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Diagnóstico radiográfico de lesões inflamatórias e periodontais Leonardo Mottes (mottes50@gmail.com) Cirurgião-dentista pela UniCesumar Mestre e especialista em Radiologia Odontológica Especialista em gestão de clínica radiológica Especialista em Ortodontia Doenças inflamatórias • As lesões inflamatórias são as condições patológicas mais comuns dos maxilares. • Os maxilares são singulares dentre outros ossos do corpo, pois a presença de dentes cria uma via direta para que agentes infecciosos e inflamatórios invadam o osso por meio de cáries e doenças periodontais. White e Pharoah 7º ed (2015) Doenças inflamatórias CAUSAS: • Cáries • Trauma • Lesões periodontais • A necrose pulpar pode ocorrer como resultado da invasão bacteriana por cárie ou traumatismo. White e Pharoah 7º ed (2015) Doenças inflamatórias Lesões inflamatórias periapicais têm sido denominadas de: • Periodontite apical aguda (abscesso periapical) • Periodontite apical crônica • Granuloma periapical. • Cisto periapical White e Pharoah 7º ed (2015) Doenças inflamatórias White e Pharoah 7º ed (2015) White e Pharoah 7º ed (2015) Periodontite apical • Metabólitos tóxicos da polpa necrótica saem do periápice par estimular uma reação inflamatória no ligamento periodontal periapical e no osso circundante • infiltrado inflamatório composto predominantemente por linfócitos associados a neutrófilos polimorfonucleares. Dependendo da gravidade da resposta, os neutrófilos podem reunir-se para formar pus, resultando num Abscesso periapical (periodontite apical aguda) White e Pharoah 7º ed (2015) Granuloma • De outra maneira, numa tentativa de reparar a periodontite apical, o organismo estimula a formação de tecido de granulação juntamente com um infiltrado inflamatório crônico composto predominantemente de linfócitos, células plasmáticas e histiócitos, dando origem ao granuloma periapical. White e Pharoah 7º ed (2015) Cisto periapical • O epitélio aprisionado (restos epiteliais de Malassez) pode proliferar para formar um cisto radicular ou periapical. Exacerbações agudas de lesões crônicas podem ocorrer de modo intermitente. White e Pharoah 7º ed (2015) Osteomielite • Se o osso medular circundante se envolver na reação inflamatória pela disseminação de organismos piogênicos (bactéria que estimula uma resposta inflamatória), o abscesso periapical localizado pode se transformar em osteomielite. White e Pharoah 7º ed (2015) CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS Sinais e sintomas • Os sintomas das lesões inflamatórias periapicais podem variar amplamente, desde assintomática a dor de dente ocasional, dor severa com ou sem tumefação, febre e linfadenopatia. • Um abscesso periapical normalmente se manifesta com dor intensa, mobilidade e, às vezes, extrusão do dente envolvido, tumefação e sensibilidade à percussão. White e Pharoah 7º ed (2015) Sinais e sintomas • Palpação da região apical provoca dor. Drenagem espontânea dentro dacavidade oral por meio de uma fístula (parúlide) pode aliviar a dor aguda. • Em casos raros, o abscesso dentário pode manifestar sintomas sistêmicos (p. ex., febre, tumefação facial, linfadenopatia) juntamente com dor. A lesão aguda pode cronificar-se (cisto ou granuloma periapical), podendo ser assintomática, exceto pela “dor de dente” súbita e intermitente, o que pode marcar a agudização da lesão crônica. White e Pharoah 7º ed (2015) Diagnóstico EXAME FÍSICO ANAMNESE EXAME COMPLEMENTAR DIAGNÓSTICO White e Pharoah 7º ed (2015) EXAME CLÍNICO EXAME RADIOGRÁFICO+ CARACTERÍSTICAS DE IMAGEM Lesão inicial • observe a perda da lâmina dura e do osso periapical no ápice da raiz mesial do segundo molar. Observe também o halo sutil da reação óssea esclerótica em torno de sua radiolucência apical. Características de imagem • Radiograficamente não é possível diferenciar cisto periapical de granuloma periapial, apenas com exame histopatológico White e Pharoah 7º ed (2015) Exemplos de uma mescla de osteíte rarefaciente e esclerosante. Periostite resultando em formação óssea emanando do assoalho do seio maxilar que origina lesões inflamatórias apicais Cortesia Dr ISSAO 2022 ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO MOTTES L. ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO White e Pharoah 7º ed (2015) ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO MOTTES L. ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO • Radiograficamente, na maioria das vezes, não é possível perda ósseas ou rarefação óssea considerável. A maioria dos sinais se dá clinicamente. ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO MOTTES L. PERIODONTITE APICAL CRÔNICA • Pode ou não ter sintomatologia, ou sinais clínicos, apresenta ausência de lâmina dura, rarefação óssea apical White e Pharoah 7º ed (2015) GRANULOMA PERIAPICAL • Pode ou não ter sintomatologia, ou sinais clínicos, apresenta ausência de lâmina dura, rarefação óssea apical, mesmo aspecto radiográfico do cisto periapiacal White e Pharoah 7º ed (2015) OSTEOMIELITE • Osteomielite é uma inflamação do osso. O processo inflamatório pode se disseminar através do osso, envolvendo as porções medular, cortical, esponjosa e o periósteo. • Nos maxilares, organismos piogênicos que atingem a medula óssea provenientes de abscesso dentário ou infecção pós-cirúrgica normalmente causam osteomielite White e Pharoah 7º ed (2015) OSTEOMIELITE • A fase aguda da osteomielite é causada por uma infecção que se disseminou para a medula óssea. Nessa condição, os espaços medulares do osso contêm um infiltrado inflamatório consistindo predominantemente em neutrófilos e, em menor quantidade, em células mononucleares. • Nos maxilares, a fonte mais comum de infecção é a lesão periapical de um dente desvitalizado. White e Pharoah 7º ed (2015) OSTEOMIELITE • Associada a pacientes com imunossupressão • Anemia falciforme e a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) têm sido relatadas como fatores fundamentais no desenvolvimento da osteomielite. White e Pharoah 7º ed (2015) OSTEOMIELITE • Associada a pacientes com imunossupressão • Anemia falciforme e a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) têm sido relatadas como fatores fundamentais no desenvolvimento da osteomielite. White e Pharoah 7º ed (2015) OSTEOMIELITE • A característica da osteomielite é o desenvolvimento de sequestro ósseo. • O sequestro é um segmento de osso que se tornou necrótico devido à lesão isquêmica causada pelo processo inflamatório. • Inúmeras formas de osteomielite foram descritas. White e Pharoah 7º ed (2015) OSTEOMIELITE OSTEOMIELITE PATOLOGIA ÓSSEA Leonardo Mottes (mottes50@gmail.com) Cirurgião-dentista pela UniCesumar Mestre e especialista em Radiologia Odontológica Especialista em gestão de clínica radiológica Revisão • Revisão • Cistos e Pseudocistos • Doenças Ósseas com Manifestação nos Maxilares • Lesões Fibro-Ósseas White e Pharoah 7º ed (2015) Revisão • Conhecer as técnicas radiográficas; • Conhecer a anatomia tanto de tecidos moles, quanto radiográfica; • Conhecer as alterações ósseas; Osso maxilomandibular • Os ossos gnáticos destacam-se pela capacidade de abrigar dentes, e sustentar o osso alveolar. • Possuem uma complexidade celular maior há ossos normais White e Pharoah 7º ed (2015) Na revisão sistemática da literatura foram avaliados artigos publicados de 1993 a 2011. Foram relatados 18.297 cistos odontogênicos. • Cistos radiculares, 9.982 (54,6%); • Cistos dentígeros 3.772 (20,6%); • Ameloblastomas, 1.163 (14,3%); • Tumores odontogênicos ceratocísticos, 533 (6,5%); • Mixomas odontogênicos, 337 (4,1%); • Tumores odontogênicos adenomatóides e 127 (1,6%) fibromas ameloblásticos. Revisão Mandíbula Matriz mineralizada Corte de tecido ósseo Medula Matriz recém- depositada As linhas cementantes (de cor arroxeada) marcam o limite entre a porção antiga da trabécula, constituída por osso lamelar, e o osso novo, recém-depositado pelos osteoblastos.White e Pharoah 7º ed (2015) Doenças Ósseas com Manifestação nos Maxilares Granuloma Central de Células Gigantes • Sinônimos: Lesão de Células Gigantes, Tumor de Células Gigantes • Lesão comum nos maxilares Granuloma Central de Células Gigantes Características Clínicas • antes dos 30 anos • ♀ • Assintomáticos • Tumefação indolor • 70% na mandíbula • ANTERIOR Granuloma Central de Células Gigantes Características Radiográficas • Radiolúcida, limites radiográficas bem definidas • Expansão irregular das corticais: limites duplos • Estrutura interna: padrão granular de calcificação → eventualmente septos Há evidências de que essas células gigantes representam osteoclastos, embora outras sugiram que as células sejam mais relacionadas com macrófagos. As células fusiformes parecem estar relacionadas com fibroblastos Granuloma Central de Células Gigantes Tratamento • Enucleação ou curetagem • Ressecção • Lesões extensas: Corticóide intralesional Calcitonina • Prognóstico bom Caso clínico • Paciente do gênero feminino • 45 anos de idade Caso Clínico Dados Clínicos • Gênero masculino • 9 anos • Melanoderma • Lesão há 2 anos • Procurou atendimento: assimetria facial QUAL O DIAGNÓSTICO?????? Doença de Paget (Osteíte Deformante) • Reabsorção e deposição anormal de osso • Patogenia • Fatores genéticos, endócrinos, inflamatórios, viral Mutação no gene SQSTM 1(p62) 11 em 100-150 pessoas com mais de 45 anos Doença de Paget Características Clínicas • Relativamente comum • Afeta principalmente idosos • Homens • Brancos • Poliostótica • Prevalência varia conforme a localização geográfica • Dor • Vértebras lombares, pelve, crânio e fêmur • Ossos espessos e fragilizados • Postura simiesca • Envolvimento dos maxilares em 17% dos casos • Envolvimento maxilar é mais comum Leontíase óssea Espessamento entre os dentes, PT não adaptam Doença de Paget Características Clínicas A Duquesa Feia Quentin Matsys (século 15) http://www.orthoteers.org/images/uploaded/Images4/Paget1.jpg • Fase inicial Reabsorção óssea • Segunda fase: osteoblástica Osso esclerótico • Última fase Imagens radiopacas focais Confluência Dentes com hipercementose Doença de Paget Características Radiográficas “Flocos de Algodão” • Reabsorção e formação óssea • Numerosos osteoclastos e osteoblastos • Conjuntivo fibroso e vascular • Linhas reversas basofílicas Doença de Paget Características Histopatológicas Nos estágios reabsortivos ativos, numerosos osteoclastos circundam as trabéculas ósseas e mostram evidência de atividade absortiva. Simultaneamente, é vista atividade osteoblástica com formação de camada de osteoide em volta das trabéculas ósseas. Um tecido conjuntivo fibroso altamente vascularizado substitui a medula. • NÃO HÁ TRATAMENTO EFICAZ • Controle da dor com analgésicos • Reduzir a remodelação óssea Calcitonina ou bisfosfonatos • Transformação maligna: Osteossarcoma em 1-15% dos casos Doença de Paget Tratamento AMELOBLASTOMA • É um tumor persistente e localmente invasivo; possui um comportamento agressivo, porém de crescimento benigno. • Os ameloblastomas são de longe os tumores odontogênicos mais comuns. • O ameloblastoma é um tumor agressivo que se desenvolve a partir dos remanescentes da lâmina dental e do órgão dentário (epitélio odontogênico). • Os ameloblastomas crescem lentamente, e os poucos sintomas. • O tumor é frequentemente descoberto durante um exame odontológico de rotina. • Classificadas antigamente em: ameloblastoma sólido convencional ou multicístico, unicístico e periférico NEVILLE et al (2009) AMELOBLASTOMA • A maioria dos ameloblastomas (80%) se desenvolve na região de ramo ascendente da mandíbula, mas pode se estender até a área de sínfise. • Grande parte das lesões que ocorrem na maxila está na região dos terceiros molares e se estende para o interior do seio maxilar e assoalho da fossa nasal. • Em qualquer dos maxilares esse tumor pode se originar na posição oclusal de um dente em formação NEVILLE et al (2009 AMELOBLASTOMA • CARACTERÍSTICAS RADIOGRÁFICAS: • Um ameloblastoma geralmente é bem definido e frequentemente delineado por uma cortical. A borda é curva e em lesões pequenas o formato e a borda podem não ser diferenciáveis de um cisto. A periferia de lesões na maxila geralmente pode não ser bem definida. • A característica radiográfica mais típica é aquela de uma lesão radiolúcida multilocular. O aspecto radiográfico da lesão é frequentemente descrito como em “bolhas de sabão” • Pode ser unicístico ou multilocular NEVILLE et al (2009) AMELOBLASTOMA AMELOBLASTOMA ‘’Bolhas de sabão’’ AMELOBLASTOMA • CARACTERÍSTICAS RADIOGRÁFICAS: • Podem também desenvolver características radiográficas de favos de mel • Assim como em qualquer lesão, o diagnóstico dependerá do exame anatomopatológico NEVILLE et al (2009) AMELOBLASTOMA • CARACTERÍSTICAS RADIOGRÁFICAS: NEVILLE et al (2009) O tratamento será enucleação, com margem de segurança NEVILLE et al (2009) Osteossarcoma • Sinônimo: sarcoma osteogênico • Caracterizada pela produção osteóide ou osso imaturo pelo estroma maligno Tumores malignos: Osteossarcoma Osteossarcoma Características Clínicas • Jovens (10 e 25 anos) • Sexo masculino • Ossos longos (fêmur e tíbia) • Maxilares = mandíbula ► 3-4ͦ década de vida • Pode desenvolver após trauma, Doença de Paget, irradiação Osteossarcoma Características Radiográficas • Bordas mal definidas • Estrutura interna: • Estrutura óssea: osso granular, esclerótico, flocos de algodão ou favos de mel • Imagem de raios de ☼ Imagem de raios de ☼ Massas de material róseo homogêneo, de natureza proteica, freqüentemente com células neoplásicas incluídas no seu interior OSTEOSSARCOMA • Características radiográficas: • Outro sinal característico é o de aumento do espaço do ligamento periapical OSTEOSSARCOMA OSTEOSSARCOMA OSTEOSSARCOMA OSTEOSSARCOMA Osteossarcoma Tratamento • Cirúrgico com ressecção radical • Quimioterapia • Prognóstico pobre • Morte pela doença local descontrolada • Meta: pulmão e ossos Lesões Fibro-Ósseas Displasia Fibrosa • Mutação no gene GNAS 1 • Monostótica ou poliostótica Forma monostótica: 80% dos casos • Ossos + anormalidades cutâneas e endócrinas • Gravidade depende do momento em que a mutação ocorre Displasia Fibrosa Características Clínicas • Surge entre a 1 e 2 década de vida • ♀ = ♂ • Aumento de volume • Crescimento lento e indolor • Maxila mandíbula Na maxila: displasia fibrosa craniofacial Monostótica • Variável • Radiolúcida (início) • Radiopaca • Mais comum: imagem radiopaca “Vidro Fosco” Limites difusos Displasia Fibrosa Características Radiográficas Monostótica • Rx • Estreitamento do LP • Lâmina dura mal definida Displasia Fibrosa Características Radiográficas Monostótica Waters Displasia Fibrosa Características Histopatológicas • Tecido fibroso • Trabéculas de osso imaturo e irregulares • Trabéculas com formas curvilíneas As características microscópicas típicas da displasia fibrosa consistem em trabéculas de formato irregular de osso imaturo em um estroma celular fibroso arranjado frouxamente. As trabéculas ósseas não estão conectadas umas às outras. Elas frequentemente assumem formatos curvilíneos, que se parecem com a escrita chinesa. • Lesões pequenas: BX para confirmar Dx + acompanhamento Ressecção cirúrgica • Lesões extensas Cirurgia para remodelar o osso Displasia Fibrosa Tratamento DISPLASIA CEMENTO-ÓSSEA FOCAL • A displasia cemento-óssea focal pode ocorrer em qualquer área dos ossos gnáticos, mas a mandíbula posterior é o sítio predominante. • A doença é tipicamente assintomática e é detectada apenas no exame radiográfico. • Muitas lesões são menores do que1,5 cm de diâmetro. DISPLASIA CEMENTO-ÓSSEA FOCAL • CARACTERISTICAS RADIOGRÁFICAS DISPLASIA ÓSSEA FLORIDA Massas radiopacas difusas em múltiplos quadrantes, por todo processo alveolar; Aspecto de “chão de vidro” Substituição do osso por tecido cementário, pobre em vasos sanguíneos; Aumenta a chance de necroses ósseas como Osteomielite: DISPLASIA ÓSSEA FLORIDA DISPLASIA ÓSSEA FLORIDA QUERUBISMO • Maior predileção pelo sexo masculino • Mutações no gene SH3BP2 - Ativação de osteoclastos • Se desenvolve geralmente dos 2 aos 5 anos • Envolvimento bilateral QUERUBISMO • O tecido da lesão consiste em tecido fibroso vascular contendo número variável de células gigantes multinucleadas. As células gigantes tendem a ser menores e geralmente agregadas focalmente QUERUBISMO • Características radiográficas: QUERUBISMO • Tratamento: Acompanhamento, tende a sumir com a idade Referências http://www.livrariaflorence.com.br/produtos.asp?produto=3398&categoria=111&a1=biLançamentos/b/i&a2=Odontologia&inf=19 http://search.ltmedicina.com/SubmitService/SelectLivro.aspx?goto=encomendar http://lx1.letti.com.br/b2c/seboalianca/product_info.php?cPath=21_179&products_id=4472&osCsid=b09c2f793794f9fae02def00f459 Exercícios Caso clínico: Paciente J.S. 30 anos, melanoderma, gênero feminino, compareceu a clínica de odontologia unoesc para consulta de rotina, seu desejo é realizar apenas limpeza e claremento ao exame clínico, não notou-se alterações intrabucais digna de nota. Paciente não relata sintomatologia. Ao exame radiográfico, notou-se lesão radiolúcida, com halo radiopaco no ápice do dente 32, que respondeu positivamente ao teste de sensibilidade pulpar. Caso clínico: Paciente F.B. 42 anos, leucoderma, gênero feminino, compareceu a clínica de odontologia unoesc com queixa de aumento de volume na região do palato, relata não ter sintomatologia e que vem aumentando aos poucos. Qual a H.D., e que exames devem ser solicitados? Caso clínico: Paciente K. S., 06 anos de idade, gênero masculino, procurou atendimento acompanhado dos pais, após aumento de volume na face, bilateral, o mesmo relata que o “inchaço” teve início há pelo menos 6 meses, e que persiste, sem recidiva. Qual a H.D, e os exames que devem ser solicitados