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VACINAS	I	
-	MÓDULO	DE	-	
Vacinação e 
Saúde Pública 
Importância da 
Vacinação 
•  Doença transmissível ou infecciosa é aquela que pode ser 
transmitida, levada de uma pessoa ou de um animal a outra 
pessoa ou animal. Todas as doenças infecciosas são causadas, 
obrigatoriamente, por seres vivos, denominados agentes 
infecciosos. 
Doenças	Infecciosas	
•  É a invasão, o desenvolvimento e multiplicação de um 
microrganismo (antígenos patogênicos ou patógenos) em nosso 
corpo causando doenças. 
Infecções	
Doenças	Infecciosas	
Doenças infecciosas e parasitárias são responsáveis por cerca de 25% da mortalidade mundial, 
especialmente em crianças menores de 5 anos. 
Doenças	Infecciosas	
Doenças	Infecciosas	
•  Doenças como sarampo, rubéola, difteria, poliomielite, 
coqueluche e meningite são transmitidas facilmente, podendo 
atingir muitas pessoas em pouco tempo, porém podem e 
devem ser controladas pelos serviços de saúde. 
A	Vigilância	no	Controle	das	Doenças	
Infecciosas	
 Os meios de que os serviços de saúde devem dispor 
para combater essas doenças são vacinação, 
orientações para melhorar as condições de 
saneamento, tratamento dos doentes, encaminhamento 
para serviços com mais recursos, etc. 
A vacinação é a ação em saúde com maior impacto na 
diminuição da mortalidade e morbidade, ao lado do 
saneamento básico. 
– Não há vacinas para um número significativo de patógenos. 
– Algumas vacinas não protegem completamente. 
Vacinação	
O pioneiro 
Edward Jenner (1798/EUA) – descoberta da vacina 
 
•  Observou que as vacas tinham uma versão mais leve da varíola 
(varíola bovina ou bexiga vacum); 
•  Pessoas que ordenhavam vacas não contraíam a varíola, desde que 
tivessem adquirido a forma animal da doença, 
“An Inquiry into the Causes and Effects of the 
Variolae Vaccinae, a Disease Known by the 
Name of Cow Pox". 
Vacinação	
Vacinação	
Em 1881, quando o cientista francês 
Louis Pasteur começou a desenvolver a 
segunda geração de vacinas, voltadas a 
combater a cólera aviária e o carbúnculo, 
ele sugeriu o termo para batizar sua recém-
criada substância, em homenagem a 
Jenner. 
 
A partir de então, as vacinas começaram a 
ser produzidas em massa e se tornaram um 
dos principais elementos para o combate a 
doenças no mundo. 
Objetivos 
 
• Proteção contra doenças infecciosas de 
importância epidemiológica, com grande 
morbidade e/ou letalidade 
– Propiciar imunidade ativa. 
– Imunidade e memória imunológica similar a 
infecção natural, mas sem os riscos inerentes 
à doença. 
Vacinação	
1 • Utilização de organismos atenuados 
2 • Utilização de organismos inativados 
3 • Cultura celular de virus 
4 • Engenharia genética 
5 • Indução da imunidade celular 
6 • Vacinologia reversa 
Vacinação	
Histórico	-	Brasil	
•  O	Início	da	Vacinação	
1804 – vacina contra a varíola chegou ao Brasil por iniciativa do Barão de Barbacena, 
que enviou escravos a Lisboa para serem imunizados. 
 
Dificuldades 
- Aprovada no Congresso em 31/10/1904, a lei que tornou a vacina contra varíola obrigatória no 
país. 
- Dia 10 de novembro desse mesmo ano, o descontentamento popular explodiu nas ruas. 
Vacinação	
•  1971 – último caso de varíola 
•  1980 – Inicio das Campanhas Nacionais de Vacinação contra 
Poliomielite, com resultados satisfatórios, que fez com que a OPAS 
recomenda-se esta estratégia para diversos países do mundo. 
•  1989 – Último caso de poliomielite no país, que recebeu em 1994 o 
Certificado de erradicação da Poliomielite pela OMS. 
 
2016, o país também recebeu o Certificado de Eliminação da 
Circulação do Vírus do Sarampo. 
	
Histórico	-	Brasil	
Vacinação	
•  1973 – instituído o Programa Nacional de Imunização 
 Lei n° 6.259, de 30/10/1975, regulamentada pelo Decreto n° 78.231, de 
12/08/1976, institucionaliza o PNI e define suas competências, como sendo: 
 
•  Implantar e implementar as ações do Programa, relacionadas com as vacinações de caráter 
obrigatório; 
•  Estabelecer critérios e prestar apoio técnico e financeiro à elaboração, implantação e 
implementação do programa de vacinação; 
•  Estabelecer normas básicas para a execução das vacinações; 
•  Supervisionar e avaliar a execução das vacinações no território nacional; 
•  Analisar e divulgar informações referentes ao PNI. 
 
 
 
Histórico	-	Brasil	
O principal objetivo do Programa, ao longo 
desses 46 anos, tem sido controlar, eliminar e/
ou erradicar doenças infecto-contagiosas e 
imunopreveníveis como a poliomielite, 
sarampo, difteria, tétano, coqueluche, febre 
amarela, hepatite B, rubéola congênita e as 
formas graves da tuberculose, mediante a 
imunização sistemática da população 
Vacinação	
PNI 
Vacinação	
PNI 
Vacinação	
PNI 
•  Calendário Básico de Vacinação 
•  CRIE – Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais 
•  Vigilância Epidemiológica dos Eventos Adversos Pós-Vacinação 
•  Programa Nacional de Auto Suficiência em Imunobiológicos 
•  Central Nacional de Armazenagem e Distribuição (CENADE) 
•  Rede de Frio 
•  Sistema de Informação 
•  INCQS – Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde 
•  Sistema Nacional de Supervisão 
•  Comitê Técnico Assessor do PNI 
Vacinação	
PNI 
Fonte:	Ministério	da	Saúde,	Tabnet,	DATASUS.	Elaboração:	FIOCRUZ	
Fonte:	Ministério	da	Saúde,	Tabnet,	DATASUS.	Elaboração:	FGV/DAPP	
Evolução trimestral da quantidade de doses de 
vacinas aplicadas no Brasil 
Fonte:	Ministério	da	Saúde,	SIPNI.	Elaboração:	FGV/DAPP	
Evolução anual da taxa de cobertura de tríplice 
viral – 2000 até 2018 no Brasil 
Fonte: PNI-SNI; Datasus. 
De
sc
ul
pa
s	p
ar
a	
nã
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va
ci
na
r	
Mas	as	vacinas	funcionam?	
Como as vacinas 
funcionam 
1.  O sistema imune cria uma barreira que impede que bactérias e vírus entrem 
no corpo. 
2.  Se uma bactéria ou vírus entra no corpo, o sistema imunológico tenta 
detectá-lo e eliminá-lo antes que se aloje e se reproduza. 
3.  Se um vírus ou bactéria se reproduz e começa a causar problemas, seu 
sistema imune é responsável por eliminá-lo. 
A	proteção	do	organismo	
Moléculas 
Células 
Órgãos 
Sistema	imune	
 
Primários ou Geradores: Medula óssea 
 Timo 
 
 
Secundários ou Periféricos: Baço 
 Linfonodos 
 
---------------------------------------------------------------- 
 
 Tecido Linfóide Cutâneo 
 Tecido Linfóide Associado à Mucosa 
 
 
Órgãos 
Órgão	linfóides	e	tecidos	linfóides	
Tipos de resposta 
IMPEDE 
ELIMINA 
CONTROLA 
Resposta imune Inata ou Natural 
Mecanismos prontos Rápida 
Resposta imune Adaptativa ou Adquirida 
Mecanismos não se encontram os prontos Demorada (Dias) 
ERRADICAR 
Tipos	de	respostas	imune	
Horas	 Dias	
Tempo após a infecção 
Barreiras físicas e 
químicas 
Fagócitos 
Complemento Células NK 
Linfócitos B 
Imunidade	Adquirida	Imunidade	Inata	
Linfócitos T 
Anticorpos 
Células T efetoras 
Citocinas pró-inflamatórias, quimiocinas, PCR. 
Citocinas 
Grânulos Citotóxicos 
Microrganismo	
Componentes	da	resposta	inata	e	adquirida	
ü  Inato 
ü  Primeira resposta a presença do microrganismo 
ü  Não precisa de contato prévio –Rápida para começar 
ü  Impede, elimina ou controla a infecção 
ü  Possui Receptores de Reconhecimento de Padrões – RRP ou PRR 
ü Reconhece Padrões Moleculares Associados a Patógenos - PAMP; 
Características	da	resposta	imune	inata	
Defesas	naturais	externas	
A	Imunidade	Inata	precisa	de	ajuda!	
INATA 
A. Barreiras físicas e químicas 
•  Pele, pelos, mucosa, cílios, muco, pH, lisozima. 
B. Células efetoras 
•  Monócitos/macrófagos, Neutrófilos, Mastócitos, 
Eosinófilos, Basófilos e Células NK. 
C. Proteínas efetoras 
•  Citocinas, Proteínas de fase aguda e Proteínas 
do complemento. 
ADQUIRIDA 
 
 A. Produtos Secretados: Citocinas 
e Anticorpos 
 
 B. Células 
 Linfócitos 
Moléculas	efetoras	
-  Grande Diversidade 
-  Grande Especificidade 
-  A ExpansãoClonal 
-  Desenvolvimento de Memória 
-  Capacidade de Auto-Limitação (Homeostasia) 
-  Capacidade de Discriminação entre o self e o non self 
Características	da	Resposta	Imune	Adquirida	
Diversidade	-	Um	indivíduo	é	capaz	de	produzir	um	número	enorme	 	clones	de	 linfócitos	
com	receptores	estruturalmente	distintos.		
• 	Linfócitos	T	-	1011	TCRs	diferentes.		
• 	Repertório	de	aproximadamente	109	anticorpos		(BCRs)	diferentes	
	Linfócito T auxiliar = LTCD4+ Linfócito T CD8+ Linfócito B 
TCR	 TCR	 BCR	
Propriedades	da	Resposta	Imune	Adquirida	
Especificidade – capacidade em distinguir cada um dos componentes do 
antígenos (“epítopo” ou “determinante antigênico”) e de montar uma resposta 
específica para cada um deles. 
BCR BCR BCR 
Propriedades	da	Resposta	Imune	Adquirida	
Expansão clonal – Após o reconhecimento do antígeno e dos sinais de 
ativação, os linfócitos específicos para o antígeno proliferam. Aumenta o número 
de células que apresentam receptores idênticos para o antígeno. 
 
Propriedades	da	Resposta	Imune	Adquirida	
Memória - refere-se à capacidade da imunidade adquirida se “lembrar” de um 
contato prévio com um determinado antígeno, de maneira que uma exposição 
ao mesmo antígeno leve a uma resposta imune mais rápida e mais eficiente. 
Homeostasia – A duração da resposta imune é limitada e sofre influência da 
presença do antígeno. Diminuindo o antígeno, diminui a resposta imune contra 
ele. 
Discriminação entre o próprio e o não próprio – Ausência de resposta aos 
antígenos próprios. 
Propriedades	da	Resposta	Imune	Adquirida	
Fases	da	Resposta	Imune	Adquirida	
Células do 
Sistema 
Imune 
Progenitora Linfóide 
 
Monócito 
Macrófago 
 
 
Neutrófilo 
 
 
Eosinófilo 
 
 
 
Basófilo 
 
 
 
Mastócito 
Célula -Tronco 
Pluripotente 
Linfócito célula NK 
Progenitora Mielóide 
Linfócitos T, Linfócitos B e Células NK 
Medula -óssea 
Sangue 
Célula 
Dendrítica 
Granulócitos ou 
polimorfonucleares 
Anticorpos	
•  São uma família de glicoproteínas produzidas pelos Linfócitos B. 
•  São também conhecidos como Imunoglobulinas (Ig): IgD, IgM, IgG, IgA, IgE. 
•  Os anticorpos são encontrados: 
 
§  Ligados à membrana das Células B: 
 onde funcionam como Receptores de Célula B (BCR). 
§  Como anticorpos solúveis: 
 secretados no plasma, 
 nas secreções mucosas e no 
 líquido intersticial. 
 
 
 
Imunidade		Humoral	
Anticorpos	
IgM		-	Ativa	o	sistema	do	complemento	
Mecanismos	efetores	mediados	por	anticorpos	
IgG	–	Ativam	o	Complemento		
Lise (MAC) 
Opsonização 
(C3b) 
Inflamação 
(C3a e C5a) 
Mecanismos	efetores	mediados	por	anticorpos	
IgM,	IgG	e	IgA	–	Neutralizam	Toxinas		
Toxina	
Célula	
Mecanismos	efetores	mediados	por	anticorpos	
IgM, IgG e IgA – Bloqueiam Infecções Virais e/ou Bacterianas 
Mecanismos	efetores	mediados	por	anticorpos	
IgG - Favorece o processo de Fagocitose 
Opsonização	-	IgG	
Mecanismos	efetores	mediados	por	anticorpos	
IgG – Participa do processo: 
Citotoxicidade celular dependente de anticorpo - ADCC 
Célula alvo 
Célula recoberta por Ac 
Célula NK 
Morte da célula recoberta por Ac 
Receptor para a região Fc de IgG 
IgE – Participa do processo: 
Citotoxicidade celular dependente de anticorpo – ADCC 
Receptor para a região 
Fc de IgE 
IgE 
Participa dos Processos alérgicos 
Liberação dos grânulos 
Liberação de mediadores 
inflamatórios 
Ex: Histamina 
Grânulos 
Mastócitos 
Imunizações e 
Vacinas 
Imunização 
Ativa 
(lenta, duradoura) 
Passiva 
(rápida, transitória) 
Imunização Ativa 
e Passiva 
Tipos	de	imunização	
Vivas 
atenuadas 
 inativadas 
Com VLP 
Inteiras Fracionadas proteicas 
Fracionadas 
polissacarídeos 
Bacteriana
s 
 
 
Virais 
Forma de apresentação do antígeno 
Ti
po
 d
e 
m
ic
ro
rg
an
is
m
o 
Classificação	das	vacinas	
§  Apesar	de	vivos,	não	causam	doença.	
§  Oferece	acentuada	imunidade	
protetora	humoral	e	celular.	
§  Uma	única	dose	=	imunidade	para	
toda	a	vida	(há	exceções).	
Vírus ou bactérias 
Perda poder infectante 
Manutenção 
imunogenicidade 
Capacidade de se replicar 
no organismo do vacinado 
Passagem por 
culturas repetidas 
Vacinas	vivas	atenuadas	
Vivas atenuadas (exemplos) 
Bacterianas Vacina BCG (bacilo de Calmette e Guerin)	
Virais Febre amarela Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) 
Vacinas	vivas	atenuadas	
Vírus ou bactérias 
Induz resposta imunológica 
menos acentuada 
Não provocam doença 
subclínica 
Não se replicam no 
organismo do vacinado 
Ação de calor, agentes químicos 
(formaldeído) ou radiações 
Tecnologia DNA recombinante 
(Hepatite B) 
Vacinas	inativadas	
VACINAS	ATENUADAS	 VACINAS	INATIVADAS	
Comparação	entre	vacinas	atenuadas	e	inativadas	
•  Antígenos são mais imunogênicos 
•  Efeitos adversos mais tardios 
•  Em geral, não precisa de doses repetidas 
de reforço 
•  Contraindicada para gestantes e 
imunodeprimidos 
•  A resposta de uma vacina atenuada pode 
interferir na resposta de outra atenuada 
•  Antígenos são menos imunogênicos 
 
•  Efeitos adversos precoces 
 
•  Em geral, precisa de doses repetidas de 
reforço 
 
•  Não é contraindicada para gestantes e 
imunodeprimidos 
 
•  A resposta de uma vacina inativada não 
interfere na resposta de qualquer outra 
vacina 
Vacinas	conjugadas	e	polissacarídicas	
Vacinas	conjugadas	e	polissacarídicas	
Vacinas	conjugadas	e	polissacarídicas	
•  São aquelas que contêm no mesmo frasco várias 
vacinas diferentes. 
•  Exemplos: vacina tríplice viral contra o sarampo, 
caxumba e rubéola, e a vacina tríplice bacteriana contra 
difteria, tétano e coqueluche. 
•  Podem também ser misturadas no momento da 
aplicação, conforme recomendações específicas do 
laboratório produtor. 
•  Exemplos: vacina tetravalente, na qual se mistura a 
DTP ao antígeno do hemófilo conjugado no momento da 
aplicação 
Vacinas	combinadas	
Serviço Farmacêutico 
de Vacinação 
•  Estados Unidos (desde 1998) 
•  Austrália 
•  Canadá 
•  Reino Unido 
•  Irlanda 
•  Portugal 
•  Argentina 
Farmacêutico	e	o	Serviço	de	Vacinação	
ACESSO	
•  Faltas ocasionais nos postos de saúde; 
•  Identificação de pacientes elegíveis durante dispensação e 
outros serviços farmacêuticos; 
•  Vacinação de adultos e idosos é insatisfatória; 
•  Baixa cobertura vacinal também em crianças (dados recentes); 
•  Promoção dos benefícios da vacinação; 
•  Redução de crenças antivacina. 
Serviço	de	Vacinação	em	Farmácias	
•  Agendamento das doses do esquema vacinal 
Exemplo:	Hepatite	B	
ACESSO	
Serviço	de	Vacinação	em	Farmácias	
•  Horários e dias da semana compatíveis com o dia a dia dos 
clientes 
•  Comodidade e conforto = proximidade, agilidade no 
atendimento 
•  Preços mais justos que as clínicas privadas 
ACESSO	
Serviço	de	Vacinação	em	Farmácias	
•  Oferta de vacinas e indicações não contempladas 
no calendário de vacinação do Programa Nacional 
de Imunização (PNI), exemplos: 
•  Herpes zoster, pneumocócica 23 valente, dengue 
•  Influenza, HPV para idades fora do grupo alvo do PNI 
•  DTP acelular (menos reatogênica) 
•  Hexavalente (menos picadas) 
ACESSO	
Serviço	de	Vacinação	em	Farmácias	
•  Garantir a privacidade. 
•  Construir relação de confiança; 
•  Ambiente tranquilo e confortável; 
Acolhimento	
•  Calendário vacinal. 
•  Idade, sexo, condições de saúde, ocupação, planos de viagem, estilo 
de vida; 
•  Estado vacinal prévio; 
•  Receita de vacinas; 
Identificação	necessidades	e	problemas	de	saúde	
•  Vacina Hepatite B: indicações específicas para pacientes que apresentam 
condições clínicas como HIV, doenças autoimunes, DSTs; 
 
•  Pneumococica 23 indicada para pessoas com neoplasias e/ou em uso de drogas 
imunossupressoras; 
•  Influenza indicada para pacientes com doenças crônicas como: 
•  Diabetes, 
•  Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), 
•  Insuficiência cardíaca, hepática, renal, 
•  Asplenia anatômica ou funcional. 
Condições	de	saúde	oucondições	especiais	
•  Alergias; 
 
•  Evento adverso pós vacinal prévio; 
 
•  Controle da condição clínica; 
 
•  Prazo da última vacina administrada; 
 
•  Gravidez; 
 
•  Medicamentos em uso; 
Identificar	situações	especiais,	precauções	e	
contraindicações	
•  Desmaio ou ataque de pânico associado a injeções; 
 
•  Distúrbios da coagulação; 
 
•  Uso de terapia anticoagulante; 
 
•  Ocorrência prévia de síndrome de Guillain-Barré após dose de 
vacina da gripe; 
Precauções	
Adiar vacinação na apresenta de doença febril grave. 
Ocorrência de febre acima de 38,5°C, após a 
administração de vacina prévia, não constitui 
contraindicação à dose subsequente. 
Fonte: BRASIL, 2014 
•  Não é recomendado o uso profilático e rotineiro de paracetamol para 
prevenir a ocorrência de febre depois de uma vacina (resposta imune 
reduzida com a administração desse medicamento). 
 
•  Em caso de febre depois de vacina, recomenda-se: 
•  Tratamento não farmacológico: Banhos de esponja/panos embebidos com 
água morna e ingestão de fluidos. 
•  Se necessário, combinar ao uso terapêutico de ibuprofeno ou paracetamol. 
Atenção: considerar a conveniência de 
utilização de antitérmico profilático, quando, na 
dose anterior de vacina houve febre elevada ou 
existe história prévia de convulsão febril. 
Uso	de	antitérmicos	
 
•  Alergia a algum componente (mesmo quantidade vestigial) ou 
alimento (ovo em especial); 
 
•  Reação anafilática prévia a alguma vacina; 
Importante identificar o agente responsável em particular. 
Para isso, encaminhar a alergologista. 
Contraindicações	gerais	
•  Tratamento com corticosteroide de uso sistêmico em esquemas 
imunodepressores: 
ü  2 mg/kg,dia ou mais em crianças 
ü  20mg/dia ou mais em adultos 
POR MAIS DE 2 SEMANAS 
 
•  Presença de neoplasia maligna, tratamentos com quimioterapia 
e radioterapia; 
•  Imunodeficiência congênita ou adquirida. 
•  Efetividade e segurança comprometidas; 
•  Contraindicação para vacinas vivas; 
•  Intervalo após término ou supressão 
destes tratamentos: 90 dias. 
Fonte: BRASIL, 2014 
Contraindicações	gerais	
•  Gravidez; 
•  Planejamento de gravidez (1 mês); 
•  Transfusão de sangue, derivados do sangue (intervalo a depender 
da vacina); 
•  Intervalo mínimo de 28 dias entre aplicação de duas vacinas vivas 
atenuadas; 
Contraindicações	de	vacinas	atenuadas	
•  Amamentação de maneira geral (Febre Amarela é contraindicada, Dengvaxia, 
conferir literatura do fabricante); 
 
•  Doença aguda benigna sem febre quando não apresenta histórico de doença 
grave ou infecção simples das vias respiratórias superiores; 
 
•  Prematuridade ou baixo peso ao nascer; 
 
•  Administrar na idade cronológica, com exceção para a vacina BCG (aplicar 
apenas em crianças com peso ≥ 2 kg); 
 
•  Ocorrência de evento adverso em dose anterior de uma vacina como reação 
local (dor, vermelhidão ou inflamação no local da injeção) 
Falsas	Contraindicações	
•  Diagnósticos clínicos prévios de doença, tais como tuberculose, coqueluche, 
tétano, difteria, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola; 
 
•  Doença neurológica estável ou pregressa com sequela presente; 
 
•  Antecedente familiar de convulsão ou morte súbita; 
 
•  Historia familiar de evento adverso a vacinação (exemplo: convulsão); 
 
•  Uso de antibiótico, profilático ou terapêutico e antiviral; 
•  Internação hospitalar. 
Falsas	Contraindicações	
•  Alergias, exceto as alergias graves a algum componente de determinada 
vacina (anafilaxia comprovada); 
 
•  Historia de alergia não especifica, individual ou familiar; 
 
•  Quando o cliente convive com gestante - vacinados não transmitem os vírus 
vacinais; 
 
•  Convalescença de doenças agudas; 
•  Usuários em profilaxia pós-exposição e na reexposição com a vacina raiva 
(inativada); 
Falsas	Contraindicações	
	
•  Respeitar o intervalo mínimo para que o processo de resposta 
imunológica não seja prejudicado. 
•  O atraso da administração de uma dose da vacina, não interfere 
na sua eficácia, mas aumenta o período de suscetibilidade da 
pessoa à doença. 
Intervalos	vacinais	entre	doses		
da	mesma	vacina	
 
•  Respeitar o intervalo mínimo para que o processo de resposta 
imunológica não seja prejudicado. 
•  O atraso da administração de uma dose da vacina, não interfere 
na sua eficácia, mas aumenta o período de suscetibilidade da 
pessoa à doença. 
Intervalos	vacinais	entre	doses		
da	mesma	vacina	
Análise	da	prescrição	médica	
Vacina 
Esquema 
de doses 
Insumos necessários 
Elaboração	do	plano	de	cuidado	
Vacina 
•  Conferir junto do paciente se o nome do medicamento que tem em 
mãos é o que está prescrito, mostrar ao paciente a data de validade 
da vacina; 
 
•  Conhecer o paciente e suas alergias. 
•  Atenção para componentes 
Elaboração	do	plano	de	cuidado	
•  Vacina de febre amarela não pode ser feita no mesmo dia que a vacina tríplice viral (sarampo/caxumba/rubéola) ou tetra viral (sarampo/
caxumba/rubéola/varicela) em crianças menores de 2 anos, o componente rubéola é afetado pelo componente febre amarela; 
 
•  A vacina rotavírus é atenuada, porém, por ser oral, não interfere com a resposta de outras vacinas atenuadas ou inativadas. 
INTERVALO ENTRE VACINAS PNEUMOCÓCICAS	
PNEUMO 13	 PNEUMO 23	 Intervalo de 2 meses	
PNEUMO 23	 PNEUMO 13	 Intervalo de 12 meses	
PNEUMO 23	 HERPES ZOSTER	 30 dias	
Esquema de doses 
Vacinas	podem	ser	administradas	antes	do	
previsto?	
•  Paulo,	28	anos	tomou	a	primeira	dose	da	vacina	de	hepatite	B.	Três	
semanas	depois	ele	procurou	a	unidade	de	saúde	para	tomar	a	
segunda	dose.	
Senhor, não deu o 
intervalo para a 
administração da 
segunda dose 
Mas eu vou viajar 
amanhã, e só volto 
depois de 15 dias 
Vacinas	podem	ser	administradas	antes	do	
previsto?	
•  Paulo,	28	anos	tomou	a	primeira	dose	da	vacina	de	hepatite	B.	Três	
semanas	depois	ele	procurou	a	unidade	de	saúde	para	tomar	a	
segunda	dose.	
Seu Paulo, melhor fazer 
quando voltar então. Ou 
em uma US lá onde 
estará. 
Isso é um absurdo! O Brasil 
não tem jeito mesmo... Vou 
procurar meus direitos 
Esquemas vacinais não devem ser reiniciados e sim continuados, com 
exceção aos imunossuprimidos. 
Durante a vacinação de um indivíduo, o intervalo mínimo entre as 
doses deve ser respeitado - Caso a dose seja feita antes do tempo, 
a mesma deve ser repetida na data correta. 
Doses não comprovadas de vacinas não devem ser consideradas, 
devendo ser refeitas. 
Em casos imprescindíveis (ex: intercâmbios), pode-se aplicar quantas 
vacinas forem necessárias ao mesmo tempo, de preferência em locais 
de aplicação diferentes. 
Influenza 
Trivalente 
De 6 meses até 3 anos: 0,25mL 
Acima de 3 anos: 0,5mL 
Insumos necessários 
Influenza 
Acima de 3 anos: 0,5mL 6 meses até 3 anos: 0,25mL 
Tetravalente 
Insumos necessários 
Influenza 
Tetravalente 
Em 2018 a ANVISA ACEITOU A NOVA 
RECOMENDAÇÃO DA GSK 
VACINA FLUARIX TETRA (0,5mL) ADULTO E 
PEDIÁTRICA A PARTIR DOS 6 MESES DE 
IDADE! 
Insumos necessários 
Seção V - Dos Registros e Notificações das 
Vacinações 
 
Art. 15 Compete aos serviços de vacinação: 
 
I- registrar as informações referentes às vacinas aplicadas no cartão de 
vacinação e no sistema de informação definido pelo Ministério da Saúde; 
 
II- manter prontuário individual, com registro de todas as vacinas aplicadas, 
acessível aos usuários e autoridades sanitárias; 
 
RDC Anvisa 197, 2017 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
•  Poderão ser digitados no SIPNI local (desktop) e enviados para as Secretarias 
Municipais de Saúde (SMS) para posterior envio para a base de dados 
nacional do Datasus ou digitados em tempo real no SIPNI WEB. 
•  Caso o serviço privado utilize sistema de informação próprio deverá seguir o 
modelo de envio de dados disponibilizado pelo Datasus 
•  http://dab.saude.gov.br/portaldab/noticias.php?conteudo=_&cod=3072 
Registros de vacinação realizados nos serviços 
privados 
Documentar	o	processo	de	cuidadoArt. 16 – No cartão de vacinação deverão constar, de forma legível, no mínimo as seguintes 
informações: 
 
I- dados do vacinado (nome completo, documento de identificação, data de nascimento); 
II- nome da vacina; 
III- dose aplicada; 
IV- data da vacinação; 
V- número do lote da vacina; 
VI- nome do fabricante; 
VII- identificação do estabelecimento; 
VIII- identificação do vacinador; e 
IX- data da próxima dose, quando aplicável. 
Seção V - Dos Registros e Notificações das Vacinações 
RDC Anvisa 197, 2017 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
•  Escrever o nome da vacina a ser aplicada e a sua marca. 
Registro na carteirinha 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
•  Quando for aplicar mais de uma vacina, descrever o local que foi 
aplicada cada vacina 
	
Registro na carteirinha 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
•  Descrever os componentes da vacina 
Registro na carteirinha 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
Encaminhamento 
•  O plano de cuidado pode incluir encaminhamento a outro profissional ou 
outro serviço de saúde; 
•  Ocorre quando são identificados alertas e a necessidade ou problema de saúde 
do paciente extrapola a competência do farmacêutico; 
•  Adicionalmente, pode ocorrer o encaminhamento a outro serviço 
farmacêutico ou a outro serviço de saúde para melhoria dos resultados obtidos 
com as intervenções implantadas. 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
Encaminhamento 
•  Diferenciar claramente: 
•  casos de maior gravidade, que requerem atendimento imediato; 
•  casos de gravidade leve ou moderada que não exigem encaminhamento 
de urgência. 
•  Muitas vezes a necessidade de encaminhamento não exclui o tratamento 
com um medicamento isento de prescrição para alívio dos sintomas. 
•  Tratar os sintomas por período definido e encaminhar consiste no melhor 
desfecho para várias situações de problemas de saúde autolimitados. O 
farmacêutico deve informar ao outro profissional sobre o tratamento realizado. 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
Apresentação: 
identificação do paciente, medicamentos envolvidos na situação e problemas de saúde sob 
tratamento. 
 
Motivo do encaminhamento: 
problemas da farmacoterapia identificados e manifestações clínicas que fundamentam a 
suspeita (sinais, sintomas, medidas clínicas). Utilizar linguagem técnica e evitar proposições de 
diagnóstico ou prognóstico. 
 
Avaliação farmacêutica: 
relação entre os problemas encontrados e a farmacoterapia do paciente, incluindo possíveis 
causas. Proposta de solução do problema, incluindo alternativas terapêuticas e sugestões. 
 
Fechamento: 
despedida formal, reforçando a solicitação de avaliação do médico sobre o problema, colocando-
se à disposição e reforçando a continuidade do cuidado que será prestado. 
Data, carimbo e assinatura do farmacêutico. 
Documentar	o	processo	de	cuidado	
Machuca, 2002 
Principais vacinas 
disponíveis no Brasil 
BCG – Previne tuberculose, principalmente as formas graves, como meningite 
tuberculosa e tuberculose miliar. Vacina atenuada, intradérmica. Contém: bacilo 
de Calmette-Guérin, glutamato de sódio e a solução fisiológica (soro a 0,9%). 
Dengue – Previne dengue grave e hemorrágica para indivíduos previamente 
infectados. Vacina atenuada, subcutânea. Contém: quatro sorotipos do vírus, 
aminoácidos essenciais e não essenciais, cloridrato de arginina, sacarose, 
trealose di-hidratada, sorbitol, trometamol e ureia, cloreto de sódio e água para 
injeções. Não contém adjuvantes e conservantes. 
Varicela – Previne varicela (catapora). Vacina atenuada, subcutânea. Contém: 
vírus vivos atenuado da varicela, gelatina, traços de neomicina, água para 
injeção. 
Vacinas	disponíveis	
Gripe – Previne infecção pelo vírus influenza. Vacina inativada, intramuscular. 
Contém: proteínas de diferentes cepas do vírus Influenza e traços de proteínas 
do ovo, traços de formaldeído e antibióticos (geralmente gentamicina ou 
neomicina), cloreto de sódio e água para injeção. *Timerosal em apresentação 
multidose. 
 
*Trivalente: duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B. 
 
*Quadrivalente: duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B. 
Tríplice viral - Previne contra sarampo, rubéola, caxumba. Vacina atenuada, 
subcutânea. Contém: vírus, lactose anidra, sorbitol, manitol, aminoácidos, traços 
de neomicina e água para injeção, traços de proteína do ovo de galinha e traços 
de lactoalbumina. 
 
*Tetra viral – Previne também contra a varicela. 
Vacinas	disponíveis	
Rotavírus – Previne doença diarreica causada por rotavírus. Atenuada, Oral. 
 
*Vacina monovalente: contém o VRH1, sacarose, adipatodissódico, meio 
Eagle modificado Dulbecco (DMEM) e água estéril. 
 
*Vacina pentavalente: contém o VRH5, sacarose, citrato de sódio, fosfato de 
sódio monobásico monoidratado, hidróxido de sódio, polissorbato 80, meios de 
cultura e traços de soro fetal bovino. 
Febre amarela – Previne febre amarela. Atenuada, subcutânea. 
 
*Biomanguinhos: contém gelatina bovina, eritromicina, canamicina, cloridrato 
de L-histidina, L-alanina, cloreto de sódio e água para injeção. 
 
*Sanofi Pasteur: contém lactose, sorbitol, cloridrato de L-histidina, L-alanina e 
solução salina. 
Vacinas	disponíveis	
Meningogócica – Previne meningites e infecções doenças meningocócicas. Inativada, 
intramuscular. 
*B: contém três proteínas subcapsulares e a membrana externa do meningococo B, hidróxido 
de alumínio, cloreto de sódio, histidina, sacarose e água para injeção. Podem existir traços de 
canamicina e antibiótico. 
*C: contém antígeno da cápsula da bactéria (oligossacarídeo) do sorogrupo C conjugado ao 
toxóide tetânico ou o mutante atóxico da toxina diftérica (CRM 197), hidróxido de alumínio, 
manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, 
cloreto de sódio e água para injeção. 
*ACWY: contém antígeno das cápsulas das bactérias (oligossacarídeos) dos sorogrupos A, C, 
W e Y conjugados ao toxóide tetânico ou o mutante atóxico da toxina diftérica (CRM-197), 
sacarose; trometamol; fosfato de potássio diidrogenado; sacarose; cloreto de sódio; fosfato de 
sódio diidrogenado monoidratado; fosfato dissódico hidrogenado diidratado; cloreto de sódio e 
água para injeção. 
Vacinas	disponíveis	
Hbi – Previne doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, 
principalmente meningite. Inativada, subcutânea ou intramuscular. 
Contém: pó liofilizado com polissacarídeo da cápsula da bactéria Haemophilus 
influenzae tipo b (Hib) conjugado com toxóide tetânico, lactose, cloreto de sódio, 
água para injeção. As apresentações multidose contêm fenol. Na vacina 
disponível na rede pública há timerosal (derivado do mercúrio). 
HPV – Previne contra câncer de útero. Inativada, intramuscular. 
*HPV2: Contém proteínas L1 HPV tipos 16 e 18, 3-O-desacil-4 monofosforil 
lipídio A (MPL), alumínio, cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico 
diidratado e água para injeção. 
*HPV4: Contém proteínas L1 HPV tipos 6,11,16,18. sulfato de hidroxifosfato de 
alumínio, cloreto de sódio, L-histidina, polissorbato 80, borato de sódio e água 
para injeção. 
Vacinas	disponíveis	
Pneumocóccica – Previne doença causada por pneumococo. Inativada, 
intramuscular. 
 
*Pneumo 10: contém dez sorotipos de Streptococcus pneumoniae, oito deles 
conjugados com a proteína D do Haemophilus influenzae tipo b, um com o 
toxoide tetânico e outro com toxoide diftérico, cloreto de sódio, fosfato de 
alumínio e água para injeção. 
 
*Pneumo 13: contém 13 sorotipos de Streptococcus pneumoniae conjugados 
com a proteína CRM197, sais de alumínio, cloreto de sódio, ácido succínico, 
polissorbato 80 e água para injeção. 
 
*Pneumo 23: contém partículas purificadas (polissacarídeos) das cápsulas de 
23 tipos de Streptococos pneumoniae, cloreto de sódio, água para injeção e 
fenol. 
Vacinas	disponíveis	
Poliomielite - Previne poliomielite (paralisia infantil). 
 
*VOP - Atenuada, oral. Contém: vírus da pólio (tipos 1 e 3), cloreto de magnésio,estreptomicina, eritromicina, polissorbato 80, L-arginina e água destilada. 
 
*VIP – Inativada, intramuscular. Contém: partículas do vírus da pólio tipos 1, 2 e 
3, 2-fenoxietanol, polissorbato 80, formaldeído, meio Hanks 199, ácido clorídrico 
ou hidróxido de sódio, traços de neomicina, estreptomicina e polimixina B. 
Raiva – Previne contra raiva. Inativada, intramuscular. Contém: vírus da raiva, 
maltose, albumina humana, cloreto de sódio e água para injeção, traços de 
estreptomicina, neomicina e polimixina B. 
Vacinas	disponíveis	
DTP (Tríplice bacteriana) - Previne contra difteria, tétano e coqueluche. Vacina 
inativada, intramuscular. 
Contém: toxóides diftérico e tetânico, componentes da cápsula da bactéria 
Bordetella pertussis ou célula inteira, sal de alumínio, fenoxietanol, cloreto de 
sódio e água para injeção. 
 
 *dTpa - adulto, acelular. 
 
*DTPa - infantil, acelular. 
 
*DTPw - infantil, células inteiras. Não contém fenoxietanol. 
 
*dTPa -VIP - reforço (criança, adolescente e adulto), acelular e conjugada à VIP. 
Além dos componente acima contém polissorbato 80. 
 
*DTPw – HB-Hib – contém partícula da superfície do vírus da hepatite B (HBsAg) 
e componente da cápsula do Haemophilus influenzae tipo b (Hib) 
Vacinas	disponíveis	
DT (Dupla bacteriana) - Previne contra difteria e tétano. Vacina inativada, 
intramuscular. Contém: Contém toxóides diftérico e tetânico, derivados das 
toxinas produzidas pelas bactérias, sal de alumínio, cloreto de sódio e água para 
injeção. 
*dT - adulto. 
*DT - infantil. 
Herpes Zóster – Previne conta herpes zóster (cobreiro). Atenuada, subcutânea. 
Contém: vírus vivos atenuados da varicela zóster (VVZ) da cepa Oka/Merck, 
sacarose, gelatina, ureia, cloreto de sódio, levoglutamato de sódio monoidratado, 
fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico, cloreto de potássio, 
traços de neomicina e de soro de bezerro e água para injeção. Não contém 
conservantes. 
Vacinas	disponíveis	
Hepatite - Previne infecções do fígado causadas pelo vírus da hepatite. Vacina inativada, 
intramuscular. 
Contém: componente do vírus da hepatite, sal de alumínio, estabilizante (varia conforme o 
fabricante), cloreto de sódio a 0,9%. 
 
*Hepatite A: antígenos do vírus da hepatite A. Contém: traços de neomicina, fenoxietanol e 
formaldeído. 
 
*Hepatite B: proteína de superfície do vírus da hepatite B. Pode conter: fosfato de sódio, fosfato 
de potássio, borato de sódio e timerosal. 
 
*Combinada Hepatite A e B: contém polissorbato 20. 
Febre Tifóide - Previne febre tifóide. Vacina inativada, intramuscular ou subcutânea. 
Contém: polissacarídeos da cápsula da Salmonella typhi, fenol, cloreto de sódio, fosfato 
dissódico diidratado, fosfato monossódico diidratado e água para injeção. 
Vacinas	disponíveis	
SBIM PNI 
CALENDÁRIOS DIFERENTES 
FOCOS DIFERENTES 
FOCO NA PROTEÇÃO 
EM SAÚDE PÚBLICA 
FOCO NA 
PROTEÇÃO DE 
INDIVIDUAL 
IMUNIZAÇÃO 
Calendário	do	Prematuro	e	da	Criança	
Calendário	da	Criança	(0-10	anos)	
 Hepatite B 
BCG 
Unidade de Saúde Rede Particular 
1a Rotavírus 
Monovalente 
Rotavírus 
Pentavalente 
Pneumo 10 Pneumo 13 
Pentavalente Brasil 
•  Difteria; 
•  Tétano; 
•  Pertussis; 
•  Hib; 
•  Hepatite B. 
 
Hexavalente 
•  Difteria; 
•  Tétano; 
•  Pertussis acelular; 
•  Hib; 
•  HepatiteB; 
•  Poliomielite 
 Poliomielite (VIP) 
Ao 
nascer 
2 
meses 
DTPw 
DTPa 
Unidade de Saúde Rede Particular 
Meningo ACWY 
Meningo B 
Meningo C 
Rotavírus 
Monovalente 
Pneumo 10 
Pentavalente Brasil 
•  Difteria; 
•  Tétano; 
•  Pertussis; 
•  Hib; 
•  Hepatite B. 
Poliomielite (VIP) 
Rotavírus 
Pentavalente 
Pneumo 13 
 
Pentavalente* 
•  Difteria; 
•  Tétano; 
•  Pertussis acelular; 
•  Hib; 
•  Poliomielite. 
 
4 
meses 
3 
meses 
Unidade de Saúde Rede Particular 
Meningo ACWY 
Meningo B 
Meningo C 
Pentavalente Brasil 
•  Difteria; 
•  Tétano; 
•  Pertussis; 
•  Hib; 
•  Hepatite B. 
Poliomielite (VIP) 
Rotavírus 
Pentavalente 
Pneumo 13 
Hexavalente 
•  Difteria; 
•  Tétano; 
•  Pertussis acelular; 
•  Hib; 
•  HepatiteB; 
•  Poliomielite. 
Influenza 
(campanha) 
Influenza 
(disponibilidade) 
5 
meses 
6 
meses 
Unidade de Saúde Rede Particular 
Meningo ACWY 
Meningo B 
Influenza 
(campanha) 
Febre amarela Febre amarela 
Influenza 
(disponibilidade) 
7 
meses 
9 
meses 
Unidade de Saúde Rede Particular 
12 
meses 
 Ref. Pneumo 10 
 Ref. Meningo C 
Tríplice viral (S/
C/R) 
 Ref. Pneumo 13 
 Ref. Meningo 
ACWY 
Ref. Meningo B 
Tríplice viral (S/
C/R) 
Varicela 
Hepatite A 
T 
E 
T 
R 
A 
 
V 
I 
R 
A 
L 
Unidade de Saúde Rede Particular 
Tríplice viral (S/
C/R) 
Varicela 
T 
E 
T 
R 
A 
 
V 
I 
R 
A 
L 
 Ref. Penta 
 Ref. Poliomielite 
VIP ou VOP 
Hepatite A 
Tetra viral (S/C/
R/V) 
 Ref. Penta 
Hepatite A 
15 
meses 
18 
meses 
Unidade de Saúde Rede Particular 
 Ref. DTPw 
 Ref. Poliomielite 
VOP 
 Ref. DTPa 
Varicela 
 Dengue 
 (se soropositivo) 
 HPV 
(até 15 anos de idade 2 
doses com intervalo de 6 
meses) 
 Ref. DT 
 HPV 
(2 doses com intervalo de 
6 meses). 
 Ref. DTPa 
Meninas de 9 até 14 anos e 
meninos de 11 até 14 anos 
4 anos 
9 anos 
10 
anos 
Pneumocócica 
conjugada 
ESQUEMA DA VACINA PNEUMO 13	
IDADE	 NÚMERO DE DOSES	 INTERVALO ENTRE DOSES	
Iniciando a vacinação entre 2 e 
12 meses de idade	
3 doses + 1 reforço no segundo 
ano de vida	 60 dias	
Iniciando a vacinação entre 12 e 
15 meses de idade	
2 doses + 1 reforço no segundo 
ano de vida	 60 dias	
A partir de 15 meses	 1 dose	 ------	
Meningo 
ACWY 
MENVEO 
1ª dose 
3 meses 
2ª dose 
5 meses 
3ª dose 
7 meses 
Meningo 
ACWY 
NIMERIX 
1ª dose 
3 meses 
2ª dose 
5 meses 
Reforço : 
12 a 15m 
4/5 a 6a 
11 anos(SBP) 
Meningo 
ACWY 
MENVEO 
ESQUEMA VACINA ACWY MENVEO	
IDADE	 NÚMERO DE DOSES	 INTERVALO ENTRE DOSES	
Iniciando a vacinação entre 2 e 6 
meses de idade	
3 doses + 1 reforço no segundo ano 
de vida	 60 dias	
Iniciando a vacinação entre 7 e 23 
meses de idade	 2 doses	 60 dias	
Iniciando a vacinação a partir de 2 
anos de idade	 Dose única	 --------	
ESQUEMA VACINA ACWY NIMERIX	
IDADE	 NÚMERO DE DOSES	 INTERVALO ENTRE DOSES	
Iniciando a vacinação entre 2 e 12 
meses de idade	
2 doses + 1 reforço no segundo ano 
de vida	 60 dias	
A partir de 1 ano de idade	 Dose única	 --------	
Meningo 
ACWY 
NIMERIX 
Meningo B 
ESQUEMA DA VACINA MENINGO B	
IDADE	 NÚMERO DE DOSES	 INTERVALO ENTRE DOSES	
Iniciando a vacinação entre 2 e 5 
meses de idade	
3 doses + 1 reforço no segundo ano 
de vida	 60 dias	
Iniciando a vacinação entre 6 e 11 
meses de idade	
2 doses + 1 reforço no segundo ano 
de vida	 60 dias	
Iniciando a vacinação entre 12 
meses e 10 anos de idade	 2 doses	 60 dias	
A partir de 11 anos	 2 doses	 30 dias	
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
Influenza 
Dose 
Anual 
Para quem tem entre 6 meses e 9 anos e nunca fez a vacina: intervalo de 1 mês entre 
as doses. 
1ª dose 
6 meses 
2ª dose 
7 meses 
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
Febre 
Amarela 
Dose única 
> 9 meses 
“A dose de reforço não é mais recomendada por considerar que a imunidade protetora desenvolve-se dentro de 30 dias para cerca de 99% das 
pessoas que recebem uma dose da vacina febre amarela.” 
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
Febre 
Amarela 
Tríplice 
Viral (S/C/
R) 
Tetra 
Viral (S/C/
R/V) 
*Não devem ser feitas no mesmo dia na PRIMOVACINAÇÃO (primeira dose antes dos 2 anos de idade). 
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
•  Dose	única	
A imunidade após uma dose única é duradoura e pode fornecer proteção ao longo 
da vida. O Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização da OMS 
concluiu em 2013 que uma única dose primária da vacina contra a febre amarela é 
suficiente para conferir imunidade sustentada e proteção ao longo da vida e dose de 
reforço não é necessária. 
Febre	amarelaFebre	amarela	
•  Dose	 fracionada	 em	 surtos	 -	 	 A	 dosagem	 fracionada	 é	 uma	
estratégia	 para	 estender	 o	 fornecimento	 de	 vacina	 contra	 a	 febre	
amarela	em	situações	de	surto		
Em junho de 2016, o Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização 
da OMS declarou que a vacinação com 1/5 da dose padrão é suficiente para 
fornecer proteção contra a febre amarela por pelo menos 12 meses e defendia o uso 
de curto prazo dessa abordagem entre indivíduos ≥ 2 anos de idade em condições 
de emergência quando os suprimentos de vacina são limitados. A durabilidade da 
vacinação com doses fracionadas após 12 meses é desconhecida. 
Hepatite 
 A +B 
*De 1 até 16 anos: Entre a 1a e 2a dose intervalo de 6 meses. 
 
*Acima de 16 anos: Entre a 1a e 2a dose intervalo de 1 mês. Entre 2a e 3ª 
dose intervalo de 4 meses. 
Maiores de 16 anos: 3 doses. 
Entre 1 e 16 anos: 2 doses. 
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
Pneumo 23 Dose única 
> 2anos 
Reforço a 
cada 5 anos 
VACINA 
POLISSACARÍDICA 
Calendário	do	Prematuro	e	das	Crianças	
PENTAVALENTE DA REDE PÚBLICA: DTPw + Hib + Hepatite B. 
PENTAVALENTE DA REDE PARTICULAR: DTPa + Hib + Polio 
PENTAVALENTE É USADA ATÉ OS 5 ANOS DE IDADE 
TRÍPLICE VIRAL: SARAMPO + CAXUMBA + RUBÉOLA 
TETRA VIRAL: SARAMPO + CAXUMBA + RUBÉOLA + VARICELA 
TETRA VIRAL É USADA ATÉ OS 12 ANOS DE IDADE 
HEXAVALENTE DA REDE PARTICULAR: DTPa + Hib + Polio + Hepatite 
B. 
VACINA NO 
ADOLESCENTE 
Calendário	PNI	
adolescente	
(10-19	anos)	
•  Hepatite	 B	 –	 3	 doses	 a	
depender	 da	 situação	
vacinal	(0-1-6m);	
•  Febre	 Amarela	 –	 Para	
pacientes	não	vacinados	
em	 área	 endêmica	 ou	
sem	 comprovante	 de	
vacinação;	
•  Tríplice	 Viral	 -	 2	 doses	
com	intervalo	de	1	mês;	
•  HPV	-	3	doses;	
•  Dupla	 adulto	 –	 Reforço	
a	cada	10	anos	(tétano)	
Calendário	SBIM	-	Adolescente	
Calendário	SBIM	-	Adolescente	
RECOMENDADAS 
Hepatite B Influenza 
dTpa 
Calendário	da	Gestante	
Influenza 
GESTANTES PUÉRPERAS 
ABORTO 
IMEDIATO 
(duas semanas) 
1 dose em qualquer período da 
gestação! 
RECOMENDADAS 
Calendário	da	Gestante	
Difteria 
Tétano 
Coqueluche 
Coqueluche 
 Graças às políticas de vacinação, apenas 15 países ainda não conseguiram eliminar a 
doença. A região das Américas alcançou essa conquista em setembro de 2017. 
Década de 1980 
Tétano neonatal matava 
6,7 a cada 1.000 nascidos 
vivos. 
Tétano 
RECOMENDADAS 
dTpa 
Previamente vacinada, 
com pelo menos três doses de vacina 
contendo o componente tetânico. 
Vacinação incompleta tendo 
recebido uma dose de vacina contendo o 
componente tetânico. 
Uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de 
gestação. 
Uma dose de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir 
da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Respeitar intervalo 
mínimo de um mês entre elas. 
Calendário	da	Gestante	
dTpa 
Vacinação incompleta tendo 
recebido duas dose de vacina contendo o 
componente tetânico. 
Em gestantes não vacinadas e/ou histórico vacinal 
desconhecido. 
Uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação. 
Duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa 
deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação. 
Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas. 
RECOMENDADAS 
Calendário	da	Gestante	
Hepatite B 
Previamente vacinada, 
com pelo menos três doses de vacina 
contra hepatite B 
Vacinação incompleta 
Não vacinada 
Não precisa vacinar 
Completar o esquema 
Três doses, no esquema 0 - 1 - 6 meses. 
Em qualquer 
período da 
gestação! 
RECOMENDADAS 
Calendário	da	Gestante	
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS 
Hepatite A 
Pneumocócicas 
Meningocócicas 
Febre 
Amarela 
Calendário	da	Gestante	
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS 
Uma dose. Considerar seu uso avaliando a situação epidemiológica e/
ou a presença de comorbidades consideradas 
de risco para a doença meningocócica. 
Meningocócicas C 
ou ACWY 
Duas doses com intervalo de um a dois meses. 
Meningocócica B 
• As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teórico para a 
gestante e o feto. 
• Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina 
meningocócica C conjugada. 
•  A vacina meningocócica B é inativada, portanto sem risco teórico para a gestante e o feto. 
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS 
Pneumocócicas 
Esquema sequencial de VPC13 e 
VPP23 pode ser feito em gestantes de 
risco para doença pneumocócica 
invasiva (DPI) 
•  VPC13 e VPP23 são vacinas inativadas, portanto sem riscos teóricos para a 
gestante e o feto. 
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS 
•  É vacina inativada, portanto sem contraindicação. Já que no Brasil as 
situações de risco de exposição ao VHA são frequentes, a vacinação 
deve ser considerada. 
Hepatite A Duas doses, no esquema 0 - 6 meses. 
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS 
• Gestantes que viajam para países que exigem o Certificado Internacional de 
Vacinação e Profilaxia (CIVP) devem ser isentadas da vacinação pelo médico 
assistente, se não houver risco de contrair a infecção. 
 
• É contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação 
não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por dez dia. 
Normalmente contraindicada em gestantes. Porém, em situações em 
que o risco da infecção supera os riscos potenciais da vacinação, pode ser 
feita durante a gravidez. Febre 
Amarela 
CONTRAINDICADAS 
HPV 
Varicela 
Tríplice Viral 
Dengue 
Calendário	da	Gestante	
CONTRAINDICADAS 
HPV 
Varicela 
Tríplice Viral 
Pode ser aplicada no puerpério e 
durante a amamentação. 
Calendário	da	Gestante	
Vacinação do Adulto 
Calendário	PNI	
adulto	(20-59	
anos)	
•  Hepatite	 B	 –	 3	 doses	 a	
depender	 da	 situação	
vacinal	(0-1-6m);	
•  Febre	 Amarela	 –	 Para	
pacientes	não	vacinados	
em	 área	 endêmica	 ou	
sem	 comprovante	 de	
vacinação;	
•  Dupla	 adulto	 –	 Reforço	
a	cada	10	anos	(tétano)	
Calendário	SBIM	-	Adulto	
Calendário	SBIM	-	Adulto	
Calendário	SBIM	-	Adulto	
Vacinação do Idoso 
Calendário	PNI	
idoso	(acima	de	
60	anos)	
•  Hepatite	 B	 –	 3	 doses	 a	
depender	 da	 situação	
vacinal	(0-1-6m);	
•  Febre	 Amarela	 –	 Para	
pacientes	não	vacinados	
em	 área	 endêmica	 ou	
sem	 comprovante	 de	
vacinação;	
•  Dupla	 adulto	 –	 Reforço	
a	cada	10	anos	(tétano)	
Calendário	SBIM	-	Idoso	
Calendário	SBIM	-	Idoso	
Zoster	
•  	Um	declínio	na	imunidade	mediada	
por	 células	 específicas	 do	 VZV	 é	
considerado	 como	 o	 principal	
precipitante	 para	 a	 reativação	 do	
VVZ.	
•  Aproximadamente	 30	 a	 40%	 das	
pessoas	com	idade	acima	de	55	anos	
não	 apresentam	 nenhuma	 resposta	
detectável	 de	 células	 T	 específicas	
para	o	VZV.	
•  Declínio	 na	 imunidade	mediada	 por	
células,	 em	 vez	 de	 imunidade	
humoral,	 está	 diretamente	 ligado	 a	
síndromes	de	VZV	reativadas	
Zoster	
Vírus	 vivo	 atenuado	 da	 varicela	
zóster	(VVZ)		
Indicação:	>50	anos	
Dose:	Uma	dose	
Contraindicações:	
•  Pessoas	imunodeprimidas.	
•  Alergia	 grave	 (anafilaxia)	 a	
algum	 dos	 componentes	 da	
vacina.	
•  Pessoas	 com	 tuberculose	 ativa	
não	tratada.	
	
Vacinação em outras 
situações 
•  Profissionais de saúde; 
•  Médicos veterinários; 
•  Trabalhadores de zoológicos; 
•  Pet shop e outros; 
•  Militares, policiais e bombeiros; 
•  Manicures; 
•  Coletores de lixo; 
Vacina	dTpa 
Ocupação	profissional	
Vacina	contra	Hepatite	B:	
•  Médicos veterinários; 
•  Trabalhadores de zoológicos; 
•  Pet shop e outros; 
•  Militares, policiais e bombeiros. 
•  Trabalhadores de saúde; 
•  Coletadores de lixo hospitalar e 
domiciliar; 
•  Manicures; 
•  Profissionais do corpo de 
bombeiros; 
•  Agentes de segurança atuantes em 
presídios e delegacias 
penitenciarias, 
•  Caminhoneiros; 
•  Profissionais do sexo; 
Vacina	contra	a	Raiva	 
Ocupação	profissional	
•  Pessoas que pretendem se deslocar para áreas com recomendaçãode 
vacinação (ACRV) para a Febre Amarela: 
•  Receber esta vacina com antecedência mínima de 10 dias; 
•  Calendário 2018 PNI: vacina Febre Amarela será estendida; 
•  Atenção para doses fracionadas! 
Planos	de	viagem	
Aspectos técnicos e 
legais 
•  Lei N° 8.080, de 19 de Setembro de 1990 - Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação 
da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e da outras providencias. 
- Decreto N° 7.058, de 28 de Junho de 2011 - Regulamenta a Lei N° 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor 
sobre a organização do Sistema Único de Saúde – SUS. 
 
•  Resolução RDC N° 50, de 21 de Fevereiro de 2002 - ANVISA - Dispõe sobre o regulamento técnico para 
planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimento assistenciais de 
saúde. Ministério da Saúde. Brasil. 
- Resolução RDC N° 307, de 14 de Novembro de 2002 - ANVISA - Atualiza a RDC no 50/ 2002. Ministério da Saúde. 
Brasil. 
 
•  Portaria No 48, de 28 de Julho de 2004 - Institui diretrizes gerais para funcionamento dos Centros de Referencia 
para Imunobiológicos Especiais - CRIE, define as competências da Secretaria de Vigilância em Saúde, dos 
Estados, Distrito Federal e CRIE e da outras providencias. 
•  Portaria No 1.498, de 19 de Julho de 2013 - Redefine o Calendário Nacional de Vacinação, o Calendario 
Nacional de Vacinação dos Povos Indígenas e as Campanhas Nacionais de Vacinação, no âmbito do Programa 
Nacional de Imunizações (PNI), em todo o território nacional. 
 
Legislação	e	Normatização	em	Imunização	
•  Desde 2000 clínicas privadas podem aplicar vacinas 
•  Portaria Conjunta ANVISA / FUNASA No 01, de 02 de agosto de 
2000 
- Estabelece as exigências para o funcionamento de estabelecimentos 
privados de vacinação, seu licenciamento, fiscalização e controle, e da 
outras providencias. 
•  Médico como responsável técnico pelo estabelecimento 
REVO
GADA
	
Legislação	e	Normatização	em	Imunização	
•  Dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços 
de vacinação humana 
•  Se aplica a todos os serviços [...] públicos, privados, filantrópicos, 
civis ou militares 
•  Farmácia privadas ou públicas, clínicas, unidades básicas de saúde, 
laboratórios, hospitais, dentre outros 
•  Se já tem licença vigente, prazo de 6 meses para adequações 
necessárias 
•  Capacitação periódica obrigatória para os profissionais envolvidos nos 
diferentes processos de vacinação - Manter registros 
RDC	197	Anvisa,	dezembro	de	2017	
•  Estar licenciado para o serviço de vacinação por autoridade 
sanitária competente 
•  Estar inscrito e manter seus dados atualizados no Cadastro 
Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES 
•  Ter um responsável técnico e um substituto 
RDC 197 Anvisa - 2017 
O	estabelecimento	deve	
•  Contar com profissional legalmente habilitado para 
desenvolver as atividades de vacinação, enquanto o 
serviço de vacinação estiver sendo oferecido 
•  A habilitação é dada pelos conselhos profissionais ou por 
lei (Nota técnica Anvisa, 01/2018) 
•  A RDC 197 não obriga presença enquanto o 
estabelecimento funcionar mas outras normas, que 
disciplinarem o tema, devem ser cumpridas (Nota técnica 
Anvisa, 01/2018) 
RDC 197 Anvisa - 2017 
O	estabelecimento	deve	
Esclarecimentos da Anvisa sobre serviços de vacinação 
-  Autorização para farmácias: Lei 13.021 (e não Anvisa) 
-  RT do estabelecimento de saúde pode ser o mesmo do 
serviço de vacinação 
-  Qualquer profissional legalmente habilitado para vacinação 
pode executar este serviço e não somente o RT 
-  O RT pelo serviço deve necessariamente ser profissional de 
nível superior 
Nota	técnica	GRECS-GGTES	n.	01-2018	
Esclarecimentos da Anvisa sobre serviços de vacinação 
-  Manter Manual de Boas Práticas e POPs atendendo a: RDC 
197 de 2017 e RDC 63 de 2011 
 
Exemplos: 
•  Conservação 
•  Higiene da sala 
•  Notificação de eventos adversos 
Nota	técnica	GRECS-GGTES	n.	01-2018	
Profissional	
legalmente	
habilitado:	
“formação	superior	
ou	técnica	com	suas	
competências	
atribuídas	por	lei“	–	
RDC	197	Anvisa	
	
Resolução 654, CFF (2018): Estabelece os requisitos 
necessários à prestação do serviço de vacinação pelo 
farmacêutico 
 
•  serviço de vacinação deve ser prestado exclusivamente 
por farmacêutico devidamente apto 
Farmacêutico apto 
•  Presença obrigatória durante todo o 
período de funcionamento do 
estabelecimento 
•  Autonomia técnica para prestar o serviço 
de vacinação 
Resolução 654, CFF (2018) 
Farmacêutico 
apto 
Mínimo de 12 meses de 
experiência de atuação em 
serviços de vacinação 
Confirmação ao 
CRF 
Farmacêutico: apresentar os documentos 
comprobatórios que atestem sua experiência 
Curso de formação 
complementar 
Resolução 654, CFF (2018) 
Portaria 49, CFF (2018) 
Resolução 654, CFF (2018) 
Portaria 49, CFF (2018) 
Farmacêutico apto 
Experiência Curso de formação complementar 
Credenciado pelo 
CFF 
Oferecido por Instituição de 
ensino credenciada pelo MEC 
Oferecido em pos-
graduação 
Oferecido pelo PNI 
Atender 
aos 
requisitos 
mínimos* 
•  Contemplar os referenciais mínimos obrigatórios (anexo res 
654) 
•  Ter critérios claros de avaliação e aprovação que alcancem 
objetivos de aprendizagem relativos aos 
•  Referenciais teóricos 
•  Referenciais práticos 
•  Carga horária mínima de 40 horas, sendo no mínimo 20 
presenciais 
Resolução 654, CFF (2018) 
Portaria 49, CFF (2018) 
Requisitos	mínimos	para	curso	de	formação	
a) ofertado por sociedade, organização, associação ou outra 
instituição de natureza científica, técnica ou profissional que 
congregue farmacêuticos; 
 
b) ofertado por instituição não educacional que certifica 
competências no âmbito profissional sem caráter acadêmico. 
Resolução 654, CFF (2018) 
Portaria 49, CFF (2018) 
Cursos	credenciados	pelo	CFF	
•  Realizar, no mínimo, atualização anual relativa aos 
conteúdos teóricos afins ao serviço de vacinação pelo 
farmacêutico e ao Programa Nacional de Imunização 
•  Realizar curso de Suporte Básico de Vida 
Resolução 654, CFF (2018) 
Recomendações	ao	farmacêutico	apto	para	
prestar	o	serviço	de	vacinação	
Instalações físicas [...] de acordo com RDC 50/2002 ou a que o substituir: 
 “Sala de imunização com 6 m2” e Água Fria Corrente 
 
Ter área de recepção dimensionada de acordo com a demanda e separada da sala de 
vacinação 
Ter sanitário 
Maca 
Calendário Nacional de Vacinação do SUS, afixado em local visível ao usuário 
RDC 197/2017 Anvisa 
Estabelecimento	que	realiza	serviço	de	
Vacinação	
Não é obrigatório sistema de climatização na sala de vacinação 
 (RDC 50 não exige) 
 
Importante considerar condições adequadas para serviço e saúde 
ocupacional 
 
Farmácias localizadas em galerias de shoppings podem compartilhar áreas 
comuns destinadas para sanitário 
Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018 
Pia	de	lavagem	
Bancada	
Mesa	
Cadeira	
Local	para	a	guarda	dos	materiais	para	
administração	das	vacinas;	
Recipientes	para	descarte	de	materiais	
perfurocortantes	e	de	resíduos	biológicos;	
Maca	
RDC 197/2017 Anvisa 
Sala	de	Vacinação	
Equipamento de refrigeração exclusivo para guarda e 
conservação de vacinas: 
•  com termômetro de momento com máxima e mínima 
•  regularizado perante a Anvisa (consulta via portal da 
Anvisa na aba produtos regularizados e depois 
produtos para saúde) 
RDC 197/2017 Anvisa 
Sala	de	Vacinação	
Deve ter meios para garantir armazenamento adequado mesmo diante de falha de 
energia 
Um gerador é uma alternativa (mas não é obrigatório segundo a RDC 197) 
O estabelecimento deve ter um plano de contingência 
 
Obrigatório refrigerador regularizado pela Anvisa a partir de dez de 2019 
Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018 
Infraestrutura	para	Conservação	das	Vacinas	
RDC 197/2017 Anvisa 
e) caixa térmica de fácil higienização 
 
Sala	de	Vacinação	
j) termômetro de momento, com máximae mínima, com 
cabos extensores para as caixas térmicas 
Instituir meios eficazes para o armazenamento das vacinas, garantindo sua 
conservação, eficácia e segurança, mesmo diante de falha no fornecimento de energia 
elétrica. 
 
Registrar diariamente “temperatura máxima e da temperatura mínima dos equipamentos 
destinados à conservação das vacinas, utilizando instrumentos devidamente calibrados que 
possibilitem monitoramento contínuo da temperatura.” 
 
Adotar “procedimentos para preservar a qualidade e a integridade das vacinas 
quando houver necessidade de transportá-las.” 
RDC	197	–	Gerenciamento	de	Tecnologias	e	
Procesos	
Certificados de calibração dos termômetros 
Certificados de calibração e manutenção preventiva da câmara refrigerada 
Conservação	das	Vacinas	
Manuais	–	Rede	de	Frio	(2017	e	2014)	
Processo de conservação (armazenamento, distribuição, transporte e manipulação) dos 
Imunobiológicos desde a produção até administração. 
•  Deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o 
momento em que a vacina é administrada. 
•  Assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características 
iniciais, a fim de conferir imunidade. 
 
CONSERVAÇÃO: Nível Nacional, Central e Estadual: Câmaras frias a - 20º C; nível 
Regional e Municipal: Freezer a – 20º C; Nível Local: geladeiras entre +2º C a +8º C. 
Rede	de	Frio	
Cuidados com a Geladeira 
Fazer a leitura da temperatura diariamente no início da manhã, tarde e fim da do dia após a 
jornada de trabalho; 
Manter afixado, em cada porta do equipamento, cartazes para não abrir as portas da 
geladeira; 
Usar tomada exclusiva; 
Instalar em ambiente climatizado +18ºC; 
Colocar suporte de rodinhas; 
Não permitir armazenar outro material; 
Certificar-se que a porta está fechada; 
Fazer o degelo a cada 15 dias. 
Rede	de	Frio	
Limpeza de Geladeira 
•  Realizar a limpeza da geladeira a cada 15 dias ou se a camada de gelo atingir 0,5cm. 
Para isso recomenda-se: 
•  Transferir os imunobiológicos para outra geladeira ou caixa térmica, mantendo a 
temperatura recomendada; 
•  Desligar a tomada e abrir as portas da geladeira e do congelador 
•  Não mexer no termostato; 
•  Limpar a geladeira com sabão de coco ou neutro e não jogar água. 
Após a limpeza: Recolocar o termômetro, as 12 garrafas e o gelo reciclável; Manter as 
portas fechadas por uma hora, verificando a temperatura após o período. Quando atingir a 
temperatura ideal, recolocar as vacinas no lugar. 
Rede	de	Frio	
Caixa Térmica 
Deve ser organizada para manter a temperatura de conservação dos 
imunobiológicos a - 20ºC ou entre +2ºC e +8ºC de acordo seu 
armazenamento e transporte, se necessário usar isopor para manter o 
espaço ideal entre os imunobiológicos. 
 
Não utilizar sacos de gelo pois poderá comprometer os imunobiológicos. 
 
Rede	de	Frio	
Caixa Térmica 
 
BOBINAS DE GELO RECICLAVEL: são 
constituídas por um frasco plástico, contendo 
hidroxietil celulose em concentração comestível, 
conservante e água (gelo reciclável de gel) ou 
apenas água e conservante (gelo reciclável de 
água), em várias dimensões. São utilizadas para 
o transporte de imunobiológicos em temperaturas 
positivas. 
Rede	de	Frio	
Caixa Térmica – Cuidados 
Caso o frasco plástico seja danificado, deixando vazar o conteúdo, a bobina deverá ser 
desprezada; 
 
Nunca usar água com sal ou outra substancia, pois poderá congelar as vacinas bacterianas; 
 
Uma vez terminadas de usar em caixas térmicas, as bobinas deverão ser lavadas e secadas 
para novamente ser acondicionadas na caixa coletora(abaixo do congelador); 
 
Observar a data de validade das bobinas. 
Rede	de	Frio	
Controle de Temperatura 
Termômetro analógico de cabo extensor: este tipo de termômetro é utilizado nas caixas 
térmicas para verificar a temperatura do momento. 
 
Termômetro de máxima e mínima analógico: é utilizado para verificar as variações de 
temperatura ocorridas em determinado ambiente, num período de tempo. 
 
Termômetro digital, cabo extensor: é constituído de dois displays de cristal líquido: um 
para a geladeira e o outro para a temperatura do local (máxima, mínima e atual), além de 
dispor de alarme. 
 
Termômetro a laser: é de ultima geração utilizado para verificação da temperatura dos 
imuno em caixas térmicas de grande volume (expedir e receber). 
Rede	de	Frio	
Em caso de defeito técnico os imunobiológicos deverão ser acondicionados em caixas 
térmicas onde poderão permanecer por 24 horas. 
 
Em caso de corte de energia proceder da seguinte forma: 
 
Manter a geladeira fechada por um período máximo de 8 horas. 
Após as 8 horas, acondicionar os imunobiológicos com gelo reciclável dentro de caixas 
térmicas. 
RDC 197 Anvisa – 2017 
Res 654 CFF 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Rede	de	Frio	
Falta de Energia ou Falhas 
Falta de Energia ou Falhas 
Caso a geladeira em uso não apresente um perfeito funcionamento, variação de 
temperatura entre +6ºC/+8ºC com frequencia, a permanência dos imunobiológicos não 
deverá ultrapassar a duas horas. 
 
Em situações de emergência, a instância regional ou estadual deverão ser informadas para 
ajudar nas tomadas de decisão. 
 
Caso o defeito não seja solucionado até o término do trabalho, transferir os imunobiológicos 
para o serviço mais próximo ou para a regional. 
 
Quando a temperatura da geladeira ultrapassar a temperatura de +8ºC, os imunobiológicos 
deverão ser colocados sob suspeita. 
RDC 197 Anvisa – 2017 
Res 654 CFF 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Rede	de	Frio	
Num estabelecimento privado, vacinas não contempladas no Calendário 
Nacional de Vacinação do SUS, somente poderão ser administradas mediante 
apresentação de prescrição médica; 
 
A dispensação deve necessariamente estar vinculada a administração da 
vacina; 
 
Manter no serviço, acessíveis à autoridade sanitária, documentos que 
comprovem a origem das vacinas utilizadas. 
 
RDC 197 Anvisa - 2017 
RDC 197 Anvisa – 2017 
Res 654 CFF 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Qualquer	vacina	pode	ser	aplicada	
Vacinas do calendário oficial do PNI fazem parte de uma política de saúde pública 
 
Exigência de prescrição para não constantes ocorria na Portaria 01/2000 Funasa/Anvisa 
Para imunobiológicos especiais oferecidos nos CRIEs é necessário prescrição médica e 
relatório clínico 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
RDC 197 Anvisa – 2017 
Res 654 CFF 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Vacinas	Constantes	no	Calendário	Oficial	de	
Vacinação	
O farmacêutico deverá comunicar o referido serviço ao CRF de sua jurisdição, informando 
data, período de realização e local 
Segundo a RDC 197, vacinação Extramuros de Serviços Privados é “atividade vinculada a 
um serviço de vacinação licenciado, que ocorre de forma esporádica, isto é, através de 
sazonalidade ou programa de saúde ocupacional, praticada fora do estabelecimento, 
destinada a uma população específica em um ambiente determinado e autorizada pelos 
órgãos sanitários competentes das secretarias estaduais ou municipais de saúde” 
Resolução 654, CFF (2018) 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Vacinação	Extramuros	
Cartão de vacinação 
Ideal um único cartão 
O estabelecimento deve fornecer um cartão (para no caso de não apresentação pelo 
paciente) 
Sistema de informação definido pelo Ministério da Saúde 
Na indisponibilidade temporária dos sistemas, usar método alternativo como manual, 
por exemplo 
Prontuário individual, com registro de todas as vacinas aplicadas, acessível aos usuários e 
autoridades sanitárias 
	 RDC 197 Anvisa – 2017 
Res 654 CFF 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Registros	e	Notificações	
Fornecer ao paciente/usuário a declaração do serviço prestado; 
 
Enviar à Secretaria Municipal de Saúde, mensalmente, as doses administradas segundo 
modelos padronizados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização 
(SIPNI) ou outro que o substitua; 
 
Utilizar, preferencialmente, um sistema informatizado como o REGISTREdo Conselho 
Federal de Farmácia ou outro que venha a substituí-lo 
	
	
Resolução 654, CFF (2018) 
Registros	e	Notificações	
ATRIBUIÇÕES	DO	FARMACÊUTICO	
Notificar a ocorrência de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) conforme 
determinações do Ministério da Saúde; 
 
Notificar a ocorrência de erros de vacinação no sistema de notificação da Anvisa; e 
Investigar incidentes e falhas em seus processos que podem ter contribuído para a 
ocorrência de erros de vacinação. 
 
 
RDC 197 Anvisa – 2017 
Res 654 CFF 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Registros	e	Notificações	
Notificar a ocorrência de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) conforme 
determinações do Ministério da Saúde; 
 
Notificar a ocorrência de erros de vacinação no sistema de notificação da Anvisa; e 
Investigar incidentes e falhas em seus processos que podem ter contribuído para a 
ocorrência de erros de vacinação. 
 
 
	
Registros	e	Notificações	
Elaborar Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) relacionados à prestação do serviço 
de vacinação 
Notificar ao sistema de notificações da Anvisa, ou outro que venha a substitui-lo, a 
ocorrência de incidentes, eventos adversos pós-vacinação (EAPV) e queixas técnicas (QT), 
relacionados à utilização de vacinas, investigando eventuais falhas relacionadas em seu 
gerenciamento de tecnologias e processos 
Elaborar Plano de	Gerenciamento	de	Resíduos	de	Serviços	de	Saúde	(PGRSS)	
Resolução 654, CFF (2018) 
Registros	e	Notificações	
ATRIBUIÇÕES	DO	FARMACÊUTICO	
NOTA INFORMATIVA Nº 47/2018-CGPNI/DEVIT/SVS/MS 
 
DADOS DOS SERVIÇOS PRIVADOS DE VACINAÇÃO 
Os registros de vacinação realizados nos serviços privados poderão ser digitados no 
SIPNI local (desktop) e enviados para as Secretarias Municipais de Saúde (SMS) para 
posterior envio para a base de dados nacional do Datasus ou digitados em tempo real no 
SIPNI WEB. Caso o serviço privado utilize sistema de informação próprio deverá seguir o 
modelo de envio de dados disponibilizado pelo Datasus. 
 
Acesse	em	
http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/16/SEI-MS-2835675-Nota-Informativa-47-2018-integracao-SIPNIx-e-
SUS-AB.pdf	
	
Notificação	
NOTA INFORMATIVA Nº 47/2018-CGPNI/DEVIT/SVS/MS 
 
IX - NOTIFICAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO (EAPV) 
Em qualquer cenário de funcionamento constante desta nota técnica, as notificações de 
EAPV devem ser realizadas normalmente por meio do SIPNI-Web, obedecendo as 
normas preconizadas e as orientações contidas no Manual de Eventos Adversos pós 
Vacinação 
Notificação	
Os EAPV e EI que ocorrem na rede pública devem ser notificados no SIPNI. 
http://sipni.datasus.gov.br/si-pni-web/faces/inicio.jsf 
 
Os EAPV e EI que ocorrem na rede privada devem ser notificadas no NOTIVISA. 
https://www8.anvisa.gov.br/notivisa/frmLogin.asp 
Notificação	
•  (art 13 da RDC 197) o serviço deve garantir atendimento imediato às possíveis 
intercorrências: 
•  in loco (procedimentos clínicos e estrutura como materiais, equipamentos, profissionais 
capacitados) para realizar o primeiro atendimento 
•  Através de plano de contingência que contemple serviço de remoção e serviço de saúde 
para cumprir este requisito. 
•  O serviço deve conferir a respectiva capacitação a depender da estratégia adotada. 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Capacitação	acerca	da	conduta	a	ser	adotada	frente	a	
intercorrências	
Pode ser feita em situações excepcionais, em que a pessoa esteja impossibilitada de 
acesso a serviço de saúde 
Nota Técnica Anvisa nº 01-2018 
Vacinação	em	Residências	
Artigo 19 (RDC 197) “Aplicação de vacinas pode ser realizada no ponto de assistência ao 
paciente”. 
•  Ponto de assistência: local onde ocorrem simultaneamente as presenças do 
paciente, profissional de saúde e prestação de assistência ou tratamento 
Plano de Gerenciamento de 
Resíduos de 
Serviçoes de Saúde 
O Farmacêutico tem uma enorme responsabilidade para que a 
execução dos processos vacinais seja segura com o resíduo gerado. 
Portanto, tem responsabilidade com a qualidade do serviço prestado e 
também com a saúde dos seus colaboradores, e em evitar a 
contaminação do ambiente interno e externo. 
 
Além disto, ele é regido por leis e normas que devem ser 
rigorosamente seguidas para que possa estar em conformidade com as 
exigências legais estabelecidas pelos órgãos fiscalizadores 
competentes. 
Resíduos Resultantes das Atividades de Vacinação 
RDC/ANVISA No 306, de 7 de Dezembro/2004 
Resolução CONAMA No 358, de 29 de Abril/2005 
 A RDC 306 (publicada em 07 de dezembro de 2004), dispõe sobre o regulamento técnico para 
o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, RSS. 
 
 
São geradores de RSS todos os serviços relacionados com o atendimento à saúde humana 
ou animal, inclusive: 
Serviços de assistência domiciliar e de trabalhos de campo; 
Laboratórios analíticos de produtos para saúde; 
Necrotérios, funerárias e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento; 
Serviços de medicina legal; 
- Drogarias e farmácias, inclusive as de manipulação; 
Estabelecimentos de ensino e pesquisa na área de saúde; 
Centros de controle de zoonoses; 
Distribuidores de produtos farmacêuticos; 
Importadores, distribuidores e produtores de materiais e controles para diagnóstico in vitro; 
Unidades móveis de atendimento à saúde; 
Serviços de acupuntura, serviços de tatuagem, dentre outros similares. 
Gerenciamento	dos	Resíduos	
O gerenciamento dos RSS constitui-se em um conjunto de procedimentos de 
gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, 
normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e 
proporcionar aos resíduos gerados um encaminhamento seguro, de forma eficiente, 
visando à proteção dos trabalhadores, à preservação da saúde pública, dos 
recursos naturais e do meio ambiente. 
 
Todo gerador deve elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de 
Serviços de Saúde – PGRSS, baseado nas características dos resíduos gerados, 
estabelecendo as diretrizes de manejo dos RSS. Este deve ser elaborado de forma 
compatível com as normas locais relativas à coleta, transporte e disposição final dos 
resíduos gerados nos serviços de saúde, estabelecidas pelos órgãos locais 
responsáveis por todas as etapas. 
Gerenciamento	dos	Resíduos	
 Classificação Material Símbolo 
Grupo A Infectantes Resíduos biológicos ou a possibilidade da presença de agentes biológicos, que podem apresentar riscos de infecção. 
Grupo B Químicos 
Resíduos químicos ou contaminados por produtos químicos 
perigosos que podem apresentar riscos à saúde pública ou ao 
meio ambiente. 
Grupo C Radioativos Rejeitos radioativos resultantes de atividades humanas. 
Grupo D Comuns 
Resíduos comuns. Resíduos que não apresentam riscos 
biológicos, químico ou radiológico à saúde ou ao meio 
ambiente, podendo ser comparados aos resíduos domiciliares. 
Grupo E Perfurocortantes Materiais perfurocortantes ou escarificantes. 
 
Gerenciamento	dos	Resíduos	
Grupo A A1 a A5 
Gerenciamento	dos	Resíduos	
Gerenciamento	dos	Resíduos	
Gerenciamento	dos	Resíduos	
Gerenciamento	dos	Resíduos	
ETAPAS	
Consiste na separação dos resíduos no momento e no local de sua geração de acordo com 
suas características físicas, químicas, biológicas e os riscos envolvidos. 
Segregação	e	Acondicionamento	
Consiste em embalar os resíduos segregados em sacos ou recipientes que evitem 
vazamentos e resistam à punctura e a ruptura. 
Segregação	e	Acondicionamento	
Identificação	dos	Resíduos	
 Os resíduos sólidos devem ser acondicionados em saco constituído de material 
resistente a ruptura e vazamento, impermeável, baseado na NBR 9191/2000 da ABNT, 
respeitados os limites de peso de cada saco, sendo proibido o seu esvaziamento ou 
reaproveitamento; Os sacos devem estar contidos em recipientes de material lavável, 
resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura sem 
contato manual, com cantos arredondadose ser resistente ao tombamento; Os recipientes 
de acondicionamento existentes nas salas de cirurgia e nas salas de parto não necessitam 
de tampa para vedação. Os resíduos líquidos devem ser acondicionados em recipientes 
constituídos de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e 
estanques, com tampa rosqueada e vedante. 
Permite o reconhecimento 
dos resíduos contidos nos 
sacos ou recipientes, 
fornecendo informações 
para o seu correto manejo. 
Identificação	dos	Resíduos	
Identificação	dos	Resíduos	
 A identificação deve estar aposta nos sacos de acondicionamento, nos recipientes 
de coleta interna e externa, nos recipientes de transporte interno e externo e nos locais de 
armazenamento. Deve estar em local de fácil visualização, de forma indelével, utilizando-se 
símbolos, cores e frases, atendendo aos parâmetros referenciados na norma NBR 7.500 da 
ABNT, além de outras exigências relacionadas à identificação de conteúdo e ao risco 
específico de cada grupo de resíduos; A identificação dos sacos de armazenamento e dos 
recipientes de transporte poderá ser feita por adesivos, desde que seja garantida a 
resistência destes aos processos normais de manuseio dos sacos e recipientes; 
•  O Grupo A é identificado pelo símbolo de substância infectante constante na NBR-7500 da 
ABNT, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos; 
•  O Grupo B é identificado através do símbolo de risco associado, de acordo com a NBR-7500 
da ABNT, e com discriminação de substância química e frases de risco; 
•  O Grupo C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante 
(trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão 
REJEITO RADIOATIVO; 
 O Grupo D, quando destinados à reciclagem ou reutilização, a identificação deve ser feita nos 
recipientes e nos abrigos de guarda recipientes, utilizando-se o código de cores. 
•  O Grupo E é identificado pelo símbolo de substância infectante constante na NBR-7500 da 
ABNT, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de 
RESÍDUO PERFUROCORTANTE, indicando o risco que apresenta o resíduo. 
Identificaçã	dos	Resíduos	
A resolução estabelece, também, normas levando em consideração a classificação de 
resíduos diante das situações: 
 
- Transporte interno; 
- Recipientes para transporte interno; 
- Armazenamento temporário; 
- Tratamento; 
- Armazenamento externo; 
- Coleta e transportes externos; 
- Disposição final, que consiste na disposição do resíduo no solo. 
Gerenciamento	de	Resíduos	
•  O transporte interno até o local de armazenamento temporário é responsabilidade da 
equipe ; 
Transporte	Interno	
•  Consiste na guarda temporária dos 
recipientes contendo os resíduos já 
acondicionados em local próximo aos 
pontos de geração. 
•  Não poderá ser feito armazenamento 
temporário com disposição direta dos 
sacos sobre o piso, sendo obrigatória a 
conservação dos sacos em recipientes de 
acondicionamento. 
Armazenamento	Temporário	
•  É a aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características dos 
resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de contaminação, de acidentes ocupacionais 
ou de dano ao meio ambiente; 
•  Encaminhar o saco com as caixas coletoras conforme estabelece a Resolução 358/2005 
do CONAMA, a fim de que os resíduos sejam inativados. 
Grupo A 
 
•  Os resíduos do Grupo A devem ser submetidos a tratamento antes de serem descartados. O método 
mais comum utilizado é o processo físico (calor ou radiações ionizantes), sendo que outros processos, 
que sejam validados, podem ser utilizados para que se obtenha a redução ou eliminação da carga 
microbiana. Após o tratamento, estes resíduos podem ser tratados como resíduos comuns. No entanto, 
não havendo a possibilidade de tratamento prévio, os resíduos devem ser acondicionados em saco 
branco leitoso e propriamente identificados. 
Tratamento	
Situações	Inadequadas	
É importante seguir a recomendação de autoclavagem ou incineração para tratamento de 
descartes infecciosos. E recomenda-se identificar de forma clara e de fácil visualização os 
sacos de acondicionamento, recipientes de coleta interna e externa, os recipientes de 
transporte interno e externo e os locais de armazenamento. A coleta do material deve ser 
realizada por funcionário treinado do serviço de limpeza, em carrinhos fechados e laváveis, 
sempre que necessário. Quando o transporte for manual, este deve ser realizado de 
maneira que nenhuma parte do corpo do funcionário responsável entre em contato com o 
resíduo. 
Gerenciamento	de	Resíduos

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