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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................ 4
2 INTRODUÇÃO À INTERNET ...................................................................... 5
3 A ORIGEM DA INTERNET ......................................................................... 5
3.1 História da Internet no Brasil ................................................................ 6
4 TIPOS DE CONEXÕES .............................................................................. 8
4.1 Conexão Dial-Up .................................................................................. 8
4.2 Conexão ADSL ..................................................................................... 8
4.3 Conexão via Rádio ............................................................................... 9
4.4 Conexão via Satélite........................................................................... 10
4.5 Conexão 3G ....................................................................................... 10
4.6 Conexão Wi-Fi Wi-Fi .......................................................................... 11
4.7 Conexão Fibra óptica ......................................................................... 12
4.8 Conexão a cabo ................................................................................. 13
5 NAVEGADORES DE INTERNET: CONCEITOS BÁSICOS ..................... 14
6 O GOOGLE ............................................................................................... 18
10 HARDWARE. OS COMPONENTES ESSENCIAIS DE UM COMPUTADOR
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10.1 Placa mãe .......................................................................................... 25
10.2 Memória principal (RAM) .................................................................... 26
10.3 Dispositivos de Entrada ...................................................................... 27
10.4 Dispositivos de saída.......................................................................... 28
10.5 Unidades de Armazenamento ............................................................ 29
11 SOFTWARE .............................................................................................. 30
12 TECNOLOGIA MÓVEL (IPHONE / IPED / IPOD / SMARTPHONE / PALM /
NETBOOK) ................................................................................................................ 31
13 NOTEBOOK E NETBOOK ........................................................................ 32
3
13.1 SmartPhone ....................................................................................... 33
13.2 Computadores de mão ....................................................................... 33
13.3 Tablet ................................................................................................. 33
13.4 Unidades de medidas ......................................................................... 34
14 SISTEMA OPERACIONAL ....................................................................... 35
14.1 Tipos de sistemas operacionais ......................................................... 35
14.2 Sistemas monoprogramáveis/monotarefa .......................................... 36
14.3 Sistemas multiprogramáveis/multitarefa ............................................. 36
14.4 Sistemas batch ................................................................................... 37
14.5 Sistemas de tempo compartilhado ..................................................... 37
14.6 Sistemas de tempo real ...................................................................... 37
14.7 Sistemas com múltiplos processadores ............................................. 38
14.8 Sistemas operacionais usuais ............................................................ 39
14.9 Sistemas operacionais de computadores pessoais ............................ 39
14.10 Sistemas operacionais de servidores ................................................. 39
14.11 Sistemas operacionais embarcados ................................................... 40
15 VÍRUS ELETRÔNICO DE COMPUTADOR .............................................. 41
16 A EVOLUÇÃO DO WINDOWS ................................................................. 42
17 MICROSOFT WINDOWS 7 ......................... Erro! Indicador não definido.
18 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................... 48
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1 INTRODUÇÃO
Prezado aluno!
O Grupo Educacional FAVENI, esclarece que o material virtual é semelhante
ao da sala de aula presencial. Em uma sala de aula, é raro – quase improvável -
um aluno se levantar, interromper a exposição, dirigir-se ao professor e fazer uma
pergunta , para que seja esclarecida uma dúvida sobre o tema tratado. O comum
é que esse aluno faça a pergunta em voz alta para todos ouvirem e todos ouvirão a
resposta. No espaço virtual, é a mesma coisa. Não hesite em perguntar, as perguntas
poderão ser direcionadas ao protocolo de atendimento que serão respondidas em
tempo hábil.
Os cursos à distância exigem do aluno tempo e organização. No caso da nossa
disciplina é preciso ter um horário destinado à leitura do texto base e à execução das
avaliações propostas. A vantagem é que poderá reservar o dia da semana e a hora que
lhe convier para isso.
A organização é o quesito indispensável, porque há uma sequência a ser
seguida e prazos definidos para as atividades.
Bons estudos!
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2 INTRODUÇÃO À INTERNET
De acordo com MANCILLA (2014), a Internet é o maior conglomerado de redes
de comunicações em escala mundial, onde vários computadores, dispositivos como
celulares, carros, televisões, etc. estão conectados em uma rede mundial. Assim
como os seres humanos precisam de uma mesma linguagem para poder se
comunicar, os computadores também usam um protocolo de comunicação chamado
TCP/IP, este protocolo permite o acesso às informações e todo tipo de transferência
de dados. De acordo com a Internet World Stats, 1,96 bilhão de pessoas tinham
acesso à Internet em junho de 2010, o que representa 28,7% da população mundial.
3 A ORIGEM DA INTERNET
Fonte: webinsider.com.br
A origem da rede mundial de comunicação, ocorreu na área militar. A primeira
rede de grande extensão baseada em TCP/IP entrou em operação em 1 de janeiro de
1983, porém ainda não tinha um uso comercial. Foi só no ano de 1988 quando iniciou
a abertura da rede para interesses comerciais.
O Conselho Federal de Redes dos Estados Unidos aprovou a interconexão,
outros serviços comerciais de correio eletrônico foram logo conectados,
incluindo a OnTyme, a Telemail e a Compuserve. Naquele mesmo ano, três
provedores comerciais de serviços de Internet (ISP) foram criados: a Uunet,
a PSINet e a Cerfnet. (MANCILLA, 2014, p.13).
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Várias outras redes comerciais e educacionais foram interconectadas, tais
como a Telenet, a Tymnet e a JANET, contribuindo para o crescimento da Internet. A
Telenet (renomeada mais tarde para Sprintnet) foi uma grande rede privada de
computadores com livre acesso dial-up de cidades dos Estados Unidos que estava
em operação desde a década de 1970. Esta rede se tornou cada vez mais popular. A
habilidade dos protocolos TCP/IP de trabalhar em redes de comunicação que já
existiam permitiu a grande facilidade do seu crescimento, embora o rápido
crescimento da Internet se deva primariamente à disponibilidade de rotas comerciais
de empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e a Juniper, e à disponibilidade
de equipamentos comerciais Ethernet para redes de áreas local, além da grande
implementação dos protocolos TCP/IP no sistema operacional UNIX.
Depois, as universidades, colégios e empresas foram utilizando a Internet,
ampliando os horizontes e acabando a Internet por converter-se no fenômeno
que é hoje. A popularizaçãoda rede veio somente no início dos anos 90, isso
nos Estados Unidos. No Brasil tornou-se mais popular com o barateamento
dos “modems” por volta de 1995. Durante todo esse tempo. (MANCILLA,
2014, p.13).
A rede tem experimentado um crescimento exponencial e espetacular, e hoje
em dia, é acessível em muitos lugares do planeta, inclusive há muitos lugares onde é
de graça, como por exemplo, restaurantes, cafés, aeroportos e como exemplo destas
iniciativas existe um projeto na cidade de Jales, município na região de Rio Preto,
contemplado para oferecer internet gratuita para a população.
O que em um começo só permitia aos cientistas trocar dados, acabou por se
tornar uma complexa Web (World Wide Web) como hoje a conhecemos. O
responsável pela invenção chama-se Tim Berners-Lee, que construiu o seu primeiro
computador na Universidade de Oxford, onde se formou em 1976. Quatro anos
depois, tornava-se consultor de engenharia de software no CERN e escrevia o seu
primeiro programa para armazenamento de informação – chamava-se Enquire e,
embora nunca tenha sido publicada, foi a base para o desenvolvimento da Web.
3.1 História da Internet no Brasil
A internet no Brasil se desenvolveu junto ao meio acadêmico e científico, e no
seu início, o acesso era restrito a professores e funcionários de universidades e
instituições de pesquisa. Somente no ano de 1995 a internet deixou de ser um
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privilégio das universidades para se tornar de acesso público. Desde então o número
de provedores que oferecem o serviço e número de usuários que usam a internet
aumentam a cada ano.
No ano de 1987, foi realizada uma reunião na Universidade de São Paulo, na
qual estavam presentes representantes do governo e da Embratel, com o
objetivo de criar uma rede que pudesse intercomunicar a comunidade
acadêmica e científica no Brasil com a dos outros países com a finalidade de
trocar informações. (MANCILLA, 2014, p.14).
Em 1989, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) se conectou à
Bitnet através de uma universidade americana, tornando-se a terceira instituição a ter
acesso a essa tecnologia. Nesse ano, foi criada, com o apoio do Conselho Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) a Rede Nacional de Pesquisa
(RNP), que durante a década de 1990 foi a responsável por fornecer acesso à internet
a aproximadamente 600 instituições, ou seja, por volta de 65 mil usuários.
No ano de 1991, o acesso à rede de informações, já denominada internet, já
era usada também por órgãos do governo e instituições educacionais de pesquisa.
Nessa época a internet era usada para fazer transferência de arquivos, debates e
acesso a bases de dados nacionais e internacionais. Em 1992, ocorreu a implantação
de uma rede que cobria grande parte do país. Inicialmente interligava onze estados,
uma rede de equipamentos e linhas de comunicação que compunham o que se pode
chamar de central da RNP. Nos anos seguintes seguiu o processo de divulgação dos
benefícios da internet entre os estudantes e empresas privadas. Em 1994, alunos da
USP criaram inúmeras páginas na Web, e estima-se que mais da metade existentes
no país haviam sido elaborados pelos mesmos.
Só em 1995, foi realizada a primeira transmissão a longa distância entre os
estados, feita por São Paulo e Rio Grande do Sul, e finalmente neste mesmo
ano foi liberada a operação comercial no Brasil, mas ainda assim sem
alcançar grande desenvolvimento. (MANCILLA, 2014, p.14).
No mesmo ano, foi criado o Comitê Gestor da Internet no Brasil, com a
atribuição de coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país,
promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.
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4 TIPOS DE CONEXÕES
Para acessar a internet, precisamos conectar nossos computadores a ela de
alguma forma. Para tanto, temos vários tipos de conexões, sendo que cada um
deles segue alguma regra e possui velocidades diferentes.
4.1 Conexão Dial-Up
É um tipo de conexão onde se utiliza um modem convencional (Fax Modem) e
uma linha telefônica para se conectar a uma rede de computadores. O usuário utiliza
um discador configurado com um provedor de acesso à internet e quando ele realiza
a conexão, a linha de telefone fica ocupada, impedindo que se faça ou se receba
ligações. É importante salientar que o uso desse tipo de conexão equivale ao custo
de uma ligação local, como se você estivesse utilizando o telefone. Este método de
conexão é lento (possui a velocidade de 56 kbps) e, muito embora tenha sido muito
utilizado no passado, atualmente são poucos usuários que ainda o utilizam.
SILVA JUNIOR, 2016, p. 6
4.2 Conexão ADSL
É o padrão de conexão mais utilizado atualmente, pois ele permite a
transmissão de dados digitais a uma alta velocidade, porém ainda utiliza a linha
telefônica. A diferença é que o sinal ADSL trabalha em paralelo ao sinal de voz da sua
linha telefônica, possibilitando, assim, que você se conecte à internet e possa utilizar
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o telefone ao mesmo tempo. A ADSL é mais rápida do que a conexão Dial-Up, mas
também necessita de um provedor de acesso.
Segundo o Sistema Internacional de Unidades, o megabyte (MB) é uma
unidade de medida de informação que equivale a 1.000.000 bytes. Exemplos
de atividade que consomem 1 mega de velocidade: um vídeo com três
segundos em qualidade para DVD; 100 páginas de texto (fonte e
espaçamento únicos) etc. (SILVA JUNIOR, 2016, p. 6).
SILVA JUNIOR, 2016, p. 6
4.3 Conexão via Rádio
Utiliza um sinal de rádio para distribuir a internet para seus usuários através de
antenas de rádio. A vantagem deste tipo de conexão é que não necessita de cabos e
a desvantagem é que sofre muita interferência. Possui velocidade superior à discada.
SILVA JUNIOR, 2016, p. 7
10
4.4 Conexão via Satélite
Muito parecida com a internet a rádio, com as mesmas vantagens e
desvantagens. Porém, possui a flexibilidade de poder acessar a internet de qualquer
local do país com o inconveniente de ter um alto custo para o usuário. Existem antenas
fixas e móveis para recepção de sinal via satélite.
SILVA JUNIOR, 2016, p. 8
4.5 Conexão 3G
Permite conexão com a internet sem a utilização de fios, tendo como base a
rede para telefones celulares. Esta é a terceira geração da tecnologia e se assemelha
muito à internet a rádio.
É uma internet com uma velocidade razoável, por isso já se está
implementando uma nova geração desta tecnologia: a internet com conexão
4G. Com este tipo de internet você utiliza um Web Modem que é conectado
à entrada USB do seu computador. (SILVA JUNIOR, 2016, p. 8).
11
SILVA JUNIOR, 2016, p. 8
4.6 Conexão Wi-Fi
SILVA JUNIOR, 2016, p. 8
É uma marca registrada da Wi-Fi Alliance, (A pronúncia em português: waifai)
que é utilizada por produtos certificados que pertencem à classe de dispositivos de
rede local sem fios (WLAN) baseados no padrão IEEE 802.11. Por causa do
relacionamento íntimo com seu padrão de mesmo nome, o termo Wi-Fi é usado
frequentemente como sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11. O nome, para muitos,
sugere que se deriva de uma abreviação de Wireless Fidelity, ou Fidelidade sem fio,
mas não passa de uma brincadeira com o termo Hi-Fi, designado a qualificar
aparelhos de som com áudio mais confiável, que é usado desde a década de 1950.
O padrão Wi-Fi opera em faixas de frequências que não necessitam de
licença para instalação e/ou operação. Este fato as torna atrativas. No
entanto, para uso comercial no Brasil é necessária licença da Agência
Nacional de Telecomunicações (Anatel). (SILVA JUNIOR, 2016, p. 8).
Para se ter acesso à Internet através de rede Wi-Fi deve-se estar no raio de
ação ou área de abrangência de um ponto de acesso (normalmente conhecido por
hotspot) ou local público onde opere rede sem fios e usar dispositivo móvel, como
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computador portátil, Tablet PC ou telefonecelular com capacidade de comunicação
sem fio, deixando o usuário do Wi-Fi bem à vontade em usá-lo em lugares de "não
acesso" à Internet, como aeroportos.
Hotspot Wi-Fi existe para estabelecer ponto de acesso para conexão à
internet. O ponto de acesso transmite o sinal sem fios numa pequena
distância, geralmente de até 100 metros, mas se a rede for do padrão IEEE
802.11n a distância pode chegar até 300 metros. Quando um periférico que
permite "Wi-Fi", como um Pocket PC, encontra um hotspot, o periférico pode
na mesma hora conectar-se à rede sem fio. Muitos hotspots estão localizados
em lugares que são acessíveis ao público, como aeroportos, cafés, hotéis e
livrarias. Muitas casas e escritórios também têm redes "WiFi". Enquanto
alguns hotspots são gratuitos, a maioria das redes públicas é suportada por
Provedores de Serviços de Internet (Internet Service Provider - ISPs) que
cobram uma taxa dos usuários para se conectarem. (SILVA JUNIOR, 2016,
p. 9).
Atualmente, praticamente todos os computadores portáteis vêm de fábrica com
dispositivos para rede sem fio no padrão Wi-Fi (802.11b, a, g ou n). O que antes era
acessório está se tornando item obrigatório, principalmente devido ao fato da redução
do custo de fabricação.
4.7 Conexão Fibra óptica
Fonte: radiocaxias.com.br
Uma grande vantagem da fibra óptica é a sua imunidade a interferências, o que
possibilita fornecer uma internet veloz e sem erros de sinal para o usuário. Para
garantir maior velocidade, essa tecnologia não envia informações do mesmo modo
que os cabos convencionais.
https://blog.intnet.com.br/afinal-como-funciona-a-internet-de-fibra-optica-e-porque-optar-por-ela/
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Atualmente, os dois tipos de fibras ópticas existentes são o monomodo e o
multimodo. O primeiro é usado para comunicações de longo alcance e é
capaz de atender apenas um sinal por vez, ou seja, uma única fonte de luz.
Já o segundo tipo, o multimodo, é indicado para transmissões de curtas
distâncias e assegura a emissão de diversos sinais ao mesmo tempo. Por
apresentar menor custo, costuma ser utilizado por usuários domésticos.
(SILVA JUNIOR, 2016, p. 8).
Enquanto as redes UTP, que são bastante comuns, conseguem alcançar
velocidades máximas de até 100 Mbps, as conexões de fibra óptica podem chegar a
velocidades de até 50 Gbps. Dessa forma, é possível entregar mais desempenho para
os usuários domésticos ou empresas. Esse aumento é interessante para quem gosta
de jogar games online ou fazer downloads.
4.8 Conexão a cabo
Este tipo de conexão vem acompanhado de uma TV por assinatura. Possui
uma velocidade superior à discada e se equivale à internet ADSL. Não é muito
empregada, mas ainda assim tem um bom mercado e pessoas que a utilizam.
SILVA JUNIOR, 2016, p. 7
A internet a cabo trabalha de modo semelhante ao sistema ADSL, com algumas
diferenças básicas. Primeiramente, nesse modelo de conexão não existe assimetria
no envio e recebimento de dados (as velocidades de download e upload são iguais).
Além do mais, a estrutura usada não é a telefônica, mas a do cabeamento de
televisão.
A internet a cabo e a ADSL são tipos de internet bem comuns para os
usuários domésticos. Contudo, com a expansão de serviços de fibra óptica,
esses sistemas estão deixando de ser uma escolha vantajosa, já que a fibra
é muito superior e apresenta um excelente custo-benefício. (SILVA JUNIOR,
2016, p. 8).
https://blog.intnet.com.br/5-motivos-para-contratar-fibra-optica-para-sua-empresa/
https://blog.intnet.com.br/velocidade-de-download-e-velocidade-de-upload-quais-as-diferencas/
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Sobre as vantagens desse modelo podemos falar que ele
apresenta velocidade interessante para downloads, uma vez que a boa velocidade do
upload facilita a obtenção de Ids altas. Além disso, não é preciso ter uma linha
telefônica instalada.
Porém, é preciso ter cabeamento de televisão e modem específico e a
velocidade da conexão também pode sofrer grandes reduções em determinados
horários.
5 NAVEGADORES DE INTERNET: CONCEITOS BÁSICOS
Fonte digitalside.com.br
Browse, em inglês, é um verbo que pode significar procurar, ou folhear (no
sentido de folhear uma revista, um caderno). Com o advento da Internet, surgiram os
Web Browsers. No Brasil, e mundo afora, associou-se à Internet o verbo “navegar”.
Os navegadores webs os softwares que permitem a visitação e exibição de
sites (sítios) espalhados em outros computadores pelo mundo, ou seja, na Internet.
Para realizar esse acesso, deve-se saber (ou pesquisar) o endereço
eletrônico do local a ser visitado. Esse endereço, conhecido de forma textual,
é o chamado URL – Uniform Resource Locator, também chamado de
endereço URL é comum (embora não mais obrigatório) que tais endereços
se iniciem com www. (DALTON, 2018, p.8)
https://blog.intnet.com.br/veja-9-dicas-para-aumentar-a-velocidade-da-sua-conexao/
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O conteúdo padrão exibido pelos navegadores é o HTML (Hyper Text Markup
Language), mas, atualmente, diversos recursos adicionais também são aceitos, como
·áudio, vídeo, arquivos XML, dentre outros.
Existem vários navegadores de Internet no mercado. Dentre os mais populares,
encontram-se o Microsoft Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple
Safari, Opera e o Konqueror. E eles apresentam estruturas bem semelhantes.
Barra de Menus: A barra de menus é a barra clássica que exibe botões como
Arquivo, Exibir, Editar. Existe uma “tendência de mercado” a ocultar (ou mesmo
eliminar) essa barra nos navegadores, somente exibindo-a novamente por
intervenção do próprio usuário.
Os navegadores disponibilizam, todos, uma barra de navegação, também
chamada de barra de endereços, para exibição do endereço URL do site que est·
sendo exibido na ·área de visualização do site.
Atualmente, esta barra também acumula a função de busca. Ou seja, no é mais
preciso acessar o seu site preferido de buscas (normalmente o Google) para realizar
uma pesquisa. Ela pode ser feita diretamente na barra de endereços.
Antes de cada endereço web, os navegadores exibem o protocolo de
transferência daquele conteúdo. O mais comum é o HTTP, HyperText
Transfer Protocol. O HTTPS, Hyper Text Transfer Protocol Secure, é uma
variação do HTTP que insere criptografia na comunicação, tornando-a mais
segura. Existem outros, como o FTP, File Transfer Protocol, orientado a
transferência de arquivos. (DALTON, 2018, p.8).
Barra de Comandos: É uma outra barra, auxiliar, que traz comandos mais
utilizados. Também possui exibição facultativa.
Barra de status: Esta barra, localizada na parte inferior do navegador, exibe
informais auxiliares. Sua aplicação mais útil é exibir o endereço de um link quando se
coloca o ponteiro do mouse sobre um.
Navegação em abas: Há alguns anos, para visualizar mais de um site ao
mesmo tempo, era preciso abrir outra instância do navegador (navegação em
múltiplas janelas), executando o mesmo aplicativo mais de uma vez. Isso consumia
recursos desnecessários do computador.
Atualmente, é possível abrir múltiplas páginas web em uma única instância de
navegador, a chamada navegação em múltiplas abas. Criação do Google Chrome, e
obrigou a concorrência a copiar.
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Favoritos e Barra de Favoritos: Os usuários web possuem predileção (ou
necessidade) de acessar alguns sites com mais frequência. Como aquele portal de
notícias, ou mesmo o site de banco. Pensando nisso, os navegadores oferecem ao
usuário uma forma de armazenar esses sites, oferecendo uma maneira simples
(normalmente por meio da Barra de Favoritos) para que o usuário retorne a esse site,
sem precisar digitar novamente o endereço.
Quando programado pelo usuário, a Barra de Favoritos é exibida pelo
navegador imediatamente abaixo da Barra de Endereços. O símbolo adotado pelos
navegadores aos Favoritos é a estrela.
Página Inicial: É possível, quando da abertura de um navegador, que uma ou
várias páginas web sejam abertasautomaticamente. Esse recurso é chamado de
página inicial de um navegador.
As páginas iniciais são recursos totalmente independentes dos Favoritos. Não
existe obrigação, por exemplo, de colocar a página inicial na lista dos favoritos, ou
obrigar um dos favoritos a ser página inicial. Os navegadores ilustram o comando
Página Inicial por meio de uma casa. Alt + Home é o comando de atalho para que a
página, ou páginas iniciais sejam exibidas.
Cookies: Cookies são informais que os sites web armazenam em um arquivo
de texto criado no computador do usuário final. Eles armazenam preferências,
informais de estado (como um item no carrinho de compras), ou registros de
navegação do usuário. O objetivo desses sites, ao utilizar os cookies, é otimizar a
experiência de navegação de seus usuários/clientes.
Pop-ups: Pop-ups são janelas, normalmente menores, que abrem no
navegador quando as páginas abertas possuem tal recurso. Normalmente, possuem
informações extra ou propaganda.
O pop-up tem sido sistematicamente inibido pelos navegadores, que adotam
políticas que proíbem a exibição dos mesmos, a não ser que o usuário interfira
autorizando.
Plug-ins: Plug-ins são programas, normalmente não fabricados pelo mesmo
fabricante do navegador, que ajudam a processar tipos especiais de conteúdo da
Web, como arquivos Flash ou Windows Media.
Os plug-ins mais comuns são:
• Plug-in do Adobe Flash Player – exibir conteúdo flash
• Plug-in do Adobe PDF – ler arquivos PDF
• Plug-in do Adobe Shockwave – conte˙do shockwave (jogos e vídeos)
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• Plug-in do DivX Plus Web Player – ver formatos de vídeo ( .avi,. Mkv,. divx)
• Plug-in do Java – exibir conte˙do Java
• Plug-in do Microsoft Silverlight – outros tipos de mídia e aplicativos
interativos
• Plug-in do Windows Media Player – player da Microsoft de mídia
• Plug-in QuickTime – player da Apple de mídia
• Plug-in do RealPlayer – player de mídia da RealNetWorks. (DALTON, 2018,
p.10)
Zoom da página: É possível ao usuário aumentar ou diminuir a página que
está sendo exibida no navegador. As teclas funcionam como
aumento e diminuição do zoom, respectivamente, nos principais navegadores do
mercado.
Downloads: Érelativamente comum fazermos downloads de arquivos
enquanto navegamos na Web. Pode ser um documento, uma apresentação, ou
mesmo um programa a ser instalado na máquina.
CTRL + J: È tecla de atalho que nos permite visualizar os downloads em
andamento e os realizados em nosso navegador.
Histórico: Por “default”, os navegadores Web armazenam o histórico de
páginas visitadas. Cada navegador tambÈm permitir· que o usu·rio apague esse
histÛrico quando desejar.
CTRL + H: È tecla de atalho padrão para visualizar o histórico nos
navegadores.
Navegação Privativa: A navegação privativa é um recurso interessante a ser
utilizado quando não se quer deixar rastros de atividade de navegação no
computador. A navegação privativa ajuda a impedir que o histórico de
navegação, os arquivos de Internet temporários, dados de formulários,
cookies, nomes de usuários e senhas sejam retidos pelo navegador. Em
termos práticos, a sua experiência de navegação permanece (quase)
inalterada enquanto navega. (DALTON, 2018, p.12).
Os cookies que os sites visitados instalam no computador continuarão a ser
instalados, por exemplo. Porém, quando for fechado o navegador aberto desse
modo, será como se nunca o tivesse utilizado, pois tudo é excluído.
Naturalmente, a navegaçãoo privativa não esconderá o conteúdo navegado
do seu provedor de Internet, nem dos roteadores cujo conteúdo ele trafegou, nem
dos servidores que eventualmente filtrem conteúdo em empresas. (proxy/firewall).
18
DALTON, 2018, p.14.
6 O GOOGLE
Fonte: andredemattos.com.br
Ao falarmos em desenvolvimento da Internet não podemos deixar de lado uma
das maiores empresas na nossa época. A empresa Google começou como um projeto
de pesquisa de faculdade, da Standford University, onde dois estudantes chamados
Sergey Brin e Larry Page desenvolveram um algoritmo “segredo comercial” que fazia
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com que uma pesquisa na internet devolvesse um resultado muito mais rápido dos já
existentes e encontraram uma forma de obter um ranque, chamado de Pagerank em
homenagem a Larry Page. Este ranque sabia quais eram os resultados mais
importantes em uma pesquisa feita pela internet e dependendo da popularidade das
palavras chaves (quantas vezes eram citadas em outros sites) é que o buscador trazia
os resultados que mais interessavam a quem estava procurando informações.
A missão da empresa Google se tornou muito ousada: organizar e tornar
disponíveis todas as informações do mundo. Um objetivo de grande
relevância para todas as áreas do conhecimento e para muitos negócios
físicos ou para os que vieram atuar na internet. (MANCILLA, 2014, p.19).
No começo foi só um buscador da internet que eles desenvolveram e vale
lembrar que ainda quando estudantes universitários tentaram vender essa solução à
um dos criadores do Yahoo, porém não aceitaram e encorajaram os jovens a criar
algo mais robusto e eles acreditaram nisso e não mediram esforços para inovar. Hoje
em dia a empresa Google não só um sinônimo de pesquisa na Internet, mas é também
um sinônimo de inovação em muitas áreas do conhecimento pois financia projetos de
tecnologia das mais diversas áreas. A Google financia e incentiva projetos inovadores
que vão de meios para incentivar a sustentabilidade até financiamento de projetos no
espaço tais como robôs que possam andar na lua.
A Google hoje oferece diversos serviços que estão relacionados ao uso da
Internet como Google Maps, Sistema Operacional Google Android, serviço de email
“gmail”, serviço de armazenamento de documentos e arquivos na nuvem “google
drive”, adquiriram o serviço de transmissão de vídeos “youtube” (uma das principais
ferramentas usadas na internet) e etc.
Estima-se que em 2007 o Google processou mais de 37 bilhões de buscas
por mês, seguido por 8,5 bilhões processados pelo Yahoo! E 2,2 bilhões pela
Microsoft. A maioria das pessoas procura informações na internet e, com
frequência, o faz muitas vezes ao dia.” (LOWE, 2010, apud MANCILLA, 2014,
p.19).
O Google é semelhante ao que faz um bibliotecário de modo mais inteligente.
Quando a gente digita uma palavra no google, o buscador traz uma resposta graças
a uma busca de informações que estão armazenadas em milhares de computadores,
esta busca é feita em bilhões de possibilidades e é retornada ao usuário em frações
de segundo.
20
A empresa conseguiu dinamizar as informações da internet disponibilizando-as
ao mundo inteiro e conseguiu tanta riqueza graças à publicidade que oferece aos seus
clientes nas pesquisas que são feitas através da ferramenta de pesquisa.
A Google se esforça para maximizar o poder da plataforma de todas as formas
possíveis. Essa é uma das razões pelas quais a empresa mergulhou na tecnologia de
telefonia celular. O computador pessoal foi a plataforma dominante para acessar a
internet pelo mundo. No entanto, em muitos lugares, o acesso à internet através de
telefone celular está ultrapassando o acesso através da tecnologia wireless do
computador. Há uma extensa base de telefones celulares no mundo, e as redes
wireless estão se expandindo diariamente.
A Google é tida como possuidora da mais poderosa e mais extensa rede de
computadores, tanto no que se refere ao equipamento físico quanto ao banco de
dados.
Se você imprimisse o índex, ele teria 112.000m de altura e, 2009. Nós temos
toda essa computação”, disse Page. “ Temos em torno de 6 mil
computadores, então, temos muitos recursos disponíveis. Temos espaço
suficiente para armazenar cerca de 100 cópias de toda a Web. Então, você
tem um tipo muito interessante de confluência de coisas diferentes: muita
computação e muita informação que não costumava estar disponível. ”
(LOWE, 2010, apud MANCILLA,2014, p.20).
A Google deu a oportunidade a pequenas empresas de se exporem para
pessoas no mundo inteiro, com um custo baixo. Antes os meios para fazer propaganda
de um produto na televisão ou rádio teriam custo muito mais altos e não por tanto não
poderiam ser viáveis para pequenas empresas e empreendedores, somente grandes
empresas poderiam fazer esses investimentos.
A Google possui tantas informações que precisa se preocupar em como poder
armazenar continuamente e para isso além de utilizar mais de 6 mil computadores
(servidores) também possui servidores submarinos.
21
7 SOCIAL COMMERCE
Fonte: geracaomidia.com.br
As redes sociais têm ajudado as empresas a dinamizar o social commerce, este
termo refere-se ao e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Essa
denominação foi usada pelo Yahoo, no final de 2005, para descrever uma série de
ferramentas para compras colaborativas e cotações de preços sobre produtos e
serviços. Mas com o passar dos anos o conceito evoluiu para se referir também ao
processo de compra que é estimulado pelas referências dadas por pessoas
conhecidas e que fazem parte de redes de relacionamento, ou ainda por demais
compradores que deixaram suas opiniões sobre produtos e serviços nos sites em que
os adquiriram.
É notório que as redes sociais como Twitter, Facebook, Instagram, etc.
ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois as pessoas
falam sobre seus interesses e entre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas
interagem no sentido de esclarecer suas dúvidas e conhecer os questionamentos de
outros usuários, e utilizam as opiniões de pessoas próximas ou não. Tal processo
torna se cada vez mais importante antes de se fazer uma compra, que pode ser feita
pela web, ou não, mas com certeza começam na web.
Existem muitos benefícios que os internautas descobriram, como a economia
de tempo, troca de ideias e experiências, assim como redução do risco de uma compra
inadequada caso a empresa não tenha idoneidade.
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Segundo pesquisa da Nielsen sobre quais formas de propaganda as pessoas
mais confiam, 90% alegam “recomendação de amigos, 70% citam “opinião
de outros consumidores online”, 69% dizem site da marca e também com
69% notícias na imprensa, seguidos por patrocínios da marca, com 63% e
propaganda na TV, com 61%” (TURCHI, 2010, apud MANCILLA, 2014, p.20).
É fácil entender isso, porque, por exemplo, se uma pessoa deseja começar a
praticar corrida, possivelmente procurará dicas com amigos que já são corredores e,
portanto, poderão lhe indicar os melhores produtos, mais do que observar e confiar
em propagandas de produtos.
Estar presente não significa garantia de sucesso. As empresas devem zelar
pela qualidade de informações que estão espalhando pela rede, pois caso um produto
não tenha a mesma qualidade oferecida, rapidamente os internautas terão o poder de
criar vídeos para falar sobre a boa ou neste caso má qualidade do produto e com isso
a reputação se vê afetada. Por isso existem profissionais de marketing que devem ser
contratados para realizar um trabalho de acordo com as expectativas de crescimento
da empresa e que seja de acordo com o que o mercado está esperando.
8 E-COMMERCE
Fonte: aceleravix.com.br
Existem vários termos relacionados ao e-commerce tais como B2C (Business
to Consumer: refere-se ao segmento do e-commerce onde atuam empresas vendendo
diretamente para os clientes, podemos citar como exemplo as lojas virtuais
americanas.com; B2B (Business to Business) onde empresas vendem para
23
empresas. Como exemplos, temos as indústrias que vendem para os atacados; B2G
(Business to Govern) onde portais se especializam em vender para o governo; B2I
(Business to Institutions) estas abrangem atividades comerciais pela via eletrônica
entre empresas e instituições, sejam educacionais, associações e etc; B2E (Business
to Employee) modelo utilizado para empresas que vendem serviços ou produtos aos
seus funcionários e CTC (Consumer to Consumer) onde o comércio acontece entre
os consumidores, feito de forma direta, como exemplo temos o Mercado Livre,
Bomnegocio.com.
No Brasil, o e-commerce tem tido um crescimento superior aos outros países
do mundo, a cada ano se fortalece mais. Em 2011, o faturamento do e-commerce no
país ficou em torno de R$ 20 bilhões, de acordo com a e-bit e a Camara-e.net,
representando um aumento de 26% comparado com 2010.
Em 2011, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na
Internet aumentou consideravelmente, o que, somado às que já possuíam
esse hábito, totalizou um contingente aproximado de 32 milhões de e-
consumidores (e-boxers), superando os 24 milhões registrados em 2010,
segundo a e-bit. ” (TURCHI, 2010, MANCILLA, 2014, p.29).
9 O COMPUTADOR
Fonte: dreamstime.com
24
Diferentemente do que muitas pessoas imaginam, o computador não faz nada
sozinho. Ele apenas processa uma série de informações inseridas pelo usuário para
então fornecer os resultados. As informações inseridas e os resultados que
recebemos precisam estar num formato que nós humanos conseguimos entender.
Para facilitar essa comunicação entre homem e computador, foram criados os
softwares ou programas de computador. Na realidade, tudo que fazemos com um
computador é pela execução desses programas.
Um sistema operacional é um programa que atua como intermediário entre o
usuário e o hardware de um computador. O propósito de um sistema
operacional é propiciar um ambiente no qual o usuário possa executar outros
programas de forma conveniente, por esconder detalhes internos de
funcionamento e eficiência, por procurar gerenciar de forma justa os recursos
do sistema (SILBERSCHATZ, GALVIN E GAGNE, 2000, apud CULTINHO,
2012, p. 15).
O computador tem como função a manipulação de informações, não
importando o seu tipo. O computador é uma máquina que permite que o usuário faça
cálculos matemáticos, pesquisas, trabalhos gerais e etc., utilizando programas
específicos. O computador trabalha com duas partes distintas:
HARDWARE = A PARTE FÍSICA DA MÁQUINA (AS PEÇAS)
SOFTWARE = A PARTE LÓGICA DA MÁQUINA (OS PROGRAMAS)
10 HARDWARE. OS COMPONENTES ESSENCIAIS DE UM COMPUTADOR
Fonte: rtell.com.br
25
Componente Essencial é aquele que não pode faltar na montagem de um
computador, pois, sem ele, a máquina não funciona. Os principais componentes de
um computador são: Placa mãe, Processador (CPU), Memória principal (RAM),
Dispositivos de entrada, Dispositivos de saída.
Podemos dizer que hardware e software são elementos vitais em um sistema
de computação e que um não vive sem o outro. Em um sistema
computacional temos um conjunto de hardware formado por processadores,
memória, barramentos, registradores, monitores de vídeo, mouse, teclado,
impressoras, discos magnéticos, entre outros dispositivos. Estes por sua vez
manipulam dados de forma digital o que torna um sistema computacional
confiável na representação e transmissão de dados. (PEREIRA, 2015, p. 23).
Existem outros componentes importantes para a conservação e boa aparência
de um computador, porém, não são essenciais para seu funcionamento. Por exemplo,
o gabinete é muito importante, pois, é a estrutura onde são acoplados e fixados os
demais componentes do PC, porém, podemos montar uma máquina e fazê-la
funcionar fora de um gabinete.
10.1 Placa mãe
Fonte: rtell.com.br
A placa mãe é a plataforma que permite as conexões físicas e elétricas, diretas
e indiretas, de todos os dispositivos de um computador. Possuem determinadas
controladoras integradas (como por exemplo, vídeo e som), que chamamos de
controladoras on-board. Elas funcionam em sincronia com a capacidade do
26
processador e da memória RAM (fazendo uso desta). Já determinadas controladoras
podem ser adicionadas, pois, são independentes, separadas da placa mãe. Essas,
chamamosde controladoras off-board.
O processador (UCP - Unidade Central de Processamento ou CPU - Central
Processing Unit) é o responsável pelo processamento e tratamento de todos os dados
que entram e saem do computador.
O processador determina o modelo do microcomputador em uso e sua
velocidade (clock) é medida em GigaHertz (GHz).
10.2 Memória principal (RAM)
Fonte: .hardware.com.br
As operações em um computador são executadas na memória principal da
máquina, a RAM. A RAM é uma memória de acesso aleatório (do inglês Random
Access Memory) que permite a leitura e a escrita de um dado, sendo utilizada como a
memória primária em sistemas eletrônicos digitais.
A RAM é um componente essencial em qualquer tipo de computador, pois, é
nela que são carregados os programas em execução e os respectivos dados
ativos do usuário. Porém, a RAM é uma memória volátil, ou seja, os seus
dados são perdidos quando o computador é desligado. Para evitar perdas de
dados, é necessário salvá-los em uma memória secundária não volátil, como
por exemplo, no disco rígido (HD). (PEREIRA, 2015, p. 23).
Os chips de memória são vendidos na forma de pentes e com capacidades
variadas. A capacidade de uma memória é medida em Bytes e sua velocidade de
27
funcionamento em Hz. Este valor está relacionado com a quantidade de pacotes de
dados que podem ser transferidos durante um segundo. Observação: Diferentemente
da RAM, temos a Memória ROM (Read Only Memory ou Memória Somente de
Leitura).
A ROM é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas
informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser
alteradas ou apagadas, somente e acessadas. São memórias cujo conteúdo é
gravado permanentemente. A ROM armazena os códigos básicos de operação do
equipamento, suas rotinas de inicialização e autoteste que formam o sistema básico
de entrada e saída de informações da máquina (o BIOS).
10.3 Dispositivos de Entrada
Fonte: wiki.ifsc.edu.br
São os dispositivos que possibilitam a inserção de dados no computador. Por
exemplo:
1. Teclado (keyboard): O teclado possui quatro conjuntos de teclas: as
alfanuméricas, as numéricas, as de movimentação / navegação e as de
função. Quando uma tecla é pressionada, o teclado envia um código
eletrônico ao processador que, por sua vez, interpreta e envia um sinal
para outro periférico, mostrando na tela o caractere correspondente.
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2. Mouse: O mouse é utilizado para ativar e apontar comandos na tela do
computador. À medida que você movimenta o mouse sobre a mesa, o
ponteiro repete o movimento no monitor de seu computador.
3. Scanner: O scanner captura imagens, fotos ou desenhos, transferindo-
os para a tela, onde podem ser trabalhados (editados) e depois
impressos ou armazenados.
10.4 Dispositivos de saída
Fonte: slideshare.net
São os dispositivos que apresentam os resultados finais do processamento.
Por exemplo:
1. Monitor: O monitor tem como função transmitir informação ao utilizador
através da imagem, estimulando assim a nossa visão. Ou seja, ele
possibilita ao usuário a visualização dos resultados e ações executadas
na máquina. Os monitores são classificados de acordo com a tecnologia
de amostragem de vídeo utilizada na formação da imagem. Antigamente
o modelo mais utilizado era o CRT. Atualmente os modelos mais
utilizados são o LCD, o Plasma e o LED. À superfície do monitor sobre
a qual se projeta a imagem chamamos tela e sua qualidade é medida
por PIXELS (ou pontos). Quanto maior for a densidade dos pixels
(quanto menor a distância entre eles), mais precisa será a imagem.
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2. Impressora: O papel da impressora é imprimir no papel o resultado de
um trabalho desenvolvido no computador (como textos, relatórios,
gráficos). Para diferentes tipos de impressão existem diferentes modelos
de impressoras:
Matricial: é a mais simples do mercado, bem rápida, com qualidade de
impressão regular, indicada para impressão de documento com várias vias
(carbono). O seu sistema de impressão é por impacto de agulhas (9 ou 24)
contra uma fita sobre um papel. O custo de impressão é baixo e sua
velocidade é medida em CPS (Caracter Por Segundo).
Jato de Tinta (Deskjet): funciona com borrifamento de jatos de tinta, formando
minúsculos pontos sobre o papel. São silenciosas, relativamente lentas,
coloridas ou não, e possuem uma ótima qualidade de impressão.
Laser: produz cópias de alta qualidade, sendo colorida ou não, silenciosa com
velocidade medida em PPM (Páginas Por Minuto). São muito difundidas,
porém, possuem um custo elevado, tanto em equipamento quanto em seu
material de consumo. (PEREIRA, 2015, p. 24).
10.5 Unidades de Armazenamento
O disco rígido, também chamado de HD (derivação de HDD do inglês hard disk
drive) ou winchester (termo em desuso), é uma memória secundária, não volátil, onde
são armazenados “permanentemente” os dados em um computador. Ele nos permite
acesso rápido e armazenamento de grande quantidade de informações.
Existem vários tipos de discos rígidos diferentes, como por exemplo, o
IDE/ATA, o Serial ATA e o SCSI, e sua capacidade é medida em Bytes.
O HD, apesar de grande, é um periférico delicado, que não pode sofrer
nenhum tipo de impacto para manter a integridade de seu disco. Porém,
devido aos desgastes naturais durante o seu funcionamento, é inevitável que
ocorra alguma avaria algum dia. Sendo assim, é importante prevenir-se
quanto à perda das informações realizando periodicamente “Cópias de
Segurança” dos Arquivos (o backup). (PEREIRA, 2015, p. 24).
Além do HD, existem outros dispositivos muito utilizados para armazenamento
e para backup dos dados:
CD-R - Utilizado principalmente para gravar músicas ou dados. Permite ser
gravado apenas uma única vez.
CD-RW - Também utilizado para gravar músicas ou dados. Porém, esta mídia,
introduzida no mercado em 1997, é um disco óptico regravável, permitindo ser
gravado várias vezes.
30
DVD - Foi criado no ano de 1995. Ele tem uma maior capacidade de
armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões
melhorados de compressão de dados. O DVD permite a gravação de dados, músicas
e filmes.
DVD-RW – Assim como o DVD, também é utilizado para gravar dados,
músicas e filmes. Porém, esta mídia é um disco óptico regravável, permitindo ser
gravado várias vezes.
Pen Drive - É um dispositivo de armazenamento, com conexão USB,
constituído por uma memória flash.
Blu-Ray - Obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em
inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque,
em alguns países, não se pode registrar, para um nome comercial, uma palavra
comum. O Blu-Ray é um disco similar à mídia de DVD, porém, possui capacidade de
armazenamento muito superior às demais mídias.
11 SOFTWARE
Fonte: emmeconsult.com
O software é responsável por servir como interface entre as necessidades
dos usuários e os dispositivos de hardware. Nos sistemas operacionais
encontramos uma diversidade de softwares com funções diferenciadas, mas
que exercem um papel importante. (PEREIRA, 2015, p. 30).
31
O termo software indica a parte lógica de um computador, os programas.
Podemos dividir os Softwares em:
Básico: Sistema Operacional - Windows, Linux, Unix, etc.
Aplicativos: são os programas instalados no computador, exceto o sistema
operacional, e possuem função específica - Editores de Texto (Ex.: Word, WordPad,
Bloco de Notas, Writer, etc.); Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo (Ex.: Excel,
Cálc. Lotus, etc.); Editores Gráficos (CorelDraw, Photoshop, etc.).
Utilitários são programas utilizados para suprir deficiências do sistema
operacional. O programa utilitário contrasta com o programa de aplicação, pois, ao
invés de prover funcionalidades para o usuário, ele normalmente estárelacionado ao
modo de funcionamento de uma infraestrutura computacional. Sistemas
Gerenciadores de Bancos de Dados (Ex.: Access, MySQL, etc.); Antivírus (Ex.: Norton
Antivírus, AVG, McAffee, Panda, Avira, etc.).
Linguagem de Programação: é um método padronizado para expressar
instruções para um computador. É uma linguagem que permite que um programador
especifique precisamente sobre quais dados um computador vai atuar, como estes
dados serão armazenados ou transmitidos e quais ações devem ser tomadas sob
várias circunstâncias. Visual Basic, Delphi, C, C++, Pascal, etc.
12 TECNOLOGIA MÓVEL (IPHONE / IPED / IPOD / SMARTPHONE / PALM /
NETBOOK)
Fonte: canaltech.com.br
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Toda tecnologia que permite seu uso durante a movimentação do usuário é
uma tecnologia móvel.
A tecnologia móvel não é apenas uma invenção, ela pode ser considerada uma
revolução, pois foi capaz de atingir o quotidiano das pessoas e fazer parte da vida
delas, modificando suas rotinas e formas de tomar decisões. Muitas pessoas não
vivem sem celular, outras estão 24 horas disponíveis e as encontramos em qualquer
lugar, algumas não abrem mão de estarem com seu palm conectado na Internet e ao
mesmo tempo se deslocando pela casa. Tudo isso só foi possível através da evolução
da tecnologia, que nos dispôs diversos dispositivos móveis. Como exemplo podemos
citar os SmartPhones, os Palmtops e os Netbooks. Ainda temos as tecnologias
Wireless, Wi-Fi e Bluetooth.
A mobilidade iniciou como uma facilidade, mas hoje em dia tornou-se uma
necessidade. Mas porque a evolução deste segmento foi tão rápida? Simples. Porque
este tipo de tecnologia permite o acesso a dados e informações em qualquer momento
e em qualquer lugar. Isto se torna um poderoso atrativo.
13 NOTEBOOK E NETBOOK
Fonte: ynternix.com
Um notebook, também chamado de laptop (expressão derivada da junção dos
termos em inglês lap = colo, e top = em cima, significando computador portátil, em
contrapartida aos desktops = em cima da mesa), é um computador portátil, leve,
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designado de modo a fazer com que sua bateria seja capaz de abastecê-lo por um
longo período de horas para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares
com facilidade. Um notebook é uma estrutura única composta por uma tela 14” de
LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza
o dedo), conexões USB e PS2, portas para conectividade via rede local ou fax/modem,
rede wireless (para acesso a rede sem fio), gravadores de CD/DVD, placa mãe,
memória RAM, processador e disco rígido.
O netbook é uma nova versão do notebook, sendo menor (com uma tela de
mais ou menos 9 polegadas) e mais leve. Também possui internet móvel e
sua bateria dura em média 4 horas, porém, o netbook ainda não possui
suporte para leitores ou gravadores de CD/DVD. (PEREIRA, 2015, p. 25).
13.1 SmartPhone
SmartPhone (telefone inteligente, numa tradução livre do inglês) é um telefone
celular que possui alguns dos recursos avançados que normalmente são utilizados
em um computador. Como por exemplo, além das funções básicas de telefone,
inserir/remover/organizar contatos, receber e enviar mensagens de texto e jogar, em
um SmartPhone você ainda pode acessar e navegar na Internet, receber e enviar e-
mail, tirar fotos e postar imediatamente em seu face ou ouvir músicas.
13.2 Computadores de mão
Os computadores de mão, também chamados PDAs (assistentes digitais
pessoais), são computadores movidos à bateria, pequenos o suficiente para serem
carregados para praticamente qualquer lugar. Embora não tão potentes quanto os
desktops ou os laptops, os computadores de mão são úteis, por exemplo, para os
vendedores externos de uma empresa que precisam constantemente efetuar pedidos,
agendar compromissos e armazenar contatos (endereços e telefones).
13.3 Tablet
O Tablet é um dispositivo móvel que combina os recursos dos laptops e dos
computadores de mão. O Tablet não é tão potente, mas, nos permite fazer anotações,
navegar na internet, acessar e-mail e converter um manuscrito em texto digitado.
34
13.4 Unidades de medidas
O computador trabalha com uma linguagem bastante simples. Como se trata
de um sistema eletroeletrônico, uma das formas mais simples de comunicação é
através de pulsos elétricos. Assim, o computador trabalha com duas variáveis, 1 e 0,
que significam respectivamente ligado (1) e desligado (0).
Este sistema é conhecido como Sistema Binário (base 2), ou seja, são
apenas dois dígitos que compõem os dados. O menor fragmento de dados
usado é o Bit (b), que vem do inglês Binary Digit. Logo, um Bit significa ou
ligado ou desligado (0 ou 1). (PEREIRA, 2015, p. 25).
Entretanto, 1 Bit não constitui um dado, tampouco um Arquivo. A menor
unidade de dado armazenável é o Byte (B). Um Byte representa um caractere (letra,
número, pontuação, etc.) armazenado no computador. Então qual a diferença entre
Bit e Byte?
Para representar um conjunto completo de caracteres e algumas teclas de
comando, como o Enter e o Esc, são necessários um conjunto de 256 caracteres. Ou
seja, para representar todas as letras (a, b, c, d…), números (1,2,3,4…), símbolos (%,
¨, *, $…) e teclas de comando (Esc, Enter…) essenciais, é necessário um espaço para
256 caracteres. Como representar através de 2 dígitos cada um dos 256 caracteres?
Para que com apenas 2 dígitos consigamos representar unicamente um
caractere, precisamos de no mínimo 8 dígitos combinados. Sendo assim, um Byte
possui 8 Bits. A partir do Byte, a unidade de medida muda a cada 1.024 vezes. Veja
a tabela a seguir:
PEREIRA, 2015, p. 26.
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14 SISTEMA OPERACIONAL
O sistema operacional é o programa que controla e coordena todas as
operações básicas do computador, além de fornecer a interface entre a máquina e o
usuário. O computador precisa ter um Sistema Operacional para poder ser utilizado.
Somente após sua instalação é que os demais softwares são instalados.
14.1 Tipos de sistemas operacionais
Os sistemas operacionais evoluíram ao longo do tempo, muito pela contribuição
da evolução do hardware e das aplicações suportadas por ele. Os sistemas
operacionais são divididos basicamente em três tipos, conforme podemos visualizar
na Figura 1.2.
Figura 1.2: Tipos de sistemas operacionais
(CTISM, adaptado de Maia, 2007, apud PEREIRA 2015, p.17).
A estrutura apresentada na Figura 1.2, mostra os tipos de sistemas
operacionais quanto a sua forma de operação. Estes dividem-se em: sistemas
monoprogramáveis/monotarefa, sistemas multiprogramáveis/multitarefa e sistemas
com múltiplos processadores.
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14.2 Sistemas monoprogramáveis/monotarefa
Os sistemas monoprogramáveis ou monotarefa, como o próprio nome já diz
(mono, noção de um, de unidade) são sistemas voltados tipicamente para a execução
de um único programa. Qualquer outra aplicação para ser executada, deve aguardar
o término no programa corrente. Neste tipo de sistema, o processador, a memória e
os demais periféricos permanecem exclusivamente dedicados à execução de um
único programa.
Os sistemas monotarefa, estão tipicamente relacionados aos primeiros
computadores da década de 1960. Os sistemas monoprogramáveis possuíam uma
desvantagem muito clara, devido à limitação de tarefas (uma de cada vez) havia um
grande desperdício de recursos de hardware. Como exemplo de sistema operacional
monoprogramável/monotarefa temos o MS-DOS da Microsoft.
14.3 Sistemas multiprogramáveis/multitarefa
Diferentemente dos sistemas monoprogramáveis/monotarefa, os sistemas
multiprogramáveis/multitarefa permitem que os recursos computacionais sejam
compartilhados entre os diversos usuários e aplicações. Neste caso, enquanto um
programa espera pela ocorrência de um evento, outros programas podem estar em
execução neste mesmo intervalo de tempo, permitindo assim o compartilhamento de
recursoscomo processador, memória principal e dispositivos de entrada e saída. O
sistema operacional fica incumbido de gerenciar o acesso concorrente aos seus
diversos recursos de forma ordenada e protegida.
As vantagens na utilização destes tipos de sistemas operacionais são a
redução do tempo de respostas das aplicações, além dos custos
computacionais reduzidos, devido ao compartilhamento dos recursos do
sistema entre as diferentes aplicações. (PEREIRA, 2015 p. 18).
Os sistemas operacionais multiprogramáveis/multitarefa podem ser
classificados em três subdivisões segundo características de como suas aplicações
são gerenciadas. Estas categorias são: sistemas batch, de tempo compartilhado e de
tempo real.
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14.4 Sistemas batch
Os sistemas batch foram implementados na década de 60. Os programas ou
Jobs, como eram conhecidos na época, eram submetidos para execução através da
utilização de cartões perfurados, armazenados em discos ou fitas, para
posteriormente serem executados (dependendo da disponibilidade da memória
principal). Uma característica marcante dos sistemas batch era não exigir a interação
do usuário com a aplicação. Exemplos de aplicações processadas em batch eram
programas de cálculos numéricos, ordenações, compilações, backups, entre outros,
onde não se fazia necessária a interação com o usuário.
14.5 Sistemas de tempo compartilhado
Estes sistemas, também conhecidos como time-sharing (tempo compartilhado),
permitem que diferentes programas sejam executados a partir da divisão do tempo do
processador em pequenas fatias de tempo (conhecidas como time-slice). Caso a fatia
de tempo seja pequena para as funções que o mesmo precisa realizar, ele aguarda
uma nova fatia de tempo para que possa entrar em execução novamente. Nos
sistemas de tempo compartilhado é criado, para cada usuário, um ambiente de
trabalho próprio, simulando a ideia de que todo o sistema está dedicado
exclusivamente a ele.
Os sistemas de tempo compartilhado permitem aos seus usuários interagir
com o sistema através dos dispositivos de entrada de dados e comandos especiais.
A grande maioria das aplicações comerciais existentes atualmente utilizam este tipo
de sistema, uma vez que oferecem tempo de resposta razoáveis e custos baixos, em
função do compartilhamento dos recursos do sistema, entre os programas.
14.6 Sistemas de tempo real
Também conhecidos como real-time (tempo real) possuem características
semelhantes aos sistemas de tempo compartilhado, entretanto diferenciam-se pelo
tempo exigido no processamento das aplicações. Nos sistemas de tempo real, quanto
aos tempos de processamento, estes devem enquadrar-se em limites rígidos, para o
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êxito das operações realizadas, podendo comprometer a aplicação e seus resultados
caso este limite de tempo não seja cumprido.
Diferentemente dos sistemas de tempo compartilhado, nos sistemas de
tempo real o processador permanece ocupado durante o tempo que for
necessário a execução de determinado programa, cedendo lugar a outro
programa que tenha uma prioridade maior no sistema. Outra característica
destes sistemas é que a prioridade de execução de um programa é definida
pela própria aplicação e não pelo sistema operacional. (PEREIRA, 2015 p.
20).
Exemplos destes sistemas, encontramos em aplicações de controle de
processos, como controle de tráfego aéreo, usinas, refinarias, ou qualquer outra
aplicação onde o tempo de processamento é fator fundamental para o sucesso.
14.7 Sistemas com múltiplos processadores
Os sistemas de múltiplos processadores recebem este nome por possuírem
dois ou mais processadores interligados trabalhando em conjunto. Como vantagem
desta arquitetura está o fato de permitir que vários programas possam ser executados
ao mesmo tempo ou que um programa possa ser dividido em partes, entre os vários
processadores, executando-os de forma simultânea.
Um dos fatores fundamentais para o desenvolvimento de sistemas
operacionais com múltiplos processadores está na forma de comunicação entre os
processadores (CPU), o compartilhamento de memória principal (RAM) e os
dispositivos de entrada e saída (E/S).
Através dos sistemas com múltiplos processadores foi possível a criação de
sistemas computacionais voltados para o desenvolvimento científico,
aplicado em áreas como desenvolvimento aeroespacial, prospecção de
petróleo, simulações, entre outros. (PEREIRA, 2015 p. 20).
As práticas e estudos voltados ao desenvolvimento de sistemas com múltiplos
processadores adicionaram vantagens em tais sistemas como a escalabilidade,
disponibilidade e balanceamento de carga.
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14.8 Sistemas operacionais usuais
A ideia desta seção é que possamos conhecer um pouco mais dos sistemas
operacionais mais usuais e suas classificações, para que você possa testar, usar e
começar a praticar em seu dia a dia, desde já.
14.9 Sistemas operacionais de computadores pessoais
Os sistemas operacionais para computadores pessoais são amplamente
usados no dia a dia em netbooks, notebooks, computadores de mesa, etc. Seu
objetivo é fornecer uma boa interface, permitindo que o usuário realize as tarefas que
necessita de forma prática e intuitiva. Estes sistemas operacionais são amplamente
utilizados para pacotes de escritório (editores de texto, planilhas eletrônicas), internet
e aplicativos em geral.
Alguns exemplos mais comuns destes sistemas operacionais para
computadores pessoais são as distribuições Windows e Linux.
Quanto às distribuições Windows para computadores pessoais, temos:
Windows XP, Windows Vista, Windows Seven e Windows 8.1.
Já as distribuições Linux para computadores pessoais, temos como os mais
usuais: Ubuntu, Red Hat, Debian, Fedora, Mint, Mageia, OpenSuse, entre outros.
As distribuições Windows são sistemas operacionais pagos, onde devemos
escolher e adquirir as licenças para uso, conforme cada necessidade. Já os sistemas
operacionais Linux, são caracterizados como softwares livres, ou seja, podem ser
baixados livremente na internet, modificados, adaptados e distribuídos livremente
independentemente do número de computadores onde iremos realizar a sua
instalação e posterior utilização.
14.10 Sistemas operacionais de servidores
Diferentemente dos sistemas operacionais para computadores pessoais, o
objetivo dos sistemas operacionais para servidores é servir o maior número de
usuários ao mesmo tempo, permitindo a eles compartilhar recursos de hardware e
software.
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Os sistemas operacionais de servidores podem fornecer diferentes tipos de
serviços, como por exemplo: servidor de arquivos, servidor web (hospedagem de site,
e-mail, proxy, entre outros) servidor de autenticação, backup, compartilhamento, entre
outros.
Assim como acontece nos sistemas operacionais para computadores
pessoais, os sistemas operacionais para servidores possuem suas
distribuições específicas, uma vez que sua função é diferenciada e que
necessita de um hardware específico para seu pleno funcionamento (na
grande maioria dos casos). (PEREIRA, 2015, p. 26).
Dessa forma, as distribuições Windows e Linux (mais usuais) dispõem de vários
sistemas operacionais para servidores, sendo que no Windows, podemos citar como
exemplo: Windows 2003 Server, Windows 2008 server e Windows 2012 Server. Nas
distribuições Linux, temos como exemplo de sistemas operacionais para servidores:
Ubuntu Server, Mandriva, Slackware, Suse e Debian.
14.11 Sistemas operacionais embarcados
Este tipo de sistema operacional tem crescido bastante nos últimos anos e
podemos dizer que os mesmos são uma tendência cada vez maior. Quando nos
referimos aos sistemas operacionais embarcados, estamos falando dos sistemas dos
computadores de mão (smartphones, tablets, etc.). Os sistemas operacionais
embarcados são executados diretamente nos dispositivos e já vêm instalados de
fábrica nos mesmos, não permitindo a trocapor outro sistema operacional,
características de tais sistemas. Como diferença para os demais sistemas
operacionais, apresentam restrições de tamanho, memória e consumo de energia, o
que os fazem especiais.
Neste mercado, podemos citar como principais sistemas operacionais
embarcados, os seguintes: Android, iOS, Windows Phone, entre outros.
Para utilização de aplicativos diversos nestes sistemas, faz-se necessário
realizar o download dos aplicativos que o usuário deseja no repositório oficial de cada
sistema operacional em particular.
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15 VÍRUS ELETRÔNICO DE COMPUTADOR
Fonte: medium.com
Um vírus eletrônico é um programa ou fragmento de programa que se instala
no computador, sem que o usuário perceba. Em geral, atuam apagando o conteúdo
dos discos, misturando Arquivos e enviando e-mails para os contatos do usuário.
As formas de "contágio" mais comum são a execução de programas piratas,
principalmente jogos, e a abertura de Arquivos anexados ao e-mail.
Para detectar e eliminar os vírus utilizamos um software chamado Antivírus
(Norton, AVG, McAffee, Panda, Avira, etc.). Para evitar os vírus e manter a máquina
protegida, mantenha o antivírus atualizado.
Não utilizar programas piratas (que são ilegais);
Sempre que for instalar um programa novo, pesquisar antes a existência
de vírus para poder removê-lo, se for o caso;
Faça sempre cópias de segurança (backup) de seus Arquivos para ter
como recuperá-los em caso de ataque de vírus ou de danos ao disco;
Controlar o sistema quanto ao uso por pessoas estranhas ou não
autorizadas;
Sempre verificar o sistema logo após terem sido efetuadas
apresentações de novos softwares, ou após uma intervenção de alguma
assistência técnica;
Muito cuidado ao abrir Arquivos anexos aos e-mails. Quando o
remetente for desconhecido, evitar abrir o e-mail.
42
16 A EVOLUÇÃO DO WINDOWS
O Windows 10 foi lançado para os consumidores em 29 de julho de 2015. Isso
significa que, recentemente, ele completou cinco anos no mercado. O sistema
operacional marcou uma nova era para a Microsoft. Isso porque o Windows se tornou
um serviço, onde não era necessário trabalhar para um substituto.
A Microsoft investiu em atualizações constantes, adicionando novidades e
fazendo mudanças, situações que antes aconteciam através de uma nova versão do
sistema operacional.
Muito do design foi aprimorado, suporte para línguas foram adicionadas,
assistência a outros sistemas operacionais - mobile e Linux -, mudanças no Microsoft
Edge, foram feitas ao longo desses cinco anos, e é claro, correções de bugs na
medida que eles vão surgindo.
16.1 Windows 10. Versão 1507
A versão Windows 10 1507 é a chamada de "original". Ela foi lançada em 2015,
depois de meses em testes, na versão Beta. Ela trouxe grande parte do design geral
do sistema operacional, que é reproduzido até hoje.
Apesar do design geral ser mantido, praticamente tudo foi alterado. Nas
primeiras versões haviam atalhos para baixar aplicativos, como o Get Office
e o Get Skype. Eles apenas direcionavam o usuário para instalar essas
funções. Como sua utilidade não era muito grande, eles foram removidos.
(PEDROSO, 2020, p. 3).
Nessa época havia a preocupação que os smartphones fossem substituir os
PCs. Portanto, não havia nem a menção de uma integração do Windows com
dispositivos móveis.
Um dos principais recursos apresentados com o Windows 10, original foi o
navegador Edge. Ele prometeu trazer aprimoramentos importantes, em relação ao
Internet Explorer, que praticamente não era utilizado. Ele trouxe uma série de recursos
que inexistia na versão anterior, como escrever em páginas da Web.
O Windows original apresentou o navegador Edge, a assistente virtual Cortana
e trouxe um design totalmente novo
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Outra grande novidade apresentada foi a Cortana. A assistente virtual,
comandada por voz, foi apresentada logo na primeira versão do Windows 10. Desde
então ela passou por muitas modificações, mas a versão 1507 marca a sua estreia.
O Windows 10 também eliminou uma função que era bastante utilizada no
Windows 8: o espaço reservado para o OneDrive. O substituto para essa função
removida chegou apenas em 2017.
Essa versão também marcou a integração com todos os sistemas da Microsoft.
Isso inclui, principalmente, o Xbox, mas além dele também há o HoloLens e outros.
Os aplicativos começaram a ser disponibilizados pela Microsoft Store, que rodariam
independente do dispositivo da gigante de softwares.
O Windows 10 original teve a sua primeira atualização quatro meses depois do
seu lançamento. O update foi a versão 1511, e foi chamada apenas de "atualização
de novembro."
16.2 Windows 10 Versão 1511
A primeira atualização não trouxe grandes mudanças visuais. Ela foi
justamente, um update menor, trazendo pequenas correções e aprimoramentos. A
equipe da Microsoft gostaria que essa fosse a versão original, lançada neste período.
Apesar do desejo, os apoiadores forçaram para que o lançamento ocorresse logo.
Essa foi a versão lançada para os dispositivos Xbox One e Windows 10 Mobile.
O app Get Skype foi desativado e foi substituído por três aplicativos que deveriam
integrar o Skype ao sistema operacional. Possivelmente era esse o desejo inicial, mas
pela falta de tempo uma alternativa precisou ser pensada. Novas línguas também
começaram a ser suportadas.
16.3 Windows 10. Versão 1607
A versão de aniversário do Windows 10, como ficou conhecida, foi a 1607.
Ela foi lançada depois de um ano que o sistema operacional estava ativo, o
que significa que foi em 2016. Diferente do update anterior, ela trouxe muitas
modificações e aprimoramentos para o sistema. A versão 1607 foi chamada
de atualização de aniversário. (PEDROSO, 2020, p. 5).
44
Os três aplicativos do Skype, mencionados anteriormente, foram substituídos
pelo Skype Preview, que foi também a primeira tentativa de um aplicativo Skype UWP.
O app Messaging foi testado na versão Beta, chamado Messaging Everywhere.
Basicamente, ele permitia que os usuários enviassem SMS de seu computador,
roteado pelo smartphone. O recurso foi eliminado e adicionado no Skype UWP, que
também recebeu versão para mobile.
A versão 1607 introduziu o tão querido modo escuro. Ele já estava sendo
popularizado em apps de smartphones e em alguns sites e redes sociais. O Windows
Ink também recebeu a primeira versão nesse update. Isso tornou possível desenhar
rotas no Maps, escrever imagens em Fotos, anotações manuscritas no OneNote,
entre outras funções. Tudo isso era feito com um click no ícone do Ink.
Foi nessa versão que o menu iniciar, como temos hoje, foi adicionado. Ele era
um pouco controverso para a época, mas depois de alguns ajustes ficou como
conhecemos nas últimas atualizações. Ele padronizou a visualização "Todos os
aplicativos" e melhorou muito a interface do usuário do modo Tablet.
16.4 Windows 10. Versão 1703
A próxima atualização, chamada de 1703, mudou muito a interface gráfica. As
cores ficaram mais escuras, as letras mais fáceis de visualizar e o design ficou mais
moderno. Ela também integrou a Cortana de forma semelhante como temos hoje. A
versão 1703 introduziu a barra de jogos do Xbox às configurações
A atualização também trouxe a barra de jogos do Xbox às configurações. O
aplicativo Get Office foi atualizado para a versão 2.0, ganhando novas funcionalidades
e tornando mais útil.
O Paint 3D apareceu pela primeira vez na atualização de aniversário. A
promessa era oferecer funções mais completas com o app, removendo o
Paint original do sistema. A Microsoft dizia que a opção original já era
obsoleta. (PEDROSO, 2020, p. 6).
Com a reação dos usuários, a empresa decidiu mudar de ideia e informou que
ele estaria disponível na loja para quem quisesse ter acesso. Isso ainda não agradou
os usuários, que queriam manter a opção. Ainda hoje temos o Paint3D e o Paint no
Windows.
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16.5 Windows 10. Versão 1709
A "Atualização dos desenvolvedores", como ficou conhecida, foi mais um
esforço da Microsoft em integrar os criadores de conteúdo, principalmente com os de
realidade mista. Com o lançamento do HoloLens a empresa queria trazer essa
realidade para o seu Sistema Operacional. A atualização dos desenvolvedores
procurou integrar os criadores de conteúdo ao Windows 10
Para competir com opções desenvolvidas para criação de conteúdo, como
iMovie da Apple e outros sistemas terceiros, a empresa lançou o Story Remix, já que
o Windows Movie Maker já havia deixado de existir há muito tempo de forma oficial.
Caso você nunca tenha visto essa função, muito provavelmente o sucesso dela já foi
explicado. Posteriormente ela foi adicionada ao Fotos, devido a baixa popularidade
obtida.
A Microsoft cumpriu uma promessa com essa versão, lançando o OneDrive
Files On-Demand. Esse modelo foi a substituição da funcionalidade de espaços
reservados, que estava presente no Windows 8.1. Essa é a funcionalidade padrão que
temos até hoje.
16.6 Windows 10. Versão 1809
Apesar de não ser oficialmente chamada, essa poderia ser "a versão do
desastre", ou 1809. Foi nessa atualização que muitos usuários tiveram seus
arquivos excluídos misteriosamente, por alguma falha da programação. A
versão 1809 ficou mais conhecida pelas falhas no sistema, que excluiu
arquivos dos usuários e trouxe muitos problemas. (PEDROSO, 2020, p. 7).
Essa versão precisou de uma segunda atualização, para que os erros e falhas
fossem corrigidos. O sistema operacional prejudicou o trabalho de muitos usuários e
marcou uma fase de atualizações pouco testadas, que traziam inúmeras falhas e
problemas com as máquinas.
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16.7 Windows 10. Versão 1903
Os updates ficaram cada vez mais frequentes e, obrigatórios. A Microsoft
estava recebendo uma grande carga de reclamações, referentes as versões lançadas.
Foi na versão 1903 que as atualizações passaram a não ser mais obrigatórias.
Esse foi um grande marco para o Sistema Operacional, que tinha como base o
frequente avanço. Muitos usuários escolheram selecionar essa ação e parar de
atualizar suas máquinas frequentemente, com medo de possíveis falhas, como
aconteceu na versão 1809.
16.8 Windows 10. Versão 2004
Chegou então, a versão 2004. Essa é a mais atual, que está rodando na maioria
dos PCs Windows 10 atualmente. Maioria porque as atualizações já não são mais
obrigatórias e os usuários podem escolher permanecer na versão que estão.
Como opção mais recente, ela é o que temos. O Microsoft Edge trouxe
inúmeras novidades, usando a base que se equipara o Google Chrome, sendo um
grande concorrente, inclusive.
Essa versão tornou a barra de jogos do Xbox uma ferramenta completa para
jogar, com total integração. Os games de Xbox são automaticamente
disponibilizados para PC, o que também foi uma adição importante para o
ramo de games da empresa. A Xbox Store também apresenta sua loja própria
para widgets de terceiros. (PEDROSO, 2020, p. 8).
O botão Windows Update permanece nas configurações, mas indicando que
há novidades e não obrigando o usuário a fazê-las. Várias modificações nessa aba
também foram adicionadas, principalmente em relação a assistente Cortana.
Há quem goste e diga que essa é a melhor versão apresentada pela Microsoft,
como há também quem desconfie das atualizações e tema ter trabalhos danificados.
O fato de usarmos a nuvem para armazenar arquivos também modificou o modo como
o Windows é construído, principalmente em relação ao OneDrive.
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16.9 Futuro do Windows 10
A Microsoft promete continuar aprimorando e trazendo novidades para o
Windows 10. A próxima atualização já tem, inclusive, um nome confirmado. Ela será
a versão 20H2. Os nomes dos updates vão passar a ser marcados com o H1 e H2
para indicar o número da versão.
A próxima atualização já deve aprimorar alguns recursos. O principal é o Edge,
que irá ser atualizado junto com o sistema operacional e não mais de forma separada.
O menu iniciar também deve passar por refinamentos, assim como outras correções
gerais.
A Microsoft ainda deve anunciar no futuro o Windows 10X, também chamado
de Windows Iron, ou 21H1. Ele vai modificar completamente a interface do usuário,
repensando bases, como o menu iniciar, por completo. É esperado que as novidades
sejam apresentadas até o final de 2020.
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