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PROPOSTA DE REDAÇÃO
TEMA: GERAÇÃO ZUMBI ou GERAÇÃO MORCEGO ( Trocam o dia pela noite)
GENERO: DISSERTAÇÃO
PROFESSOR: MANUEL ALCANTARA
TEXTO I
À MEIA-NOITE LEVAREI SEU SONO
Na volta às aulas, teens relutam em largar a internet e ir para a cama 
Iuri de Castro Tôrres /de São Paulo 
Com poucas variações, a história é a mesma. "Pareço um zumbi", "É difícil voltar à rotina", "Dormia às 5h e acordava às 13h" etc.
É, voltar ao ritmo escolar, com intermináveis aulas que começam antes das 8h, enquanto o dia brilha lá fora e sua cama chama, não é mole.
Mas quem são os inimigos da rotina saudável de sono dos teens? A resposta é fácil: a internet, o celular e, é claro, a internet no celular.
"Essa geração está cada vez mais conectada", diz Silvana Leporace, coordenadora de orientação educacional do colégio Dante Alighieri. "Dormem com o celular ao lado e ficam trocando mensagens com os amigos."
Para Cristiano Nabuco, coordenador do programa de dependentes de internet do Instituto de Psiquiatria da USP, "os adolescentes espirram do controle dos pais." "Eles não dormem, a internet é um apelo muito forte."
Segundo Silvana, isso atrapalha o aprendizado, pois a fixação do conteúdo ocorre durante o sono.
Matheus Monteiro, 17, de Santos (SP), por exemplo, é um madrugador confesso. "Nas férias, ia até as 6h fácil, fácil", conta. Como é professor de informática, o garoto passa horas fuçando novas ferramentas on-line.
Como agora tem de pular da cama às 6h30 da madrugada, demora a acordar "de verdade". É a mesma situação de Guilherme Bighetti, 16, de São Paulo, que "zumbiza" durante as primeiras aulas do dia. "Tenho que jogar água gelada na cara."
A técnica para disfarçar as olheiras é a maquiagem, e a estratégia para espantar os bocejos é música alta no caminho para a escola. Ainda assim, eles dificilmente escapam de um cochilo em aula.
Também é comum tentar compensar, aos sábados e domingos, as horas de sono perdidas. É quando os teens "hibernam". Stefanie Egedy, 15, dorme até depois do almoço. "Vale a pena", atesta.
"Sento em frente ao computador e esqueço da vida, nem vejo o tempo passar", diz Brenda Amanda, 16.
A impressão do tempo "voar" faz sentido do ponto de vista científico. Segundo Nabuco, o córtex pré-frontal, parte do cérebro que controla os impulsos e é sede da razão e do conhecimento, ainda não é totalmente desenvolvido nos adolescentes.
Por isso, de acordo com o médico, é mais difícil saber a hora de desconectar e ir contar carneirinhos para dormir no mundo real.
TEXTO II
OS BENEFÍCIOS DE UMA BOA NOITE DE SONO
Além do descanso, dormir bem traz muitas vantagens à saúde
De acordo com o ministério da saúde, quase metade da população brasileira tem problemas para conseguir dormir. As causas podem ser muitas, desde falta de tempo, até uma insônia de alto nível, no caso de adolescentes, trocarem o dia pela noite, ficarem conectados a noite toda na internet. Esses problemas na maioria das vezes conseguem ser contornados com ajuda médico- psicológica.
BENEFÍCIOS
Os resultados das pesquisas realizadas nos últimos anos dão conta de que noites bem dormidas podem prevenir muitos problemas de saúde, tais como:
– Prevenção da obesidade: A explicação está no fato de que, durante o sono, o organismo produz um hormônio denominado Leptina, responsável pela sensação de saciedade durante o dia;
– Combate à hipertensão: Ficar sem dormir gera altos níveis de estresse, o que aumenta a pressão sanguínea;
– Prevenção da depressão: Um estudo feito no Cleveland Clinic Sleep Disorders Center, em Ohio, nos EUA, comprovou que pessoas que dormem entre 6 e 9 horas por dia tendem a sofrer menos de depressão;
– Diminuição do risco de doenças cardiovasculares: Dormir pouco pode desequilibrar a produção de hormônios, o que pode desencadear o aumento de doenças do coração;
– Melhor desempenho no trabalho e nos estudos: Após dormir entre 6 e 9 horas por noite, a concentração e o rendimento são muito melhores no dia seguinte.
DICAS PARA SUPERAR O PROBLEMA
De acordo com o médico Jean Paulo Santos, alguns hábitos ajudam a ter uma agradável noite de sono.
– Mantenha um horário fixo para deitar e para se levantar;
– Não faça refeições pesadas a noite;
– Pratique exercícios físicos, porém, eles devem ser realizados durante o dia, pois a noite podem atrapalhar;
– Crie um “ritual” (hábito) antes de dormir. Oração, leitura, etc...
--Controlar o uso da interrnet, principalmente à noite, no caso de adolescentes. Nesse caso, a participação dos pais é fundamental.(http://sites.unicentro.br/jornalagora/os-beneficios-de-uma-boa-noite-de-sono/.Acesso: 15/05/2017).
TEXTO III
: 
TEXTO IV
OPINIÃO: A GERAÇÃO Z E OS ZUMBIS DA NOVA ERA
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Entre as características desta geração estão a aversão a promoções e controle em massa, descrença na mídia massificada, individualismo, relacionamento apenas com as marcas que gostam e comando nas as regras da interação
Sobrevivemos à profecia de Nostradamus, que anunciava o fim do mundo, no ano 2000, ao Apocalipse Maia, em 2012, e até ao meteoro, que caiu Rússia. Sem contar os diversos outros “finais anunciados” em nossa história. Podemos, então, afirmar que 2013 não deixa de ser mais um ano “pós-apocalítico”. E, segundo a indústria de ficção especializada, o “pós-apocalipse”, além de deixar suas marcas na sociedade, vem sempre acompanhado do peculiar “zombie”. Ou como conhecemos no Brasil, o zumbi.
Interessante notar como o mundo real vem imitando a ficção, trazendo consigo uma invasão de zumbis, disfarçados na forma de entretenimento, devorados vorazmente por uma geração inteira de consumidores famintos. Pode parecer ficção, mas é a recente geração Z, a geração Zumbi.
Vivenciamos uma enxurrada inédita na indústria de entretenimento, de eventos pós-apocalípticos e zumbis. Podemos citar o exemplo da série de TV sobre zumbis, Walking Dead, que, em sua 4ª temporada, é uma das mais assistidas nos EUA. O game da mesma série foi considerado “game do ano” em 2012 no Video Games Award. No próximo verão americano, Brad Pitt estrelará o “World War Z”, onde uma pandemia transforma o mundo em zumbis, sem esquecer o filme “Meu namorado é um zumbi”, que tem como protagonista um Zumbi “galã” (No estilo crepúsculo).
Na série de TV, da BBC inglesa, “In the flash”, zumbis são reabilitados e reinseridos na sociedade. A trama gira ao redor dos dramas e preconceitos dos “ex-mortos vivos”. Um game mobile incentiva a pratica de corrida outdoor usando zombies? Zombie Run conquistou mais de 450 mil adeptos chegando a ultrapassar a Nike, líder do segmento, nas mobile stores.
No Brasil, Walking Dead é um sucesso, em números de fãs nas redes sociais. Já temos uma produção brasileira, a websérie “Nerd of the Dead”, que já arrecadou mais de R$ 12 mil em crowdfunding para sua produção. Se interessa pelo tema ? Visite o Universo Zumbi, (mais de 112 mil fãs no Facebook) e se surpreenda.
As causas da proliferação da “cultura zumbi”, segundo especialistas em comportamento, são decorrentes de alguns dilemas bem atuais: Crise financeira, perda da individualidade pela globalização, os efeitos da vida rotineira, a destruição do planeta pelo consumo exagerado de recursos naturais e o medo da erradicação da raça humana por alguma pandemia. Assuntos estes que ganham destaques diários na mídia. Segundo o Jornal “New York Observer”, “os zumbis representam a perda da individualidade, obrigando-nos a fazer parte de um coletivo”. O jornal americano “Channel 4” diz representarem “uma geração em desafeto, alienada, obcecada e inundada pela mídia.” Outros pesquisadores, acham que os zumbis representam nosso medo da morte e o contrário de nossa obsessão cultural por beleza, juventude e sexo. Daí, o certo “prazer” ao matar e assistir zumbis serem exterminados em games ou filmes, que estaria relacionado a um certo “alívio” de nossas ansiedades modernas.
Estas ansiedades e medos nos remetem a um perfil de consumidor mais exigente, frustrado e consequentemente mais difícil de lidar. Também conhecido como o consumidor social. Entre suas características,estão a aversão a promoções e controle em massa. Descrença na mídia de massa, o individualismo, relacionam-se apenas com as marcas que gostam e ditam as regras da interação. Além disso, gostam de “contagiar” uns aos outros através do consumo compartilhado, não respeitam os horários comerciais tradicionais e assim como os zumbis, sabem a força do coletivo para promover ou difamar uma marca fazendo seus direitos prevalecerem. A estratégia de relações com consumidores também conhecidas como CRM Social, tem se mostrado uma boa solução para este relacionamento não virar filme de terror.
Alguns cuidados na abordagem ao consumidor da geração Z:
– Abolir o SPAM ou mensagens massificadas nas redes sociais
– Tratar os consumidores como pessoas e não como parte da corporação
– Relacionamento. As empresas inteligentes irão utilizar o social para transformarem consumidores em embaixadores das marcas, facilitando o marketing voluntário
– Ser contagiante, incentivando a formação de comunidades em torno da marca
– Agilidade: Utilizar ferramentas de CRM Social para automatizar o processo
– Integração: Unificar a empresa em torno da mesma estratégia de relacionamento com consumidores. Novamente existem ferramentas de otimização
O ciclo de vendas do consumidor da geração Z também é diferente. Estes consumidores estão enterrados literalmente embaixo de burocracias contratuais e monopólios, muitas vezes deteriorando à espera de melhorias no setor e novos concorrentes. Cabe às empresas modernas identificarem as oportunidades através de ferramentas de monitoramento e gestão de relacionamento, iniciando a interação e o resgate deste “moribundo”. Interação esta, sempre através de conteúdo relevante, visando a relacionamento e a conversão do “zumbi” ao consumidor social e a embaixador e contagiador da marca. Bem vindo ao mundo da geração Z.José Jarbas é (CEO e Fundador da eCRM 123- ttps://www.fashionbubbles.com/biblioteca/textos-de-maes-famosas-viram-livro-e-ajudam-entidade-de-apoio-a-maes-carentes/).
ESQUEMA PARA PRODUÇÃO DA REDAÇÃO
 1º PARÁGRAFO: Apresente o tema ao seu leitor. Explique o que seria a Geração Zumbi/Morcego. (especialmente no caso de adolescentes que vivem conectados à noite.) defenda uma tese.
2º PARÁGRAFO: Mostre as causas pelas quais as pessoas não dormem à noite. 
3º PARÁGRAFO: Apresente as consequências desse problema. Doenças que podem ser consequências de uma noite mal dormida. 
4º PARÁGRAFO: Retome a tese. Apresente possíveis soluções para o problema. Desenvolva uma solução. Feche sua redação com uma citação.

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