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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA GRADUAÇÃO 
UNEC / EAD DISCIPLINA: DIDÁTICA 
 
NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 50 
Professor: Aline Elias de Oliveira Santos – alineelias.unec@gmail.com 
CAPÍTULO V - AVALIAÇÃO 
5.1 AVALIAÇÃO 
 
Philippe Perrenoud em sua Avaliação: da excelência à regulação das 
aprendizagens, entre duas lógicas (1999) afirma que na prática da avaliação da 
aprendizagem não só se classificam os alunos na sala de aula, também, estas 
práticas possuem um efeito social muito mais definido: a avaliação cria as 
hierarquias sociais que consolidam a sociedade atual. O autor afirma que a 
avaliação não é uma tortura medieval, nem antiga. Ele assinala que a avaliação é 
uma invenção nascida na modernidade, com os colégios no século XVII. A 
avaliação é “indissociável do ensino de massa (séc. XVIII), com a escolaridade 
obrigatória”.Segundo Perrenoud, vivemos numa época de crise de valores, da 
cultura, do sentido da escola. Através da prática da avaliação da aprendizagem se 
fortalece a hierarquia da organização social. Esta se apresenta com relações de 
subordinação, em graus sucessivos, entre os estamentos ou classes sociais. Assim, 
para o pensador francês, através da prática da avaliação se classificam e 
distribuem as classes ou grupos sociais. A classificação dos alunos na sala de aula 
determina a hierarquia social. Para o professor francês “a avaliação inflama 
necessariamente as paixões, já que estigmatiza a ignorância de alguns para melhor 
celebrar a excelência de outros” (PERRENOUD, 1999, p. 09). Perrenoud em sua 
Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens, entre duas lógicas (1999) 
afirma que na prática da avaliação da aprendizagem não só se classificam os 
alunos na sala de aula, também, estas práticas possuem um efeito social muito 
mais definido: a avaliação cria as hierarquias sociais que consolidam a sociedade 
atual. O autor afirma que a avaliação não é uma tortura medieval, nem antiga. Ele 
assinala que a avaliação é uma invenção nascida na modernidade, com os colégios 
no século XVII. A avaliação é “indissociável do ensino de massa (séc. XVIII), com 
a escolaridade obrigatória”. 
A avaliação não acontece num vazio conceitual, mas dimensionada por um 
moelo de mundo e de educação que visa a obtenção de resultados cada vez mais 
satisfatórios. O verdadeiro papel da avaliação é o de auxiliar na construção da 
aprendizagem pela superação do autoritarismo e o estabelecimento da autonomia 
do educando. 
AULA 10 
 
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Atualmente, a prática avaliativa, deverá estar atenta aos modos de superação 
do autoritarismo e a serviço de uma pedagogia que se preocupe com a 
transformação da sociedade a favor do ser humano. Somente assumindo o papel 
de diagnóstica a avalição se constituirá num momento dialético no processo de 
aprendizagem do aluno. 
Para que isso realmente ocorra, é necessário que o educador planeje sua 
prática pedagógica compreendendo o estágio em que cada um dos seus alunos se 
encontra, para que possa trabalhar com eles, fazendo-os avançar no que se refere 
aos conhecimentos necessários. 
 
5.2 FUNÇOES DA AVALIAÇÃO 
Integrativa: busca tomar as pessoas semelhantes em ideias, valores, linguagem, 
ajusta mento intelectual e social - unifica e da coesão ao grupo. Corresponde às 
funções gerais: Fornecer bases para o planejamento; Possibilitar a solução e 
a classificação pessoal; Ajustar políticase e práticas curriculares. 
 
Diferenciada: visa a salientar as diferenças individuais, preparar as pessoas 
segundo suas competências particulares, formando-as para atividades específicas. 
Corresponde às funções especificas: 
 Facilitar o diagnóstico. 
 Melhorar a aprendizagem e o ensino (controle) dos processos de produção do 
conhecimento. 
 Estabelecer situações individuais de aprendizagem para concretização do 
projeto proposto. 
 Promover, agrupar alunos (classificação) para a organização e replanejamento 
das ações. 
 
A AVALIAÇÃO30 TEM AS FUNÇÕES DE: 
 Diagnóstico: determinar a presença ou ausência de habilidade e/ou pré-
 
30 Segundo Bloon, B. et. al. (Handoboock on Forrnative and Summative of Student Leaming). 
 
 
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requisitos, e/ou identificar as causas de repetidas dificuldades na aprendizagem. 
 Controle: informa opressor e o aluno sobre o rendimento da aprendizagem 
durante o desenvolvimento das atividades escolares e/ou localizar 
deficiência na organização do ensino de modo a possibilitar reformulações 
no mesmo e aplicação de técnicas de recuperação ao aluno. 
 Classificação: classificar os alunos ao fim de um semestre, ano ou curso, 
segundo níveis de aproveitamento. 
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE AVALIAÇÃO 
 Determinar e classificar o que vai ser avaliado 
 As técnicas de avaliação devem ser selecionadas em termos dos propósitos a 
que servem. 
 A avaliação compreensiva requer uma variedade de técnicas. 
 O uso apropriado das técnicas de avaliação requer consciência de suas 
limitações e possibilidades. 
 A avaliação é um meio para alcançar um fim em si mesmo. 
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MEDIDA EDUCACIONAL 
 A medida do desempenho escolar é fundamental para uma educação efici- 
ente; 
 Os instrumentos de medida facilitam as observações que o professor realiza 
do desempenho do estudante ou de qualquer outra forma de verificação do 
aprendido; 
 Todos os objetivos importantes podem ser mensurados. 
 
 
ETAPAS DA AVALIAÇÃO 
1) Formulação de objetivos e definição de atributos (ex- pressá-los em termos 
de comportamento observável e conceituar com precisão o que vai ser avaliado); 
2) Determinação de critérios e condições (estabelecer indi- cadores de caráter 
quantitativo e prever condições); 
3) Seleção de procedimentos instrumentação (considerar a natureza do atributo 
e dos objetivos, decidindo sobre os meios; 
4) Quantificação do atributo em unidades de grau (selecionar símbolos). 
 
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TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO31
 
 
IMPORTANTE!!!! 
 
Objetivos 
(domínio) 
Modalidade 
de avaliação 
Técnica 
aconselhada 
Instrumentos e recursos 
 
 
 
 
 
Cognitivo 
 
Diagnóstica 
 
 
 
formativa 
 
 
 
Somativa 
Observação 
Escalas, sistema de categorias, anedotários, 
fichas, etc. 
Testagem Entrevista 
Testagem 
Teste objetivo e de ensino (diagnóstico) 
Fichas 
Testes com referência a critérios 
Observação 
 
Testagem 
Sistema de categorias, escalas, fichas etc. 
 
Testes objetivos e de ensaio 
Observação e en- 
trevista de sonda- 
gem 
 
Escalas, fichas, etc. 
 
 
 
 
 
 
Afetivo 
 
 
 
Diagnóstica 
 
 
 
Formativa 
 
 
Somativa 
Testagem Testes psicológicos 
Sociometria Sociograma 
Observação Sistema, categorias, escalas anedotários, etc. 
Questionário 
Observação Testagem 
 
Observação 
Questionário 
Sistemade categorias, escalas, etc. 
Testes de atitudes etc. 
Fichas de acompanhamento, inventários(inte- 
resses), escalas de atitudes. 
Testagem Testes objetivos, de atitude, atenção, etc. 
 
 
 
 
 
Psicomotor 
 
 
Diagnóstica 
 
 
 
 
Formativa 
 
 
Somativa 
Observação Escalas, sistemas de categorias, anedotários, 
Testagem Testes objetivos e de ensaio (diagnósticos) 
Entrevista 
Testagem 
Fichas 
Testes com referencia a critério 
Observação sis- 
tema de categorias, 
escalas, etc 
Testagem 
Sistema de categorias, escalas, etc. 
Testes objetivos e de ensaio 
Observação Escalas, fichas, etc. 
 
 
 
 
 
 
31 TURRA, Claudia Maria Godoy - Planejamento do Ensino e avaliação. 
 
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OBSERVAÇÃO 
 
 Proporciona dados para a avaliação diagnóstico formativa e somativa. 
 Como processo mental: observar é o ato de aprender coisas e acontecimentos, 
comportamentos e tributos pessoais, concretas inter-relações: é seguir atenta-
mente o curso dos fenômenos, selecionando o que se torna importante e signifi-
cativo, a partir de intenções específicas. 
 Como técnica organizada: é um meio de medir por descrição, classificação e 
coordenação, ultrapassa a mera constatação dos dados e envolve complemen-
tação dos sentidos por meios técnicos requerendo: 
• Especificação: O que vamos observar deve ser definido anteriormente; 
• Quantificação: Os fenômenos selecionados devem ser passíveis de mensura-
ção, no caso de classificação e ordenação; 
• Objetividade: Os fenômenos devem ser descritos tal como ocorrem; 
• Sistematização: A situação e os fatores especiais devem ser controlados atra-
vés de um planejamento cuidadoso, prevendo processos para obter, selecionar 
e analisar os dados; 
• Validade: Os resultados alcançados devem estar proporcionalmente adequa-
dos aos propósitos; 
• Treinamento: Preparo do observador para a tarefa. 
 
TIPOS DE OBSERVAÇÃO 
 
Do ponto de vista do interesse científico: 
Ocasional (simples, casual, não estruturada). 
Sistemática (propósitos definidos e em condições 
controladas). 
Do ponto de vista da situação da observação: 
Observação participada — o observador participa da 
própria situação; 
Observação não participada — observador não interfere e não toma parte da situa-
ção. 
 
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VANTAGENS DA OBSERVAÇÃO 
 
 É um meio direto de estudar os fenômenos em sua 
variedade; 
 Permite o registro dos dados quando eles ocorrem; 
 Não requer cooperação por parte de quem é 
observado. 
 
 
LIMITAÇÃO DA OBSERVAÇÃO 
 
 Possibilidade de alterações no comportamento de quem se sabe observado; 
 Não aparecem, no momento da observação, as ocorrências previstas; 
 Ocorrências que ultrapassam o período da observação. 
 
CAPACIDADE NECESSÁRIA AO OBSERVADOR 
 
 De percepção  aprender os fenômenos 
 De atenção  para assegurar a manter a percepção; 
 De memorização  fixação, reprodução, reconhecimento e evocação de algo 
conhecido; 
 De análise  desdobramento do todo o observado em partes significativas; 
 De generalização  chegar a afirmações categóricas inferidas a partir da aná- 
lise e interpretação dos dados; 
 De comunicação  organizar o relato de forma a ser compreendido e utilizado 
por outras pessoas. 
 
ATITUDES A SEREM DESENVOLVIDAS PELO OBSERVADOR 
 Honestidade intelectual  aceitação básica da verdade, mesmo que venha 
contrariar ideias, preconceitos e crenças pessoais; 
 Discrição  evitar a divulgação de dados coletivos, que só deverão ser usa- 
dos em função dos objetivos propostos; 
 
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• O de avaliação; 
• De interpretação; 
• De descrição es-
pecífica. 
 Imparcialidade - controlar a tendência de emitir julgamentos pessoais; 
 Prudência evitar generalizações e interpretações apresadas. 
 
PROJETO DE OBSERVAÇÃO 
Este momento é muito importante para a melhoria do 
processo. 
 Definição clara dos objetivos: identificar e selecio-
nar o que é mais importante em cada objeto de ob-
servação; 
 Determinação do foco de observação: estabelecer o que vai ser observado; 
 Determinação de campo: onde efetuar a observação e a quem observar; 
 Tempo de duração: frequência e regularidade da distribuição das observa-
ções; 
Técnicas de documentação: Tipo de relatórios: 
 
 
 
 
 
 Técnicas de coleta de dados: modos como os instrumentos podem ser organiza-
dos tanto para serem utilizados no momento da observação como posterior-
mente para mensuração e interpretação dos dados. 
➢ Registro: anotação dos fatos observados, sem interpretações pessoais. 
 
a) Instrumentos e recursos: 
➢ Fichas de observação: instrumentos organizados prevendo aprender de- termi-
nados comportamentos ou, características; 
➢ Fichas de registro de ocorrências: são como as fichas de observações, mas 
contêm espaços para grande número de observações; destinam-se a ser cumu-
lativas e têm a função de obter uma descrição operacional de comportamento; 
➢ Anedotário: descrição feita pelo professor, de ocorrências ou incidências signi-
ficativas, na qual o aluno tem parte, ou que revelam um aspecto significativo de 
 
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eu comportamento; 
➢ Sistema de categoria: é um conjunto de formulações explícitas (no mínimo 
duas), que permite a codificação do comportamento; 
➢ Escalas: baseiam-se no reconhecimento de atributos e na ordenação de suas 
dimensões (nominais, ordinais, intervalares ou proporcionais); permitem re-
presentar dados qualitativos numa série quantitativa. 
 
SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DAS TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE AVALIA-
ÇÃO 
Na busca por uma avaliação contínua, coerente, contextualizada e formativa, o 
professor deverá selecionar e organizar diversas técnicas e diferentes instrumentos 
de avaliação. Técnica de avaliação da aprendizagem é o meio, o procedimento, o 
modo por meio do qual obtemos informações que desejamos. A técnica diz respeito 
ao como se procede. Instrumento de Avaliação da aprendizagem é o recurso que será 
usado na avaliação – a materialização da técnica – a fim de viabilizar a condução do 
processo avaliativo a partir de uma lógica. 
A avaliação é um processo de coleta, análise e tomada de decisão sobre os 
dados relativos à aprendizagem dos alunos. Os recursos que são usados para isso 
chamam-se instrumentos de avaliação. 
Em primeiro lugar, é preciso considerar que para a aplicação de um instrumento 
de avaliação tecnicamente bem elaborado, sistemático e integrador dos diferentes 
momentos avaliativos, é necessário um planejamento. 
Em segundo lugar, para realizar uma avaliação que seja formativa (ao longo do 
processo), o professor deve considerar todas as oportunidadespara observar, 
registrar e aplicar instrumentos que dimensionem as condições de aprendizagem dos 
 
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alunos, de modo a subsidiar o planejamento da etapa seguinte. 
Em terceiro lugar, para realizar uma avaliação, objetivando um melhor resultado, 
o professor precisa usar instrumentos que estão a serviço da aprendizagem dos 
alunos. Utilizando instrumentos adequados aos objetivos que estão sendo avaliados, 
elaborados coerentemente, o professor tem condições de identificar as dificuldades 
do aluno. 
Em quarto lugar, o professor precisa elaborar um plano B, para o caso de haver 
dificuldades na aprendizagem de alguns conteúdos, ou até mesmo se o aluno não 
evidenciou as capacidades que dele foram requeridas. 
De posse das informações, ele pode pensar sobre o que fazer para a retomada, 
ou na recuperação paralela, em um trabalho com grupos diversificados, com 
exercícios específicos para cada dificuldade. 
Pode parecer que esta postura seja mais indicada a turmas da educação básica, 
entretanto, a massificação do ensino superior, a precocidade do ingressante e a 
precariedade do ensino público, atestam que há déficits cognitivos e afetivos de 
grande monta nas classes do ensino superior. Razão pela qual o professor é desafiado 
a estabelecer um plano de trabalho coerente com as necessidades dos alunos. 
Ao selecionar as técnicas e os instrumentos de avaliação da aprendizagem, o 
professor precisa considerar os seguintes aspectos: 
➢ Os objetivos pretendidos para o ensino-aprendizagem (aplicação de conheci-
mentos, habilidades e atitudes); 
➢ A natureza do componente curricular ou área de estudo; 
➢ Os métodos e procedimentos usados no ensino e as situações de aprendiza-
gem; 
➢ As condições de tempo do professor; 
➢ O número de alunos da turma; 
➢ O planejamento para adequar os recursos de avaliação aos objetivos, aos con-
teúdos estabelecidos e às atividades propostas para o ensino-aprendizagem; 
➢ A utilização combinada de técnicas variadas e instrumentos diversos de avali-
ação proporcionarão mais informações a seu dispor para replanejar o seu trabalho e 
orientar a aprendizagem dos alunos. 
 
 
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RESUMINDO... 
 
SELEÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 
 Critérios/Adequação 
I. Ao sistema de Avaliação da Escola 
II. Aos Objetivos 
III. Aos Conteúdos e Procedimentos de Ensino 
a) Área Cognitiva 
b) Área Afetiva 
c) Área Psicomotora 
 
IV. Às Modalidades de Avaliação 
a) Diagnóstica 
b) Formativa 
c) Somativa 
 
Observações 
 Fichas ou listas de Controle 
 Escalas 
 Sistemas de Categorias 
 
 Tipos de Técnicas e Instrumentos 
I. Entrevistas e Questionários 
II. Sociometria 
a) Sociograma 
III. Testagem 
a) Provas de discussão 
b) Testes objetivos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFLEXÕES FINAIS... 
 
Foi muito bom compartilhar esse tempo no ciberespaço com vocês! Aprendi 
muito, e continuo aprendendo. Espero ter contribuído com o caminhar de vocês. Lem-
brem-se que esta vereda é longa, um passo de cada vez. Então, comece a agir agora 
mesmo! Nunca perca a chance de fazer um depósito na sua conta de experiências. 
 “Um grande abraço!! Sucesso!!” 
Lembrem-se sempre que o sucesso profissional é construído na busca cons-
tante de novos saberes. Mergulhe nesta empreitada. 
 
Um forte abraço! 
Profª Aline Elias de Oliveira Santos

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