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1 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRAESTRUTURA RODOVIA: SC-352 TRECHO: IMBUIA - RIO DOS BUGRES (ENTRONC. COM A SC-302). CONTRATO: VC-003/2011 Relatório de Efetivo Cumprimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento Relatório de Controle Ambiental - RCA Outubro de 2014 SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 2 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Sumário 1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 4 1.1 Apresentação ........................................................................................................ 4 1.2 Mapa de Situação ............................................................................................... 5 2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO .............................................................. 7 2.1 Características Técnicas ..................................................................................... 7 2.2 Equipe Técnica .................................................................................................... 8 2.3 – Autorizações e licenças ambientais .................................................................. 8 2.3.1 – Licença Ambiental de Instalação – LAI .......................................................... 8 2.3.2 – Autorização de corte – AuC ........................................................................... 8 2.4 Justificativa do Empreendimento ......................................................................... 9 2.5 Caracterização do empreendimento .................................................................. 10 3 MEDIDAS MITIGADORAS E DE CONTROLES AMBIENTAIS ADOTADOS .......... 11 3.1 Medidas Mitigadoras ......................................................................................... 11 3.2 Monitoramento e Acompanhamento dos Impactos Ambientais.......................... 12 4. REGISTRO FOTOGRÁFICO PANORÂMICO DA SITUAÇÃO ATUAL .................. 13 5. ACERVO DOS PASSIVOS AMBIENTAIS IDENTIFICADOS ............................... 18 6. APRESENTAÇÃO DO PAISAGISMO EXECUTADO ............................................ 21 7. INSTALAÇÕES E ÁREAS DE APOIO ................................................................... 22 7.1 UNIDADE INDUSTRIAL (USINA MÓVEL DE ASFALTO) .................................. 22 7.2 ESCRITÓRIO .................................................................................................... 25 7.3 PEDREIRAS E JAZIDAS .................................................................................. 26 7.4 BOTA FORAS .................................................................................................. 31 8. ATENDIMENTO ÀS RECOMENDAÇÕES E CONDICIONANTES QUE INTEGRAM AS LICENÇAS AMBIENTAIS ................................................................. 52 8.1 Apresentação .................................................................................................... 52 8.2 Programa de Controle de Processos Erosivos .................................................. 52 8.3 Plano de Gestão dos Resíduos Sólidos da Construção Civil ............................. 57 8.4 Programa de monitoramento de acidentes com fauna ....................................... 64 3 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 8.5 Programa de proteção a Flora ........................................................................... 67 8.6 Programa de Paisagismo ................................................................................. 70 8.7 Programa de Redução do desconforto e acidentes na fase de obras. .............. 72 8.8 Programa de Controle do Material Particulado,Gases e Ruídos ........................ 74 8.9 Programa de Segurança e Saúde da mão de Obra ........................................... 76 8.10 Programa de Educação Ambiental .................................................................. 78 8.11 Programa de Comunicação Social ................................................................ 102 8.12 Programa de recuperação de áreas degradadas ........................................... 103 8.13 Programa de Contingência e Emergência ..................................................... 112 8.14 Programa de Monitoramento Arqueológico.................................................... 122 8.15 Programa de Desmobilização do Canteiro de Obras ..................................... 123 9. COMPENSAÇÃO AMBIENTAL ........................................................................ 126 Objetivo Geral ......................................................................................................... 128 Métodos utilizados .................................................................................................. 128 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES ....................................................................... 131 10. Referencias Bibliográficas .......................................................................... 132 11 ANEXOS.............................................................................................................. 134 4 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 1. INTRODUÇÃO 1.1 Apresentação Este relatório, denominado Relatório de Efetivo Cumprimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento, elaborado pelo Instituto Çarakura, aborda os serviços realizados, tendo por base os estudos ambientais e projetos aprovados, as recomendações e condicionantes que integram a Licença Ambiental de Instalação – LAI n° 6057/2011 (FATMA) entre outras autorizações, além da identificação de impactos ambientais não descritos nos estudos ambientais e nos programas ambientais na obra de reabilitação da Rodovia SC 253 - Trecho Imbuia e o entroncamento com a Rodovia SC 302, Rio dos Bugres. O Relatório foi elaborado, assim como a execução das ações nele contidas, em parceria com o Instituto Çarakura , uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), executado de acordo com o Contrato VC 003/2011 – 4490, firmado entre o Departamento Estadual de Infraestrutura – DEINFRA/SC e a SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda . Projeto de Engenharia Rodoviária da rodovia EXTRA PLANO, trecho: IMBUIA - ENT. SC-352. A extensão total da obra projetada é de 9.972,622 m. Engenheiro Sanitarista e Ambiental Richard Smith CREA/SC 107767-7 INSTITUTO ÇARAKURA _________________________________ Engenheiro XXXXXXXXXXXXX CREA XXXXXXXXx SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda . 5 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 1.2 Mapa de Situação Figura 1 Mapa de situação da Rodovia SC-352 em Imbuia - Rio dos Bugres 6 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 2 Mapa de Localização da obra , coordenadas UTM de inicio do trecho: x655032 , y 6958745 Fonte : Projeto Executivo elaborado pela IGUATEMI ConsultoriaTabela 1 Coordenadas UTM das extremas da obra PONTO COORD X Y EXTREMA próxima a IMBUIA (5+500) UTM 655032 6958745 EXTREMA SC 352 UTM 650444 6953375 103 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento Gerência de Meio Ambiente - GEMAM/DEINFRA 2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 2.1 – Empreendedor Nome: Departamento Estadual de Infraestrutura – DEINFRA Endereço: Rua Tenente Silveira, 162 – centro – CEP 88010-300 – Florianópolis/ SC CNPJ: 05.510.080/0001-49 2.2 – Empresa executora Nome: SULCATARINENSE – Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. Endereço: Estrada Geral de Tijucas, km 3,0, bairro Saudades – CEP – 88160- 000 – Biguaçu / SC. CNPJ: 76.614.254/0001-61 2.3 – ONG executora dos programas ambientais Nome: INSTITUTO ÇARAKURA - IÇARA Endereço: Servidão Caminho da Costa, num. 333, bairro Ratones - CEP 88052- 330 - Florianópolis / SC. CNPJ: 08.883.279/0001-00 2.1 Características Técnicas Projeto: IGUATEMI - Consultoria e Serviços de Engenharia Ltda. Empreendedor: Departamento Estadual de Infraestrutura – DEINFRA Construtora: Sulcatarinense Mineração , Artefatos de Cimento , Britagem e Construção LTDA. Edital : VC 003/2011 – 4490 Tipo : Reabilitação e Ampliação Número do Contrato : PJ.4490/2011 Data da assinatura do Contrato : 01/07/2011 Número da Ordem de Serviço: não houve Ordem de Serviço, o próprio contrato já foi uma Ordem de Serviço. Prazo de conclusão do serviço: 31/05/2014 (2ª Termo Aditivo, em anexo), porém houve uma Ordem de Paralisação em 02/05/2014, e uma Ordem de Reinício em 01/10/2014, portanto o término da obra é 31/10/2014. 8 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 2.2 Equipe Técnica - Richard E. Smith – INSTITUTO ÇARAKURA Eng. Sanitarista e Ambiental – CREA/SC: 107767-7 - Rodrigo Bicudo Merege – INSTITUTO ÇARAKURA Biólogo – CRBio: 88367/03 - Júlio Dutra Niero – SULCATARINENSE Eng. Civil – CREA: 093455-1 - Leandro Silva – SULCATARINENSE Eng. Civil – CREA: 092411-0 - João Daniel T. S. Pires – SULCATARINENSE Eng. Sanitarista Ambiental – CREA: 096081-7 2.3 – Autorizações e licenças ambientais 2.3.1 – Licença Ambiental de Instalação – LAI N° do processo/FATMA: DIV/17374/CAV N° do parecer técnico: 032/2011 N° da LAI: 6057/2011 Atividade: Retificação e melhoria da rodovia Validade da LAI: 30 meses a partir de 06/Set/2011 2.3.2 – Autorização de corte – AuC N° do processo/FATMA: VEG/55502/CRN N° do parecer técnico: 025/2011/GEAIA N° da AuC: 025/2011/GELAF Validade da AuC: 04/Set/2012 9 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 2.4 Justificativa do Empreendimento O estado de Santa Catarina possui grande vocação para o desenvolvimento de diversas atividades produtivas, tais como a agricultura, indústria e o comércio. Em todos os setores transporte de mercadorias é um dos principais gargalos para o franco desenvolvimento da economia regional, influenciando diretamente em diversos aspectos. Dentre estes, destacam-se as alternativas locacionais das zonas industriais, que devem contar com infraestrutura que permita o escoamento da produção de maneira rápida e segura, fato que influencia diretamente no preço final do insumo produzido. Por isto, cada vez mais, grandes empresas tem demonstrado interesse em ampliar e melhorar a malha viária existente no estado para reduzir seus custos de transporte e tornarem-se mais competitivas no mercado. Neste sentido, parceiras entre o setor público e privado tem sido muito bem vindas gerando arranjos institucionais e soluções para dificuldades antigas relacionadas à modernização do sistema viário em Santa Catarina e outras regiões do país. Um exemplo bem sucedido desse tipo de parceria foi “Projeto de Engenharia Rodoviária para Projetos De Reabilitação e Aumento da Capacidade Rodovia Estadual SC-352”, o qual foi gerenciado pelo Departamento de Infraestrutura do Estado de Santa Catarina (DEINFRA) e subsidiado pela Votoramtim Cimentos Brasil LTDA. A área da Unidade Vidal Ramos da Votorantin localiza-se nos complexos das minas Bugre e Tigre, no município de Vidal Ramos, situado às margens da Rodovia SC- 427 que liga os Municípios de Vidal Ramos, Ituporanga, e Petrolândia. Por isto, a BR- 352 representa uma redução significativa no trajeto dos caminhões e carretas responsáveis pela logística de transporte desta empresa, proporcionando mais agilidade e menos desgaste nos equipamentos. Ainda assim, tratando-se de uma rodovia estadual de domínio publico, sua reabilitação e ampliação beneficiam milhares de pessoas que passam a usufruir desta rodovia para diversos fins. Além disto, pode-se esperar um significativo incremento das atividades econômicas e comercias da região, uma vez que esta proporciona valorização das propriedades de seu entorno e gera a demanda por pontos comerciais, tais como postos de gasolina, mecânicas, restaurantes, etc. A preocupação com aspectos ambientais da obra iniciaram-se desde a fase de concepção do projeto básico e executivo do empreendimento, sendo produzido um mapeamento preliminar das áreas de APP’s e principais remanescentes florestais para 10 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda orientação dos projetistas. Porém, foi na etapa de Estudos de Impacto Ambientais (EIA) que houve um maior detalhamento do meio biótico, físico e socioeconômico da região. Nesta etapa também foram definidas as medidas mitigatórias e os programas de controle ambiental da obra, os quais foram cumpridos e documentados ao longo da execução da obra. O presente Relatório tem por objetivo sistematizar as medidas de controle ambiental e seus resultados, destacando também o enfoque especial com que alguns programas foram realizados, principalmente a educação ambiental e a recuperação de áreas degradas. 2.5 Caracterização do empreendimento O presente Relatório de Controle Ambiental – RCA, foi elaborado para atendimento a legislação vigente, legislação que será detalhada no próximo item do relatório. Trata-se de um documento contendo as medidas e controles ambientais adotados durante a realização da obra de reabilitação e ampliação da rodovia extra plano, trecho Imbuia - SC 352 , executada pela empresa SULCATARINENSE- Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. A região em que a rodovia está inserida possui forte vocação agrícola e pecuária e por consequência , agroindustrial, tendo também se desenvolvido no setor de celulose e fumicultura ao longo das ultimas décadas. Os serviços prestados foram firmados entre o DEINFRA e a Construtora Sulcatarinense M.A.C.B.C Ltda , através do contrato PJ-4490/2011, cujo objeto é a obra de reabilitação e ampliação de extensão total de 9.972,62 m. 11 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 3 MEDIDAS MITIGADORAS E DE CONTROLES AMBIENTAIS ADOTADOS 3.1 Medidas Mitigadoras A empresa contratada para a execução da obra observou os procedimentos e as recomendações socioambientais estabelecidos em uma série de documentos técnicos de referência do IBAMA, da FATMA, do DEINFRA, DNIT, entre outros, mas tem como base principal os três documentos descritos a seguir: (a) o Manual de Procedimentos Ambientais/2006 do DEINFRA, que apresenta no Capítulo 6 as orientações ambientais gerais para as empreiteiras que abrangem: (i) instalaçãoe operação de canteiros de obras; (ii) implantação, operação e desativação de usinas de britagem, concreto e asfalto; (iii) tratamento de efluentes; (iv) execução de obras temporárias; (v) execução de obras permanentes; e (vi) registros de ocorrências da obra. (b) os Projetos de Engenharia que especificam e detalham as medidas de proteção e recuperação ambiental . (c) os Editais do processo licitatório de contratação da construtora para execução das obras, o DEINFRA exige que a mesma assine a Declaração de Responsabilidade Ambiental que contempla as informações abaixo: Que conhece a legislação ambiental brasileira e do Governo Mutuário do Empréstimo, notadamente a relacionada às atividades objeto desta LPI (Lei Federal 6.938/81, Decreto Federal 99.274/90, Lei Federal 6.902/81, Decreto Estadual 14.250/81, Lei Estadual 5.793/80, Lei Estadual 14.675/09, Resolução CONAMA 001/86, Resolução CONAMA 237/97, Código Florestal Lei Federal 12.651/12, Decreto Federal 6.660/08, Lei Estadual 9.428/94, Código das Águas - Decreto Federal 24.643/34, e entre outras, as Normas, Diretrizes e Manuais do DEINFRA: Manual de procedimentos Ambientais do DEINFRA, Instrução de Serviço IS-05 e Diretrizes Ambientais Gerais do DEINFRA, bem como as Diretrizes e Normas do DNIT, quando aplicáveis), e que: Durante toda a obra foram executadas medidas no sentido de minimizar os impactos causados pela execução de serviços como: trilhas, caminhos de serviço e estradas de acesso, jazidas e caixas de empréstimo, canteiro de obras, laboratório, usinas de asfalto e de solos, efluentes e resíduos, serviços de terraplenagem, bota-foras, taludes de corte e de aterros, drenagem e pavimentação. 12 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda A componente ambiental contemplou ações envolvendo obras provisórias e definitivas de precaução e proteção ambiental, além do projeto de integração da Rodovia com o meio ambiente. Durante a execução dos serviços foram realizadas de maneira contínua ações de educação ambiental e comunicação social, além dos controles ambientais pertinentes. 3.2 Monitoramento e Acompanhamento dos Impactos Ambientais O acompanhamento e monitoramento dos impactos ambientais tem por objetivo o registro e a avaliação dos resultados de qualquer alteração, seja ela natural ou antrópica, na construção da Rodovia SC-352 e sua área de influência direta. Para tanto foram realizadas as seguintes ações. 1.Avaliação periódica das condições ambientais dos componentes bióticos e abióticos; 2. Acompanhamento e monitoraramento do funcionamento e a evolução dos fragmentos de floresta conservada nas proximidades da obra ; 3. Acompanhamento e avaliação da evolução das características de uso e ocupação do solo na em torno da obra e seus impactos ambientais, propondo ações e medidas mitigadoras sempre que necessário. 4. Acompanhamento e avaliação do cumprimento das condicionantes descritas na LAI 6057/2011 propondo ações e medidas mitigadoras sempre que necessário. 5. Foram realizadas vistorias periódicas nos lotes da obra nos eixos norte e leste, para identificação e caracterização de áreas críticas, com risco de erosão; e áreas com estrutura de solo instável em virtude de atividades de obras. Foram ainda instaladas medidas preventivas à formação de processos erosivos, de redução da velocidade da água e redirecionamento do escoamento superficial em áreas críticas e sensíveis identificadas. Também foi implantado o monitoramento das medidas adotadas para prevenção e controle dos processos erosivos. Algumas das medidas preventivas realizadas e descritas neste relatório são: Implantação de barreira de siltagem como elemento provisório de proteção ambiental, durante as obras de terraplanagem, com o objetivo de inibir o 13 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda carregamento de sedimentos para a drenagem natural e outros locais indesejáveis. Implantação de valas de drenagem e pequenas bacias de contenção para redução de acumulo na pista e áreas adjacentes. Implantação de valas de drenagem para redução da erosão de sedimentos nas áreas de bota-fora com solo vulnerável; Recobrimento de taludes e bota-fora com vegetação através de processos de hidrossemeadura com espécies de rápido crescimento, como: azevém (Lolium multiflorum), cornichão (Lotus corniculatus), festuca (Festuca arundinacea) e azevém hibrído (Lolium x Boucheanum); Os procedimentos de hidrossemeadura estão relacionados ao Programa de Paisagismo, sendo assim o monitoramento desta ação está descrito neste item, apesar do efeito de controle de processos erosivos que a hidrossemeadura causa com a cobertura do solo exposto. O Programa de Controle de Processos Erosivos realizou melhorias constantes para manter a integridade do solo no entorno da obra. As barreiras de siltagem foram ampliadas e as estacas refixadas, quando necessário as mantas geotêxteis são substituídas por novas ou retiradas quando não há mais a necessidade destas. 4. REGISTRO FOTOGRÁFICO PANORÂMICO DA SITUAÇÃO ATUAL O objetivo deste item é dar uma vista geral da obra depois de concluída , ele é estritamente expositivo , sendo as considerações técnicas e descrições reservados ao restante do relatório. 14 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 3 – Bota fora em recuperação passiva, KM 5+900 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 4- Bota fora em utilização pelo proprietário ,KM 6+300 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 5 - Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 6+140 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 6- Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 6+400 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 7 – Drenagem na faixa de domínio ,KM 6+360LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 8 Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 6+ 800 LD e LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 15 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 9- Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 7 + 200 LE e LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 10- Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 7+020 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 11- Equipamento de escoamento superficial no KM 8 + 600 LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 12 - Equipamento de escoamento superficial no KM 9+850 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 13 – Hidrossemeadura com alta taxa de sobrevivência e sarjeta no KM 7 + 700 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 14– Hidrossemeadura com alta taxa de sobrevivência e sarjeta no KM 6 +800 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 16 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 15– Sinalização definitiva no KM 10+850 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 16 - - Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 11 +600 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 17 - Equipamento de escoamento superficial no KM 8 + 300 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 18-Vala de drenagem deterceiros em processo de recuperação KM6+700LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 19– Hidrossemeadura com boa taxa de sobrevivência e sarjeta no KM 11 + 900 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 20 - Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, KM 11+000 LE e LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 17 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 21- Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, 7 +900 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 22- Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme e sarjeta, 9 + 300 LD e LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 23 10 + 080 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 24- Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, 10 + 200 Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 25 - Faixa de domínio com cobertura vegetal uniforme, 11 + 150 LD e LE Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 26 8 + 800 Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 18 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 27 13 + 200 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura Figura 28 13 + 300 LD Data:10/10/2014 Fonte: Instituto Çarakura 5. ACERVO DOS PASSIVOS AMBIENTAIS IDENTIFICADOS O projeto de execução na Rodovia Extra Plano (trecho: Imbuia – Entrocamento SC 352) , intitulado “ PROJETO DE ENGENHARIA RODOVIÁRIA PARA PROJETOS DE REABILITAÇÃO E AUMENTO DA CAPACIDADE” , desenvolvido pela empresa “ IGUATEMI – Consultoria de Serviços e Engenharia Limitada” , de outubro de 2010, não identifica nenhum passivo ambiental. Considerando que o projeto de engenharia da rodovia não contempla passivos ambientais, não foram considerados passivos anteriores a obra. No entanto, as ações de recuperação das áreas degradadas contemplam todos os passivos ambientais oriundos da obra da SC-352, com exceção do passivo no KM 12 + 900, foram executadas e estão descritas no Programa de Recuperação de Áreas Degradadas e demais programas, classificados de acordo com a sua origem. 19 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda O passivo ambiental do KM 12 +900 , trata-se de um bota fora finalizado , que teve suas ações de recuperações interrompidas por imposição do proprietário. Figura 29 - Localização do Passivo Ambiental FONTE: Google Earth Foram iniciados os procedimentos de recuperação do bota fora, tais como valas de drenagem "na crista", hidrossemeadura e a instalação de mantas geotêxteis. Procedimentos interrompidos pelo proprietário da área que com palavras de baixo calão impediu os funcionários de continuarem a recuperação. O senhor em questão, exclamou repetidamente que aquele local era uma propriedade particular e que não admitia colaboradores da empresa depositando material ou circulando. Tal ocorrência, segundo os colaboradores da SULCATARINENSE, foi motivada após estes irem perguntar sobre a disposição inadequada de resíduos da construção civil (Figuras 34 e 35), depositados no bota-fora e impossibilitando adequada restauração ambiental do local . 20 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 30.- - Àrea do bota fora em processo de recuperação , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 31 - Àrea do bota fora em processo de recuperação , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 32 - Àrea do bota fora em processo de recuperação , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 33 - Àrea do bota fora em processo de recuperação , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 34 – Deposição irregular de resíduos da construção civil , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 35 – Deposição irregular de resíduos da construção civil , KM 12 +900. Fonte: Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 21 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Por se tratar de um crime ambiental, impedindo a atuação da contratante, o Instituto Çarakura, representado na ocasião por Ary Hauffe, fez uma denúncia da situação em questão à Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA), sob o código de atendimento 2014034138 e número de atendimento: 19030/2014 como ilustra a figura a baixo. Figura 36 – Denúncia realizada pelo Instituto Çarakura , contra o impedimento de continuidade as ações de recuperação ambiental. 6. APRESENTAÇÃO DO PAISAGISMO EXECUTADO O projeto de execução na rodovia Extra Plano( trecho: Imbuia – Entrocamento SC 352) , intitulado “ PROJETO DE ENGENHARIA RODOVIÁRIA PARA PROJETOS DE REABILITAÇÃO E AUMENTO DA CAPACIDADE” , desenvolvido pela empresa “ IGUATEMI – Consultoria de Serviços e Engenharia Limitada” , de outubro de 2010, não cita em nenhum momento o termo paisagismo. Somente se refere a ações de meio ambiente, limitadas em Recuperação de Bota Foras e Refúgio Lateral. Entretanto a empresa SULCATARINENSE e o INSTITUTO ÇARAKURA desenvolveram ações de paisagismo que vão além das consideradas no projeto executivo, todas estas ações estão descritas adiante no Programa de Paisagismo. 22 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 7. INSTALAÇÕES E ÁREAS DE APOIO Para o desenvolvimento da obra foram necessárias diversas estruturas e áreas utilizadas como apoio logístico às diferentes etapas de impantação da mesma. A implantação das ações ambientais da Rodovia começa com a emissão Licença de Instalação (LAI), que indica as condicionantes ambientais da obra. Juntamente com a Licença de Instalação é emitida pelo órgão ambiental a Autorização de Corte de Vegetação (AuC) necessária para a supressão da vegetação nativa impactada pela obra. Para a obra em questão a o número da LAI é 6057/2011 e da AUc 025/2011. Nas áreas de apoio , que agregaram aos canteiros de obra, foram utilizados os dispositivos de segurança previstos nas normas regulamentares do Ministério do Trabalho. 7.1 UNIDADE INDUSTRIAL (USINA MÓVEL DE ASFALTO) Para os trabalhos desenvolvidos nesta rodovia, a empreitera optou pela instalação de uma usina de produção de concreto asfáltico móvel, de propriedade da empresa. Esta usina compacta opera sobte chassi único, possuindo capacidade de produção instalada de 80 t/hora sendo abastecida por óleo diesel. A usina possui sistema de controle de emissão de particulados composto por ciclone recuperador de fios, exaustor e filtro de mangas. A usina em questão possui Licença Ambiental de Operação 7428/2011(Anexo), emitida em 19/10/2011 e válida por 48 meses, com base no processo de licenciamento IND/00769/CRF. A usina móvel foi instalada as margens da rodovia Luis Bertolli, em frente ao entrocamento com a SC-352, em um terreno com 12.400,00 m². Uma das condicionantes para a validade da licença ambiental da referida usina é a apresentação de um documento emitido pela Prefeitura Municipal de Ituporanga, autorizando a instalação da usina, tal documento encontra-se em anexo. Tabela 2 Coordenadas UTM da Usina de Asfalto Local Coordenada E Coordenada N Usina de Asfalto 650397,49836953451,1426 23 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 37 . – Localização do Usina Móvel de Asfalto , latitude 27’32’’5,59°S e Longitude 49’28’’40,04°O Localização da Usina Móvel de Asfalto em coordenadas UTM N6953451,1426 e E650397,4983. Na unidade industrial o material oriundo da britagem era estocado em pequenos volumes, para posterior utilização nos misturadores para o preparo do CBUQ. Os caminhões carregados com o material se dirigiam até as frentes de trabalho, onde eram basculados e posteriormente retornavam a unidade para o novo carregamento. As imagens abaixo ilustram o funcionamento da unidade. Durante a fase de execução da obra , a unidade industrial possuía controles ambientais rígidos, tais como sistema de exaustão e filtragem de material particulado junto a usina de asfalto, barreiras de siltagem com geotêxteis, nos pés de taludes, ações para controle dos processos erosivos, sinalização de advertência e controle de acessos, conforme ilustram as figuras abaixo. Durante o tempo, 13 meses ( NOV/2012 a DEZ/2013) ,em que esteve em funcionamento gerou um custo total, incluindo sua recuperação, de R$ 721.582,83 ( Planilha em anexo). Após a utilização da área em que a usina estava instalada ela foi devolvida ao proprietário e o mesmo demonstrou interesse em utiliza-lá da forma atual e não autorizou o plantio de espécies arbóreas , visto que antes da instalação a área já era antropizada e sem processos ecológicos relevantes. 24 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 38. Usina de Asfalto. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (16/01/2013) Figura 39 - Unidade Industrial em funcionamento Data:27/11/2013 Figura 40 Unidade Industrial em funcionamento Data:16/01/2014 Figura 41. Usina de Asfalto. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) Figura 42. Local onde estava instalada a Usina de Fonte: Instituto Çarakura (21/08/2013) 25 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 7.2 ESCRITÓRIO Figura 43 – Localização do Escritório da SULCATARINENSE EM IMBUIA , latitude 27’29’’1,47°S e Longitude 49’25’’28,00°O Para a organização exemplar de uma obra de infraestrutura se faz necessário o acompanhamento de profissionais de diversas áreas. Para propiciar as condições adequadas de trabalho a Sulcatarinense, instalou na cidade de Imbuía um escritório de apoio . Durante toda a fase de construção o escritório da empresa Sulcatarinense ficou localizado na rua Antônio Carlos Konder Reis , numero 402 , centro de Imbuía. A sala comercial onde funcionava o escritório foi alugada pelo período que a empresa se fez presente na obra, sendo uma referência para comunidade local poder buscar cargos de trabalho na obra, realizar denúncias e pedidos em geral. Após o término da obra, o contrato de aluguel foi encerrado. 26 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 44. Entrada do escritório. Local: Imbuia. Fonte: Instituto Çarakura (08/11/2012) Durante a desmobilização do escritório o proprietário do imóvel exigiu algumas ações de recuperação , como pintura, limpeza , troca de peças danificadas , contabilizando um custo total de R$ 1.800,00 (mil e oitoscentos reais), custo somente da desmobilização. 7.3 PEDREIRAS E JAZIDAS Para fornecimento de material necessário às atividades de reabilitação da rodovia, contratos de fornecimento de material pétreo foram estabelecidos com duas unidades de extração mineral próximas à obra, sendo estas unidades destacadas na tabela: Tabela 3 - Fornecedores Material Pétreo Nome Unidade Município Unidade Classificação Santa Teresa Aurora/SC Britagem Rio do Ouro Vidal Ramos/SC Mineração 27 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Unidade Santa Teresa O empreendedor BRITAGEM SANTA TERESA LTDA, CNPJ 05.909.258/0001-29, possui LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO (LAO) junto ao órgão ambiental competente (FATMA) para a atividade: BENEFICIAMENTO DE MINERAIS COM COMINUIÇÃO – BRITAGEM DE BASALTO. Estrutura Física O empreendimento tem por objetivo principal o beneficiamento de diabásico por comunição, e faz uso dos seguintes equipamentos: 1 – Alimentador; 2 – Britadores (primário, secundário, terciário); 3 – Peneiras; 4 – Conjunto de correias transportadoras; 5 – Pulmão do terciário. Localização O endereço do empreendimento é: Localidade Santa Tereza, nº741, Bairro Santa Tereza, CEP 89186-000, localizado no município de Aurora/SC, mas precisamente nas coordenadas geográficas 27’21’’35,49°S e 49’36’’05,51°O. A área autorizada para mineração é de 4 hectares em um total de 36ha que possuí o terreno. Figura 45 Localização Britagem Santa Teresa Ltda, Latitude 27’21’’35,49°S e Longitude 49’36’’05,51°O 28 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Licença Ambiental O empreendimento esta devidamente licenciado pelo órgão ambiental competente, Fundação do Meio Ambiente – FATMA em processo de licenciamento ambiental Nº IND/00138/CAV vinculado ao parecer técnico Nº 12133/2012 que concede ao empreendimento BRITAGEM SANTA TERESA LTDA a LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO - LAO Nº 9946/2012 emitida em 25 de Outubro de 2012 com validade até 25 de Outubro de 2016. Programas Ambientais Para garantia da LAO as responsabilidades do empreendedor são: 1 – Confinamento de saída do material britado, visando a redução do espalhamento da poeira fugitiva. Umedecimento do material no alimentador diminuindo a propagação de poeiras. 2 – Quanto a emissão de ruídos. Área isolada e horário de funcionamento não implica na rotina da vizinhança quanto a emissão sonora; 3 – Águas pluviais, sistema de escoamento em valas e destinação a lagoa de decantação; 4 – Resíduos sólidos; separados em pontos de coleta seletiva de materiais. A unidade de britagem em questão processa mensalmente 2000 m³. Resumo Tabela 4 - Resumo do Empreendimento Empreendimento Localização Licença Ambiental de Operação Nº Emissão Validade BRITAGEM SANTA TERESA LTDA Aurora/SC 9946/2012 25/10/2012 25/10/2016 29 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Unidade Rio do Ouro O empreendedor MINERAÇÃO RIO DO OURO LTDA, CNPJ 78.266.566/0001-57 possui LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO (LAO) junto ao órgão ambiental competente (FATMA) para a atividade: BENEFICIAMENTO DE MINERAIS COM COMINUIÇÃO – BENEFICIAMENTO DE ROCHA CALCÁRIA. Estrutura Física O empreendimento tem por objetivo principal o beneficiamento de rocha calcária por comunição, e faz uso dos seguintes equipamentos: 1 – Britadores (primário, secundário); 2 – Moagem; 3 – Pátio de estocagem; Localização O endereço do empreendimento é: Rodovia BR 429, SN, Ribeirão dos Bugres, CEP 88.443.000, localizado no município de Vidal Ramos/SC, mas precisamente nas coordenadas geográficas UTM X 663800 Y 697250. Figura 46 Localização da Mineração Rio do Ouro Ltda,coordenadas geográficas UTM X 663800 Y 697250. 30 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantesdo Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Licença Ambiental O empreendimento esta devidamente licenciado pelo órgão ambiental competente, Fundação do Meio Ambiente – FATMA em processo de licenciamento ambiental Nº IND/50863/CAV vinculado ao parecer técnico Nº 2948/2012 que concede ao empreendimento MINERAÇÃO RIO DO OURO LTDA a LICENÇA AMBIENTAL DE OPERAÇÃO - LAO Nº 3076/2012 emitida em 12 de Abril de 2012 com validade até 12 de Abril de 2016. Programas Ambientais Para garantia da LAO é responsabilidades do empreendedor: 1 – Controle de processos erosivos e de assoreamento; 2 – Melhoria no transito, com adequação dos acessos através de execução de rótulas, acostamentos, a ser desenvolvido com o DEINFRA; 3 – Programa de monitoramento da contaminação e controle das águas pluviais (drenagem), com o objetivo de verificar o carreamento acidental de óleos e graxas e verificar a eficiência dos sistemas de sedimentação de solo; 4 – Controle das emissões de poeiras fugitivas, através da aspersão de água com dutos direcionados para umectação direta nas calhas de transporte do material britado, peneiras e transferências de correias transportadoras. Também está previsto a umectação das vias e do pátio interno através de caminhões pipa. Também será implantado cortina verde no perímetro do estabelecimento, com espécies nativas da microbacia do Rio Itajaí-Mirim. As jazidas utilizadas na obra são exclusivamente comerciais .O transporte do material adquirido junto as duas jazidas foi realizado por veículos próprios da Sulcatarinense até a área industrial ou trechos de aplicação direta da rodovia SC-352, nos casos de rachões e outros matérias utilizados como sub-base, base , drenagem etc. A unidade de mineração em questão processa mensalmente 5000 m³. 31 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Resumo Tabela 5 - Resumo do Empreendimento Empreendimento Localização Licença Ambiental de Operação Nº Emissão Validade MINERAÇÃO RIO DO OURO LTDA Vidal Ramos/SC 3076/2012 12/04/2012 12/04/2016 As jazidas utilizadas na obra são exclusivamente comerciais .O transporte do material adquirido junto as duas jazidas foi realizado por veículos próprios da Sulcatarinense até a área industrial ou trechos de aplicação direta da rodovia SC-352, nos casos de rachões e outros matérias utilizados como sub-base, base , drenagem etc. 7.4 BOTA FORAS O manejo de resíduos inertes exige, por princípio, estabelecer orientações para a correta disposição dos rejeitos gerados nas obras rodoviárias . As medidas realizadas neste item tiveram por objetivo o atendimento a legislação ambintal ( Resolução CONAMA 06/1998, Resolução CONAMA 307/2003), observada a classificação da NBR 10.004-ABNT- Resíduos Sólidos . Segundo a classificação da NBR 10.004 os resíduos inertes são considerados como classe III e definidos como: “Quaisquer resíduos que , quando solubilizados em água, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água, exceto em relação aos padrões de aspecto , cor , turbidez e sabor “. 32 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Tendo em vista a necessidade de dispor de um local adequado ao deposito de resíduos inertes, oriundos da frente de terraplanagem, a empresa viabilizou a implantação de uma série de bota foras as margens da rodovia , a maior parte deles na faixa de domínio. Estes bota foras fora da faixa de domínio possuem termo de comprovação da prefeitura, termo de aceitação e autorização do proprietário ( Anexo). A seguir a tabela de controle geral de bota foras e em seguida a descrição detalhada de cada um deles . Tabela 6 Localização e proprietários dos Bota-foras N° Proprietário Área ( m²) Volume (m³) Km Coordenadas 1 Valmir Stenheuiser 6700 13400 5+850 LE 27’29’’17,17°S , 49’25’’45,48°O 2 Silvestre Allein 1700 3530 6+140 LE 27’29’’22,64°S, 49’25’’38,38°O 3 Osmildo Rangel 6900 12200 6+360 LE 27’29’’32,52°S , 49’25’’45,78°O) 4 Nelson Allein 12000 2500 7+500 LD 27’30’’17,41°S , 49’26’’15,00°O 5 Edenalte Ferreira 4100 8200 8+320 LE 27’30’’33,84°S , 49’26’’46,71°O 6 Lucilene Goedert 190 380 9+380 LD 27’30’’47,57°S , 49’26’’58,42°O 7 Amiltom Pereira 800 1100 500+360 27’30’’54,63°S , 49’27’’27,15°O 8 Celio Antonio Goedert 1400 1900 11+900 LD 27’30’’50,50°S 49’27’’26,97°O 9 Osvaldir Rodrigues 300 390 12+900 LD 27’31’’17,02°S 49’28’’17,67°O 10 Alma Borges 20300 17850 12+900 LD 27’31’’41,57°S 49’28’’29,89°O Bota fora 01 O bota fora ocupa uma área de 6700 m² , na propriedade de Valmir Stenheuiser, próximo ao Km 5+850, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 13400 m ³ de material durante a execução da obra. 33 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 47 Localização do bota fora 01 , latitude 27’29’’17,17°S e Longitude 49’25’’45,48°O Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. 34 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 48 Propriedade Sr. Valmir Steinheuser. Km 5+850 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) Figura 49 Propriedade Sr. Valmir Steinheuser Km 5+850 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) Figura 50 Propriedade Sr. Valmir Steinheuser Km 5+850 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (13/02/2013) Figura 51 Propriedade Sr. Osmildo Rangel Km 6+360 LE. Fonte: Instituto Çarakura. (13/02/2013) Figura 52 – Bota-fora 5+850, em fevereiro de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 14/02/2013 Figura 53 – Bota-fora 5+850, em outubro de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 07/10/2013 35 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 54 – Bota-fora 5+850, em outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi aplicada a hidrossemeadura , as valas de crista e o manejo para valorização das espécies nativas. Bota fora 02 O bota fora ocupa uma área de 1700m² , na propriedade de Silvestre Allein, próximo ao Km 6+140, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 3530m ³ de material durante a execução da obra. 36 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 55 Localização do bota fora , latitude 27’29’’22,64°S e Longitude 49’25’’38,38°O Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislaçãovigente, á área foi escolhida como bota-fora. Figura 56 Bota-fora 6+140, em outubro de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 04/10/2013 Figura 57 Bota-fora 6+140, em outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi aplicada a hidrossemeadura periodicamente. 37 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Bota fora 03 O bota fora ocupa uma área de 6900 m² , nas terras de Osmildo Rangel, próximo ao Km 6+140, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 12200 m ³ de material durante a execução da obra. Figura 58 Localização bota fora 03 , latitude 27’29’’32,52°S e Longitude 49’25’’45,78°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. 38 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 59 Bota-fora 6+360, em Fevereiro de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 14/02/2013 Figura 60 Bota-fora 6+360, em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão o proprietário transformou o bota fora em área de cultivo agrícola. Bota fora 04 O bota fora ocupa uma área de 12000 m² , na propriedade de Nelson Allein, próximo ao Km 7+500, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 25000 m ³ de material durante a execução da obra. 39 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 61 Localização bota fora 04 , latitude 27’30’’17,41°S e Longitude 49’26’’15,00°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. Figura 62 Bota-fora 7+500, em Abril de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/04/2013 Figura 63 Bota-fora 7+500, em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 40 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi aplicada hidrossemeadura na área a ser recuperada. Bota fora 5 O bota fora ocupa uma área de 4100 m² , na propriedade de Edenalte Ferreira, próximo ao Km 8+320, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 8200 m ³ de material durante a execução da obra. Figura 64 Localização bota fora 05 , latitude 27’30’’33,84°S e Longitude 49’26’’46,71°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. 41 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 65 Bota-fora 8+320, em Abril de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2013 Figura 66 Bota-fora 8+320, em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com o proprietário. No bota fora em questão foi aplicada hidrossemeadura no talude e feita valas de crista na superfície . 42 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Bota fora 06 O bota fora ocupa uma área de 190 m² , na propriedade de Lucilene Goedert, próximo ao Km 9+380, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 380m ³ de material durante a execução da obra. Figura 67 Localização bota fora 06 , latitude 27’30’’47,57°S e Longitude 49’26’’58,42°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. 43 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 68 Bota-fora 9+320, fica fora da faixa de domínio oque dificulta o acesso em Abril de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2013 Figura 69 Bota-fora 9+320, fica fora da faixa de domínio oque dificulta o acesso em Abril de 2013 Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2013 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva ,natural . 44 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Bota fora 7 O bota fora ocupa uma área de 800 m² , na propriedade de Amiltom Pereira, próximo ao Km 500+350 que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 1100 m ³ de material durante a execução da obra Figura 70 Localização bota fora 07 , latitude 27’30’’54,63°S e Longitude 49’27’’27,15°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. 45 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 71 Bota-fora fica fora da faixa de domínio em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/102014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva, também chamada de natural . Bota fora 8 O bota fora ocupa uma área de 800 m² , nas terras de Celio Antonio Goedert, próximo ao Km 11+900 , localidadede vista alegre, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 1100 m ³ de material durante a execução da obra 46 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 72 Localização bota fora 08 , latitude 27’30’’50,50°S e Longitude 49’27’’26,97°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. Figura 73 Bota-fora 10+900 , em Abril de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2014 Figura 74 Bota-fora 10+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva ,natural . 47 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Bota fora 09 O bota fora ocupa uma área de 300 m² , na propriedade de Osvaldir Rodrigues, próximo ao Km 12+500 que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 390 m ³ de material durante a execução da obra. Figura 75 Localização bota fora 09 , latitude 27’31’’17,02°S e Longitude 49’28’’17,67°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. 48 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 76 Bota-fora 12+500 , em Abril de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 12/04/2014 Figura 77 Bota-fora 12+500 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, o bota fora utilizado foi recuperado de acordo com as prioridades do proprietário. No bota fora em questão a proprietária prefereiu aguardar pela recuperação passiva , também conhecida como recuperação natural . 49 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Bota fora 10 O bota fora ocupa uma área de 20300 m² , nas terras de Alma Borges, próximo ao Km 12+900 , localidade de ilha grande, que autorizou o uso de seu terreno para a destinação de materiais oriundos das obras de restauração da rodovia em questão. Foram destinados cerca de 17850 m ³ de material durante a execução da obra. Figura 78 Localização bota fora 10 , latitude 27’31’’41,57°S e Longitude 49’28’’29,89°O) Por se tratar de uma região de colonização agrícola , toda a área já se encontrava alterada em relação a sua vegetação inicial , certificando-se que o local não se tratava de uma Àrea de Preservação Permanente , respeitando a legislação vigente, á área foi escolhida como bota-fora. Durante o processo de encerramento a GEMAM/DEINFRA notificou a empresa Sulcatarinense pela falta de algumas ações , no bota fora em questão, o Instituto Çarakura em parceria executaram as medidas de contenção dos processos erosivos. Foram feitos canais , hidrossemeadura e plantado espécies que tem um crescimento do rizoma acelerado para poder fixar o solo , como pode ser visto nas fotos a seguir 50 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 79Bota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 80 Bota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 81. Bota-fora no KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 82 Bota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Após o encerramento das atividades de reabilitação da rodovia SC-352, houve uma tentativa de recuperar o bota fora 10 , porém os proprietários do imóvel não autorizaram que os equipamentos e funcionários da Sulcatarinense entrassem no local novamente. Na última saída a campo foi constatado que o local está recebendo resíduos da construção civil ilegalmente(Fotos). Para tanto o Instituto Çarakura protocolou uma denúncia na FATMA (Anexo ), para que a mesma se posicione com a situação. 51 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda A denúncia está protocolada com o número de atendimento 19030/2014 , e a chave de consulta 74807. Figura 83 Resíduos da construção civil no ota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 84 Resíduos da construção civil no ota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 85 Resíduos da construção civil no ota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 Figura 86 Resíduos da construção civil no ota-fora KM 12+900 , em Outubro de 2014 Fonte:Instituto Çarakura Data: 10/10/2014 52 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 8. ATENDIMENTO ÀS RECOMENDAÇÕES E CONDICIONANTES QUE INTEGRAM AS LICENÇAS AMBIENTAIS 8.1 Apresentação Nesta seção é apresentada a situação dos programas e planos ambientais constantes na Licença Ambiental de Instalação - LAI, n° 6057/2011. Os itens a seguir demonstram cada programa/plano ambiental que foi executado na obra. 8.2 Programa de Controle de Processos Erosivos O Programa de Controle de Processos Erosivos estabeleceu ações operacionais preventivas e corretivas destinadas a promover o controle dos processos erosivos decorrentes a execução da obra, e evitar problemas de desestabilização nas áreas de exploração de materiais de construção e bota-fora, áreas de canteiros de obras, dentre outras. Objetivo Este programa procurou identificar e caracterizar as áreas naturalmente suscetíveis à erosão e aquelas que poderão sofrer processos erosivos em decorrência das atividades da obra. Também busca apresentar medidas para estabilização das áreas fragilizadas e a prevenção de novas ocorrências. Procedimentos metodológicos No inicio da obra foram implantadas medidas e dispositivos de prevenção, que na fase final a principal ação era monitoramento do conjunto de condicionantes que influenciam na efetividade das ações realizadas. O monitoramento do programa é apoiado por inspeções visuais, com registros dos principais locais de possível ocorrência de processos erosivos. Foram realizadas vistorias periódicas nos lotes de obras dos eixos norte e leste, para identificação e caracterização de áreas críticas, com risco de erosão; e áreas com estrutura de solo instável em virtude de atividades de obras. Foram ainda instaladas 53 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do LicenciamentoSULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda medidas preventivas à formação de processos erosivos, de redução da velocidade da água e redirecionamento do escoamento superficial em áreas críticas e sensíveis identificadas. Também foi implantado o monitoramento das medidas adotadas para prevenção e controle dos processos erosivos. As medidas preventivas iniciadas e que estão em fase de monitoramento e manutenção são: Implantação de barreira de siltagem como elemento provisório de proteção ambiental, durante as obras de terraplanagem, com o objetivo de inibir o carregamento de sedimentos para a drenagem natural e outros locais indesejáveis. Implantação de valas de drenagem para redução da erosão de sedimentos nas áreas de bota-fora com solo vulnerável ; Recobrimento de taludes e bota-fora com vegetação através de processos de hidrossemeadura com espécies de rápido crescimento, como: azevém (Lolium multiflorum), cornichão (Lotus corniculatus), festuca (Festuca arundinacea) e azevém hibrído (Lolium x Boucheanum); Os procedimentos de hidrossemeadura estão relacionados ao Programa de Paisagismo , sendo assim o monitoramento desta ação está descrito neste Programa. O Programa realizou melhorias para manter a integridade do solo no entorno da obra. As barreiras de siltagem foram ampliadas e as estacas refixadas, quando necessário as mantas geotêxteis são substituídas por novas ou retiradas. Figura 87. Drenagem da rodovia . Local: Km 8+000. Fonte: Instituto Çarakura. (27/03/2013) Figura 88. Drenagem em construção . Local: Km 6+800 Fonte: Instituto Çarakura. (17/05/2013) 54 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 91. Drenagem da rodovia . Local: Km 11+200. Fonte: Instituto Çarakura. (10/10/2014) Figura 92. Drenagem em construção . Local: Km 12+300 Fonte: Instituto Çarakura. (23/07/2014) Figura 89. Drenagem da rodovia e barreira de siltagem . Local: Km 8+200. Fonte: Instituto Çarakura. (23/07/2014) Figura 90. Drenagem em construção . Local: Km 10+000 Fonte: Instituto Çarakura. (23/07/2013) 55 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Como medidas recomendadas na notificação 06/2014 GEMAM , foi solicitada a limpeza das sarjetas em trechos de menor declividade , onde o acumulo de material é maior. Figura 95. Desobstrução da drenagem da rodovia . Local: Km 11+360. Fonte: Instituto Çarakura. Data:10/10/2014) Figura 96. Drenagem em manutenção. Local: Km 11+360 Fonte: Instituto Çarakura(10/10/2014) Figura 93. Desobstrução da renagem da rodovia. Local: Km 8+200. Fonte: Instituto Çarakura. Data: 23/07/2013) Figura 94. Drenagem em manutenção . Local: Km 8+800 Fonte: Instituto Çarakura. Data:23/07/2013 56 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 97. Desobstrução da drenagem da rodovia . Local: Km 10+260. Fonte: Instituto Çarakura. Data:10/10/2014 Figura 98. Drenagem em manutenção. Local: Km 6+660 Fonte: Instituto Çarakura Data:10/10/2014 Figura 99 Cronograma Semestral de atividades do programa de constrole de processos erosivos Fonte: Instituto Çarakura Acima está o cronograma de atividades desenvolvidas pelo Instituto Çarakura e a Sulcatarinense, para o controle dos processos erosivos, as atividades eram desenvolvidas em ciclos de 6 meses e os ciclos se repetiram durante a obra . 57 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 8.3 Plano de Gestão dos Resíduos Sólidos da Construção Civil A Gestão de Resíduos Sólidos é regulamentada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei nº 12.305/2010. Outro marco importante é a NBR 10.004 da ABNT, atualizada em 2004, organizando os resíduos em classes: Classe 1 – Perigosos Classe 2 – Não Perigosos Classe 2A – Não inertes (Não perigosos) Classe 2B – Inertes (Não perigosos) O Programa de Gestão dos Resíduos Sólidos iniciou seus trabalhos identificando quais os principais pontos geradores de resíduos na obra e qual a situação neste trimestre (Dez, Jan e Fev). Os principais pontos geradores de resíduos são: 1) Sede administrativa da obra no centro de Imbuia; 2) Laboratório de análises técnicas da obra; 3) Residência dos funcionários da SULCATARINENSE; 4) Usina de asfalto; 5) Ao longo do trecho da obra; Foram identificados e constatados nos pontos geradores quatro classificações de resíduos sólidos. Quanto à origem a classificação divide-se em resíduos domésticos e resíduos da construção civil. Quanto à periculosidade existem resíduos perigosos e resíduos não perigosos. Resíduos domésticos (não perigosos) Os resíduos domésticos foram encontrados principalmente na sede administrativa da obra, no laboratório de análises técnicas, na residência dos funcionários, na usina de asfalto e ao longo do trecho da obra. Por meio do diagnóstico qualitativo dos resíduos da obra constatou-se que os principais resíduos domésticos gerados nos pontos citados foram recicláveis e rejeitos, havendo pouca geração de resíduos orgânicos. Os resíduos recicláveis que foram mais encontrados: papel, cartuchos de tinta, plásticos, vidro, latas, madeiras (lenha e toras), caixarias, mantas geotêxteis. Os rejeitos que foram mais frequentes: marmita usada, 58 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda plástico laminado, chicletes, curativos, entre outros. Para a separação e destinação correta dos resíduos nos pontos geradores, foram instalados 4 contentores (Figuras 13 e 14), de 240L com adesivos identificáveis (Figura 12) para os resíduos recicláveis, sendo 2 instalados em residências de funcionários, 1 na Usina de Asfalto e 1 no Laboratório . A destinação correta dos resíduos recicláveis foi garantida pela parceria firmada com o Centro de Triagem – Comércio de Sucata Dois Irmãos (Figuras 15 e 16), CNPJ:05.494.047/0001-72, sob a responsabilidade de Elton Luis Machado. Todo o resíduo reciclável coletado é encaminhado ao centro, onde é realizada a triagem, a prensa e a quantificação dos resíduos recicláveis. No centro o resíduo reciclável é separado em alumínio, papel, plástico e vidro e posteriormente em subtipos de plástico, papel, papelão, etc. Com isso, pode-se prensar em fardos, pesar o material e encaminhar para indústria de reciclagem, gerando renda para a comunidade. Atualmente, o galpão está em processo de renovação da LAO com a FATMA. Para formalizar a parceria foi fornecida uma declaração de funcionamento, a qual segue em ANEXO a este relatório. Figura 100. Contentor de Rejeitos. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (22/02/2013) Figura 101. Contentor de Rejeitos e Resíduos Recicláveis. Local: Residência dos funcionários. Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2013) 59 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 102. Contentor de Resíduos Recicláveis. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) Figura 103. Contentor de Resíduos Recicláveis. Local: Laboratório. Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) Figura 104. Centro de Triagem de Resíduos Recicláveis. Local: Comérciode Sucata Dois Irmãos- IMBUIA. Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) Figura 105. Separação de resíduos no Centro de Triagem. Local: Comércio de Sucata Dois Irmãos- IMBUIA. Fonte: Instituto Çarakura (14/02/2014) Foi identificada a ausência de lixeiras/contentores de rejeitos, os quais foram sobras de qualquer processo que não pode ser reaproveitado, devendo ser encaminhados para aterros sanitários, tais como resíduos do banheiro. Assim, foram instalados contentores para a separação correta deste tipo de resíduo no escritório, no laboratório, na usina de asfalto e na residência dos funcionários, sendo todo este material coletado pela Prefeitura de Imbuia, tendo como destino final o aterro sanitário localizado em Brusque. 60 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 106. Contentor de Rejeitos. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (22/02/2013) Figura 107. Contentor de Rejeitos e Resíduos Recicláveis. Local: Residência dos funcionários. Fonte: Instituto Çarakura. (10/02/2013) Para garantir a separação correta dos resíduos foi realizado um diálogo com todos os colaboradores que trabalham na obra.O dialogo tratou sobre a importância da separação dos resíduos, forneceu informações sobre as classes a qual pertence cada tipo de resíduo e o destino que eles terão. Mais detalhes são descritos no Programa de Educação Ambiental. O monitoramento realizado 1 semana após a implantação dos contentores (22/02) demonstrou que as orientações haviam sido eficientes, pois todos os contentores apresentaram-se com a separação correta dos resíduos. A inspeção dos resíduos continuará sendo realizada nas próximas semanas com vistas a garantir a efetividade desta ação. Figura 108. Resíduos Recicláveis devidamente separados. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (22/02/2013) No dia 14 de fevereiro de 2013 foi realizada novamente uma coleta dos resíduos lançados por automóveis na via, sendo encontradas principalmente latas, embalagens 61 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda plásticas e tecidos. Todos os resíduos foram entregues ao Centro de Triagem para separação e reciclagem. Figura 109. Coleta de resíduos lançados por automóveis na via. Local: LD Km 6+900. Fonte: Instituto Çarakura. Data:13/02/2013) Figura 110. Resíduos recicláveis coletados.Local: LD Km 6+900.Fonte: Instituto Çarakura Data: 13/02/2013 Resíduos perigosos 1) Usina de asfalto. Os principais resíduos perigosos encontrados na usina de asfalto foram recipientes plásticos e metálicos contaminados com: cal, emulsão asfáltica, asfalto diluído de petróleo ( CM30) , cimento asfáltico (CAP) e óleo diesel. Os resíduos perigosos atualmente foram levados pelo comboio da SULCATARINENSE, (LAO 066/2006, em anexo) até a matriz em Biguaçu, de onde foram recolhidos pela empresa Ecoficiência (LAO6372/2011, em anexo). Para regularizar o condicionamento temporário dos resíduos perigosos, provenientes das atividades da usina de asfalto, foi construído um espaço coberto e impermeabilizado com aproximadamente 3m x 6m para a deposição temporária de recipientes contaminados. Este espaço foi devidamente identificado e está sendo utilizado de forma adequada pelos funcionários. 62 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 111. Área exclusiva para resíduos perigosos. Local: Usina de asfalto. Fonte: Instituto Çarakura.Data:08/11/2012) Figura 112. Ao lado esquerdo da casa, área escolhida para locação dos resíduos inertes gerados. Local: Usina de asfalto. Fonte: Instituto Çarakura.Data:08/11/2012) Figura 113. Instalação de Placa Resíduos Perigosos. Local: Usina de Asfalto.Fonte: Instituto Çarakura. Data: 16/01/2013) Figura 114. Placa Resíduos Perigosos.Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura Data:16/01/2013 Os resíduos perigosos gerados na obra foram encaminhados ao destino final com o apoio da empresa ECOEFICIÊNCIA , parceira da SULCATARINENSE, especializada na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos. Resíduos Inertes A central de armazenamento de resíduos inertes ficou localizada na Usina de Asfalto ao lado da Central de Perigosos, em locais em que foi constatada a geração de inertes foi instalados contentores para seu recolhimento. 63 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda . Figura 115. Local para acondicionamento dos resíduos reciclaveis gerados na obra. Fonte: Instituto ÇaraKura (27/03/2013) Figura 116 Cronograma semestral de atividades do Programa de Resíduos Sólidos Acima está o cronograma de atividades desenvolvidas pelo Instituto Çarakura e a Sulcatarinense, para o programa de gestão de resíduos sólidos, as atividades eram desenvolvidas em ciclos de 6 meses e os ciclos se repetiram durante a obra . 64 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 8.4 Programa de monitoramento de acidentes com fauna Neste relatório consta o monitoramento do impacto ambiental das questões relacionadas à proteção da fauna contra possíveis atropelamentos dentro das atividades de implantação de obras de retificação e melhoria da rodovia localizada entre a SC-302 (Rio dos Bugres) e a SC 352 (Imbuia), no município de Imbuia, Santa Catarina, SC. Esse monitoramento buscou direcionar a adoção de medidas preventivas, promovendo ações e estratégias conservacionistas e educativas. Objetivos Identificar trechos da rodovia em implantação que apresentam alta mortalidade de animais silvestres; Avaliar a influência de fatores bióticos e abióticos nos atropelamentos; Indicar as medidas de mitigação necessárias para os trechos identificados como críticos para atropelamento de fauna silvestre; Área de estudo O início das atividades se deu em meados do mês de Outubro de 2012, a primeira etapa foi de planejamento e definição do cronograma de atividades. O percurso da estrada em implantação foi dividido em 3 trechos para facilitar o monitoramento. Amostragem As campanhas de amostragem foram realizadas semanalmente, de carro, por uma equipe de 2 observadores. Os trechos foram percorridos a uma velocidade de 40 km/h. Todos os animais encontrados têm o registro do Km onde aconteceu o atropelamento. Os animais foram identificados, quando possível, até o nível de espécie e é realizado o registro fotográfico. As carcaças dos animais foram sempre retiradas da pista para evitar possível recontagem. 65 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Análise dos dados Para a definição dos pontos críticos de atropelamento, foi utilizado um índice proposto por Bager e Rosa (2010), denominado Índice de Hierarquização (IH), cujo cálculo se baseia em quatro parâmetros: riqueza de espécies alvo (definidas pelos autores), diversidade total de espécies atropeladas, taxa de atropelamento de espécies alvo e presença de espécies ameaçadas. Para a definição do IH dos trechos monitorados, nos 2 primeiros meses foram definidas 09 espécies-alvo sendo quatro mamíferos, cinco répteis. A definição das espécies foi baseada nas espécies definidas por Bager e Rosa (2010), por se tratar de umaárea no sul do Brasil. As espécies alvo são: Leopardus wiedii; Lontra longicaudis; Myocastor coypus; Didelphis albiventris; Lutreolina crassicaudata; Helicops infrataeniatus; Trachemys dorbigni; Phrynops hilarii e Acanthochelys spixii. Devido a não ocorrência do felino Leopardus geoffroyi na área de estudo essa espécie foi substituída por Leopardus wiedii que consta na lista do IBAMA (2003) de espécies ameaçadas de extinção no Brasil Para a definição dos coeficientes de avaliação dos parâmetros do IH (exceto ocorrência de espécies ameaçadas), utilizou-se o 1º, o 2º e o 3º quartis dos dados obtidos diferentes de zero como limites entre as faixas de avaliação (Tabela 4). Para taxa de atropelamento de espécies alvo ([abundância das espécies alvo no quilômetro/quilometragem percorrida]*100) e para diversidade total de espécies alvo utilizou-se o índice de Shannon, conforme recomendado por Bager e Rosa (2010). O percurso total da rodovia foi dividida em 3 trechos que estão delimitados da seguinte maneira: Trecho 1 do Km 5 + 500 até o Km 7 + 000 (UTM 655051, 6958757 até UTM 654638, 6956794) Trecho 2 a partir do Km 7 + 000 até o Km 10 + 100 (UTM 651777, 6955293) Trecho 3 a partir do Km 10 + 100 até o Km 14 + 400 (UTM 650472, 6953439) no final da rodovia. 66 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Tabela 7. Coeficientes estabelecidos para cada parâmetro do índice de hierarquização Os trechos foram analisados individualmente e a soma dos pontos obtidos para cada um dos parâmetros é o IH do trecho. Obtidos os índices para cada trecho, classificou-se os mesmos da seguinte forma: a) Trechos de impacto de magnitude desprezível – IH menor ou igual a 1; b) Trechos de impacto de magnitude baixa – IH entre 2 e 4; c) Trechos de impacto de magnitude média – IH entre 5 e 8; e d) Trechos de impacto de magnitude significante ou Pontos Críticos de Atropelamento – IH maior ou igual a 9. Resultados Durante a obra foram realizadas 69 dias de monitoramento nos quais todo o trecho foi percorrido nos períodos matutino e vespertino. Durante as campanhas de campo foi localizada algumas carcaças de animais atropelados. Figura 117 - Animal encontrado. Local: KM 8+000. Fonte: Instituto ÇaraKura. (27/08/2013) Riqueza (espécies alvo) Taxa de atropelamento (espécies alvo) Diversidade (Índice de Shannon) Ocorrência de espécies ameaçadas 0 <1 <1,89 <0,89 0 espécies 1 1 ou 2 entre 1,89 e 2,82 entre 0,9 e 1,23 km adjacente 2 3 ou 4 entre 2,83 e 4,71 entre 1,24 e 1,57 1 espécie 3 5 ou mais >4,71 >1,57 2 espécies PARÂMETROS PONTOS 67 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Abaixo segue uma tabela com os resultados do monitoramento. Podemos constatar que o trecho 2 (Km 7+000 até 10+100) é o local com o maior número de acidentes com a fauna, incluindo diversos animais domésticos. Este trecho é o mais frequentemente utilizado pela população em geral e tem uma circulação grande de veículos. Os condutores dos veículos nem sempre respeitam a sinalização e por vezes a equipe de monitoramento já observou carros em alta velocidade, apesar da sinalização móvel utilizada pela equipe de segurança da SULCATARINENSE. Ao longo do período foram colocadas placas sinalizadoras, informativas e demais intervenções cabíveis nos trechos da rodovia para mitigar e prevenir os acidentes. As placas de sinalização específicas para prevenção de acidentes de fauna não foram instaladas devido ao processo de pavimentação não ter sido realizado em sua totalidade conforme explicitado no relatório anterior. Em relação a definição da necessidade ou não de passa fauna nos trechos 3 só poderá ser feita qualquer inferência após a finalização do monitoramento, em posse dos resultados da analise estatística dos dados. Em relação aos trechos que estavam bloqueados, mas foram reabertos o monitoramento poderá ocorrer a partir desse momento com as situações reais da rodovia e será possível definir as demandas desse trechos em relação a placas e demais intervenções. 8.5 Programa de proteção a Flora Este programa tem como objetivo minimizar os danos gerados pelo corte e/ou supressão de cobertura vegetal autorizada para execução das obras nas áreas direta e indiretamente afetadas, como por exemplo, a faixa de domínio da rodovia e vias de serviços. A supressão da cobertura vegetal foi legalizada conforme autorização de Corte - AuC n° 025/2011/GELAF (em anexo), sendo que os limites definidos pelo projeto executivo da obra, bem como autorizados pela FATMA, foram devidamente demarcados pela equipe de topografia da empresa, antes do início das intervenções. 68 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Para compensar a cobertura vegetal suprimida foram promovidas atividades de recomposição vegetal em áreas destinadas a recuperação, através da utilização de espécies nativas de ocorrência na região, como a Araucária. Figura 118 - Área de preservação permanente em recuperação. Local: Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura O total de mudas nativas plantadas será realizado de acordo com a supressão da vegetação, em área equivalente a desmatada (24.400,00 m²) nas obras, conforme preconiza a legislação. 69 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 119. Área de preservação permanente em recuperação antes e depois da colocação da cerca protetora. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura Buscando enriquecer o terreno da APP da usina de asfalto, foram realizadas, em janeiro de 2013, duas transposições de solo. Para Reis et al. (2003), esta é uma alternativa interessante, pois permite resgatar a micro, a meso e a macro fauna/flora do solo. Como por exemplo, sementes, propágulos, microrganismos, fungos, bactérias, minhocas, algas, etc. O autor ainda salienta que a função básica desta técnica é a inserção de espécies herbáceo-arbustivas pioneiras. Estas ao se desenvolverem, atraem a fauna consumidora (herbívoros, polinizadores e dispersores de sementes), bem como prepara o ambiente para os seres subsequentes. Figura 120 - Coleta do solo. Local: Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura Data: 16/01/2013 Figura 121 - Transposição do solo. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura Data :16/01/2013 70 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 122 - Transposição do solo. Local: Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura (16/01/2013) Figura 123 - Detalhe de uma das 2 transposições do solo. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (16/01/2013) 8.6 Programa de Paisagismo A implantação de uma estrada de rodagem pode causar um grande número de impactos ambientais, com repercussões diretas no sistema da natureza – fauna, flora, corpos hidrícos. No trecho em questão, por tratar-se em grande parte de uma rodovia já existente, a paisagem ao longo de seu percurso já sofreu inúmeras alterações por ações antrópicas, estando portanto bastante descaracterizada. Este programa tem como diretriz básica a integração da rodovia com o meio ambiente. O programa de paisagismo iniciou com o intuito de atenuar os impactos causados pelas obras e harmonizar a estradacom as áreas adjacentes. O monitoramento das ações deste programa está apoiado essencialmente por inspeções visuais, com registros dos principais locais de verificação. Uma das medidas realizadas periodicamente para o controle de erosão e também com cunho paisagístico foi a revegetação de taludes através da metodologia de hidrossemeadura. A hidrossemeadura tem como principal função a proteção do solo contra processos favoráveis à erosão, servindo de escudo contra a ação de intempéries (sol, chuva, ventos, etc.). 71 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda A análise em campo demonstrou que a hidrossemeadura continua com bom desenvolvimento em grande parte dos trechos em que foi implantada. Uma dificuldade encontrada foram as baixas temperaturas do inverno na região, assim nem todos os taludes onde foi feito o reforço da hidrossemeadura estão com recobrimento de vegetação satisfatório. Assim não foi possível iniciar o plantio de espécies vegetais nativas nos taludes por contas das dificuldades climáticas, sendo que após consulta com a secretária municipal de meio ambiente foi aconselhado que esses plantios sejam realizados após o mês de Agosto, pois esse em teoria é o último mês de intenso frio. As figuras a seguir são referentes ao monitoramento realizado no período de Junho a outubro de 2014. O monitoramento da hidrossemeadura é realizado em todo o trecho durante cada visita a campo e sempre que necessário é realizado o reforço da aplicação por empresa contratada pela SULCATARINENSE. Figura 124. Hidrossemeadura Km 6+620. Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 Figura 125. Hidrossemeadura Km 7+690 1. Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 72 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 126. Hidrossemeadura Km 8+600 LE. Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 Figura 127. Hidrossemeadura Km 10+800 LD e LE. Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 Figura 128. Hidrossemeadura Km 8+900 LE. Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 10/10/2014 Figura 129. Hidrossemeadura Km 8+300 LE. Fonte Instituto ÇaraKura. Data: 21/08/2014 8.7 Programa de Redução do desconforto e acidentes na fase de obras. Este programa determina as medidas e formas de atuação que contribuem com a redução do desconforto provocado pelas diversas atividades inerentes à obra (tráfego de veículos e movimentação e operação de máquinas, interrupção do tráfego, introdução de desvios e implantação de novos acessos) e pelos eventuais acidentes que porventura envolvam veículos e pessoas, durante o período de implantação da rodovia. Estão vinculados ao programa procedimentos relacionados à sinalização, desvios de tráfego e instalação provisória de dispositivos, tais como: cerquites, tapumes e 73 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda barreiras devidamente sinalizadas, incluindo elementos de iluminação para alerta noturno. O principal objetivo é a prevenção de acidentes e a remediação de possíveis transtornos aos moradores e transeuntes. Para cumprir com os requisitos deste programa foram adotadas as seguintes medidas: Utilização de placas de sinalização provisória ; Comunicação direta aos moradores quando da execução de atividades, como, por exemplo, detonações de rochas; Sinalização sonora nos veículos de grande porte quando da marcha a ré; Desvio de tráfego; Controle sonoro e poluidor de máquinas e caminhões; Uso de lonas em caminhões de transporte de areia, brita, solo e cimento. O desenvolvimento das atividades da obra transcorre dentro do período normal de trabalho, das 7:00 às 18:00 horas, com intervalo para refeições e descanso, entre outros. O monitoramento constante do trecho apontou que a manutenção e conservação da sinalização empregada estão em condições satisfatórias. Além disso, é realizado constantemente o controle da regulagem e da velocidade de operação dos equipamentos e veículos empregados na obra. Os trabalhadores encarregados dos serviços de maior responsabilidade recebem treinamento (com reciclagem), com o objetivo de orientar e promover a conscientização dos conceitos ambientais e de segurança do trabalho. O monitoramento do programa está sendo mantido através da verificação visual e registro das condições físicas dos dispositivos de sinalização (vertical, horizontal, canalização e de segurança) e das demais ações previstas. Figura 130. Placa indicando movimentação de caminhões. Local: Próximo ao Laboratório Km 9 + 800. Fonte: Instituto Çarakura (10/10/2014) Figura 131. Placa indicando movimentação de caminhões. Local: Km 7+920. Fonte: Instituto Çarakura. (03/04/2013) 74 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 132. Placa de desvio. Local: Km 9+100. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013) Figura 133. Placa de velocidade máxima. Local: Km 11+250. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2014) 8.8 Programa de Controle do Material Particulado,Gases e Ruídos Durante a execução da obra estima-se um aumento nos níveis de emissão de ruídos, poeiras e gases, desde a mobilização de equipamentos até a conclusão das obras, principalmente quando do desenvolvimento de atividades que envolvam terraplanagem, aterros, exploração de jazidas, pedreiras, britagens, usinas de asfalto, transporte de material (emissões fugitivas), além da emissão de gases pelo escapamento dos veículos. Assim, o presente programa define como deverá ser realizado o planejamento e a implementação de medidas de controle, visando reduzir a emissão dos poluentes atmosféricos e sonoros. Os materiais particulados em geral são formados por poeira devido ao tráfego de veículos pesados sobre estradas não pavimentadas, pelo transporte de materiais sem a devida proteção, detonações e perfuração de rochas, pedreiras, processos de britagem, etc. Consideram-se gases os produtos emitidos pelos escapamentos dos veículos, principalmente os de grande porte que são movidos a óleo diesel e são os mais utilizados nas obras, máquinas e equipamentos que utilizam combustíveis fósseis, processo de usinagem de asfalto, etc. Já os ruídos, em geral, são gerados pelo uso de veículos de transporte, pela operação das máquinas de grande porte, por detonações e perfurações de rochas. As medidas de controle que foram executadas na obra : 75 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Uso de lonas como proteção das caçambas dos caminhões de transporte, evitando-se a emissão da poeira em suspensão sobre o material transportado ; Manutenção periódica dos motores e escapamentos dos veículos, máquinas e equipamentos para que minimize a emissão de gases; Utilização de caminhões pipa, quando necessário, para umidificar as vias de acesso e desvios de tráfego, para evitar a suspensão de poeira ; Utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), tipo protetores auriculares, protetor de concha (abafadores), óculos e máscaras pelos colaboradores que atuam nas operações diretamente afetadas por ruídos, poeiras e gases; Manutenção de escapamentos com silencioso e tampa do motor para o controle de ruídos de máquinas e caminhões; Lavagens periódicas dos equipamentos e veículos, minimizando a quantidade de sedimentos transportados para as vias; Figura134. Caminhões com lona de proteção.Fonte: Instituto Çarakura (05/02/2014) Figura 135. Caminhão pipa pulverizando a estrada.Fonte: Instituto Çarakura. (14/02/2014) O controle de ruídos é realizado mensalmente, seguindo normas e orientações da NBR 10151. As medições realizadas desde outubro de 2012, demonstraram que os ruídos das máquinas e equipamentos utilizados estão dentro do limite de tolerância de 85 decibéis, caracterizando-se como um impacto médio, provisório, aleatório e reversível. A medição foi realizada seguindo diferentes horários, considerando os momentos de pico de trabalho no trecho da obra. A análise das tabelas demonstra que mesmo quando da utilização de mais de uma máquina concomitantemente, os decibéis mantiveram-se dentro dos limites aceitáveis. 76 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda 8.9 Programa de Segurança e Saúde da mão de Obra Este programa estabelece procedimentos e diretrizes para monitoramento, minimização ou controle dos efeitos adversos decorrentes dos impactos ambientais que serão gerados durante a execução das obras que porventura venham afetar as condições de saúde dos trabalhadores e das populações da área de influência direta do projeto. A SULCATARINENSE mantém estreita e rigorosa observância, do que dispõe a legislação pertinente ao assunto, fundamentalmente à Lei nº. 6.514 de 22/12/1977, que altera o capítulo V do título II da CLT, relativo à Segurança e Medicina do Trabalho – bem como da Portaria nº. 3.214 de 08/08/1978 do Ministério do Trabalho, que aprova as Normas Regulamentadoras - NR. Foram desenvolvidos, além de outros procedimentos definidos no Programa, as atividades necessárias ao atendimento de todo o elenco de disposições constantes na legislação pertinente à Segurança e Medicina do Trabalho, entre as quais destacando-se as seguintes NRs: NR-4 – A empresa executora SULCATARINENSE Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda., conta com um SESMT instalado na matriz, em Biguaçu, contemplando um Médico do Trabalho, um Engenheiro de Segurança do Trabalho, uma Técnica em Enfermagem do Trabalho e em cada obra, itinerante ou não, um Técnico de Segurança do Trabalho. Na obra de Imbuia um Técnico de Segurança trata dos cumprimentos de todas as normas técnicas sobre Segurança e Medicina do Trabalho. Ainda conta com equipe de auxiliares na sinalização e colocação de placas, cones, telas e delineadores. NR-5 – O número de trabalhadores da obra não contempla número de funcionários previstos para a formação de uma CIPA, entretanto, a empresa executora indica o Técnico de Segurança como representante legal para a orientação e cumprimento dos requisitos desta NR, inclusive fiscalizando as terceirizadas; NR-6 – Equipamentos de Proteção Individual (figura 41) foram distribuídos pelo Técnico de segurança do Trabalho, o qual tem a sua disposição um 77 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda almoxarifado próprio e as fichas de EPI, onde anota as entregas e devoluções firmadas pela assinatura do funcionário que o recebe. As fichas descrevem Nome do funcionário, cargo, função, matrícula, nome do EPI, data de entrega, C.A. do material, Devolução, data de devolução. NR-7 – O programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), está sob responsabilidade do Médico de Trabalho e é desenvolvido na empresa através dos seguintes complementos que o definem: o Exames admissionais: feito na empresa pelo Médico do Trabalho, teste de audiometria, exames específicos de espirometria, raio x, com liberação do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO); o Exames periódicos com todos os funcionários, no vencimento de um ano na função; o Exames de mudança de função; o Exames de Retorno ao Trabalho; o Exames demissionais; e o Realização de campanhas de vacinas obrigatórias. NR-9 e NR-18 – A Norma Regulamentadora NR-9 é substituída pelo Programa de Gerenciamento de Riscos, PGR – encontra-se disponível na matriz da executora. Não obstante, a executora mantém em seu canteiro de obras, o PCMAT - NR-18 (Programa das Condições do Meio Ambiente de Trabalho) que detalha as etapas de atendimento. Este programa é implementado através de DDS, (diálogos diários de acidentes), ordens de serviço, orientações de riscos de acidentes, informações para uso correto dos EPIs, entre outros. NR-12 – Para o cumprimento desta NR, o Técnico de Segurança verifica as condições de trabalho das máquinas e equipamentos, verifica sinais sonoros de marcha à ré e disponibiliza aos funcionários treinamentos adequados de segurança para uso dos EPIs. Estes treinamentos foram registrados e arquivados no departamento de segurança da obra. NR-15 e NR-16 – As atividades e operações insalubres e perigosas foram gerenciadas através do PGR e a vistoria é feita pelo Engenheiro de Segurança na obra. Para minimizar estas condições foram entregues EPIs 78 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda adequados e indicados para cada função, além do pagamento do adicional de insalubridade e/ ou periculosidade, conforme o caso. NR-17 – A Norma regulamentadora para ergonomia é devidamente acompanhada dentro do processo de trabalho, com correções de postura no uso de máquinas e equipamentos, conforme o estudo de caso. NR-19 – Quanto às atividades que tratam da utilização de explosivos, realizada pela empresa DINACON, especializada em recursos, dispositivos e técnicas de desmonte de rochas que minimizam os riscos de acidentes e desconforto por ruídos, poeiras e gases, fica sob sua supervisão as tratativas fundamentais deste assunto, cabendo à executora apenas o acompanhamento dos processos através de seu técnico de segurança. NR- 21 – Regulamenta os trabalhos a céu aberto. NR- 26 – A sinalização de segurança que trata esta NR, é pertinente às cores para placas de transporte de produtos perigosos, rotulagem preventiva, canalizações industriais, corpo de máquinas, na prevenção de acidentes, identificando equipamentos de segurança, delimitando áreas e advertências contra riscos. Neste caso a empresa executora, através de seu técnico de segurança, busca diariamente sinalizar a obra com placas visíveis de instrução, cerca com telas eventuais buracos, valas, obstruções de pista e outros. 8.10 Programa de Educação Ambiental As ações deste Programa serão realizadas visando a integração com funcionários da SULCATARINENSE e comunidade com as causas ambientais relevantes da região. Além disso, é fundamental o apoio da EA para garantir a efetividade de outros programas ambientais definidos na LAO que sejam pertinentes ao tema. O programa de educação ambiental está sendo executado conforme o estabelecido na Instrução Normativa 02, de março de 2012 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Essa instrução normativa estabelece as bases técnicas para programas de educação ambiental, apresentados 79 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda como medidas mitigadoras ou compensatórias, em cumprimento às condicionantes das licenças ambientais emitidas pelo órgão ambiental. As ações deste programa serão divididas em dois componentes que são compostos por diferentes projetos e ações. Um componente é voltado aos colaboradores e outro à comunidade da cidade de IMBUIA. Identificação dos grupos sociais O programa de educaçãoambiental da obra de Imbuia identificou que o principal grupo social afetado diretamente pelo empreendimento foram as famílias de agricultores da região. Indiretamente todo o município é afetado, contudo a equipe do Instituto Çarakura tem articulado ações para mitigar tais impactos. Justificativa para a escolha dos grupos sociais Os critérios de escolha dos grupos sociais trabalhados baseou-se na capacidade técnica da equipe do Instituto ÇaraKura e na viabilidade de realização das atividades com determinado grupo social. Após análise ficou definido que as ações tem foco nos estudantes filhos dos agricultores e os professores da Escola Estadual Frei Manoel Philipi com objetivo de sensibilizar esses grupos para a questão da preservação e também inserir a temática da educação ambiental como componente curricular no planejamento pedagógico dos professores. O trabalho com os agricultores será realizado em parceria com a secretária do meio ambiente e agricultura de Imbuia na forma de um curso de produção de alimentos orgânicos, que será ministrado no dia 06 de Junho pelo Engenheiro Agrônomo e presidente do Instituto Çarakura, Sr. Percy Ney. Procedimentos metodológicos Os projetos de educação ambiental que estão sendo aplicado em Imbuia constituem de intervenções coordenadas com os professores, a direção da escola e a coordenação pedagógica. Os temas a serem abordados foram previamente definidos entre a equipe do IÇARA e os professores com a supervisão da direção e da coordenação pedagógica da escola, após o planejamento as atividades 80 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda foram revisadas e os professores podem introduzir o tema escolhido na sala de aula. Em outro momento ocorre a intervenção da equipe do IÇARA através de palestras, dinâmicas e oficinas. Essa intervenção é utilizada como base para o professor desenvolver outras atividades em sala. Atualmente a equipe do IÇARA tem trabalhado com 4 turmas de alunos do 4° e 6° ano do ensino fundamental, além das turmas a equipe também presta suporte aos professores de ciências do 6° ano e os professores do ensino básico do 4° ano. Com o objetivo de expandir o público atendido pelas atividades está sendo programada para o Mês de Junho a comemoração da Semana do Meio Ambiente na Escola Estadual Frei Manoel Philipi. Durante esse evento, a ser realizado nos dias 5, 6 e 7 de Junho, ocorreram apresentações artísticas, oficinas, palestras, cursos e demais atividades lúdicas e formais a serem descritas no próximo relatório. A etapa de planejamento com os professores e a secretária de educação foi iniciada no dia 14 de Fevereiro conforme consta no relatório anterior. Após essa primeira aproximação foram realizadas mais 2 reuniões, uma com os professores da Escola Estadual Frei Manoel Philipi (Figura 85) e outra com a Secretaria municipal de educação para a apresentação da proposta pedagógica e a solicitação de autorização para realizar as intervenções na escola (figuras 82 e 83). Foi definido que as intervenções aconteceram no auditório da escola (Figura 84). 81 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 136. Reunião com professoras e coordenação pedagógica da Escola Frei Manoel Philipi. Fonte: Instituto Çarakura (14/03/2013) Figura 137. . Reunião com secretaria de educação e representante da secretaria de agricultura do município de Imbuia. Fonte: Instituto Çarakura (14/03/2013) Figura 138. Auditório da Escola. Fonte: Instituto Çarakura (14/03/2013) Figura 139. Sede da Escola. Fonte: Instituto Çarakura (14/03/2013) Após a realização das reuniões e com o planejamento inicial definido a equipe do Içara agendou a primeira intervenção para o dia 10 de Abril. A programação da intervenção foi definida da seguinte maneira: Manhã: Oficina sobre Fauna com foco nos animais ameaçados de extinção e apresentando os resultados do programa de monitoramento de fauna para duas turmas do 6° ano. Inicio as 07:30h com duração de 1:15h. 82 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Manhã: Oficina sobre o ciclo da água com a turma do 4° ano. Inicio as 10:30h com duração de 1:15h. Tarde: Oficina sobre Fauna com foco nos animais ameaçados de extinção e apresentando os resultados do programa de monitoramento de fauna para duas turmas do 6° ano. Inicio as 13:30h com duração de 1:15h. Tarde: Oficina sobre o ciclo da água com a turma do 4° ano. Inicio as 15:30h com duração de 1:15h. As atividades da oficina de Fauna foram programadas da seguinte maneira: Apresentação dos Engenheiros responsáveis pela obra Sr. Julio Niero e Sr. Leandro (figura 86). Após essa breve apresentação segue uma exibição de Slides com informações sobre animais ameaçados e características da fauna local ameaçada de extinção (figura 87). Apresentação de um vídeo de 5 minutos com o registro de um Leão Baio (Puma concolor) no município de Urubici durante a madrugada. Dinâmica em grupo com a temática da fauna local, a dinâmica consiste em distribuir aos alunos um papel com o nome de algum animal (tatu, cascavel, etc.) os alunos recebem o papel com o nome do animal e sem usar a fala e através de expressão corporal, sons e mímicas eles devem imitar o animal que receberam e devem ainda encontrar o outro aluno que recebeu o papel com o mesmo nome de animal (figuras 88 à 91) Essa dinâmica permite aos alunos pensar de maneiras diferentes e criativas sobre o hábito e demais características do animal que ele recebeu e estimula a interação entre os alunos no momento de descobrir quem é o seu par. A atividade foi repetida com os alunos das 2 turmas de 6° ano do período da tarde. 83 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 140. Apresentação dos gestores da Obra Sr. Julio Niero e Sr. Leandro. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 141. Exibição de Slides sobre Fauna. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 142. Distribuição dos animais da dinâmica. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 143. Desenrolar da atividade. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). 84 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 144. Alunos apresentando quais os animais que a dupla estava imitando, nesse caso era o macaco bugio. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 145. Alunos apresentando quais os animais que a dupla estava imitando, nesse caso era o Pica Pau campeiro. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Para a realização da oficina sobre o ciclo da água com as 2 turmas do 4° ano do período da manhã foi elaborada uma exibição e slides com conteúdo adaptado a faixa etária dos alunos e com conteúdo sobre as principais características do ciclo da água e as suas etapas. Após a apresentação foi realizada a dinâmica do ciclo da água onde os alunos representaram os elementos que compõe o ciclo da água e fizeram uma encenação do processo onde uma gota de água percorre todos os elementos: mar, nuvem, chuva, rio, mata ciliar, lençol freático e novamente para o mar (figuras 92 à 95)). O objetivoda atividade é fixar o conteúdo tratado na aula expositiva e tornar possível ao aluno compreender a complexidade e interligações do ciclo da água. A oficina foi repetida com a turma do 4° ano do período da tarde. 85 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 146. Alunos do 4° ano do período da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 147. Encenação do ciclo da água. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 148. Encenação do ciclo da água. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 149. Encenação do ciclo da água. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). 86 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 150. Alunos do 4° ano do período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). Figura 151. Alunos do 4° ano do período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (10/04/2013). A segunda intervenção aconteceu no dia 23 de Abril, a temática definida para ser tratada com as 4 turmas do 6° ano foi a de Flora e com as 2 turmas do 4° ano foi a poluição e o desperdício da água. A programação da intervenção foi definida da seguinte maneira: • Manhã: Oficina sobre Flora com foco nas plantas ameaçadas de extinção e apresentando a lenda da erva mate e um vídeo para duas turmas do 6° ano. Inicio as 07:30h com duração de 1:15h. • Manhã: Oficina sobre poluição e desperdício de água com a turma do 4° ano. Inicio as 10:30h com duração de 1:15h. • Tarde: Oficina sobre Flora com foco nas plantas ameaçadas de extinção e apresentando a lenda da erva mate e um vídeo para duas turmas do 6° ano. Inicio as 13:30h com duração de 1:15h. • Tarde: Oficina sobre poluição e desperdício de água com a turma do 4° ano. Inicio as 15:30h com duração de 1:15h. A metodologia definida para tratar da temática da Flora foi a seguinte: exibição de slides mostrando a enorme diversidade da Flora da mata atlântica e a abundância de espécies vegetais endêmicas e ameaçadas de extinção. Em seguida os alunos assistiram um episódio do seriado "Um pé de que" do canal futura, esse episódio tratava da espécie vegetal Ocotea porosa a popular Imbuia que é a árvore símbolo de Estado de Santa Catarina e da nome ao município. 87 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 152. Apresentação sobre flora com as 2 turmas do 6° ano do período da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 153. Apresentação sobre flora com as 2 turmas do 6° ano do período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 154. Orientação para a realização da dinâmica com as 2 turmas do 6° ano do período da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 155. Orientação para a realização da dinâmica com as 2 turmas do 6° ano do período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 88 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 156. Dupla de protetores da natureza "revivendo" uma árvore de Imbuia representada pela aluna. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 157. Alunos em atividade. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 158. Alunos em atividade. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 159. Participação da Diretora e das professoras nas atividades práticas. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 89 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 160. Aula expositiva com a turma do 4° ano do período da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 161. Aula expositiva com a turma do 4° ano do período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 162. Atividade prática sobre desperdício da água com a turma do 4° ano do período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 163. Cálculo do volume de água desperdiçado por uma torneira pingando período da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 90 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 164. Cálculo do volume de água desperdiçado por uma torneira pingando. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 165. Cálculo do volume de água desperdiçado por uma torneira pingando período da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Para finalizar a aula foi proposta uma dinâmica que tem como base a conhecida brincadeira “dança-das-cadeiras”, mas adaptada para o contexto trabalhado, em vez de cadeiras foram usados colchonetes da educação física que representavam a água do planeta. E toda a vez que a musica parava os alunos tinham que encontrar uma quantidade de água para que pudessem continuar na brincadeira, por não ter limite de pessoas por colchonete todos brincavam até o final. Essa brincadeira tem se mostrado muito didática para explicar a atual crise pela água, quando os colchonetes começam a diminuir as crianças demonstram cooperação sempre chamando quem está sem “água” para dividir a sua, porém quando não restam colchonetes suficientes para todos a situação se inverte onde cada um tenta achar seu espaço por si deixando todos sem “água”. A dinâmica é feita no ginásio, tem sua contextualização em sala de aula onde os alunos conseguem identificar sua mudança de comportamento quando a falta de ”água” atinge a todos, trazendo a brincadeira para a realidade. 91 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 166. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 167. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 168. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). Figura 169. Dinâmica da "Dança-das-cadeiras". Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (23/04/2013). 92 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 170. Visão geral dos grupos com as turmas da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (15/05/2013). Figura 171. Visão do grupo com as turmas da manhã. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (15/05/2013). Figura 172. Visão dos grupos com as turmas da tarde. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (15/05/2013). Figura 173. Visão dos grupos com as turmas da tarde. Local:Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (15/05/2013). Figura 174. Apresentação dos representantes dos grupos. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (15/05/2013). Figura 175. Apresentação dos representantes dos grupos. Local: Escola Manoel Philippi. Fonte: Instituto Çarakura (15/05/2013). 93 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 176- Equipe de Professores e educadores ambientais do Instituto Çarakura e da Escola Frei Manoel Philippi reunidos após a celebração do dia do meio ambiente Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) Figura 177- Atividade teatral durante o dia do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) Figura 178 – Após peça de teatro, durante o dia do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) 94 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda Figura 179 – Oficina de fantoches durante o dia do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) Figura 180- Oficina de fantoches durante o dia do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) Figura 181- Atividade durante o dia do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) Figura 182- Oficina de musica corporal durante o dia do Meio Ambiente na Escola Frei Manoel Philippi Fonte: Instituto ÇaraKura ( 07/06/2013) Avaliação As atividades realizadas com os agricultores e com o público escolar foram produtivas e vieram para atender os anseios desses atores, essa particularidade deve-se ao processo de aproximação, mapeamento e planejamento em conjunto das atividades por parte da empresa SULCATARINENSE, Instituto ÇaraKura e o poder público estadual e municipal. 95 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento SULCATARINENSE-Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda No caso dos agricultores todo o conteúdo ministrado foi previamente discutido com a Sec. de Meio Ambiente do município e foi elaborado com base nas demandas elencadas pela secretaria no trabalho diário com os agricultores. Desta forma os conteúdos foram prontamente absorvidos e replicados na atuação dos agricultores. As atividades na escola obedeceram a mesma dinâmica, pois a equipe do Instituto ja vinha trabalhando a 2 meses com os professores e a coordenação pedagógica da escola no sentido de realizar atividades com as quais os alunos pudessem se identificar e tivessem pertinência com os temas tratados. Com a condução dos trabalhos desta forma foi possível atingir um alto nível de efetividade na transmissão dos conteúdos, proporcionar uma continuidade dos trabalhos tanto pela escola como pela Secretaria de Meio Ambiente e constatar a pertinência do público alvo com os temas propostos. Esse trabalho vem para inverter a lógica de ações pontuais descontextualizadas e sem perspectiva de continuidade e para trazer um modelo de trabalho que reconhece o público alvo como atuante no processo educativo e que tem poder de escolha nos conteúdos e atividades ministradas. A realização desse programa prova que a parceria das empresas, organizações do terceiro setor e poder público tem um grande poder de intervenção e transformação das realidades locais em busca de um futuro sustentável. 103 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento Gerência de Meio Ambiente - GEMAM/DEINFRA 8.11 Programa de Comunicação Social As principais atividades do Plano de Comunicação Social foram direcionadas à população residente nas áreas de influência direta e indireta das obras. Os principais meios de implantação do plano foram placas de sinalização provisórias, cartilhas, informativos, meios de comunicação através de colaboradores da empresa e rádio com transmissão regional. Constantemente foram implantadas placas de sinalização da obra (. Também foram disponibilizadas em todas as suas obras, placas indicando dados sobre as licenças ambientais e telefone de contato do órgão ambiental responsável com o objetivo demonstrar transparência com o público que está no entorno da obra. Na busca da conscientização pela melhor qualidade de vida e respeito ao meio ambiente, foram fixadas placas nas obras divulgando a Linha Verde, um canal aberto à comunidade para combater abusos contra o meio ambiente. Dentro do programa de educação ambiental foram realizadas(março 2013) palestras na prefeitura onde funcionários da Sulcatarinense repassaram informações sobre o andamento da obra. Outra estratégia deste Plano é a produção de folders e cartilhas informativas sobre o andamento da obra, os responsáveis por cada área e os cuidados a serem tomados na movimentação ao longo da faixa de domínio. 103 Figura 183 - Sinalização aos motoristas do trechoFonte: Instituto Çarakura. Data:06/07/2013 Figura 184 - Sinalização na usina de asfalto para evitar acidentesFonte: Instituto Çarakura. Data:08/11/2013 Figura 185– Placa do Licenciamento Ambiental de Instalação da obra Fonte: Instituto Çarakura. Data: 22/11/2012 Figura 186 – Placa da Linha Verde Fonte: Instituto Çarakura. Data: 22/11/2012 8.12 Programa de recuperação de áreas degradadas O programa de recuperação de áreas degradadas tem como objetivo estabelecer procedimentos e medidas que visam a reabilitação das áreas de apoio às obras utilizadas durante a execução da rodovia e recomposição da cobertura vegetal, com espécies nativas de áreas sujeitas a deslizamentos e assoreamento de cursos de água. Neste programa também será contemplado a recomposição vegetal e/ou recuperação de áreas degradadas em compensação às áreas desmatadas autorizadas pela FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE – FATMA do Estado de Santa Catarina conforme autorizações de corte apontadas na tabela abaixo. 104 Tabela 8 - Autorização de Corte (AuC) Autorização de Corte (AuC) Processo FATMA Local intervenção Validade 025/2011/GELAF VEG/55502/CRN Rodovia SC 352, trecho Imbuia – Rio dos Bugres, Entr. SC 302 04/SET/201 3 026/2011/GELAF VEG/55501/CRN Rodovia SC 341, trecho Vidal Ramos – Imbuia 04/SET/201 3 Em um primeiro momento foram mapeadas as APPs dos corpos hídricos na faixa de domínio da obra , elas estão localizadas nos KMs 6+580 , 5+900, 8+080, e 8+480. Com isso, será possível planejar as intervenções de recuperação dessas áreas. Além destes, serão recuperados também os bota-fora desativados da obra. A técnica utilizada será a recuperação com isolamento da área (cerca ou cerquite), placas de sinalização e mudas nativas, de preferência pioneiras, para iniciar o processo de recuperação. 105 Áreas de Recuperação O Programa de Recuperação de Áreas Degradadas é uma ação voltada para diferentes áreas de intervenção da obra que foram impactadas pela execução da obra como áreas de apoios ou de efetiva construção civil. Áreas de Recuperação 1 – Usina de Asfalto Uma área ao lado à Usina de Asfalto recebeu ações de recuperação ambiental por meio da implantação de uma barreira de siltagem, complementada pela hidrossemeadura na área de recuperação. Mudas da espécie nativa Araucária (Araucaria angustifólia) foram introduzidas na área de recuperação a fim de recompor as características do ecossistema predominante na região. As mudas foram obtidas por meio do agricultor familiar José Natalino Ribeiro, o qual possui um viveiro de mudas para venda. No total foram 59 mudas nativas espécieAraucária (Araucaria angustifólia). Segundo Matos (2011) é possível plantar as mudas em linha em terreno devidamente preparado com covas feitas por enxada com espaçamento de aproximadamente 2m entre as mudas. O sucesso do plantio de mudas, sem permitir que elas morram em período de seca, esta vinculado a irrigação feita com os devidos cuidados para não umedecer demasiadamente a planta evitando fungos, o que resulta num sucesso de plantio que varia de 60 a 90%. Os registros abaixo foram realizados no dia 27 de novembro de 2012. Figura 54187 - Equipe de plantio com 59 mudas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) Figura 188 - Realização do plantio em meio a hidro-semeadura. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) 106 Figura 189 - Talude antes do plantio de mudas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) Figura 190 - Talude após o plantio com mudas nativas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) Figura 191 - Muda de Araucária angustifólia. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) Figura 59 - Plantio em linha no talude. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (27/11/2012) 107 Figura 60. Manutenção dos plantios de araucária. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (16/01/2013) Figura 61. Manutenção dos plantios de araucária. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (16/01/2013) Resultados observados na Área de Recuperação – Usina de Asfalto Esta ação resultou em uma melhoria imediata da área degradada, pois agregou ao local uma paisagem mais natural. Sendo a araucária uma espécie em extinção e já existindo no local outras espécies nativas plantadas, verifica-se que a área já está em processo de recuperação. Outra ação de precaução prevista é o isolamento da área com cerquite ou cerca de arame para evitar pisoteamento de gado, cachorros ou outros animais de possível ocorrência. O programa de recuperação de áreas degradadas tem como objetivo estabelecer procedimentos e medidas que visam a reabilitação das áreas de apoio às obras utilizadas durante a execução da rodovia e recomposição da cobertura vegetal, com espécies nativas de áreas sujeitas a deslizamentos e assoreamento de cursos de água. Em um primeiro momento foram identificadas as APPs dos corpos hídricos na faixa de domínio da obra, elas estão localizadas nos KMs 5+900, 6+580, 8 + 080, e 8 + 480. Com isso, foi possível planejar as intervenções de recuperação dessas áreas. Além destes, serão recuperados também os bota-fora desativados da obra. A técnica utilizada será a recuperação com isolamento da área (cerca ou cerquite), placas de 108 sinalização e mudas nativas, de preferência pioneiras, para iniciar o processo de recuperação. Figura 192. Transposição de solo. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Figura 193. Transposição de solo. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Figura 194. Transposição de solo. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Figura 195. Transposição de solo. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) 109 Figura 196. Insumos Utilizados para Adubação Orgânica. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Figura 197. Insumos Utilizados para Adubação Orgânica. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Figura 198. Coroamento de espécies vegetais nativas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Figura 199. Coroamento de espécies vegetais nativas. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) 110 Figura 200. Equipe de Recuperação Ambiental SULCATARINENSE e Instituto Çarakura. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (24/04/2013) Áreas de Recuperação 3 – Recomposição Vegetal Neste programa também foi contemplado a recomposição vegetal e/ou recuperação de áreas degradadas em compensação às áreas desmatadas autorizadas pela AuC n° 025/2011/GELAF. Um prognostico e diagnostico da área foi feito para que uma planilha de planejamento de atividades contendo um mapa das Áreas de Preservação Permanente (APPs) dentro da faixa de domínio da estrada, fosse elaborada para cada área a ser recuperada. As atividades realizadas foram: Manutenção e monitoramento dos plantios já realizados, conforme figuras abaixo (Figuras 96, 97, 98 e 99). Limpeza e cercamento das áreas de APP e definição das áreas a serem recuperadas no PRAD da ONG Mãe D'Água. Em contato com a FATMA a empresa SULCATARINENSE definiu que a área a ser recuperada definida pela AuC n° 025/2011/GELAF pode ser realizada em áreas não contínuas. 111 Tabela 09- Proprietários com interesse em recuperar as áreas em suas proproiedades Também foi realizado o contato com a escola municipal de Imbuia para a participação dos alunos nas próximas ações de recuperação (plantios de mudas), o contato com a escola encontra-se detalhado no programa de educação ambiental. A limpeza das APPs foi realizada nas área onde o acesso foi facilitado, na maioria dos locais os proprietários não permitiram a entrada e passagem das máquinas em suas propriedades devido a pendências em relação ao processo de indenização pelas terras que foram ocupadas pela obra. O monitoramento dessas áreas se dá pela intervenção mensalmente e os resultados têm sido positivos, pois as técnicas de recuperação tem se mostrado eficientes no recobrimento do solo com vegetação, deposição de matéria orgânica no solo, controle dos processos erosivos e a proliferação de espécies nativas e ameaçadas de extinção como a araucária 112 8.13 Programa de Contingência e Emergência 4.13.1 Objetivo Este Plano de Contingência e Emergência visa apresentar os procedimentos a serem adotados a partir da ocorrência de eventos que prejudiquem o andamento das obras, ou que possam desencadear processos de degradação ambiental acentuada, resultando em ações rápidas e eficazes com o objetivo de preservar a integridade e saúde dos funcionários, a segurança das comunidades vizinhas e a preservação ambiental. “O Plano de Contingência é um documento onde estão definidas as responsabilidades estabelecidas em uma organização, para atender a uma emergência e também contêm informações detalhadas sobre as características da área ou sistemas envolvidos. É um documento desenvolvido com o intuito de treinar, organizar, orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias às respostas de controle e combate às ocorrências anormais.” (CELEPAR,2009) O Plano de Contingência estabelece um planejamento baseado em hipóteses de emergência específicas, determinando procedimentos para cada um dos Cenários Acidentais identificados como relevantes em uma Análise Preliminar de Risco. Justificativa A falta de providências prévias para enfrentar uma situação de emergência pode resultar em danos sérios aos colaboradores, destruição de propriedades e instalações, paralisação das atividades da organização, e danos irreversíveis ao meio ambiente. As situações de emergência podem ser causadas por um acidente industrial (incêndio, vazamento e explosão), por acidente causado no ambiente e por indivíduos. Tais situações acontecem sem qualquer aviso, e, quando ocorrem, normalmente não há tempo para planejamento, organização ou treinamento, por isso a importância de 113 orientações detalhadas quando da ocorrência de acontecimentos anormais dentro da obra (PRATAROTTI, 2006). Controle Operacional Neste item são identificadas as principais anormalidades passíveis de ocorrência durante a execuçãoda obra de Imbuia, contendo as respectivas medidas mitigadoras de cada evento emergencial. As contingências estão classificadas e apresentadas da seguinte forma: Contingência para Segurança e Medicina do Trabalho (tabela 9); Contingência para o Meio Físico e Biótico (tabela 10); Contingência para Acidentes na Obra (tabela 11). 4.13.4 Responsabilidades e Comunicações Todas as pessoas que transitam na obra ou fora dela, ao observarem ocorrência de qualquer situação de emergência, devem imediatamente comunicá-la aos responsáveis pela obra. É importante que a comunicação seja objetiva e esclarecedora. O informante deve se identificar e fazer uma breve descrição da ocorrência e sua localização, informando se houver vítimas. Após o informa, a emergência será classificada, sendo determinadas as medidas a serem tomadas, conforme orientações do Plano de Contingência. Todos os funcionários devem participar da prevenção e do controle das situações de emergência, houveram treinamentos de orientação aos colaboradores sobre as ações previstas no Plano de Contingência. Somente devem se dirigir ou permanecer na área em emergência os empregados que tenham atribuições prescritas no Plano ou forem convocados. Documentos Correlacionados FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos: fornece informações sobre vários aspectos de produtos químicos (substâncias ou misturas) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A FISPQ fornece, para esses aspectos, conhecimentos básicos sobre os 114 produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência (ABNT 14725, 2008). RENP - Relatórios de Eventos Não-Planejados: serão emitidos quando da ocorrência de anormalidades durante a execução das obras, como: acidentes de trabalho, desastres, emergências, etc (Figura 93). Efetividade do Plano de Contingência Para verificação da efetividade na prática do Plano de Contingência foram realizados alguns treinamentos e ensaios de procedimentos de emergência além de ocorrerem diálogos periódicos, com os funcionários da empresa Sulcatarinense, onde os procedimentos padrão para emergência são recapitulados. O controle das ações será realizado pela emissão de Relatórios de Eventos Não-Planejados (RENP), conforme modelo, onde são descritas e detalhadas emergências ocorridas na obra, sendo elencadas suas causas e as medidas tomadas para mitigação dos seus impactos. 115 Tabela 9. Plano de contingência na segurança e medicina do trabalho Eventos Procedimento Responsável Ferimento com serra circular e máquinas de cortar Cobrir o ferimento com pano limpo e pressionar levemente. Ligar para o responsável e encaminhar ao Hospital mais próximo. A pessoa mais próxima do ferido, encarregado ou técnico de segurança do trabalho. Ferimento com perfuração (pregos, ferro ou madeira) Cobrir o ferimento com pano limpo fazendo leve pressão e encaminhar ao Pronto Atendimento ou Hospital mais próximo Encarregado, Técnico de Segurança ou Esmagamento de membros, mãos e dedos Deitar o acidentado, cobrir o ferimento com pano limpo, chamar 193 ou encaminhar ao Hospital mais próximo. A pessoa mais próxima do ferido, encarregado, técnico de segurança da obra. Quedas de objetos sobre o corpo Em caso de inconsciência, chamar o 193 ou, se estiver consciente, encaminhar ao Hospital mais próximo A pessoa mais próxima do ferido, Encarregado, Técnico de Segurança Soterramento Desobstruir o acesso, retirando o entulho de cima do soterrado. Chamar socorro através do 193 (Bombeiros). Encarregado, técnico de segurança ou quem estiver próximo a vitima. Quedas de altura Verificar se a vítima está consciente e chamar socorro (Bombeiros)193 Encarregado, técnico de segurança ou quem estiver próximo a vitima Choque elétrico Procurar livrar o acidentado do contato com a fiação elétrica. Massagem cardíaca e ventilação pulmonar, Chamar socorro 193 Encarregado, técnico de segurança ou quem estiver próximo a vitima. Explosões Isolar a área e chamar 193 (Bombeiros) Encarregado, engenheiro da obra ou técnico de segurança Animais Peçonhentos Encaminhar ao Hospital mais próximo. Hospital de Referencia – HU - Florianópolis Encarregado, técnico de segurança ou engenheiro da obra. Atropelamentos Não mover a vitima, chamar 193 (Bombeiros). Quem estiver próximo a vitima Tombamento de máquinas Verificar a condição do acidentado, havendo suspeita de fratura, chamar o socorro 193. (Bombeiros). Caso de morte, acionar policia civil. Quem estiver próximo a vitima Em caso de suspeita de lesão de coluna, não tocar na vítima e chamar socorro. 116 Tabela 10. Plano de Contingência para Meio Físico e Biótico Eventos Ocorrência Riscos e/ou efeitos causados Medidas mitigadoras Plano de contingência Responsável Erosão do solo - taludes de corte e aterro, -caminhos de serviço, - drenagens, - áreas desmatadas, - bota-fora, - jazidas. - carreamento de material particulado para cursos de água e/ou reservatórios; - instabilidade do solo sujeitando a deslizamentos de rochas e matacões; - deposição de solo sobre estradas e/ou frentes de trabalho; - conformação geométrica dos taludes associadas às características geotécnicas do solo; - remoção de solos vulneráveis; - revestimento com cobertura vegetal; - construção de dispositivos de drenagem. - utilização de barreira de siltagem; - remover com urgência todo material erodido sobre a área de trabalho e/ou recursos hídricos; - remover rochas e/ou matacões expostos pela erosão, sujeitos a deslizamentos sobre as frentes de trabalho ou áreas limítrofes; - refazer dispositivos de contenção após algum tipo de dano ou no caso de observar sua ineficiência. Empresa executora Poluição do ar - tráfego de veículos sobre estradas não pavimentadas, - detonações e perfurações de rochas, - britagem e usina de asfato, - máquinas e veículos movidos a óleo diesel, - suspensão de poeiras e/ou material particulado; - emissão de gases pelos escapamentos dos veículos e máquinas fora dos padrões aceitáveis - uso de lonas em caminhões caçamba, - uso de caminhões pipa para umidificar as vias de acesso, - manutenções periódicas nos motores de veículos e máquinas, - uso de E.P.I. - interromper as atividades até que sejam tomadas as devidas providências para minimizar os impactos; - retira de circulação e/ou uso máquinas e caminhões em desacordo com as normas técnicas de emissão de gases na atmosfera. Empresa executora Ruídos - máquinas e caminhões; - perfurações e detonações de rochas - desconforto e doenças auriculares; - afugentamento e interferência na fauna silvestre. - uso de equipamentos de proteção individual; - desenvolvimento das atividades em horários normais de trabalho. - manter as normas e as regras de trabalhos praticados pela empresa. Empresa executora 117 ventos Ocorrência Riscos e/ou efeitos causados Medidas mitigadoras Plano de contingência Responsável Vegetação - áreas destinadas ao desmatamento - diminuição da área de cobertura vegetal local, com interferência no habitat da fauna; - perda da diversidade biológica. - Interferência no fluxo gênico da fauna residente. - desmatar o estritamente necessário para execução das obras - compensar a área desmatada com plantio de mudas nativas em áreas degradadas. - em caso de queda de barreiras sobre vegetação, quando possível, remover o material e proceder a recuperação. - em caso de danos involuntários causados a vegetação comunicar à FATMA, para que sejam tomadas as medidas cabíveis. Empresa executora Fauna - todas as frentes de trabalho, principalmente nas obras da rodovia. - atropelamentos tanto de animaissilvestres como domésticos. - presença de animais domésticos -afugentamento de animais silvestres. - nos trechos com maior probabilidade de incidência de animais silvestres, instalar placas de sinalização apropriadas; -não abrigar ou alimentar animais. -definir pontos estratégicos para instalação de cercas/barreiras para direcionar a passagem de animais por passa-faunas. - no caso de animais silvestres ainda vivos, contatar a FATMA ou IBAMA antes de remover animais feridos, pra saber o destino a ser dado; - animais mortos devem ser enterrados fora das áreas de APP e de poços artesianos; - no caso de animais domésticos, identificar e comunicar o proprietário para as devidas providências. Empresa executora 103 Relatório de Efetivo Atendimento das Exigências e Condicionantes do Licenciamento Gerência de Meio Ambiente - GEMAM/DEINFRA Tabela 11. Plano de Contingência para Acidentes Eventos Medidas Responsável a) Informar a ocorrência aos responsáveis pela obra, detalhando-a e esclarecendo as ações que serão tomadas pela equipe de combate a incêndios; Funcionário mais próximo b) O sistema de alimentação de energia elétrica deve ser imediatamente desenergizado, aplicando-se as ações de liberação, isolamento, bloqueio, raqueteamento e aviso; Funcionário mais próximo c) Remover todo o efetivo de pessoal da área afetada, conduzindo-os para áreas abrigadas e protegidas, bem como sinalizar a área; Encarregado da obra ou técnico de segurança d) Utilizar os extintores de incêndio aplicáveis aos materiais em combustão; Funcionários treinados e) Recolher os resíduos gerados destinando-os conforme Programa de Gestão de Resíduos Sólidos; Funcionários treinados f) Caso a ocorrência venha a se avolumar e haja a possibilidade de se alastrar para outras áreas informar aos responsáveis pela obra e preparar-se para ações de desocupação do local; Encarregado da obra ou técnico de segurança Elaboração do Relatório de Eventos Não Planejados (RENP) Encarregado da obra ou técnico de segurança a) Informar a ocorrência de incêndio aos responsáveis pela obra, detalhando-a e esclarecendo as ações que serão tomadas pela equipe de combate a incêndios; Funcionário mais próximo b) Interromper imediatamente o fluxo de combustível, por fechamento de válvulas, quando se tratar de instalação que estiver sendo operada; Funcionário mais próximo c) Não utilizar jato d’água sobre a superfície dos líquidos em combustão; Funcionário mais próximo d) Utilizar os extintores de incêndio aplicáveis aos materiais em combustão; Funcionários treinados e) Recolher os resíduos gerados destinando-os conforme Programa de Gestão de Resíduos Sólidos; Funcionários treinados f) Caso a ocorrência venha a se avolumar e haja a possibilidade de se alastrar para outras áreas informar aos responsáveis pela obra e preparar-se para ações de desocupação do local; Encarregado da obra ou técnico de segurança Elaboração do RENP. Encarregado da obra ou técnico de segurança a) Informe aos responsáveis pela obra. Funcionário mais próximo b)Em caso de contaminação, os funcionários envolvidos deverão seguir as instruções da FISPQ - Ficha de Informações de Segurança do Produto Químico, referente ao produto envolvido. Encarregado da obra ou técnico de segurança d) Acondicionamento e transporte do material contaminado conforme FISPQ e Programa de Gestão de Resíduos Sólidos; Funcionários treinados Elaboração do RENP. Encarregado da obra ou técnico de segurança a) Informar a ocorrência de desmoronamento aos responsáveis pela obra; Funcionário mais próximo b) É feito o isolamento e sinalização da área afetada e verificada a extensão dos danos; Funcionários treinados c) É feita a contagem de pessoal, para saber-se se há vítimas. Caso haja é acionada a ambulância e socorro médico, observando-se o contido no Plano de Contingência para Segurança e Medicina do Trabalho; Encarregado da obra ou técnico de segurança d) É providenciado o escoramento do local e acionados os veículos e equipamentos para a remoção dos escombros; Funcionários treinados e) Providenciada a emissão de relatório específico com a apuração das causas. Encarregado da obra ou técnico de segurança Elaboração do RENP. Encarregado da obra ou técnico de segurança Incêndio em Instalações e Equipamentos Energizados na frente de Trabalho Incêndio em Combustível Líquido Desmoronamento Derramamentos / Vazamento de Pequeno e Médio Porte de Produto Químico 119 Continuação Eventos Medidas Responsável a) Informe aos responsáveis pela obra para conhecimento e apoio na resolução dos problemas; Funcionário mais próximo b) É feito o isolamento e sinalização da área afetada e verificada a extensão dos danos; Funcionários treinados c) Caso haja vítimas é acionada a ambulância e socorro médico, observando-se o contido no Plano de Contingência para Segurança e Medicina do Trabalho; Encarregado da obra ou técnico de segurança d) São disponibilizados os equipamentos de primeiros socorros e de combate a incêndios; Funcionários treinados e) É realizada a contenção de eventuais vazamentos de produtos; Funcionários treinados f) É providenciada a remoção das máquinas e equipamentos sinistrados, exceto nos casos em que tenham vítimas, quando o local deve ser isolado e preservado para a análise e investigação das causas. Funcionários treinados Elaboração do RENP. Encarregado da obra ou técnico de segurança a) Os funcionários envolvidos deverão colocar o material derramado dentro de recipientes adequados; Funcionários treinados b) Deverá ser efetuada a limpeza da área e o material recolhido deverá ter destinação adequada, conforme descrito no PGRS; Funcionários treinados Elaboração do RENP. Encarregado da obra ou técnico de segurança a) Os funcionários envolvidos deverão comunicar aos responsáveis pela obra. Funcionário mais próximo b) Os funcionários envolvidos e os responsáveis pela obra deverão promover a contenção do efluente; Funcionários treinados c) Deverá ser providenciada a sucção do efluente por caminhão-vácuo, para posterior destinação em Estação de Tratamento de Efluente Externa. Funcionários treinados Elaboração do RENP. Encarregado da obra ou técnico de segurança Derramamentos de quaisquer Resíduos Sólidos provenientes das atividades da Obra Acidentes evolvendo máquinas e equipamentos Derrames de Efluentes e Lodo 120 Figura 201. Relatório de eventos não planejados Monitoramento Além do monitoramento periódico o plano de contingência e emergência realizou ações imediatas visando a prevenção de acidentes com tanques de combustível (diesel). Seguindo o Manual Ambiental do DEINFRA (2006), no item 6.5.1, que trata das Medidas preventivas de vazamentos, foi implantada uma caixa separadora de água e óleo para os tanques de óleo diesel na usina de asfalto, onde todo o efluente advindo da lavação e manutenção de maquinário é descartado. Também foi instalada, a barreira de siltagem nas áreas de preservação permanente, que apresentava risco de sedimentação e assoreamento do corpo hídrico, com a colocação do asfalto. 121 Na usina de asfalto foi instalado o “Manual de Emergência para acidentes no trabalho e procedimentos para resíduos químicos” e todos os funcionários receberam orientações de como utiliza-lo em caso de emergência. Figura 202. Barreira de Contenção Fonte: Instituto Çarakura. (21/08/2013) Figura 203. Diálogo diário semanal realizado na Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura. (21/08/2013) Telefones úteis Escritório da Obra: 47-3557-1900 Eng. da Obra: 47-9601-6666 Engº de Segurança: 48-9987-1731Engº Sanitarista e Ambiental 48- 91790269 Técnico de Segurança: 47-3557-1900 Policia Rodoviária Federal: 191 Bombeiros: 193 Polícia Militar: 190 FATMA (Rio do Sul): 47-3521-0740 FATMA (Florianópolis): 48-3222-8385 / 3222-5269 IBAMA (Florianópolis): 48-3212-3300 e 3212-3302 HOSPITAL REGIONAL IMBUIA: 47-3557-1187 / 1412 HOSPITAL BOM JESUS: 47-3533-1144 Praça Irmã Paulina, 470 HOSPITAL REGIONAL ALTO VALE: 47-3521-2000 1.1 SET-OUT-NOV 122 Figura 204 - Colaboradores com cartilha de Segurança no Trabalho. Local: Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) Figura 205 - Simulação de acidente Local: Usina de AsfaltoFonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) Figura 206 - Cartilha de Emergência e Contingência.Local: Usina de Asfalto Fonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) Figura 207 – Placa com Telefones Úteis. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (16/02/2013) 8.14 Programa de Monitoramento Arqueológico O Programa de Monitoramento Arqueológico visa ao aprofundamento dos estudos sobre as áreas afetadas pela implantação do zoo passagens inferiores, buscando a identificação e definição da localização de áreas de interesse de resguardo ao Patrimônio Arqueológico Material ameaçado de serem impactados pelas obras de escavação do empreendimento. Conforme estudos realizados pela empresa Iguatemi, com relação ao programa de proteção ao patrimônio arqueológico, durante a fase de pré-análise, estudo de corredores e anteprojeto para o licenciamento, foi constatado que a 123 área de influência da rodovia objeto deste relatório não interfere em nenhum sítio arqueológico existente. De qualquer forma, os funcionários da SULCATARINENSE foram orientados a comunicar os responsáveis pela obra caso encontrassem algum material com potencial arqueológico. Não foi registrada alguma ocorrência de material com potencial arqueológico ou cultural no local da obra . 8.15 Programa de Desmobilização do Canteiro de Obras O Programa de Desmobilização do Canteiro de Obras visa apresentar os procedimentos a foram adotados pela construtora para a desmobilização das estruturas do canteiro, de forma a priorizar a segurança da população local e dos trabalhadores. A SULCATARINENSE tem usufruído desde o inicio da obra, de edificações existentes no município de Imbuia para realização de diversas atividades, os principais locais são: escritório,, britadores, refeitórios, residências para funcionários , além da utilização de serviços públicos como coleta de lixo, distribuição e água potável e energia elétrica. No que se refere à desmobilização de usina móvel de asfalto), a mesma foi desativa e encaminhada para outra obra, sendo que no momento a área em que a usina estava instalada foi em parte restaurada e a maior parte da área está sob cuidados do proprietário. A manutenção da troca de óleo dos equipamentos (escavadeira, rolo compressor, trator e caminhão), é realizada, a cada dois meses, pela empresa Indústria Petroquímica do Sul Ltda., sediada no município de Alvorada/RS com filial em Laguna/SC, devidamente licenciada a desenvolver atividade de armazenamento e transporte rodoviário de produtos perigosos através das LAO’s n° 1210/2011 e 5331/2011. A SULCATARINENSE não possui produção própria de materiais pétreos, dependendo do fornecimento de terceiros, assim houve a necessidade de estabelecer um depósito para estocagem de tais materiais, de modo que o andamento da obra não seja prejudicado. O depósito estava localizado no km 7+960, sobre um bota-fora já existente. 124 A respeito da desmobilização da área que esta sendo utilizada pelo Canteiro de Obras, após o término das atividades, deverá ser ambientalmente recuperada, excluindo as construções já existentes. Finalizada a obra. foi iniciado o procedimento de preparação do terreno através do isolamento das bordas e suavização dos taludes que serão recuperados através de técnicas de transposição de solo, plantio de mudas nativas e hidrossemeadura. . Toda a infraestrutura disponibilizada para ser utilizada durante a implantação do empreendimento foi removida no final da obra. Os canteiros de obras até então instalados, serão mantidos até o final das obras, quando então serão desmobilizados. No trimestre referente ao presente relatório ocorreram diversas paralisações em diversos trechos da obra que estarão detalhadas a seguir. 10/03/2012 – Paralisação da construção dos trechos: km 5 + 950 a 6 + 940; km 7 + 420 a 10 + 800; km 12 + 920 a 14 + 254; 10/04/2013 - Liberação dos trechos para construção: Km 5+820 a 6+120; Km 6+940 a 7+420; Km 7+880 a 9+289; Km 9+398 a 10+170; Km 10+800 a 13+810, Km 13+920 a 14+254; 10/04/2013 - Paralisação da construção dos trechos: Km 5+500 a 5+820; Km 6+120 a 6+940; Km 7+420 a 7+880; Km 9+289 a 9+398;- Km 10+170 a 10+800; Km 13+810 a 13+920; 24/04/2013 - Liberação dos trechos para construção: Km 10+170 a 10+800; Km 9+289 a 9+398; 24/04/2013 - Paralisação da construção dos trechos: Km 5+500 a 5+820; Km 6+120 a 6+940; Km 7+420 a 7+880; Km 13+810 a 13+920; 30/04/2013 - Paralisação da construção dos trechos: Km 6+636 a 6+390; Km 7+530 a 7+880; Km 13+810 a 13+920. Figura 208. Escritório. Local: Imbuia. Fonte: Figura 209. Laboratório e depósito de materiais 125 Instituto Çarakura (08/11/2012) pétreos. Local: Km 7+960. Figura 210. Usina de Asfalto. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (21/08/2013) Figura 211. Residência dos funcionários. Local: IMBUIA. Fonte: Instituto Çarakura. (21/08/2013) Figura 212. Tanque de emulsão asfáltica. Local: Usina de asfalto. Fonte: Instituto Çarakura (21/08/2013) Figura 213. Posto para abastecimento de óleo diesel. Local: Usina de Asfalto. Fonte: Instituto Çarakura. (21/08/2013) 126 9. COMPENSAÇÃO AMBIENTAL Este item tem o objetivo de apresentar os métodos a serem empregados para a recuperação ambiental prevista na AuC 025/2011 da GELAF, com relação à execução dos programas de proteção a Flora e Recuperação de Áreas Degradadas da Licença Ambiental Instalação - LAI, n° 6057/2011, com referência às obras de retificação e melhoria de rodovias, entre a Rodovia SC 352 – Trecho Imbuia e o entroncamento com a Rodovia SC 302, Rio dos Bugres. As ações dos programas ambientais vêm sendo executadas pela equipe do Instituto Çarakura (IÇARA), uma ONG qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), juntamente com os funcionários da empresa SULCATARINENSE – Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. As obras foram licenciadas para o Departamento Estadual de Infra Estrutura – DEINFRA e estão sendo executadas pela empresa SULCATARINENSE – Mineração, Artefatos de Cimento, Britagem e Construções Ltda. Vegetação original A área de estudo (anexo) tem 28.577m² e predominam as características originais da fitofisionomia de vegetação de transição entre a Floresta Ombrófila Mista (FOM) e a Floresta Ombrófila Densa (FOD). A vegetação pode ser classificada como de Florestas de Pinheiros com Subosques de Imbuia conforme descrito por Klein 1980, que inclusive cita o município de Imbuia em seu texto. Nesse pinhais o subosque são formados predominantemente pela Imbuia (Ocotea porosa) essas formações também apresentam exemplares de sacopema (Sloanea lasiocoma) e da canela-fogo (Crytocarpa aschersoniana). Segundo Klein: "Caracterizam-se estas pujantes florestas principalmente, pela sua extraordinária uniformidade fitofisionomica, quanto aos estrato arbóreo superior, bem como ao aspecto do seu subosque bastante denso, cuja cobertura é formada de 70 a 90% pelas largas e densas copas verde-apagadas da Ocotea porosa, dominante no estratosuperior do subosque dos pinhais, em praticamente toda a Bacia do Rio Iguaçu-Rio Negro, constituindo a área por excelência da maior concentração e desenvolvimento de imbuia, que penetra profundamente no 1º e 2º planaltos do Estado do Paraná, caracterizando decididamente uma vasta área de pinhais." Klein 1980, p. 288 Atualmente a área encontra-se em sua maior parte em estágio inicial de regeneração (Resolução CONAMA 004, de 04 de maio de 1994) alguns pontos da área foram utilizados como Bota-fora e ainda existem áreas utilizadas para pastoreio. A área vem sendo utilizada para camping e pasto de cavalos e gado, além do pastoreio a área é roçada periodicamente. Atualmente a área compõe o parque natural municipal da trilha dos Bugres criado pelo decreto municipal n° 44 de 2008. As figuras abaixo ilustram a situação atual da área. 127 Figura 214. Área cercada onde foi realizado o plantio Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014 Figura 215.Área onde foi feito o plantio Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014 Figura 216. Área antigamente utilizada para camping ,hoje em recuperação Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014. Figura 217. Área em recuperação Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014 Figura 218. Cedros e Aroeiiras mostrando boa adaptação a área Fonte:Instituto Çara Data 10/10/2014 Figura 219- Cerca utilizada para isolar área em recuperação Fonte:Instituto Çarakura Data 10/10/2014 128 Detalhamento de Pontos Críticos e Fatores Dificultadores do PRAD Foi observado em campo que a área já está em processo de regeneração natural e que os processos erosivos estão controlados sendo que os fatores que pode dificultar o processo de regeneração é a interferência de gado e a roçada. Recomenda-se em primeiro lugar o cercamento e isolamento da área para eliminar os fatores de degradação e dar inicio ao processo de recuperação. Objetivo Geral Definir as intervenções a serem realizadas para a restauração de uma na área de 28.577m² que compõe o parque natural municipal da trilha dos Bugres e são referentes a compensação ambiental definida na AuC 025/2011. Objetivos específicos Restabelecimento da vegetação original Recuperação de estrutura e fertilidade do solo Restabelecimento de ciclos naturais Aumento das relações interespecíficas Métodos utilizados Os primeiros passos na recuperação de uma área conforme a figura abaixo foram: o isolamento e a retirada dos fatores de degradação. Assim a área deve ser cercada de maneira a evitar o pastoreio por animais domésticos e o uso como área de camping. No caso especifico da área a ser restaurada as características do solo precisam ser analisadas a fim avaliar os fatores químicos, profundidade, textura, fertilidade e nível de degradação do solo e definir a necessidade de intervenção mecânica e adubação. Com o intuito de melhoria da qualidade do solo do ponto de vista da recomposição da matéria orgânica será realizada a adubação verde da área com espécies vegetais fixadoras de nitrogênio e de hábito herbáceo tais como Crotalaria juncea (chique-chique), Crotalaria spectabilis, Canavalia ensiformis (feijão-de-porco) e Cajanus Indicus (feijão Guandu). Esses plantios irão potencializar a recuperação do solo. Após o encerramento do primeiro ciclo de manejo da adubação verde e para impulsionar a recuperação da área será realizado o plantio de mudas utilizando espécies-chave que apresentem potencialidade de múltiplas interações interespecíf icas em ilhas de alta diversidade. Dentre as espécies com potencial que ocorrem na região destacam-se a Araucaria angustifolia (Araucária), Alchornea triplinervia (Tápia), Cedrela fissilis (Cedro), Nectandra lanceolata (Canela amarela), Cordia Trichotoma (Louro), 129 Miconia cinnamomifolia (Jacatirão), a Mimosa scabrella (Bracatinga) e a Acca sellowiana (Goiaba serrana). Figura 220. Etapas de um projeto de recuperação. A produção de ilhas como defendido por Reis et al. (1999) e Kageyama & Gandara (2000) sugere a formação de pequenos núcleos onde são colocadas plantas 130 distintas. Espécies com maturação precoce têm a capacidade de florir e frutificar rapidamente atraindo predadores, polinizadores, dispersores e decompositores para os núcleos formados. Isso gera condições de adaptação e reprodução de outros organismos. Algumas plantas, quando frutificadas, exercem uma grande atração sobre a fauna. Elas atraem os animais que vêm se alimentar de seus frutos e os animais que utilizam estas plantas para predarem outros animais. Reis et al. (1999) sugerem que as plantas bagueiras, ou seja, aquelas que são capazes de atrair uma fauna diversificada, devem ser utilizadas como promotoras de encontros interespecíficos dentro de áreas degradadas, exercendo o papel de nucleadoras. O conjunto de núcleos criados através das ilhas de alta diversidade torna-se mais efetivo quando seu planejamento previr uma produção diversificada de alimentos durante todo o ano. As espécies escolhidas nesse projeto constam como componentes essenciais desse tipo de fitofisionomia segundo Klein 1979, são frutíferas nativas e contam com dispersão zoocórica e anemocórica, suas principais características ecológicas foram consultadas na literatura apresentada por Reitz (1965), Lorenzi (2002a; 2002b) e Carvalho (2006) e foi constatado que essas características contribuem para a realização de todos os objetivos específicos deste PRAD e também atendem as características citadas por Reis et al. (1999). Esses plantios foram realizados em módulos de 1.250 m² (50m x 25m) ao longo dos 28.577 m² de área a ser restaurada. Serão implantados cerca de 22 módulos em toda a área.Os módulos irão repetir as técnicas de restauração, facilitando a fiscalização, o monitoramento e avaliação dos mesmos. As técnicas nucleadoras utilizadas em cada módulo serão: uma leira de galharia (± 9m²), 10 transposições de solo (10 m²), 10 agrupamentos de mudas de nativas com funções nucleadoras (40 m²), 3 poleiros artificiais. As técnicas citadas acima estão descritas em Reis et al. (1999). Serão necessárias aproximadamente 1700 mudas para compor os 220 agrupamentos com 8 mudas cada, que podem ser compostos por indivíduos da mesma espécie ou então agrupamentos mistos. Tabela 12. Descrição das técnicas por módulo Após o isolamento da área será realizada a adubação verde e a manutenção dos plantios a cada 6 meses para verificação da efetividade dos plantios e a taxa de sobrevivência das mudas plantadas e a efetividade das técnicas. Caracterização das propriedades Composição de cada módulo Quantidade por módulo Total Leira de galharia 1 22 Transposição de solo 10 220 Agrupamentos de mudas 10 220 Poleiros artificiais 3 66 131 As propriedades onde serão realizadas as ações de recuperação são de posse do município de Imbuia conforme matriculas em anexo, e estão localizadas na unidade de conservação municipal Parque Natural Municipal de Trilha dos Bugres. As propriedades estão destinadas de maneira integral aos objetivos de conservação e as únicas atividades desenvolvidas na área são de camping em ocasião de algum evento realizado no local. Lista de espécies Tabela 13. Lista com número de espécies, nome popular, nome cientifico, densidade por hectare, área do projeto e grupo sucessional. CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES Nº de espécies Nome popular Nome cientifico Densidade por Hectare Área do projeto Grupo sucessional 1 Araucária Araucaria angustifolia 64 pioneira e heliófila (Reitz e Klein,1966) 2 Tápia Alchornea triplinervia 64 pioneira (Lorenzi 2002) 3 Cedro Cedrela fissilis 64 florestal heliófila (Carvalho, 1994) 4 Canela amarela Nectandra lanceolata 64 oportunista (Lorenzi 2002) 5 Louro Cordia Trichotoma 64 oportunita(Carvalho, 1994) 6 Jacatirão Miconia cinnamomifolia 64 pioneira Klein (1980) 7 Bracatinga Mimosa scabrella 64 pioneira (Carvalho, 1994) 8 Goiaba serrana Acca sellowiana 64 pioneira 30.000m² 132 10. Referencias Bibliográficas ABNT 14725 - 2° PROJETO ABNT NBR 14725 - Ficha de informação de segurança de produtos químicos (FISPQ) – Conteúdo e ordem das seções, julho de 2008. BRASIL. Lei n° 12.305, de 2 de agosto 2010, que dispõe sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Brasília, DF, 2007. CELEPAR . Guia para elaboração de plano de contingência metodologia. Ano de edição: Agosto 2009. Carvalho, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. v.2. Colombo: Embrapa Florestas, 2006. 627p. DEINFRA – Manual de Procedimentos Ambientais. BAGER, A. & ROSA, C.A. Priority ranking of road sites for mitigating wildlife roadkill, Biota Neotropica. 10(4): 149-154. 2010. IBRAM, 2012. Distrito Federal (Brasil). Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Gerência de Monitoramento da Qualidade Ambiental e Gestão dos Recursos Hídricos. Relatório Rodofauna: 12 meses : fevereiro de 2010 a março de 2011 / Gerência de Monitoramento da Qualidade Ambiental e Gestão dos Recursos Hídricos. – Brasília, DF :. INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA Nº 03, DE 27 DE MAIO DE 2003 - Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção (considerando apenas os seguintes grupos de animais: anfíbios, aves, invertebrados terrestres, mamíferos e répteis) Lorenzi (a), H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. 4.ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2002a. v.1, 368p. Lorenzi (b), H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, v.2, 2.ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2002b, 368p. Kageyama, P. Y & Gandara, F. B. Recuperação de áreas ciliares. In: Rodrigues, R. R. & Leitão Filho, H. F. Matas ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Fapesp, 2000. 261p. Klein, R. M, Ecologia da flora e vegetação do vale do Itajaí. Anais botânicos do Herbário Barbosa Rodrigues. Sellowia nr. 31, 1979. 389p. Klein,R. M, Ecologia da flora e vegetação do vale do Itajaí (continuação). Anais botânicos do Herbário Barbosa Rodrigues. Sellowia nr. 32, 1980. 389p. Reis, A., Bechara, F. C., Espindola, M. B., Vieira, N. K. & Lopes, L. 2003. Restauração de áreas degradadas: a nucleação como base para os processos sucessionais. Natureza & Conservação 1. Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. 69p. Reis, A., Zambonin, R.M. & Nakazono, E.M. Recuperação de áreas florestais degradadas utilizando a sucessão e as interações planta-animal. Série 133 Cadernos da Biosfera 14. Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Governo do Estado de São Paulo. São Paulo, 1999. 42 p. Reitz, R. Flora Ilustrada Catarinense. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1965. 149p. REITZ, R.; KLEIN, R.M. Araucariaceae. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1966. 29p. 134 11 ANEXOS Autorização da Prefa Ituporanga para instalação da usina de asfalto LAO 7428 – Usina Móvel LAO DE STA TERESA JAZIDA LAO DA RIO DO OURO Todos os arquivos dos proprietários Denuncia FATMA LA comboio Lao ecoeficiencia Auc 025 9.1 LICENÇAS 9.1.1 Obra 9.1.2 Jazidas 9.1.3 Britadores 9.1.4 Usinas 9.1.5 Oficinas 9.1.6 Transporte de Produtos Perigosos 9.1.7 Tanques de Abastecimento 9.1.8 Banheiros Químicos 9.1.9 Bota-foras 9.1.10 Coleta, Transporte e Destinação Final dos Resíduos Classes I e II 9.1.11 Demais licenças ambientais correlatas à obra 9.2 AUTORIZAÇÕES DE CORTE 9.3 RELATÓRIO CONCLUSIVO REFERENTE À SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO 9.4 PROTOCOLO DE ENTREGA DO RELATÓRIO CONCLUSIVO DE SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO AO ÓRGÃO AMBIENTAL COMPETENTE 9.5 DECLARAÇÕES DE RECEBIMENTO DE MATERIAL LENHOSO 9.6 AUTORIZAÇÕES DE PROPRIETÁRIOS (ÁREAS DE APOIO) 9.6.1 Área de Apoio 01 (Autorização, Termo de Aceite) 9.6.2 Área de Apoio 02 (Autorização, Termo de Aceite) 9.6.3 Área de Apoio n (Autorização, Termo de Aceite) 135 9.7 AUTORIZAÇÕES DE PROPRIETÁRIO (BOTA-FORAS) 9.7.1 Bota Fora 01 (Autoriz., Termo de Aceite, Croqui de Localização, Licença) 9.7.2 Bota Fora 02 (Autoriz., Termo de Aceite, Croqui de Localização, Licença) 9.7.3 Bota Fora n (Autoriz., Termo de Aceite, Croqui de Localização, Licença) 9.8 ART DO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DO CORTE 9.9 ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ART) OU FUNÇÃO TÉCNICA (AFT) DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA GESTÃO AMBIENTAL DA OBRA