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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA 
SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA 
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRAESTRUTURA 
 
 
 
 
RODOVIA: SC-352 
TRECHO: IMBUIA - RIO DOS BUGRES (ENTRONC. COM A SC-302). 
CONTRATO: VC-003/2011 
 
 
Relatório de Efetivo Cumprimento das 
Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
 
Relatório de Controle Ambiental - RCA 
 
 
Outubro de 2014 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
Sumário 
1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 4 
1.1 Apresentação ........................................................................................................ 4 
1.2 Mapa de Situação ............................................................................................... 5 
2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO .............................................................. 7 
2.1 Características Técnicas ..................................................................................... 7 
2.2 Equipe Técnica .................................................................................................... 8 
2.3 – Autorizações e licenças ambientais .................................................................. 8 
2.3.1 – Licença Ambiental de Instalação – LAI .......................................................... 8 
2.3.2 – Autorização de corte – AuC ........................................................................... 8 
2.4 Justificativa do Empreendimento ......................................................................... 9 
2.5 Caracterização do empreendimento .................................................................. 10 
3 MEDIDAS MITIGADORAS E DE CONTROLES AMBIENTAIS ADOTADOS .......... 11 
3.1 Medidas Mitigadoras ......................................................................................... 11 
3.2 Monitoramento e Acompanhamento dos Impactos Ambientais.......................... 12 
4. REGISTRO FOTOGRÁFICO PANORÂMICO DA SITUAÇÃO ATUAL .................. 13 
5. ACERVO DOS PASSIVOS AMBIENTAIS IDENTIFICADOS ............................... 18 
6. APRESENTAÇÃO DO PAISAGISMO EXECUTADO ............................................ 21 
7. INSTALAÇÕES E ÁREAS DE APOIO ................................................................... 22 
7.1 UNIDADE INDUSTRIAL (USINA MÓVEL DE ASFALTO) .................................. 22 
7.2 ESCRITÓRIO .................................................................................................... 25 
7.3 PEDREIRAS E JAZIDAS .................................................................................. 26 
7.4 BOTA FORAS .................................................................................................. 31 
8. ATENDIMENTO ÀS RECOMENDAÇÕES E CONDICIONANTES QUE 
INTEGRAM AS LICENÇAS AMBIENTAIS ................................................................. 52 
8.1 Apresentação .................................................................................................... 52 
8.2 Programa de Controle de Processos Erosivos .................................................. 52 
8.3 Plano de Gestão dos Resíduos Sólidos da Construção Civil ............................. 57 
8.4 Programa de monitoramento de acidentes com fauna ....................................... 64 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
8.5 Programa de proteção a Flora ........................................................................... 67 
8.6 Programa de Paisagismo ................................................................................. 70 
8.7 Programa de Redução do desconforto e acidentes na fase de obras. .............. 72 
8.8 Programa de Controle do Material Particulado,Gases e Ruídos ........................ 74 
8.9 Programa de Segurança e Saúde da mão de Obra ........................................... 76 
8.10 Programa de Educação Ambiental .................................................................. 78 
8.11 Programa de Comunicação Social ................................................................ 102 
8.12 Programa de recuperação de áreas degradadas ........................................... 103 
8.13 Programa de Contingência e Emergência ..................................................... 112 
8.14 Programa de Monitoramento Arqueológico.................................................... 122 
8.15 Programa de Desmobilização do Canteiro de Obras ..................................... 123 
9. COMPENSAÇÃO AMBIENTAL ........................................................................ 126 
Objetivo Geral ......................................................................................................... 128 
Métodos utilizados .................................................................................................. 128 
CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES ....................................................................... 131 
10. Referencias Bibliográficas .......................................................................... 132 
11 ANEXOS.............................................................................................................. 134 
 
 
 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
1.1 Apresentação 
 Este relatório, denominado Relatório de Efetivo Cumprimento das Exigências e 
Condicionantes do Licenciamento, elaborado pelo Instituto Çarakura, aborda os 
serviços realizados, tendo por base os estudos ambientais e projetos aprovados, as 
recomendações e condicionantes que integram a Licença Ambiental de Instalação – 
LAI n° 6057/2011 (FATMA) entre outras autorizações, além da identificação de 
impactos ambientais não descritos nos estudos ambientais e nos programas 
ambientais na obra de reabilitação da Rodovia SC 253 - Trecho Imbuia e o 
entroncamento com a Rodovia SC 302, Rio dos Bugres. 
 O Relatório foi elaborado, assim como a execução das ações nele contidas, em 
parceria com o Instituto Çarakura , uma Organização da Sociedade Civil de Interesse 
Público (OSCIP), executado de acordo com o Contrato VC 003/2011 – 4490, firmado 
entre o Departamento Estadual de Infraestrutura – DEINFRA/SC e a 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda . 
 
Projeto de Engenharia Rodoviária da rodovia EXTRA PLANO, trecho: IMBUIA - ENT. 
SC-352. 
 
A extensão total da obra projetada é de 9.972,622 m. 
 
 
 
Engenheiro Sanitarista e Ambiental Richard Smith 
CREA/SC 107767-7 
INSTITUTO ÇARAKURA 
 
_________________________________ 
Engenheiro XXXXXXXXXXXXX 
CREA XXXXXXXXx 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda . 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
1.2 Mapa de Situação 
 
Figura 1 Mapa de situação da Rodovia SC-352 em Imbuia - Rio dos Bugres 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 2 Mapa de Localização da obra , coordenadas UTM de inicio do trecho: x655032 , y 
6958745 Fonte : Projeto Executivo elaborado pela IGUATEMI ConsultoriaTabela 1 Coordenadas UTM das extremas da obra 
PONTO COORD X Y 
EXTREMA próxima a IMBUIA (5+500) UTM 655032 6958745 
EXTREMA SC 352 UTM 650444 6953375 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
Gerência de Meio Ambiente - GEMAM/DEINFRA 
 
 
2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 
2.1 – Empreendedor 
Nome: Departamento Estadual de Infraestrutura – DEINFRA 
Endereço: Rua Tenente Silveira, 162 – centro – CEP 88010-300 – Florianópolis/ 
SC CNPJ: 05.510.080/0001-49 
 
2.2 – Empresa executora 
Nome: SULCATARINENSE – Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e 
Construções Ltda. 
Endereço: Estrada Geral de Tijucas, km 3,0, bairro Saudades – CEP – 88160-
000 – Biguaçu / SC. 
CNPJ: 76.614.254/0001-61 
 
2.3 – ONG executora dos programas ambientais 
Nome: INSTITUTO ÇARAKURA - IÇARA 
Endereço: Servidão Caminho da Costa, num. 333, bairro Ratones - CEP 88052- 
330 - Florianópolis / SC. 
CNPJ: 08.883.279/0001-00 
 
2.1 Características Técnicas 
 
 
Projeto: IGUATEMI - Consultoria e Serviços de Engenharia Ltda. 
 
Empreendedor: Departamento Estadual de Infraestrutura – DEINFRA 
Construtora: Sulcatarinense Mineração , Artefatos de Cimento , Britagem e Construção 
LTDA. 
 
Edital : VC 003/2011 – 4490 
Tipo : Reabilitação e Ampliação 
Número do Contrato : PJ.4490/2011 
Data da assinatura do Contrato : 01/07/2011 
 Número da Ordem de Serviço: não houve Ordem de Serviço, o próprio contrato já foi 
uma Ordem de Serviço. 
 Prazo de conclusão do serviço: 31/05/2014 (2ª Termo Aditivo, em anexo), porém 
houve uma Ordem de Paralisação em 02/05/2014, e uma Ordem de Reinício em 
01/10/2014, portanto o término da obra é 31/10/2014. 
 
 
 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
2.2 Equipe Técnica 
 
- Richard E. Smith – INSTITUTO ÇARAKURA 
Eng. Sanitarista e Ambiental – CREA/SC: 107767-7 
 
- Rodrigo Bicudo Merege – INSTITUTO ÇARAKURA 
Biólogo – CRBio: 88367/03 
 
- Júlio Dutra Niero – SULCATARINENSE 
Eng. Civil – CREA: 093455-1 
 
- Leandro Silva – SULCATARINENSE 
Eng. Civil – CREA: 092411-0 
 
- João Daniel T. S. Pires – SULCATARINENSE 
Eng. Sanitarista Ambiental – CREA: 096081-7 
 
2.3 – Autorizações e licenças ambientais 
 
2.3.1 – Licença Ambiental de Instalação – LAI 
 
N° do processo/FATMA: DIV/17374/CAV 
N° do parecer técnico: 032/2011 
N° da LAI: 6057/2011 
Atividade: Retificação e melhoria da rodovia 
Validade da LAI: 30 meses a partir de 06/Set/2011 
2.3.2 – Autorização de corte – AuC 
 
N° do processo/FATMA: VEG/55502/CRN 
N° do parecer técnico: 025/2011/GEAIA 
N° da AuC: 025/2011/GELAF 
Validade da AuC: 04/Set/2012 
 
 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
2.4 Justificativa do Empreendimento 
 O estado de Santa Catarina possui grande vocação para o desenvolvimento de 
diversas atividades produtivas, tais como a agricultura, indústria e o comércio. Em todos 
os setores transporte de mercadorias é um dos principais gargalos para o franco 
desenvolvimento da economia regional, influenciando diretamente em diversos aspectos. 
Dentre estes, destacam-se as alternativas locacionais das zonas industriais, que devem 
contar com infraestrutura que permita o escoamento da produção de maneira rápida e 
segura, fato que influencia diretamente no preço final do insumo produzido. Por isto, cada 
vez mais, grandes empresas tem demonstrado interesse em ampliar e melhorar a malha 
viária existente no estado para reduzir seus custos de transporte e tornarem-se mais 
competitivas no mercado. 
 Neste sentido, parceiras entre o setor público e privado tem sido muito bem vindas 
gerando arranjos institucionais e soluções para dificuldades antigas relacionadas à 
modernização do sistema viário em Santa Catarina e outras regiões do país. Um exemplo 
bem sucedido desse tipo de parceria foi “Projeto de Engenharia Rodoviária para Projetos 
De Reabilitação e Aumento da Capacidade Rodovia Estadual SC-352”, o qual foi 
gerenciado pelo Departamento de Infraestrutura do Estado de Santa Catarina (DEINFRA) 
e subsidiado pela Votoramtim Cimentos Brasil LTDA. 
 A área da Unidade Vidal Ramos da Votorantin localiza-se nos complexos das 
minas Bugre e Tigre, no município de Vidal Ramos, situado às margens da Rodovia SC-
427 que liga os Municípios de Vidal Ramos, Ituporanga, e Petrolândia. Por isto, a BR-
352 representa uma redução significativa no trajeto dos caminhões e carretas 
responsáveis pela logística de transporte desta empresa, proporcionando mais agilidade 
e menos desgaste nos equipamentos. 
 Ainda assim, tratando-se de uma rodovia estadual de domínio publico, sua 
reabilitação e ampliação beneficiam milhares de pessoas que passam a usufruir desta 
rodovia para diversos fins. Além disto, pode-se esperar um significativo incremento das 
atividades econômicas e comercias da região, uma vez que esta proporciona valorização 
das propriedades de seu entorno e gera a demanda por pontos comerciais, tais como 
postos de gasolina, mecânicas, restaurantes, etc. 
A preocupação com aspectos ambientais da obra iniciaram-se desde a fase de 
concepção do projeto básico e executivo do empreendimento, sendo produzido um 
mapeamento preliminar das áreas de APP’s e principais remanescentes florestais para 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
orientação dos projetistas. Porém, foi na etapa de Estudos de Impacto Ambientais (EIA) 
que houve um maior detalhamento do meio biótico, físico e socioeconômico da região. 
Nesta etapa também foram definidas as medidas mitigatórias e os programas de controle 
ambiental da obra, os quais foram cumpridos e documentados ao longo da execução da 
obra. O presente Relatório tem por objetivo sistematizar as medidas de controle 
ambiental e seus resultados, destacando também o enfoque especial com que alguns 
programas foram realizados, principalmente a educação ambiental e a recuperação de 
áreas degradas. 
 
2.5 Caracterização do empreendimento 
 
 O presente Relatório de Controle Ambiental – RCA, foi elaborado para 
atendimento a legislação vigente, legislação que será detalhada no próximo item do 
relatório. Trata-se de um documento contendo as medidas e controles ambientais 
adotados durante a realização da obra de reabilitação e ampliação da rodovia extra 
plano, trecho Imbuia - SC 352 , executada pela empresa SULCATARINENSE- 
Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. 
 A região em que a rodovia está inserida possui forte vocação agrícola e pecuária 
e por consequência , agroindustrial, tendo também se desenvolvido no setor de celulose 
e fumicultura ao longo das ultimas décadas. 
 Os serviços prestados foram firmados entre o DEINFRA e a Construtora 
Sulcatarinense M.A.C.B.C Ltda , através do contrato PJ-4490/2011, cujo objeto é a obra 
de reabilitação e ampliação de extensão total de 9.972,62 m. 
 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
3 MEDIDAS MITIGADORAS E DE CONTROLES AMBIENTAIS ADOTADOS 
3.1 Medidas Mitigadoras 
 A empresa contratada para a execução da obra observou os procedimentos e as 
recomendações socioambientais estabelecidos em uma série de documentos técnicos 
de referência do IBAMA, da FATMA, do DEINFRA, DNIT, entre outros, mas tem como 
base principal os três documentos descritos a seguir: 
(a) o Manual de Procedimentos Ambientais/2006 do DEINFRA, que apresenta no 
Capítulo 6 as orientações ambientais gerais para as empreiteiras que abrangem: (i) 
instalaçãoe operação de canteiros de obras; (ii) implantação, operação e desativação de 
usinas de britagem, concreto e asfalto; (iii) tratamento de efluentes; (iv) execução de 
obras temporárias; (v) execução de obras permanentes; e (vi) registros de ocorrências da 
obra. 
(b) os Projetos de Engenharia que especificam e detalham as medidas de proteção e 
recuperação ambiental . 
(c) os Editais do processo licitatório de contratação da construtora para execução das 
obras, o DEINFRA exige que a mesma assine a Declaração de Responsabilidade 
Ambiental que contempla as informações abaixo: 
Que conhece a legislação ambiental brasileira e do Governo Mutuário do Empréstimo, 
notadamente a relacionada às atividades objeto desta LPI (Lei Federal 6.938/81, Decreto 
Federal 99.274/90, Lei Federal 6.902/81, Decreto Estadual 14.250/81, Lei Estadual 
5.793/80, Lei Estadual 14.675/09, Resolução CONAMA 001/86, Resolução CONAMA 
237/97, Código Florestal Lei Federal 12.651/12, Decreto Federal 6.660/08, Lei Estadual 
9.428/94, Código das Águas - Decreto Federal 24.643/34, e entre outras, as Normas, 
Diretrizes e Manuais do DEINFRA: Manual de procedimentos Ambientais do DEINFRA, 
Instrução de Serviço IS-05 e Diretrizes Ambientais Gerais do DEINFRA, bem como as 
Diretrizes e Normas do DNIT, quando aplicáveis), e que: 
 
 Durante toda a obra foram executadas medidas no sentido de minimizar os 
impactos causados pela execução de serviços como: trilhas, caminhos de serviço e 
estradas de acesso, jazidas e caixas de empréstimo, canteiro de obras, laboratório, 
usinas de asfalto e de solos, efluentes e resíduos, serviços de terraplenagem, bota-foras, 
taludes de corte e de aterros, drenagem e pavimentação. 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 A componente ambiental contemplou ações envolvendo obras provisórias e 
definitivas de precaução e proteção ambiental, além do projeto de integração da Rodovia 
com o meio ambiente. Durante a execução dos serviços foram realizadas de maneira 
contínua ações de educação ambiental e comunicação social, além dos controles 
ambientais pertinentes. 
 
3.2 Monitoramento e Acompanhamento dos Impactos Ambientais 
 
 O acompanhamento e monitoramento dos impactos ambientais tem por objetivo o 
registro e a avaliação dos resultados de qualquer alteração, seja ela natural ou antrópica, 
na construção da Rodovia SC-352 e sua área de influência direta. Para tanto foram 
realizadas as seguintes ações. 
1.Avaliação periódica das condições ambientais dos componentes bióticos e abióticos; 
2. Acompanhamento e monitoraramento do funcionamento e a evolução dos fragmentos 
de floresta conservada nas proximidades da obra ; 
3. Acompanhamento e avaliação da evolução das características de uso e ocupação do 
solo na em torno da obra e seus impactos ambientais, propondo ações e medidas 
mitigadoras sempre que necessário. 
4. Acompanhamento e avaliação do cumprimento das condicionantes descritas na LAI 
6057/2011 propondo ações e medidas mitigadoras sempre que necessário. 
5. Foram realizadas vistorias periódicas nos lotes da obra nos eixos norte e leste, para 
identificação e caracterização de áreas críticas, com risco de erosão; e áreas com 
estrutura de solo instável em virtude de atividades de obras. Foram ainda instaladas 
medidas preventivas à formação de processos erosivos, de redução da velocidade da 
água e redirecionamento do escoamento superficial em áreas críticas e sensíveis 
identificadas. Também foi implantado o monitoramento das medidas adotadas para 
prevenção e controle dos processos erosivos. 
Algumas das medidas preventivas realizadas e descritas neste relatório 
são: 
 Implantação de barreira de siltagem como elemento provisório de proteção 
ambiental, durante as obras de terraplanagem, com o objetivo de inibir o 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
carregamento de sedimentos para a drenagem natural e outros locais 
indesejáveis. 
 Implantação de valas de drenagem e pequenas bacias de contenção para 
redução de acumulo na pista e áreas adjacentes. 
 Implantação de valas de drenagem para redução da erosão de sedimentos 
nas áreas de bota-fora com solo vulnerável; 
 Recobrimento de taludes e bota-fora com vegetação através de processos 
de hidrossemeadura com espécies de rápido crescimento, como: azevém 
(Lolium multiflorum), cornichão (Lotus corniculatus), festuca (Festuca 
arundinacea) e azevém hibrído (Lolium x Boucheanum); 
 Os procedimentos de hidrossemeadura estão relacionados ao Programa de 
Paisagismo, sendo assim o monitoramento desta ação está descrito neste item, 
apesar do efeito de controle de processos erosivos que a hidrossemeadura causa 
com a cobertura do solo exposto. 
 O Programa de Controle de Processos Erosivos realizou melhorias 
constantes para manter a integridade do solo no entorno da obra. As barreiras de 
siltagem foram ampliadas e as estacas refixadas, quando necessário as mantas 
geotêxteis são substituídas por novas ou retiradas quando não há mais a 
necessidade destas. 
 
 
 
 
4. REGISTRO FOTOGRÁFICO PANORÂMICO DA SITUAÇÃO ATUAL 
 
 O objetivo deste item é dar uma vista geral da obra depois de concluída , ele é 
estritamente expositivo , sendo as considerações técnicas e descrições reservados ao 
restante do relatório. 
 
 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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Figura 3 – Bota fora em recuperação passiva, KM 
5+900 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 4- Bota fora em utilização pelo proprietário 
,KM 6+300 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto 
Çarakura 
 
Figura 5 - Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 6+140 LE Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 6- Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 6+400 LE Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 7 – Drenagem na faixa de domínio ,KM 
6+360LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 8 Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 6+ 800 LD e LE Data:10/10/2014 
Fonte: Instituto Çarakura 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 9- Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 7 + 200 LE e LD Data:10/10/2014 
Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 10- Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 7+020 LD Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 11- Equipamento de escoamento superficial 
no KM 8 + 600 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto 
Çarakura 
 
Figura 12 - Equipamento de escoamento superficial 
no KM 9+850 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto 
Çarakura 
 
Figura 13 – Hidrossemeadura com alta taxa de 
sobrevivência e sarjeta no KM 7 + 700 LD 
Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 14– Hidrossemeadura com alta taxa de 
sobrevivência e sarjeta no KM 6 +800 LD 
Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
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Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 15– Sinalização definitiva no KM 10+850 LD 
Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 16 - - Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 11 +600 LD Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 17 - Equipamento de escoamento superficial 
no KM 8 + 300 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto 
Çarakura 
 
Figura 18-Vala de drenagem deterceiros em 
processo de recuperação KM6+700LE 
Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 19– Hidrossemeadura com boa taxa de 
sobrevivência e sarjeta no KM 11 + 900 LD 
Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 20 - Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, KM 11+000 LE e LD Data:10/10/2014 
Fonte: Instituto Çarakura 
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SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 21- Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, 7 +900 LD Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 22- Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme e sarjeta, 9 + 300 LD e LE Data:10/10/2014 
Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 23 10 + 080 LD Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 24- Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, 10 + 200 Data:10/10/2014 Fonte: Instituto 
Çarakura 
 
Figura 25 - Faixa de domínio com cobertura vegetal 
uniforme, 11 + 150 LD e LE Data:10/10/2014 
Fonte: Instituto Çarakura 
 
Figura 26 8 + 800 Data:10/10/2014 Fonte: Instituto 
Çarakura 
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SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 27 13 + 200 LD Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
Figura 28 13 + 300 LD Data:10/10/2014 Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
 
5. ACERVO DOS PASSIVOS AMBIENTAIS IDENTIFICADOS 
 O projeto de execução na Rodovia Extra Plano (trecho: Imbuia – Entrocamento 
SC 352) , intitulado “ PROJETO DE ENGENHARIA RODOVIÁRIA PARA PROJETOS DE 
REABILITAÇÃO E AUMENTO DA CAPACIDADE” , desenvolvido pela empresa “ 
IGUATEMI – Consultoria de Serviços e Engenharia Limitada” , de outubro de 2010, não 
identifica nenhum passivo ambiental. 
 Considerando que o projeto de engenharia da rodovia não contempla passivos 
ambientais, não foram considerados passivos anteriores a obra. No entanto, as ações de 
recuperação das áreas degradadas contemplam todos os passivos ambientais oriundos 
da obra da SC-352, com exceção do passivo no KM 12 + 900, foram executadas e estão 
descritas no Programa de Recuperação de Áreas Degradadas e demais programas, 
classificados de acordo com a sua origem. 
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 O passivo ambiental do KM 12 +900 , trata-se de um bota fora finalizado , que 
teve suas ações de recuperações interrompidas por imposição do proprietário. 
 
Figura 29 - Localização do Passivo Ambiental FONTE: Google Earth 
 
 Foram iniciados os procedimentos de recuperação do bota fora, tais como valas 
de drenagem "na crista", hidrossemeadura e a instalação de mantas geotêxteis. 
Procedimentos interrompidos pelo proprietário da área que com palavras de baixo calão 
impediu os funcionários de continuarem a recuperação. O senhor em questão, exclamou 
repetidamente que aquele local era uma propriedade particular e que não admitia 
colaboradores da empresa depositando material ou circulando. Tal ocorrência, segundo 
os colaboradores da SULCATARINENSE, foi motivada após estes irem perguntar sobre a 
disposição inadequada de resíduos da construção civil (Figuras 34 e 35), depositados no 
bota-fora e impossibilitando adequada restauração ambiental do local . 
 
 
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Figura 30.- - Àrea do bota fora em processo de 
recuperação , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura 
Data: 10/10/2014 
 
Figura 31 - Àrea do bota fora em processo de recuperação 
, KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
Figura 32 - Àrea do bota fora em processo de 
recuperação , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura 
Data: 10/10/2014 
 
Figura 33 - Àrea do bota fora em processo de recuperação 
, KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
Figura 34 – Deposição irregular de resíduos da 
construção civil , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura 
Data: 10/10/2014 
 
Figura 35 – Deposição irregular de resíduos da construção 
civil , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 
10/10/2014 
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 Por se tratar de um crime ambiental, impedindo a atuação da contratante, o 
Instituto Çarakura, representado na ocasião por Ary Hauffe, fez uma denúncia da 
situação em questão à Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA), sob o 
código de atendimento 2014034138 e número de atendimento: 19030/2014 como 
ilustra a figura a baixo. 
 
Figura 36 – Denúncia realizada pelo Instituto Çarakura , contra o impedimento de continuidade as ações de 
recuperação ambiental. 
 
6. APRESENTAÇÃO DO PAISAGISMO EXECUTADO 
 
 O projeto de execução na rodovia Extra Plano( trecho: Imbuia – Entrocamento SC 
352) , intitulado “ PROJETO DE ENGENHARIA RODOVIÁRIA PARA PROJETOS DE 
REABILITAÇÃO E AUMENTO DA CAPACIDADE” , desenvolvido pela empresa “ 
IGUATEMI – Consultoria de Serviços e Engenharia Limitada” , de outubro de 2010, não 
cita em nenhum momento o termo paisagismo. Somente se refere a ações de meio 
ambiente, limitadas em Recuperação de Bota Foras e Refúgio Lateral. Entretanto a 
empresa SULCATARINENSE e o INSTITUTO ÇARAKURA desenvolveram ações de 
paisagismo que vão além das consideradas no projeto executivo, todas estas ações 
estão descritas adiante no Programa de Paisagismo. 
 
 
 
 
 
 
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7. INSTALAÇÕES E ÁREAS DE APOIO 
 
 Para o desenvolvimento da obra foram necessárias diversas estruturas e áreas 
utilizadas como apoio logístico às diferentes etapas de impantação da mesma. A 
implantação das ações ambientais da Rodovia começa com a emissão Licença de 
Instalação (LAI), que indica as condicionantes ambientais da obra. Juntamente com a 
Licença de Instalação é emitida pelo órgão ambiental a Autorização de Corte de 
Vegetação (AuC) necessária para a supressão da vegetação nativa impactada pela obra. 
Para a obra em questão a o número da LAI é 6057/2011 e da AUc 025/2011. 
 Nas áreas de apoio , que agregaram aos canteiros de obra, foram utilizados os 
dispositivos de segurança previstos nas normas regulamentares do Ministério do 
Trabalho. 
 
7.1 UNIDADE INDUSTRIAL (USINA MÓVEL DE ASFALTO) 
 
 Para os trabalhos desenvolvidos nesta rodovia, a empreitera optou pela instalação 
de uma usina de produção de concreto asfáltico móvel, de propriedade da empresa. Esta 
usina compacta opera sobte chassi único, possuindo capacidade de produção instalada 
de 80 t/hora sendo abastecida por óleo diesel. A usina possui sistema de controle de 
emissão de particulados composto por ciclone recuperador de fios, exaustor e filtro de 
mangas. A usina em questão possui Licença Ambiental de Operação 7428/2011(Anexo), 
emitida em 19/10/2011 e válida por 48 meses, com base no processo de licenciamento 
IND/00769/CRF. 
 A usina móvel foi instalada as margens da rodovia Luis Bertolli, em frente ao 
entrocamento com a SC-352, em um terreno com 12.400,00 m². Uma das condicionantes 
para a validade da licença ambiental da referida usina é a apresentação de um 
documento emitido pela Prefeitura Municipal de Ituporanga, autorizando a instalação da 
usina, tal documento encontra-se em anexo. 
Tabela 2 Coordenadas UTM da Usina de Asfalto 
Local Coordenada E Coordenada N 
Usina de Asfalto 650397,49836953451,1426 
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Figura 37 . – Localização do Usina Móvel de Asfalto , latitude 27’32’’5,59°S e Longitude 49’28’’40,04°O 
 Localização da Usina Móvel de Asfalto em coordenadas UTM N6953451,1426 e 
E650397,4983. 
 Na unidade industrial o material oriundo da britagem era estocado em pequenos 
volumes, para posterior utilização nos misturadores para o preparo do CBUQ. Os 
caminhões carregados com o material se dirigiam até as frentes de trabalho, onde eram 
basculados e posteriormente retornavam a unidade para o novo carregamento. As 
imagens abaixo ilustram o funcionamento da unidade. 
 Durante a fase de execução da obra , a unidade industrial possuía controles 
ambientais rígidos, tais como sistema de exaustão e filtragem de material particulado 
junto a usina de asfalto, barreiras de siltagem com geotêxteis, nos pés de taludes, ações 
para controle dos processos erosivos, sinalização de advertência e controle de acessos, 
conforme ilustram as figuras abaixo. Durante o tempo, 13 meses ( NOV/2012 a 
DEZ/2013) ,em que esteve em funcionamento gerou um custo total, incluindo sua 
recuperação, de R$ 721.582,83 ( Planilha em anexo). 
 Após a utilização da área em que a usina estava instalada ela foi devolvida ao 
proprietário e o mesmo demonstrou interesse em utiliza-lá da forma atual e não autorizou 
o plantio de espécies arbóreas , visto que antes da instalação a área já era antropizada e 
sem processos ecológicos relevantes. 
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Figura 38. Usina de Asfalto. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (16/01/2013) 
 
Figura 39 - Unidade Industrial em funcionamento 
Data:27/11/2013 
 
Figura 40 Unidade Industrial em funcionamento 
Data:16/01/2014 
 
Figura 41. Usina de Asfalto. Local: Usina de Asfalto. 
Fonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) 
 
Figura 42. Local onde estava instalada a Usina de 
Fonte: Instituto Çarakura (21/08/2013) 
 
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7.2 ESCRITÓRIO 
 
Figura 43 – Localização do Escritório da SULCATARINENSE EM IMBUIA , latitude 27’29’’1,47°S e 
Longitude 49’25’’28,00°O 
 
 Para a organização exemplar de uma obra de infraestrutura se faz necessário o 
acompanhamento de profissionais de diversas áreas. Para propiciar as condições 
adequadas de trabalho a Sulcatarinense, instalou na cidade de Imbuía um escritório de 
apoio . 
 Durante toda a fase de construção o escritório da empresa Sulcatarinense ficou 
localizado na rua Antônio Carlos Konder Reis , numero 402 , centro de Imbuía. A sala 
comercial onde funcionava o escritório foi alugada pelo período que a empresa se fez 
presente na obra, sendo uma referência para comunidade local poder buscar cargos de 
trabalho na obra, realizar denúncias e pedidos em geral. Após o término da obra, o 
contrato de aluguel foi encerrado. 
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Figura 44. Entrada do escritório. Local: Imbuia. Fonte: Instituto Çarakura (08/11/2012) 
 
 Durante a desmobilização do escritório o proprietário do imóvel exigiu algumas 
ações de recuperação , como pintura, limpeza , troca de peças danificadas , 
contabilizando um custo total de R$ 1.800,00 (mil e oitoscentos reais), custo somente da 
desmobilização. 
 
 
 
7.3 PEDREIRAS E JAZIDAS 
 
Para fornecimento de material necessário às atividades de reabilitação da rodovia, 
contratos de fornecimento de material pétreo foram estabelecidos com duas unidades de 
extração mineral próximas à obra, sendo estas unidades destacadas na tabela: 
Tabela 3 - Fornecedores Material Pétreo 
Nome Unidade Município Unidade Classificação 
Santa Teresa Aurora/SC Britagem 
Rio do Ouro Vidal Ramos/SC Mineração 
 
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Unidade Santa Teresa 
O empreendedor BRITAGEM SANTA TERESA LTDA, CNPJ 05.909.258/0001-29, possui 
LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO (LAO) junto ao órgão ambiental competente 
(FATMA) para a atividade: BENEFICIAMENTO DE MINERAIS COM COMINUIÇÃO – 
BRITAGEM DE BASALTO. 
Estrutura Física 
O empreendimento tem por objetivo principal o beneficiamento de diabásico por 
comunição, e faz uso dos seguintes equipamentos: 
1 – Alimentador; 
2 – Britadores (primário, secundário, terciário); 
3 – Peneiras; 
4 – Conjunto de correias transportadoras; 
5 – Pulmão do terciário. 
Localização 
O endereço do empreendimento é: Localidade Santa Tereza, nº741, Bairro Santa Tereza, 
CEP 89186-000, localizado no município de Aurora/SC, mas precisamente nas 
coordenadas geográficas 27’21’’35,49°S e 49’36’’05,51°O. A área autorizada para 
mineração é de 4 hectares em um total de 36ha que possuí o terreno. 
 
Figura 45 Localização Britagem Santa Teresa Ltda, Latitude 27’21’’35,49°S e 
Longitude 49’36’’05,51°O 
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Licença Ambiental 
O empreendimento esta devidamente licenciado pelo órgão ambiental competente, 
Fundação do Meio Ambiente – FATMA em processo de licenciamento ambiental Nº 
IND/00138/CAV vinculado ao parecer técnico Nº 12133/2012 que concede ao 
empreendimento BRITAGEM SANTA TERESA LTDA a LICENÇA AMBIENTAL DE 
OPERAÇÃO - LAO Nº 9946/2012 emitida em 25 de Outubro de 2012 com validade até 
25 de Outubro de 2016. 
Programas Ambientais 
Para garantia da LAO as responsabilidades do empreendedor são: 
1 – Confinamento de saída do material britado, visando a redução do espalhamento da poeira 
fugitiva. Umedecimento do material no alimentador diminuindo a propagação de poeiras. 
2 – Quanto a emissão de ruídos. Área isolada e horário de funcionamento não implica na rotina da 
vizinhança quanto a emissão sonora; 
3 – Águas pluviais, sistema de escoamento em valas e destinação a lagoa de decantação; 
4 – Resíduos sólidos; separados em pontos de coleta seletiva de materiais. 
 
A unidade de britagem em questão processa mensalmente 2000 m³. 
Resumo 
Tabela 4 - Resumo do Empreendimento 
Empreendimento Localização 
Licença Ambiental de Operação 
Nº Emissão Validade 
BRITAGEM SANTA TERESA 
LTDA 
Aurora/SC 9946/2012 25/10/2012 25/10/2016 
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Unidade Rio do Ouro 
O empreendedor MINERAÇÃO RIO DO OURO LTDA, CNPJ 78.266.566/0001-57 possui 
LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO (LAO) junto ao órgão ambiental competente 
(FATMA) para a atividade: BENEFICIAMENTO DE MINERAIS COM COMINUIÇÃO – 
BENEFICIAMENTO DE ROCHA CALCÁRIA. 
Estrutura Física 
O empreendimento tem por objetivo principal o beneficiamento de rocha calcária por 
comunição, e faz uso dos seguintes equipamentos: 
1 – Britadores (primário, secundário); 
2 – Moagem; 
3 – Pátio de estocagem; 
 
Localização 
O endereço do empreendimento é: Rodovia BR 429, SN, Ribeirão dos Bugres, CEP 
88.443.000, localizado no município de Vidal Ramos/SC, mas precisamente nas 
coordenadas geográficas UTM X 663800 Y 697250. 
 
Figura 46 Localização da Mineração Rio do Ouro Ltda,coordenadas geográficas 
UTM X 663800 Y 697250. 
 
 
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Licença Ambiental 
O empreendimento esta devidamente licenciado pelo órgão ambiental competente, 
Fundação do Meio Ambiente – FATMA em processo de licenciamento ambiental Nº 
IND/50863/CAV vinculado ao parecer técnico Nº 2948/2012 que concede ao 
empreendimento MINERAÇÃO RIO DO OURO LTDA a LICENÇA AMBIENTAL DE 
OPERAÇÃO - LAO Nº 3076/2012 emitida em 12 de Abril de 2012 com validade até 12 de 
Abril de 2016. 
 
Programas Ambientais 
Para garantia da LAO é responsabilidades do empreendedor: 
1 – Controle de processos erosivos e de assoreamento; 
2 – Melhoria no transito, com adequação dos acessos através de execução de rótulas, 
acostamentos, a ser desenvolvido com o DEINFRA; 
3 – Programa de monitoramento da contaminação e controle das águas pluviais (drenagem), com 
o objetivo de verificar o carreamento acidental de óleos e graxas e verificar a eficiência dos 
sistemas de sedimentação de solo; 
4 – Controle das emissões de poeiras fugitivas, através da aspersão de água com dutos 
direcionados para umectação direta nas calhas de transporte do material britado, peneiras e 
transferências de correias transportadoras. Também está previsto a umectação das vias e do pátio 
interno através de caminhões pipa. Também será implantado cortina verde no perímetro do 
estabelecimento, com espécies nativas da microbacia do Rio Itajaí-Mirim. 
As jazidas utilizadas na obra são exclusivamente comerciais .O transporte do material adquirido 
junto as duas jazidas foi realizado por veículos próprios da Sulcatarinense até a área industrial ou 
trechos de aplicação direta da rodovia SC-352, nos casos de rachões e outros matérias utilizados 
como sub-base, base , drenagem etc. 
 
A unidade de mineração em questão processa mensalmente 5000 m³. 
 
 
 
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Resumo 
Tabela 5 - Resumo do Empreendimento 
Empreendimento Localização 
Licença Ambiental de Operação 
Nº Emissão Validade 
MINERAÇÃO RIO DO OURO 
LTDA 
Vidal 
Ramos/SC 
3076/2012 12/04/2012 12/04/2016 
 
 
 As jazidas utilizadas na obra são exclusivamente comerciais .O transporte do 
material adquirido junto as duas jazidas foi realizado por veículos próprios da 
Sulcatarinense até a área industrial ou trechos de aplicação direta da rodovia SC-352, 
nos casos de rachões e outros matérias utilizados como sub-base, base , drenagem etc. 
 
 
 
7.4 BOTA FORAS 
 
 O manejo de resíduos inertes exige, por princípio, estabelecer orientações para a 
correta disposição dos rejeitos gerados nas obras rodoviárias . As medidas realizadas 
neste item tiveram por objetivo o atendimento a legislação ambintal ( Resolução 
CONAMA 06/1998, Resolução CONAMA 307/2003), observada a classificação da NBR 
10.004-ABNT- Resíduos Sólidos . 
 Segundo a classificação da NBR 10.004 os resíduos inertes são considerados 
como classe III e definidos como: “Quaisquer resíduos que , quando solubilizados em 
água, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações 
superiores aos padrões de potabilidade da água, exceto em relação aos padrões de 
aspecto , cor , turbidez e sabor “. 
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 Tendo em vista a necessidade de dispor de um local adequado ao deposito de 
resíduos inertes, oriundos da frente de terraplanagem, a empresa viabilizou a 
implantação de uma série de bota foras as margens da rodovia , a maior parte deles na 
faixa de domínio. Estes bota foras fora da faixa de domínio possuem termo de 
comprovação da prefeitura, termo de aceitação e autorização do proprietário ( Anexo). 
 A seguir a tabela de controle geral de bota foras e em seguida a descrição 
detalhada de cada um deles . 
 
Tabela 6 Localização e proprietários dos Bota-foras 
N° Proprietário Área ( m²) Volume (m³) Km Coordenadas 
1 
Valmir 
Stenheuiser 
6700 13400 5+850 LE 
27’29’’17,17°S , 
49’25’’45,48°O 
2 Silvestre Allein 1700 3530 6+140 LE 
27’29’’22,64°S, 
49’25’’38,38°O 
3 Osmildo Rangel 6900 12200 6+360 LE 
27’29’’32,52°S , 
49’25’’45,78°O) 
4 Nelson Allein 12000 2500 7+500 LD 
27’30’’17,41°S , 
49’26’’15,00°O 
5 
Edenalte 
Ferreira 
4100 8200 8+320 LE 
27’30’’33,84°S , 
49’26’’46,71°O 
6 Lucilene Goedert 190 380 9+380 LD 
27’30’’47,57°S , 
49’26’’58,42°O 
7 Amiltom Pereira 800 1100 500+360 
27’30’’54,63°S , 
49’27’’27,15°O 
8 
Celio Antonio 
Goedert 
1400 1900 11+900 LD 
27’30’’50,50°S 
49’27’’26,97°O 
9 
Osvaldir 
Rodrigues 
300 390 12+900 LD 
27’31’’17,02°S 
49’28’’17,67°O 
10 Alma Borges 20300 17850 12+900 LD 
27’31’’41,57°S 
49’28’’29,89°O 
 
Bota fora 01 
 O bota fora ocupa uma área de 6700 m² , na propriedade de Valmir Stenheuiser, 
próximo ao Km 5+850, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de 
materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados 
cerca de 13400 m ³ de material durante a execução da obra. 
33 
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Figura 47 Localização do bota fora 01 , latitude 27’29’’17,17°S e Longitude 49’25’’45,48°O 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
 
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Figura 48 Propriedade Sr. Valmir Steinheuser. 
Km 5+850 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) 
 
 
Figura 49 Propriedade Sr. Valmir Steinheuser Km 
5+850 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) 
 
Figura 50 Propriedade Sr. Valmir Steinheuser 
Km 5+850 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (13/02/2013) 
 
Figura 51 Propriedade Sr. Osmildo Rangel 
Km 6+360 LE. Fonte: Instituto Çarakura. 
(13/02/2013) 
 
Figura 52 – Bota-fora 5+850, em fevereiro de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 14/02/2013 
 
Figura 53 – Bota-fora 5+850, em outubro de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 07/10/2013 
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Figura 54 – Bota-fora 5+850, em outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi 
aplicada a hidrossemeadura , as valas de crista e o manejo para valorização das 
espécies nativas. 
 
Bota fora 02 
 
 O bota fora ocupa uma área de 1700m² , na propriedade de Silvestre Allein, 
próximo ao Km 6+140, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de 
materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados 
cerca de 3530m ³ de material durante a execução da obra. 
 
36 
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Figura 55 Localização do bota fora , latitude 27’29’’22,64°S e Longitude 49’25’’38,38°O 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislaçãovigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
 
Figura 56 Bota-fora 6+140, em outubro de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 04/10/2013 
 
Figura 57 Bota-fora 6+140, em outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi 
aplicada a hidrossemeadura periodicamente. 
 
37 
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Bota fora 03 
 O bota fora ocupa uma área de 6900 m² , nas terras de Osmildo Rangel, próximo 
ao Km 6+140, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais 
oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 
12200 m ³ de material durante a execução da obra. 
 
 
Figura 58 Localização bota fora 03 , latitude 27’29’’32,52°S e Longitude 49’25’’45,78°O) 
 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
38 
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Figura 59 Bota-fora 6+360, em Fevereiro de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 14/02/2013 
 
Figura 60 Bota-fora 6+360, em Outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão o 
proprietário transformou o bota fora em área de cultivo agrícola. 
 
Bota fora 04 
 O bota fora ocupa uma área de 12000 m² , na propriedade de Nelson Allein, 
próximo ao Km 7+500, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de 
materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados 
cerca de 25000 m ³ de material durante a execução da obra. 
39 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 61 Localização bota fora 04 , latitude 27’30’’17,41°S e Longitude 49’26’’15,00°O) 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
 
Figura 62 Bota-fora 7+500, em Abril de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/04/2013 
 
Figura 63 Bota-fora 7+500, em Outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
 
40 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora 
utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi 
aplicada hidrossemeadura na área a ser recuperada. 
 
Bota fora 5 
O bota fora ocupa uma área de 4100 m² , na propriedade de Edenalte Ferreira, próximo 
ao Km 8+320, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais 
oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 
8200 m ³ de material durante a execução da obra. 
 
 
Figura 64 Localização bota fora 05 , latitude 27’30’’33,84°S e Longitude 49’26’’46,71°O) 
 
 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
41 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 65 Bota-fora 8+320, em Abril de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2013 
 
Figura 66 Bota-fora 8+320, em Outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi 
aplicada hidrossemeadura no talude e feita valas de crista na superfície . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
42 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
Bota fora 06 
O bota fora ocupa uma área de 190 m² , na propriedade de Lucilene Goedert, próximo ao 
Km 9+380, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos 
das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 380m ³ de 
material durante a execução da obra. 
 
 
Figura 67 Localização bota fora 06 , latitude 27’30’’47,57°S e Longitude 49’26’’58,42°O) 
 
Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
43 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 68 Bota-fora 9+320, fica fora da faixa de 
domínio oque dificulta o acesso em Abril de 2013 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2013 
 
Figura 69 Bota-fora 9+320, fica fora da faixa de domínio oque 
dificulta o acesso em Abril de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 
12/04/2013 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora 
em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva ,natural . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
Bota fora 7 
O bota fora ocupa uma área de 800 m² , na propriedade de Amiltom Pereira, próximo ao 
Km 500+350 que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos 
das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 1100 m ³ 
de material durante a execução da obra 
 
 
Figura 70 Localização bota fora 07 , latitude 27’30’’54,63°S e Longitude 49’27’’27,15°O) 
 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
 
45 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 71 Bota-fora fica fora da faixa de domínio em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 
10/102014 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora 
em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva, também 
chamada de natural . 
 
Bota fora 8 
O bota fora ocupa uma área de 800 m² , nas terras de Celio Antonio Goedert, próximo ao 
Km 11+900 , localidadede vista alegre, que autorizou o uso de seu terreno para a 
destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. 
Foram destinados cerca de 1100 m ³ de material durante a execução da obra 
46 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 72 Localização bota fora 08 , latitude 27’30’’50,50°S e Longitude 49’27’’26,97°O) 
 
 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
 
Figura 73 Bota-fora 10+900 , em Abril de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2014 
 
Figura 74 Bota-fora 10+900 , em Outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota 
fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora 
em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva ,natural . 
47 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
Bota fora 09 
O bota fora ocupa uma área de 300 m² , na propriedade de Osvaldir Rodrigues, próximo 
ao Km 12+500 que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais 
oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 
390 m ³ de material durante a execução da obra. 
 
 
Figura 75 Localização bota fora 09 , latitude 27’31’’17,02°S e Longitude 49’28’’17,67°O) 
 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. 
48 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 76 Bota-fora 12+500 , em Abril de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2014 
 
Figura 77 Bota-fora 12+500 , em Outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora 
utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora em 
questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva , também conhecida 
como recuperação natural . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
49 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
Bota fora 10 
 O bota fora ocupa uma área de 20300 m² , nas terras de Alma Borges, próximo 
ao Km 12+900 , localidade de ilha grande, que autorizou o uso de seu terreno para a 
destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. 
Foram destinados cerca de 17850 m ³ de material durante a execução da obra. 
 
 
Figura 78 Localização bota fora 10 , latitude 27’31’’41,57°S e Longitude 49’28’’29,89°O) 
 Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava 
alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de 
uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi 
escolhida como bota-fora. Durante o processo de encerramento a GEMAM/DEINFRA 
notificou a empresa Sulcatarinense pela falta de algumas ações , no bota fora em 
questão, o Instituto Çarakura em parceria executaram as medidas de contenção dos 
processos erosivos. Foram feitos canais , hidrossemeadura e plantado espécies que tem 
um crescimento do rizoma acelerado para poder fixar o solo , como pode ser visto nas 
fotos a seguir 
 
50 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 79Bota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 
Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
Figura 80 Bota-fora KM 12+900 , em Outubro de 
2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 
 
Figura 81. Bota-fora no KM 12+900 , em Outubro de 
2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 
10/10/2014 
 
Figura 82 Bota-fora KM 12+900 , em Outubro 
de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 
10/10/2014 
 
 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, houve 
uma tentativa de recuperar o bota fora 10 , porém os proprietários do imóvel não 
autorizaram que os equipamentos e funcionários da Sulcatarinense entrassem no local 
novamente. Na última saída a campo foi constatado que o local está recebendo resíduos 
da construção civil ilegalmente(Fotos). Para tanto o Instituto Çarakura protocolou uma 
denúncia na FATMA (Anexo ), para que a mesma se posicione com a situação. 
51 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
A denúncia está protocolada com o número de atendimento 19030/2014 , e a chave de 
consulta 74807. 
 
 
Figura 83 Resíduos da construção civil no ota-fora KM 
12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura 
Data: 10/10/2014 
 
Figura 84 Resíduos da construção civil no ota-fora 
KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto 
Çarakura Data: 10/10/2014 
 
Figura 85 Resíduos da construção civil no ota-fora KM 
12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura 
Data: 10/10/2014 
 
 
Figura 86 Resíduos da construção civil no ota-fora 
KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto 
Çarakura Data: 10/10/2014 
 
 
 
 
 
52 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
8. ATENDIMENTO ÀS RECOMENDAÇÕES E CONDICIONANTES QUE 
INTEGRAM AS LICENÇAS AMBIENTAIS 
 
8.1 Apresentação 
 Nesta seção é apresentada a situação dos programas e planos ambientais 
constantes na Licença Ambiental de Instalação - LAI, n° 6057/2011. Os itens a seguir 
demonstram cada programa/plano ambiental que foi executado na obra. 
8.2 Programa de Controle de Processos Erosivos 
 
O Programa de Controle de Processos Erosivos estabeleceu ações operacionais 
preventivas e corretivas destinadas a promover o controle dos processos erosivos 
decorrentes a execução da obra, e evitar problemas de desestabilização nas áreas de 
exploração de materiais de construção e bota-fora, áreas de canteiros de obras, dentre 
outras. 
 
Objetivo 
 
Este programa procurou identificar e caracterizar as áreas naturalmente 
suscetíveis à erosão e aquelas que poderão sofrer processos erosivos em decorrência 
das atividades da obra. Também busca apresentar medidas para estabilização das áreas 
fragilizadas e a prevenção de novas ocorrências. 
 
 
Procedimentos metodológicos 
 
 No inicio da obra foram implantadas medidas e dispositivos de prevenção, que na 
fase final a principal ação era monitoramento do conjunto de condicionantes que 
influenciam na efetividade das ações realizadas. O monitoramento do programa é 
apoiado por inspeções visuais, com registros dos principais locais de possível ocorrência 
de processos erosivos. 
Foram realizadas vistorias periódicas nos lotes de obras dos eixos norte e leste, 
para identificação e caracterização de áreas críticas, com risco de erosão; e áreas com 
estrutura de solo instável em virtude de atividades de obras. Foram ainda instaladas 
53 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do LicenciamentoSULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
medidas preventivas à formação de processos erosivos, de redução da velocidade da 
água e redirecionamento do escoamento superficial em áreas críticas e sensíveis 
identificadas. Também foi implantado o monitoramento das medidas adotadas para 
prevenção e controle dos processos erosivos. 
As medidas preventivas iniciadas e que estão em fase de monitoramento e 
manutenção são: 
 Implantação de barreira de siltagem como elemento provisório de proteção 
ambiental, durante as obras de terraplanagem, com o objetivo de inibir o 
carregamento de sedimentos para a drenagem natural e outros locais 
indesejáveis. 
 Implantação de valas de drenagem para redução da erosão de sedimentos nas 
áreas de bota-fora com solo vulnerável ; 
 Recobrimento de taludes e bota-fora com vegetação através de processos de 
hidrossemeadura com espécies de rápido crescimento, como: azevém (Lolium 
multiflorum), cornichão (Lotus corniculatus), festuca (Festuca arundinacea) e 
azevém hibrído (Lolium x Boucheanum); 
 Os procedimentos de hidrossemeadura estão relacionados ao Programa de 
Paisagismo , sendo assim o monitoramento desta ação está descrito neste Programa. 
 O Programa realizou melhorias para manter a integridade do solo no entorno da 
obra. As barreiras de siltagem foram ampliadas e as estacas refixadas, quando 
necessário as mantas geotêxteis são substituídas por novas ou retiradas. 
 
 
Figura 87. Drenagem da rodovia . Local: Km 
8+000. Fonte: Instituto Çarakura. (27/03/2013) 
 
Figura 88. Drenagem em construção . Local: 
Km 6+800 Fonte: Instituto Çarakura. (17/05/2013) 
54 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 91. Drenagem da rodovia . Local: Km 
11+200. Fonte: Instituto Çarakura. (10/10/2014) 
 
Figura 92. Drenagem em construção . Local: 
Km 12+300 Fonte: Instituto Çarakura. 
(23/07/2014) 
 
 
 
Figura 89. Drenagem da rodovia e barreira de 
siltagem . Local: Km 8+200. Fonte: Instituto 
Çarakura. (23/07/2014) 
 
Figura 90. Drenagem em construção . Local: Km 
10+000 Fonte: Instituto Çarakura. (23/07/2013) 
55 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 Como medidas recomendadas na notificação 06/2014 GEMAM , foi solicitada a 
limpeza das sarjetas em trechos de menor declividade , onde o acumulo de material é maior. 
 
 
 
Figura 95. Desobstrução da drenagem da rodovia . 
Local: Km 11+360. Fonte: Instituto Çarakura. 
Data:10/10/2014) 
 
Figura 96. Drenagem em manutenção. Local: Km 
11+360 Fonte: Instituto Çarakura(10/10/2014) 
 
Figura 93. Desobstrução da renagem da rodovia. Local: 
Km 8+200. Fonte: Instituto Çarakura. Data: 23/07/2013) 
 
Figura 94. Drenagem em manutenção . Local: Km 
8+800 Fonte: Instituto Çarakura. Data:23/07/2013 
56 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 97. Desobstrução da drenagem da rodovia . 
Local: Km 10+260. Fonte: Instituto Çarakura. 
Data:10/10/2014 
 
Figura 98. Drenagem em manutenção. Local: Km 
6+660 Fonte: Instituto Çarakura Data:10/10/2014 
 
Figura 99 Cronograma Semestral de atividades do programa de constrole de processos erosivos Fonte: Instituto Çarakura 
 Acima está o cronograma de atividades desenvolvidas pelo Instituto Çarakura e a 
Sulcatarinense, para o controle dos processos erosivos, as atividades eram 
desenvolvidas em ciclos de 6 meses e os ciclos se repetiram durante a obra . 
 
 
 
 
 
57 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
8.3 Plano de Gestão dos Resíduos Sólidos da Construção Civil 
 
 A Gestão de Resíduos Sólidos é regulamentada pela Política Nacional de 
Resíduos Sólidos, Lei nº 12.305/2010. Outro marco importante é a NBR 10.004 da ABNT, 
atualizada em 2004, organizando os resíduos em classes: 
 
Classe 1 – Perigosos 
Classe 2 – Não Perigosos 
Classe 2A – Não inertes (Não perigosos) 
Classe 2B – Inertes (Não perigosos) 
 
 O Programa de Gestão dos Resíduos Sólidos iniciou seus trabalhos identificando 
quais os principais pontos geradores de resíduos na obra e qual a situação neste trimestre 
(Dez, Jan e Fev). Os principais pontos geradores de resíduos são: 
1) Sede administrativa da obra no centro de Imbuia; 
2) Laboratório de análises técnicas da obra; 
3) Residência dos funcionários da SULCATARINENSE; 
4) Usina de asfalto; 
5) Ao longo do trecho da obra; 
 
 Foram identificados e constatados nos pontos geradores quatro classificações de 
resíduos sólidos. Quanto à origem a classificação divide-se em resíduos domésticos e 
resíduos da construção civil. Quanto à periculosidade existem resíduos perigosos e 
resíduos não perigosos. 
 
 Resíduos domésticos (não perigosos) 
 
 Os resíduos domésticos foram encontrados principalmente na sede administrativa 
da obra, no laboratório de análises técnicas, na residência dos funcionários, na usina de 
asfalto e ao longo do trecho da obra. 
 Por meio do diagnóstico qualitativo dos resíduos da obra constatou-se que os principais 
resíduos domésticos gerados nos pontos citados foram recicláveis e rejeitos, havendo 
pouca geração de resíduos orgânicos. Os resíduos recicláveis que foram mais 
encontrados: papel, cartuchos de tinta, plásticos, vidro, latas, madeiras (lenha e toras), 
caixarias, mantas geotêxteis. Os rejeitos que foram mais frequentes: marmita usada, 
58 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
plástico laminado, chicletes, curativos, entre outros. Para a separação e destinação correta 
dos resíduos nos pontos geradores, foram instalados 4 contentores (Figuras 13 e 14), de 
240L com adesivos identificáveis (Figura 12) para os resíduos recicláveis, sendo 2 
instalados em residências de funcionários, 1 na Usina de Asfalto e 1 no Laboratório . 
 
 
 
 A destinação correta dos resíduos recicláveis foi garantida pela parceria firmada 
com o Centro de Triagem – Comércio de Sucata Dois Irmãos (Figuras 15 e 16), 
CNPJ:05.494.047/0001-72, sob a responsabilidade de Elton Luis Machado. Todo o resíduo 
reciclável coletado é encaminhado ao centro, onde é realizada a triagem, a prensa e a 
quantificação dos resíduos recicláveis. No centro o resíduo reciclável é separado em 
alumínio, papel, plástico e vidro e posteriormente em subtipos de plástico, papel, papelão, 
etc. Com isso, pode-se prensar em fardos, pesar o material e encaminhar para indústria de 
reciclagem, gerando renda para a comunidade. Atualmente, o galpão está em processo de 
renovação da LAO com a FATMA. Para formalizar a parceria foi fornecida uma declaração 
de funcionamento, a qual segue em ANEXO a este relatório. 
 
 
 
 
Figura 100. Contentor de Rejeitos. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (22/02/2013) 
 
Figura 101. Contentor de Rejeitos e Resíduos 
Recicláveis. Local: Residência dos funcionários. Fonte: 
Instituto Çarakura. (14/02/2013) 
 
 
 
59 
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SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 102. Contentor de Resíduos Recicláveis. Local: 
Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. 
(14/02/2014) 
 
Figura 103. Contentor de Resíduos Recicláveis. Local: 
Laboratório. Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) 
 
Figura 104. Centro de Triagem de Resíduos 
Recicláveis. Local: Comérciode Sucata Dois Irmãos-
IMBUIA. Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) 
 
Figura 105. Separação de resíduos no Centro de 
Triagem. Local: Comércio de Sucata Dois Irmãos-
IMBUIA. Fonte: Instituto Çarakura (14/02/2014) 
 
 Foi identificada a ausência de lixeiras/contentores de rejeitos, os quais foram 
sobras de qualquer processo que não pode ser reaproveitado, devendo ser encaminhados 
para aterros sanitários, tais como resíduos do banheiro. Assim, foram instalados 
contentores para a separação correta deste tipo de resíduo no escritório, no laboratório, na 
usina de asfalto e na residência dos funcionários, sendo todo este material coletado pela 
Prefeitura de Imbuia, tendo como destino final o aterro sanitário localizado em Brusque. 
60 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
 
Figura 106. Contentor de Rejeitos. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (22/02/2013) 
 
Figura 107. Contentor de Rejeitos e Resíduos 
Recicláveis. Local: Residência dos funcionários. Fonte: 
Instituto Çarakura. (10/02/2013) 
 Para garantir a separação correta dos resíduos foi realizado um diálogo com todos 
os colaboradores que trabalham na obra.O dialogo tratou sobre a importância da 
separação dos resíduos, forneceu informações sobre as classes a qual pertence cada tipo 
de resíduo e o destino que eles terão. Mais detalhes são descritos no Programa de 
Educação Ambiental. 
 O monitoramento realizado 1 semana após a implantação dos contentores (22/02) 
demonstrou que as orientações haviam sido eficientes, pois todos os contentores 
apresentaram-se com a separação correta dos resíduos. A inspeção dos resíduos 
continuará sendo realizada nas próximas semanas com vistas a garantir a efetividade 
desta ação. 
 
Figura 108. Resíduos Recicláveis devidamente separados. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (22/02/2013) 
 
 No dia 14 de fevereiro de 2013 foi realizada novamente uma coleta dos resíduos 
lançados por automóveis na via, sendo encontradas principalmente latas, embalagens 
61 
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plásticas e tecidos. Todos os resíduos foram entregues ao Centro de Triagem para 
separação e reciclagem. 
 
Figura 109. Coleta de resíduos lançados por 
automóveis na via. Local: LD Km 6+900. Fonte: 
Instituto Çarakura. Data:13/02/2013) 
 
Figura 110. Resíduos recicláveis coletados.Local: LD 
Km 6+900.Fonte: Instituto Çarakura Data: 13/02/2013 
 
 
Resíduos perigosos 
1) Usina de asfalto. 
 Os principais resíduos perigosos encontrados na usina de asfalto foram 
recipientes plásticos e metálicos contaminados com: cal, emulsão asfáltica, asfalto diluído 
de petróleo ( CM30) , cimento asfáltico (CAP) e óleo diesel. Os resíduos perigosos 
atualmente foram levados pelo comboio da SULCATARINENSE, (LAO 066/2006, em 
anexo) até a matriz em Biguaçu, de onde foram recolhidos pela empresa Ecoficiência 
(LAO6372/2011, em anexo). 
 Para regularizar o condicionamento temporário dos resíduos perigosos, 
provenientes das atividades da usina de asfalto, foi construído um espaço coberto e 
impermeabilizado com aproximadamente 3m x 6m para a deposição temporária de 
recipientes contaminados. Este espaço foi devidamente identificado e está sendo utilizado 
de forma adequada pelos funcionários. 
62 
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Figura 111. Área exclusiva para resíduos perigosos. 
Local: Usina de asfalto. Fonte: Instituto 
Çarakura.Data:08/11/2012) 
 
Figura 112. Ao lado esquerdo da casa, área 
escolhida para locação dos resíduos inertes 
gerados. Local: Usina de asfalto. Fonte: Instituto 
Çarakura.Data:08/11/2012) 
 
Figura 113. Instalação de Placa Resíduos Perigosos. 
Local: Usina de Asfalto.Fonte: Instituto Çarakura. 
Data: 16/01/2013) 
 
Figura 114. Placa Resíduos Perigosos.Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura Data:16/01/2013 
 
 Os resíduos perigosos gerados na obra foram encaminhados ao destino final com 
o apoio da empresa ECOEFICIÊNCIA , parceira da SULCATARINENSE, especializada na 
gestão e gerenciamento de resíduos sólidos. 
 
 Resíduos Inertes 
 
 A central de armazenamento de resíduos inertes ficou localizada na Usina de 
Asfalto ao lado da Central de Perigosos, em locais em que foi constatada a geração de 
inertes foi instalados contentores para seu recolhimento. 
63 
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. 
Figura 115. Local para acondicionamento dos resíduos reciclaveis gerados na obra. Fonte: Instituto ÇaraKura 
(27/03/2013) 
 
 
 
Figura 116 Cronograma semestral de atividades do Programa de Resíduos Sólidos 
 
 Acima está o cronograma de atividades desenvolvidas pelo Instituto Çarakura e a 
Sulcatarinense, para o programa de gestão de resíduos sólidos, as atividades eram 
desenvolvidas em ciclos de 6 meses e os ciclos se repetiram durante a obra . 
 
 
 
 
 
 
64 
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8.4 Programa de monitoramento de acidentes com fauna 
 
 Neste relatório consta o monitoramento do impacto ambiental das questões 
relacionadas à proteção da fauna contra possíveis atropelamentos dentro das 
atividades de implantação de obras de retificação e melhoria da rodovia localizada 
entre a SC-302 (Rio dos Bugres) e a SC 352 (Imbuia), no município de Imbuia, 
Santa Catarina, SC. Esse monitoramento buscou direcionar a adoção de medidas 
preventivas, promovendo ações e estratégias conservacionistas e educativas. 
 
Objetivos 
 
Identificar trechos da rodovia em implantação que apresentam alta mortalidade de 
animais silvestres; 
 Avaliar a influência de fatores bióticos e abióticos nos atropelamentos; 
 Indicar as medidas de mitigação necessárias para os trechos identificados 
como críticos para atropelamento de fauna silvestre; 
 
 
Área de estudo 
 
O início das atividades se deu em meados do mês de Outubro de 2012, a 
primeira etapa foi de planejamento e definição do cronograma de atividades. O 
percurso da estrada em implantação foi dividido em 3 trechos para facilitar o 
monitoramento. 
 
Amostragem 
 
As campanhas de amostragem foram realizadas semanalmente, de carro, 
por uma equipe de 2 observadores. Os trechos foram percorridos a uma 
velocidade de 40 km/h. Todos os animais encontrados têm o registro do Km onde 
aconteceu o atropelamento. Os animais foram identificados, quando possível, até 
o nível de espécie e é realizado o registro fotográfico. As carcaças dos animais 
foram sempre retiradas da pista para evitar possível recontagem. 
65 
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Análise dos dados 
 
Para a definição dos pontos críticos de atropelamento, foi utilizado um 
índice proposto por Bager e Rosa (2010), denominado Índice de Hierarquização 
(IH), cujo cálculo se baseia em quatro parâmetros: riqueza de espécies alvo 
(definidas pelos autores), diversidade total de espécies atropeladas, taxa de 
atropelamento de espécies alvo e presença de espécies ameaçadas. Para a 
definição do IH dos trechos monitorados, nos 2 primeiros meses foram definidas 
09 espécies-alvo sendo quatro mamíferos, cinco répteis. A definição das espécies 
foi baseada nas espécies definidas por Bager e Rosa (2010), por se tratar de umaárea no sul do Brasil. As espécies alvo são: Leopardus wiedii; Lontra longicaudis; 
Myocastor coypus; Didelphis albiventris; Lutreolina crassicaudata; Helicops 
infrataeniatus; Trachemys dorbigni; Phrynops hilarii e Acanthochelys spixii. Devido 
a não ocorrência do felino Leopardus geoffroyi na área de estudo essa espécie foi 
substituída por Leopardus wiedii que consta na lista do IBAMA (2003) de espécies 
ameaçadas de extinção no Brasil 
Para a definição dos coeficientes de avaliação dos parâmetros do IH 
(exceto ocorrência de espécies ameaçadas), utilizou-se o 1º, o 2º e o 3º quartis 
dos dados obtidos diferentes de zero como limites entre as faixas de avaliação 
(Tabela 4). Para taxa de atropelamento de espécies alvo ([abundância das 
espécies alvo no quilômetro/quilometragem percorrida]*100) e para diversidade 
total de espécies alvo utilizou-se o índice de Shannon, conforme recomendado 
por Bager e Rosa (2010). 
 O percurso total da rodovia foi dividida em 3 trechos que estão delimitados 
da seguinte maneira: 
 Trecho 1 do Km 5 + 500 até o Km 7 + 000 (UTM 655051, 6958757 até 
UTM 654638, 6956794) 
 Trecho 2 a partir do Km 7 + 000 até o Km 10 + 100 (UTM 651777, 
6955293) 
 Trecho 3 a partir do Km 10 + 100 até o Km 14 + 400 (UTM 650472, 
6953439) no final da rodovia. 
66 
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Tabela 7. Coeficientes estabelecidos para cada parâmetro do índice de hierarquização 
 
 
Os trechos foram analisados individualmente e a soma dos pontos obtidos 
para cada um dos parâmetros é o IH do trecho. Obtidos os índices para cada 
trecho, classificou-se os mesmos da seguinte forma: a) Trechos de impacto de 
magnitude desprezível – IH menor ou igual a 1; b) Trechos de impacto de 
magnitude baixa – IH entre 2 e 4; c) Trechos de impacto de magnitude média – 
IH entre 5 e 8; e d) Trechos de impacto de magnitude significante ou Pontos 
Críticos de Atropelamento – IH maior ou igual a 9. 
 
Resultados 
 Durante a obra foram realizadas 69 dias de monitoramento nos quais todo 
o trecho foi percorrido nos períodos matutino e vespertino. Durante as campanhas 
de campo foi localizada algumas carcaças de animais atropelados. 
 
Figura 117 - Animal encontrado. Local: KM 8+000. Fonte: Instituto ÇaraKura. (27/08/2013) 
 
Riqueza 
(espécies alvo)
Taxa de 
atropelamento 
(espécies alvo)
Diversidade
(Índice de Shannon)
Ocorrência de 
espécies 
ameaçadas
0 <1 <1,89 <0,89 0 espécies
1 1 ou 2 entre 1,89 e 2,82 entre 0,9 e 1,23 km adjacente
2 3 ou 4 entre 2,83 e 4,71 entre 1,24 e 1,57 1 espécie
3 5 ou mais >4,71 >1,57 2 espécies
PARÂMETROS
PONTOS 
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Abaixo segue uma tabela com os resultados do monitoramento. Podemos 
constatar que o trecho 2 (Km 7+000 até 10+100) é o local com o maior número de 
acidentes com a fauna, incluindo diversos animais domésticos. Este trecho é o 
mais frequentemente utilizado pela população em geral e tem uma circulação 
grande de veículos. Os condutores dos veículos nem sempre respeitam a 
sinalização e por vezes a equipe de monitoramento já observou carros em alta 
velocidade, apesar da sinalização móvel utilizada pela equipe de segurança da 
SULCATARINENSE. 
 
 Ao longo do período foram colocadas placas sinalizadoras, informativas e demais 
intervenções cabíveis nos trechos da rodovia para mitigar e prevenir os acidentes. As 
placas de sinalização específicas para prevenção de acidentes de fauna não foram 
instaladas devido ao processo de pavimentação não ter sido realizado em sua totalidade 
conforme explicitado no relatório anterior. 
 Em relação a definição da necessidade ou não de passa fauna nos trechos 3 só 
poderá ser feita qualquer inferência após a finalização do monitoramento, em posse dos 
resultados da analise estatística dos dados. 
Em relação aos trechos que estavam bloqueados, mas foram reabertos o 
monitoramento poderá ocorrer a partir desse momento com as situações reais da rodovia 
e será possível definir as demandas desse trechos em relação a placas e demais 
intervenções. 
 
 
8.5 Programa de proteção a Flora 
Este programa tem como objetivo minimizar os danos gerados pelo corte e/ou 
supressão de cobertura vegetal autorizada para execução das obras nas áreas direta e 
indiretamente afetadas, como por exemplo, a faixa de domínio da rodovia e vias de 
serviços. 
 A supressão da cobertura vegetal foi legalizada conforme autorização de Corte - 
AuC n° 025/2011/GELAF (em anexo), sendo que os limites definidos pelo projeto 
executivo da obra, bem como autorizados pela FATMA, foram devidamente demarcados 
pela equipe de topografia da empresa, antes do início das intervenções. 
68 
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 Para compensar a cobertura vegetal suprimida foram promovidas atividades de 
recomposição vegetal em áreas destinadas a recuperação, através da utilização de 
espécies nativas de ocorrência na região, como a Araucária. 
 
 
 
Figura 118 - Área de preservação permanente em recuperação. Local: Usina de Asfalto Fonte: 
Instituto Çarakura 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O total de mudas nativas plantadas será realizado de acordo com a 
supressão da vegetação, em área equivalente a desmatada (24.400,00 m²) nas 
obras, conforme preconiza a legislação. 
 
69 
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Figura 119. Área de preservação permanente em recuperação antes e depois da colocação da cerca 
protetora. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
 
 Buscando enriquecer o terreno da APP da usina de asfalto, foram 
realizadas, em janeiro de 2013, duas transposições de solo. Para Reis et al. 
(2003), esta é uma alternativa interessante, pois permite resgatar a micro, a meso 
e a macro fauna/flora do solo. Como por exemplo, sementes, propágulos, 
microrganismos, fungos, bactérias, minhocas, algas, etc. O autor ainda salienta 
que a função básica desta técnica é a inserção de espécies herbáceo-arbustivas 
pioneiras. Estas ao se desenvolverem, atraem a fauna consumidora (herbívoros, 
polinizadores e dispersores de sementes), bem como prepara o ambiente para os 
seres subsequentes. 
 
Figura 120 - Coleta do solo. Local: Usina de Asfalto 
Fonte: Instituto Çarakura Data: 16/01/2013 
 
Figura 121 - Transposição do solo. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura Data :16/01/2013 
70 
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Figura 122 - Transposição do solo. Local: Usina de 
Asfalto 
Fonte: Instituto Çarakura (16/01/2013) 
 
Figura 123 - Detalhe de uma das 2 
transposições do solo. Local: Usina de Asfalto. 
Fonte: Instituto Çarakura (16/01/2013) 
 
 
8.6 Programa de Paisagismo 
A implantação de uma estrada de rodagem pode causar um grande 
número de impactos ambientais, com repercussões diretas no sistema da 
natureza – fauna, flora, corpos hidrícos. No trecho em questão, por tratar-se em 
grande parte de uma rodovia já existente, a paisagem ao longo de seu percurso já 
sofreu inúmeras alterações por ações antrópicas, estando portanto bastante 
descaracterizada. 
Este programa tem como diretriz básica a integração da rodovia com o 
meio ambiente. O programa de paisagismo iniciou com o intuito de atenuar os 
impactos causados pelas obras e harmonizar a estradacom as áreas adjacentes. 
O monitoramento das ações deste programa está apoiado essencialmente por 
inspeções visuais, com registros dos principais locais de verificação. 
 Uma das medidas realizadas periodicamente para o controle de erosão e 
também com cunho paisagístico foi a revegetação de taludes através da 
metodologia de hidrossemeadura. A hidrossemeadura tem como principal função 
a proteção do solo contra processos favoráveis à erosão, servindo de escudo 
contra a ação de intempéries (sol, chuva, ventos, etc.). 
71 
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 A análise em campo demonstrou que a hidrossemeadura continua com 
bom desenvolvimento em grande parte dos trechos em que foi implantada. Uma 
dificuldade encontrada foram as baixas temperaturas do inverno na região, assim 
nem todos os taludes onde foi feito o reforço da hidrossemeadura estão com 
recobrimento de vegetação satisfatório. Assim não foi possível iniciar o plantio de 
espécies vegetais nativas nos taludes por contas das dificuldades climáticas, 
sendo que após consulta com a secretária municipal de meio ambiente foi 
aconselhado que esses plantios sejam realizados após o mês de Agosto, pois 
esse em teoria é o último mês de intenso frio. 
As figuras a seguir são referentes ao monitoramento realizado no período 
de Junho a outubro de 2014. O monitoramento da hidrossemeadura é realizado em 
todo o trecho durante cada visita a campo e sempre que necessário é realizado o 
reforço da aplicação por empresa contratada pela SULCATARINENSE. 
 
 
Figura 124. Hidrossemeadura Km 6+620. Fonte 
Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 
 
Figura 125. Hidrossemeadura Km 7+690 1. Fonte Instituto 
ÇaraKura. Data: 10/10/2014 
72 
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Figura 126. Hidrossemeadura Km 8+600 LE. Fonte 
Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 
 
Figura 127. Hidrossemeadura Km 10+800 LD e LE. 
Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 
 
Figura 128. Hidrossemeadura Km 8+900 LE. Fonte 
Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 
 
Figura 129. Hidrossemeadura Km 8+300 LE. Fonte 
Instituto ÇaraKura. Data: 21/08/2014 
 
 
 
8.7 Programa de Redução do desconforto e acidentes na fase de obras. 
 
 Este programa determina as medidas e formas de atuação que contribuem com a 
redução do desconforto provocado pelas diversas atividades inerentes à obra (tráfego de 
veículos e movimentação e operação de máquinas, interrupção do tráfego, introdução de 
desvios e implantação de novos acessos) e pelos eventuais acidentes que porventura 
envolvam veículos e pessoas, durante o período de implantação da rodovia. 
 Estão vinculados ao programa procedimentos relacionados à sinalização, desvios 
de tráfego e instalação provisória de dispositivos, tais como: cerquites, tapumes e 
73 
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barreiras devidamente sinalizadas, incluindo elementos de iluminação para alerta 
noturno. O principal objetivo é a prevenção de acidentes e a remediação de possíveis 
transtornos aos moradores e transeuntes. 
 Para cumprir com os requisitos deste programa foram adotadas as seguintes 
medidas: 
 Utilização de placas de sinalização provisória ; 
 Comunicação direta aos moradores quando da execução de atividades, como, por 
exemplo, detonações de rochas; 
 Sinalização sonora nos veículos de grande porte quando da marcha a ré; 
 Desvio de tráfego; 
 Controle sonoro e poluidor de máquinas e caminhões; 
 Uso de lonas em caminhões de transporte de areia, brita, solo e cimento. 
 O desenvolvimento das atividades da obra transcorre dentro do período normal de 
trabalho, das 7:00 às 18:00 horas, com intervalo para refeições e descanso, entre outros. 
 O monitoramento constante do trecho apontou que a manutenção e conservação 
da sinalização empregada estão em condições satisfatórias. Além disso, é realizado 
constantemente o controle da regulagem e da velocidade de operação dos equipamentos 
e veículos empregados na obra. Os trabalhadores encarregados dos serviços de maior 
responsabilidade recebem treinamento (com reciclagem), com o objetivo de orientar e 
promover a conscientização dos conceitos ambientais e de segurança do trabalho. O 
monitoramento do programa está sendo mantido através da verificação visual e registro 
das condições físicas dos dispositivos de sinalização (vertical, horizontal, canalização e 
de segurança) e das demais ações previstas. 
 
 
Figura 130. Placa indicando movimentação de 
caminhões. Local: Próximo ao Laboratório Km 9 + 
800. Fonte: Instituto Çarakura (10/10/2014) 
 
Figura 131. Placa indicando movimentação de 
caminhões. Local: Km 7+920. Fonte: Instituto Çarakura. 
(03/04/2013) 
74 
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Figura 132. Placa de desvio. Local: Km 9+100. 
Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013) 
 
Figura 133. Placa de velocidade máxima. Local: Km 
11+250. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2014) 
 
8.8 Programa de Controle do Material Particulado,Gases e Ruídos 
 
Durante a execução da obra estima-se um aumento nos níveis de emissão de 
ruídos, poeiras e gases, desde a mobilização de equipamentos até a conclusão 
das obras, principalmente quando do desenvolvimento de atividades que 
envolvam terraplanagem, aterros, exploração de jazidas, pedreiras, britagens, 
usinas de asfalto, transporte de material (emissões fugitivas), além da emissão de 
gases pelo escapamento dos veículos. Assim, o presente programa define como 
deverá ser realizado o planejamento e a implementação de medidas de controle, 
visando reduzir a emissão dos poluentes atmosféricos e sonoros. 
 Os materiais particulados em geral são formados por poeira devido ao 
tráfego de veículos pesados sobre estradas não pavimentadas, pelo transporte de 
materiais sem a devida proteção, detonações e perfuração de rochas, pedreiras, 
processos de britagem, etc. Consideram-se gases os produtos emitidos pelos 
escapamentos dos veículos, principalmente os de grande porte que são movidos 
a óleo diesel e são os mais utilizados nas obras, máquinas e equipamentos que 
utilizam combustíveis fósseis, processo de usinagem de asfalto, etc. Já os ruídos, 
em geral, são gerados pelo uso de veículos de transporte, pela operação das 
máquinas de grande porte, por detonações e perfurações de rochas. 
 As medidas de controle que foram executadas na obra : 
75 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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 Uso de lonas como proteção das caçambas dos caminhões de transporte, 
evitando-se a emissão da poeira em suspensão sobre o material transportado ; 
 Manutenção periódica dos motores e escapamentos dos veículos, 
máquinas e equipamentos para que minimize a emissão de gases; 
 Utilização de caminhões pipa, quando necessário, para umidificar as vias 
de acesso e desvios de tráfego, para evitar a suspensão de poeira ; 
 Utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), tipo protetores 
auriculares, protetor de concha (abafadores), óculos e máscaras pelos 
colaboradores que atuam nas operações diretamente afetadas por ruídos, poeiras 
e gases; 
 Manutenção de escapamentos com silencioso e tampa do motor para o 
controle de ruídos de máquinas e caminhões; 
 Lavagens periódicas dos equipamentos e veículos, minimizando a 
quantidade de sedimentos transportados para as vias; 
 
Figura134. Caminhões com lona de 
proteção.Fonte: Instituto Çarakura (05/02/2014) 
 
Figura 135. Caminhão pipa pulverizando a 
estrada.Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) 
 O controle de ruídos é realizado mensalmente, seguindo normas e 
orientações da NBR 10151. As medições realizadas desde outubro de 2012, 
demonstraram que os ruídos das máquinas e equipamentos utilizados estão 
dentro do limite de tolerância de 85 decibéis, caracterizando-se como um impacto 
médio, provisório, aleatório e reversível. A medição foi realizada seguindo 
diferentes horários, considerando os momentos de pico de trabalho no trecho da 
obra. A análise das tabelas demonstra que mesmo quando da utilização de mais 
de uma máquina concomitantemente, os decibéis mantiveram-se dentro dos 
limites aceitáveis. 
76 
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8.9 Programa de Segurança e Saúde da mão de Obra 
 
Este programa estabelece procedimentos e diretrizes para monitoramento, 
minimização ou controle dos efeitos adversos decorrentes dos impactos 
ambientais que serão gerados durante a execução das obras que porventura 
venham afetar as condições de saúde dos trabalhadores e das populações da 
área de influência direta do projeto. 
A SULCATARINENSE mantém estreita e rigorosa observância, do que 
dispõe a legislação pertinente ao assunto, fundamentalmente à Lei nº. 6.514 de 
22/12/1977, que altera o capítulo V do título II da CLT, relativo à Segurança e 
Medicina do Trabalho – bem como da Portaria nº. 3.214 de 08/08/1978 do 
Ministério do Trabalho, que aprova as Normas Regulamentadoras - NR. 
Foram desenvolvidos, além de outros procedimentos definidos no Programa, 
as atividades necessárias ao atendimento de todo o elenco de disposições 
constantes na legislação pertinente à Segurança e Medicina do Trabalho, entre as 
quais destacando-se as seguintes NRs: 
 NR-4 – A empresa executora SULCATARINENSE Mineração, Artefatos de 
Cimento, Britagem e Construções Ltda., conta com um SESMT instalado 
na matriz, em Biguaçu, contemplando um Médico do Trabalho, um 
Engenheiro de Segurança do Trabalho, uma Técnica em Enfermagem do 
Trabalho e em cada obra, itinerante ou não, um Técnico de Segurança do 
Trabalho. Na obra de Imbuia um Técnico de Segurança trata dos 
cumprimentos de todas as normas técnicas sobre Segurança e Medicina 
do Trabalho. Ainda conta com equipe de auxiliares na sinalização e 
colocação de placas, cones, telas e delineadores. 
 NR-5 – O número de trabalhadores da obra não contempla número de 
funcionários previstos para a formação de uma CIPA, entretanto, a 
empresa executora indica o Técnico de Segurança como representante 
legal para a orientação e cumprimento dos requisitos desta NR, inclusive 
fiscalizando as terceirizadas; 
 
 NR-6 – Equipamentos de Proteção Individual (figura 41) foram distribuídos 
pelo Técnico de segurança do Trabalho, o qual tem a sua disposição um 
77 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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almoxarifado próprio e as fichas de EPI, onde anota as entregas e 
devoluções firmadas pela assinatura do funcionário que o recebe. As fichas 
descrevem Nome do funcionário, cargo, função, matrícula, nome do EPI, 
data de entrega, C.A. do material, Devolução, data de devolução. 
 NR-7 – O programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), 
está sob responsabilidade do Médico de Trabalho e é desenvolvido na 
empresa através dos seguintes complementos que o definem: 
o Exames admissionais: feito na empresa pelo Médico do Trabalho, 
teste de audiometria, exames específicos de espirometria, raio x, 
com liberação do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO); 
o Exames periódicos com todos os funcionários, no vencimento de um 
ano na função; 
o Exames de mudança de função; 
o Exames de Retorno ao Trabalho; 
o Exames demissionais; e 
o Realização de campanhas de vacinas obrigatórias. 
 NR-9 e NR-18 – A Norma Regulamentadora NR-9 é substituída pelo 
Programa de Gerenciamento de Riscos, PGR – encontra-se disponível na 
matriz da executora. Não obstante, a executora mantém em seu canteiro 
de obras, o PCMAT - NR-18 (Programa das Condições do Meio Ambiente 
de Trabalho) que detalha as etapas de atendimento. Este programa é 
implementado através de DDS, (diálogos diários de acidentes), ordens de 
serviço, orientações de riscos de acidentes, informações para uso correto 
dos EPIs, entre outros. 
 NR-12 – Para o cumprimento desta NR, o Técnico de Segurança verifica as 
condições de trabalho das máquinas e equipamentos, verifica sinais 
sonoros de marcha à ré e disponibiliza aos funcionários treinamentos 
adequados de segurança para uso dos EPIs. Estes treinamentos foram 
registrados e arquivados no departamento de segurança da obra. 
 
 NR-15 e NR-16 – As atividades e operações insalubres e perigosas foram 
gerenciadas através do PGR e a vistoria é feita pelo Engenheiro de 
Segurança na obra. Para minimizar estas condições foram entregues EPIs 
78 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
adequados e indicados para cada função, além do pagamento do adicional 
de insalubridade e/ ou periculosidade, conforme o caso. 
 NR-17 – A Norma regulamentadora para ergonomia é devidamente 
acompanhada dentro do processo de trabalho, com correções de postura 
no uso de máquinas e equipamentos, conforme o estudo de caso. 
 NR-19 – Quanto às atividades que tratam da utilização de explosivos, 
realizada pela empresa DINACON, especializada em recursos, dispositivos 
e técnicas de desmonte de rochas que minimizam os riscos de acidentes e 
desconforto por ruídos, poeiras e gases, fica sob sua supervisão as 
tratativas fundamentais deste assunto, cabendo à executora apenas o 
acompanhamento dos processos através de seu técnico de segurança. 
 NR- 21 – Regulamenta os trabalhos a céu aberto. 
 NR- 26 – A sinalização de segurança que trata esta NR, é pertinente às 
cores para placas de transporte de produtos perigosos, rotulagem 
preventiva, canalizações industriais, corpo de máquinas, na prevenção de 
acidentes, identificando equipamentos de segurança, delimitando áreas e 
advertências contra riscos. Neste caso a empresa executora, através de 
seu técnico de segurança, busca diariamente sinalizar a obra com placas 
visíveis de instrução, cerca com telas eventuais buracos, valas, obstruções 
de pista e outros. 
 
8.10 Programa de Educação Ambiental 
 
 
 As ações deste Programa serão realizadas visando a integração com funcionários da 
SULCATARINENSE e comunidade com as causas ambientais relevantes da região. Além 
disso, é fundamental o apoio da EA para garantir a efetividade de outros programas 
ambientais definidos na LAO que sejam pertinentes ao tema. 
 O programa de educação ambiental está sendo executado conforme o 
estabelecido na Instrução Normativa 02, de março de 2012 do Instituto Brasileiro do Meio 
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Essa instrução normativa 
estabelece as bases técnicas para programas de educação ambiental, apresentados 
79 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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como medidas mitigadoras ou compensatórias, em cumprimento às condicionantes das 
licenças ambientais emitidas pelo órgão ambiental. As ações deste programa serão 
divididas em dois componentes que são compostos por diferentes projetos e ações. Um 
componente é voltado aos colaboradores e outro à comunidade da cidade de IMBUIA. 
 
Identificação dos grupos sociais 
 
 O programa de educaçãoambiental da obra de Imbuia identificou que o 
principal grupo social afetado diretamente pelo empreendimento foram as famílias 
de agricultores da região. Indiretamente todo o município é afetado, contudo a 
equipe do Instituto Çarakura tem articulado ações para mitigar tais impactos. 
 
Justificativa para a escolha dos grupos sociais 
 
 Os critérios de escolha dos grupos sociais trabalhados baseou-se na 
capacidade técnica da equipe do Instituto ÇaraKura e na viabilidade de realização 
das atividades com determinado grupo social. Após análise ficou definido que as 
ações tem foco nos estudantes filhos dos agricultores e os professores da Escola 
Estadual Frei Manoel Philipi com objetivo de sensibilizar esses grupos para a 
questão da preservação e também inserir a temática da educação ambiental 
como componente curricular no planejamento pedagógico dos professores. 
 O trabalho com os agricultores será realizado em parceria com a secretária 
do meio ambiente e agricultura de Imbuia na forma de um curso de produção de 
alimentos orgânicos, que será ministrado no dia 06 de Junho pelo Engenheiro 
Agrônomo e presidente do Instituto Çarakura, Sr. Percy Ney. 
 
Procedimentos metodológicos 
 
 Os projetos de educação ambiental que estão sendo aplicado em Imbuia 
constituem de intervenções coordenadas com os professores, a direção da escola 
e a coordenação pedagógica. Os temas a serem abordados foram previamente 
definidos entre a equipe do IÇARA e os professores com a supervisão da direção 
e da coordenação pedagógica da escola, após o planejamento as atividades 
80 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
foram revisadas e os professores podem introduzir o tema escolhido na sala de 
aula. 
 Em outro momento ocorre a intervenção da equipe do IÇARA através de 
palestras, dinâmicas e oficinas. Essa intervenção é utilizada como base para o 
professor desenvolver outras atividades em sala. Atualmente a equipe do IÇARA 
tem trabalhado com 4 turmas de alunos do 4° e 6° ano do ensino fundamental, 
além das turmas a equipe também presta suporte aos professores de ciências do 
6° ano e os professores do ensino básico do 4° ano. 
 Com o objetivo de expandir o público atendido pelas atividades está sendo 
programada para o Mês de Junho a comemoração da Semana do Meio Ambiente 
na Escola Estadual Frei Manoel Philipi. Durante esse evento, a ser realizado nos 
dias 5, 6 e 7 de Junho, ocorreram apresentações artísticas, oficinas, palestras, 
cursos e demais atividades lúdicas e formais a serem descritas no próximo 
relatório. 
 
 A etapa de planejamento com os professores e a secretária de educação 
foi iniciada no dia 14 de Fevereiro conforme consta no relatório anterior. Após 
essa primeira aproximação foram realizadas mais 2 reuniões, uma com os 
professores da Escola Estadual Frei Manoel Philipi (Figura 85) e outra com a 
Secretaria municipal de educação para a apresentação da proposta pedagógica e 
a solicitação de autorização para realizar as intervenções na escola (figuras 82 e 
83). Foi definido que as intervenções aconteceram no auditório da escola (Figura 
84). 
 
81 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 136. Reunião com professoras e coordenação 
pedagógica da Escola Frei Manoel Philipi. Fonte: 
Instituto Çarakura (14/03/2013) 
 
Figura 137. . Reunião com secretaria de educação e 
representante da secretaria de agricultura do município 
de Imbuia. Fonte: Instituto Çarakura (14/03/2013) 
 
 
Figura 138. Auditório da Escola. Fonte: Instituto 
Çarakura (14/03/2013) 
 
Figura 139. Sede da Escola. Fonte: Instituto Çarakura 
(14/03/2013) 
 
 
 
 Após a realização das reuniões e com o planejamento inicial definido a 
equipe do Içara agendou a primeira intervenção para o dia 10 de Abril. A 
programação da intervenção foi definida da seguinte maneira: 
 Manhã: Oficina sobre Fauna com foco nos animais ameaçados de extinção 
e apresentando os resultados do programa de monitoramento de fauna 
para duas turmas do 6° ano. Inicio as 07:30h com duração de 1:15h. 
82 
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 Manhã: Oficina sobre o ciclo da água com a turma do 4° ano. Inicio as 
10:30h com duração de 1:15h. 
 Tarde: Oficina sobre Fauna com foco nos animais ameaçados de extinção 
e apresentando os resultados do programa de monitoramento de fauna 
para duas turmas do 6° ano. Inicio as 13:30h com duração de 1:15h. 
 Tarde: Oficina sobre o ciclo da água com a turma do 4° ano. Inicio as 
15:30h com duração de 1:15h. 
 
 As atividades da oficina de Fauna foram programadas da seguinte maneira: 
Apresentação dos Engenheiros responsáveis pela obra Sr. Julio Niero e Sr. 
Leandro (figura 86). Após essa breve apresentação segue uma exibição de Slides 
com informações sobre animais ameaçados e características da fauna local 
ameaçada de extinção (figura 87). Apresentação de um vídeo de 5 minutos com o 
registro de um Leão Baio (Puma concolor) no município de Urubici durante a 
madrugada. Dinâmica em grupo com a temática da fauna local, a dinâmica 
consiste em distribuir aos alunos um papel com o nome de algum animal (tatu, 
cascavel, etc.) os alunos recebem o papel com o nome do animal e sem usar a 
fala e através de expressão corporal, sons e mímicas eles devem imitar o animal 
que receberam e devem ainda encontrar o outro aluno que recebeu o papel com o 
mesmo nome de animal (figuras 88 à 91) 
 Essa dinâmica permite aos alunos pensar de maneiras diferentes e 
criativas sobre o hábito e demais características do animal que ele recebeu e 
estimula a interação entre os alunos no momento de descobrir quem é o seu par. 
A atividade foi repetida com os alunos das 2 turmas de 6° ano do período da 
tarde. 
 
83 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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Figura 140. Apresentação dos gestores da Obra Sr. Julio 
Niero e Sr. Leandro. Local: Escola Manoel Philippi. 
Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). 
 
Figura 141. Exibição de Slides sobre Fauna. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(10/04/2013). 
 
 
Figura 142. Distribuição dos animais da dinâmica. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(10/04/2013). 
 
Figura 143. Desenrolar da atividade. Local: Escola 
Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). 
 
84 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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Figura 144. Alunos apresentando quais os animais que a 
dupla estava imitando, nesse caso era o macaco bugio. 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(10/04/2013). 
 
Figura 145. Alunos apresentando quais os animais que a 
dupla estava imitando, nesse caso era o Pica Pau 
campeiro. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (10/04/2013). 
 
 
 Para a realização da oficina sobre o ciclo da água com as 2 turmas do 4° 
ano do período da manhã foi elaborada uma exibição e slides com conteúdo 
adaptado a faixa etária dos alunos e com conteúdo sobre as principais 
características do ciclo da água e as suas etapas. Após a apresentação foi 
realizada a dinâmica do ciclo da água onde os alunos representaram os 
elementos que compõe o ciclo da água e fizeram uma encenação do processo 
onde uma gota de água percorre todos os elementos: mar, nuvem, chuva, rio, 
mata ciliar, lençol freático e novamente para o mar (figuras 92 à 95)). O objetivoda atividade é fixar o conteúdo tratado na aula expositiva e tornar possível ao 
aluno compreender a complexidade e interligações do ciclo da água. A oficina foi 
repetida com a turma do 4° ano do período da tarde. 
 
85 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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Figura 146. Alunos do 4° ano do período da manhã. 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (10/04/2013). 
 
Figura 147. Encenação do ciclo da água. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(10/04/2013). 
 
 
Figura 148. Encenação do ciclo da água. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(10/04/2013). 
 
Figura 149. Encenação do ciclo da água. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(10/04/2013). 
 
86 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
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Figura 150. Alunos do 4° ano do período da tarde. 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (10/04/2013). 
 
Figura 151. Alunos do 4° ano do período da tarde. 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (10/04/2013). 
 
A segunda intervenção aconteceu no dia 23 de Abril, a temática definida 
para ser tratada com as 4 turmas do 6° ano foi a de Flora e com as 2 turmas do 4° 
ano foi a poluição e o desperdício da água. A programação da intervenção foi 
definida da seguinte maneira: 
 
• Manhã: Oficina sobre Flora com foco nas plantas ameaçadas de extinção e 
apresentando a lenda da erva mate e um vídeo para duas turmas do 6° ano. 
Inicio as 07:30h com duração de 1:15h. 
• Manhã: Oficina sobre poluição e desperdício de água com a turma do 4° 
ano. Inicio as 10:30h com duração de 1:15h. 
• Tarde: Oficina sobre Flora com foco nas plantas ameaçadas de extinção e 
apresentando a lenda da erva mate e um vídeo para duas turmas do 6° ano. 
Inicio as 13:30h com duração de 1:15h. 
• Tarde: Oficina sobre poluição e desperdício de água com a turma do 4° ano. 
Inicio as 15:30h com duração de 1:15h. 
 
 A metodologia definida para tratar da temática da Flora foi a seguinte: 
exibição de slides mostrando a enorme diversidade da Flora da mata atlântica e a 
abundância de espécies vegetais endêmicas e ameaçadas de extinção. Em 
seguida os alunos assistiram um episódio do seriado "Um pé de que" do canal 
futura, esse episódio tratava da espécie vegetal Ocotea porosa a popular Imbuia 
que é a árvore símbolo de Estado de Santa Catarina e da nome ao município. 
87 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 152. Apresentação sobre flora com as 2 
turmas do 6° ano do período da manhã. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
Figura 153. Apresentação sobre flora com as 2 
turmas do 6° ano do período da tarde. Local: Escola 
Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
 
Figura 154. Orientação para a realização da 
dinâmica com as 2 turmas do 6° ano do período da 
manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: 
Instituto Çarakura (23/04/2013). 
 
Figura 155. Orientação para a realização da 
dinâmica com as 2 turmas do 6° ano do período da 
tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
88 
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SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 156. Dupla de protetores da natureza 
"revivendo" uma árvore de Imbuia representada pela 
aluna. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
 
Figura 157. Alunos em atividade. Local: Escola 
Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
Figura 158. Alunos em atividade. Local: Escola 
Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
Figura 159. Participação da Diretora e das 
professoras nas atividades práticas. Local: Escola 
Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
89 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 160. Aula expositiva com a turma do 4° ano 
do período da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. 
Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 
 
Figura 161. Aula expositiva com a turma do 4° ano do 
período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. 
Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 
 
 
Figura 162. Atividade prática sobre desperdício da 
água com a turma do 4° ano do período da tarde. 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
Figura 163. Cálculo do volume de água desperdiçado 
por uma torneira pingando período da tarde. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
 
 
 
 
 
 
 
90 
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Figura 164. Cálculo do volume de água desperdiçado 
por uma torneira pingando. Local: Escola Manoel 
Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 
 
Figura 165. Cálculo do volume de água desperdiçado 
por uma torneira pingando período da manhã. Local: 
Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura 
(23/04/2013). 
 
Para finalizar a aula foi proposta uma dinâmica que tem como base a 
conhecida brincadeira “dança-das-cadeiras”, mas adaptada para o contexto 
trabalhado, em vez de cadeiras foram usados colchonetes da educação física que 
representavam a água do planeta. E toda a vez que a musica parava os alunos 
tinham que encontrar uma quantidade de água para que pudessem continuar na 
brincadeira, por não ter limite de pessoas por colchonete todos brincavam até o 
final. Essa brincadeira tem se mostrado muito didática para explicar a atual crise 
pela água, quando os colchonetes começam a diminuir as crianças demonstram 
cooperação sempre chamando quem está sem “água” para dividir a sua, porém 
quando não restam colchonetes suficientes para todos a situação se inverte onde 
cada um tenta achar seu espaço por si deixando todos sem “água”. A dinâmica é 
feita no ginásio, tem sua contextualização em sala de aula onde os alunos 
conseguem identificar sua mudança de comportamento quando a falta de ”água” 
atinge a todos, trazendo a brincadeira para a realidade. 
91 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 166. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
Figura 167. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
 
Figura 168. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
Figura 169. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". 
Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (23/04/2013). 
 
92 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 170. Visão geral dos grupos com as turmas 
da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: 
Instituto Çarakura (15/05/2013). 
 
Figura 171. Visão do grupo com as turmas da 
manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: 
Instituto Çarakura (15/05/2013). 
 
 
Figura 172. Visão dos grupos com as turmas da 
tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (15/05/2013). 
 
Figura 173. Visão dos grupos com as turmas da 
tarde. Local:Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto 
Çarakura (15/05/2013). 
 
Figura 174. Apresentação dos representantes dos 
grupos. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: 
Instituto Çarakura (15/05/2013). 
 
Figura 175. Apresentação dos representantes dos 
grupos. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: 
Instituto Çarakura (15/05/2013). 
 
93 
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SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
 
Figura 176- Equipe de Professores e educadores ambientais do Instituto Çarakura e da Escola Frei Manoel 
Philippi reunidos após a celebração do dia do meio ambiente Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
 
Figura 177- Atividade teatral durante o dia do Meio 
Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: 
Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
Figura 178 – Após peça de teatro, durante o dia do 
Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: 
Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
94 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 
Figura 179 – Oficina de fantoches durante o dia do 
Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: 
Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
Figura 180- Oficina de fantoches durante o dia do 
Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: 
Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
Figura 181- Atividade durante o dia do Meio 
Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: 
Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
Figura 182- Oficina de musica corporal durante o dia 
do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi 
Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 
 
 
 
 
 
Avaliação 
 
 As atividades realizadas com os agricultores e com o público escolar foram 
produtivas e vieram para atender os anseios desses atores, essa particularidade 
deve-se ao processo de aproximação, mapeamento e planejamento em conjunto 
das atividades por parte da empresa SULCATARINENSE, Instituto ÇaraKura e o 
poder público estadual e municipal. 
95 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 
 
 
 No caso dos agricultores todo o conteúdo ministrado foi previamente 
discutido com a Sec. de Meio Ambiente do município e foi elaborado com base 
nas demandas elencadas pela secretaria no trabalho diário com os agricultores. 
Desta forma os conteúdos foram prontamente absorvidos e replicados na atuação 
dos agricultores. 
 As atividades na escola obedeceram a mesma dinâmica, pois a equipe do 
Instituto ja vinha trabalhando a 2 meses com os professores e a coordenação 
pedagógica da escola no sentido de realizar atividades com as quais os alunos 
pudessem se identificar e tivessem pertinência com os temas tratados. 
 Com a condução dos trabalhos desta forma foi possível atingir um alto nível 
de efetividade na transmissão dos conteúdos, proporcionar uma continuidade dos 
trabalhos tanto pela escola como pela Secretaria de Meio Ambiente e constatar a 
pertinência do público alvo com os temas propostos. Esse trabalho vem para 
inverter a lógica de ações pontuais descontextualizadas e sem perspectiva de 
continuidade e para trazer um modelo de trabalho que reconhece o público alvo 
como atuante no processo educativo e que tem poder de escolha nos conteúdos 
e atividades ministradas. 
 A realização desse programa prova que a parceria das empresas, 
organizações do terceiro setor e poder público tem um grande poder de 
intervenção e transformação das realidades locais em busca de um futuro 
sustentável. 
 
103 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
Gerência de Meio Ambiente - GEMAM/DEINFRA 
 
8.11 Programa de Comunicação Social 
 
 As principais atividades do Plano de Comunicação Social foram 
direcionadas à população residente nas áreas de influência direta e indireta das 
obras. Os principais meios de implantação do plano foram placas de 
sinalização provisórias, cartilhas, informativos, meios de comunicação através 
de colaboradores da empresa e rádio com transmissão regional. 
Constantemente foram implantadas placas de sinalização da obra (. 
Também foram disponibilizadas em todas as suas obras, placas indicando 
dados sobre as licenças ambientais e telefone de contato do órgão ambiental 
responsável com o objetivo demonstrar transparência com o público que está 
no entorno da obra. Na busca da conscientização pela melhor qualidade de 
vida e respeito ao meio ambiente, foram fixadas placas nas obras divulgando a 
Linha Verde, um canal aberto à comunidade para combater abusos contra o 
meio ambiente. 
Dentro do programa de educação ambiental foram realizadas(março 
2013) palestras na prefeitura onde funcionários da Sulcatarinense repassaram 
informações sobre o andamento da obra. 
Outra estratégia deste Plano é a produção de folders e cartilhas 
informativas sobre o andamento da obra, os responsáveis por cada área e os 
cuidados a serem tomados na movimentação ao longo da faixa de domínio. 
103 
 
 
Figura 183 - Sinalização aos motoristas do 
trechoFonte: Instituto Çarakura. Data:06/07/2013 
 
 
 
Figura 184 - Sinalização na usina de asfalto para 
evitar acidentesFonte: Instituto Çarakura. 
Data:08/11/2013 
 
 
Figura 185– Placa do Licenciamento Ambiental 
de Instalação da obra Fonte: Instituto Çarakura. 
Data: 22/11/2012 
 
 
 
Figura 186 – Placa da Linha Verde 
Fonte: Instituto Çarakura. Data: 22/11/2012 
 
 
8.12 Programa de recuperação de áreas degradadas 
O programa de recuperação de áreas degradadas tem como objetivo estabelecer 
procedimentos e medidas que visam a reabilitação das áreas de apoio às obras 
utilizadas durante a execução da rodovia e recomposição da cobertura vegetal, com 
espécies nativas de áreas sujeitas a deslizamentos e assoreamento de cursos de 
água. Neste programa também será contemplado a recomposição vegetal e/ou 
recuperação de áreas degradadas em compensação às áreas desmatadas 
autorizadas pela FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE – FATMA do Estado de Santa 
Catarina conforme autorizações de corte apontadas na tabela abaixo. 
 
 
104 
 
Tabela 8 - Autorização de Corte (AuC) 
Autorização de 
Corte (AuC) 
Processo 
FATMA 
Local intervenção Validade 
025/2011/GELAF VEG/55502/CRN 
Rodovia SC 352, trecho 
Imbuia – Rio dos 
Bugres, Entr. SC 302 
04/SET/201
3 
026/2011/GELAF VEG/55501/CRN 
Rodovia SC 341, trecho 
Vidal Ramos – Imbuia 
04/SET/201
3 
 
Em um primeiro momento foram mapeadas as APPs dos corpos hídricos na faixa de 
domínio da obra , elas estão localizadas nos KMs 6+580 , 5+900, 8+080, e 8+480. 
Com isso, será possível planejar as intervenções de recuperação dessas áreas. 
Além destes, serão recuperados também os bota-fora desativados da obra. A técnica 
utilizada será a recuperação com isolamento da área (cerca ou cerquite), placas de 
sinalização e mudas nativas, de preferência pioneiras, para iniciar o processo de 
recuperação. 
 
105 
 
Áreas de Recuperação 
O Programa de Recuperação de Áreas Degradadas é uma ação voltada para 
diferentes áreas de intervenção da obra que foram impactadas pela execução da obra 
como áreas de apoios ou de efetiva construção civil. 
Áreas de Recuperação 1 – Usina de Asfalto 
Uma área ao lado à Usina de Asfalto recebeu ações de recuperação ambiental por 
meio da implantação de uma barreira de siltagem, complementada pela 
hidrossemeadura na área de recuperação. Mudas da espécie nativa Araucária 
(Araucaria angustifólia) foram introduzidas na área de recuperação a fim de recompor 
as características do ecossistema predominante na região. 
As mudas foram obtidas por meio do agricultor familiar José Natalino Ribeiro, o qual 
possui um viveiro de mudas para venda. No total foram 59 mudas nativas espécieAraucária (Araucaria angustifólia). Segundo Matos (2011) é possível plantar as mudas 
em linha em terreno devidamente preparado com covas feitas por enxada com 
espaçamento de aproximadamente 2m entre as mudas. O sucesso do plantio de 
mudas, sem permitir que elas morram em período de seca, esta vinculado a irrigação 
feita com os devidos cuidados para não umedecer demasiadamente a planta evitando 
fungos, o que resulta num sucesso de plantio que varia de 60 a 90%. Os registros 
abaixo foram realizados no dia 27 de novembro de 2012. 
 
Figura 54187 - Equipe de plantio com 59 
mudas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: 
Instituto Çarakura. (27/11/2012) 
 
Figura 188 - Realização do plantio em 
meio a hidro-semeadura. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. 
(27/11/2012) 
106 
 
 
Figura 189 - Talude antes do plantio de 
mudas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: 
Instituto Çarakura. 
(27/11/2012) 
 
Figura 190 - Talude após o plantio com 
mudas nativas. Local: Usina de Asfalto. 
Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) 
 
 
Figura 191 - Muda de Araucária 
angustifólia. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto 
Çarakura. (27/11/2012) 
 
Figura 59 - Plantio em linha no talude. 
 Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto 
Çarakura. (27/11/2012) 
107 
 
 
Figura 60. Manutenção dos plantios de 
araucária. Local: Usina de Asfalto. Fonte: 
Instituto Çarakura. (16/01/2013) 
 
Figura 61. Manutenção dos plantios de 
araucária. Local: Usina de Asfalto. Fonte: 
Instituto Çarakura. (16/01/2013) 
 
 
Resultados observados na Área de Recuperação – Usina de Asfalto 
Esta ação resultou em uma melhoria imediata da área degradada, pois agregou ao 
local uma paisagem mais natural. Sendo a araucária uma espécie em extinção e já 
existindo no local outras espécies nativas plantadas, verifica-se que a área já está em 
processo de recuperação. Outra ação de precaução prevista é o isolamento da área 
com cerquite ou cerca de arame para evitar pisoteamento de gado, cachorros ou 
outros animais de possível ocorrência. 
 
O programa de recuperação de áreas degradadas tem como objetivo estabelecer 
procedimentos e medidas que visam a reabilitação das áreas de apoio às obras 
utilizadas durante a execução da rodovia e recomposição da cobertura vegetal, com 
espécies nativas de áreas sujeitas a deslizamentos e assoreamento de cursos de 
água. Em um primeiro momento foram identificadas as APPs dos corpos hídricos na 
faixa de domínio da obra, elas estão localizadas nos KMs 5+900, 6+580, 8 + 080, e 8 
+ 480. Com isso, foi possível planejar as intervenções de recuperação dessas áreas. 
Além destes, serão recuperados também os bota-fora desativados da obra. A técnica 
utilizada será a recuperação com isolamento da área (cerca ou cerquite), placas de 
108 
 
sinalização e mudas nativas, de preferência pioneiras, para iniciar o processo de 
recuperação. 
 
 
Figura 192. Transposição de solo. Local: 
Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(24/04/2013) 
 
 
Figura 193. Transposição de solo. Local: 
Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(24/04/2013) 
 
 
 
 
Figura 194. Transposição de solo. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) 
 
Figura 195. Transposição de solo. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) 
 
109 
 
 
Figura 196. Insumos Utilizados para Adubação Orgânica. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(24/04/2013) 
 
Figura 197. Insumos Utilizados para Adubação Orgânica. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(24/04/2013) 
 
 
Figura 198. Coroamento de espécies vegetais nativas. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(24/04/2013) 
 
Figura 199. Coroamento de espécies vegetais nativas. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(24/04/2013) 
 
110 
 
Figura 200. Equipe de Recuperação Ambiental SULCATARINENSE e Instituto Çarakura. 
Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) 
 
 
Áreas de Recuperação 3 – Recomposição Vegetal 
 
Neste programa também foi contemplado a recomposição vegetal e/ou 
recuperação de áreas degradadas em compensação às áreas desmatadas 
autorizadas pela AuC n° 025/2011/GELAF. 
 Um prognostico e diagnostico da área foi feito para que uma planilha de 
planejamento de atividades contendo um mapa das Áreas de Preservação 
Permanente (APPs) dentro da faixa de domínio da estrada, fosse elaborada 
para cada área a ser recuperada. 
 As atividades realizadas foram: Manutenção e monitoramento dos 
plantios já realizados, conforme figuras abaixo (Figuras 96, 97, 98 e 99). 
Limpeza e cercamento das áreas de APP e definição das áreas a serem 
recuperadas no PRAD da ONG Mãe D'Água. Em contato com a FATMA a 
empresa SULCATARINENSE definiu que a área a ser recuperada definida pela 
AuC n° 025/2011/GELAF pode ser realizada em áreas não contínuas. 
 
111 
 
 
 
Tabela 09- Proprietários com interesse em recuperar as áreas em suas proproiedades 
 
 Também foi realizado o contato com a escola municipal de Imbuia para a 
participação dos alunos nas próximas ações de recuperação (plantios de 
mudas), o contato com a escola encontra-se detalhado no programa de 
educação ambiental. A limpeza das APPs foi realizada nas área onde o acesso 
foi facilitado, na maioria dos locais os proprietários não permitiram a entrada e 
passagem das máquinas em suas propriedades devido a pendências em 
relação ao processo de indenização pelas terras que foram ocupadas pela 
obra. 
O monitoramento dessas áreas se dá pela intervenção mensalmente e os 
resultados têm sido positivos, pois as técnicas de recuperação tem se 
mostrado eficientes no recobrimento do solo com vegetação, deposição de 
matéria orgânica no solo, controle dos processos erosivos e a proliferação de 
espécies nativas e ameaçadas de extinção como a araucária 
 
 
112 
 
8.13 Programa de Contingência e Emergência 
 
4.13.1 Objetivo 
 
Este Plano de Contingência e Emergência visa apresentar os 
procedimentos a serem adotados a partir da ocorrência de eventos que 
prejudiquem o andamento das obras, ou que possam desencadear processos 
de degradação ambiental acentuada, resultando em ações rápidas e eficazes 
com o objetivo de preservar a integridade e saúde dos funcionários, a 
segurança das comunidades vizinhas e a preservação ambiental. 
 
“O Plano de Contingência é um documento onde estão definidas as 
responsabilidades estabelecidas em uma organização, para atender a 
uma emergência e também contêm informações detalhadas sobre as 
características da área ou sistemas envolvidos. É um documento 
desenvolvido com o intuito de treinar, organizar, orientar, facilitar, 
agilizar e uniformizar as ações necessárias às respostas de controle e 
combate às ocorrências anormais.” (CELEPAR,2009) 
 
O Plano de Contingência estabelece um planejamento baseado em 
hipóteses de emergência específicas, determinando procedimentos para cada 
um dos Cenários Acidentais identificados como relevantes em uma Análise 
Preliminar de Risco. 
 
 Justificativa 
 
A falta de providências prévias para enfrentar uma situação de 
emergência pode resultar em danos sérios aos colaboradores, destruição de 
propriedades e instalações, paralisação das atividades da organização, e 
danos irreversíveis ao meio ambiente. As situações de emergência podem ser 
causadas por um acidente industrial (incêndio, vazamento e explosão), por 
acidente causado no ambiente e por indivíduos. Tais situações acontecem sem 
qualquer aviso, e, quando ocorrem, normalmente não há tempo para 
planejamento, organização ou treinamento, por isso a importância de 
113 
 
orientações detalhadas quando da ocorrência de acontecimentos anormais 
dentro da obra (PRATAROTTI, 2006). 
 
Controle Operacional 
 
 Neste item são identificadas as principais anormalidades passíveis de 
ocorrência durante a execuçãoda obra de Imbuia, contendo as respectivas 
medidas mitigadoras de cada evento emergencial. 
As contingências estão classificadas e apresentadas da seguinte forma: 
 Contingência para Segurança e Medicina do Trabalho (tabela 9); 
 Contingência para o Meio Físico e Biótico (tabela 10); 
 Contingência para Acidentes na Obra (tabela 11). 
 
4.13.4 Responsabilidades e Comunicações 
 
Todas as pessoas que transitam na obra ou fora dela, ao observarem 
ocorrência de qualquer situação de emergência, devem imediatamente 
comunicá-la aos responsáveis pela obra. É importante que a comunicação seja 
objetiva e esclarecedora. O informante deve se identificar e fazer uma breve 
descrição da ocorrência e sua localização, informando se houver vítimas. Após 
o informa, a emergência será classificada, sendo determinadas as medidas a 
serem tomadas, conforme orientações do Plano de Contingência. 
Todos os funcionários devem participar da prevenção e do controle das 
situações de emergência, houveram treinamentos de orientação aos 
colaboradores sobre as ações previstas no Plano de Contingência. Somente 
devem se dirigir ou permanecer na área em emergência os empregados que 
tenham atribuições prescritas no Plano ou forem convocados. 
 
Documentos Correlacionados 
FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: fornece 
informações sobre vários aspectos de produtos químicos (substâncias ou 
misturas) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A 
FISPQ fornece, para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os 
114 
 
produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em 
situação de emergência (ABNT 14725, 2008). 
RENP - Relatórios de Eventos Não-Planejados: serão emitidos quando da 
ocorrência de anormalidades durante a execução das obras, como: acidentes 
de trabalho, desastres, emergências, etc (Figura 93). 
 
Efetividade do Plano de Contingência 
 
Para verificação da efetividade na prática do Plano de Contingência 
foram realizados alguns treinamentos e ensaios de procedimentos de 
emergência além de ocorrerem diálogos periódicos, com os funcionários da 
empresa Sulcatarinense, onde os procedimentos padrão para emergência são 
recapitulados. O controle das ações será realizado pela emissão de Relatórios 
de Eventos Não-Planejados (RENP), conforme modelo, onde são descritas e 
detalhadas emergências ocorridas na obra, sendo elencadas suas causas e as 
medidas tomadas para mitigação dos seus impactos. 
 
 
115 
 
Tabela 9. Plano de contingência na segurança e medicina do trabalho 
 
Eventos Procedimento Responsável
Ferimento com serra 
circular e máquinas de 
cortar
Cobrir o ferimento com pano limpo e 
pressionar levemente. Ligar para o 
responsável e encaminhar ao Hospital 
mais próximo.
A pessoa mais próxima do 
ferido, encarregado ou 
técnico de segurança do 
trabalho.
Ferimento com perfuração 
(pregos, ferro ou madeira)
Cobrir o ferimento com pano limpo 
fazendo leve pressão e encaminhar ao 
Pronto Atendimento ou Hospital mais 
próximo 
Encarregado, Técnico de 
Segurança ou 
Esmagamento de 
membros, mãos e dedos
Deitar o acidentado, cobrir o ferimento 
com pano limpo, chamar 193 ou 
encaminhar ao Hospital mais próximo.
A pessoa mais próxima do 
ferido, encarregado, técnico 
de segurança da obra.
Quedas de objetos sobre o 
corpo
Em caso de inconsciência, chamar o 
193 ou, se estiver consciente, 
encaminhar ao Hospital mais próximo
A pessoa mais próxima do 
ferido, Encarregado, Técnico 
de Segurança
Soterramento
Desobstruir o acesso, retirando o 
entulho de cima do soterrado. Chamar 
socorro através do 193 (Bombeiros). 
Encarregado, técnico de 
segurança ou quem estiver 
próximo a vitima.
Quedas de altura
Verificar se a vítima está consciente e 
chamar socorro (Bombeiros)193
Encarregado, técnico de 
segurança ou quem estiver 
próximo a vitima
Choque elétrico
Procurar livrar o acidentado do contato 
com a fiação elétrica. Massagem 
cardíaca e ventilação pulmonar, 
Chamar socorro 193
Encarregado, técnico de 
segurança ou quem estiver 
próximo a vitima.
Explosões
Isolar a área e chamar 193 
(Bombeiros)
Encarregado, engenheiro da 
obra ou técnico de 
segurança
Animais Peçonhentos 
Encaminhar ao Hospital mais próximo. 
Hospital de Referencia – HU - 
Florianópolis
Encarregado, técnico de 
segurança ou engenheiro da 
obra.
Atropelamentos 
Não mover a vitima, chamar 193 
(Bombeiros).
Quem estiver próximo a 
vitima
Tombamento de máquinas
Verificar a condição do acidentado, 
havendo suspeita de fratura, chamar o 
socorro 193. (Bombeiros). Caso de 
morte, acionar policia civil.
Quem estiver próximo a 
vitima
Em caso de suspeita de lesão de coluna, não tocar na vítima e chamar socorro.
116 
 
 
 
Tabela 10. Plano de Contingência para Meio Físico e Biótico 
Eventos Ocorrência 
Riscos e/ou efeitos 
causados 
Medidas mitigadoras Plano de contingência Responsável 
Erosão do solo 
- taludes de corte e 
aterro, 
-caminhos de serviço, 
- drenagens, 
- áreas desmatadas, 
- bota-fora, 
- jazidas. 
- carreamento de 
material particulado para 
cursos de água e/ou 
reservatórios; 
- instabilidade do solo 
sujeitando a 
deslizamentos de rochas 
e matacões; 
- deposição de solo 
sobre estradas e/ou 
frentes de trabalho; 
 
- conformação geométrica 
dos taludes associadas às 
características geotécnicas 
do solo; 
- remoção de solos 
vulneráveis; 
- revestimento com 
cobertura vegetal; 
- construção de 
dispositivos de drenagem. 
- utilização de barreira de 
siltagem; 
- remover com urgência todo material 
erodido sobre a área de trabalho 
e/ou recursos hídricos; 
- remover rochas e/ou matacões 
expostos pela erosão, sujeitos a 
deslizamentos sobre as frentes de 
trabalho ou áreas limítrofes; 
- refazer dispositivos de contenção 
após algum tipo de dano ou no caso 
de observar sua ineficiência. 
Empresa 
executora 
Poluição do ar 
- tráfego de veículos 
sobre estradas não 
pavimentadas, 
- detonações e 
perfurações de rochas, 
- britagem e usina de 
asfato, 
- máquinas e veículos 
movidos a óleo diesel, 
 
- suspensão de poeiras 
e/ou material particulado; 
- emissão de gases 
pelos escapamentos dos 
veículos e máquinas fora 
dos padrões aceitáveis 
- uso de lonas em 
caminhões caçamba, 
- uso de caminhões pipa 
para umidificar as vias de 
acesso, 
- manutenções periódicas 
nos motores de veículos e 
máquinas, 
- uso de E.P.I. 
- interromper as atividades até que 
sejam tomadas as devidas 
providências para minimizar os 
impactos; 
- retira de circulação e/ou uso 
máquinas e caminhões em 
desacordo com as normas técnicas 
de emissão de gases na atmosfera. 
Empresa 
executora 
Ruídos 
- máquinas e 
caminhões; 
- perfurações e 
detonações de rochas 
- desconforto e doenças 
auriculares; 
- afugentamento e 
interferência na fauna 
silvestre. 
- uso de equipamentos de 
proteção individual; 
- desenvolvimento das 
atividades em horários 
normais de trabalho. 
- manter as normas e as regras de 
trabalhos praticados pela empresa. 
 
Empresa 
executora 
 
 
 
117 
 
 
ventos Ocorrência 
Riscos e/ou efeitos 
causados 
Medidas mitigadoras Plano de contingência Responsável 
Vegetação 
- áreas destinadas ao 
desmatamento 
- diminuição da área de 
cobertura vegetal local, 
com interferência no 
habitat da fauna; 
- perda da diversidade 
biológica. 
- Interferência no fluxo 
gênico da fauna 
residente. 
- desmatar o estritamente 
necessário para execução 
das obras 
- compensar a área 
desmatada com plantio de 
mudas nativas em áreas 
degradadas. 
- em caso de queda de 
barreiras sobre vegetação, 
quando possível, remover 
o material e proceder a 
recuperação. 
- em caso de danos 
involuntários causados a 
vegetação comunicar à 
FATMA, para que sejam 
tomadas as medidas 
cabíveis. 
Empresa executora 
 
Fauna 
- todas as frentes de 
trabalho, principalmente 
nas obras da rodovia. 
- atropelamentos tanto 
de animaissilvestres 
como domésticos. 
- presença de animais 
domésticos 
-afugentamento de 
animais silvestres. 
 
- nos trechos com maior 
probabilidade de incidência 
de animais silvestres, 
instalar placas de 
sinalização apropriadas; 
-não abrigar ou alimentar 
animais. 
-definir pontos estratégicos 
para instalação de 
cercas/barreiras para 
direcionar a passagem de 
animais por passa-faunas. 
- no caso de animais 
silvestres ainda vivos, 
contatar a FATMA ou 
IBAMA antes de remover 
animais feridos, pra saber 
o destino a ser dado; 
- animais mortos devem 
ser enterrados fora das 
áreas de APP e de poços 
artesianos; 
- no caso de animais 
domésticos, identificar e 
comunicar o proprietário 
para as devidas 
providências. 
Empresa executora 
 
103 
Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento 
Gerência de Meio Ambiente - GEMAM/DEINFRA 
 
Tabela 11. Plano de Contingência para Acidentes 
 
 
Eventos Medidas Responsável
a) Informar a ocorrência aos responsáveis pela obra, detalhando-a e 
esclarecendo as ações que serão tomadas pela equipe de combate a 
incêndios; 
Funcionário mais 
próximo
b) O sistema de alimentação de energia elétrica deve ser imediatamente 
desenergizado, aplicando-se as ações de liberação, isolamento, 
bloqueio, raqueteamento e aviso;
Funcionário mais 
próximo
c) Remover todo o efetivo de pessoal da área afetada, conduzindo-os 
para áreas abrigadas e protegidas, bem como sinalizar a área; 
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
d) Utilizar os extintores de incêndio aplicáveis aos materiais em 
combustão; 
Funcionários treinados
e) Recolher os resíduos gerados destinando-os conforme Programa de 
Gestão de Resíduos Sólidos;
Funcionários treinados
f) Caso a ocorrência venha a se avolumar e haja a possibilidade de se 
alastrar para outras áreas informar aos responsáveis pela obra e 
preparar-se para ações de desocupação do local; 
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
Elaboração do Relatório de Eventos Não Planejados (RENP)
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
a) Informar a ocorrência de incêndio aos responsáveis pela obra, 
detalhando-a e esclarecendo as ações que serão tomadas pela equipe 
de combate a incêndios; 
Funcionário mais 
próximo
b) Interromper imediatamente o fluxo de combustível, por fechamento de 
válvulas, quando se tratar de instalação que estiver sendo operada;
Funcionário mais 
próximo
c) Não utilizar jato d’água sobre a superfície dos líquidos em 
combustão; 
Funcionário mais 
próximo
d) Utilizar os extintores de incêndio aplicáveis aos materiais em 
combustão; 
Funcionários treinados
e) Recolher os resíduos gerados destinando-os conforme Programa de 
Gestão de Resíduos Sólidos;
Funcionários treinados
f) Caso a ocorrência venha a se avolumar e haja a possibilidade de se 
alastrar para outras áreas informar aos responsáveis pela obra e 
preparar-se para ações de desocupação do local; 
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
Elaboração do RENP.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
a) Informe aos responsáveis pela obra.
Funcionário mais 
próximo
b)Em caso de contaminação, os funcionários envolvidos deverão seguir 
as instruções da FISPQ - Ficha de Informações de Segurança do 
Produto Químico, referente ao produto envolvido.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
d) Acondicionamento e transporte do material contaminado conforme 
FISPQ e Programa de Gestão de Resíduos Sólidos;
Funcionários treinados
Elaboração do RENP.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
a) Informar a ocorrência de desmoronamento aos responsáveis pela 
obra;
Funcionário mais 
próximo
b) É feito o isolamento e sinalização da área afetada e verificada a 
extensão dos danos; 
Funcionários treinados
c) É feita a contagem de pessoal, para saber-se se há vítimas. Caso 
haja é acionada a ambulância e socorro médico, observando-se o 
contido no Plano de Contingência para Segurança e Medicina do 
Trabalho;
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
d) É providenciado o escoramento do local e acionados os veículos e 
equipamentos para a remoção dos escombros; 
Funcionários treinados
e) Providenciada a emissão de relatório específico com a apuração das 
causas.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
Elaboração do RENP.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
Incêndio em 
Instalações e 
Equipamentos 
Energizados na frente 
de Trabalho
Incêndio em 
Combustível Líquido
 Desmoronamento
Derramamentos / 
Vazamento de 
Pequeno e Médio 
Porte de Produto 
Químico
 
119 
 
Continuação 
 
 
Eventos Medidas Responsável
a) Informe aos responsáveis pela obra para conhecimento e apoio na 
resolução dos problemas; 
Funcionário mais 
próximo
b) É feito o isolamento e sinalização da área afetada e verificada a 
extensão dos danos; 
Funcionários treinados
c) Caso haja vítimas é acionada a ambulância e socorro médico, 
observando-se o contido no Plano de Contingência para Segurança e 
Medicina do Trabalho;
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
d) São disponibilizados os equipamentos de primeiros socorros e de 
combate a incêndios;
Funcionários treinados
e) É realizada a contenção de eventuais vazamentos de produtos; Funcionários treinados
f) É providenciada a remoção das máquinas e equipamentos sinistrados, 
exceto nos casos em que tenham vítimas, quando o local deve ser 
isolado e preservado para a análise e investigação das causas.
Funcionários treinados
Elaboração do RENP.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
a) Os funcionários envolvidos deverão colocar o material derramado 
dentro de recipientes adequados;
Funcionários treinados
b) Deverá ser efetuada a limpeza da área e o material recolhido deverá 
ter destinação adequada, conforme descrito no PGRS;
Funcionários treinados
Elaboração do RENP.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
a) Os funcionários envolvidos deverão comunicar aos responsáveis pela 
obra.
Funcionário mais 
próximo
b) Os funcionários envolvidos e os responsáveis pela obra deverão 
promover a contenção do efluente; 
Funcionários treinados
c) Deverá ser providenciada a sucção do efluente por caminhão-vácuo, 
para posterior destinação em Estação de Tratamento de Efluente 
Externa.
Funcionários treinados
Elaboração do RENP.
Encarregado da obra ou 
técnico de segurança
Derramamentos de 
quaisquer Resíduos 
Sólidos provenientes 
das atividades da Obra 
Acidentes evolvendo 
máquinas e 
equipamentos
Derrames de Efluentes 
e Lodo
 
120 
 
 
Figura 201. Relatório de eventos não planejados 
 
 
Monitoramento 
 
Além do monitoramento periódico o plano de contingência e emergência 
realizou ações imediatas visando a prevenção de acidentes com tanques de 
combustível (diesel). 
Seguindo o Manual Ambiental do DEINFRA (2006), no item 6.5.1, que trata 
das Medidas preventivas de vazamentos, foi implantada uma caixa separadora de 
água e óleo para os tanques de óleo diesel na usina de asfalto, onde todo o 
efluente advindo da lavação e manutenção de maquinário é descartado. Também 
foi instalada, a barreira de siltagem nas áreas de preservação permanente, que 
apresentava risco de sedimentação e assoreamento do corpo hídrico, com a 
colocação do asfalto. 
 
121 
 
Na usina de asfalto foi instalado o “Manual de Emergência para acidentes 
no trabalho e procedimentos para resíduos químicos” e todos os funcionários 
receberam orientações de como utiliza-lo em caso de emergência. 
 
 
Figura 202. Barreira de Contenção Fonte: Instituto 
Çarakura. (21/08/2013) 
 
 
Figura 203. Diálogo diário semanal realizado na 
Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura. 
(21/08/2013) 
 
Telefones úteis 
Escritório da Obra: 47-3557-1900 
Eng. da Obra: 47-9601-6666 
Engº de Segurança: 48-9987-1731Engº Sanitarista e Ambiental 48- 91790269 
Técnico de Segurança: 47-3557-1900 
Policia Rodoviária Federal: 191 
Bombeiros: 193 
Polícia Militar: 190 
FATMA (Rio do Sul): 47-3521-0740 
FATMA (Florianópolis): 48-3222-8385 / 3222-5269 
IBAMA (Florianópolis): 48-3212-3300 e 3212-3302 
HOSPITAL REGIONAL IMBUIA: 47-3557-1187 / 1412 
HOSPITAL BOM JESUS: 47-3533-1144 Praça Irmã Paulina, 
470 
HOSPITAL REGIONAL ALTO VALE: 47-3521-2000 
 
1.1 SET-OUT-NOV 
 
 
122 
 
 
Figura 204 - Colaboradores com cartilha de 
Segurança no Trabalho. Local: Usina de Asfalto 
Fonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) 
 
Figura 205 - Simulação de acidente Local: Usina de 
AsfaltoFonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) 
 
 
Figura 206 - Cartilha de Emergência e 
Contingência.Local: Usina de Asfalto Fonte: Instituto 
Çarakura (16/02/2013) 
 
Figura 207 – Placa com Telefones Úteis. Local: 
Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(16/02/2013) 
 
8.14 Programa de Monitoramento Arqueológico 
 
 
 O Programa de Monitoramento Arqueológico visa ao aprofundamento dos 
estudos sobre as áreas afetadas pela implantação do zoo passagens inferiores, 
buscando a identificação e definição da localização de áreas de interesse de 
resguardo ao Patrimônio Arqueológico Material ameaçado de serem impactados 
pelas obras de escavação do empreendimento. 
 Conforme estudos realizados pela empresa Iguatemi, com relação ao 
programa de proteção ao patrimônio arqueológico, durante a fase de pré-análise, 
estudo de corredores e anteprojeto para o licenciamento, foi constatado que a 
 
123 
 
área de influência da rodovia objeto deste relatório não interfere em nenhum sítio 
arqueológico existente. De qualquer forma, os funcionários da 
SULCATARINENSE foram orientados a comunicar os responsáveis pela obra 
caso encontrassem algum material com potencial arqueológico. Não foi registrada 
alguma ocorrência de material com potencial arqueológico ou cultural no local da 
obra . 
 
8.15 Programa de Desmobilização do Canteiro de Obras 
 
O Programa de Desmobilização do Canteiro de Obras visa apresentar os 
procedimentos a foram adotados pela construtora para a desmobilização das 
estruturas do canteiro, de forma a priorizar a segurança da população local e dos 
trabalhadores. 
 A SULCATARINENSE tem usufruído desde o inicio da obra, de edificações 
existentes no município de Imbuia para realização de diversas atividades, os 
principais locais são: escritório,, britadores, refeitórios, residências para 
funcionários , além da utilização de serviços públicos como coleta de lixo, 
distribuição e água potável e energia elétrica. 
 No que se refere à desmobilização de usina móvel de asfalto), a mesma foi 
desativa e encaminhada para outra obra, sendo que no momento a área em que a 
usina estava instalada foi em parte restaurada e a maior parte da área está sob 
cuidados do proprietário. 
 A manutenção da troca de óleo dos equipamentos (escavadeira, rolo 
compressor, trator e caminhão), é realizada, a cada dois meses, pela empresa 
Indústria Petroquímica do Sul Ltda., sediada no município de Alvorada/RS com 
filial em Laguna/SC, devidamente licenciada a desenvolver atividade de 
armazenamento e transporte rodoviário de produtos perigosos através das LAO’s 
n° 1210/2011 e 5331/2011. 
 A SULCATARINENSE não possui produção própria de materiais pétreos, 
dependendo do fornecimento de terceiros, assim houve a necessidade de 
estabelecer um depósito para estocagem de tais materiais, de modo que o 
andamento da obra não seja prejudicado. O depósito estava localizado no km 
7+960, sobre um bota-fora já existente. 
 
124 
 
 A respeito da desmobilização da área que esta sendo utilizada pelo 
Canteiro de Obras, após o término das atividades, deverá ser ambientalmente 
recuperada, excluindo as construções já existentes. Finalizada a obra. foi iniciado 
o procedimento de preparação do terreno através do isolamento das bordas e 
suavização dos taludes que serão recuperados através de técnicas de 
transposição de solo, plantio de mudas nativas e hidrossemeadura. 
 . Toda a infraestrutura disponibilizada para ser utilizada durante a 
implantação do empreendimento foi removida no final da obra. Os canteiros de 
obras até então instalados, serão mantidos até o final das obras, quando então 
serão desmobilizados. No trimestre referente ao presente relatório ocorreram 
diversas paralisações em diversos trechos da obra que estarão detalhadas a 
seguir. 
 10/03/2012 – Paralisação da construção dos trechos: km 5 + 950 a 6 + 940; km 7 
+ 420 a 10 + 800; km 12 + 920 a 14 + 254; 
 10/04/2013 - Liberação dos trechos para construção: Km 5+820 a 6+120; Km 
6+940 a 7+420; Km 7+880 a 9+289; Km 9+398 a 10+170; Km 10+800 a 13+810, 
Km 13+920 a 14+254; 
 10/04/2013 - Paralisação da construção dos trechos: Km 5+500 a 5+820; Km 
6+120 a 6+940; Km 7+420 a 7+880; Km 9+289 a 9+398;- Km 10+170 a 10+800; 
Km 13+810 a 13+920; 
 24/04/2013 - Liberação dos trechos para construção: Km 10+170 a 10+800; Km 
9+289 a 9+398; 
 24/04/2013 - Paralisação da construção dos trechos: Km 5+500 a 5+820; Km 
6+120 a 6+940; Km 7+420 a 7+880; Km 13+810 a 13+920; 
 30/04/2013 - Paralisação da construção dos trechos: Km 6+636 a 6+390; Km 
7+530 a 7+880; Km 13+810 a 13+920. 
 
 
 
Figura 208. Escritório. Local: Imbuia. Fonte: 
 
 
Figura 209. Laboratório e depósito de materiais 
 
125 
 
Instituto Çarakura (08/11/2012) 
 
pétreos. Local: Km 7+960. 
 
Figura 210. Usina de Asfalto. Local: Usina de 
Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (21/08/2013) 
 
Figura 211. Residência dos funcionários. Local: 
IMBUIA. Fonte: Instituto Çarakura. (21/08/2013) 
 
 
 
 
 
Figura 212. Tanque de emulsão asfáltica. Local: 
Usina de asfalto. Fonte: Instituto Çarakura 
(21/08/2013) 
 
Figura 213. Posto para abastecimento de óleo 
diesel. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto 
Çarakura. (21/08/2013) 
 
 
 
 
 
126 
 
9. COMPENSAÇÃO AMBIENTAL 
 
 Este item tem o objetivo de apresentar os métodos a serem empregados para a 
recuperação ambiental prevista na AuC 025/2011 da GELAF, com relação à execução 
dos programas de proteção a Flora e Recuperação de Áreas Degradadas da Licença 
Ambiental Instalação - LAI, n° 6057/2011, com referência às obras de retificação e 
melhoria de rodovias, entre a Rodovia SC 352 – Trecho Imbuia e o entroncamento com a 
Rodovia SC 302, Rio dos Bugres. 
 
 As ações dos programas ambientais vêm sendo executadas pela equipe do 
Instituto Çarakura (IÇARA), uma ONG qualificada como Organização da Sociedade Civil 
de Interesse Público (OSCIP), juntamente com os funcionários da empresa 
SULCATARINENSE – Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. 
 As obras foram licenciadas para o Departamento Estadual de Infra Estrutura – 
DEINFRA e estão sendo executadas pela empresa SULCATARINENSE – Mineração, 
Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. 
 
Vegetação original 
 A área de estudo (anexo) tem 28.577m² e predominam as características originais 
da fitofisionomia de vegetação de transição entre a Floresta Ombrófila Mista (FOM) e a 
Floresta Ombrófila Densa (FOD). A vegetação pode ser classificada como de Florestas 
de Pinheiros com Subosques de Imbuia conforme descrito por Klein 1980, que inclusive 
cita o município de Imbuia em seu texto. Nesse pinhais o subosque são formados 
predominantemente pela Imbuia (Ocotea porosa) essas formações também apresentam 
exemplares de sacopema (Sloanea lasiocoma) e da canela-fogo (Crytocarpa 
aschersoniana). Segundo Klein: 
 
"Caracterizam-se estas pujantes florestas principalmente, 
pela sua extraordinária uniformidade fitofisionomica, quanto aos 
estrato arbóreo superior, bem como ao aspecto do seu subosque 
bastante denso, cuja cobertura é formada de 70 a 90% pelas 
largas e densas copas verde-apagadas da Ocotea porosa, 
dominante no estratosuperior do subosque dos pinhais, em 
praticamente toda a Bacia do Rio Iguaçu-Rio Negro, constituindo a 
área por excelência da maior concentração e desenvolvimento de 
imbuia, que penetra profundamente no 1º e 2º planaltos do Estado 
do Paraná, caracterizando decididamente uma vasta área de 
pinhais." Klein 1980, p. 288 
 Atualmente a área encontra-se em sua maior parte em estágio inicial de 
regeneração (Resolução CONAMA 004, de 04 de maio de 1994) alguns pontos da área 
foram utilizados como Bota-fora e ainda existem áreas utilizadas para pastoreio. A área 
vem sendo utilizada para camping e pasto de cavalos e gado, além do pastoreio a área é 
roçada periodicamente. Atualmente a área compõe o parque natural municipal da trilha 
dos Bugres criado pelo decreto municipal n° 44 de 2008. As figuras abaixo ilustram a 
situação atual da área. 
 
127 
 
 
Figura 214. Área cercada onde foi realizado o plantio 
Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014 
 
Figura 215.Área onde foi feito o plantio Fonte:Instituto 
Çarakura Data 10/10/2014 
 
 
Figura 216. Área antigamente utilizada para camping ,hoje 
em recuperação Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014. 
 
 
Figura 217. Área em recuperação Fonte:Instituto Çarakura 
Data 10/10/2014 
 
Figura 218. Cedros e Aroeiiras mostrando boa adaptação a 
área Fonte:Instituto Çara Data 10/10/2014 
 
Figura 219- Cerca utilizada para isolar área em 
recuperação Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014 
 
 
 
 
 
 
 
128 
 
Detalhamento de Pontos Críticos e Fatores Dificultadores do PRAD 
 Foi observado em campo que a área já está em processo de regeneração natural 
e que os processos erosivos estão controlados sendo que os fatores que pode dificultar o 
processo de regeneração é a interferência de gado e a roçada. Recomenda-se em 
primeiro lugar o cercamento e isolamento da área para eliminar os fatores de degradação 
e dar inicio ao processo de recuperação. 
Objetivo Geral 
 
 Definir as intervenções a serem realizadas para a restauração de uma na área de 
28.577m² que compõe o parque natural municipal da trilha dos Bugres e são referentes a 
compensação ambiental definida na AuC 025/2011. 
 
Objetivos específicos 
 
 Restabelecimento da vegetação original 
 Recuperação de estrutura e fertilidade do solo 
 Restabelecimento de ciclos naturais 
 Aumento das relações interespecíficas 
 
Métodos utilizados 
 
 Os primeiros passos na recuperação de uma área conforme a figura abaixo 
foram: o isolamento e a retirada dos fatores de degradação. Assim a área deve ser 
cercada de maneira a evitar o pastoreio por animais domésticos e o uso como área de 
camping. 
 No caso especifico da área a ser restaurada as características do solo precisam 
ser analisadas a fim avaliar os fatores químicos, profundidade, textura, fertilidade e nível 
de degradação do solo e definir a necessidade de intervenção mecânica e adubação. 
Com o intuito de melhoria da qualidade do solo do ponto de vista da recomposição da 
matéria orgânica será realizada a adubação verde da área com espécies vegetais 
fixadoras de nitrogênio e de hábito herbáceo tais como Crotalaria juncea (chique-chique), 
Crotalaria spectabilis, Canavalia ensiformis (feijão-de-porco) e Cajanus Indicus (feijão 
Guandu). Esses plantios irão potencializar a recuperação do solo. 
 Após o encerramento do primeiro ciclo de manejo da adubação verde e para 
impulsionar a recuperação da área será realizado o plantio de mudas utilizando 
espécies-chave que apresentem potencialidade de múltiplas interações interespecíf icas 
em ilhas de alta diversidade. Dentre as espécies com potencial que ocorrem na região 
destacam-se a Araucaria angustifolia (Araucária), Alchornea triplinervia (Tápia), Cedrela 
fissilis (Cedro), Nectandra lanceolata (Canela amarela), Cordia Trichotoma (Louro), 
 
129 
 
Miconia cinnamomifolia (Jacatirão), a Mimosa scabrella (Bracatinga) e a Acca 
sellowiana (Goiaba serrana).
 
Figura 220. Etapas de um projeto de recuperação. 
 
A produção de ilhas como defendido por Reis et al. (1999) e Kageyama & 
Gandara (2000) sugere a formação de pequenos núcleos onde são colocadas plantas 
 
130 
 
distintas. Espécies com maturação precoce têm a capacidade de florir e frutificar 
rapidamente atraindo predadores, polinizadores, dispersores e decompositores para os 
núcleos formados. Isso gera condições de adaptação e reprodução de outros 
organismos. Algumas plantas, quando frutificadas, exercem uma grande atração sobre a 
fauna. Elas atraem os animais que vêm se alimentar de seus frutos e os animais que 
utilizam estas plantas para predarem outros animais. Reis et al. (1999) sugerem que as 
plantas bagueiras, ou seja, aquelas que são capazes de atrair uma fauna diversificada, 
devem ser utilizadas como promotoras de encontros interespecíficos dentro de áreas 
degradadas, exercendo o papel de nucleadoras. 
 O conjunto de núcleos criados através das ilhas de alta diversidade torna-se mais 
efetivo quando seu planejamento previr uma produção diversificada de alimentos durante 
todo o ano. As espécies escolhidas nesse projeto constam como componentes 
essenciais desse tipo de fitofisionomia segundo Klein 1979, são frutíferas nativas e 
contam com dispersão zoocórica e anemocórica, suas principais características 
ecológicas foram consultadas na literatura apresentada por Reitz (1965), Lorenzi (2002a; 
2002b) e Carvalho (2006) e foi constatado que essas características contribuem para a 
realização de todos os objetivos específicos deste PRAD e também atendem as 
características citadas por Reis et al. (1999). 
 Esses plantios foram realizados em módulos de 1.250 m² (50m x 25m) ao longo 
dos 28.577 m² de área a ser restaurada. Serão implantados cerca de 22 módulos em 
toda a área.Os módulos irão repetir as técnicas de restauração, facilitando a fiscalização, 
o monitoramento e avaliação dos mesmos. As técnicas nucleadoras utilizadas em cada 
módulo serão: uma leira de galharia (± 9m²), 10 transposições de solo (10 m²), 10 
agrupamentos de mudas de nativas com funções nucleadoras (40 m²), 3 poleiros 
artificiais. As técnicas citadas acima estão descritas em Reis et al. (1999). Serão 
necessárias aproximadamente 1700 mudas para compor os 220 agrupamentos com 8 
mudas cada, que podem ser compostos por indivíduos da mesma espécie ou então 
agrupamentos mistos. 
Tabela 12. Descrição das técnicas por módulo 
 
 Após o isolamento da área será realizada a adubação verde e a manutenção dos 
plantios a cada 6 meses para verificação da efetividade dos plantios e a taxa de 
sobrevivência das mudas plantadas e a efetividade das técnicas. 
Caracterização das propriedades 
Composição de cada 
módulo
Quantidade 
por módulo
Total
Leira de galharia 1 22
Transposição de solo 10 220
Agrupamentos de mudas 10 220
Poleiros artificiais 3 66
 
131 
 
 As propriedades onde serão realizadas as ações de recuperação são de posse do 
município de Imbuia conforme matriculas em anexo, e estão localizadas na unidade de 
conservação municipal Parque Natural Municipal de Trilha dos Bugres. As propriedades 
estão destinadas de maneira integral aos objetivos de conservação e as únicas 
atividades desenvolvidas na área são de camping em ocasião de algum evento realizado 
no local. 
Lista de espécies 
Tabela 13. Lista com número de espécies, nome popular, nome cientifico, densidade por hectare, área do 
projeto e grupo sucessional. 
 
 
CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nº de 
espécies
Nome popular Nome cientifico
Densidade por 
Hectare
Área do 
projeto
Grupo sucessional
1 Araucária Araucaria angustifolia 64 pioneira e heliófila (Reitz e Klein,1966)
2 Tápia Alchornea triplinervia 64 pioneira (Lorenzi 2002)
3 Cedro Cedrela fissilis 64 florestal heliófila (Carvalho, 1994)
4 Canela amarela Nectandra lanceolata 64 oportunista (Lorenzi 2002)
5 Louro Cordia Trichotoma 64 oportunita(Carvalho, 1994)
6 Jacatirão Miconia cinnamomifolia 64 pioneira Klein (1980)
7 Bracatinga Mimosa scabrella 64 pioneira (Carvalho, 1994)
8 Goiaba serrana Acca sellowiana 64 pioneira
30.000m²
 
132 
 
10. Referencias Bibliográficas 
ABNT 14725 - 2° PROJETO ABNT NBR 14725 - Ficha de informação de 
segurança de produtos químicos (FISPQ) – Conteúdo e ordem das seções, julho 
de 2008. 
BRASIL. Lei n° 12.305, de 2 de agosto 2010, que dispõe sobre a Política Nacional 
de Resíduos Sólidos. Brasília, DF, 2007. 
CELEPAR . Guia para elaboração de plano de contingência metodologia. Ano de 
edição: Agosto 2009. 
Carvalho, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. v.2. Colombo: Embrapa 
Florestas, 2006. 627p. 
DEINFRA – Manual de Procedimentos Ambientais. 
BAGER, A. & ROSA, C.A. Priority ranking of road sites for mitigating wildlife 
roadkill, Biota Neotropica. 10(4): 149-154. 2010. 
IBRAM, 2012. Distrito Federal (Brasil). Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos 
Hídricos. Gerência de Monitoramento da Qualidade Ambiental e Gestão dos 
Recursos Hídricos. Relatório Rodofauna: 12 meses : fevereiro de 2010 a março 
de 2011 / Gerência de Monitoramento da Qualidade Ambiental e Gestão dos 
Recursos Hídricos. – Brasília, DF :. 
INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA Nº 03, DE 27 DE MAIO DE 2003 - Lista Oficial 
das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção (considerando apenas 
os seguintes grupos de animais: anfíbios, aves, invertebrados terrestres, 
mamíferos e répteis) 
Lorenzi (a), H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de 
plantas arbóreas do Brasil. 4.ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2002a. v.1, 
368p. 
Lorenzi (b), H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de 
plantas arbóreas do Brasil, v.2, 2.ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2002b, 
368p. 
Kageyama, P. Y & Gandara, F. B. Recuperação de áreas ciliares. In: Rodrigues, 
R. R. & Leitão Filho, H. F. Matas ciliares: conservação e recuperação. São 
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Fapesp, 2000. 261p. 
Klein, R. M, Ecologia da flora e vegetação do vale do Itajaí. Anais botânicos do 
Herbário Barbosa Rodrigues. Sellowia nr. 31, 1979. 389p. 
Klein,R. M, Ecologia da flora e vegetação do vale do Itajaí (continuação). 
Anais botânicos do Herbário Barbosa Rodrigues. Sellowia nr. 32, 1980. 389p. 
Reis, A., Bechara, F. C., Espindola, M. B., Vieira, N. K. & Lopes, L. 2003. 
Restauração de áreas degradadas: a nucleação como base para os 
processos sucessionais. Natureza & Conservação 1. Fundação O Boticário de 
Proteção à Natureza. 69p. 
Reis, A., Zambonin, R.M. & Nakazono, E.M. Recuperação de áreas florestais 
degradadas utilizando a sucessão e as interações planta-animal. Série 
 
133 
 
Cadernos da Biosfera 14. Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata 
Atlântica. Governo do Estado de São Paulo. São Paulo, 1999. 42 p. 
Reitz, R. Flora Ilustrada Catarinense. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1965. 
149p. 
REITZ, R.; KLEIN, R.M. Araucariaceae. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 
1966. 29p. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
134 
 
11 ANEXOS 
 
Autorização da Prefa Ituporanga para instalação da usina de asfalto 
LAO 7428 – Usina Móvel 
LAO DE STA TERESA JAZIDA 
LAO DA RIO DO OURO 
Todos os arquivos dos proprietários 
Denuncia FATMA 
LA comboio 
Lao ecoeficiencia 
Auc 025 
 
9.1 LICENÇAS 
9.1.1 Obra 
9.1.2 Jazidas 
9.1.3 Britadores 
9.1.4 Usinas 
9.1.5 Oficinas 
9.1.6 Transporte de Produtos Perigosos 
9.1.7 Tanques de Abastecimento 
9.1.8 Banheiros Químicos 
9.1.9 Bota-foras 
9.1.10 Coleta, Transporte e Destinação Final dos Resíduos Classes I e II 
9.1.11 Demais licenças ambientais correlatas à obra 
9.2 AUTORIZAÇÕES DE CORTE 
9.3 RELATÓRIO CONCLUSIVO REFERENTE À SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO 
9.4 PROTOCOLO DE ENTREGA DO RELATÓRIO CONCLUSIVO DE SUPRESSÃO 
DE VEGETAÇÃO AO ÓRGÃO AMBIENTAL COMPETENTE 
9.5 DECLARAÇÕES DE RECEBIMENTO DE MATERIAL LENHOSO 
9.6 AUTORIZAÇÕES DE PROPRIETÁRIOS (ÁREAS DE APOIO) 
9.6.1 Área de Apoio 01 (Autorização, Termo de Aceite) 
9.6.2 Área de Apoio 02 (Autorização, Termo de Aceite) 
9.6.3 Área de Apoio n (Autorização, Termo de Aceite) 
 
135 
 
9.7 AUTORIZAÇÕES DE PROPRIETÁRIO (BOTA-FORAS) 
9.7.1 Bota Fora 01 (Autoriz., Termo de Aceite, Croqui de Localização, Licença) 
9.7.2 Bota Fora 02 (Autoriz., Termo de Aceite, Croqui de Localização, Licença) 
9.7.3 Bota Fora n (Autoriz., Termo de Aceite, Croqui de Localização, Licença) 
9.8 ART DO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DO CORTE 
9.9 ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ART) OU FUNÇÃO 
TÉCNICA (AFT) DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA GESTÃO 
AMBIENTAL DA OBRA

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