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2 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................ 4 
2 INTRODUÇÃO À INTERNET ...................................................................... 5 
3 A ORIGEM DA INTERNET ......................................................................... 5 
3.1 História da Internet no Brasil ................................................................ 6 
4 TIPOS DE CONEXÕES .............................................................................. 8 
4.1 Conexão Dial-Up .................................................................................. 8 
4.2 Conexão ADSL ..................................................................................... 8 
4.3 Conexão via Rádio ............................................................................... 9 
4.4 Conexão via Satélite........................................................................... 10 
4.5 Conexão 3G ....................................................................................... 10 
4.6 Conexão Wi-Fi Wi-Fi .......................................................................... 11 
4.7 Conexão Fibra óptica ......................................................................... 12 
4.8 Conexão a cabo ................................................................................. 13 
5 NAVEGADORES DE INTERNET: CONCEITOS BÁSICOS ..................... 14 
6 O GOOGLE ............................................................................................... 18 
10 HARDWARE. OS COMPONENTES ESSENCIAIS DE UM COMPUTADOR
 24 
10.1 Placa mãe .......................................................................................... 25 
10.2 Memória principal (RAM) .................................................................... 26 
10.3 Dispositivos de Entrada ...................................................................... 27 
10.4 Dispositivos de saída.......................................................................... 28 
10.5 Unidades de Armazenamento ............................................................ 29 
11 SOFTWARE .............................................................................................. 30 
12 TECNOLOGIA MÓVEL (IPHONE / IPED / IPOD / SMARTPHONE / PALM / 
NETBOOK) ................................................................................................................ 31 
13 NOTEBOOK E NETBOOK ........................................................................ 32 
 
3 
13.1 SmartPhone ....................................................................................... 33 
13.2 Computadores de mão ....................................................................... 33 
13.3 Tablet ................................................................................................. 33 
13.4 Unidades de medidas ......................................................................... 34 
14 SISTEMA OPERACIONAL ....................................................................... 35 
14.1 Tipos de sistemas operacionais ......................................................... 35 
14.2 Sistemas monoprogramáveis/monotarefa .......................................... 36 
14.3 Sistemas multiprogramáveis/multitarefa ............................................. 36 
14.4 Sistemas batch ................................................................................... 37 
14.5 Sistemas de tempo compartilhado ..................................................... 37 
14.6 Sistemas de tempo real ...................................................................... 37 
14.7 Sistemas com múltiplos processadores ............................................. 38 
14.8 Sistemas operacionais usuais ............................................................ 39 
14.9 Sistemas operacionais de computadores pessoais ............................ 39 
14.10 Sistemas operacionais de servidores ................................................. 39 
14.11 Sistemas operacionais embarcados ................................................... 40 
15 VÍRUS ELETRÔNICO DE COMPUTADOR .............................................. 41 
16 A EVOLUÇÃO DO WINDOWS ................................................................. 42 
17 MICROSOFT WINDOWS 7 ......................... Erro! Indicador não definido. 
18 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................... 48 
 
 
 
 
 
 
4 
1 INTRODUÇÃO 
Prezado aluno! 
O Grupo Educacional FAVENI, esclarece que o material virtual é semelhante 
ao da sala de aula presencial. Em uma sala de aula, é raro – quase improvável - 
um aluno se levantar, interromper a exposição, dirigir-se ao professor e fazer uma 
pergunta , para que seja esclarecida uma dúvida sobre o tema tratado. O comum 
é que esse aluno faça a pergunta em voz alta para todos ouvirem e todos ouvirão a 
resposta. No espaço virtual, é a mesma coisa. Não hesite em perguntar, as perguntas 
poderão ser direcionadas ao protocolo de atendimento que serão respondidas em 
tempo hábil. 
Os cursos à distância exigem do aluno tempo e organização. No caso da nossa 
disciplina é preciso ter um horário destinado à leitura do texto base e à execução das 
avaliações propostas. A vantagem é que poderá reservar o dia da semana e a hora que 
lhe convier para isso. 
A organização é o quesito indispensável, porque há uma sequência a ser 
seguida e prazos definidos para as atividades. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
2 INTRODUÇÃO À INTERNET 
De acordo com MANCILLA (2014), a Internet é o maior conglomerado de redes 
de comunicações em escala mundial, onde vários computadores, dispositivos como 
celulares, carros, televisões, etc. estão conectados em uma rede mundial. Assim 
como os seres humanos precisam de uma mesma linguagem para poder se 
comunicar, os computadores também usam um protocolo de comunicação chamado 
TCP/IP, este protocolo permite o acesso às informações e todo tipo de transferência 
de dados. De acordo com a Internet World Stats, 1,96 bilhão de pessoas tinham 
acesso à Internet em junho de 2010, o que representa 28,7% da população mundial. 
3 A ORIGEM DA INTERNET 
 
Fonte: webinsider.com.br 
A origem da rede mundial de comunicação, ocorreu na área militar. A primeira 
rede de grande extensão baseada em TCP/IP entrou em operação em 1 de janeiro de 
1983, porém ainda não tinha um uso comercial. Foi só no ano de 1988 quando iniciou 
a abertura da rede para interesses comerciais. 
O Conselho Federal de Redes dos Estados Unidos aprovou a interconexão, 
outros serviços comerciais de correio eletrônico foram logo conectados, 
incluindo a OnTyme, a Telemail e a Compuserve. Naquele mesmo ano, três 
provedores comerciais de serviços de Internet (ISP) foram criados: a Uunet, 
a PSINet e a Cerfnet. (MANCILLA, 2014, p.13). 
 
6 
Várias outras redes comerciais e educacionais foram interconectadas, tais 
como a Telenet, a Tymnet e a JANET, contribuindo para o crescimento da Internet. A 
Telenet (renomeada mais tarde para Sprintnet) foi uma grande rede privada de 
computadores com livre acesso dial-up de cidades dos Estados Unidos que estava 
em operação desde a década de 1970. Esta rede se tornou cada vez mais popular. A 
habilidade dos protocolos TCP/IP de trabalhar em redes de comunicação que já 
existiam permitiu a grande facilidade do seu crescimento, embora o rápido 
crescimento da Internet se deva primariamente à disponibilidade de rotas comerciais 
de empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e a Juniper, e à disponibilidade 
de equipamentos comerciais Ethernet para redes de áreas local, além da grande 
implementação dos protocolos TCP/IP no sistema operacional UNIX. 
Depois, as universidades, colégios e empresas foram utilizando a Internet, 
ampliando os horizontes e acabando a Internet por converter-se no fenômeno 
que é hoje. A popularizaçãoda rede veio somente no início dos anos 90, isso 
nos Estados Unidos. No Brasil tornou-se mais popular com o barateamento 
dos “modems” por volta de 1995. Durante todo esse tempo. (MANCILLA, 
2014, p.13). 
A rede tem experimentado um crescimento exponencial e espetacular, e hoje 
em dia, é acessível em muitos lugares do planeta, inclusive há muitos lugares onde é 
de graça, como por exemplo, restaurantes, cafés, aeroportos e como exemplo destas 
iniciativas existe um projeto na cidade de Jales, município na região de Rio Preto, 
contemplado para oferecer internet gratuita para a população. 
O que em um começo só permitia aos cientistas trocar dados, acabou por se 
tornar uma complexa Web (World Wide Web) como hoje a conhecemos. O 
responsável pela invenção chama-se Tim Berners-Lee, que construiu o seu primeiro 
computador na Universidade de Oxford, onde se formou em 1976. Quatro anos 
depois, tornava-se consultor de engenharia de software no CERN e escrevia o seu 
primeiro programa para armazenamento de informação – chamava-se Enquire e, 
embora nunca tenha sido publicada, foi a base para o desenvolvimento da Web. 
3.1 História da Internet no Brasil 
A internet no Brasil se desenvolveu junto ao meio acadêmico e científico, e no 
seu início, o acesso era restrito a professores e funcionários de universidades e 
instituições de pesquisa. Somente no ano de 1995 a internet deixou de ser um 
 
7 
privilégio das universidades para se tornar de acesso público. Desde então o número 
de provedores que oferecem o serviço e número de usuários que usam a internet 
aumentam a cada ano. 
No ano de 1987, foi realizada uma reunião na Universidade de São Paulo, na 
qual estavam presentes representantes do governo e da Embratel, com o 
objetivo de criar uma rede que pudesse intercomunicar a comunidade 
acadêmica e científica no Brasil com a dos outros países com a finalidade de 
trocar informações. (MANCILLA, 2014, p.14). 
Em 1989, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) se conectou à 
Bitnet através de uma universidade americana, tornando-se a terceira instituição a ter 
acesso a essa tecnologia. Nesse ano, foi criada, com o apoio do Conselho Nacional 
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) a Rede Nacional de Pesquisa 
(RNP), que durante a década de 1990 foi a responsável por fornecer acesso à internet 
a aproximadamente 600 instituições, ou seja, por volta de 65 mil usuários. 
 No ano de 1991, o acesso à rede de informações, já denominada internet, já 
era usada também por órgãos do governo e instituições educacionais de pesquisa. 
Nessa época a internet era usada para fazer transferência de arquivos, debates e 
acesso a bases de dados nacionais e internacionais. Em 1992, ocorreu a implantação 
de uma rede que cobria grande parte do país. Inicialmente interligava onze estados, 
uma rede de equipamentos e linhas de comunicação que compunham o que se pode 
chamar de central da RNP. Nos anos seguintes seguiu o processo de divulgação dos 
benefícios da internet entre os estudantes e empresas privadas. Em 1994, alunos da 
USP criaram inúmeras páginas na Web, e estima-se que mais da metade existentes 
no país haviam sido elaborados pelos mesmos. 
Só em 1995, foi realizada a primeira transmissão a longa distância entre os 
estados, feita por São Paulo e Rio Grande do Sul, e finalmente neste mesmo 
ano foi liberada a operação comercial no Brasil, mas ainda assim sem 
alcançar grande desenvolvimento. (MANCILLA, 2014, p.14). 
No mesmo ano, foi criado o Comitê Gestor da Internet no Brasil, com a 
atribuição de coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, 
promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. 
 
8 
4 TIPOS DE CONEXÕES 
Para acessar a internet, precisamos conectar nossos computadores a ela de 
alguma forma. Para tanto, temos vários tipos de conexões, sendo que cada um 
deles segue alguma regra e possui velocidades diferentes. 
4.1 Conexão Dial-Up 
É um tipo de conexão onde se utiliza um modem convencional (Fax Modem) e 
uma linha telefônica para se conectar a uma rede de computadores. O usuário utiliza 
um discador configurado com um provedor de acesso à internet e quando ele realiza 
a conexão, a linha de telefone fica ocupada, impedindo que se faça ou se receba 
ligações. É importante salientar que o uso desse tipo de conexão equivale ao custo 
de uma ligação local, como se você estivesse utilizando o telefone. Este método de 
conexão é lento (possui a velocidade de 56 kbps) e, muito embora tenha sido muito 
utilizado no passado, atualmente são poucos usuários que ainda o utilizam. 
 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 6 
4.2 Conexão ADSL 
É o padrão de conexão mais utilizado atualmente, pois ele permite a 
transmissão de dados digitais a uma alta velocidade, porém ainda utiliza a linha 
telefônica. A diferença é que o sinal ADSL trabalha em paralelo ao sinal de voz da sua 
linha telefônica, possibilitando, assim, que você se conecte à internet e possa utilizar 
 
9 
o telefone ao mesmo tempo. A ADSL é mais rápida do que a conexão Dial-Up, mas 
também necessita de um provedor de acesso. 
Segundo o Sistema Internacional de Unidades, o megabyte (MB) é uma 
unidade de medida de informação que equivale a 1.000.000 bytes. Exemplos 
de atividade que consomem 1 mega de velocidade: um vídeo com três 
segundos em qualidade para DVD; 100 páginas de texto (fonte e 
espaçamento únicos) etc. (SILVA JUNIOR, 2016, p. 6). 
 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 6 
4.3 Conexão via Rádio 
Utiliza um sinal de rádio para distribuir a internet para seus usuários através de 
antenas de rádio. A vantagem deste tipo de conexão é que não necessita de cabos e 
a desvantagem é que sofre muita interferência. Possui velocidade superior à discada. 
 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 7 
 
10 
4.4 Conexão via Satélite 
Muito parecida com a internet a rádio, com as mesmas vantagens e 
desvantagens. Porém, possui a flexibilidade de poder acessar a internet de qualquer 
local do país com o inconveniente de ter um alto custo para o usuário. Existem antenas 
fixas e móveis para recepção de sinal via satélite. 
 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 8 
4.5 Conexão 3G 
Permite conexão com a internet sem a utilização de fios, tendo como base a 
rede para telefones celulares. Esta é a terceira geração da tecnologia e se assemelha 
muito à internet a rádio. 
É uma internet com uma velocidade razoável, por isso já se está 
implementando uma nova geração desta tecnologia: a internet com conexão 
4G. Com este tipo de internet você utiliza um Web Modem que é conectado 
à entrada USB do seu computador. (SILVA JUNIOR, 2016, p. 8). 
 
 
11 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 8 
4.6 Conexão Wi-Fi 
 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 8 
 
 
É uma marca registrada da Wi-Fi Alliance, (A pronúncia em português: waifai) 
que é utilizada por produtos certificados que pertencem à classe de dispositivos de 
rede local sem fios (WLAN) baseados no padrão IEEE 802.11. Por causa do 
relacionamento íntimo com seu padrão de mesmo nome, o termo Wi-Fi é usado 
frequentemente como sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11. O nome, para muitos, 
sugere que se deriva de uma abreviação de Wireless Fidelity, ou Fidelidade sem fio, 
mas não passa de uma brincadeira com o termo Hi-Fi, designado a qualificar 
aparelhos de som com áudio mais confiável, que é usado desde a década de 1950. 
O padrão Wi-Fi opera em faixas de frequências que não necessitam de 
licença para instalação e/ou operação. Este fato as torna atrativas. No 
entanto, para uso comercial no Brasil é necessária licença da Agência 
Nacional de Telecomunicações (Anatel). (SILVA JUNIOR, 2016, p. 8). 
 
Para se ter acesso à Internet através de rede Wi-Fi deve-se estar no raio de 
ação ou área de abrangência de um ponto de acesso (normalmente conhecido por 
hotspot) ou local público onde opere rede sem fios e usar dispositivo móvel, como 
 
12 
computador portátil, Tablet PC ou telefonecelular com capacidade de comunicação 
sem fio, deixando o usuário do Wi-Fi bem à vontade em usá-lo em lugares de "não 
acesso" à Internet, como aeroportos. 
Hotspot Wi-Fi existe para estabelecer ponto de acesso para conexão à 
internet. O ponto de acesso transmite o sinal sem fios numa pequena 
distância, geralmente de até 100 metros, mas se a rede for do padrão IEEE 
802.11n a distância pode chegar até 300 metros. Quando um periférico que 
permite "Wi-Fi", como um Pocket PC, encontra um hotspot, o periférico pode 
na mesma hora conectar-se à rede sem fio. Muitos hotspots estão localizados 
em lugares que são acessíveis ao público, como aeroportos, cafés, hotéis e 
livrarias. Muitas casas e escritórios também têm redes "WiFi". Enquanto 
alguns hotspots são gratuitos, a maioria das redes públicas é suportada por 
Provedores de Serviços de Internet (Internet Service Provider - ISPs) que 
cobram uma taxa dos usuários para se conectarem. (SILVA JUNIOR, 2016, 
p. 9). 
Atualmente, praticamente todos os computadores portáteis vêm de fábrica com 
dispositivos para rede sem fio no padrão Wi-Fi (802.11b, a, g ou n). O que antes era 
acessório está se tornando item obrigatório, principalmente devido ao fato da redução 
do custo de fabricação. 
4.7 Conexão Fibra óptica 
 
Fonte: radiocaxias.com.br 
Uma grande vantagem da fibra óptica é a sua imunidade a interferências, o que 
possibilita fornecer uma internet veloz e sem erros de sinal para o usuário. Para 
garantir maior velocidade, essa tecnologia não envia informações do mesmo modo 
que os cabos convencionais. 
https://blog.intnet.com.br/afinal-como-funciona-a-internet-de-fibra-optica-e-porque-optar-por-ela/
 
13 
Atualmente, os dois tipos de fibras ópticas existentes são o monomodo e o 
multimodo. O primeiro é usado para comunicações de longo alcance e é 
capaz de atender apenas um sinal por vez, ou seja, uma única fonte de luz. 
Já o segundo tipo, o multimodo, é indicado para transmissões de curtas 
distâncias e assegura a emissão de diversos sinais ao mesmo tempo. Por 
apresentar menor custo, costuma ser utilizado por usuários domésticos. 
(SILVA JUNIOR, 2016, p. 8). 
 
Enquanto as redes UTP, que são bastante comuns, conseguem alcançar 
velocidades máximas de até 100 Mbps, as conexões de fibra óptica podem chegar a 
velocidades de até 50 Gbps. Dessa forma, é possível entregar mais desempenho para 
os usuários domésticos ou empresas. Esse aumento é interessante para quem gosta 
de jogar games online ou fazer downloads. 
4.8 Conexão a cabo 
Este tipo de conexão vem acompanhado de uma TV por assinatura. Possui 
uma velocidade superior à discada e se equivale à internet ADSL. Não é muito 
empregada, mas ainda assim tem um bom mercado e pessoas que a utilizam. 
 
 
SILVA JUNIOR, 2016, p. 7 
 
A internet a cabo trabalha de modo semelhante ao sistema ADSL, com algumas 
diferenças básicas. Primeiramente, nesse modelo de conexão não existe assimetria 
no envio e recebimento de dados (as velocidades de download e upload são iguais). 
Além do mais, a estrutura usada não é a telefônica, mas a do cabeamento de 
televisão. 
A internet a cabo e a ADSL são tipos de internet bem comuns para os 
usuários domésticos. Contudo, com a expansão de serviços de fibra óptica, 
esses sistemas estão deixando de ser uma escolha vantajosa, já que a fibra 
é muito superior e apresenta um excelente custo-benefício. (SILVA JUNIOR, 
2016, p. 8). 
https://blog.intnet.com.br/5-motivos-para-contratar-fibra-optica-para-sua-empresa/
https://blog.intnet.com.br/velocidade-de-download-e-velocidade-de-upload-quais-as-diferencas/
 
14 
Sobre as vantagens desse modelo podemos falar que ele 
apresenta velocidade interessante para downloads, uma vez que a boa velocidade do 
upload facilita a obtenção de Ids altas. Além disso, não é preciso ter uma linha 
telefônica instalada. 
Porém, é preciso ter cabeamento de televisão e modem específico e a 
velocidade da conexão também pode sofrer grandes reduções em determinados 
horários. 
5 NAVEGADORES DE INTERNET: CONCEITOS BÁSICOS 
 
Fonte digitalside.com.br 
Browse, em inglês, é um verbo que pode significar procurar, ou folhear (no 
sentido de folhear uma revista, um caderno). Com o advento da Internet, surgiram os 
Web Browsers. No Brasil, e mundo afora, associou-se à Internet o verbo “navegar”. 
Os navegadores webs os softwares que permitem a visitação e exibição de 
sites (sítios) espalhados em outros computadores pelo mundo, ou seja, na Internet. 
Para realizar esse acesso, deve-se saber (ou pesquisar) o endereço 
eletrônico do local a ser visitado. Esse endereço, conhecido de forma textual, 
é o chamado URL – Uniform Resource Locator, também chamado de 
endereço URL é comum (embora não mais obrigatório) que tais endereços 
se iniciem com www. (DALTON, 2018, p.8) 
https://blog.intnet.com.br/veja-9-dicas-para-aumentar-a-velocidade-da-sua-conexao/
 
15 
O conteúdo padrão exibido pelos navegadores é o HTML (Hyper Text Markup 
Language), mas, atualmente, diversos recursos adicionais também são aceitos, como 
·áudio, vídeo, arquivos XML, dentre outros. 
Existem vários navegadores de Internet no mercado. Dentre os mais populares, 
encontram-se o Microsoft Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple 
Safari, Opera e o Konqueror. E eles apresentam estruturas bem semelhantes. 
Barra de Menus: A barra de menus é a barra clássica que exibe botões como 
Arquivo, Exibir, Editar. Existe uma “tendência de mercado” a ocultar (ou mesmo 
eliminar) essa barra nos navegadores, somente exibindo-a novamente por 
intervenção do próprio usuário. 
Os navegadores disponibilizam, todos, uma barra de navegação, também 
chamada de barra de endereços, para exibição do endereço URL do site que est· 
sendo exibido na ·área de visualização do site. 
Atualmente, esta barra também acumula a função de busca. Ou seja, no é mais 
preciso acessar o seu site preferido de buscas (normalmente o Google) para realizar 
uma pesquisa. Ela pode ser feita diretamente na barra de endereços. 
Antes de cada endereço web, os navegadores exibem o protocolo de 
transferência daquele conteúdo. O mais comum é o HTTP, HyperText 
Transfer Protocol. O HTTPS, Hyper Text Transfer Protocol Secure, é uma 
variação do HTTP que insere criptografia na comunicação, tornando-a mais 
segura. Existem outros, como o FTP, File Transfer Protocol, orientado a 
transferência de arquivos. (DALTON, 2018, p.8). 
Barra de Comandos: É uma outra barra, auxiliar, que traz comandos mais 
utilizados. Também possui exibição facultativa. 
Barra de status: Esta barra, localizada na parte inferior do navegador, exibe 
informais auxiliares. Sua aplicação mais útil é exibir o endereço de um link quando se 
coloca o ponteiro do mouse sobre um. 
Navegação em abas: Há alguns anos, para visualizar mais de um site ao 
mesmo tempo, era preciso abrir outra instância do navegador (navegação em 
múltiplas janelas), executando o mesmo aplicativo mais de uma vez. Isso consumia 
recursos desnecessários do computador. 
Atualmente, é possível abrir múltiplas páginas web em uma única instância de 
navegador, a chamada navegação em múltiplas abas. Criação do Google Chrome, e 
obrigou a concorrência a copiar. 
 
16 
Favoritos e Barra de Favoritos: Os usuários web possuem predileção (ou 
necessidade) de acessar alguns sites com mais frequência. Como aquele portal de 
notícias, ou mesmo o site de banco. Pensando nisso, os navegadores oferecem ao 
usuário uma forma de armazenar esses sites, oferecendo uma maneira simples 
(normalmente por meio da Barra de Favoritos) para que o usuário retorne a esse site, 
sem precisar digitar novamente o endereço. 
Quando programado pelo usuário, a Barra de Favoritos é exibida pelo 
navegador imediatamente abaixo da Barra de Endereços. O símbolo adotado pelos 
navegadores aos Favoritos é a estrela. 
Página Inicial: É possível, quando da abertura de um navegador, que uma ou 
várias páginas web sejam abertasautomaticamente. Esse recurso é chamado de 
página inicial de um navegador. 
As páginas iniciais são recursos totalmente independentes dos Favoritos. Não 
existe obrigação, por exemplo, de colocar a página inicial na lista dos favoritos, ou 
obrigar um dos favoritos a ser página inicial. Os navegadores ilustram o comando 
Página Inicial por meio de uma casa. Alt + Home é o comando de atalho para que a 
página, ou páginas iniciais sejam exibidas. 
Cookies: Cookies são informais que os sites web armazenam em um arquivo 
de texto criado no computador do usuário final. Eles armazenam preferências, 
informais de estado (como um item no carrinho de compras), ou registros de 
navegação do usuário. O objetivo desses sites, ao utilizar os cookies, é otimizar a 
experiência de navegação de seus usuários/clientes. 
Pop-ups: Pop-ups são janelas, normalmente menores, que abrem no 
navegador quando as páginas abertas possuem tal recurso. Normalmente, possuem 
informações extra ou propaganda. 
O pop-up tem sido sistematicamente inibido pelos navegadores, que adotam 
políticas que proíbem a exibição dos mesmos, a não ser que o usuário interfira 
autorizando. 
Plug-ins: Plug-ins são programas, normalmente não fabricados pelo mesmo 
fabricante do navegador, que ajudam a processar tipos especiais de conteúdo da 
Web, como arquivos Flash ou Windows Media. 
Os plug-ins mais comuns são: 
• Plug-in do Adobe Flash Player – exibir conteúdo flash 
• Plug-in do Adobe PDF – ler arquivos PDF 
• Plug-in do Adobe Shockwave – conte˙do shockwave (jogos e vídeos) 
 
17 
• Plug-in do DivX Plus Web Player – ver formatos de vídeo ( .avi,. Mkv,. divx) 
• Plug-in do Java – exibir conte˙do Java 
• Plug-in do Microsoft Silverlight – outros tipos de mídia e aplicativos 
interativos 
 • Plug-in do Windows Media Player – player da Microsoft de mídia 
• Plug-in QuickTime – player da Apple de mídia 
• Plug-in do RealPlayer – player de mídia da RealNetWorks. (DALTON, 2018, 
p.10) 
Zoom da página: É possível ao usuário aumentar ou diminuir a página que 
está sendo exibida no navegador. As teclas funcionam como 
aumento e diminuição do zoom, respectivamente, nos principais navegadores do 
mercado. 
Downloads: Érelativamente comum fazermos downloads de arquivos 
enquanto navegamos na Web. Pode ser um documento, uma apresentação, ou 
mesmo um programa a ser instalado na máquina. 
CTRL + J: È tecla de atalho que nos permite visualizar os downloads em 
andamento e os realizados em nosso navegador. 
Histórico: Por “default”, os navegadores Web armazenam o histórico de 
páginas visitadas. Cada navegador tambÈm permitir· que o usu·rio apague esse 
histÛrico quando desejar. 
CTRL + H: È tecla de atalho padrão para visualizar o histórico nos 
navegadores. 
Navegação Privativa: A navegação privativa é um recurso interessante a ser 
utilizado quando não se quer deixar rastros de atividade de navegação no 
computador. A navegação privativa ajuda a impedir que o histórico de 
navegação, os arquivos de Internet temporários, dados de formulários, 
cookies, nomes de usuários e senhas sejam retidos pelo navegador. Em 
termos práticos, a sua experiência de navegação permanece (quase) 
inalterada enquanto navega. (DALTON, 2018, p.12). 
Os cookies que os sites visitados instalam no computador continuarão a ser 
instalados, por exemplo. Porém, quando for fechado o navegador aberto desse 
modo, será como se nunca o tivesse utilizado, pois tudo é excluído. 
Naturalmente, a navegaçãoo privativa não esconderá o conteúdo navegado 
do seu provedor de Internet, nem dos roteadores cujo conteúdo ele trafegou, nem 
dos servidores que eventualmente filtrem conteúdo em empresas. (proxy/firewall). 
 
18 
 
DALTON, 2018, p.14. 
6 O GOOGLE 
 
Fonte: andredemattos.com.br 
Ao falarmos em desenvolvimento da Internet não podemos deixar de lado uma 
das maiores empresas na nossa época. A empresa Google começou como um projeto 
de pesquisa de faculdade, da Standford University, onde dois estudantes chamados 
Sergey Brin e Larry Page desenvolveram um algoritmo “segredo comercial” que fazia 
 
19 
com que uma pesquisa na internet devolvesse um resultado muito mais rápido dos já 
existentes e encontraram uma forma de obter um ranque, chamado de Pagerank em 
homenagem a Larry Page. Este ranque sabia quais eram os resultados mais 
importantes em uma pesquisa feita pela internet e dependendo da popularidade das 
palavras chaves (quantas vezes eram citadas em outros sites) é que o buscador trazia 
os resultados que mais interessavam a quem estava procurando informações. 
A missão da empresa Google se tornou muito ousada: organizar e tornar 
disponíveis todas as informações do mundo. Um objetivo de grande 
relevância para todas as áreas do conhecimento e para muitos negócios 
físicos ou para os que vieram atuar na internet. (MANCILLA, 2014, p.19). 
No começo foi só um buscador da internet que eles desenvolveram e vale 
lembrar que ainda quando estudantes universitários tentaram vender essa solução à 
um dos criadores do Yahoo, porém não aceitaram e encorajaram os jovens a criar 
algo mais robusto e eles acreditaram nisso e não mediram esforços para inovar. Hoje 
em dia a empresa Google não só um sinônimo de pesquisa na Internet, mas é também 
um sinônimo de inovação em muitas áreas do conhecimento pois financia projetos de 
tecnologia das mais diversas áreas. A Google financia e incentiva projetos inovadores 
que vão de meios para incentivar a sustentabilidade até financiamento de projetos no 
espaço tais como robôs que possam andar na lua. 
A Google hoje oferece diversos serviços que estão relacionados ao uso da 
Internet como Google Maps, Sistema Operacional Google Android, serviço de email 
“gmail”, serviço de armazenamento de documentos e arquivos na nuvem “google 
drive”, adquiriram o serviço de transmissão de vídeos “youtube” (uma das principais 
ferramentas usadas na internet) e etc. 
Estima-se que em 2007 o Google processou mais de 37 bilhões de buscas 
por mês, seguido por 8,5 bilhões processados pelo Yahoo! E 2,2 bilhões pela 
Microsoft. A maioria das pessoas procura informações na internet e, com 
frequência, o faz muitas vezes ao dia.” (LOWE, 2010, apud MANCILLA, 2014, 
p.19). 
O Google é semelhante ao que faz um bibliotecário de modo mais inteligente. 
Quando a gente digita uma palavra no google, o buscador traz uma resposta graças 
a uma busca de informações que estão armazenadas em milhares de computadores, 
esta busca é feita em bilhões de possibilidades e é retornada ao usuário em frações 
de segundo. 
 
20 
A empresa conseguiu dinamizar as informações da internet disponibilizando-as 
ao mundo inteiro e conseguiu tanta riqueza graças à publicidade que oferece aos seus 
clientes nas pesquisas que são feitas através da ferramenta de pesquisa. 
A Google se esforça para maximizar o poder da plataforma de todas as formas 
possíveis. Essa é uma das razões pelas quais a empresa mergulhou na tecnologia de 
telefonia celular. O computador pessoal foi a plataforma dominante para acessar a 
internet pelo mundo. No entanto, em muitos lugares, o acesso à internet através de 
telefone celular está ultrapassando o acesso através da tecnologia wireless do 
computador. Há uma extensa base de telefones celulares no mundo, e as redes 
wireless estão se expandindo diariamente. 
A Google é tida como possuidora da mais poderosa e mais extensa rede de 
computadores, tanto no que se refere ao equipamento físico quanto ao banco de 
dados. 
Se você imprimisse o índex, ele teria 112.000m de altura e, 2009. Nós temos 
toda essa computação”, disse Page. “ Temos em torno de 6 mil 
computadores, então, temos muitos recursos disponíveis. Temos espaço 
suficiente para armazenar cerca de 100 cópias de toda a Web. Então, você 
tem um tipo muito interessante de confluência de coisas diferentes: muita 
computação e muita informação que não costumava estar disponível. ” 
(LOWE, 2010, apud MANCILLA,2014, p.20). 
A Google deu a oportunidade a pequenas empresas de se exporem para 
pessoas no mundo inteiro, com um custo baixo. Antes os meios para fazer propaganda 
de um produto na televisão ou rádio teriam custo muito mais altos e não por tanto não 
poderiam ser viáveis para pequenas empresas e empreendedores, somente grandes 
empresas poderiam fazer esses investimentos. 
 A Google possui tantas informações que precisa se preocupar em como poder 
armazenar continuamente e para isso além de utilizar mais de 6 mil computadores 
(servidores) também possui servidores submarinos. 
 
21 
7 SOCIAL COMMERCE 
 
Fonte: geracaomidia.com.br 
As redes sociais têm ajudado as empresas a dinamizar o social commerce, este 
termo refere-se ao e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Essa 
denominação foi usada pelo Yahoo, no final de 2005, para descrever uma série de 
ferramentas para compras colaborativas e cotações de preços sobre produtos e 
serviços. Mas com o passar dos anos o conceito evoluiu para se referir também ao 
processo de compra que é estimulado pelas referências dadas por pessoas 
conhecidas e que fazem parte de redes de relacionamento, ou ainda por demais 
compradores que deixaram suas opiniões sobre produtos e serviços nos sites em que 
os adquiriram. 
É notório que as redes sociais como Twitter, Facebook, Instagram, etc. 
ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois as pessoas 
falam sobre seus interesses e entre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas 
interagem no sentido de esclarecer suas dúvidas e conhecer os questionamentos de 
outros usuários, e utilizam as opiniões de pessoas próximas ou não. Tal processo 
torna se cada vez mais importante antes de se fazer uma compra, que pode ser feita 
pela web, ou não, mas com certeza começam na web. 
Existem muitos benefícios que os internautas descobriram, como a economia 
de tempo, troca de ideias e experiências, assim como redução do risco de uma compra 
inadequada caso a empresa não tenha idoneidade. 
 
22 
Segundo pesquisa da Nielsen sobre quais formas de propaganda as pessoas 
mais confiam, 90% alegam “recomendação de amigos, 70% citam “opinião 
de outros consumidores online”, 69% dizem site da marca e também com 
69% notícias na imprensa, seguidos por patrocínios da marca, com 63% e 
propaganda na TV, com 61%” (TURCHI, 2010, apud MANCILLA, 2014, p.20). 
É fácil entender isso, porque, por exemplo, se uma pessoa deseja começar a 
praticar corrida, possivelmente procurará dicas com amigos que já são corredores e, 
portanto, poderão lhe indicar os melhores produtos, mais do que observar e confiar 
em propagandas de produtos. 
Estar presente não significa garantia de sucesso. As empresas devem zelar 
pela qualidade de informações que estão espalhando pela rede, pois caso um produto 
não tenha a mesma qualidade oferecida, rapidamente os internautas terão o poder de 
criar vídeos para falar sobre a boa ou neste caso má qualidade do produto e com isso 
a reputação se vê afetada. Por isso existem profissionais de marketing que devem ser 
contratados para realizar um trabalho de acordo com as expectativas de crescimento 
da empresa e que seja de acordo com o que o mercado está esperando. 
8 E-COMMERCE 
 
Fonte: aceleravix.com.br 
Existem vários termos relacionados ao e-commerce tais como B2C (Business 
to Consumer: refere-se ao segmento do e-commerce onde atuam empresas vendendo 
diretamente para os clientes, podemos citar como exemplo as lojas virtuais 
americanas.com; B2B (Business to Business) onde empresas vendem para 
 
23 
empresas. Como exemplos, temos as indústrias que vendem para os atacados; B2G 
(Business to Govern) onde portais se especializam em vender para o governo; B2I 
(Business to Institutions) estas abrangem atividades comerciais pela via eletrônica 
entre empresas e instituições, sejam educacionais, associações e etc; B2E (Business 
to Employee) modelo utilizado para empresas que vendem serviços ou produtos aos 
seus funcionários e CTC (Consumer to Consumer) onde o comércio acontece entre 
os consumidores, feito de forma direta, como exemplo temos o Mercado Livre, 
Bomnegocio.com. 
 No Brasil, o e-commerce tem tido um crescimento superior aos outros países 
do mundo, a cada ano se fortalece mais. Em 2011, o faturamento do e-commerce no 
país ficou em torno de R$ 20 bilhões, de acordo com a e-bit e a Camara-e.net, 
representando um aumento de 26% comparado com 2010. 
Em 2011, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na 
Internet aumentou consideravelmente, o que, somado às que já possuíam 
esse hábito, totalizou um contingente aproximado de 32 milhões de e-
consumidores (e-boxers), superando os 24 milhões registrados em 2010, 
segundo a e-bit. ” (TURCHI, 2010, MANCILLA, 2014, p.29). 
 
9 O COMPUTADOR 
 
Fonte: dreamstime.com 
 
24 
Diferentemente do que muitas pessoas imaginam, o computador não faz nada 
sozinho. Ele apenas processa uma série de informações inseridas pelo usuário para 
então fornecer os resultados. As informações inseridas e os resultados que 
recebemos precisam estar num formato que nós humanos conseguimos entender. 
Para facilitar essa comunicação entre homem e computador, foram criados os 
softwares ou programas de computador. Na realidade, tudo que fazemos com um 
computador é pela execução desses programas. 
Um sistema operacional é um programa que atua como intermediário entre o 
usuário e o hardware de um computador. O propósito de um sistema 
operacional é propiciar um ambiente no qual o usuário possa executar outros 
programas de forma conveniente, por esconder detalhes internos de 
funcionamento e eficiência, por procurar gerenciar de forma justa os recursos 
do sistema (SILBERSCHATZ, GALVIN E GAGNE, 2000, apud CULTINHO, 
2012, p. 15). 
O computador tem como função a manipulação de informações, não 
importando o seu tipo. O computador é uma máquina que permite que o usuário faça 
cálculos matemáticos, pesquisas, trabalhos gerais e etc., utilizando programas 
específicos. O computador trabalha com duas partes distintas: 
 HARDWARE = A PARTE FÍSICA DA MÁQUINA (AS PEÇAS) 
 SOFTWARE = A PARTE LÓGICA DA MÁQUINA (OS PROGRAMAS) 
10 HARDWARE. OS COMPONENTES ESSENCIAIS DE UM COMPUTADOR 
 
Fonte: rtell.com.br 
 
25 
Componente Essencial é aquele que não pode faltar na montagem de um 
computador, pois, sem ele, a máquina não funciona. Os principais componentes de 
um computador são: Placa mãe, Processador (CPU), Memória principal (RAM), 
Dispositivos de entrada, Dispositivos de saída. 
Podemos dizer que hardware e software são elementos vitais em um sistema 
de computação e que um não vive sem o outro. Em um sistema 
computacional temos um conjunto de hardware formado por processadores, 
memória, barramentos, registradores, monitores de vídeo, mouse, teclado, 
impressoras, discos magnéticos, entre outros dispositivos. Estes por sua vez 
manipulam dados de forma digital o que torna um sistema computacional 
confiável na representação e transmissão de dados. (PEREIRA, 2015, p. 23). 
Existem outros componentes importantes para a conservação e boa aparência 
de um computador, porém, não são essenciais para seu funcionamento. Por exemplo, 
o gabinete é muito importante, pois, é a estrutura onde são acoplados e fixados os 
demais componentes do PC, porém, podemos montar uma máquina e fazê-la 
funcionar fora de um gabinete. 
10.1 Placa mãe 
 
Fonte: rtell.com.br 
A placa mãe é a plataforma que permite as conexões físicas e elétricas, diretas 
e indiretas, de todos os dispositivos de um computador. Possuem determinadas 
controladoras integradas (como por exemplo, vídeo e som), que chamamos de 
controladoras on-board. Elas funcionam em sincronia com a capacidade do 
 
26 
processador e da memória RAM (fazendo uso desta). Já determinadas controladoras 
podem ser adicionadas, pois, são independentes, separadas da placa mãe. Essas, 
chamamosde controladoras off-board. 
O processador (UCP - Unidade Central de Processamento ou CPU - Central 
Processing Unit) é o responsável pelo processamento e tratamento de todos os dados 
que entram e saem do computador. 
O processador determina o modelo do microcomputador em uso e sua 
velocidade (clock) é medida em GigaHertz (GHz). 
10.2 Memória principal (RAM) 
 
Fonte: .hardware.com.br 
As operações em um computador são executadas na memória principal da 
máquina, a RAM. A RAM é uma memória de acesso aleatório (do inglês Random 
Access Memory) que permite a leitura e a escrita de um dado, sendo utilizada como a 
memória primária em sistemas eletrônicos digitais. 
A RAM é um componente essencial em qualquer tipo de computador, pois, é 
nela que são carregados os programas em execução e os respectivos dados 
ativos do usuário. Porém, a RAM é uma memória volátil, ou seja, os seus 
dados são perdidos quando o computador é desligado. Para evitar perdas de 
dados, é necessário salvá-los em uma memória secundária não volátil, como 
por exemplo, no disco rígido (HD). (PEREIRA, 2015, p. 23). 
Os chips de memória são vendidos na forma de pentes e com capacidades 
variadas. A capacidade de uma memória é medida em Bytes e sua velocidade de 
 
27 
funcionamento em Hz. Este valor está relacionado com a quantidade de pacotes de 
dados que podem ser transferidos durante um segundo. Observação: Diferentemente 
da RAM, temos a Memória ROM (Read Only Memory ou Memória Somente de 
Leitura). 
A ROM é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas 
informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser 
alteradas ou apagadas, somente e acessadas. São memórias cujo conteúdo é 
gravado permanentemente. A ROM armazena os códigos básicos de operação do 
equipamento, suas rotinas de inicialização e autoteste que formam o sistema básico 
de entrada e saída de informações da máquina (o BIOS). 
10.3 Dispositivos de Entrada 
 
Fonte: wiki.ifsc.edu.br 
São os dispositivos que possibilitam a inserção de dados no computador. Por 
exemplo: 
1. Teclado (keyboard): O teclado possui quatro conjuntos de teclas: as 
alfanuméricas, as numéricas, as de movimentação / navegação e as de 
função. Quando uma tecla é pressionada, o teclado envia um código 
eletrônico ao processador que, por sua vez, interpreta e envia um sinal 
para outro periférico, mostrando na tela o caractere correspondente. 
 
28 
2. Mouse: O mouse é utilizado para ativar e apontar comandos na tela do 
computador. À medida que você movimenta o mouse sobre a mesa, o 
ponteiro repete o movimento no monitor de seu computador. 
3. Scanner: O scanner captura imagens, fotos ou desenhos, transferindo-
os para a tela, onde podem ser trabalhados (editados) e depois 
impressos ou armazenados. 
10.4 Dispositivos de saída 
 
Fonte: slideshare.net 
São os dispositivos que apresentam os resultados finais do processamento. 
Por exemplo: 
1. Monitor: O monitor tem como função transmitir informação ao utilizador 
através da imagem, estimulando assim a nossa visão. Ou seja, ele 
possibilita ao usuário a visualização dos resultados e ações executadas 
na máquina. Os monitores são classificados de acordo com a tecnologia 
de amostragem de vídeo utilizada na formação da imagem. Antigamente 
o modelo mais utilizado era o CRT. Atualmente os modelos mais 
utilizados são o LCD, o Plasma e o LED. À superfície do monitor sobre 
a qual se projeta a imagem chamamos tela e sua qualidade é medida 
por PIXELS (ou pontos). Quanto maior for a densidade dos pixels 
(quanto menor a distância entre eles), mais precisa será a imagem. 
 
29 
2. Impressora: O papel da impressora é imprimir no papel o resultado de 
um trabalho desenvolvido no computador (como textos, relatórios, 
gráficos). Para diferentes tipos de impressão existem diferentes modelos 
de impressoras: 
Matricial: é a mais simples do mercado, bem rápida, com qualidade de 
impressão regular, indicada para impressão de documento com várias vias 
(carbono). O seu sistema de impressão é por impacto de agulhas (9 ou 24) 
contra uma fita sobre um papel. O custo de impressão é baixo e sua 
velocidade é medida em CPS (Caracter Por Segundo). 
Jato de Tinta (Deskjet): funciona com borrifamento de jatos de tinta, formando 
minúsculos pontos sobre o papel. São silenciosas, relativamente lentas, 
coloridas ou não, e possuem uma ótima qualidade de impressão. 
Laser: produz cópias de alta qualidade, sendo colorida ou não, silenciosa com 
velocidade medida em PPM (Páginas Por Minuto). São muito difundidas, 
porém, possuem um custo elevado, tanto em equipamento quanto em seu 
material de consumo. (PEREIRA, 2015, p. 24). 
 
10.5 Unidades de Armazenamento 
O disco rígido, também chamado de HD (derivação de HDD do inglês hard disk 
drive) ou winchester (termo em desuso), é uma memória secundária, não volátil, onde 
são armazenados “permanentemente” os dados em um computador. Ele nos permite 
acesso rápido e armazenamento de grande quantidade de informações. 
Existem vários tipos de discos rígidos diferentes, como por exemplo, o 
IDE/ATA, o Serial ATA e o SCSI, e sua capacidade é medida em Bytes. 
O HD, apesar de grande, é um periférico delicado, que não pode sofrer 
nenhum tipo de impacto para manter a integridade de seu disco. Porém, 
devido aos desgastes naturais durante o seu funcionamento, é inevitável que 
ocorra alguma avaria algum dia. Sendo assim, é importante prevenir-se 
quanto à perda das informações realizando periodicamente “Cópias de 
Segurança” dos Arquivos (o backup). (PEREIRA, 2015, p. 24). 
Além do HD, existem outros dispositivos muito utilizados para armazenamento 
e para backup dos dados: 
 CD-R - Utilizado principalmente para gravar músicas ou dados. Permite ser 
gravado apenas uma única vez. 
 CD-RW - Também utilizado para gravar músicas ou dados. Porém, esta mídia, 
introduzida no mercado em 1997, é um disco óptico regravável, permitindo ser 
gravado várias vezes. 
 
30 
 DVD - Foi criado no ano de 1995. Ele tem uma maior capacidade de 
armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões 
melhorados de compressão de dados. O DVD permite a gravação de dados, músicas 
e filmes. 
 DVD-RW – Assim como o DVD, também é utilizado para gravar dados, 
músicas e filmes. Porém, esta mídia é um disco óptico regravável, permitindo ser 
gravado várias vezes. 
 Pen Drive - É um dispositivo de armazenamento, com conexão USB, 
constituído por uma memória flash. 
 Blu-Ray - Obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em 
inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, 
em alguns países, não se pode registrar, para um nome comercial, uma palavra 
comum. O Blu-Ray é um disco similar à mídia de DVD, porém, possui capacidade de 
armazenamento muito superior às demais mídias. 
11 SOFTWARE 
 
Fonte: emmeconsult.com 
O software é responsável por servir como interface entre as necessidades 
dos usuários e os dispositivos de hardware. Nos sistemas operacionais 
encontramos uma diversidade de softwares com funções diferenciadas, mas 
que exercem um papel importante. (PEREIRA, 2015, p. 30). 
 
31 
O termo software indica a parte lógica de um computador, os programas. 
Podemos dividir os Softwares em: 
Básico: Sistema Operacional - Windows, Linux, Unix, etc. 
Aplicativos: são os programas instalados no computador, exceto o sistema 
operacional, e possuem função específica - Editores de Texto (Ex.: Word, WordPad, 
Bloco de Notas, Writer, etc.); Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo (Ex.: Excel, 
Cálc. Lotus, etc.); Editores Gráficos (CorelDraw, Photoshop, etc.). 
Utilitários são programas utilizados para suprir deficiências do sistema 
operacional. O programa utilitário contrasta com o programa de aplicação, pois, ao 
invés de prover funcionalidades para o usuário, ele normalmente estárelacionado ao 
modo de funcionamento de uma infraestrutura computacional. Sistemas 
Gerenciadores de Bancos de Dados (Ex.: Access, MySQL, etc.); Antivírus (Ex.: Norton 
Antivírus, AVG, McAffee, Panda, Avira, etc.). 
Linguagem de Programação: é um método padronizado para expressar 
instruções para um computador. É uma linguagem que permite que um programador 
especifique precisamente sobre quais dados um computador vai atuar, como estes 
dados serão armazenados ou transmitidos e quais ações devem ser tomadas sob 
várias circunstâncias. Visual Basic, Delphi, C, C++, Pascal, etc. 
12 TECNOLOGIA MÓVEL (IPHONE / IPED / IPOD / SMARTPHONE / PALM / 
NETBOOK) 
 
Fonte: canaltech.com.br 
 
32 
Toda tecnologia que permite seu uso durante a movimentação do usuário é 
uma tecnologia móvel. 
A tecnologia móvel não é apenas uma invenção, ela pode ser considerada uma 
revolução, pois foi capaz de atingir o quotidiano das pessoas e fazer parte da vida 
delas, modificando suas rotinas e formas de tomar decisões. Muitas pessoas não 
vivem sem celular, outras estão 24 horas disponíveis e as encontramos em qualquer 
lugar, algumas não abrem mão de estarem com seu palm conectado na Internet e ao 
mesmo tempo se deslocando pela casa. Tudo isso só foi possível através da evolução 
da tecnologia, que nos dispôs diversos dispositivos móveis. Como exemplo podemos 
citar os SmartPhones, os Palmtops e os Netbooks. Ainda temos as tecnologias 
Wireless, Wi-Fi e Bluetooth. 
A mobilidade iniciou como uma facilidade, mas hoje em dia tornou-se uma 
necessidade. Mas porque a evolução deste segmento foi tão rápida? Simples. Porque 
este tipo de tecnologia permite o acesso a dados e informações em qualquer momento 
e em qualquer lugar. Isto se torna um poderoso atrativo. 
13 NOTEBOOK E NETBOOK 
 
Fonte: ynternix.com 
Um notebook, também chamado de laptop (expressão derivada da junção dos 
termos em inglês lap = colo, e top = em cima, significando computador portátil, em 
contrapartida aos desktops = em cima da mesa), é um computador portátil, leve, 
 
33 
designado de modo a fazer com que sua bateria seja capaz de abastecê-lo por um 
longo período de horas para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares 
com facilidade. Um notebook é uma estrutura única composta por uma tela 14” de 
LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza 
o dedo), conexões USB e PS2, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, 
rede wireless (para acesso a rede sem fio), gravadores de CD/DVD, placa mãe, 
memória RAM, processador e disco rígido. 
O netbook é uma nova versão do notebook, sendo menor (com uma tela de 
mais ou menos 9 polegadas) e mais leve. Também possui internet móvel e 
sua bateria dura em média 4 horas, porém, o netbook ainda não possui 
suporte para leitores ou gravadores de CD/DVD. (PEREIRA, 2015, p. 25). 
13.1 SmartPhone 
SmartPhone (telefone inteligente, numa tradução livre do inglês) é um telefone 
celular que possui alguns dos recursos avançados que normalmente são utilizados 
em um computador. Como por exemplo, além das funções básicas de telefone, 
inserir/remover/organizar contatos, receber e enviar mensagens de texto e jogar, em 
um SmartPhone você ainda pode acessar e navegar na Internet, receber e enviar e-
mail, tirar fotos e postar imediatamente em seu face ou ouvir músicas. 
13.2 Computadores de mão 
 Os computadores de mão, também chamados PDAs (assistentes digitais 
pessoais), são computadores movidos à bateria, pequenos o suficiente para serem 
carregados para praticamente qualquer lugar. Embora não tão potentes quanto os 
desktops ou os laptops, os computadores de mão são úteis, por exemplo, para os 
vendedores externos de uma empresa que precisam constantemente efetuar pedidos, 
agendar compromissos e armazenar contatos (endereços e telefones). 
13.3 Tablet 
 O Tablet é um dispositivo móvel que combina os recursos dos laptops e dos 
computadores de mão. O Tablet não é tão potente, mas, nos permite fazer anotações, 
navegar na internet, acessar e-mail e converter um manuscrito em texto digitado. 
 
34 
13.4 Unidades de medidas 
O computador trabalha com uma linguagem bastante simples. Como se trata 
de um sistema eletroeletrônico, uma das formas mais simples de comunicação é 
através de pulsos elétricos. Assim, o computador trabalha com duas variáveis, 1 e 0, 
que significam respectivamente ligado (1) e desligado (0). 
Este sistema é conhecido como Sistema Binário (base 2), ou seja, são 
apenas dois dígitos que compõem os dados. O menor fragmento de dados 
usado é o Bit (b), que vem do inglês Binary Digit. Logo, um Bit significa ou 
ligado ou desligado (0 ou 1). (PEREIRA, 2015, p. 25). 
Entretanto, 1 Bit não constitui um dado, tampouco um Arquivo. A menor 
unidade de dado armazenável é o Byte (B). Um Byte representa um caractere (letra, 
número, pontuação, etc.) armazenado no computador. Então qual a diferença entre 
Bit e Byte? 
Para representar um conjunto completo de caracteres e algumas teclas de 
comando, como o Enter e o Esc, são necessários um conjunto de 256 caracteres. Ou 
seja, para representar todas as letras (a, b, c, d…), números (1,2,3,4…), símbolos (%, 
¨, *, $…) e teclas de comando (Esc, Enter…) essenciais, é necessário um espaço para 
256 caracteres. Como representar através de 2 dígitos cada um dos 256 caracteres? 
Para que com apenas 2 dígitos consigamos representar unicamente um 
caractere, precisamos de no mínimo 8 dígitos combinados. Sendo assim, um Byte 
possui 8 Bits. A partir do Byte, a unidade de medida muda a cada 1.024 vezes. Veja 
a tabela a seguir: 
 
PEREIRA, 2015, p. 26. 
 
 
35 
14 SISTEMA OPERACIONAL 
O sistema operacional é o programa que controla e coordena todas as 
operações básicas do computador, além de fornecer a interface entre a máquina e o 
usuário. O computador precisa ter um Sistema Operacional para poder ser utilizado. 
Somente após sua instalação é que os demais softwares são instalados. 
14.1 Tipos de sistemas operacionais 
Os sistemas operacionais evoluíram ao longo do tempo, muito pela contribuição 
da evolução do hardware e das aplicações suportadas por ele. Os sistemas 
operacionais são divididos basicamente em três tipos, conforme podemos visualizar 
na Figura 1.2. 
Figura 1.2: Tipos de sistemas operacionais 
 
(CTISM, adaptado de Maia, 2007, apud PEREIRA 2015, p.17). 
A estrutura apresentada na Figura 1.2, mostra os tipos de sistemas 
operacionais quanto a sua forma de operação. Estes dividem-se em: sistemas 
monoprogramáveis/monotarefa, sistemas multiprogramáveis/multitarefa e sistemas 
com múltiplos processadores. 
 
36 
14.2 Sistemas monoprogramáveis/monotarefa 
Os sistemas monoprogramáveis ou monotarefa, como o próprio nome já diz 
(mono, noção de um, de unidade) são sistemas voltados tipicamente para a execução 
de um único programa. Qualquer outra aplicação para ser executada, deve aguardar 
o término no programa corrente. Neste tipo de sistema, o processador, a memória e 
os demais periféricos permanecem exclusivamente dedicados à execução de um 
único programa. 
Os sistemas monotarefa, estão tipicamente relacionados aos primeiros 
computadores da década de 1960. Os sistemas monoprogramáveis possuíam uma 
desvantagem muito clara, devido à limitação de tarefas (uma de cada vez) havia um 
grande desperdício de recursos de hardware. Como exemplo de sistema operacional 
monoprogramável/monotarefa temos o MS-DOS da Microsoft. 
14.3 Sistemas multiprogramáveis/multitarefa 
Diferentemente dos sistemas monoprogramáveis/monotarefa, os sistemas 
multiprogramáveis/multitarefa permitem que os recursos computacionais sejam 
compartilhados entre os diversos usuários e aplicações. Neste caso, enquanto um 
programa espera pela ocorrência de um evento, outros programas podem estar em 
execução neste mesmo intervalo de tempo, permitindo assim o compartilhamento de 
recursoscomo processador, memória principal e dispositivos de entrada e saída. O 
sistema operacional fica incumbido de gerenciar o acesso concorrente aos seus 
diversos recursos de forma ordenada e protegida. 
As vantagens na utilização destes tipos de sistemas operacionais são a 
redução do tempo de respostas das aplicações, além dos custos 
computacionais reduzidos, devido ao compartilhamento dos recursos do 
sistema entre as diferentes aplicações. (PEREIRA, 2015 p. 18). 
Os sistemas operacionais multiprogramáveis/multitarefa podem ser 
classificados em três subdivisões segundo características de como suas aplicações 
são gerenciadas. Estas categorias são: sistemas batch, de tempo compartilhado e de 
tempo real. 
 
37 
14.4 Sistemas batch 
Os sistemas batch foram implementados na década de 60. Os programas ou 
Jobs, como eram conhecidos na época, eram submetidos para execução através da 
utilização de cartões perfurados, armazenados em discos ou fitas, para 
posteriormente serem executados (dependendo da disponibilidade da memória 
principal). Uma característica marcante dos sistemas batch era não exigir a interação 
do usuário com a aplicação. Exemplos de aplicações processadas em batch eram 
programas de cálculos numéricos, ordenações, compilações, backups, entre outros, 
onde não se fazia necessária a interação com o usuário. 
14.5 Sistemas de tempo compartilhado 
Estes sistemas, também conhecidos como time-sharing (tempo compartilhado), 
permitem que diferentes programas sejam executados a partir da divisão do tempo do 
processador em pequenas fatias de tempo (conhecidas como time-slice). Caso a fatia 
de tempo seja pequena para as funções que o mesmo precisa realizar, ele aguarda 
uma nova fatia de tempo para que possa entrar em execução novamente. Nos 
sistemas de tempo compartilhado é criado, para cada usuário, um ambiente de 
trabalho próprio, simulando a ideia de que todo o sistema está dedicado 
exclusivamente a ele. 
 Os sistemas de tempo compartilhado permitem aos seus usuários interagir 
com o sistema através dos dispositivos de entrada de dados e comandos especiais. 
A grande maioria das aplicações comerciais existentes atualmente utilizam este tipo 
de sistema, uma vez que oferecem tempo de resposta razoáveis e custos baixos, em 
função do compartilhamento dos recursos do sistema, entre os programas. 
14.6 Sistemas de tempo real 
Também conhecidos como real-time (tempo real) possuem características 
semelhantes aos sistemas de tempo compartilhado, entretanto diferenciam-se pelo 
tempo exigido no processamento das aplicações. Nos sistemas de tempo real, quanto 
aos tempos de processamento, estes devem enquadrar-se em limites rígidos, para o 
 
38 
êxito das operações realizadas, podendo comprometer a aplicação e seus resultados 
caso este limite de tempo não seja cumprido. 
 Diferentemente dos sistemas de tempo compartilhado, nos sistemas de 
tempo real o processador permanece ocupado durante o tempo que for 
necessário a execução de determinado programa, cedendo lugar a outro 
programa que tenha uma prioridade maior no sistema. Outra característica 
destes sistemas é que a prioridade de execução de um programa é definida 
pela própria aplicação e não pelo sistema operacional. (PEREIRA, 2015 p. 
20). 
Exemplos destes sistemas, encontramos em aplicações de controle de 
processos, como controle de tráfego aéreo, usinas, refinarias, ou qualquer outra 
aplicação onde o tempo de processamento é fator fundamental para o sucesso. 
14.7 Sistemas com múltiplos processadores 
Os sistemas de múltiplos processadores recebem este nome por possuírem 
dois ou mais processadores interligados trabalhando em conjunto. Como vantagem 
desta arquitetura está o fato de permitir que vários programas possam ser executados 
ao mesmo tempo ou que um programa possa ser dividido em partes, entre os vários 
processadores, executando-os de forma simultânea. 
Um dos fatores fundamentais para o desenvolvimento de sistemas 
operacionais com múltiplos processadores está na forma de comunicação entre os 
processadores (CPU), o compartilhamento de memória principal (RAM) e os 
dispositivos de entrada e saída (E/S). 
Através dos sistemas com múltiplos processadores foi possível a criação de 
sistemas computacionais voltados para o desenvolvimento científico, 
aplicado em áreas como desenvolvimento aeroespacial, prospecção de 
petróleo, simulações, entre outros. (PEREIRA, 2015 p. 20). 
As práticas e estudos voltados ao desenvolvimento de sistemas com múltiplos 
processadores adicionaram vantagens em tais sistemas como a escalabilidade, 
disponibilidade e balanceamento de carga. 
 
39 
14.8 Sistemas operacionais usuais 
A ideia desta seção é que possamos conhecer um pouco mais dos sistemas 
operacionais mais usuais e suas classificações, para que você possa testar, usar e 
começar a praticar em seu dia a dia, desde já. 
14.9 Sistemas operacionais de computadores pessoais 
Os sistemas operacionais para computadores pessoais são amplamente 
usados no dia a dia em netbooks, notebooks, computadores de mesa, etc. Seu 
objetivo é fornecer uma boa interface, permitindo que o usuário realize as tarefas que 
necessita de forma prática e intuitiva. Estes sistemas operacionais são amplamente 
utilizados para pacotes de escritório (editores de texto, planilhas eletrônicas), internet 
e aplicativos em geral. 
Alguns exemplos mais comuns destes sistemas operacionais para 
computadores pessoais são as distribuições Windows e Linux. 
Quanto às distribuições Windows para computadores pessoais, temos: 
Windows XP, Windows Vista, Windows Seven e Windows 8.1. 
Já as distribuições Linux para computadores pessoais, temos como os mais 
usuais: Ubuntu, Red Hat, Debian, Fedora, Mint, Mageia, OpenSuse, entre outros. 
 As distribuições Windows são sistemas operacionais pagos, onde devemos 
escolher e adquirir as licenças para uso, conforme cada necessidade. Já os sistemas 
operacionais Linux, são caracterizados como softwares livres, ou seja, podem ser 
baixados livremente na internet, modificados, adaptados e distribuídos livremente 
independentemente do número de computadores onde iremos realizar a sua 
instalação e posterior utilização. 
14.10 Sistemas operacionais de servidores 
Diferentemente dos sistemas operacionais para computadores pessoais, o 
objetivo dos sistemas operacionais para servidores é servir o maior número de 
usuários ao mesmo tempo, permitindo a eles compartilhar recursos de hardware e 
software. 
 
40 
Os sistemas operacionais de servidores podem fornecer diferentes tipos de 
serviços, como por exemplo: servidor de arquivos, servidor web (hospedagem de site, 
e-mail, proxy, entre outros) servidor de autenticação, backup, compartilhamento, entre 
outros. 
Assim como acontece nos sistemas operacionais para computadores 
pessoais, os sistemas operacionais para servidores possuem suas 
distribuições específicas, uma vez que sua função é diferenciada e que 
necessita de um hardware específico para seu pleno funcionamento (na 
grande maioria dos casos). (PEREIRA, 2015, p. 26). 
 
Dessa forma, as distribuições Windows e Linux (mais usuais) dispõem de vários 
sistemas operacionais para servidores, sendo que no Windows, podemos citar como 
exemplo: Windows 2003 Server, Windows 2008 server e Windows 2012 Server. Nas 
distribuições Linux, temos como exemplo de sistemas operacionais para servidores: 
Ubuntu Server, Mandriva, Slackware, Suse e Debian. 
14.11 Sistemas operacionais embarcados 
Este tipo de sistema operacional tem crescido bastante nos últimos anos e 
podemos dizer que os mesmos são uma tendência cada vez maior. Quando nos 
referimos aos sistemas operacionais embarcados, estamos falando dos sistemas dos 
computadores de mão (smartphones, tablets, etc.). Os sistemas operacionais 
embarcados são executados diretamente nos dispositivos e já vêm instalados de 
fábrica nos mesmos, não permitindo a trocapor outro sistema operacional, 
características de tais sistemas. Como diferença para os demais sistemas 
operacionais, apresentam restrições de tamanho, memória e consumo de energia, o 
que os fazem especiais. 
Neste mercado, podemos citar como principais sistemas operacionais 
embarcados, os seguintes: Android, iOS, Windows Phone, entre outros. 
Para utilização de aplicativos diversos nestes sistemas, faz-se necessário 
realizar o download dos aplicativos que o usuário deseja no repositório oficial de cada 
sistema operacional em particular. 
 
41 
15 VÍRUS ELETRÔNICO DE COMPUTADOR 
 
Fonte: medium.com 
Um vírus eletrônico é um programa ou fragmento de programa que se instala 
no computador, sem que o usuário perceba. Em geral, atuam apagando o conteúdo 
dos discos, misturando Arquivos e enviando e-mails para os contatos do usuário. 
As formas de "contágio" mais comum são a execução de programas piratas, 
principalmente jogos, e a abertura de Arquivos anexados ao e-mail. 
Para detectar e eliminar os vírus utilizamos um software chamado Antivírus 
(Norton, AVG, McAffee, Panda, Avira, etc.). Para evitar os vírus e manter a máquina 
protegida, mantenha o antivírus atualizado. 
 Não utilizar programas piratas (que são ilegais); 
 Sempre que for instalar um programa novo, pesquisar antes a existência 
de vírus para poder removê-lo, se for o caso; 
 Faça sempre cópias de segurança (backup) de seus Arquivos para ter 
como recuperá-los em caso de ataque de vírus ou de danos ao disco; 
 Controlar o sistema quanto ao uso por pessoas estranhas ou não 
autorizadas; 
 Sempre verificar o sistema logo após terem sido efetuadas 
apresentações de novos softwares, ou após uma intervenção de alguma 
assistência técnica; 
 Muito cuidado ao abrir Arquivos anexos aos e-mails. Quando o 
remetente for desconhecido, evitar abrir o e-mail. 
 
42 
16 A EVOLUÇÃO DO WINDOWS 
O Windows 10 foi lançado para os consumidores em 29 de julho de 2015. Isso 
significa que, recentemente, ele completou cinco anos no mercado. O sistema 
operacional marcou uma nova era para a Microsoft. Isso porque o Windows se tornou 
um serviço, onde não era necessário trabalhar para um substituto. 
A Microsoft investiu em atualizações constantes, adicionando novidades e 
fazendo mudanças, situações que antes aconteciam através de uma nova versão do 
sistema operacional. 
Muito do design foi aprimorado, suporte para línguas foram adicionadas, 
assistência a outros sistemas operacionais - mobile e Linux -, mudanças no Microsoft 
Edge, foram feitas ao longo desses cinco anos, e é claro, correções de bugs na 
medida que eles vão surgindo. 
16.1 Windows 10. Versão 1507 
A versão Windows 10 1507 é a chamada de "original". Ela foi lançada em 2015, 
depois de meses em testes, na versão Beta. Ela trouxe grande parte do design geral 
do sistema operacional, que é reproduzido até hoje. 
Apesar do design geral ser mantido, praticamente tudo foi alterado. Nas 
primeiras versões haviam atalhos para baixar aplicativos, como o Get Office 
e o Get Skype. Eles apenas direcionavam o usuário para instalar essas 
funções. Como sua utilidade não era muito grande, eles foram removidos. 
(PEDROSO, 2020, p. 3). 
Nessa época havia a preocupação que os smartphones fossem substituir os 
PCs. Portanto, não havia nem a menção de uma integração do Windows com 
dispositivos móveis. 
Um dos principais recursos apresentados com o Windows 10, original foi o 
navegador Edge. Ele prometeu trazer aprimoramentos importantes, em relação ao 
Internet Explorer, que praticamente não era utilizado. Ele trouxe uma série de recursos 
que inexistia na versão anterior, como escrever em páginas da Web. 
O Windows original apresentou o navegador Edge, a assistente virtual Cortana 
e trouxe um design totalmente novo 
 
43 
Outra grande novidade apresentada foi a Cortana. A assistente virtual, 
comandada por voz, foi apresentada logo na primeira versão do Windows 10. Desde 
então ela passou por muitas modificações, mas a versão 1507 marca a sua estreia. 
O Windows 10 também eliminou uma função que era bastante utilizada no 
Windows 8: o espaço reservado para o OneDrive. O substituto para essa função 
removida chegou apenas em 2017. 
Essa versão também marcou a integração com todos os sistemas da Microsoft. 
Isso inclui, principalmente, o Xbox, mas além dele também há o HoloLens e outros. 
Os aplicativos começaram a ser disponibilizados pela Microsoft Store, que rodariam 
independente do dispositivo da gigante de softwares. 
O Windows 10 original teve a sua primeira atualização quatro meses depois do 
seu lançamento. O update foi a versão 1511, e foi chamada apenas de "atualização 
de novembro." 
16.2 Windows 10 Versão 1511 
A primeira atualização não trouxe grandes mudanças visuais. Ela foi 
justamente, um update menor, trazendo pequenas correções e aprimoramentos. A 
equipe da Microsoft gostaria que essa fosse a versão original, lançada neste período. 
Apesar do desejo, os apoiadores forçaram para que o lançamento ocorresse logo. 
Essa foi a versão lançada para os dispositivos Xbox One e Windows 10 Mobile. 
O app Get Skype foi desativado e foi substituído por três aplicativos que deveriam 
integrar o Skype ao sistema operacional. Possivelmente era esse o desejo inicial, mas 
pela falta de tempo uma alternativa precisou ser pensada. Novas línguas também 
começaram a ser suportadas. 
16.3 Windows 10. Versão 1607 
A versão de aniversário do Windows 10, como ficou conhecida, foi a 1607. 
Ela foi lançada depois de um ano que o sistema operacional estava ativo, o 
que significa que foi em 2016. Diferente do update anterior, ela trouxe muitas 
modificações e aprimoramentos para o sistema. A versão 1607 foi chamada 
de atualização de aniversário. (PEDROSO, 2020, p. 5). 
 
 
 
44 
 
Os três aplicativos do Skype, mencionados anteriormente, foram substituídos 
pelo Skype Preview, que foi também a primeira tentativa de um aplicativo Skype UWP. 
O app Messaging foi testado na versão Beta, chamado Messaging Everywhere. 
Basicamente, ele permitia que os usuários enviassem SMS de seu computador, 
roteado pelo smartphone. O recurso foi eliminado e adicionado no Skype UWP, que 
também recebeu versão para mobile. 
A versão 1607 introduziu o tão querido modo escuro. Ele já estava sendo 
popularizado em apps de smartphones e em alguns sites e redes sociais. O Windows 
Ink também recebeu a primeira versão nesse update. Isso tornou possível desenhar 
rotas no Maps, escrever imagens em Fotos, anotações manuscritas no OneNote, 
entre outras funções. Tudo isso era feito com um click no ícone do Ink. 
Foi nessa versão que o menu iniciar, como temos hoje, foi adicionado. Ele era 
um pouco controverso para a época, mas depois de alguns ajustes ficou como 
conhecemos nas últimas atualizações. Ele padronizou a visualização "Todos os 
aplicativos" e melhorou muito a interface do usuário do modo Tablet. 
16.4 Windows 10. Versão 1703 
A próxima atualização, chamada de 1703, mudou muito a interface gráfica. As 
cores ficaram mais escuras, as letras mais fáceis de visualizar e o design ficou mais 
moderno. Ela também integrou a Cortana de forma semelhante como temos hoje. A 
versão 1703 introduziu a barra de jogos do Xbox às configurações 
A atualização também trouxe a barra de jogos do Xbox às configurações. O 
aplicativo Get Office foi atualizado para a versão 2.0, ganhando novas funcionalidades 
e tornando mais útil. 
O Paint 3D apareceu pela primeira vez na atualização de aniversário. A 
promessa era oferecer funções mais completas com o app, removendo o 
Paint original do sistema. A Microsoft dizia que a opção original já era 
obsoleta. (PEDROSO, 2020, p. 6). 
Com a reação dos usuários, a empresa decidiu mudar de ideia e informou que 
ele estaria disponível na loja para quem quisesse ter acesso. Isso ainda não agradou 
os usuários, que queriam manter a opção. Ainda hoje temos o Paint3D e o Paint no 
Windows. 
 
45 
 
16.5 Windows 10. Versão 1709 
A "Atualização dos desenvolvedores", como ficou conhecida, foi mais um 
esforço da Microsoft em integrar os criadores de conteúdo, principalmente com os de 
realidade mista. Com o lançamento do HoloLens a empresa queria trazer essa 
realidade para o seu Sistema Operacional. A atualização dos desenvolvedores 
procurou integrar os criadores de conteúdo ao Windows 10 
 Para competir com opções desenvolvidas para criação de conteúdo, como 
iMovie da Apple e outros sistemas terceiros, a empresa lançou o Story Remix, já que 
o Windows Movie Maker já havia deixado de existir há muito tempo de forma oficial. 
Caso você nunca tenha visto essa função, muito provavelmente o sucesso dela já foi 
explicado. Posteriormente ela foi adicionada ao Fotos, devido a baixa popularidade 
obtida. 
A Microsoft cumpriu uma promessa com essa versão, lançando o OneDrive 
Files On-Demand. Esse modelo foi a substituição da funcionalidade de espaços 
reservados, que estava presente no Windows 8.1. Essa é a funcionalidade padrão que 
temos até hoje. 
16.6 Windows 10. Versão 1809 
Apesar de não ser oficialmente chamada, essa poderia ser "a versão do 
desastre", ou 1809. Foi nessa atualização que muitos usuários tiveram seus 
arquivos excluídos misteriosamente, por alguma falha da programação. A 
versão 1809 ficou mais conhecida pelas falhas no sistema, que excluiu 
arquivos dos usuários e trouxe muitos problemas. (PEDROSO, 2020, p. 7). 
Essa versão precisou de uma segunda atualização, para que os erros e falhas 
fossem corrigidos. O sistema operacional prejudicou o trabalho de muitos usuários e 
marcou uma fase de atualizações pouco testadas, que traziam inúmeras falhas e 
problemas com as máquinas. 
 
 
 
46 
16.7 Windows 10. Versão 1903 
Os updates ficaram cada vez mais frequentes e, obrigatórios. A Microsoft 
estava recebendo uma grande carga de reclamações, referentes as versões lançadas. 
Foi na versão 1903 que as atualizações passaram a não ser mais obrigatórias. 
Esse foi um grande marco para o Sistema Operacional, que tinha como base o 
frequente avanço. Muitos usuários escolheram selecionar essa ação e parar de 
atualizar suas máquinas frequentemente, com medo de possíveis falhas, como 
aconteceu na versão 1809. 
16.8 Windows 10. Versão 2004 
Chegou então, a versão 2004. Essa é a mais atual, que está rodando na maioria 
dos PCs Windows 10 atualmente. Maioria porque as atualizações já não são mais 
obrigatórias e os usuários podem escolher permanecer na versão que estão. 
Como opção mais recente, ela é o que temos. O Microsoft Edge trouxe 
inúmeras novidades, usando a base que se equipara o Google Chrome, sendo um 
grande concorrente, inclusive. 
Essa versão tornou a barra de jogos do Xbox uma ferramenta completa para 
jogar, com total integração. Os games de Xbox são automaticamente 
disponibilizados para PC, o que também foi uma adição importante para o 
ramo de games da empresa. A Xbox Store também apresenta sua loja própria 
para widgets de terceiros. (PEDROSO, 2020, p. 8). 
O botão Windows Update permanece nas configurações, mas indicando que 
há novidades e não obrigando o usuário a fazê-las. Várias modificações nessa aba 
também foram adicionadas, principalmente em relação a assistente Cortana. 
Há quem goste e diga que essa é a melhor versão apresentada pela Microsoft, 
como há também quem desconfie das atualizações e tema ter trabalhos danificados. 
O fato de usarmos a nuvem para armazenar arquivos também modificou o modo como 
o Windows é construído, principalmente em relação ao OneDrive. 
 
 
47 
16.9 Futuro do Windows 10 
A Microsoft promete continuar aprimorando e trazendo novidades para o 
Windows 10. A próxima atualização já tem, inclusive, um nome confirmado. Ela será 
a versão 20H2. Os nomes dos updates vão passar a ser marcados com o H1 e H2 
para indicar o número da versão. 
A próxima atualização já deve aprimorar alguns recursos. O principal é o Edge, 
que irá ser atualizado junto com o sistema operacional e não mais de forma separada. 
O menu iniciar também deve passar por refinamentos, assim como outras correções 
gerais. 
A Microsoft ainda deve anunciar no futuro o Windows 10X, também chamado 
de Windows Iron, ou 21H1. Ele vai modificar completamente a interface do usuário, 
repensando bases, como o menu iniciar, por completo. É esperado que as novidades 
sejam apresentadas até o final de 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
48 
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