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I- Definição teórica sobre a Publicidade
Publicidade é, basicamente, a difusão de uma ideia que, através de algum meio de comunicação, busca influenciar alguém a comprar algum produto ou serviço, criando nesse alguém o sentimento de desejo pelo que é anunciado. Ela pode ser definida como a promoção de ideias, produtos e/ou serviços, anunciada por um ser identificado, com um público-alvo definido, e visando o lucro. Ainda, através dela, é possível construir o valor de uma marca ou empresa.			Recentemente, com o advento da era industrial, a concentração econômica e a produção em massa trouxeram como consequência a necessidade de aumentar o consumo dos bens produzidos. Para atender a esta necessidade, as técnicas publicitárias foram se aperfeiçoando. A publicidade tornou-se mais persuasiva, perdendo o sentido inicial, de caráter exclusivamente informativo.											“A publicidade é um grande meio de comunicação com a massa, pois não é possível fazer um anúncio adaptado a cada indivíduo da multidão consumidora. Logo, este anúncio tem de ser ajustado ao tipo médio que constitui o grupo consumidor visado pelo anunciante. Como tal, a publicidade é um poderoso fator de promoção de vendas e relações públicas, sendo possível ao anunciante e ao industrial estabelecer rápido contato com os consumidores, tornando seus produtos e ofertas conhecidos, assim como adquirir prestígio para sua firma. Graças a publicidade, é possível alcançar mercados distantes ou atuar simultaneamente em diversas classes socioeconômicas, em diferentes lugares, atingindo centenas de milhares de consumidores espalhados em vastas áreas geográficas (ruas, veículos, coletivos, escritórios, dentro do lar, etc.), condicionando este público para a compra de um produto” (SILVA, 1976).	De qualquer forma, SILVA (1976) também afirma que não é fácil achar um conceito claro e de aceitação geral para o termo publicidade, tantos são os seus aspectos. Para uma senhora, publicidade pode ser o anúncio de uma loja de modas. Para um homem, a notícia sobre um modelo de automóvel e para a criança, a novela que ela está acompanhando, patrocinada por um fabricante de brinquedos. Para um médico, publicidade pode ser cada amostra de medicamentos que os laboratórios lhe enviam, para o fazendeiro, um folheto sobre um trator e para a sua esposa, o catálogo de produtos femininos vendidos pelo reembolso postal. Mas independente da maneira como cada pessoa a enxerga, a publicidade tende a tornar o consumidor satisfeito com o produto, através da popularização e prestígio deste produto. A partir do momento que o consumidor atinge certo grau de satisfação, passa a recomendar tal produto para seus amigos.
http://portalintercom.org.br/anais/nacional2017/resumos/R12-1973-1.pdf
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/9116/9116_4.PDF
https://www.eloamuniz.com.br/arquivos/1188171156.pdf
II- O Mercado Publicitário / Instituições que Regulamentam o Mercado
O mercado publicitário, especialmente nas últimas duas décadas, passou por alterações qualitativas substanciais e encontra-se em franca expansão (PESAVENTO; MARQUES, 2016). Em particular, a televisão por assinatura e a internet ganharam crescente espaço como meios de comunicação e formação das preferências dos consumidores. As empresas, visando manter ou aumentar sua participação no mercado, fizeram grandes investimentos em propaganda. No Brasil, em um contexto de estabilidade de preços e abertura econômica, o mercado publicitário apresentou forte expansão, e diversos fatores podem ter contribuído (positiva ou negativamente) para esse resultado. Em particular, fatores de ordem macroeconômica, como a expansão da produção e do emprego (mercado interno), trajetória de redução da taxa básica de juros da economia, baixa volatilidade do mercado financeiro e o desempenho favorável do setor externo (principalmente até 2008). 						Fundada em 1° de agosto de 1949, a Abap defende e divulga os interesses de agências brasileiras associadas à indústria de comunicação. Dentre as realizações da Abap estão a co-fundação do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), do Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), do Instituto Verificador de Comunicação (IVC), do Instituto Palavra Aberta de Liberdade de Expressão, do Fórum de Produção Publicitária e do Fórum do Audiovisual e do Cinema (FAC). Além disso, a Abap inspirou a lei 4680/65, conhecida como a Lei da Propaganda, e foi responsável pela realização de quatro Congressos Brasileiros de Publicidade e do 5º Congresso da Indústria da Comunicação. A entidade também contribuiu de forma decisiva para a aprovação da Lei 12.232, que regulamenta os critérios para licitações públicas.		Para que tudo funcione de forma saudável, algumas regulamentações são necessárias diante de tantos profissionais, agências e anunciantes existentes por aí. O Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP) tem esse papel aqui no Brasil. Criado em 1998, o CENP surgiu a partir da desregulamentação da atividade publicitária em 1997. Com isso, os profissionais tentaram encontrar uma maneira de regulamentar as atividades comerciais entre as principais partes envolvidas na execução das atividades na área. Anunciantes, veículos de comunicação e agências de propaganda, desde então, contam com um conjunto de normas que regulamentam a transparência e ética nos procedimentos e transações financeiras envolvendo esses três agentes. A partir do respeito a essas orientações, o CENP certifica que uma agência, veículo ou anunciante apresenta os requisitos fundamentais para um mercado mais justo e otimizado.
http://www.abap.com.br/institucional-entidade.cfm
https://seer.ufrgs.br/AnaliseEconomica/article/view/46759/38616
https://www.negociosrpc.com.br/deolhonomercado/marketing/entenda-como-funciona-a-regulamentacao-na-publicidade/

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