia submaxilar - Processos infecciosos da orofaringe ou odontológicos; lesões inflamatórias e neoplásicas da língua, lábios e glândulas salivares. Blastomicose (aumentos de médio volume, isolados ou em cadeia, indolores, podendo fistulizar, acompanhando-se de lesões mucosas da boca, língua e tegumentares). 121 EXAME DO PESCOÇO Cadeia cervical lateral - Processos infecciosos da orofaringe ou neoplásicos do laringe e da tireóide. Tuberculose (aumento de médio volume, geralmente em cadeia isolada, nem sempre indolores, com sinais de flutuação, podendo haver fistulização). Linfomas, leucemias (principalmente linfocítica). Cadeias cervical profunda e supraclavicular - neoplasia intratorácica ou intra-abdominal. Em geral, a presença do linfonodo supraclavicular bilateral ou apenas do lado direito sugere câncer pulmonar ou esofágico. 122 EXAME DO PESCOÇO TIREOIDE Dividida em: Região do istmo Região dos lobos (cada um dos lobos com pólos superior e inferior). 123 PROPEDÊUTICA DO EXAME DE TIREÓIDE 124 125 126 EXAME DO PESCOÇO ALTERAÇÕES Volume: Normal; aumento difuso; aumento segmentar (de um lobo, do istmo). Consistência: Elástica; firme; pétrea; endurecida. Temperatura da pele. Mobilidade: Normalmente móvel à deglutição, pode ser imóvel à deglutição, aderente aos planos superficiais e profundos. 127 EXAME DO PESCOÇO ALTERAÇÕES Superfície: Lisa; irregular; nodular (havendo nódulos, analisar número, tamanho, localização). Ausculta: a Ausculta da glândula tireoide deverá ser realizada em todos os pacientes com tireotoxicose, pois o aumento do fluxo sanguíneo poderá determinar a ocorrência de sopros sobre a glândula, algumas vezes acompanhados de frêmitos. 128 EXAME DO PESCOÇO ALTERAÇÕES Aumento da glândula: Bócio. Pode ser difuso (Doença de Basedow-Graves) ou nodular (bócio adenomatoso). Pode estar acompanhado de sinais flogísticos (tireoidites), batimentos arteriais exagerados (hipertiroidismo). FORMAS DE BÓCIO (SENTIDO HORÁRIO): DIFUSOS, MULTINODULAR E UNINODULAR. 129 130 BÓCIO 131 132 133 EXAME DO PESCOÇO TRAQUEIA Visível e palpável na região mediana do pescoço. Pode se desviar lateralmente nos processos tumorais do pescoço e mediastino, assim como em afecções retráteis dos pulmões. 134 EXAME DO PESCOÇO JUGULARES Normalmente visíveis em posição supina (ou decúbito dorsal), desaparecendo com elevação de decúbito em 30° ou mais. Alteração: Turgência (ou estase) jugular. Unilateral: obstrução de tronco braquiocefálico homolateral (D ou E), com abaulamento da fossa supraclavicular correspondente, sem pulso venoso. Bilateral: obstrução de veia cava superior, acompanhada de edema e cianose de face e pescoço, também se pulso venoso. Na Insuficiência Cardíaca e Pericardite constritiva haverá estase bilateral, acompanhada de pulso venoso. 135 TURGÊNCIA DE JUGULAR B A C 136 TURGÊNCIA DE JUGULAR B A C 137 TURGÊNCIA DE JUGULAR B A C 138 ARTÉRIA CARÓTIDA Avaliar: Pulsação Elevação Consistência 139 REFERÊNCIAS BEVILACGUA,F.;BENSOUSSAN, E.; JANSEN, J.M;CASTRO, E.S. Manual do Exame Clínico. 12 Ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2000. BICKLEY, L. S.;HOELKELMAN, R. A Propedêutica Médica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. GALLO, B.M.; HUDAK, C. M. Cuidados Intensivos de Enfermagem. Uma abordagem Holística. 6. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. LOPEZ, M.; LAURENTYS-MEDEIROS, J.; Semiologia Médica. As bases do Diagnóstico Clínico. 4 ed. Rio de Janeiro: REVINTER, 2001. PORTO, C.C. Semiologia Médica. 4 ed. Rio de janeiro: GUANABARA KOOGAN, 2001. RAMOS JR, J. Semiotécnica da observação clínica. Fisiopatologia dos sintomas e sinais. 7 ed. São Paulo: SARVIER, 1998. TALLEY, N J.;O’CONNOR, S. Exame clínico. Guia Prático para o diagnóstico físico. 2 ed. Rio de Janeiro: REVINTER, 2000. 140 image2.png image3.jpg image4.jpg image5.jpg image6.jpg image7.jpg image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.jpg image15.jpg image16.png image17.png image18.jpg image19.jpg image20.png image21.jpg image22.jpg image23.gif image24.jpg image25.jpg image26.jpg image27.jpg image28.jpg image29.jpg image30.webp image31.jpg image32.jpg image33.jpg image34.jpg image35.jpg image36.jpg image37.jpg image38.jpg image39.jpg image40.jpg image41.jpg image42.jpg image43.jpg image44.jpg image45.jpg image46.jpg image47.jpg image48.jpg image49.jpg image50.jpgimage51.jpg image52.jpg image53.jpg image54.png image55.jpg image56.jpg image57.jpg image58.jpg image59.png image60.png image61.jpg image62.jpg image63.jpg image64.png image65.jpg image66.jpg image67.png image68.jpg image69.jpg image70.jpg image71.jpg image72.jpg image73.jpg image74.png image75.jpg image76.png image77.jpg image78.png image79.jpg image80.jpg image81.jpg image82.jpg image83.jpg image84.png image85.jpg image86.png image87.png image88.jpg image89.jpg image90.png image91.jpg image92.jpg image93.jpg image94.jpg image95.png image96.jpg image97.png image98.jpg image99.jpg image100.jpg image101.jpg image102.jpg image103.jpg image104.jpg image105.jpg image106.jpg image107.jpg image108.jpg image109.jpg image110.png image111.jpg image112.jpg image113.jpg image114.png image115.png image116.jpg image117.jpg image118.jpg image119.png image120.jpg image121.jpg image122.jpg image123.jpg image124.jpg image125.jpg image126.jpg image127.jpg image128.png image129.jpg image130.jpg image131.jpg image132.jpg image133.png image134.jpg image135.jpg image136.png image137.png image138.jpg image139.png image140.jpg image141.jpg image142.jpg image143.jpg image144.jpg image145.jpg image146.jpg image147.jpg image148.png image149.jpg image150.png image151.png image152.jpg image153.jpg image154.jpg image155.jpg image156.jpg image157.png image158.jpg image159.jpg image160.jpg image161.png image162.jpg image163.jpg image164.jpg image165.jpg image166.jpg image167.jpg image168.jpg image169.jpg image170.jpg image171.jpg image172.jpg image173.jpg image174.jpg image175.jpg image176.jpg image1.jpg