Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Inicialização Profissional 
FUNDAMENTOS 
DA MOAGEM DE 
TRIGO 
Inicialização Profissional 
FUNDAMENTOS 
DA MOAGEM DE 
TRIGO 
Conselho Regional do SENAI-CE 
 
Presidente 
Roberto Proença de Macêdo 
 
Delegados das Atividades Industriais 
Efetivos 
Aluísio da Silva Ramalho 
Ricard Pereira Silveira 
Edgar Gadelha Pereira Filho 
Ricardo Pereira Sales 
 
Suplentes 
Luiz Eugênio Lopes Pontes 
Francisco Túlio Filgueiras Colares 
Paula Andréa Cavalcante da Frota 
Luiz Francisco Juaçaba Esteves 
 
Representantes do Ministério da Educação 
Efetivo 
Cláudio Ricardo Gomes de Lima 
 
Suplente 
Samuel Brasileiro Filho 
 
Representantes da Categoria Econômica da Pesca do Estado do Ceará 
Efetivo 
Paulo de Tarso Teófilo Gonçalves Neto 
 
Suplente 
Eduardo Camarço Filho 
 
Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego 
Efetivo 
Júlio Brizzi Neto 
Representantes dos Trabalhadores da Indústria do Estado do Ceará 
Efetivo 
Francisco Antônio Ferreira da Silva 
 
Suplente 
Antônio Fernando Chaves de Lima 
 
 
Departamento Regional do SENAI–CE 
 
Francisco das Chagas Magalhães 
Diretor do Departamento Regional do SENAI-CE 
Fortaleza 
2018 
INFORMÁTICA 
APLICADA 
Técnico em Eletrotécnica 
Inicialização Profissional 
FUNDAMENTOS DA 
MOAGEM DE TRIGO 
 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 7 
MOLEIRO 
1 
1 
1.1 Histórico da ocupação 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 8 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 9 
Figura 1 – Exemplo ilustrativo dos primeiros banco de cilindro movidos a energia elétrica 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 10 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 11 
1.2 Enquadramento funcional 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 12 
1.3 Atribuições 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 13 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 14 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 15 
MOINHO 
1 
2 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 16 
2.1 Definição 
2.2 Estrutura física 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 17 
Figura x – Exemplo de projeto de planta de um moinho 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 18 
Figura 3 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de um andar 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 4– Ilustração esquemática de projeto de moinho de dois andares 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 19 
Figura 5 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de três andares 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 20 
Figura 6 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de quatro andares 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 21 
Figura 7 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de cinco andares 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 22 
Figura 8 – Ilustração esquemática de projeto de moinho de seis andares 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 23 
Figura 9 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 10 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 24 
Figura 11 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 12 – Exemplo esquemático opção de sistema de gerenciamento de ar 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 25 
Tabela 1 – Comparativo vantagens e desvantagens dos diferentes sistemas de gerenciamento de ar 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 12– Ilustração divisões internas de um moinho 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 26 
Figura 13 – Área de ocupação da planta 
Fonte: Bühler S.A. 
MOINHO Cidade Ano Tipo de 
Moinho 
Capacidade 
de moagem 
(t/24h) 
Anaconda Curitiba / PR 1998 
1999 (M) 
2004 
2009 (M) 
2015 
SW 
 
 
 
SW 
300 
 
 
 
600 
Anaconda São Paulo / SP 2004 
2008 (M) 
2015 (M) 
SW 
 
SW 
400 
 
550 
Arno Werner Dourados / MS 1995 SW 300 
ASA Campina Grande / PB 2005 MA 480 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 27 
Bunge Alimentos Pontagrossa / PR 1999 (M) 
2005 (M) 
2007 (M) 
2007 
SW 
SW 
SW 
SW 
 
360 
2 x 500 
650 
Bunge Alimentos Santos / SP 2000 (M) 
2000 
SW 
SW 
1750 
Cargill Tatuí / SP 1998 SW 330 
Cotriguaçu Palotina / PR 2005 SW 400 
Domingos Costa Contagem / MG 1996 (M) 
1997 
2012 
SW 
SW 
SW 
600 
 
160 
Galopolis Caxias do Sul / RS 2000 (M) 
2005 
SW 
SW 
200 
180 
GEM Agroindustrial Acreúna / GO 2000 (M) MA 240 
Grande Moinho Aratu Salvador / BA 2003 
2011 
SW 
SW 
1200 
600 
Grande Moinho Potiguar Natal / RN 2000 
2003 (M) 
SW 550 
Grande Moinho Tambau Cabedelo / PB 2005 
2009 
SW 
SW 
380 
500 
Moinho Catarinense Mafra / SC 2011 (M) SW 240 
Moinho Dias Branco Fortaleza / CE 2009 (M) 
2009 
(M) 
1997 
SW 
SW/DU 
SW 
500 
300/200 
500 
Moinho do Nordeste Antonio Prado / RS 2007 (M) 
2011 (M) 
SW 
SW 
 
500 
Moinho do Nordeste Pinhais / PR 2008 (M) SW 300 
Moinho Globo Sertanópolis / PR 1995 (M) SW 100 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 28 
Moinho Pacifico Santos / SP 1996 
1998 
2000 
2001 
2004 
SW 
SW 
SW 
SW 
450 
500 
425 
500 
Moinho Paulista Santos / SP 2001 SW 500 
Moinhos Vera Cruz Sta. Luzia / MG 1996 
2008 
2015(M) 
SW 
SW 
SW 
 
24 
Specht Joaçaba / SC 2011 (M) SW 500 
Tondo Bento Gonçalvez / RS 1997 (M) SW 300 
Tondo Forqueta / RS 2009 (M) 
2004 
2011 
SW 
SW 
SW 
380 
160 
400 
Prifal Canoas / RS 2004 (M) SW 180 
Moinho Estrela Canoas / RS 2008 (M) 
2009 
(M)
 
SW 
SW 
320 
340 
COROL Rolândia / PR 2009 SW 400 
Moinho Sta. Clara São Caetano do Sul / SP 2009 (M) SW 420 
Buaiz AlimentosVitoria / ES 2010 (M) SW 380 
Viviana Alimentos Camaquã / RS 2012 SW 240 
Cotricampo Campos Novos / RS 2012 SW 240 
Ocrim Belém / PA 2012 SW 500 
Ocrim Manaus/AM 2015(M) SW 
Ocrim Jaguaré 2015(M) SW 
Ocrim Nova Odessa 2015(M) SW 
Coamo Campo Mourão/PR 2015 SW 500 
Belarina Curitiba/PR 2015 SW 300 
Correcta São Paulo/SP 2015 SW 300 
Legenda: 
SW = trigo soft 
MA = minho 
(M) = modificação 
Tabela 2– Lista de referência capacidades de moagem instaladas no Brasil 
Fonte: Bühler S.A., 2016. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 29 
2.3 Equipamentos principais 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 30 
Figura 14 – Corte dos bancos de cilindros – Ilustração da evolução construtiva 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 31 
Figura 15 – Foto dos bancos de cilindros – Ilustração da evolução construtiva 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 16 – Diagrama de fluxo do plansifter 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 32 
Figura 17 – Ilustração esquema de entradas e saídas do sassor 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 33 
2.4 Equipamentos auxiliares 
Figura 18 – Ilustração dos flocos formados nas passagens de compressão 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 34 
Figura 19 – Exemplo desagregador de impacto 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 20 – Exemplo escovadeira de farelo 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 35 
PADRÕES INTERNOS DO 
MOINHO 
3 
3.1 Definição 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 36 
3.2 Finalidade 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 37 
3.3 Aplicação 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 38 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 39 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 40 
Figura 21 – Exemplo dos tipos de impurezas encontradas no trigo bruto 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 41 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 42 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 43 
EQUIPAMENTOS 
1 
4 
4.1 Tipos 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 44 
Figura 22 – Exemplo de diagrama de fluxo básico para o sistema de recebimento 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 45 
Figura 23 – Exemplo de diagrama de fluxo recebimento / ensilagem alta capacidade 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 24 – Exemplo de diagrama de fluxo recebimento / ensilagem baixa capacidade 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 46 
Figura 25 – Exemplo de transportador de corrente 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 47 
Figura 26 – Corte transportador de corrente 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 27 – Ilustração transportador de corrente com opção de dosagem de material 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 28 – Ilustração tipos de roscas para transportadores de corrente 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 48 
Figura 29 – Ilustração equipamento elevador de canecas e respectivo fluxo de produto na cabeça do equipamento 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 30 – Ilustração indicação dos principais elementos de um elevador de canecas 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 49 
Figura 31 – Peneira de tambor Bühler 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 50 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 51 
Figura 32 – Ilustração aspirador universal Bühler TAS 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 33 – Ilustração princípio de funcionamento aspirador universal Bühler (TAS) 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 52 
Figura 34 – Possibilidade de inversão para diversos usos, aspirador universal Bühler (TAS) 
Fonte: Bühler S.A. 
Distribuição homogênea 
superiores 
Somente pré-peneiras 
inferiores 
Somente pré-peneiras 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 53 
Aspiração na entrada Abastecimento pelo separador ascendente 
 1. Compartimento de regulagem; 
 2. Fluxo de produtos; 
 3. Vedação flexível; 
 4. Componentes pesados; 
 5. Fluxo de ar; 
 6. Componentes leves; 
 7. Separador ascendente 
1. Abertura de comando; 
2. Regulagem na entrada; 
3. Componentes leves; 
4. Fluxo de ar; 
5. Componentes pesados; 
6. Contrapeso ajustável; 
7. Báscula de saída 
Figura 35 – Regulagens de ar (efeito de seleção) do aspirador universal Bühler (TAS) 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 54 
Figura 36– Ilustração princípio de análises do NIR 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 37 – MYRG: espectrômetro central com até 6 sondas 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 38 – MYRG: elementos no novo NIR Online Bühler 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 55 
Figura 39– Exemplo de instalação do MYRG: Tubulação de conduto x Roca (mesmo produto) 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 40 – Exemplo de diagramação MYRG com silo pulmão 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 56 
Figura 41 – Exemplo de diagramação MYRG sem silo pulmão 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 57 
Figura42 – Fluxo de produto no interior dos silos de estocagem 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 58 
Figura 43 – Ilustração de instalação de silo com saídas múltiplas MAKA 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 44 – Ilustração exemplo de cone duplo (MFAK – Bühler) 
Fonte: Bühler S.A 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 59 
Figura 45– Ilustração do descarregamento do produto no interior do silo com vibro extrator aplicado 
Fonte: Bühler S.A 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 60 
Figura 46 – Exemplo de diagrama de fluxo ano de 1985 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 61 
 Volume de ar (m
3
/min) Potência (kW) 
Separador com canal de aspiração 135 1,4 
Separador intermediário 0.55 
Concentrator 180 0,6 
Saca pedras 120 11.3 
Polidora 8 7,5 
Canal de aspiração 44 0.12 
 
Demanda total de ar 487 
Ventilador do filtro A 300 30.55 
Ventilador do filtro B 187 15.55 
 
Potência instalada total 67.57 
Tabela 3 – Dados de consumos exemplo de diagrama de fluxo ano de 1985 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 47 – Exemplo de diagrama de fluxo ano de 1995 
Fonte: Bühler S.A. 
 Volume de ar (m
3
/min) Potência (Kw) 
Máquina combinada 20 20.25 
Polidora 8 7.5 
Tarara a reciclo 4 2.75 
Demanda total de ar 32 
Ventilador do filtro 32 3.55 
 Potência instalada total 34,5 
Tabela 4 – Dados de consumos exemplo de diagrama de fluxo ano de 1995 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 62 
Figura 48 – Ilustração fluxograma de limpeza de trigo com possibilidade de mistura de trigos 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 63 
Figura 49 – Exemplos de unidade dosadoras para mistura de variedades de trigo 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 64 
Figura 50 – Esquema de funcionamento de uma balança ponderal 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 65 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 66 
Pesagem gravimétrica Dosagem volumétrica 
Figura 51 – Princípio de pesagem diferencial (pesagem negativa) 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 67 
Figura 52 – Exemplos de variedades de trigo 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 68 
Figura 52 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 53 – Ilustração fluxograma simples para limpeza de trigo 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 69 
Figura 54 – Ilustração fluxograma básico para limpeza de trigo 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 55 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo com alto padrão de exigência de segurança alimentar 
Fonte: Bühler S.A. 
 
Fundamentos da Moagem de Trigo ________________________________________________ 70 
Figura 56 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo para remoção de DON 
Fonte: Bühler S.A. 
Figura 57 – Ilustração fluxograma para limpeza de trigo de com remoção de DON (VEGA / SORTEX) 
Fonte: Bühler S.A. 
 
 Fundamentos da Moagem de Trigo 71

Mais conteúdos dessa disciplina