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@ Nivya Moraes P2/UC6 UNIT – AL 1 IMAGEM BAÇO EXAMES RAIO X Não é um bom método para visualização do baço Localização: dentro do gradil costal, dá pra ver a sua sombra. RX de abdome – não utiliza diretamente pra ver o baço mas se solicitar por outro motivo, pode avaliar a sombra dele Rx de abdome com leve esplenomegalia (da pra ver saindo um pouco do gradil costal) ULTRASSONOGRAFIA USG de abdômen superior avalia baço, fígado e pâncras USG de vias urinárias avaliam o trajeto ureteral e bexiga USG de abdômen total avalia tudo USG pra avaliação do baço utiliza o transdutor convexo (frequência mais baixa) o Cuidado porque se posicionar o transdutor no abdome anteriormente, a onda sonora tem que passar por muitas estruturas até chegar ao baço O paciente deve ficar em decúbito lateral e o examinador deve posicionar o transdutor no dorso pra aproximar do baço Costelas atrapalham a visualização do baço por promover uma sombra acústica posterior, aí utiliza uma janela intercostal para posicionamento do transdutor (entre uma costela e outra) pra limitar a sombra das costelas. Pode usar doppler na USG (lembrando que todo fluxo que se aproxima no transdutor fica vermelho) Ecotextura do baço: intermediária e homogênea Morfologia do baço: triangular Maior medida longitudinal do baço Na USG da pra fazer a mensuração do maior diâmetro longitudinal do baço (valor normal é 13 mas pode variar a depender de outros fatores). O ideal é observar se o baço está dentro do gradil costal ou se tem alguma ponta se projetando pro flanco ou fossa ilíaca esquerda pra avaliar se há ou não esplenomegalia. diafragma Face côncava Hilo esplênico Face convexa @ Nivya Moraes P2/UC6 UNIT – AL 2 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA TC em plano axial com contraste na fase arterial e extensão lateral do fígado (variação da normalidade) Explicando: TC (olhar a estrutura óssea, na TC é branca/densa) em plano axial com contraste na fase arterial (no contraste olha a aorta e compara com a musculatura, se tá mais denso que a musculatura, tem contraste), (avalia o baço e rim pra ver a fase do contraste. Na fase arterial o baço fica tigroide – realce heterogêneo com faixas-, o rim apresenta contraste na cortical renal enquanto a medular não tem tanto contraste. Na fase venosa/nefrogáfica o rim realça cortical e medular ) TC no plano coronal com contraste em fase arterial e aspecto tigroide TC em plano coronal sem contraste TC em plano coronal com contraste na fase venosa (porque o baço ta homogêneo) ÍNDICE ESPLÊNICO Multiplica os três maiores eixos do baço ( os 2 transversos do plano axial e o maior eixo longitudinal no plano coronal) O normal: <480 Maior que 480 = esplenomegalia m. psoas maior fígado diafragma estômago @ Nivya Moraes P2/UC6 UNIT – AL 3 TC em plano axial com contraste na fase venosa Veia esplênica recebe a mesentérica e origina a veia porta, tem intima relação com o parênquima pancreático A calda do pâncreas vai até o hilo esplênico. O hilo esplênico possui baços acessórios (áreas focais de tecidos esplênicos arredondadas que se comporta da mesma maneira que o baço). RESSONÂNCIA MAGNÉTICA RM com ponderação em T2, e plano axial Dúvida entre RM e TC? Olhe as estruturas ósseas, se estiverem mais claras/brancas, é TC. Não sei se é T1 ou T2 Calma, pequeno gafanhoto, observe o canal vertebral, dentro dele tem a medula, se o líquido ao redor dela estiver hiperintenso é T2, se tiver hipointenso é T1 ESPLENOMEGALIA – baço indo até o flanco esquerdo. TC em plano coronal com contraste em fase venosa (a estrutura vascular tá mais denso que a musculatura, por isso pode dizer que tem contraste) Nódulos sideróticos – pequenos pontos de hipossinal no parênquima esplênico e tem baixo sinal em todas as sequências porque são formados por ferro e substâncias ferromagnéticas na RM fica com hipossinal Veia esplênica Vesícula biliar líquido medula @ Nivya Moraes P2/UC6 UNIT – AL 4 RM em T2, a seta fina indica fibrose periportal e a seta grossa mostra a esplenomegalia com nódulos sideróticos Veia esplênica na hipertensão portal : dilatada e tortuosa Esplenomegalia e liquido livre na cavidade (ascite) Infarto esplênico A barriga d’água (esquistossomose) cursa com fibrose periportal, ou seja, perto dos ramos da veia porta tem fibrose e isso aumenta a resistência (o sangue tem mais dificuldade pra entrar) e o fluxo fica hepatofugal (fugindo do fígado, pode haver dilatação da veia porta e veia esplênica e o fluxo pode ficar no baço e causar congestão esplênica, aumentando o tamanho do baço acarretando em esplenomegalia Hiperesplênismo: aumento da FUNÇÃO do baço, a hipertensão portal pode aumentar essa função e por quebrar mais hemácias (que faz parte da função do baço) forma os nódulos sideróticos. Fase portal, com realce heterogêneo caracteriza infarto esplênico.