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Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 9
2.4. Elaboração dos projetos construtivos 
 
 Os projetos que devem ser elaborados de modo a definir todos os procedimentos 
construtivos classificam-se como: 
 
• projeto de arquitetura; 
• projeto das estruturas; 
• projeto das instalações (elétrica, hidráulica, sanitária, etc). 
 
Cada um desses projetos é constituído por uma parte gráfica (plantas) e por uma 
parte descritiva (especificação técnica ou caderno de encargos e memorial de cálculo). 
 
2.4.1. Projeto de arquitetura 
 
 O projeto arquitetônico tem grande importância por que, além do seu aspecto 
primordial de concepção, é por meio dele que se obtém junto aos órgãos municipais a 
licença de obra (alvará de construção), o qual é o documento legal que autoriza o 
construtor a dar início à obra. Quando da elaboração do projeto de arquitetura, além de 
todos os aspectos funcionais referentes ao destino da obra, tem-se que ter sempre em mente 
que ele deve obedecer ao Código de Obras Municipal. 
 
 O projeto de arquitetura se compõe das seguintes plantas: 
 
• planta (s) baixa; 
• cortes (longitudinal e transversal); 
• fachada (s); 
• planta de cobertura; 
• planta de situação; 
• planta de detalhes. 
 
A planta baixa é o desenho que fornece o maior número de informações 
arquitetônicas sobre a edificação a ser construída. Corresponde ao corte de um plano 
horizontal, que passa num nível acima dos peitoris das janelas. 
 
Na planta baixa deve constar: 
 
• disposição e dimensões (cotas) dos cômodos, bem como o esquema de circulação 
entre eles; 
• disposição e dimensões dos vãos de acesso (portas) e dos vãos de iluminação e 
ventilação (janelas); 
• espessuras das paredes; 
• indicação do tipo de pisos; 
• projeção da cobertura; 
• escala do desenho (normalmente 1:100 ou 1:50); 
• indicação dos cortes longitudinal e transversal. 
 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 10
Na figura 6 é apresentada a planta baixa de uma unidade residencial enquanto na 
figura 7 mostra-se a planta baixa de uma instalação zootécnica, destinada à creche de uma 
suinocultura. 
Todas as medidas (dimensões) horizontais são definidas na planta baixa, porém as 
medidas verticais serão fornecidas nos cortes (transversal e longitudinal). Os cortes são 
desenhos obtidos cortando-se a obra por planos verticais. O corte é chamado de 
longitudinal quando feito na maior dimensão da obra, ocorrendo o transversal, 
conseqüentemente, na menor dimensão. Devem-se desenhar tantos cortes quanto sejam 
necessários para definir todas as dimensões e detalhes verticais. 
 
SALA
QUARTO QUARTO
A. SERV.
COZINHA
BANH.
.80
2.10
.70
2.10
.80
2.10
.70
2.10
.70
2.10
.6
0
2
.1
0
1.
2
0
x1
.2
0
x0
.9
0
1.
2
0
x1
.2
0
x0
.9
0
1.
2
0
x1
.2
0
x0
.9
0
0.60x0.60
.8
0
x.
80
x1
.3
0
1.35
0.15
3.80
0.15
2.00
0.15
1.15
0
.1
5
1.
85
0
.1
5
2
.9
0
0
.1
5
2
.9
0
0
.1
5
0.15
2.80
0.15
0
.9
0
VARANDA
CIRC.
A=4.32m2
A=12.16m2 A=6.40m2
A=8.12m2
A=2.34m2
A=7.83m2
A=3.33m2
A=1.17m2
1.30
0.15
2.70
0.15
3
.2
0
2
.9
0
A A
B
7.40
6
.2
5
 
Figura 6: Planta baixa de uma unidade residencial. 
 
 Nos cortes devem constar os seguintes itens: 
 
• Dimensões de pé-direito (altura) dos cômodos; 
• Dimensões de peitoris e vergas de janelas e de soleiras e vergas de porta; 
• Indicação e dimensão de seções transversais de paredes, vigas e lajes; 
• Detalhes de revestimentos impermeáveis ou especiais; 
• Indicação dos níveis dos pisos; 
• Indicação do tipo de fundação e da geometria do telhado; 
• Escala do desenho (normalmente 1:100 ou 1:50). 
 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 11
 
 
circulação de serviço
3
.4
0
3
.4
0
10
.2
0
3
.4
0
3.803.803.80
11.40
1.
0
0
3
.2
0
1.
4
0
4
.2
0
3.70
0.80 2.90
1,
0
0x
2,
20
20 leitões
baia1
1,
0
0x
2,
20
20 leitões
baia2
20 leitões
baia3
20 leitões
baia4
20 leitões
baia5
20 leitões
baia6
janela−2.00x1.60
A A
B
B
Figura 7: Planta baixa de uma creche de suinocultura. 
 
 
Na figura 8 é apresentado o corte transversal e longitudinal de uma unidade 
residencial, enquanto na figura 9, mostra-se o corte de uma instalação zootécnico destinada 
à creche de uma suinocultura. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 12
0
.7
1
0
.6
0
5
0
cx. dágua
1000L
2
.8
0
2
.1
0
0
.7
0
 
 
 
0
.7
1
0
.6
0
1.
5
0
cx. dágua
1000L
2
.8
0
2
.1
0
0
.7
0
CORTE B-B 
 
Figura 8: Corte transversal e corte longitudinal de uma unidade residencial. 
 
 Quando da elaboração da fachada é o momento em que o arquiteto tem maior 
liberdade de criação, buscando um resultado plasticamente agradável para o visual da 
edificação. A planta da fachada (normalmente frontal) corresponde a uma vista de frente da 
obra, representada sem cotas, procurando mostrar, no entanto, com mais detalhes os 
materiais que irão constituir os revestimentos, as esquadrias, o telhado, etc. As demais 
fachadas (lateral ou de fundos) só são representadas em planta quando apresentem detalhes 
que sejam relevantes para a execução da obra. As plantas de fachada normalmente são 
desenhadas nas escalas 1:100, 1:50 ou 1:25, conforme as dimensões da fachada da 
edificação que se quer representar. 
Na figura 10 é apresentada a fachada frontal de uma unidade residencial enquanto 
na figura 11 mostra-se a fachada frontal e lateral de uma instalação zootécnica destinada à 
creche de uma suinocultura. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 13
 
 
 
Corte B-B (Longitudinal)
0
.4
02
.8
0
1.
0
0
1.
6
0
0
.2
0
2
.2
0
Corte A-A (Transversal)
1.
6
0
0
.2
0
2
.8
0
1.
0
0
1.
0
0
 
 
Figura 9: Corte transversal e corte longitudinal de uma creche de suinocultura. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 14
 
 
Figura 10: Fachada frontal de uma unidade residencial. 
 
 
Fachada Norte = Sul
Fachada Leste = Oeste
 
 
 
 
Figura 11: Fachada frontal e lateral de uma creche de suinocultura. 
 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 15
 A planta de cobertura é um desenho representado em projeção horizontal, 
mostrando o último pavimento da obra (terraço impermeabilizado, caixa d'água, caixa de 
escada e de elevadores) e ou, o telhado da edificação com seus respectivos caimentos e 
calhas de recolhimento de águas pluviais. Normalmente a planta de cobertura é 
representada na escala 1:100 ou 1:50. 
Na figura 12 é apresentada a planta de cobertura de uma unidade residencial 
unifamiliar, enquanto na figura 13 mostra-se a cobertura de uma instalação zootécnica 
destinada à creche de uma suinocultura. 
 
 
 
Figura 12: Cobertura de unidade residencial unifamiliar. 
 
 
 
Figura 13: Planta de cobertura de uma maternidade de suinocultura. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 16
 A planta de situação se constitui de um desenho que visa definir a posição relativa 
da construção em relação ao terreno (lote), ao logradouro (rua, avenida, estrada, praça, etc.) 
e aos terrenos adjacentes (vizinhos). Normalmente a planta de situação é desenhada na 
escala 1:100, 1:200, 1:250 ou até 1:500, conforme as dimensões da obra e do terreno. 
Na figura 14 é apresentada a planta de situação de uma unidade residencial. 
 Um desenho de detalhes é apresentado sempre que se queira mostrar algum 
elemento construtivo que não esteja perfeitamente definido nas demais plantas que 
constituem o projeto arquitetônico. Como exemplo, a figura 15, mostra o detalhe de uma 
esquadria (janela). 
12
,0
0
rua do sol
ru
a
 d
a
 l
ua
qu
a
dr
a
 
e
quadra b14 17
16
5,008,75
4
,0
0
6
,2
5
4
,7
5
4
,0
0
3
,2
0
3
,0
5
4
,7
5
16,25
5,007,40
1,35
30,00
15
,0
0
R
5,
00
n.257
9
,0
0
1,
5
0
1,
5
0
9,00
1,501,50
12,00
quadra A
 
 
Figura 14: Planta de situação de uma unidade residencial. 
 
0,005 1,00 0,005
0,05 0,05
0
,0
2
0
,1
3
0,013
0,007
0,05
0,01
 
Figura 15: Detalhe de uma esquadria. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 17
2.4.2. Projeto de estrutura 
 
 A grande maioria das obras construídas no Brasil tem a sua estrutura executada 
totalmente ou parcialmente em concreto armado. O projeto estrutural de concreto armado é 
representado por meio de plantas de forma e de armação. 
 As plantas de forma apresentam a concepção geral do projeto estrutural, constando 
delas os elementos estruturais que a constituem (sapatas, pilares, vigas, lajes, escadas, etc), 
com suas dimensões, posições relativas e detalhes específicos. 
 Nas figuras 16, 17, 18 e 19 são apresentadas as plantas de forma do projeto 
estrutural de concreto armado, correspondente a edificação unifamiliar, cujo projeto 
arquitetônico foi apresentado anteriormente. 
 
 
 
 
 
3.90 3.25
2.80
3
.0
5
3.95 3.20
0
.2
0
0
.2
0
0
.1
5
2
.9
5
4.35
P
S 9
9
B
COTAS EM M
S
P10
10 11S
11P
P −0.20x0.201
5S −80x80
6
6S
P5 P
S −0.80x0.801
1.35
S −1.00x1.002
2P
S 7
7P
8S
8P
A
S 3
P3 4P
4S
1.00
0
.1
5
0.80
sapatas
detalhe das
2
.9
5
3
.0
0
3
.0
0
2
.9
5
3
.0
5
 
 
 
 
 
 
 
Figura 16: Locação das fundações de uma residência. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 18
COTAS EM M
0
.9
5
0
.1
0
2
.9
5
2.85
0
.1
0
0.10
9P
6V
 −
10
x3
0
a
B
2.75
1.
9
0
1.35
aV −10x404
0.10
10P
0.10
V −10x20
0
.1
0
V
 −
10
x3
0
7
3
V
 −
10
x3
0
9
0.10
bV −10x404
11P
V
 
−1
0
x3
0
11a
V −10x40
3.85
11P −0.20x0.20
0
.1
0
0.10
V
 −
10
x3
0
V
 −
10
x3
0
2
.9
5
6
P5
2V −10x30
a
5 b
6P
1.25 0.10
V −10x30
a 2P 1
V −10x40
2.05
V
 −
10
x3
0
2V −10x40
b P7
8
0.10
V
 
−1
0x
3
0
V
 
−1
0
x3
0
2
c
10
8P
11b
0.101.050.10
A
b P3 V −10x40
c
1 4P
 
 
Figura 17: Forma ao nível do piso de uma residência. 
B
A
1.350.10
3.85
0
.1
0
2
.9
5
P
0.10
a 4V
 −
10
x3
0
9
0
.1
0
2.85
4l
V −10x303
a
V
 −
10
x3
0
5
0.10
P
1.25
2
.9
5
P −0.20x0.205
6P
b 4V
P −0.20x0.201
0
.1
0
2
.9
5
V −10x30
a
2
h=12
1L
2 V −10x30
a
1
0
.1
0
2
.9
5
2.75
10P
0
.1
0
0.10
7V
 −
10
x3
0
l5
3V
b
11P
0.10
9a V
 −
10
x3
0
6l
DET. 2
0.10
0
.1
0
2
.9
5
2.05
V
 −
10
x3
0
6
P 7
0.10
V
 −
10
x3
0
2V
b
8
l2
DET. 1
.20
3P
bV1
0.10
9V
l3
P 8
1.05
b
.2
0
P 4
COTAS EM M
.10
.1
0
.1
0
.10
.20
 
(a) 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 19
2.05 1.05
2.85 1.35 2.75
2
.9
5
2
.9
5
2
.9
5
.1
0
.20
.10
.20
.2
0.1
0
.10
1.25
B
A
0.10
3.85
6
0
.1
0
2
.9
5
P
0.10
V
 −
10
x3
0
4a
0
.1
0
9
4l
V −10x303
a
V
 −
10
x3
0
5
0.10
P
2
.9
5
P −20x205
P
b
V 4
P −0.20x0.201
0
.1
0
V −10x30
a
2
h=8
L1
2 V −10x30
a
1
8
0
.1
0
6
0
.1
0
10P
0.10
V
 −
10
x3
0
5
7
l
b
V3
l
11P
0.10
V
 −
10
x3
0
9a
0.10
0
.1
0
V
 −
10
x3
0
6
P 7
0.10
V
 −
10
x3
0
V
b
2
8
2l
DET. 1
3P V
b
1
0.10
9b
P
V
l3
DET. 2 P4
COTAS EM M
 
(b) 
Figura 18: Forma ao nível do teto de uma residência.(a) opção com laje pré-moldada, (b) 
opção com laje maciça. 
 
0
.4
0
2
.8
0
1.
0
0
0
.3
0
0
.1
2
0
.4
0
0
.3
0
 
 
Figura 19: Corte transversal da estrutura de uma residência. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 20
 Nas figuras 20, 21, 22 e 23 são apresentadas as plantas de forma do projeto 
estrutural de concreto armado, correspondente à edificação destinada a uma unidade de 
creche de uma exploração de suinocultura, cujo projeto arquitetônico foi apresentado 
anteriormente. 
 
 
10
.2
0
3
.4
0
S9
P9
S7
P7
S11S10
P10 P11
S12
P12
3
.4
0
S8
P8
11.40
3.803.80
A P5
S5
S1−1.00x1.00
P1−.20x.20
3.80
P2
S2 S3
P3
3
.4
0
P6
S6
B
S4
P4
 
Figura 20: Locação das fundações de uma unidade de creche (suinocultura). 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 21
V2a−.10x.30 V2b V2c
V1a−.10x.30 V1b V1c
3.80
11.40
V
3
a
−.
10
x.
3
0
 
 
 
 
 
 
 
 
 V
3
b 
 
 
 
 
 
 
 
 
V
3
c
P9
P10
P
1−
.2
0
x.
2
0
P7
A
P5
3.80
P2
V
4
a
−.
10
x.
3
0
 
 
 
 
 
 
 
 
V
4
b 
 
 
 
 
 
 
 
 
 V
4
c
3
.4
0
10
.2
0
P11
P12
B
3
.4
0
3
.4
0
P8
P6
3.80
P3
P4
 
Figura 21: Forma à nível de piso de uma unidade de creche (suinocultura). 
3
.4
0
10
.2
0
V
3
a
−.
10
x.
2
0
 
 
 
 
 
 
 
 V
3
b 
 
 
 
 
 
 
 
 
V
3
c
V
4
a
−.
10
x.
2
0
 
 
 
 
 
 
 
 
V
4
b 
 
 
 
 
 
 
 
 
 V
4
c
P10
V2a−.10x.20 V2b V2cP9
P11
P12
11.40
3.80
V1a−.10x.20 V1b V1c
P
1−
.2
0
x.
2
0
P7
P5
3.80
P2
3
.4
0
3
.4
0
P8
P6
3.80
P3
P4
BA
 
Figura 22: Forma à nível de teto de uma unidade de creche (suinocultura). 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 22
0
.3
0
1.
2
0
0
.2
5
2
.8
00
.2
0
0.
5
0
CORTE A-B
 
 
Figura 23: Corte transversal da estrutura de uma unidade de creche (suinocultura). 
 
 As plantas de armação apresentam a armadura de aço, que permite ao concreto 
armado ser capaz de absorver os esforços de tração, que surgem nos elementos estruturais. 
 Plantas de todos os elementos estruturais (sapatas de fundações, pilares, vigas, lajes, 
etc.) devem conter todos os detalhes necessários à confecção da armadura, tais como: 
diâmetro, comprimento e dobradura dos ferros, espaçamento dos ferros (quando for o caso) 
e quadros com o cálculo do quantitativo de armação. 
 Nas figuras 24, 25, 26 e 27 é apresentado o projeto da armação, correspondente às 
plantas de forma da edificação residencial unifamiliar, mostrada anteriormente. 
N3
17
17
N −Ø3.4 C.15−954
5N −Ø3/8"C.15−1001
75
4
N
 −
Ø
3
/8
"−
V
A
R
.
3
30
5
N
 −
Ø
3
/8
"C
.1
5
−1
0
0
2
7
5
N 7
17
17
N −Ø3.4 C.15−98
7N −Ø3/8"c.15−1205
95
2
0
10
0
100
80
80
15
15 2
0
 
Figura 24: Planta de armação das sapatas, toco de pilar e pilares da edificação residencial. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 23
V = V − 10x306 11
V − 10x203 10
V =V =V =V =V − 10x305 7 8 9
VIGAS DE PISO
V − 10x404
V = V − 10x401 2
 
(a) 
 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 24
7 85V =V =V =V − 10x306
94V = V − 10x30
3V − 10x30
1 2V =V − 10x30
 
(b) 
Figura 25: Planta de armação das vigas em nível de piso (a) e de cobertura (b) da edificação 
residencial. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 25
V =V - 10x301 2
V - 10x303
V =V =V =V - 10x305 6 7 8
V = V - 10x304 9
2N35−Ø3/8"−750
730
3N36−Ø3/8"−270
11040 40
30 30
160 40
3030
40
2N37−Ø3/8"−320
12540 40
30 30
2N38−Ø3/8"−285
2N39−Ø3/8"−750
730
730
2N41−Ø3/8"−750
3N42−Ø3/8"−270
110
40
30
40
30
235 4040
30 30
3N43−Ø3/8"−395
110
3030
1N44−Ø3/8"−270
730
2N45−Ø3/8"−750
27
7
35N46−Ø3.4mmC.20−80
2N47−Ø1/4"−630
615
3N48−Ø3/8"−270
110 4040
30 30
30
40
30
40
30 30
40 40130 130
2N49−Ø3/8"−290 2N50−Ø3/8"−290
615
2N51−Ø1/4"−630
29N52−Ø3.4mmC.20−80
27
7
310
2N53−Ø1/4"−325
12540
30 30
40
2N54−Ø3/8"−245
27
7
14N56−Ø3.4mmC.20−80
27
7
35N40−Ø3.4mmC.20−80
 
Figura26: Planta de armação das vigas à nível de teto da edificação residencial. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 26
40N1−Ø3.4mm C.15−730
4
8
N
2
−Ø
3
.4
m
m
 C
.1
5
−6
15
10N3−Ø3/8" C.30−150 10N4−Ø3/8" C.30−150
2
4
N
7
−Ø
3
/8
"C
.3
0
−1
5
0
10N5−Ø3/8" C.30−150
10N6−Ø3/8" C.30−150
 
Figura 27: Planta de armação das lajes da edificação residencial. 
 
 Nas figuras 28, 29 e 30 é apresentado o projeto da armação, correspondente às 
plantas de forma da edificação destinada à creche de uma instalação de suinocultura, 
mostrada anteriormente. 
 
ARMAÇÃO DOS PILARES
14N4−Ø3,4mm c.15−80
7N1−Ø3/8" c.15−120
95
9
5
7
N
2
−Ø
3
/8
" 
c.
15
−1
20
4
N
3
−Ø
3
/8
"−
2
7
0
30
2
4
0
17
17
ARMAÇÃO TOCOS DE PILAR
ARMAÇÃO DAS SAPATAS
17
18N22−Ø3,4mm c.15−80
27
7
4
N
2
1−
Ø
3
/8
"−
27
7
17
 
 
 
 
Figura 28: Planta de armação das sapatas, toco de pilar e pilares da creche (suinocultura). 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 27
10
10
272727 2727
3838 171 38
1155
117 38 38
2727
38 101 38
27 27
38
1155
38101
V1=V2-10x30
27
10
171 38
7
27
10
13138
27 27
38 3838
27
38
27 27
131
27
38
27 27
38 101 38
V3=V4-10x30
2N5−Ø3/8"−1175
2N6−Ø3/8"−255 2N7−Ø3/8"−255
75N12−Ø3,4mm c.15−80
2N8−Ø3/8"−325 2N9−Ø3/8"−270 2N10−Ø3/8"−325
2N11−Ø3/8"−1175
2N15−Ø3/8"−255
2N16−Ø3/8"−285 1N17−Ø3/8"−260 2N18−Ø3/8"−285
 
Figura 29: Planta de armação das vigas à nível de piso da creche (suinocultura). 
 
 
1035
1035
1155
1155
7
17
7
17
V1=V2-10x20
V3=V4-10x20
3N23−Ø3/8"−1180
3N24−Ø3/8"−1180
75N25−Ø3,4mm c.15−60
3N26−Ø3/8"−1060
3N27−Ø3/8"−1060
75N28−Ø3,4mm c.15−60
 
Figura 30: Planta de armação das vigas à nível de cobertura da creche (suinocultura). 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 28
2.4.3. Projeto de instalação elétrica 
 
O projeto de instalação elétrica apresenta a alimentação de energia elétrica (mono, 
bi ou trifásico), sistema de medição (quadro padrão, medidor), proteção (chave, fusível ou 
disjuntor) e distribuição para os diversos pontos de consumo (tomadas, ponto de luz), bem 
como mecanismos de acionamento (interruptores). Constam também do projeto os 
percursos dos condutores e dos fios com suas respectivas bitolas ou dimensões. 
Na figura 31 é apresentado um projeto de instalação elétrica de uma unidade 
residencial. 
 
ELETRODUTOS SEM INDICAÇÃO SÃO: Ø19mm
CONDUTORES SEM INDICAÇÃO SÃO: #2,5mm2
100
S
80
S
S
100
VAI PARA
MEDIDOR
S
PONTO DE LUZ NO TETO
TOMADA BAIXA−110V
INTERRUPTOR SIMPLES
INTERRUPTOR 2 SIMPLES
TOMADA MÉDIA−110V
TOMADA ALTA−110V
SS
S
LEGENDA:
ARANDELA
10
0
100
SS
S
100
100
100
S
S
100
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 31: Projeto de instalação elétrica de uma unidade residencial. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 29
2.4.4. Projeto de instalação hidráulica 
 
Do projeto de instalação hidráulica consta a alimentação de água potável, 
reservatório inferior e ou superior, rede de alimentação, barrilete da caixa d’ água, colunas 
e rede de distribuição. Constam também do projeto os pontos de consumo de água potável e 
os percursos dos condutores (tubos) com seus respectivos diâmetros. 
Na figura 32 é apresentada a planta baixa de um projeto de instalação hidráulica de 
uma unidade residencial. 
 
 
 
 
 
 
 
VAI AO HIDRÔMETRO
QUARTO
VARANDA SALA
TORNEIRA
Ø13mm
AF
1
19
mm
DUCHA 
Ø13mm
RGAV
CHUV.
Ø13mm
VS
Ø13mm
Ø
19
m
m
LAV.
Ø13mm
CX. D’ÁGUA
1000 l
PROJEÇÃO
QUARTO
ÁREA DE
19
mm
TANQUE
M. LAVAR
RGAV Ø13mm
FILTRO
Ø13mm
Ø13mm
COZINHA
SERVIÇO
PIA
19
 m
m
Ø13mm
CX. D’ÁGUA
SOBE A
AL
13
mm
TORNEIRA
Ø13mm
AF
2
 
 
 
Figura 32: Projeto de instalação hidráulica de uma unidade residencial. 
 
Técnica das Construções – Edmundo Rodrigues 30
2.4.5. Projeto de instalação sanitária 
 
O projeto de instalação sanitária apresenta a rede condutora de águas servidas, desde 
os pontos de consumo (aparelhos sanitários) até a rede pública coletora de esgotos. 
Constam do projeto os percursos dos tubos e seus respectivos diâmetros, bem como as 
diversas caixas de passagem ou de inspeção. Deve também ser dimensionado, caso haja 
necessidade, o sistema de tratamento primário das águas servidas, formado por caixas de 
areia, gordura e fossa séptica. Caso o logradouro público não disponha de rede coletora de 
esgotos deve ser dimensionado um sumidouro ou rede de infiltração das águas servidas. 
Na figura 33 é apresentada a planta baixa de um projeto de instalação sanitária de 
uma unidade residencial. 
PVC 100
SUMIDOURO
FOSSA SÉPTICA
7 CONTRIBUINTES
PVC
40
PVC 75
P
V
C
 5
0
P
V
C
 5
0
R
P
V
C
 5
0
P
V
C
 4
0
C.G.S.
C.S. C.I.1
C.V.
PVC100
C.I.3
P
V
C
 10
0
2
%
PVC 100
RSR
PVC
75
PVC 100
2%
2
%
P
V
C
 10
0
C.I.2
CAIXA DE GORDURA SIMPLES
TUBULAÇÃO DE ESGOTO PRIMÁRIO
CAIXA SIFONADA
RALO SIMPLES
RALO SIFONADO
CAIXA DE INSPEÇÃO
TUBULUÇÃO DE VENTILAÇÃO
TUBULAÇÃO DE ESGOTO SECUNDÁRIO
 
Figura 33: Projeto de instalação sanitária de uma unidade residencial.

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