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ALUNA: Ludmila Moura Vieira MATRÍCULA: 18.2.000760 Lesão Central de Células Gigantes Geral: lesão intraóssea de etiologia desconhecida, comportamento agressivo e localizado acometendo ampla faixa etária com predileção ao sexo feminino. Características Clínicas: 70% de acometimento em região anterior de mandíbula cruzando a linha média, assintomática, descoberta em exames de rotina, pouca parestesia dor ou perfuração de cortical óssea. Punção aspirativa negativa. Lesões NÃO agressivas: representa a maioria dos casos, pouco ou nenhum sintoma e com crescimento lento sem perfurar cortical e sem reabsorção radicular. Lesões agressivas: dor, maiores regiões, crescimento rápido, rompe cortical e reabsorve raiz, deslocamento dentário e/ou parestesia, pode estender-se para tecido mole e tem potencial recidivante. Características Radiográficas: lesão bem ou mal definida, unilocular ou multilocular, sem halo, aspecto de bolha de sabão, mal posicionamento dentário, reabsorção radicular. Características Histopatológicas: presença de células gigantes multinucleadas, estroma monocelular de células ovoides e fusiformes, estroma frouxo ou celularizado, infiltrado de hemossiderina e osso neoformado. Tratamento: Aplicação de corticoide ou calcitonina intralesional (menos invasivo) auxilia na regressão da lesão, curetagem + curetagem adicional. Lesão Agressiva: ressecção em bloco com margem de segurança. Querubismo Geral: condição rara de desenvolvimento dos ossos gnáticos, sendo esta herdada (autossômica dominante), ocorrendo por mutação gene 4p16. Ocorrendo pelo aumento da osteoclastogênese e osteoclastos, sendo então uma lesão intraóssea. Características Clínicas: mais evidente em pacientes com idade entre 2 a 5 anos, progredindo até a puberdade e estabilizando para posteriormente regredir lentamente. Caracterizada pela expansão indolor e simétrica da região posterior da mandíbula, esclera exposta (olhos voltados para o céu) e com erupção dentária prejudicada. Chamada de Querubismo em referência a similaridade com os anjos Querubins. Características Radiográficas: radiolucidez multilocular ilateral, reabsorção radicular e rompimento cortical. Características Histopatológicas: semelhante à Lesão Central de Células Gigantes. Tecido fibroso vascular, células gigantes multinucleadas e deposição de hemossiderina e depósitos eosinofílico. Tratamento: proservação até regressão após a puberdade, intervenções cirúrgicas após estagnação, Osteoclastia para reajuste ósseo apenas quando houver grande desconforto visual e psicológico e com MUITA cautela. Tumor Marrom Geral: lesão derivada da produção excessiva de hormônio paratireoidiano (PTH), resultando em uma condição de hiperparatireoidismo em resposta à diminuição nos níveis de cálcio sérico. Primário: produção descontrolada de PTH, podendo assim desenvolver um adenoma da paratireoide, uma hiperplasia das paratireoides, um carcinoma de paratireoide e/ ou uma síndrome hereditária. Secundário: produção continuada de PTH, paciente com doença renal crônica e osteodistrofia renal. Características Clínicas: normalmente assintomática, maior acometimento emm mandíbula, lesões múltipllas ou solitárias podendo expandir cortical. Marrom se dá pela cor do tecido devido a hemorragia abundante e presença de hemossiderina. Características Radiográficas: radiolucidez, margens bem delimitadas, unilocular oou multilocular, pode gerar expansão ósseaa e aspecto de vidro fosco. Características Histopatológicas: semelhante à Lesão Central de Células Gigantes. Tratamento: Hiperparadireoidismo Primário: remoção do tecido hiperplásico da paratireoide (diminuiçã do PTH). Hiperparadieoiidismo Secundário: paratireoidecttomia etratamento renal.