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1- A qualidade seja traduzida como a adequação de um determinado bem a uma finalidade preestabelecida. Do ponto de vista farmacêutico, a qualidade é determinada pelas necessidades de uso e características do produto e do processo.
2- a) Insumos Farmacêuticos Ativos de Origem Natural.
b) insumos farmacêuticos ativos constituídos por entidades químicas únicas, matérias-primas de origem natural apresentam alta complexidade química. A composição é passível de importantes variações qualitativas e quantitativas, resultantes tanto de fatores endógenos, como a variabilidade biológica e o estágio de desenvolvimento, quanto de fatores exógenos, como interferências edafoclimáticas, sazonalidade, pragas, entre outras.
c) Um dos principais desafios para o controle de qualidade dos IFAN reside na busca e na avaliação das fontes de variabilidade para sua qualidade química, de maneira que seja possível o estabelecimento de especificações de concentrações para compostos que estejam relacionados ou que sejam indicativos da resposta clínica.
3- A relação dos quesitos de qualidade e as respectivas técnicas de avaliação para IFAN estão descritas em farmacopeias ou outros códigos oficiais reconhecidos. Essas monografias abrangem aspectos relacionados à identidade, pureza e quantificação para as drogas vegetais e animais e para insumos minerais de interesse farmacêutico.
4- A análise de qualidade de um lote de matéria-prima é realizada por amostragem, é o tamanho da amostra ao grau de confiabilidade do resultado. Para que os dados obtidos a partir das análises realizadas nas amostras permitam conclusões confiáveis acerca da população que lhes deu origem, os elementos escolhidos precisam ser representativos. O tamanho da amostra varia de acordo com a quantidade total de material a ser analisado.
5- São três aspectos: Número de embalagens que contêm o lote da droga; Grau de divisão da droga; Quantidade de droga disponível. 
6- As amostras finais serão submetidas aos testes de identificação, pureza e, sempre que possível, quantificação de componentes ativos. Durante a avaliação da adequabilidade, o IFAN deverá permanecer armazenado aguardando o laudo técnico final para sua liberação. Após conclusão da avaliação do IFAN, uma parte de cada amostra final deve ser mantida sob guarda para servir como material de referência, o qual pode também ser usado para fins de reensaio ou contraprova.
7- O procedimento de preparação da amostra por quarteamento consiste na combinação de misturas de amostras autênticas retiradas de uma mesma embalagem, sempre adotando a cautela necessária para não promover fragmentação ou aumentar a umidade do material. Em seguida, o material é distribuído de forma homogênea na forma de um quadrado dividido em quatro partes iguais, e são desprezadas as porções em dois quadrados opostos em uma das diagonais. As duas porções restantes são reunidas, e o processo é repetido até que seja obtida a quantidade especificada.
8- São destinados à comprovação da identidade, da pureza e à quantificação de compostos químicos de interesse presentes no material.
9- A quantificação de substâncias de interesse é o ensaio de maior dificuldade, pois muitos dos compostos responsáveis pela eficácia do IFAN ainda são desconhecidos. Alguns compostos são eleitos como marcadores apenas com o propósito de controle de qualidade, mesmo que não haja evidências de sua participação ou responsabilidade pela resposta clínica. Para a comprovação da identidade e da pureza do IFAN, devem ser adotados critérios como propriedades sensoriais, adulterantes, contaminantes, umidade e teor de cinzas.
10- Os testes farmacopeicos de pureza geralmente incluem pesquisa de materiais estranhos, teor de umidade, cinzas e extrativos e, para alguns casos especiais, determinação de índices de intumescimento, amargor e espuma. Testes adicionais para determinação de contaminantes, como resíduo de metais pesados, resíduo de pesticidas, contaminação microbiana, micotoxinas e radioatividade, não são inseridos nas monografias específicas, mas como método geral para todos os insumos farmacêuticos ativos.
11- A identidade do IFAN costuma ser confirmada por avaliação macroscópica e microscópica, bem como pela avaliação qualitativa dos constituintes químicos por métodos cromatográficos e reações químicas de formação de cor.
12- C

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