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Inicialização Profissional FUNDAMENTOS DA MOAGEM DE TRIGO Inicialização Profissional FUNDAMENTOS DA MOAGEM DE TRIGO Conselho Regional do SENAI-CE Presidente Roberto Proença de Macêdo Delegados das Atividades Industriais Efetivos Aluísio da Silva Ramalho Ricard Pereira Silveira Edgar Gadelha Pereira Filho Ricardo Pereira Sales Suplentes Luiz Eugênio Lopes Pontes Francisco Túlio Filgueiras Colares Paula Andréa Cavalcante da Frota Luiz Francisco Juaçaba Esteves Representantes do Ministério da Educação Efetivo Cláudio Ricardo Gomes de Lima Suplente Samuel Brasileiro Filho Representantes da Categoria Econômica da Pesca do Estado do Ceará Efetivo Paulo de Tarso Teófilo Gonçalves Neto Suplente Eduardo Camarço Filho Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego Efetivo Júlio Brizzi Neto Representantes dos Trabalhadores da Indústria do Estado do Ceará Efetivo Francisco Antônio Ferreira da Silva Suplente Antônio Fernando Chaves de Lima Departamento Regional do SENAI–CE Francisco das Chagas Magalhães Diretor do Departamento Regional do SENAI-CE Fortaleza 2018 INFORMÁTICA APLICADA Técnico em Eletrotécnica Inicialização Profissional FUNDAMENTOS DA MOAGEM DE TRIGO Fundamentos da Moagem de Trigo 7 MOLEIRO 1 1 1.1 Histórico da ocupação Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 8 Fundamentos da Moagem de Trigo 9 Figura 1 – Exemplo ilustrativo dos primeiros banco de cilindro movidos a energia elétrica Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 10 Fundamentos da Moagem de Trigo 11 1.2 Enquadramento funcional https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 12 1.3 Atribuições Fundamentos da Moagem de Trigo 13 Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 14 Fundamentos da Moagem de Trigo 15 MOINHO 1 2 Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 16 2.1 Definição 2.2 Estrutura física Fundamentos da Moagem de Trigo 17 Figura x – Exemplo de projeto de planta de um moinho Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 18 Figura 3 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de um andar Fonte: Bühler S.A. Figura 4– Ilustração esquemática de projeto de moinho de dois andares Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 19 Figura 5 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de três andares Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 20 Figura 6 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de quatro andares Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 21 Figura 7 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de cinco andares Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 22 Figura 8 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de seis andares Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 23 Figura 9 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar Fonte: Bühler S.A. Figura 10 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 24 Figura 11 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar Fonte: Bühler S.A. Figura 12 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 25 Tabela 1 – Comparativo vantagens e desvantagens dos diferentes sistemas de gerenciamento de ar Fonte: Bühler S.A. Figura 12– Ilustração divisões internas de um moinho Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 26 Figura 13 – Área de ocupação da planta Fonte: Bühler S.A. MOINHO Cidade Ano Tipo de Moinho Capacidade de moagem (t/24h) Anaconda Curitiba / PR 1998 1999 (M) 2004 2009 (M) 2015 SW SW 300 600 Anaconda São Paulo / SP 2004 2008 (M) 2015 (M) SW SW 400 550 Arno Werner Dourados / MS 1995 SW 300 ASA Campina Grande / PB 2005 MA 480 Fundamentos da Moagem de Trigo 27 Bunge Alimentos Pontagrossa / PR 1999 (M) 2005 (M) 2007 (M) 2007 SW SW SW SW 360 2 x 500 650 Bunge Alimentos Santos / SP 2000 (M) 2000 SW SW 1750 Cargill Tatuí / SP 1998 SW 330 Cotriguaçu Palotina / PR 2005 SW 400 Domingos Costa Contagem / MG 1996 (M) 1997 2012 SW SW SW 600 160 Galopolis Caxias do Sul / RS 2000 (M) 2005 SW SW 200 180 GEM Agroindustrial Acreúna / GO 2000 (M) MA 240 Grande Moinho Aratu Salvador / BA 2003 2011 SW SW 1200 600 Grande Moinho Potiguar Natal / RN 2000 2003 (M) SW 550 Grande Moinho Tambau Cabedelo / PB 2005 2009 SW SW 380 500 Moinho Catarinense Mafra / SC 2011 (M) SW 240 Moinho Dias Branco Fortaleza / CE 2009 (M) 2009 (M) 1997 SW SW/DU SW 500 300/200 500 Moinho do Nordeste Antonio Prado / RS 2007 (M) 2011 (M) SW SW 500 Moinho do Nordeste Pinhais / PR 2008 (M) SW 300 Moinho Globo Sertanópolis / PR 1995 (M) SW 100 Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 28 Moinho Pacifico Santos / SP 1996 1998 2000 2001 2004 SW SW SW SW 450 500 425 500 Moinho Paulista Santos / SP 2001 SW 500 Moinhos Vera Cruz Sta. Luzia / MG 1996 2008 2015(M) SW SW SW 24 Specht Joaçaba / SC 2011 (M) SW 500 Tondo Bento Gonçalvez / RS 1997 (M) SW 300 Tondo Forqueta / RS 2009 (M) 2004 2011 SW SW SW 380 160 400 Prifal Canoas / RS 2004 (M) SW 180 Moinho Estrela Canoas / RS 2008 (M) 2009 (M) SW SW 320 340 COROL Rolândia / PR 2009 SW 400 Moinho Sta. Clara São Caetano do Sul / SP 2009 (M) SW 420 Buaiz AlimentosVitoria / ES 2010 (M) SW 380 Viviana Alimentos Camaquã / RS 2012 SW 240 Cotricampo Campos Novos / RS 2012 SW 240 Ocrim Belém / PA 2012 SW 500 Ocrim Manaus/AM 2015(M) SW Ocrim Jaguaré 2015(M) SW Ocrim Nova Odessa 2015(M) SW Coamo Campo Mourão/PR 2015 SW 500 Belarina Curitiba/PR 2015 SW 300 Correcta São Paulo/SP 2015 SW 300 Legenda: SW = trigo soft MA = minho (M) = modificação Tabela 2– Lista de referência capacidades de moagem instaladas no Brasil Fonte: Bühler S.A., 2016. Fundamentos da Moagem de Trigo 29 2.3 Equipamentos principais Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 30 Figura 14 – Corte dos bancos de cilindros – Ilustração da evolução construtiva Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 31 Figura 15 – Foto dos bancos de cilindros – Ilustração da evolução construtiva Fonte: Bühler S.A. Figura 16 – Diagrama de fluxo do plansifter Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 32 Figura 17 – Ilustração esquema de entradas e saídas do sassor Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 33 2.4 Equipamentos auxiliares Figura 18 – Ilustração dos flocos formados nas passagens de compressão Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 34 Figura 19 – Exemplo desagregador de impacto Fonte: Bühler S.A. Figura 20 – Exemplo escovadeira de farelo Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 35 PADRÕES INTERNOS DO MOINHO 3 3.1 Definição Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 36 3.2 Finalidade Fundamentos da Moagem de Trigo 37 3.3 Aplicação Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 38 Fundamentos da Moagem de Trigo 39 Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 40 Figura 21 – Exemplo dos tipos de impurezas encontradas no trigo bruto Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 41 Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 42 Fundamentos da Moagem de Trigo 43 EQUIPAMENTOS 1 4 4.1 Tipos Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 44 Figura 22 – Exemplo de diagrama de fluxo básico para o sistema de recebimento Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 45 Figura 23 – Exemplo de diagrama de fluxo recebimento / ensilagem alta capacidade Fonte: Bühler S.A. Figura 24 – Exemplo de diagrama de fluxo recebimento / ensilagem baixa capacidade Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 46 Figura 25 – Exemplo de transportador de corrente Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 47 Figura 26 – Corte transportador de corrente Fonte: Bühler S.A. Figura 27 – Ilustração transportador de corrente com opção de dosagem de material Fonte: Bühler S.A. Figura 28 – Ilustração tipos de roscas para transportadores de corrente Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 48 Figura 29 – Ilustração equipamento elevador de canecas e respectivo fluxo de produto na cabeça do equipamento Fonte: Bühler S.A. Figura 30 – Ilustração indicação dos principais elementos de um elevador de canecas Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 49 Figura 31 – Peneira de tambor Bühler Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 50 Fundamentos da Moagem de Trigo 51 Figura 32 – Ilustração aspirador universal Bühler TAS Fonte: Bühler S.A. Figura 33 – Ilustração princípio de funcionamento aspirador universal Bühler (TAS) Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 52 Figura 34 – Possibilidade de inversão para diversos usos, aspirador universal Bühler (TAS) Fonte: Bühler S.A. Distribuição homogênea superiores Somente pré-peneiras inferiores Somente pré-peneiras Fundamentos da Moagem de Trigo 53 Aspiração na entrada Abastecimento pelo separador ascendente 1. Compartimento de regulagem; 2. Fluxo de produtos; 3. Vedação flexível; 4. Componentes pesados; 5. Fluxo de ar; 6. Componentes leves; 7. Separador ascendente 1. Abertura de comando; 2. Regulagem na entrada; 3. Componentes leves; 4. Fluxo de ar; 5. Componentes pesados; 6. Contrapeso ajustável; 7. Báscula de saída Figura 35 – Regulagens de ar (efeito de seleção) do aspirador universal Bühler (TAS) Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 54 Figura 36– Ilustração princípio de análises do NIR Fonte: Bühler S.A. Figura 37 – MYRG: espectrômetro central com até 6 sondas Fonte: Bühler S.A. Figura 38 – MYRG: elementos no novo NIR Online Bühler Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 55 Figura 39– Exemplo de instalação do MYRG: Tubulação de conduto x Roca (mesmo produto) Fonte: Bühler S.A. Figura 40 – Exemplo de diagramação MYRG com silo pulmão Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 56 Figura 41 – Exemplo de diagramação MYRG sem silo pulmão Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 57 Figura42 – Fluxo de produto no interior dos silos de estocagem Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 58 Figura 43 – Ilustração de instalação de silo com saídas múltiplas MAKA Fonte: Bühler S.A. Figura 44 – Ilustração exemplo de cone duplo (MFAK – Bühler) Fonte: Bühler S.A Fundamentos da Moagem de Trigo 59 Figura 45– Ilustração do descarregamento do produto no interior do silo com vibro extrator aplicado Fonte: Bühler S.A Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 60 Figura 46 – Exemplo de diagrama de fluxo ano de 1985 Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 61 Volume de ar (m 3 /min) Potência (kW) Separador com canal de aspiração 135 1,4 Separador intermediário 0.55 Concentrator 180 0,6 Saca pedras 120 11.3 Polidora 8 7,5 Canal de aspiração 44 0.12 Demanda total de ar 487 Ventilador do filtro A 300 30.55 Ventilador do filtro B 187 15.55 Potência instalada total 67.57 Tabela 3 – Dados de consumos exemplo de diagrama de fluxo ano de 1985 Fonte: Bühler S.A. Figura 47 – Exemplo de diagrama de fluxo ano de 1995 Fonte: Bühler S.A. Volume de ar (m 3 /min) Potência (Kw) Máquina combinada 20 20.25 Polidora 8 7.5 Tarara a reciclo 4 2.75 Demanda total de ar 32 Ventilador do filtro 32 3.55 Potência instalada total 34,5 Tabela 4 – Dados de consumos exemplo de diagrama de fluxo ano de 1995 Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 62 Figura 48 – Ilustração fluxograma de limpeza de trigo com possibilidade de mistura de trigos Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 63 Figura 49 – Exemplos de unidade dosadoras para mistura de variedades de trigo Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 64 Figura 50 – Esquema de funcionamento de uma balança ponderal Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 65 Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 66 Pesagem gravimétrica Dosagem volumétrica Figura 51 – Princípio de pesagem diferencial (pesagem negativa) Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 67 Figura 52 – Exemplos de variedades de trigo Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 68 Figura 52 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo Fonte: Bühler S.A. Figura 53 – Ilustração fluxograma simples para limpeza de trigo Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 69 Figura 54 – Ilustração fluxograma básico para limpeza de trigo Fonte: Bühler S.A. Figura 55 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo com alto padrão de exigência de segurança alimentar Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 70 Figura 56 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo para remoção de DON Fonte: Bühler S.A. Figura 57 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo de com remoção de DON (VEGA / SORTEX) Fonte: Bühler S.A. Fundamentos da Moagem de Trigo 71