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Copia impressa pelo Sistema CENWIN 
~SETIW INBR7118 
Disjuntores de alta-tensgo 
Especificacao 
Origem: Projeto 03:Oi 7.01-001/1987 
CB-03 - Comite Brasileiro de Eletricidade 
CE-O3:017.01 - Comissao de Estudo de Disjuntores de Alta-Ten&o 
NBR 7118 - High-voltage circuit-breakers - Specification 
Descriptors: Circuit-breakers. High-voltage 
Esta Norma foi baseada na IEC 56 (1987) 
Esta Norma substitui a NBR 7118/1981 
Valida a partir de 31 .I 0.94 
Palavras-chave: Disjuntor. Alta-tensao 161 paginas 
SUMARIO ANEXO L Exemplo de urn programa de ensaio de comis- 
1 Objetivo sionamento 
2 Documentos complementares 
3 Definiq5e.s 
4 Condi@ss de servi$o 
5 Caracteristicas “ominais 
6 Projet e constru@o 
7 I”spe$Po 
ANEXO M Valores normalizados utilizados ccmo alterna- 
tiva da TRT presumida para as seqii6ncias de 
ensaio a 30% I, 60% I, 100% Ian e 100% ldrn 
1 Objetivo 
a Regras para a escolha de disjuntores 
9 Infonnac6es a serem dada” “as especifica@x thcni- 
cas e “as propostas 
f cr Instru@es par” transporfe, armazenamento, instala- 
$20, comissionamento e manuten@o 
ANEXOA Figuras 
ANEXOB Tab&s 
1.1 Esta Norma fixa as caracteristicas exigiveis dos dis- 
juntores de corrente alternada, para interior e exterior, 
projetados par” sistemas de tens&s acima de 1000 V 
e freqiiencias industriais iguais ou inferiores a 60 Hz e 
para opera@ nas condi@es de servi$o do Capftulo 4. 
ANEXO C MBtodo para tra$ar a envolvente da TRT presu- 
mida de urn circuito e determina$Ho dos pa- 
rametros representatives 
ANEXOD CzW~lo das TRT especificadas para faltas na 
linha a partir das caracteristicas nominais 
ANEXOE Corrente de energiza@o transit&k de banco 
de capacitores 
1.2 SBo aplic&veis as prescri@es d&a Norma, quando 
OS disjuntores forem utilizados: 
a) nas condi@s de servi$o do Capitulo 4; 
b) em sistemas trif&icos, para disjuntores tripola- 
res, e em sistemas monoftisicos, para disjun- 
tares monopolares; 
ANEXOF Registros e relat6rios dos ensaios de tip0 rela- 
tivos ao desempenho durante estabelecimento 
e interrup@o de correntes e passagem da wr- 
rente de curta duracHo 
ANEXOG Especifica@es e ensaios de estanqueidade 
ANEXOH Determina@o do fator de pot&ncia de curto- 
circuit0 
ANEXO I Mbtodos para determina@o das ondas da TRT 
presumida 
c) em opera@o de estabelecimento ou interrup$Ho 
de linhas a6reas. de cabos, de bancos tinicos de 
capacitores, de bancos de capacitores em con- 
traposi@o e de sistemas em discord&cia de fa- 
*es. 
1.2.1 Esta Norma aplica-se tambern aos mecanismos de 
opera@ e aos equipamentos auxiliares dos disjuntores. 
ANEXOJ Determina@o do valor eficaz equivalente de 
umacorrentede curto-circuitoduranteumcurto- 
circuit0 de dura@o dada 
1.2.2 OS disjuntores bipolares em sistemas monofki- 
cos es&o sujeitos a urn acordo especial entre usu~rio e 
fabricante. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
1.3 NHo sHo aplitiveis as prescri@es desta Norma, 
quando os disjuntores forem utilizados em cond@es 
especiais de sewi$o, tais como: 
a)em linhas a&as que in&am capacitores em 
&de; 
b)em mecanismo de oper@o de fechamento de- 
pendente de opera+ manual, uma “ez que n8o 
sendo possivel garantir uma capacidade de esta- 
belecimento nominal em curto-circuito, tal opera- 
$20 manual n&z pode ser aceita por motives de 
seguranp; 
c) em unidades locomotoras dos equipamentos de 
tr@o el&rica. 
2 Documentos COtIIpleIIIentXes 
Na aplica@o desta Norma 6 necesserio consultar: 
NBR 5034 Buchas para tens&s alternadas su- 
periores a 1 kV - Especifica@ 
NBR 5389 Tecnicas de ensaios el&ricos de alta- 
tens.% - M&do de ensaio 
NBR 5456 - Eletricidade geral - Terminologia 
NBR 5459 - Manobra, prote@o e regulagem de cir- 
cuitos Terminologia 
NBR 5460 - Sistemas el&ricos de pot&K.ia _ Termi- 
nologia 
NBR 6403 - Nlimeros normalizados - Procedimento 
NBR 6936 T&znicas de ensaios &tricos de alta- 
tens& _ Procedimento 
NBA 6939 Coordena$Ho de isolamento - Proce- 
dimento 
NBR 6977 - Prote+ radiol6gica Regras b&icas 
de prote@o contra Raios X para fins mCdicos - 
Procedimento 
NBR 7034 M&dais isolantes el&ricos - Clas- 
sifica@o t&mica - Classifica$Bo 
NBR 7102 Ens&s sint&icos em disjuntores de 
alta-tendo - Procedimento 
NBR 7876 - Med@o de RI na faixa de 0.15 a 30 MHz 
em linhas e equipamentos de A.T. - M&do de en- 
saio 
NBR 11902 Hexaftuoreto de enxofre - Especifi- 
ca@io 
NBR 12160 - Hexafluoreto de enxofre - Verifica@o 
das propriedades - M&odo de ensaio 
NBR 12318 - Hexafluoreto de enxofre - Procedi- 
mento 
CNP-18/85 - &?o mineral isolante para transfor- 
madores e equipamentos de manobra 
2 NBR7118/1994 
IEC-480 - Guide to the checking of sulphur hexafluo- 
ride (SF,) taken from electrical equipment 
3 Defini+?s 
OS termos t&nicos utilizados nesta Norma es% de- 
finidos em 3.1 a 3.61. e nas NBR 5456, NBR 5459 e 
NBR 5460. 
Nota: A Figura 1 do Anexo A ilustra algumas defini@es desta 
sqao. 
3.1 Disjuntorideal 
Disjuntor cuja imped&xia, entre OS terminais do ~610 
considerado durante a opera@ de abertura. passa ins- 
tantaneamente do valor zero 80 valor infinite. no instante 
exato da passagem da corrente pelo valor zero (zero 
natural). 
3.2 Disjuntor de n cemaras 
Disjuntor constituido por n cimaras ligadas em &de. 
por ~610, operadas simultaneamente para fechamento 
ou abertura do disjuntor. 
3.3 Disjuntor a seco 
Disjuntor cujos contatos principais operam no ar, sob 
press% atmosf&ica. 
3.4Disjuntordefechamento bloqueado 
Disjuntor no qual nenhum dos contatos m6veis pode 
estabelecer corrente, se o comando de fechamento g 
iniciado enquanto permanecem as condi@es que de- 
“em provocar a opera+ de abertura. 
3.5 Disjuntor de torte tinico 
Disjuntor no qual, em cada ~610, o fechamento e a abertu- 
ra do circuit0 principal fazem-se em urn tinico ponto. 
3.6 Disjuntor de cork mriltiplo 
Disjuntor no qual, em cada pblo, 0 fechamento e a abertu- 
ra do circuit0 principal fazem-se em mais de urn ponto. 
Nota: Em umdisjuntorde nc~marasporp610,cadac~marapode 
ser de code tinico ou mfiltiplo. 
3.7 Disjuntor de recipiente tinico 
Disjuntor unipolar ou multipolar corn todos OS seus con- 
tatos de arco instalados em urn recipiente comum. 
3.6 Disjuntor de ~610s separados 
Disjuntor multipolar no qua1 cada ~610 constitui uma uni- 
dade separada. 
3.9 Disjuntor livre de reacendimento 
Disjuntor que atende, sem reacendimento, is exigbn- 
cias dos ens&s de interrup@o de correntes capacitivas 
prescritas nesta Norma. 
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~711ai1994 3 
3.10 contato de arc0 
Con&to previsto pare que o arco nele se estabele$a. 
Note: Em certos disjuntores, 0s contatos principais eewem tam- 
b6m coma contetos de arco. mas. em otiros. OS contatos 
de erca sHo distintos, sendo previstos pare fechar-se 
antes e abrir-se depois dos contatos principais. 
3.11 Contato de comando 
Contato inserido em urn circuito de comando de urn dis- 
juntor, e por este acionado mecanicamente. 
Note: ‘Mecanicamente” refere-se a quefquer liga@o pm meios 
mectiicos, pneumaticos ou hidrz%licos. 
3.12 Contato auxiliar 
Conteto inserido em urn circuit0 auxiliar de urn disjuntor, 
e por este acionado mecanicamente. 
Nata: Vera anterior. 
3.13 Contato normalmente aberto “NA” 
Contato de comando ou auxiliar, que est& aberto quando 
o disjuntor esti aberto (ver Figura 2 do Anexo A). 
Nota: 0 ccmtato pcde ser de dois tipos: 
a) tipo ‘NA-a”: contato normalmente aberto. que se fecha 
quando se completa a opere@o de fechamento do di- 
juntor. 
b) tipo “NA-aa”: conteto normalmente aberlo. que se le- 
cha quando se inicia a opere@.o de fechamento do dis- 
juntor. 
3.14 Contato normalmente fechado “NF” 
Contatode comando ou auxiliar, que esti fechado quan- 
do o disjuntor este aberto (ver Figura 2 do Anexo A). 
Note: 0 co&to pode ser de dois tipos: 
a) tipo’NF-b”: con&to normalmente fechado. que se abre 
qua”doseiniciaaopera~Bodefechamentododisjuntor: 
b)tipo’NF-bb”:conteto”ormalmentefechado,queseabre 
quando se completa a opera@o de lechamento do dis- 
juntor. 
3.15 CiImara 
Pate de urn disjuntor que tern caracteristicas de disjun- 
tor pare estabelecimento, condu@o e interrup@o de cor- 
rentes. 
3.16 CBmara de extin@o 
Compartimento que envolve os contatos do circuito prin- 
cipal de urn disjuntor, cape2 de resistir Bs solicita@?s 
devidas ao arco, e destinado a favorecer e extin@o deste. 
3.17 Cimara de sopro 
Compartimento pare o qua1 o arco B transferido, pare 
facilitar a sue extin@o. 
3.18M6dulo 
Conjunto constituido de &mara(s), isoladores suportes 
e pales meczkicas, e que C mec&nica e eletricamente 
conectado a outros conjuntos identicos pare forma urn 
~610 de disjuntor. 
3.19Chavedecomandodedisjuntor 
Dispositivo auxiliar por meio do qua1 se atua sobre o cir- 
cuito de comando das opera@s de fechamento elou de 
abertura de urn disjuntor. 
3.20 Disparador sob a@o de corrente de 
estabelecimento 
Disparador que provoca a abertura do disjuntor, sem re- 
tardo intentional, durante uma opera$&o de fechamento, 
quando a corrente de estabelecimento excede urn valor 
predeterminado. e que se toma inoperante quando o 
disjuntor este na posi@o fechada. 
3.21 Opera&40 
Movimento dos contatos m6veis do circuit0 principal de 
urn disjuntor, de uma posi@o pare outra. 
Nota: A opera+, pode ser: 
a)el&ica: corresponde a estabelecimento e interrup@o 
de corrente: 
b)mecbnica: corresponde a fechamento e abertura me- 
ck!ica doe contatos. 
3.22 Skrie de opera$6es 
Sucess~o de opera@ies de urn disjuntor. que n&z cons- 
tituem urn ciclo de opera.yxies. 
3.23 Seqtikcia de ensaio 
Conjunto ordenado de opera@es durante urn ensaio, 
que pode constituir-se de uma seq@ncia de oper@es, 
de urn ciclo de opera$Bes ou de uma s&ie de oper@es. 
3.24 Bancos de capacitores em contraposi@o 
Bancos de capacitores em deriva@o nom sistema el&ri- 
co, cuja corrente de energiza@o transit6ria 6 aumentada 
significativamente par outro(s) banco(s) de capacitores ja 
ligado(s) ao sistema. 
Nota: %ontaposi$8o” corresponde a back to back. 
3.25 Condiq6es de discordlncia de fases 
Condi@es anormais do circuito, de perda ou falta de sin- 
cronismo entre as du$s partes de urn sistema elCtrfco 
de potkncia. situadas em cada urn dos lados de urn 
disjuntor, no qual. no instante de sua opera@, o kgulo 
entre os fasores representando es tens6es geradas em 
urn e outro lado, excede o valor normal, podendo atingir 
180” (oposi$& de fases). 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
4 NBR7118/1994 
3.26 Discordlncia de fases (corn0 qualificativo de uma 
grandeza caracteristica) 
Termo qualificativo indicando que a grandeza caracteris- 
tica aplica-se B opera+ do disjuntor nas condi@es de 
discord&Ma de fases. 
3.27 TensHo nominal 
Valor eficaz da tens% pelo qua1 0 disjuntor 6 designado. 
e ao qua1 s80 referidos outros valores nominais. 
Nota: Este valor 6 igual ao da tensao m&ima de opera@0 do 
sistema para o qua1 o disjuntar 6 previsto. 
3.26FreqO6nciaindustrial 
Designa@ conventional dos valores das freqk%cias 
utilizadas em sistemas elktricos de pot8ncia. 
Nda: A freqMncia industrial n&z 8 necessariamente igual & fre- 
q@ncia nominal do sistema; por exemplo. em ensaios 
dieMricos de equipamentos ektricos de potencia. 
3.29 Freq@ncia nominal 
FreqOBncia para a qual o disjuntor B projetado e B qua1 
s50 referidos outros valores nominais. 
3.30 Corrente nominal 
Valor eficaz da corrente de regime continua, que o disjun- 
tor deve ser capaz de conduzir indefinidamente, e sem 
que a elev@o de temperatura das was diferentes par- 
ks exceda os valores especificados nas condi@es de 
servi$o prescritas nesta Norma. 
3.31 Valor de crista da corrente presumida 
Valor de crista da primeira grande altem?mcia de corren- 
te presumida, durante o periodo transit6rio que se segue 
ao seu estabelecimento. 
Notas: a) Esta defini@o considera que a corrente 6 estabeleci- 
daporumdisjuntorideal, equenoscircuitospolif&icos, 
B estabelecida simultaneamente em tcdos OS p&x, 
mesmoquesewnsidereapenasacorrenteemum~lo. 
b)O valor de crisla pcde ser diferente de urn ~610 para 
outro; ele depende do instante de estabelecimento da 
corrente. em rela@o B onda da tens% entre OS termi- 
nais de cada ~610. 
3.32 Corrente de estabelecimento (crista) 
Valor de crista da pcimeira grande altem~ncia de corren- 
te num ~610 de urn disjuntor, durante o periodo transit& 
rio que se segue ao instante do estabelecimento da car- 
rente, durante uma opera@o de fechamento. 
Notas: a) 0 valor de crista pode ser diferente de urn ~610 para 
outro e de “ma opera@ para outra. dependendo do 
instante do estabelecimento da corrente. em rela@o i 
onda de tens% aplicada. 
b) QuandoC indiiado urn s6valordecristadacorrente de 
estabelecimento para urn circuito polifdsico. ele cor- 
respondeaomaiorvaloremqualquerfase, salvoespe- 
cifica@o em corMrio. 
3.33 Capacidade de estabelecimento 
Valor de crista mtiimo da corrente de estabelecimento 
presumida que urn disjuntor 6 capaz de estabelecer, sob 
uma tens% dada e nas condi@es de emprego e de 
funcionamento prescritas. 
3.34 Capacidade de estabelecimento em discordlncia 
de fases 
Capacidade de estabelecimento para a qual as condi- 
@es prescritas in&em a interliga@o de dois sistemas 
de pot&Ma em discordkcia de fases. 
3.35 Capacidade de interrup@o de falta na linha 
Capacidade de interrup@ para a qual as condi$des 
prescritas incluem urn curlo-circuito em “ma linha a&a 
a “ma distSncia curta. porem significativa, dos terminais 
do disjuntor. 
3.36 Corrente critica (de interrup@o) 
Corrente de interrup+, inferior B capacidade de inter- 
rup+ nominal em curto-circuito, para a qual o tempo de 
arco B mkimo e B substancialmente maim do que o 
tempo de arc0 correspondente & capacidade de inter- 
rup+ nominal em curto-circuito. 
3.37 Capacidade de interrupplo em discordkacia de 
fases 
Capacidade de interrup@o para a qual as condi@es 
prescritas incluem urn valor de tens50 de restabeleci- 
mento correspondente a dois sistemas de pot&m% em 
discord5ncia de fases. 
3.36 Capacidade de interrup@o de linhas em vazio 
Capacidade de interrup@o para a qual as condi$Ws 
prescritas incluem a corrente capacitiva de uma linha 
a&a em vazio. 
3.39 Capacidade de interrup@o de cabos em vazio 
Capacidade de interrup@o para a qual as condir$es 
prescritas incluem a corrente capacitiva de urn cabo fun- 
cionando em vazio. 
3.40 Capacidade de interrup@o de urn banco ljnico de 
capacitores 
Capacidade de interrup@ para a qual as condi@es 
prescritas incluem a corrente capacitiva de urn banco 
6nico de capacitores ligado a uma fonte indutiva. 
3.41 Capacidade de interruppao de bancos de 
capacitores em contraposi@o 
Capacidade de interrup@o para a qua1 as condi@es 
prescritas incluem a corrente capacitiva de urn banco de 
capacitores. ligado a uma fonte a qua1 est&@o) ligado(s) 
outro(s) banco(s) de capacitores. 
3.42 Capacidade de interrup@o de m&ores 
Capacidade de interrup@o para a qual as condi@es 
prescritas incluem a corrente de partida de urn motor de 
indu@o. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NB 
3.43 Capacidade de interrup@io de cargas resistivas 
Capacidade de interrup@o para a qua1 as condi&?s 
prescritas in&em a corrente de urn circuito de carga al- 
tamente resistiva. 
3,44Capacidadedeinterrup@ode pequenascorrentes 
indutivas 
Capacidade de interrup@o para a qua1 as condi@k?sprescritas in&em pequenos valores de corrente, em 
urn circuit0 de carga altamente indutiva. 
3.45 Capacidade de interrupqk de cargas indutivas 
Capacidade de interrup@o para a qua1 as condi@es 
prescritas incluem a corrente de uma carga altamente in- 
dutiva. 
3.46 Capacidade de interrup@o de forno a arc0 
Capacidade de interrup+%o para a qua1 as condi@s 
prescritas incluem a corrente de carga de urn forno a arco. 
3.47 Valor de crista da corrente suportkA 
Valor de crista mhximo de corrente que urn disjuntor po- 
de suportar na posi@o fechada, nas condi@s de em- 
prego e de funcionamento prescritas. 
3.48 Fator de prim&o pblo (de urn sistema trifikico no 
localdodisjuntor) 
Rela@o da tens% B freq%ncia industrial entre a fase 
“20 atingida e as outras duas fases. durante urn curlo- 
circuit0 bifasico para terra ou n%o, no local do disjuntor. 
e a tens% fax-neutro que seria obtida no mesmo local 
ap6s o desaparecimento do curlo-circuito. 
3.49 Tens& de restabelecimento transit&G (TRT) 
Tens% de restabelecimento entre OS terminais do pri- 
meiro ~610 que interrompe a corrente. no intervalo de 
tempo em que esta tens% apresenta uma caracteristica 
transit6ria significativa. 
Notas:a)ATRTpodeseroscilat6riaoun~oocilat6ria,ouseruma 
combina@ das duas. de acordo corn as caracteristi- 
cas do circuit0 e do disjuntor. Ela inclui a varia@o de 
potential do ponto neutro do circuito polif&sico. 
b) Salvo especifica@o em contrkio. a TRT, para OS cir- 
cuitos trifkicos. C aquela que aparece entre 0s termi- 
nais do primeiro ~610 que se abre, porque esta tens& 
6 geralmente mais elevada do que aquela que aparece 
entre 05 terminais de cada urn dos outran dois p6los. 
3.50 Fator de crista da TRT de uma linha 
Rel@o entre a varia@o mtiima e o valor initial da TRT 
para terra de uma fase de uma linha a&e& depois da 
interrup@o de uma corrente de falta na linha. 
Nota: Ovalor initial daTRTcorresponde ao instante da extin@o 
do arco no ~610 considerado. 
3.51 Tempo de abertura 
lntewalo de tempo definido de acordo corn o modo de 
abertura, coma estabelecido a seguir: 
a) para urn disjuntor disparado por qualquer tipo de 
energia externa, 0 tempo de abertura 6 medido a 
partir do instante de aplica@o desta energia ao 
disparador, estando o disjuntor na posi@o fecha- 
da, at& o instante da separa@o dos contams de 
arco em todos OS ~610s; 
b) para urn disjuntor disparado pela corrente do circui- 
to principal, sem ajuda de qualquer tipo de energia 
extema, estando o disjuntor na posi@ fechada. 
o tempo de abeftura B medido a partir do instante 
em que a corrente do circuit0 principal atinge o va- 
lor de funcionamento do disparador de sobrecor- 
rente. at8 0 instante da separa$Ho dos contatos de 
arm em todos OS p&s. 
Notas: a) Em qualquer dos dois cases acima. OS dispositivos de 
retardamento. integrantes do disjuntor. s50 ajustados 
no seu valor minim0 ou. se possivel. desligados. 
b) Para OS disjuntores que possuem resistores inseridos. 
deveserfeitadistin~Boe”tre otempode&xrturaatB o 
instante da separa@o dos contatas de arco principais 
e 0 tempo de abertura ate o in&ante de separa@o dos 
contatos em s&k corn 0s resistores. Salvo especifica- 
~20 em contrtio. 0 tempo de abertura 6 considerado 
at6 0 instante da separa~~o dos contatos de arco prin- 
cipais. 
3.52 Tempo de arco de urn ~610 
lntervalo de tempo entre o instante em que se inicia o ar- 
co e o instante da extin@o final do arco. 
Nota: Para OS disjuntores que possuem resistores inseridos, de- 
ve ser feita distinpk entre o tempo de arco at6 o instante 
da extin@o dos arcos principais e o tempo de arco ate a 
intenup@o da corrente nos resistores. Salvo especifi- 
c@o em ContrMo. 0 tempo de arco C considerado at6 o 
instante da etiin@o dos arcos principais. 
3.53 Tempo de arco de urn disjuntor multipolar 
lntewalo de tempo entre o instante em que se inicia o ar- 
co no primeiro ~610 e o instante da extin@o final do arco 
em todos OS ~610s. 
Nota: Paraosdisjuntoresquepossuemresistoresinseridos,deve 
ser feita distin@o entre 0 tempo de arco at6 o instante da 
extin@o dos arcos principais e o tempo de arco ate a 
intenup@o da corrente nos resistores. Salvo especifi- 
cap50 em contr8rio. 0 tempo de arco 6 considerado at6 o 
instante da extin@o dos arcos principais. 
3.54 Tempo de fechamento 
tntewalo de tempo que decorre entre o instante em que se 
inicia a opera+ de fechamento e o instante em que OS 
contatos se tocam em todos os ~610s. 
Notas: a) 0 tempo de fechamento inclui o tempo de opera@% de 
todooequipamentoauxiliarnecess~rioaofuncionamen- 
to do disjuntor. e que faz park integrante desk riltimo. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
6 NBR7118/1994 
b) Pam os disjuntores que possuem resistores inseridos 
deve ser feita distin@o entre o tempo de fechamento 
at6 0 instante em que se tocam 0s contetos em serie 
corn OS resistores e o tempo de fechamento at6 o ins- 
tante em que 05 contatos de arco principais se tocam. 
3.55 Tempo de estabelecimento 
lntervalo de tempo que decorre entre o instante em que 
se inicia a opera@io de fechamento e o instante em que 
a corrente come~a a percorrer 0 circuit0 principal. 
Notas: a)Otempodeestabelecimentoincluiotempodeopera~~o 
de todoeq”ipamentoauxiliarnecesserioBoperaFBodo 
disjuntor, e que faz par& integrate deste tiltimo. 
b) Paraosdisjuntoresque possuem resistores inseridos, 
deve ser feita distin+ entre o tempo de estabeleci- 
mento at6 o instante em que a corrente 6 estabelecida. 
primeiramente nos resistores. e o tempo de estabeleci- 
mento at6 0 instante em que a corrente plena 6 esta- 
belecida. 
3.56Tempo m&o (durante o religamento autom8tico) 
lntervalo de tempo que decorre entre o instante da extin- 
@o final do arco em todos os ~610s na opera@o de 
abertura e o primeiro restabelecimento de corrente em 
qualquer ~610 na opera@o de fechamento subseqiiente. 
Nota: Paraosdisjuntoresquepo~~uem resistores inseridos. po- 
de ser feita distin@o entre: 
a) o tempo morto que exclui o intervvalo de tempo entre os 
instantes da etiin@o do arco principal e da extin@o da 
corrente de arco nos. resistores. e que exclui tambern o 
intervalo de tempo entre os instantes do estabeleci- 
mento da corrente nos resistores e da corrente plena; 
b) o tempo rnorto que inclui urn ou ambos os intervalos de 
tempo da alinea a). 
3.57 Corrente de energlza@o transit&k 
Corrente transit6ria que circula num circuit0 ao se energi- 
zar em certos tipos de equipamentos el&ricos que se 
comportam praticamente coma em curto-circuit0 no ins- 
tante da energiza@o. 
Nota: Este terrno corresponde ao termo ingIGs inrush current. 
3.56 Prbarco de urn disjuntor 
Arco que se estabelece entre OS contatos de urn disjun- 
tar na opera@o de fechamento. 
3.59 Tempo de prk-arc0 
lntervalo de tempo entre o inicio da circula@o de corren- 
te no prim&o pblo numa opera@o de fechamento e o 
instante do toque dos contatos em todos OS ~610s. 
Notas: a) 0 tempo de pr&arco depende do valor instanttieo da 
tenseoaplicadaduranteumaoperaF~odefechamento 
especificae. portanto, pode variar consideravelmente. 
b) c importante n8o confundir o tempo de prkarco de urn 
disjuntor corn o tempo de pr6-arc0 de urn fusfvel. 
3.60 Disjuntor de tanque morto 
Disjuntor cujas pates ativas de interrup@o s80 coloca- 
das num inv6lucro met&x aterrado. 
3.61 Disjuntordetanquevivo 
Disjuntor cujas partes ativas de interrup@o Go coloca- 
das num irklucro is&do da terra. 
As condi$ires de sew&o s&o as seguintes: 
a) temperatura maxima do ar ambiente de 40°C e o 
valor mbdio obtido num periodo de 24 h, nHo su- 
perior a 35°C. sendo que, nos disjuntores insta- 
lados em cubiculos, &as limita@es se referem 
ao ambiente exterior destes; 
b) temperatura minima do ar ambientede at6 -5°C 
sem previsHo de forma@o de camada de gelo; 
c) altitude nHo superior a 1000 m; 
d) ar ambiente Go excessivamente poluido por: p6 
ou sais, fuma$a densa corn elevado tear de s6lido 
e gases ou vapores corrosives ou inflam&eis; 
e) para disjuntores para exterior, a pressHo do vento 
nHo deve exceder 700 Pa ; 
1) inexist&ncia de terremotos; 
g) para disjuntores para interior, o grau de umidade 
deve ser limitado Segundo o seguinte critkrio: 
-valor media da umidade relativa, medido durante 
qualquer period0 de 24 h. n8o superior a 95%; 
- valor m6dio da pressHo de vapor. em qualquer 
periodo de 24 h, n8o superior a 2244 Pa; 
valor media da umidade relativa, em qualquer 
period0 de urn m&, n&z superior a 90%; 
- valor media da pressHo de vapor, em qualquer 
periodo de urn mCs, nHo superior a 1836 Pa; 
Notas: a) Parafuncionamentoem outrascondi@ies. ofabricante 
deve ser consultado. 
b) A condensa@o dew ser prevista onde ocorrem mu- 
danGas stibitas de temperatura em periodos de eleva- 
da umidade. Tal condens+o pode ser impedida par 
projeto especial do edfffcio. por adequada ventila@o e 
aquecimento da instala@ ou pelo “so de urn equipa- 
mentoeliminadordeumidade. 
c) Pararesistiraosefeitosdeelevada umidadee conden- 
sa@o ocasional. tais coma ruptura da isola@o ou 
corros~o das pates met8licas. podem ser usados dis- 
juntores para interior projetados para tais condi@es e 
ensaiados convenientemente. ou disjuntores para ex- 
terior. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
5 Caracteristicas nominais 
Urn disjuntor em condi@es corretas de manuten@o a 
ajustes dew suportar todas as solicita@% que ocotrem 
em servi$o, desde qua as was caracteristicas nominais 
nHo sejam excedidas. As caracteristicas de urn disjuntor, 
inclusive de seu mecanismo de opera$Ho a de se” equi- 
pamento auxiliar qua servem para fixar 0s valores no- 
minais, s80 as seguintes: 
5.1 Tentio nominal do disjuntor(U,) 
OS valores da tens% nominal. em quilovolts, do disjun- 
tor trip&r devem ser escolhidos na lista de valores da 
tens&o fase-fase indicados a seguir: 
7,2 15 - 24.2 - 36,2 72,5 - 145 - 242 _ 362 - 460 - 
550 - 800. 
Nota:Quandoossistemasde23kVede34,5 kVexigiremlens&o 
nominal do disjuntor superior a 24.2 kV e a 36,2 kV. deve- 
r.% ser tiilizadas, respectivamente. astensires de 25.8 kV 
e 36 kV. 
5.2 Nivel de isolamento nominal 
0 nivel de isolamento nominal de urn disjuntor deve ser 
escolhido entre OS valores indicados nas Tab&s 1 e 2 
do Anexo 8. OS valores de tens% suport&vel nominal das 
Tab&s 1 e 2 do Anexo B correspondem is condiG6es 
atmosf&icas normais de ref&ncia (temperatura, pras- 
sZo a umidade) especificadas na NBR 6936. 
52.1 Tens&s nominais inferiores ou iguais a 72,5 kV 
5.2.1.1 As tens&x suportaveis devem ser escolhidas en- 
tra OS vatores da Tab& 1 do Anexo B situados sobre a 
masma linha. Na especifica$Ho do nivel de isolamento, 
a op@o entre o manor a o maiorvalor dew levar em con- 
ta o grau de exposi@o ZIS sobretens~es de descargas 
atmosf&icas, o tipo de aterramento do neutro do sistema 
a, se for o case, o tipo de equipamento de prote@o con- 
tra sobretensbes. 0 equipamento especificado pelo me- 
nor valor de nivel de isolamento 6 aplic&vel a instala@es 
tais coma: 
a) redes a instala@as industriais nHo ligadas a Ii- 
nhas a&as: 
- onde o neutro do sistema est& diretamente 
aterrado, ou atravCs de uma imped&ncia de bai- 
xo valor, comparada corn o reator de supressHo 
de arco. Geralmente, n&x s80 necess&ios dis- 
positives de prote$Ho contra surios de tens%, 
tais corn0 pAra-raios; 
onde o neutro do sistema esti aterrado atrav& 
de urn r&or de SupressHo de arc0 a, em sis- 
temas espaciais, onde tenha sido prevista uma 
prote@o conveniente contra sobretens&s, co- 
mo. por exemplo, numa extensa rade de cabos, 
onde podem ser necess&rios p&a-raios capa- 
zes de descarregar a carga capacitiva dos cabos; 
b)redes e instala+ss industriais ligadas a linhas 
a&as somente atrav& de transformadores, on- 
de cabos ou capacitores adicionais de. no mini- 
NBR7118/1994 7 
mo, 0.05 pF por fase, es% ligados entre OS tar- 
minais de baixa-tens% do transformador e a tar- 
ra, do lado do equipamento de manobra ligado ao 
transformador e o mais pr&imo possivel dos ter- 
minais do transformador: 
- onde o neutro esta diretamente aterrado ou atra- 
~8s de uma imped&cia de baixo valor am rela- 
@So ao de urn reator de supress.% de arco. Po- 
de ser desejivel a pro@% contra sobreten- 
s&s atrav& de p&a-raios: 
- onde o neutro 6 aterrado atraw% de urn reator de 
supressHo de arco e tenha sido prevista uma 
prote@o conveniente contra sobretensBes por 
meio de pAra-raios; 
c) redes a instala@es industriais ligadas diretamente 
a linhas a&as: 
onde o neutro esti diretamente aterrado ou atra- 
v& de uma imped$ncia de baixo valor em re- 
la& ao reator de supressZ10 de arco a onde for 
prevista “ma adequada prate@o contra so- 
bretensBes, seja por centelhadores, seja por 
p&m-raios, dependendo da probabilidade de 
ocorrtincia, da amplitude e freqii&cia destas 
sobretens&s; 
- onde o neutro est& aterrado atrav& de urn reator 
de supressSo de arco e tenha sido prevista “ma 
conveniente prot+o contra sobretens6es por 
meio de ptira-raios. 
5.2.1.2 Em todos OS outros cases ou quando for exigido urn 
elevado grau de seguran$a, dew ser utilizado equipamen- 
to projetado pelo maim valor de nlvel de isolamento. 
5.2.2 Tens&s nominais superioras a 72.5 kV e inferiores 
ou iguais a 242 kV 
As tens&s devem ser escolhidas entre OS valores da 
Tabela 1 do Anexo B, adotando OS valores de tens6es 
suporiiveis de impulse atmosf&tco a das tens&s su- 
portSveis Zi freqi&cia industrial situados sobre a mes- 
ma linha. Para escolha entre altemativas corresponden- 
tes g mesma tens% nominal, ver NBR 6939. 
5.2.3 Tens&as nomtnais superiores a 242 kV e inferiores 
ou iguais a 800 kV 
As tens&s devem ser escolhidas entre OS valores da 
Tabela 2 do Anexo B, adotando-se OS valores de tens&s 
suport&veis de impulse atmosf&tco, de imp&o de ma- 
nobra e de freqii&ncia industrial correspondentes. 
5.3 FreqiiCncia nominal (f) 
A freq%xxa nominal B 60 Hz. 
5.4 Corrente nominal (I”) 
5.4.1 OS valores das correntes nominais, em amp&es, 
devem set escolhidos entre OS seguintes: 
400.630.800-1250-1600.2000-2500-3150- 
4000 - 5000 - 6300. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
6.4~ Se o disjuntor estiver munido de urn dispositivo li- 
gado em &tie. tal corn0 urn disparador de sobrecorren- 
te direto, a corrente nominal do dispositivo Co valor eficaz 
da corrente que este dispositivo 6 capaz de suportar em 
regime continua sem deteriora@io, & freqii&ncia nomi- 
nal, 6 sem que a eh?va@o de temperatura das was di- 
ferentes pates exceda OS valores especificados na Ta- 
b& 3 do Anexo 6. 
Nota: OS valores de corrente nominal foram escolhidos da se- 
rieR10daNBR6403.Sevaloressuperioresforemneces- 
sarios, eks devem set igualmente escolhidos desta s&e. 
A capacidade de interrup$Ho nominal em curto-circuito 
6 o valor mais elevado da corrente de curio-circuit0 que 
o disjuntor 6 capaz de interromper, nas condi@es de em- 
prego e funcionamento prescritas nesta Norma, num 
circuit0 em que a tens% de restabelecimento a freqii&n- 
cia industrial corresponde & tens% nominal do disjuntor, 
e no qual a TRT B igual ao valor nominal especificado em 
5.6. Para disjuntores trip&es, a componente altemada 
diz respeito a urn curto-circuit0 trif&sico. Quando aplicC 
vel dew-se ter em conta as especifica@s de 5.8 re- 
ferentes a faltas na linha. 
6.6.1 A capacidade de interrup@o nominal em curto- 
circuito caracteriza-se por dois valores: 
a) o valor eficaz de sua componente alternada (I); 
b) a porcentagem da componente continua.Note As componentes alternada e continua s&o determinadas 
na Figura 3 do Anexo A. 
6.6.2 0 disjuntor dew ser capaz de interromper nas con- 
diGBe indicadas anteriormente e at6 sua capacidade de 
interru~&o em cutlo-circuito todas as correntes de auto- 
circufto, corn uma componente alternada qualquer, ma6 
nzo passando do valor nominal e corn uma porcentagem 
da componente continua qualquer. ma6 n&z passando 
do valor especificado. 
6.5.3 Urn disjuntor dew satisfazer Bs seguintes ca- 
racterfsticas: 
a) para as tens&s inferiores ou iguais a tens% 
nominal, o disjuntor deve ser capaz de interrom- 
per sua capacidade de interrup$Ho nominal em 
curto-circuito; 
b) para as tens&% superiores B tens% nominal, 
nenhuma capacidade de interruppHo B garantida. 
exceto no case previsto em 5.12. 
6.6.4 0 valor eficaz da componente altemada da capaci- 
dade de interrup@o nOminal em curto-Circuito, em qui- 
loampi%es, dew ser escolhido entre OS seguintes: 
8.lo-l&5-16-20-25.31,5-40-50-63-80-100. 
6.6.6 0 valor da porcentagem da componente continua 
dew ser determinado ccmw segue: 
a) para urn disjuntor que B abefto pela corrente de 
8 NBR7118/1994 
curto- circuito sem a ajuda de uma forma qualquer 
de energia auxiliar, a porcentagem da component6 
continua dew corresponder a urn intewalo de 
tempo (7) igual ao tempo de abetiura do disjuntor; 
b) para o disjuntor que 6 abelto por uma forma 
qualquer de energia auxiliar. a porcentagem da 
componente continua dew corresponder a urn 
intervalo de tempo (r) igual ao tempo de abertura 
do disjuntor adicionado a meio periodo da fre- 
qii&ncia nominal. 
5.5.6 0 tempo de abertura mencionado nesta se@o B o 
menor tempo de abertura do disjuntor que pode ser obti- 
do em quaisquer condi@es de funcionamento, tanto em 
opera@o de abertura, coma em “ma s&e de opera- 
@es de fechamento-abertura. 0 valor da componente 
continua. calculado em porcentagem. depende do inter- 
vale de tempo (T), e 06 valores 6% obtidos da Figura 4 do 
AnexoA. 
Nota: Para aplica@es especiais. corn0 6 0 case de urn disjuntor 
situado pr6ximo a urn gerador de corrente alternada. a 
porcentagemdacomponente wntinuaquecorrespondeao 
tempo de abertura do disjuntor pode ser superior ao valor 
indicadonaFigura4doAnexoA.Nestecaso.aporcentagem 
requerida dacomponentecontinuaser~especificadapelo 
usu8ria. e OS ensaios devem ser objets de acordo entre 
fabricante e usu8rio. 
5.6 TRT nominal para faltas nos terminais 
Tens50 de refer&Ma associada B capacidade de inter- 
rup@o nominal em curto-circuito, que constitui o limite da 
TRT presumida do circuit0 que o disjuntor dew interrom- 
per, no case de urn curto-circuit0 em sew terminais. 
5.6.1 Representa$Bo da onda de TRT 
5.6.1.1 A forma de onda da TFiT B varitivel Segundo a 
configura@o dos circuitos reais. 
5.6.12 Em certos cases. particularmente nos sistemas de 
tens&o nominal superior a 72,5 kV, e para correntes de 
curto-circuito relativamente elevadas em rela@o 6 corrente 
mtiima de curlo-circuito no ponto considerado, a TRT 
compreende urn period0 initial durante o qua1 a taxa de 
crescimento B elevada e urn periodo ulterior no qual a ta- 
xa B mais reduzida. Esta forma de onda B em geral su- 
ficientemente bem descrita por uma envolvente consti- 
tuida de tr& segmentos de reta. definidos por quatro 
par~metros. 
5.6.1.3 Em outros cases, particularmente no6 sistemas 
de tens% nominal inferior ou igual a 72,5 kV, a TRT 
aproxima-se de “ma oscila@o amortecida de uma s6 
freq08ncia. Esta forma de onda B suficientemente bem 
descrita por uma envolvente constituida por dois 
segmentos de reta definidos por dois parametros. 
6.6.1.4 Enquadram-se tambBm neste case 0s sistemas 
de ten.& nominal superior a 72,5 kV, em que as corren- 
tes de curto-circuit0 6% relativamente baixas em rela@o 
h corrente mAxima de curto-circuito, e s60 alimentadas 
por transformadores. 
NBR7118/1994 9 
6.6.1.6 Esta representa@o por meio de dois pa&netros 
6 urn case particular da representa@o por meio de qua- 
tro p&metros. OS mbtodos para traqar as envolventes da 
TRT por dois e quatro paremetros Co descritos no Ane- 
x0 c. 
6.6.1.6 A influ&ncia da capacit?mcia local no lado da fonte 
de alimenta$Ho do disjuntor reduz a taxa de crescimento 
da tens&o durante alguns microssegundos iniciais da 
TRT. lsto dew ser kvado em conta pela introdu@o de 
urn retardo. 
6.6.1.7 Ressalta-se que qualquer parte da onda da TRT 
pode influenciar a capacidade de interrup$Ho de urn dis- 
juntor. Para alguns tipos de disjuntor, o inicio da TRT po- 
de ser importante. Esta pate da TRT, designada coma 
TRT initial (TRTI). 6 causada pela oscila$Ho initial de 
baixa amplitude devida a reflex&s na primeira descon- 
tinuidade importante ao longo do barramento. 
6.6.1.6 Esta TRTI 6 determinada principalmente pelo ar- 
ranjo do barramento e dos equipamentos associados 
As linhas da subesta@o. A TRTI B urn fenbmeno fisico 
muito semelhante B TRT para falta na linha. A primeira 
crista da tensHo C baixa, comparada corn a falta na linha. 
mas 0 tempo at6 a prim&a crista B extremamente curto. 
ocorrendo dentro dos primeiros microssegundos ap6s 
o zero de corrente. Por isto, os fenbmenos termicos de 
interrup$Ho podem ser influenciados. Se o disjuntor tiver 
urn6 caracteristica nominal para faltas na linha. a soli- 
cit@o inerente, devida B TRTI do lado da fonte. em com- 
bin@0 corn a falta nos terminais, Serb inferior &i solici- 
ta@o da falta da linha para “ma linha sem retardo. 
6.6.1.9 Deve-se considerar que se a solicita@o da TRTI 
do lado da fonte for combinada corn a TRT de uma linha 
curt6 corn urn retardo, a solicita$Bo total 8 praticamente 
igual~s.olicita~Bodeumalinhacuttasem retardo. Port&o, 
se urn disjuntor tiver uma caracteristica nominal para 
faltas na linha, OS requisites da TRTI do lado da fonte, po- 
dem ser desprezados quando OS ensaios de faltas na 
linha forem realizados utilizando-se uma linha sem re- 
tardo. 
6.6.2 Representa@o da TRT nominal 
Utilizam-se 0s seguintes par%letros para representar 
as TRT nominais: 
a) representa@o por meio de quatro p&metros (ver 
Figura 5 do Anexo A): 
- u, = primeira ten&o de refer&ncia, em kV; 
- 1, = tempo para atingir a tensHo u,, em ps; 
- u, = segunda tens?io de refer&ncia (valor de cris- 
ta da TRT), em kV; 
t, = tempo para atingir a tens%0 uC, em ps; 
b) representa@o por meio de dois p&metros (ver 
Figura 6 do Anexo A): 
- uC = tens5o de refer&xia (valor de crista da TRT). 
em kV 
- t, = tempo para atingir a tensZ0 u,, em ps; 
c) retardo: 
- especifica-se para urn disjuntor urn retardo no- 
minal t,, em ps; 
o segmento de reta definindo o retardo parte de 
urn ponto situado sobre o eixo dos tempos, cor- 
respondendo ao retard0 nominal t,, e se de- 
senvolve paralelamente ao primeiro segmento 
de reta do traqado de refer&n& da TRT ate urn 
ponto correspondente a “ma tenGo dada u’ e a 
urn tempo t’; 
- u’ = tenGo de referizncia, em kV; 
1’ = tempo para atingir a tensZ0 u’, em ps. 
d) TRTI (ver Figura 7 do Anexo A): 
- a taxa de crescimento da TRTI depende da cor- 
rente de curto-circuit0 interrompida e a sua am- 
plitude depende da dist%xia a prim&a des- 
continuidade ao longo do barramento. A TRTI 
nominal B expressa: primeiro por uma linha reta 
traqada entre a origem e o ponto (u,, 1,); Segundo 
por uma reta horizontal tracada do ponto (IL, ti) 
ate cortar a linha de retardo da TRT especificada 
no ponto A; 
- o disjuntor dew interromper urn circuito qual- 
quer no qua1 a onda da TRT atravessa tuna vez 
o segmento de reta definindo o retardo e nao o 
atravessa “ma segunda vez; 
uI = ten&o de refer&& (valor de crista da TRTI). 
em kV; 
- tj = tempo para atingir a tensHo ui, em ps. 
56.3 Valores normalizadosda TRT nominal 
5.6.3.1 OS valores norm&ados da TRT nominal dos dis- 
juntores tripolares, de tens&s nominais inferiores ou 
iguais a 72,5 kV. correspondem B representa.$o por dois 
p&metros. OS valores correspondentes sHo indicados 
“a Tab& 4 do Anexo 8. 
5.6.3.2 Para as tens&zs nominais superiores a 72.5 kV, 
utiliza-se a representa@ por quatro parimetros. OS va- 
lores sHo indicados nas Tab&s 5 e 6 do Anexo B. 
5.6.3.3 Para capacidades nominais de interrup@o supe- 
riores a 50 kA e tens&s nominais superiores a 72.5 kV. 
pod% ser mais econ8mico utilizar disjuntores corn ca- 
racteristicas inferiores no que se refere a taxa de cres- 
cimento da TRT. Tais cases devem constituir objeto de 
acordo entre fabricante e usu6rio. 
5.6.3.4 As Tab&s do Anexo B indicam, igualmente, as 
taxas de crescimento sob a forma (u$,) e (u,/t,), para res- 
pectivamente, as representa@% por dois e por quatro 
par&metros. Associadas aos valores de crista (u,) da TRT, 
estas taxas de crescimento podem ser utilizadas par6 a 
especifica@o das TRT. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
5.6.3.5 OS valores indicados nas Tab&s do Anexo B Go 
valores presumidos. Eles se aplicam aos disjuntores 
destinados aos sistemas triUsicos de transmissZo e de 
distribui@o compollando transformadores. linhas &was 
e pequenos comprimentos de cabos. 
5.6.3.6 Nos sistemas monof&icos ou quando OS disjun- 
tows sHo destinados Bs instala@es onde podem ocor- 
rer condiiiW mais severas, os valores devem ser obje- 
to de acordo enire fabricante e usu~rio, patiicularmente 
nos seguintes cases: 
a)disjuntores diretamente ligados aos circuitos de 
getadores de corrente alternada; 
b) disjuntores diretamente ligados a transformado- 
res fornecendo “ma corrente superior a 50% da 
capacidade de interrup@o nominal em curto- 
circuit0 do disjuntor, sem capacitSncia suplemen- 
tar aprecisvel entre o disjuntor e o transformador; 
c) disjuntores na proximidade de r&ores-s&de. 
5.6.3.7 Nos circuitos corn sistema importante de cabos 
diretamente ligados B fonte de energia, pode ser mais 
econdmico utilizar disjuntores corn taxas de crescimen- 
to da TRT nominal mais baixas, p&m, neste case. OS 
valores correspondentes devem ser objeto de acordo 
entre fabricate e usuSrio. 
5.6.38 A TRT nominal correspondente a capacidade de 
interrup@o nominal em cutto-circuito. no case de falta 
nos temlinais, B utilizada para OS ensaios a 100% da 
capacidade de interrup@o nominal. Para OS ensaios efe- 
tuados corn valores inferiores a 100 % do valor nominal, 
outros valores da TRT sio especificados (ver 7.1.8.5); 
alem disso, especifica@es complementares Go apli- 
c&is aos disjuntores de tensHo nominal igual ou supe- 
rior a 72,5 kV e de capacidade de interrup@io nominal em 
cullo-circuit0 superior a 12.5 kA que podem operar em 
condi@es de falta na linha (ver 5.8). 
5.7 Tens~o de rede trifdsica initial (TRTI) 
5.7.1 Consideram-se os valores da Tab& 7 do Anexo 6 
aplicfiveis tanto a faltas trifesicas coma monof&icas. 
Eles s80 baseados na hip&se de que o barramento, 
inclusive OS elementos a ele ligados (isoladores, trans- 
formadores de corrente e potential, secionadores, etc.), 
pode ser representado aproximadamente pela impe- 
d&ncia de surto zi, resultante de cerca de 260 R. A rela- 
@o entre f, e 4 da Tab& 7 do Anexo i3 B entHo: 
sendo: 
w=2rr f=377radls 
5.7.2 Visto que a TRTI B proportional g imped?mcia de 
surto e a correntes. OS requisites de TRTI podem ser 
desprezados para conjuntos blindados de manobra. 
devido B baixa impedancia de surto, e para qualquer 
equipamento de manobra corn capacidade nominal de 
interrup@o inferior a 25 kA 
10 NBR7118/1994 
5.6 Caracteristicas nominais para f&as na linha 
5.8.1 Nos disjuntores tripolares, destinados a serem Ii- 
gados diretamente As linhas &reas de tenGo nominal 
igual ou superior a 72,5 kV e de capacidade de interrup@o 
nominal em curto-circuit0 superior a 12.5 kjI, requerem- 
se caracteristicas nominais para faltas na linha. Estas 
caracteristicas correspondem B interrup@ de uma fal- 
ta para terra, em urn sistema de neutro diretamente ater- 
rado. 
Nota No que se refere a presente Norma, urn ensaio monofasi- 
co corn tensao fase-terra abrange todos os tipos de faltas 
nalinha. Nocasopresente,considera-sesem imporlW& 
que. nossistemascom neutro isolado, asfattaspara ater- 
ra. monof~sicas,n~osubmetamumdisjuntor&scondi~6es 
de faltas na linha. 
5.83 Admite-se que o circuit0 correspondente g falta na 
linha se compBe de urn circuit0 de alimenta@o do lado 
onde o disjuntor este ligado B fonte de energia e de uma 
linha curta do lado da carga (ver Figura 8 do Anexo A), 
possuindo as seguintes caracteristicas nominais: 
a)caracteristicas nominais do circuito de alimenta- 
pi0: 
. tens50 igual B tens&x fase-terra (UJfi) corres- 
pondente g tenGo nominal (UJ do disjuntor; 
- corrente de curto-circuito. no case de uma falta 
nos terminais. igual & capacidade de interrup@o 
nominal em curto-circuito do disjuntor; 
TRT presumida, no case de faltas na linha, dada 
pelos valores das Tab&z 8 e 9 do Anexo B; 
- caracteristicas de TRTI derivadas da Tab& 7 do 
Anexo E; 
b) caracteristicas nominais da linha: 
- OS valores da impedsncia de sutto nominal (Z), 
do fator de crista nominal (k) e do retardo (t,), s80 
indicados na Tab& 10 do Anexo B. 
Nota: As caracteristicas nominais dos circuitos permitem deter- 
minaraTRTpresumidanascondi@?sdefaltanalinha(ver 
Anexo D). 
5.9 Capacidade de estabelecimento nominal em curto- 
circuit0 
A capacidade de estabelecimento nominal em curto- 
circuit0 de urn disjuntor (ver Figura 3 do Anexo A) B aque- 
la que corresponde B tensSo nominal e igual a 2.5 vezes 
o valor eficaz da componente alternada de sua capaci- 
dade de interrup$Bo nominal em curto-circuito. A capa- 
cidade de estabelecimento de urn disjuntor tern urn valor 
constante para as tens&s inferiores B sua tensSo no- 
minal. 
5.10CapacidadedesuporIarcorrentesdecurto-circuito 
5.10.1 Corrente suporttivel nominal de curta dura+ (I,) 
0 valor d&a corrente em quiloamp&es B igual ao valor 
eficaz da componente alternada da capacidade de inter- 
rup@o nominal de curto-circuit0 do disjuntor (VW 5.5.4). 
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5.10.2 Duragio nominal da corrente de cwto-circuito (1) 
5.10.2.1 A dura@o nominal da corrente de cutto-circuit0 6 
o tempo durante o qua1 o disjuntor, quando fechado, po- 
de conduzir sua corrente suport?ivel nominal de curta 
dura@o. 0 valor normalizado da dura@o nominal da 
corrente de curto-circuit0 6 1 s. Se urn valor superior a 
1 s for necesshrio. o valor de 3 s C recomendado. 
5.10.22 NZo 8 necess6rio especificar uma dura@o no- 
minal da corrente de curto-circuit0 para os disjuntores 
corn disparadores de sobrecorrente dir&x. Neste case, 
quando os disjuntores estZo inseridos num sistema em 
que a corrente de curto-circuit0 presumida 6 igual B sua 
capacidade de interrup@o nominal em curto-circuito, e 
quando Sew disparadores S&J regulados para os valo- 
res mhximos de corrente e de retardo, os disjuntores 
devem suportar a corrente resultante durante o tempo 
correspondente g dura$Ho da opera@o da interrup@o, 
quando operand0 nas condi@es correspondentes & sua 
seqO&ncia nominal de opera@es. 
5.10.3 Valor de cdsta nominal da corrente suporl~vel (I,) 
0 valor de crista nominal da corrente suport&el B igual 
a 2.5 vezes o valor eficaz da corrente suport~vel nominal 
de curta dura@o. 
Nota: ‘&lores superiores a 2.5 vezes o valor eficaz da corren- 
tesuport~velnominaldecurtadura~~appodemserrequeri- 
dos, Se as caracteristicas do sistema assim o exigirem. 
5.11 SeqiMcia nominal de oper@es 
Existem as seguintes variantes das seqiiZIncias nomi- 
nais de opera@es: 
a) para disjuntoresprevistos para religamento rspido: 
o-t-co-r-co 
Onde: 
t = 0.3 s 
1’ = 3 min, para tens&s nominais iguais ou supe- 
riores a 72,5 kV, ou 
t’ = 15 s, para tens&es nominais inferiores a 72,5 kV 
Nota: Devido as condi@es operatives de alguns sistemas. 
pode ser especificado 1’ = 1 min. 
b) para disjuntores n&o previstos para religamento 
Gpido: 
CO-t”-co,ou 
0 -1”‘.Co-y-Co; 
Onde: 
r’ = 15s 
t”’ = 3 min 
NBR71 la/1994 11 
sendo que: 
0 - representa “ma opera@o de abertura 
CO - representa “ma opera@o de fechamento se- 
guida imediatamente (isto 6, sem retardo in- 
tencional) de uma opera$?~o de abertura 
5.12Capacidadedeinterrup~8onominalemdiscord&1cia 
de fases 
512.1 Esta capacidade de interrup@o 6 a mtiima cor- 
rente em discordencia de fasas que o disjuntor 6 capaz 
de interromper, nas condi@es de emprego e funciona- 
mento prescrftas nesta Norma, no circuit0 cuja tensso de 
restabelecimento B adiante especificada. A indica@o da 
capacidade de interrup@o nominal em discord&cia de 
fases nHo 6 obrigat6ria. Se tal capacidade de interrup@o 
8 indicada, aplica-se o seguinte: 
a)o valor da tensgo de restabelecimento & freqiisn- 
cia industrial C igual a Z&O/,& vezes o valor da 
tens&o nominal indicada, para OS sistemas dire- 
tamente Herrados, e 2,5/a vezes o valor da ten- 
sgo nominal indicada. para os sistemas 60 direta- 
mente aterrados; 
b) os valores da TRT presumida devem ser obtidos 
das seguintes Tab&s: 
- Tab& 11 do Anexo 6, para os disjuntores corn 
tens6es nOminaiS inferiores ou iguais a 72.5 kV, 
e para aplica$8o em sistemas 60 diretamente 
aterrados; 
Tabela 12 do Anexo 6, para os disjuntores corn 
tens&s nominais iguais ou superiores a 145 kV, 
e para S$lica@o em sistemas diretamente ater- 
rados; 
- Tabela 13 do Anexo B, para os disjuntores corn 
tens&s nominais iguais ou superiores a 145 kV, 
e para aplica@o em sistena Go diretamente 
aterrados; 
c) o valor da capacidade de interrup@o nominal em 
discord~ncia de fases B igual a 25% do valor eficaz 
da componente altemada da capacidade de in- 
terrup@.o nominal em curto-circuito, salvo espe- 
cifica@o em contrhrio. 
5.122 As condi@es normais de emprego, no que diz 
respeito B capacidade de manobra em discord$acia de 
fases ~80 as seguintes: 
a)manobras de fechamento e abertura efetuadas 
de acordo corn as instn@es dadas pelo fabri- 
cante, no que diz respeito B manobra e So correto 
emprego do disjuntor e de seu equipamento auxi- 
liar; 
b) condi@es de aterramento do sistema correspon- 
dentes tiquelas para as quais o disjuntor foi en- 
s&do; 
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12 NBFi7118/1994 
c) ausB”cia de falta em quaisquer dos lados do dis- 
juntor. 
Notas:a)Asevig6nciasdeslaNormacobremagrandemaioriadas 
aplica@es dos disjuntores destinados a manobrarcir- 
cuitos em co”di@es de discord6ncia de fases. Coma, 
para se obterem condi@es mais severas do que as 
prescritas “esta Norma, 6 neces&.rio reunir simulta- 
neamente Gias circunsl%cias desfavor&‘eis. e co- 
mo as manobras em condi@es de discord&w% de fa- 
sess&raras. n%oseriaeconbmico projetarodisjuntor 
para as condi$Bes mais exiremas. 
b) As caracteristicas reais do sistema devem ser con- 
sideradas, quando forem previstas freqiientes mano- 
bras em condi@es de discord&cia de fases, ou quan- 
do S&J prov&!eis solicita@es mais severas, coma, no 
case. pa eremplo, de disjuntores de geradores. 
c) Pode. $8 vezes. ser necessirio utilizar urn disjuntor es- 
pecial ou urn disjuntor de tens% nominal maiselevada. 
Coma solu@o alternativa. pcde-se reduzir. nos diver- 
sos sistemas, a intensidade das solicita~6es devido & 
manobras em condi@es de discord%wzia de fases. 
utilizando-se r&s de impedA”cia, ajustados para de- 
terminaro instante de abertura de tal mcdo que a inter- 
rup+“orra bem antesw bemdepoisdoinstanteem 
que o hgulo de fase 6 de 160”. 
d)Seumterminaldodisjuntor~ligadoaum transformador. 
podeocorrer”maelevadataxadecrescimentodaTRT. 
Disjuntores ensaiados de acordo corn esta Norma s&z 
considerados coma atendendo a esta exig&ncia de ta- 
xadecrescimentomaiselevadadaTRT,desdequeelas 
tenham satisfeito a seqtiPncia de ensaio a 3OWI dos 
ensaios fundamentais em cumxircuito. 
5.13 Capacidade de interrup@o nominal de linhas em 
vazio 
6.13.1 Esta capacidade de interrup-$o B a corrente m&d- 
ma de linhas em vazio que o disjuntar deve ser capaz de 
interromper. sob sua tens% nominal e condi@es de em- 
prego e funcionamento prescritas nesta Nomla; e, se 
houver reacendimento, sem exceder as sobretens&s 
de manobra m.Gmas permissiveis da Tabela 14 do 
Anexo B. 
5.132 A indica@o de uma capacidade de i”terrup@o 
nominal de linhas em vazio B limitada aos disjuntores 
destinados a opera linhas a&as trif%icas de tens&x 
nominal igual ou superior a 725 kV. OS valores “onna- 
lizados sHo OS constantes da Tabela 15 do Anexo B. 
5.14 Capacidade de lnterrup@o nominal de cabos am 
vezlo 
Esta capacidade de i”terrup@o, se especificada, 6 a 
corrente mtiima de cabos em vazio que CI disjuntor deve 
ser capaz de interromper (ver Tab& 16 do Anexo 8). sob 
sua tensHo nominal e co”di$Bes de emprego e funcio- 
“amento prescritas “esta Norma, e, se houver reacen- 
dime”@ sem exceder OS valores m&dmos admissiveis 
das sobrete”sBes de manobra, especificados na Tabe- 
la 14 do Anew B. 
5.15Capacidadedeinterrup#ionominaldebancoliniw 
de capacitores 
6.15.1 Esta capacidade de interrup$5o B a corrente de in- 
terrup@o m&dma de banco linico de capacitores que o 
disjuntor deve ser capaz de interromper, sob sua tens.% 
nominal e condi@es de emprego e funcionamento 
prescritas nesta Norma, sem reacendimento, e sem ex- 
ceder OS valores admissiveis das sobretensBes de ma- 
nobra, especificados “a Tab& 14. coluna 6 do Anexo B. 
5.152 Esta capacidade de interrup@o refere-se B mano- 
bra de urn banco de capacitores em deriva+, onde “20 
haja capacitores em deriva@o ligados 60 disjuntor do 
lado da fonte. NHo B obrigatbrio atribuir-se a urn disjuntor 
“ma capacidade de i”terrup@o nominal de banco 6nico 
de capacitores. Case seja especificado, o valor dew ser 
escolhido da s&ie RIO da NBR 6403. 
5.16 Capacidade de interrup$Ho nominal de banco de 
capacltores em contraposi@o 
5.16.1 Esta capacidade de i”terrup@o 6 a corrente de in- 
terrupCHo mAxima de banco de capacitores em contra- 
posi@o que o disjuntor deve ser capaz de interromper, 
sob sua tens&o nominal e “as condi@es de emprego e 
funcionamento prescritas nesta Norma, sem reacendi- 
mento, e sem exceder OS valores admissfveis das so- 
bretens6es de manobra, especificados na Tab& 14, 
c&ma 6 do Anew B. 
5.162 Esta capacidade de interrup@zo refere-se B mano- 
bra de urn banco de capacitores em deriva@o, onde ha- 
ja urn ou mais bancos de capacitores em deriva@o Ii- 
gados ao disjuntor do lado da fonte. NBo 6 obrigat6rio 
atribuir-se a urn disjuntor uma capacidade de interrup@o 
nominal de banco de capacitores em co”traposi@o. Ca- 
so seja especificado, o valor deve ser escolhido da s&ie 
RIO da NBR 6403. 
Nota: Condiqdes similares S&I aplic&‘eis 6 manobra de cabas. 
5.17 Capacidade de estabelecimento nominal da 
corrente de energizap5o transitbria de banco de 
capacitores 
5.17.1 Esta capacidade de estabelecimento B o valor de 
crfsta da corrente de energiza@io transit6ria que o disjun- 
tar B capaz de estabelecer sob sua ten&o nominal e corn 
uma freqSncia de corrente ptdpria das condi@es de 
servi$o (ver Anexo E). 
5.172 6 obrigat6rio atribuir-se “ma capacidade de es- 
tabelecimento nominal da corrente de energiza@o tran- 
sitbria de banco de capacitores a disjuntores destinados 
a manobras em banco de capacitores em contraposi- 
@LO. OS valores da capacidade de estabelecimento nomi- 
nal devem ser escolhidosda &de RlO da NBR 6403. 
Notas: a) Em servi$o, a freq@ncia da cortente de energiza@o 
transit6riaest~normalmente nafaixade2 kHz a5 kHz. 
b)Considera-sequeodisjuntorpode manobrarqualquer 
corrente de energiza~8otransitbriadefreq~Bnciainfe. 
rior ou igual B da corrente utilizada no ensaio. 
c) Esta capacidade deve ser especificada paratodos OS 
disjuntores ligados a bartamentos corn banco de ca- 
pacitores. 
5.16Tens~esnominaisdealimenta~Bodosdispositivos 
de fechamento e de abertura 
5.18.1 Esta tenstio 6 a qua determina as was condi@es 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 13 
de luncionamento e de aquecimento, assim ccnno a iso- 
la@o doe circuitos de comando. Considera-se coma 
tens% de alimenta$Ho destes dispositivos a tensHo 
mecida nos terminais do circuito no pr6prio dispositivo 
durante se” funcionamento, incluindo, se necesskio. OS 
resistores auxiliares O” acess6rios fornecidos o” 
requeridos pelo fabricante e que devem ser instalados 
em sgrie no sistema, mas nHo incluindo os condutores 
de liga@o g fonte de energia el&ica. 
6.16.2 A tensHo nominal de alimenta@ doe dispositivos 
de fechamento e de abellura dew ser urn dos valores 
normalizados que figuram na Tabela 17 do Anexo 6. 
5.19 TensHo nominal de alimenta@o dos circuitoe 
auxiliares 
Estas tens6es devem ser escolhidas entre OS valores 
normalizados da Tab& 17 do Anexo 6. 
5.20 FreqtiCncia nominal de alimenta@io em corrente 
alternada doe dispositivos defechamento, de abertura 
e dos circuitos auxifiares 
Esta freqikncia B 60 Hz. 
5.21 Press60 nominal dealimenta@o do fluido para es 
manobras ou pare e extin@o do art0 
6.21.1 A pressHo nominal de alimenta@o do fluido do dis- 
junta ou do mecanismo de opera+ C a pressHo pela 
qua1 SHO determinadas es condi@es de funcionamento 
do mecanismo de opera@0 o” do mecanismo de extin- 
.$io do arco. 
521.2 Em disjuntores equipados corn resetvat6rios in- 
dividuais, consider?.-se coma press% nominal de ali- 
menta@o do fluido a press%o medida imediatamente 
antes da opera+ do disjuntor. Pam condiG6es espe- 
cificas de funcionamento, C necess&rio conhecer tam- 
b&m es press6es de funcionamento mkdmas e mini- 
mas. OS valores destas pressijes s80 especificados 
pelo fabricante. 
5.22 Coordena@o doe valores nominais 
A coordena@o das tens6es nominaie (ver 5.1). dae ca- 
pacidades de interrup@o em cutto-circuito (ver 5.5) e das 
correntes nominais (ver 5.4), 6 indicada nas Tab&s 18 
e 19 do Anexo B. 
6 Projeto e constr”@o 
6.1 Prescri@ies referentes 805 liquidos e gases doe 
disjuntores 
6.1 .l 61eo 
0 6leo utilizado nos disjuntores a bleo deve satisfazer ao 
regulemento tknico CNP-16/65. Dave haver poesibili- 
dade de encher e drenar facilmente 0s disjuntores a 61eo. 
0 disjuntor dew ser provide de urn dispositivo para veri- 
ficaeo do nivel do 6le0, mesmo em funcionamento, corn 
a indica@o dos limites mkimos e minimos admissiveis 
pare urn funcionamento correto. 
6.1.2 Gases 
6.1.2.1 0 fabricante deve especificar 0 tipo, a qualidade, a 
quantidade e a densidade do gas a ser utilizado nos equi- 
pamentos, e fornecer a0 usutirio as instru$iks neces- 
s&rias pare a regenera@o do g& e manuten+ de sua 
quantidade e qualidade. 
6.1.22 0 SF, deve estar de acordo corn as NBR 11902, 
NBR 12160 e NBR 12316 quando “ova, e de acordo corn 
a IEC 460 quando usado, enquanto Go existirem nor- 
mas brasileiras equivalentes. 
6.2 Prescri@es referentes i simultaneidade de 
opera@o dos ~610s 
Quando nenhuma exigkcia especial B estabelecida 
corn rela@ B opeta@o simultkea dos p6los. a diferen- 
$a mkima entre OS instantes de toque doe co&toe 
durante o fechamento, bem coma a diferen$a mkima 
entre OS instantes de separa@ dos con&toe na abetiu- 
ra nZo devem exceder meio period0 da freqO6ncia no- 
minal. 
Notas: a) Em alguns cases, 0 desvio permissive1 difere 
consideravelmente (ver7.1.16.10). 
b) A prescri@o se aplica a urn disjuntor que possui ~610s 
separados quando estes funcionam na mesma condi- 
MO. Depoisde umamanobrade relgamentounipolar. as 
condi@es de funcionamento dostres mecanismos po- 
dem ser diferentes. 
6.3 Equipamentosauxiliares 
6.3.1 OS equipamentos auxiliares sHo utilizados nos cir- 
cuitos de comando e auxiliares doe disjuntores e em 
outras f”n@es, tais corn0 sinaliza~~o, intertravamento, 
etc. As chaves e circuitos auxiliares devem ser capazes 
de conduzir a corrente doe circuitos por eles comanda- 
dos, circuitos estes cujas caracteristicas devem ser es- 
pecfficadas pelo fabricante. Na aus&ncia destas espe- 
cifica$Bes, eles devem ser capazes de conduzir “ma 
corrente de pelo menos 10 A em regime continua. A 
eleva@o de temper&m 1120 deve exceder OS limites 
especificados. 
6.3.2 As chaves auxiliaree devem ser capazes de mano- 
brar a corrente dos circuitos par elas comandados. 0 
fabricantedevefornecerdetalhes,quandoaschavesauxi- 
liares SBO associadas a equipamento extemo. Na a”s8n. 
cia destas informa+s, estas chaves devem ser ca- 
pazes de manobrar pelo menos 2 A a 125 V corrente 
continua num circuito corn constante de tempo de no 
minim0 20 ms. 
6.3.3 As chaves auxiliares que S&J operadas em conjun- 
to corn os contatos principais devem estar acopladas 
mechnica, pneumAtica e/w hidraulicamente durante to- 
do o se” percurso, ao mecanismo de acionamento dos 
contatos principais. 
6.3.4 As chaves auxiliares, q”e sHo instaladas na estru- 
tura dos disjuntores, devem ser adequadamente pro- 
tegidas contra descargas acidentais do circuito principal. 
A isola@io das chaws auxiliares e OS terminais dos cir- 
cuitos auxiliares pare exterior devem ter propdedades 
nZ.o higrosc6picas e nk devem permitir a forma@o de 
caminhos que possibilitem a descarga. 
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14 NBR7118/1994 
6.3.5 Salvo especifica+ em contrkio, 0 equlpamento 
auxiliar e de comando deve ser segregado do circuit0 
principal atrav& de separa@es meMicas aterradas. A 
fi@o dos circuitos auxiliares dew ser tambern segre- 
gada do circuito principal atravk de separa+?s m&Ii- 
cas aterradas ou de separa@es em material isolante; por 
exemplo. atrav& de tuba met~licos aterrados ou tubas 
isolantes. N&I precisam ser segregados OS pequenos 
comprimentos de fio dos terminais de transformadores 
para instrumentos, bobinas de disparo, contatos auxi- 
liares. etc. 
6.3.6 OS fusiveis de baixa tensBo dos circuitos auxiliares, 
os terminais e outros dispositivos que requerem aten- 
@o enquanto o equipamento estiver em ServiFo devem 
ser acessiveis sem risco de exposi@o a condutores de 
ak-tensio. 
6.3.7 As seguintes prescri$Cki s&o ainda aplic&veis: 
a) as conex&s deem suporlar as solicita@es im- 
postas pelo disjuntor, especialmente aquelas 
devidas a forGas m&&nicas surgidas durante as 
manobras; 
b)os equipamentos auxiliares deem suportar OS 
esforqos decorrentes das vibr@es provocadas 
pelo mecanismo de acionamento do disjuntor 
(motores, compressores, etc.); 
c) no case de disjuntores para exterior, todo o equi- 
pamento auxiliar, incluindo afia@o, dew serade- 
quadamente protegido contra chuva e umidade; 
d)quando s&z utilizadas chaves auxiliares coma in- 
dicadores de posi$Zo, elas devem indicar a posi- 
@o final do disjuntor, isto 6, aberto ou fechado; 
e) quando S&J utilizados equipamentos especiais 
de comando, eles deem: 
- operar dentro dos limites especificados para as 
tens&s de alimenta@; 
- operar dentro dos limites especificados para OS 
fluidos utilizados na opera&~ do disjuntor e in- 
terrup@o de correntes; 
- poder manobrar as cargas estabelecidas pelo 
fabricante do disjuntor; 
f) 0s equipamentos auxiliares especiais. tais corn0 
indicadores de nivel de liquido, indicadores de 
press& v~lvulas de seguranqa, equipamento de 
enchimento edrenagem, aquecedores e conta- 
tos de intertravamento e bloqueio, devem tam- 
b6m opera dentro dos limites especificados pa- 
ra as tens&es de alimenta@? elou dentro dos Ii- 
mites especificados para OS fluidos utilizados na 
opera@o do disjuntor e interrup@o de correntes; 
g) o con~umo de energia dos aquecedores na ten- 
Go nominal deve estar dentro dos limites de 
+ IO % dos valores estabelecidos pelo fabricante. 
6.4 PrescriqS5es gerais de funcionamento 
Urn disjuntor, incluindo seus dispositivos de manobra, 
dew ser capaz de completar sua seqii&cia nominal de 
opera$Ho (ver 5.11) de forma satisfatbria e de acordo corn 
as indica+s aplic&veis de 6.5 a 6.9. Esta prescri@o nHo 
se aplica a dispositivos auxiliares de opera@ manual. 
Quando existentes, estes devem ser usados unicamente 
para manuter@o e para opera@o de emerg@ncia sobre 
urn circuito desenergizado. 
6.5Fechamentodependentedefontedeenergiaexterna 
6.5.1 Urn disjuntor destinado a fechamento dependente 
de energia extema dew ser capaz de estabelecer sua 
capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito 
e de abrir imediatamente ap6s esta opera@ de fecha- 
mento, quando a tensk ou a pressso de alimenta& 
do dispositivo de fechamento corresponder ao limite in- 
ferior especificado nas alineas a) ou b). 0 termo “dis- 
positivo de fechamento” compreende aqui rel& e os con- 
tatores de comando intermedi&ios. quando existentes. 
6.5.2 No limite superior, o disjuntor dew ser capaz de fe- 
char em vazio, sem sofrer deteriora@o mecGca exces- 
sin. Se urn tempo mkdmo de estabelecimento da corren- 
te B estipulado pelo fabricante. este nZo dew ser exce- 
dido. OS limites para OS dispositivos de fechamento Go 
dada a seguir: 
a) alimenta@ por energia el8trica: as toler8ncias 
especificadas da tensHo de alimenta$Zo sHo as 
da Tab& 17 do Anexo Et; 
b) alimenta+ por energia pneumtitica ou hid&- 
lica: OS limites especificados da pressHo de ali- 
menta@o sHo 65% e 105% da press&~ nominal 
dealimenta~~odefluidos paraopera~8o(ver5.21). 
6.6 Fechamento por energia acumulada 
6.6.1 Generalidades 
Urn disjuntor destinado a fechamento por energia acu- 
mulada dew estabelecer a sua corrente de estabele- 
cimento nominal em curto- circuit0 e abrir imedialamen- 
te ap6s esta opera@o de fechamento, quando a acu- 
mula~Ho de energia 6 convenientemente efetuada, de 
acordo corn 6.6.2 ou 6.6.3. Nas mesmas condi@?s, o 
disjuntortambem dew sercapazde fecharem vazio, sem 
provocar desgaste mec?mico excessive. Se B estipulado 
urn tempo msximo de estabelecimento da corrente pelo 
fabricante, este Go deve ser excedido. 
6.6.2 Acumula$ePa de energia em reservat6rio de ar 
comprimido ou em acumuladores hidrklicos 
Quando a energia 6 acumulada em urn reservat6rio de 
ar comprimido ou em urn acumulador hidkulico, as pres- 
cri@s de 6.6.1 aplicam-se is pressC~,es de funciona- 
mento entre OS limites especificados a seguir: 
a) alimenta$Ho pneum.Gtica ou hidr&lica externa ao 
disjuntor e ao seu comando: 
- os limites especificados de press&~ de funcio- 
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namento Go 85% e 105% da pressHo nominal 
de alimenta$Ho de fluido par?. opera+ (ver 
5.21); 
- &es limites Go se aplicam quando o reserva- 
t6rio tambern armazena g& comprimido para 
a interrup$Cio (ver 6.6); 
b)compressor ou bomba coma parte integrante do 
disjuntor ou de seu mecanismo de opera$Ho: 
- 0s limites da pressk de funcionamento devem 
ser fixados pelo fabricante. 
6.6.3 Acumula@o de energia em molas 
Quando a energia 6 acumulada em m&s, as prescri- 
@es de 6.6.1 aplicam-se quando a mola estg carregada. 
NBo dew ser possivel aos contatos m6veis deslocarem- 
se da posi@o aberta antes que a energia acumulada se- 
jasuficienteparapermitiraexecu~Bocompletaesatisfat6- 
ria da opera@o. 
6.6.4 Acumula~Co de energia par opera+ manual 
Quando a energia B acumulada em mola?, por meio de 
uma opera@ manual, o sentido de movimento da ala- 
vanca ou manivela dew ser indicado. Urn dispositivo, 
indicando quando a mola estk carregada, dew ser mon- 
tado no disjuntor exceto para urn6 opera$k manual in- 
dependente. 
6.6.5 Acumuta@o de energia pot’ servomotor 
OS motores e seus equipamentos auxiliares, destinados 
a carregar uma mola ou para acionar urn compressor ou 
uma bomba, devem operar satisfatoriamente em todas 
as varia@es das tensaes de alimenta$Bo do dispositivo 
de fechamento indicadas na Tabela 17 do Anexo B. 
6.7 Funcionamento dos disparadores 
6.7.1 Disparador em derlva@o. de fechamento 
Urn disparador em deriva$Ho, de fechamento, dew fun- 
cionar corretamente em todas as varia@es das tens&s 
de alimenta+ do dispositivo de fechamento indicadas 
na Tabela 17 do Anexo B. 
6.72 Disparador em deriva@o, de abertura 
Urn disparador em deriva@o. de abertura. dew funcio- 
nar corretamente sob todas condi@es de funcionamen- 
to do diijuntor, at6 sua capacidade de interrup@o nomi- 
nal em curto-circuito, e em todas as varia@es das ten- 
sCa,es de alimenta$Ho indicadas na Tabela 17 do Anexo B. 
6.73 Funcionamento de disparadores em derivap2io. por 
meio de capacitores 
6.7.3.1 Quando, para fins de opera$&o de urn disparador 
em deriva@o por energia acumulada, urn conjunto reti- 
ficador - capacitor constituir pate integrante do disjuntor. 
no qua1 OS capacitores s80 carregados por energia pro- 
veniente do circuito principal, OS capacitores devem con- 
servar energia suficiente, por urn tempo minima de 5 s (a 
menus que especificado outro valor), para 0 funciona- 
NBR7118/1994 15 
mento especificado, ap6s a tens& de alimenta@ haver 
sido desligada dos terminais do conjunto retificador- 
capacitor, na ocorr&xcia de urn curto-circuit0 do lado da 
fonte. 
6.7.3.2 A tens& do circuito principal antes do desliga- 
mento dew ser considerada coma a mais baixa tensk 
de opera@o do sistema. 
6.7.4 Disparador de sobrecorrente 
6.7.4.1 Urn dispatador de sobrecorrente dew trazer a in- 
dica@o de sua corrente nominal e a escala de ajuste de 
sua corrente de oper@o. Para cada ajuste, o disparador 
de sobrecorrente dew opera em correntes supertores 
a 110 % da corrente correspondente ao ajuste. e n&o de- 
ve opera em correntes inferiores a 90% desta corrente. 
Para urn disparador de sobrecorrentes de tempo inver- 
so. o retard0 deve ser medido a partir do instante no qual 
a sobrecorrente C estabelecida at6 o instante no qual o 
disparador aciona o mecanismo de abertura do disjuntor. 
6.7.4.2 0 fabricante dew fornecer as tab&s ou as cuwas, 
cada uma corn as toler~ncias aplickeis, indicando o re- 
tardo em fun@o da corrente entre duas e seis vezes a 
corrente de opera@io. Estas tab&s ou cwvas devem ser 
fornecidas para OS valores limites de ajuste da corrente 
de opera@o e da temportza@m. Se a corrente no circui- 
to principal cai abaixo de urn certo valor antes que o in- 
tervalo de tempo correspondente a temporiza@o do dis- 
parador de sobrecorrente tenha expirado. o disparador 
nHo deve completar a sua opera+ e deve retornar g sua 
posic~o initial. A indica@o correspondente dew ser da- 
da pelo fabricante. 
6.7.5 Disparador de subtensao 
Urn disparador de subtens& deve provocar a abettura do 
disjuntor sempre que a tensk no?. terminais do dis- 
parader cair abaixo de 35% de seu valor nominal. mesmo 
que a queda de tens& se efetue de uma forma lenta e 
gradual. Por outro lado. ele n8o deve provocar a abedura 
do disjuntor enquanto a tens?io nos terminais do dispa- 
radar exceder 70% da sua tens&o nominal. Quando o 
disjuntor esta na posi$Bo aberta, seu fechamento dew 
ser possivel para uma tens&, nos terminais do dispa- 
radar, igual ou superior a 85% de sua tensk nominal. 0 
fechamento do disjuntor dew ser impossivel quando a 
tensHo nos terminais do disparadorfor inferior a 35% de 
sua tens&o nominal. 
6.7.6 Disparadores operand0 em paralelo 
Se o disjuntor 8 equipado corn disparadores operand0 
em paralelo, urn defeito em urn disparador MO dew in- 
fluenciar no funcionamento dos outros. 
6.6 Opera@k~ do disjuntor 
6.6.1 0 fabricante dew indicar as press8es nominal de 
opera+, maxima e minima, para o comando e a inter- 
rup$Ho, para as quais o diijuntor B capaz de realizar as 
seguintes manobras: 
a) interromper sua corrente de interrup@o nominal 
em curto-circuito. isto B. realizar uma oper@o 
“0”; 
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16 NBR7118/1994 
b) estabelecer sue corrente de estabelecimento 
nominal em auto-circuito, e, imediatamente apbs, 
interromper sue corrente de interrup$Bo nominal 
em cudo-circuito, isto 8, realizar urn ciclo “CO”; 
c) no case de disjuntores previstos para religamen- 
to ,&pido. interromper sua corrente de interrup@o 
nominal em cwto-circuito e ap(ls urn intervalo de 
tempo “t”. da seqi%ncia nominal de oper?@es 
especificada em 5.11, estabelecer sua corrente de 
estabelecimento nominal em cwto-circuito, e, 
imediatamente a~&.. interromper sua corrente de 
interrup+ nominal em curto-circuito. isto 6, 
realizar uma SeqiEncia de opera@es “O-t-CO”. 
6.3.2 0 disjuntor dew dispor de urn armazenamento de 
energia que permita seu correto funcionamento, nas ope- 
ra~6es apropriadas para OS valores indicados de pres- 
s&es minimas correspondentes. Al&m disso, disjunto- 
res que possuem bombas ou compressores individuais 
e respectivos reservat6rios devem ter caracteristicas tais, 
que permitam a realiza@o de uma seqi%ncia nominal 
de ope,a+s confomw 5.11, para todas as correntes 
igoais ou inferiores as correntes de estabelecimento e 
interruptHo nominais em curto-circuit0 do disjuntor. A 
press50 antes do inicio da seqOi?ncia de opera$Bes de- 
ve se, a pressHo minima apropriada estabelecida pelo 
fabricate de acordo corn as exig8ncias precedentes. 
Durente os ensaios. a bomba ou o compressor pode 
permanece, em funcionamento. 
6.6 Dispositivos de bloqueio de baixa e alta press% 
Quando existirem dispositivos de bloqueio de baixa e al- 
ta press50, eles devem se, ajust&veis para opera$Zo 
dentro dos limites apropriados de press50 estabeleci- 
dos pelo fabricate, de acordo corn 6.6.2 e 6.6. 
6.10 Oriffcios de ventila@o e de descarga 
OS orificios de ventila@o e de descarga dos gases de- 
vem esta, situados de tal mode que uma descarga de 
6leo. g& ou ambos n.50 provoque descarga disruptiva 
e seja dirigida para fora da zona onde urn operado, pas- 
sa &a, no exercfcio normal de sua fun+; a constru$go 
deve se, tal que o gSs ,150 possa se acumular em qual- 
que, ponto onde posse oco,,e, igni&o, durante ou ap6s 
a opera$$o, devida a faiscas provenientes da opera@o 
normal do disjuntor ou dos seus equipamentos auxilia- 
WS. 
6.11 Placa de identlfica@zo 
Urn disjuntor e sew dispositivos de opera@o devem se, 
lornecidos corn uma ou varias placas de identifica$Ho 
contendo, no minimo, as indica@es que se seguem. 
6.t1.1 Dada a serem fomecidos em todos os disjuntores: 
a) nome do fabricante ou marca comercial pela qua1 
possa se, facilmente identificado; 
b) local de fabrica@o; 
c) tipo (modelo) do fabricante (Tipo); 
d) ntimero de s&ie (N’); 
e) ano de fabrica$Ho (Ano); 
1) norma brasileira e ano de sua edi$%o; 
g) a express50 “Disjuntof e o meio de extin@o; 
h) para interior ou exterior; 
i) nlimero do manual de instru~6es; 
j) tensCio nominal (Un), em kV,<; 
I) tensSo suport~vel nominal & freqii&ncia indus- 
trial (U,), _kV,: 
m)tens?io suport&vel nominal de impulse atmosf& 
rice (U,). em kVw; 
n) tensHo suport~vel nominal de impulse de mano- 
bra (U,) para tens&s nominais iguais ou supe- 
riores a 362 kV; 
o) press50 nominal do meio de extin@o; 
p) corrente nominal (I,). em A,; 
cl) capacidade de interrup@o nominal em cwto- 
circuit0 (I), em kA,,; 
r) tempo de interrup$Bo nominal; 
s) freqO&cia nominal (f), em Hz: 
t) seq&ncia nominal de opera@es; 
u) massa do disjuntor completamente montado (M,), 
em kg. 
6.11.2 Dados adicionaisdo disjuntor a serem fornecidos 
quando solicitados pelo usu&rio: 
a) fator de pdmeiro ~610: 
b)componente continua da capacidade de inter- 
rup@o nominal em curto-circuito; 
c) valor de c,iSta nominal da corrente suport&el (I,). 
em q,; 
d) capacidade de estabelecimento nominal em curio- 
circuit0 (I,), em kA_; 
e) dura@o nominal da corrente de curto-circuit0 (t), 
em s; 
1) capacidade de interrup@o nominal em discor- 
d&% de fases; 
g) massa do ~610. 
6.11.3 Dados a sewn fornecidos em todos OS mecanis- 
mos de opera@o: 
a) nome do fabricante; 
b) a express50 “Mecanismo de Opera@o”; 
c) ntimero de s&e; 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
d) ano de fabrica@io; 
e) local de fabrica@o; 
1) tipo do mecanismo de opera@ (modelo do fa- 
bricante); 
g) tensHo de comando e sua faixa de toler&ncia: 
h) press&s nominais e suas faixas de tok?Cincia; 
i) tens% de alimenta@o do motor e sua faixa de 
toler%ncia; 
j) tens% de alimenta@ do aquecimento e sua 
faixa de toler.kcia; 
I) massa do comando complete; 
m)ntimero do manual de instru$Ces. 
6.11.4 Dados adicionais do mecanismo de opera$Ho a 
serem fornecidos quando solicitados pelo w&do: 
a) potkcia nominal do circuito de comando; 
b) potSnci.9 do motor; 
c) corrente nominal e corrente de partida do motor; 
d) nrimero de rota@?s por minute (rpm) do motor: 
e) pot&ncia nominal do circuit0 de aquecimento; 
1) pot&w% das bobinas de abertura e fechamento. 
Nota:Asbobinasdosdisposit~osdeopera~Hodevemtrazeruma 
marcada referbnciaque permitaobterasindica~~escam- 
pletas do fabricante. OS disparadores devem trazer as in- 
dica@es apropriadas. A placa de identitica@o dew ser 
visivel na posi+o normal de servigo e instala$So. Nos 
disjuntores paraexterior, aplacade identifica@odeveser 
a prow de intempCries e de corro?.e?o. 
6.12 Ateramento dos disjuntores 
A base ou chassi(s) do equipamento dew possuir pre- 
viz.% para coloca@~ de conector de aterramento. 
7 Inspeck 
A inspe@o pressup6e uma &de de atividades, dentre 
as quais se destacam os ensaios de tipo e de retina des- 
critos a seguir. 
7.1 Ensaios de tipo 
7.1.1 Generalidades 
OS ensaios de tipo descritos a seguir tern a finalidade 
de verificar as caracteristicas dos disjuntores, dos seus 
dispositivos de manobra e de sew equipamentos auxi- 
liares. OS resultados de todos os ensaios de tip0 devem 
ser registrados em relabkios, contendo OS dada ne- 
cess&ios para provar que o disjuntor satistaz Bs pres- 
cri+es desta Norma. Estes relat6rios devem igualmen- 
te comer OS elementos necesskios para permitir iden- 
titicar as caracteristicas essenciais do disjuntor ensaiado. 
OS detalhes destas exig&ncias SSO dados em 7.1.1.1 e 
no Anexo F. Em prfncipio, cada ensaio de tipo dew ser 
etetuado sobre urn disjuntor nova e limpo, 8 OS diversos 
ensaios de tip0 podem ser efetuados em ocasi% e Iu- 
gares diferentes. Media& acordo entre fabricante e 
usu&rio, a realiza@o dos ens&s de tipo pode ser dis- 
pensada, se 0 fabricante apresentar relat6C.x de ensaios 
de tipo ja realizados em disjuntores id&nticos. 
7.1.1.1 IdenttficqHo do disjuntor 
Informa@es suficientes para identificar o disjuntor e in- 
torma$Bes de ordem geral referentes B sua estrutura su- 
pate ou g aparelhagem sob a carca$a metelica da qua1 
o disjuntor possa ser pane integrante devem constar do 
r&t&to de ensaio. As intorma@es reterentes aos dis- 
positives de manobra utilizados durante o ensaio devem 
SW indicadas, quando aplic&vel, nos relat6rios de ensaios 
de tipo. Dew ser indicado igualmente se o disjuntor est& 
equipado corn disparador de sobrecorrente de estabele-cimento ou dispositivo equivalente. 0 disjuntor a ser en- 
s&do dew estar de acordo corn OS desenhos especiti- 
cos aprovados. 
7.1.1.2 Rela@io de ensaios 
OS ensaios de tipo compreendem: 
a)ensaios meck%xs e climiticos (ver 7.1.2), in- 
cluindo os seguintes: 
- ensaio de tuncionamento mecGco B tempera- 
tura do ar ambiente (ver 7.1.2.5); 
- ensaios de tuncionamento mednico a alta e 
baixa temperatura (ver 7.1.2.6); 
- ensaio sob condi$Ces de umidade (ver 7.1.2.8); 
ensaio corn esforqos est~ticos nos terminais (ver 
7.1.2.9); 
b) ensaio de mediG% de resist&v% 6hmica do cir- 
cuito principal (VW 7.1.3); 
c) ens& de eleva@io de temperatura (VW 7.1.4); 
d) ensaios diel&icos (ver 7.1.5). incluindo os se- 
guintes: 
- ensaio de tens&x suportGivel de impulse atmos- 
fCrico (ver 7.1.5.6); 
- ensaio de tensBo supori%el de impulse de ma- 
nobra (ver 7.157); 
ensaio de tens% suport&el B freqiCncia indus- 
trial (~~7.1.5.8 e 7.1.5.9); 
- ensaio de polui$S,o artificial (ver 7.1.5.10); 
- ensaio de tensHo de radiointerfer&ncia (ver 
7.1.5.11): 
- ensaio de descargas parciais em alguns com- 
ponentes (ver 7.1.5.12); 
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78 NM377 78/7994 
%)%nsaios de estabelecimento % interrup$Bo decor- 
rentes (ver 7.1.6 a 7.1.9). incluindo os seguintes: 
. seqi&xias bAsicas de ensaio em curto-circuito 
(ver7.1.10); 
- ensaio de corrente critica (ver 7.1.11); 
- ensaio de curio-circuit0 monofhsico (ver 7.1.12); 
. ensaios de falta na linha (ver 7.1.13); 
- ensaios de manobra em discord&x&x de fases 
(ver7.1.14); 
ensaio de corrente suport&vel de curla dura@o 
(ver7.1.15); 
- ensaio de manobra de corrente capacitiva (ver 
7.1.16); 
ensaios de manobra de correntes de magne- 
tiza@o % de pequenas correntes indutivas (ver 
7.1.17). 
Not%: Dependendo da potPncia requerida noensaio de corrente. 
o ens& pode ser executado pelo m&do direto ou sin@- 
tico (ver 7.1.6.4). 
7.1.2 Ensaios mecDnicos e climAticos 
7.1.2.1 Ensaios em componentes 
7.1.2.1.1 Quando B impratic&vel o ensaio do disjuntorcom- 
pleto, ensaios dos componentes podem ser aceitos co- 
mo ensaios de tipo. 0 fabricante deve determinar, em 
principio, os componentes a s%r%m submetidos a ensaios. 
OS componentes s&o subconjuntos corn fur@%s prbprias 
que podem opera separadamente do disjuntor com- 
pleto, por exemplo: ~610. ckmara de extin@o, mecanis- 
mo de opera@o, etc. Quando sHo realizados ensaios de 
componentes, o fabricate deve prover que. durante OS 
ensaios, a solicita$Bo mec&ica no componente nS0 B 
menor que a solicita+ me&mica aplicada ao mesmo 
component% quando o disjuntor 6 ens&do complete. 
7.1.2.1.2 Estes ensaios devem cobrir todos os diferentes 
tipos de componentes do disjuntor complete, desde que 
aplic&eis a cada tipo de component%. As condiG6es dos 
ensaios de tipo sHo decorrentes das condi@es de ser- 
viqo normais ou especiais e das caracterlsticas nomi- 
nais do disjuntor. AS pates do equipamento auxiliar % de 
comando, que sHo fabricadas de acordo corn as normas 
especificas. devem satisfazer a estas normas. As fun- 
@es prbprias d&as pates devem ser verificadas con- 
siderando-se, tambern, a fun@o de outras parks do 
disjuntor. 
7.1.2.2 Caracteristicas e ajuetes e serem registrados 
entee e depois dos ensaios metinicos e clim&ticos 
Antes % depois dos ensaios, % quando aplic8W as se- 
guintes caracteristiias % ajustes de funcionamento de- 
vem ser registradas ou calculadas: 
a) tempo de fechamento; 
b) tempo de abertura; 
c) simultaneidade de op%ra@o dos contatos das 
cAmaras de extin@o de urn ~610: 
d) simultaneidade de opera@o entre ~610s (para 
ensaios multipolares); 
e) tempo de recarga do mecanismo de opera@o; 
f) consume do circuit0 de comando; 
g) consume dos dispositivos de disparo. Registro 
eventual da corrente dos disparadores; 
h) dura@o do sinal de comando na abertura e no 
fechamento: 
i) estanqueidade (ver Anexo G); 
j) densidade ou pressZo do fluido do mecanismo 
de opera@o % do meio de extin@o: 
I) resist&ncia do circuito principal; 
m)diagrama percurso-tempo; 
n) velocidade de fechamento; 
0) velocidade de abertura; 
p) Outras caracteristicas importantes ou ajustes de 
funcionamento, conform% o especificado pelo 
fabricante. 
Notas: @As alineas m). n), a) So aplic&eis se o projeto do 
disjuntor permite estae medi@es. 
b) As caracteristicas de funcionamento anterioresdevem 
ser registradas sob as seguintes condip6es do meca- 
“lsrw de op%r@o: 
- tens?ao de alimenta@o % pressSo de funciona- 
mento nominais; 
- tensSo de alimenta$go % pressSo de funciona- 
mento mkdmas; 
- ten?& de alimenta$Bo e press& de funciona- 
mento minimas; 
- tensio de alimenta$&o minima % pressHo de 
funcionamento m&ma. 
7.1.2.3 Estado do disjuntor durante e ap6s oe eneaioe 
Durante % ap6s os ensaios, o disjuntor dew ser capaz 
de funcionar normalmente, de soportar sue corrente 
nominal, de estabelecer e interromper sue corrente no- 
minal de curto-circuito % de suportar 0% valores de tensgo 
correspondentes aos niveis de isolamento nominais. 
Em geral, &as condi@es s.So satisfeitae se: 
a) durante os ensaios, o disjuntor s6 operar quando 
receber ordens de comando; 
b) durante % apb os ensaios, as caracteristicas me- 
didas de acordo corn 7.1.2.2 estiverem dentro dos 
limites de t&r&Ma dada pelo fabricante; 
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R7118/1994 19 
c) durante e ap6s OS ensaios, todas as pates 
incluindo OS contatos “50 apresentarem desges- 
te excessive; 
d)ap& os ensaios, o revestimento meMico dos 
contatos permanecer “a area de contato. Caso 
contkio. os contatos devem ser considerados 
coma nus, e OS requisites de ensaios sHo satis- 
ieitos somente se, durante o ensaio de eleva$&o 
de temperatura. a eleva@o de temperatura dos 
contetos n%o excede o valor permitido pare o case 
de contetos “us (ver 7.1.4); 
e) durante e ap6s OS ensaios, qualquer deforma@o 
das pates mec;nicas nk afetar o born funcio- 
namento do disjuntor. nem impedir a montagem 
correta de qualquer pe~a sobressalente. 
7.1.2.4 Condi@So doe equipamentos euxiliares e de 
comando durante e rap-58 OS ensaios 
Durante e ap6s 0s ensaios, 0s equipamentos auxiliares 
e de comando devem preencher OS sequintes requisi- 
tos: 
a)durante OS ensaios. n8.o estar submetido a aque- 
cimento indevido; 
b) durante os ensaios, urn conjunto de contatos auxi- 
liares(umcontatodefechamentoeumdeabetiura) 
deve manobrar a corrente dos circuitos que ele 
comanda (ver 6.3); 
c) durante e ap6s OS ensaios, os equipamentos 
auxiliares e de comando 60 devem alterar sues 
fun@s; 
d)durante e ap6s OS ensaios. a suportabilidade 
dieletrica dos circuitos auxiliares, das chaves 
auxiliares e dos equipamentos de comando MO 
deve diminuir; 
e) emcasodedljvida,devemserefetuadososensaios 
descritos em 7.159, pare comprovar a ma”“- 
ten@ da suportabilidade dieMica; 
1) durante e ap6s os ensaios, a resist&ncia de conta- 
to das chaws auxiliares Go dew ser sensivel- 
mente modificada; 
g) quando es chaws auxiliares conduzem sue cor- 
rente nominal, a eleva@o de temperatura nZo 
dew exceder OS valores estabelecidos nas sues 
normas especificas. 
7.125 Ensaio de funCiOnemento mecPnico & temperatura 
do er ambiente 
7.1.2.5.1 Neste ensaio, devem ser consideradas as se- 
guintes generalidades: 
a) oensaiodeveserfeito~ temperaturadoarambien- 
te do local de ensaio. A temperatura do ar am- 
biente deve ser registrada no relat&io de ensaio. 
OS equipamentos auxiliares, que Go pate inte- 
grente dos mecanismos de opera@o, devem ser 
incluidos; 
b) OS ensaios de funcionamento mecknico consis- 
tern de 2000 ciclos de opera@o; 
c) pare os disjuntores n8o equipados corn dispara-dares de sobrecorrente, OS ensaios devem ser 
feitos sem tens& e sem corrente no circuit0 prin- 
cipal; 
d) pare os disjuntores equipados corn disparadores 
de sobrecorrente, cerca de 10% do total de ciclos 
de opera$Fio devem ser realizados corn o dispo- 
sitivo de abertura alimentado pela corrente do 
circuit0 principal. A corrente dew ser a minima 
necesskia pare opera o disparador de sobre- 
corrente. Para estes ensaios, a corrente que ali- 
menta os disparadores de sobrecorrente dew ser 
fomecidaporumafonteapropriadadebaixa.tensHo; 
e) durante o ensaio, a lubrifica@o 6 permitida de 
acordo corn es instru@es do fabricante, roes ne- 
nhum ajuste mec%nico ou qualquer outra espkie 
de manuten@o 6 permitida; 
f) pare disjuntores especiais elou pare disjuntores 
previstos pare elevado ntimero de manobras, o 
procedimento de ensaio e o ntimero de ciclos de 
opera$Bo devem ser objeto de acordo entre fa- 
bricante e usu8rio. No ceso de ensaios corn mais 
de 2000 ciclos de opera@o, 6 permitido efetuar 
ajustes e, se houver acordo entre as pates, tam- 
b&n atividades de manuten@o. 
7.1.2.5.2 0 disjuntor destinado ao ensaio deve ser mon- 
tado no se” pr6prio suporte, e seu mecanismo de opere- 
~20 dew ser manobrado da maneira recomendada pelo 
fabricante. 0 disjuntor dew ser ens&do em fun@o de 
seu tipo. da seguinte maneira: 
a) urn disjuntor multipolar, acionado por urn meca- 
nismo de opera@o tinico e/au corn todos os ~610s 
montados numa estrutura comum, dew ser en- 
saiado coma uma unidade completa; 
b)um disjuntor multipolar, no qual cada ~610 ou 
mesmo cada coluna B acionado por urn meca- 
nismo de opera$ko em separado, deve ser en- 
saiado preferencialmente como urn disjuntor 
multipolar compkto. Entretanto, por conveni&cia 
ou por limita@o do local de ensaio, podem-se 
realizar OS ens&s num s6 ~610 do disjuntor. 
desde que ele seja submetido a condi$Bes de en- 
saio Go menos exigentes que as determinadas 
pare o disjuntor multipolar, no que diz respeito por 
exemplo a: 
velocidade de fechamento; 
- velocidade de abertura; 
- pot6ncia e esfor$o do mecanismo de opera@o; 
- rigid%? da estrutura. 
7.1.2.5.3 0 disjuntor deve ser ensaiado de acordo corn a 
Tab& 20 do Anexo 0. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
20 NBR7118/1994 
7.1.2.6 Ensaios de funcionamenio mecPnico a baixa 
temperatura 
7.12.6.1 SBo vilidas as prescri@%s de 7.121 a 7.1.2.4 
e mais as descritas a seguir. 
7.1.2.6.2 0 usu&io somente dew especificar este ensaio 
se o disjuntor, quando em servi$o no campo, estiver real- 
mente submetido a condi@es que justifiquem 0 ensaio. 
7.1.2.6.3 NHo 6 necess~rio efetuar sucessivamente 06 
ensaios a baixa e alta temperatura (ver 7.1.2.7), bem 
coma B indiferente a ordem de execu@ desks. NHo B 
necess&io realizar o ensaio a baixa temperatura nos 
disjuntores para interior. 
7.1.2.6.4 Para disjuntores de recipiente rinico ou disjun- 
tore6 de p6los separados corn mecanismo de opera@0 
comum. 06 ensaios devem ser trip&ares. Para disjun- 
tows de pblos separados corn acionamento indepen- 
dent& 6 permitido realizar 06 ensaios em urn ~610 
complete. Havendo limita@zs do local de ensaio, pode- 
se. ensaiar os disjuntores de ~610s separados. usando- 
se urn6 ou mais de “ma da6 alternativas adiante descritas, 
desde que 06 disjuntores sejam submetidos a condi@es 
de ensaios n&x mencas exigentes que as cond@es nor- 
mais no funcionamento meckico (ver 7.1.2.5.2): 
a) comprimento reduzido do isolamento fase-terra; 
b) espa$amento reduzido entre pblos; 
c) n6mero reduzido de m6dulos. 
7.1.2.6.5 Se 6% necesskias fontes de aquecimento. 
elas devem ser utilizadas. 0 fluido de acionamento do 
mecanismo de opera@o do disjuntor dew estar ?a 
temperatura do ar ambient% a men06 que o projeto do 
disjuntor exija urn6 lonte de aquecimento para o fluido. 
Durante 0s ensaios. 1150 se permite qualquer manu- 
ten@o, substitui@o de pe$as, IubrificaQo ou ajuste do 
disjuntor. 
Not?.: Pode ser necesserioefetuarasensaioscom umadura@o 
mais longa que a especificada para 0s pardgrafos seguin- 
tes, a fim de se determinar as caracteristicas t&micas do 
material, deenvelhecimento.etc. 
7.1.2.6.6 Como alternativa dos m&da descritos nesta 
Norma 6 mediante acordo entre fabricante e usu8rio, este 
ensaio pode ser substituido por comprova$Ho, atraves de 
documenta@, do desempenho satisfat6rio no campo 
de urn disjuntor idsntico e nas seguintes condi@es: 
a) pelo menus em urn local onde a6 temperaturas do 
ar ambiente sHo freqiientemente iguais ou supe- 
riores B temperatura mtiima do ar ambiente es- 
pecificada de 40°C; 
b) pelo men06 em urn local onde 6.6 temperaturas do 
ar ambiente s80 freqkntemente iguais ou 
inferiores ti iemperatura minima do ar ambiente 
especificada de 5°C. 
7.1.2.6.~ A temperatura do ar ambiente do local de ensaio 
dew ser medida a urn6 altura correspondente & metade 
da altura do disjuntor e a uma dist3ncia de urn metro 
d&e. 0 mtiimo desvio de temperatura ao long0 da al- 
tura do disjuntor nHo deve exceder 5 K. 
7.1.2.6.6 Na Figura 9-(a) do Anexo A, v&-se urn diagrama 
representando a seqikncia de ensaios e a indica@o dos 
pontos de aplica$Ho para OS ens&s especificados. As 
etapas d&e ensaio s80 as seguintes: 
a) 0 disjuntor sob ensaio deve ser ajustado de acor- 
do corn as instru@ks do fabricante; 
b) as caracteristicas 6 ajustes do disjuntor devem 
ser registrados de acordo corn 7.1.2.2 e a uma 
temperatura do ar ambiente de (25 * 5)“C (T,). Se 
aplickel, o ensaio de estanqueidade dew ser 
realizado corn o disjuntor na posi@o fechada; 
c) corn o disjuntor na posi@o fechada, a temperatu- 
ra do ar dew ser reduzida at6 a temperatura mlni- 
mado arambienteT,de- 5°C. Apirsaestabiliza~Ho 
da temperatura do ar ambiente no nivel TL, o dis- 
juntor deve permanecer na posi@o fechada du- 
rank 24 h; 
d) no period0 de 24 h, durante CI qual o disjuntor esti 
na posi@o fechada B temperatura T,, urn ensaio 
de estanqueidade deve ser realizado, se aplic& 
vel. c aceitkel urn aumento na taxa de vazamen- 
to, desde que esta taxa retome a seu valor initial, 
180 logo o disjuntor se estabilize termicamente na 
temperatura do ar ambiente (T,). 0 aumento tem- 
porkio d&a taxa n?io dew exceder de t& veze6 
o valor admissivel (FJ descrito no Anexo G; 
e) depois de permanecer24 h & temperatura T,, o dis- 
juntor deve ser aberto e fechado a tens& de ali- 
menta@o 6 B press% de funcionamento nominais. 
OS tempos de abertura e fechamento devem ser 
registrados, a fim de se determinar as caracteris- 
ticas de funcionamento g baixa temperaura. Se 
possivel, B conveniente registrar a velocidade do 
contato; 
9 0 compottamento estitico do disjuntor B baixa 
temperatura e o funcionamento de 6ew siste- 
ma6 de alarme e bloqueio 6%~ verificados, 
interrompendo-se as fontes de alimenta@ do6 
dispositivos de aquecimento durante 2 h. t con- 
veniente registrar o intelvalo de tempo entre o ins- 
tante de interrup@o da alimenta@o do aqueci- 
mento e 0 instante da ocorr-%cia do6 alarmes, do 
bloqueio e, se aplick&?l, da abertura sem a ordem 
de comando. Ao final de urn period0 de 2 h, dew 
ser dada uma ordem de abertura ?a tens&o de ali- 
menta@o e ti pres?& de funcionamento nomi- 
nais. Se o disjuntor n&o abrir, OS dispositivos de 
aquecimento devem ser recolocados em servi$o, 
e dew ser an&do o intewafo de tempo at6 a 
aberlura do disjuntor sob ordem de comando; 
g) num periodo de 24 h, durante o qua1 o disjuntor 
B mantido na posi@o aberta na temperatura T,, 
deve ser realizado urn ensaio de estanqueidade. 
se aplic&%l. t aceit&vel urn aumento na taxa de 
vazamento, desde que esta taxa retorne a6eu va- 
lor initial, tZo logo CI disjuntor se estabilize ter- 
micamente na temperatura do ar ambient6 (TA). 0 
aumentotempor&rio d&a taxa nHo dew exceder 
tr& vezes o valor admissivel (F,) descrito no 
AnexoG; 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
sR711811994 21 
h) ao final de 24 h. devem ser efetuadas 50 opera- 
@es de aberiura e 50 de fechamento “os valores 
nominais da tens% de alimenta$%o e da press% 
de funcionamento corn 0 disjuntor B temperatura 
T,. Deve haver urn interval0 de pelo menw 3 min 
para cada ciclo ou seqti&ncia. OS tempos da pri- 
m&a opera@ de abertura e da primeira de fe- 
chamento devem ser registrados a fim de se de- 
terminar as caracteristicas de funcionamento ?I 
baixa temperatura. Se possivel B convenienle re- 
gistrar a velocidade do co&to. Depois da pri- 
meira opera@ de fechamento ‘c” e da primeira 
opera~Ho de abertura ‘O”, devem ser efetuados 
trk ciclos “CO” sem retard0 intentional. Devem 
ser feitas as opera#x+ adicionais corn as se- 
qirCncias de opera@ ‘C-1,-O-t,” (ver Tab& 20 
do Anexo 6); 
i) ap6s a realiza$Ho das 50 opera@es de abertura 
e fechamento, a temperatura do ar dew ser ele- 
vadaatha temperaturadoarambienteT,,aumata- 
xadevaria~Hodeaproximadamente 1Owh. Duran- 
te o periodo de varfa@o de temperatura, 0 disjun- 
tordeve sersubmetido alternadamente Bs seqikk- 
cias de opera@ ‘C-to-O-1,-C”e “0-t,-C-t,- 0” nos 
valores nominais da tensao <e alimenta$Bo e da 
press&o de funcionamento. E conveniente que a 
altern~ncia das seqij&ncias de opera@o seja fei- 
ta a intervalos de 30 min, a fim de que o disjuntor 
permane~a nas posi@es aberta e fechada du- 
rate OS periodos de 30 min entre as seqii&ncias 
de opera@o; 
j) apbs a estabiliza@m t&mica do disjuntor, a tem- 
peratura do ar ambiente T,, procede-se uma nova 
verifica@o do disjuntor corn rela@o a seus ajus- 
tes, was caracteristicas de funcionamento e sua 
estanqueidade, tal coma em a) e b) desta se@ 
corn o fim de cornpar&los corn as caracteristicas 
iniciais. 
Nota: Se imediatamente ap6s o ensaio descrito em 7.1.2.7 B 
w&ado o ensaio g baixa temperatura. este ensaio pode 
serrealizadoap6sarealiza~8odaseq6&ncia(i) de7.1.2.7. 
Neste case, as &pas a) e b) de 7.1.2.6.8 S&J omitidas. 
7.1.2.7 Ensaio de funcionamento meciinico a alta 
temperatura 
S&o vAlidas as prescri@?s de 7.1.2.6.1 a 7.1.2.6.7. Na 
Figura 9-(a) do Anexo A se v& urn diagrama represen- 
tando as seqi.i&ncias de ensaios e a indica$Ho dos pon- 
tos de aplica@io para OS ensaios especificados. As eta- 
pas d&es ensaios sHo as seguintes: 
a) o disjuntor sob ensaio deve ser ajustado de acor- 
do corn as instn@es do fabricante; 
b) as caracteristicas e ajustes do disjuntor devem 
ser registrados de acordo corn 7.1.2.2 e a uma 
temperatura do ar ambiente de (25 * 5)“C (T,). Se 
aplic&vel, o ensaio de estanqueidade deve ser 
realizado corn o disjuntor na posi@o fechada; 
c) corn o diijuntor fechado, a temperatura do ar de- 
ve ser elevada at& 40°C. e o disjuntor mantido na 
posi@o fechada por 24 h depois que a tempera- 
tura do ar ambiente estabilizar em 40°C; 
Nota: Se a influzkcia da radia@o solar B levada em con- 
sidera@o.C necess~riosimularascondi~~~snaturais 
de radia@o. tais coma sua intensidade e dire@o. A 
eleva~Bodatemperatura ambiente nolocaldeen~aio 
!I.% representa uma simula@o do efeito da radia@o 
SOlar. 
d) no period0 de 24 h durante o qual o disjuntor estd 
na posi@o fechada B temperatura de 4O”C, dew 
ser efetuado, se aplickel. urn ensaio de estanquei- 
dade; B aceit&el urn aumento nataxa de vazamen- 
to, desde que esta taxa retorne a seu valor initial. 
tHo logo o disjuntor se estabilize termicamente na 
temperatura do ar ambiente (T,). 0 aumento tern- 
p&do d&a taxa n&z deve exceder de tr& vezes 
0 valor admissivel (F,) descrito no Anexo G; 
e) depois de permanecer 24 h B temperatura de 4o”C, 
o disjuntor dew ser aberto e fechado B tensHo de 
alimenta$Bo e a pressHo de funcionamento nomi- 
nais. OS tempos de abertura e fechamento devem 
ser registrados. a fim de se determinar as carac- 
teristicas de funcionamento a alta temperatura. Se 
posslvel, B conveniente registrar a velocidade do 
contato; 
f) no periodo de 24 h durante o qua1 o disjuntor est& 
na posi@o aberta L+ temperatura de 40°C. dew ser 
efetuado, se aplickel, urn ensaio de estanquei- 
dade. e aceitkel umaumento na taxade vazamen- 
to, desde que esta taxa retorne a seu valor initial, 
tk logo o disjuntor se estabilize termicamente na 
temperatura do ar ambiente (TJ. 0 aumento tem- 
porkio desk taxa n&k dew exceder de trCs vezes 
o valor admissivel (FJ descrito no Anexo G; 
g) ao final de 24 h, devem ser efetuadas 50 opera- 
@es de abertura e 50 de fechamento nos valores 
nominais da tens% de alimenta+ e da press& 
de funcionamento corn o disjuntor B temperatura 
de 4OC Dew haver urn intervalo de pelo menus 
3 min para cada ciclo ou seq0&ncia. OS tempos da 
primeira opera+ de abertura e da prim&a de 
fechamento devem ser registrados, a fim de se de- 
terminar as caracteristicas de funcionamento a al- 
ta temperatura. Se possivel, I+ conveniente regis- 
trar a velocidade do contato. Depois da prim&a 
opera@ de fechamento “C” e da prim&a ope- 
ra@o de abertura “0”, devem ser efetuados tr& 
ciclos “CO” sem retardo intencionaf. Devem ser 
feitas as opera@% adicionais corn a seq0imcia 
deopera~~o’c-t;O-td(verTabela20doAnexoB); 
h) ap6s a realiza@o das 50 opera@s de abertura 
e fechamento. a temperatura do ar dew ser redu- 
zida ate a temperatura ambiente T,, a uma taxa de 
varia$Ho de aproximadamente 10 K/h. Durante o 
period0 de varfa@o de temperatura, CI disjuntor 
deve ser submetido afternadamente Bs seqii&n- 
cias de opera@.o “C-to-O-_to-C~ e “O-t/Xo-On nos 
valores nominais da tensao de alimenta@.o e da 
pressHo de funcionamento. e conveniente que a 
C69ia imw-zssa w-h Sistema CENWIN 
altern&ncia da* seq@ncias de opera@ seja feita 
a intervalos de 30 min. a fim de que o disjuntor 
permane$a nas posi@es aberta e fechada duran- 
te OS periodos de 30 min entre as seqLi&ncias de 
opera+; 
i) ap6s a estabiliza@o t&mica do disjuntor a tem- 
peratura do arambiente T,, procede-se a uma no- 
va verifica@o do disjuntor corn rela@o a **us 
ajustes. suas caracteristicas de funcionamento e 
sua estanqueidade, tal coma em a) e b) de 7.1.2.7 
corn o fim de compar&los corn as caracteristicas 
iniciais. 
Nota: Se imediatamente ap6s o ensaio a baixa temperatura. 6 
realizadooen*aioaaltatemperatura,esteensaiopodeser 
realizado ap6s a realiza@o da seqGncia j) de 7.1.2.6.8. 
N&e case, as seqii6ncias a) e b) de 7.1.2.7580 omitidas. 
7.1.2.8 Ensaio *ob condi#es de umidade 
7.1.2.8.1 SHo vAlidas as prescri@es de 7.1.2.1 a 7.1.2.4 
e mais as descritas a seguir. 
7.1.2.8.2 0 usuerio somente dew especificar este ens&o, 
se o disjuntor, quando em serviqo no campo, estiver 
realmente submetido a condi@es que justifiquem 0 
ensaio. 
7.1.2.8.3 0 ensaio sob condi@es de umidade dew ser 
realizado somente no* componentes do disjuntor que 
podem ser afetados pela umidade. Estes componentes 
devem ser definidos em cornurn acordo entre fabricante 
e usu&rio. 
7.1.2.8.4 0 procedimento de ensaio descrito em 7.1.2.8.5 
6 aplic&vel aos componentes cuja constante de tempo 
t&mica 6 de cerca de 10 min. 0 conjunto sob ensaio de- 
ve estar nas mesmas condi@es de opera@ no campo. 
7.1.2.8.5 OS componentes do disjuntor devem ser colo- 
cados numa cgmara de ensaio contend0 ar em circula- 
&+a 9 na qual as condi@es de temperatura e umidade 
*Ho as seguintes: 
a)* temperatura da c&nara de ensaio sofre varia- 
@es ciclicas de (25 * 3)‘C a (40 * 2)“C, confarme 
mostrado na Figura 10 do Anexo A; 
b)a umidade relativa no interior da &mara de en- 
saio 6 constantemente superior a 95%. durante a 
eleva~Ba da temperatura e durante 0 periodo em 
que a temperatura 6 mantida a 40°C. 
Nota: Para obterem-se&a* condi@z?s 6 conveniente injetar 
vapor diretamente na c&mara de ensaio ou aspergir dgua 
quente.AelevaCBodetemperaturade25’Cpara40’Cpode 
serobtidautilizando-se ocalorproveniente dovaporouda 
iguaquente aspergida, ou, se necess&rio, deaquecedores 
adicionais. 
7.1.2.8.6 Nenhum valor de umidade relativa 6 especifi- 
cado durante a queda de temperatura. Entretanto, a umi- 
dade dew ser cerca de SO % durante o period0 em que 
a temperatura 6 mantida a 25’C. 0 ar dew ser circulado 
para que se. obtenha na c&nara de ensaio uma distri- 
bui@o uniforme da umidade. A Bgua utilizada para criar 
a umidade dew s?r tal que a &gua cotetada na &mara 
22’ NBR7118/1994 
de ensaio tenha uma resistividade igual ou maior que 
100 Rm e nHo contenha nem cloreto de sbdio nem ele- 
mento corrosive. 
Notas: a) Se houver facilidade nac?amara de ensaio, OS tempos 
1, e t, podem ser reduzidos desde que seja mantida 
constante a*oma t, +t,+t,+t,,quecorresponde aociclo 
de60min.Onlimerodeciclosdeveser350.Osensaios 
de verifica@o. a *erem realirados ap6s OS ensaio* de 
umidade, devem ser objeto de acordo entre fabricante 
e usuirio. 
b) Em especial, as caractetisticas de fun&name& dos 
componentes do disjuntor n& devem estar afetadas e 
OS circuitos auxiliares e de comando devem suportar 
uma tens&z B freq@ncia industrial de 1500 V durante 
1 min. iconveniente indicar norelat6riode ens&, o es- 
tado do conjunto sob ensaio corn respeito a cormsHo. 
7.1.2.9 Ensaio corn esforcos est6ticos no* terminais 
7.1.2.9.1 S& vAlidas as prescri@es de 7.1.2.1 a 7.1.2.4 e 
mais as descritas a seguir. 
7.1.2.9.2 Este ensaio B apli&vel somente aos disjun- 
tows, para exterior, de tens&s nominais iguais ou su- 
periores a 72,5 kV e tern a finalidade de demonstrar que 
o disjuntor opera corretamente, quando submetido a es- 
foyos devidos ao vento e B carga est&tica nos terminais 
devida aos condutores. 
7.1.2.9.3 A pressio do vento no disjuntor dew ser confor- 
me alinea e) do Capitulo 4. Alguns exemplos de esfoyos 
devidos B carga estbtica de condutores flexiveis Go da- 
dos na Tab& 21 do Anexo 6 a titulo de guia. Nesses 
exemplos Go estao incluidos as cargas de vento no* 
pr6prios disjuntores. 
7.1.2.9.4 0 esfory de tra@o devido & carga est&tica dos 
condutores, 6 suposto ser aplicado na extremidade do 
terminal do disjuntor. OS esfoyos FM, Fins e Fw, mostra- 
do* na Figura 11 do Anexo A, resultantes das a@es 
simult&was do vento e da carga estetica dos conduto- 
res, sHo definidos como cargas esteticas nominais nos 
terminais. Esses ensaios S&I dispens&eis se o fabri- 
cante prowar que o disjuntor pode supotiar OS esfoyos 
mencionados. 
7.1.2.9.5 OS ewaios devem ser realizados a temperatura 
do ar ambiente do local de ensaio. Preferencialmente, 8 
conveniente que OS ensaios sejam realizados em pelo 
meno* urn ~610. Se o fabricante provar que n8o existe 
intera@o de esfor$os entre OS mbdulos de urn mesmo 
p610. & suficiente ensaiar some& urn m6dulo. Nos dis- 
juntores que apresentam simetria em r&i@ a0 eixo 
vertical do centro do ~610, 6 necessGo realizar o ensaio 
de carga estatica nominal em apenas urn dos terminais 
do ~610. Para OS disjuntores que Go Go sim&rfcos, ca- 
da urn dos terminais deve ser submetido B carga estiti- 
ca nominal. OS ensaios, em ntimero de cinco em cada 
terminal. devem ser realizados separadamente e do se- 
guinte modo: 
a) em prim&o lugar, corn urn esfor$o horizontal F,, 
aplicado Segundo a dire@ “A” da Figura 12 do 
Anexo A; 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
,R7118/1994 23 
b) em seguida, corn urn esfor~~ horizontal F, apli- 
cado Segundo OS sentidos ‘61” e ‘62” alterna- 
damente da Figura 12 do Anexo A; 
c) em seguida, corn urn esfor$o vertical Fw aplicado 
Segundo OS sentidos “Cl” e ‘C2” alternadamen- 
te da Figura 12 do Anexo A. 
7.1.2.6.6 Para se evitar a necessidade da aplica@o de 
uma forqa especial que represente a a@ do vento sobre 
seu ponto de aplica@ no disjuntor, pode-se aplicar es- 
taforqa no terminal (ver Figura 11 do Anexo A), reduzindo 
sua amplitude proporcionalmente ao braGo de alavanca 
mais fongo. Devem ser efetuadas duas seqii5ncias de 
opera@ para cada urn dos cinco ensaios especifica- 
do?. de esfor~os nos terminais. 
7.1.3 Ensaio de medi@o de resist6ncia 6hmica do circuito 
principal 
7.1.3.1 A resist&cia de cada ~610 do circuito principal de- 
ve ser medida corn o objetivo de penitir a compara@o 
entre o disjuntor probitipo, submetido a ensaio de eleva- 
@IO de temperatura e OS disjuntores do mesmo tipo, 
submetidos aos ensaios de rotina. A medi@o deve ser 
efetuada corn corrente continua, medindo-se a queda de 
tenszo. ou a resist&cia, entre OS terminais de cada p6- 
lo. A corrente durante 0 ensaio deve ter urn valor conve- 
niente entre 100 A e a corrente nominal. 
7.1.3.2 A medi@o da resist&ncia dew ser realizada antes 
do ensaio de eleva@o de temperatura. corn o disjuntor 
na temperatura ambiente, e ap(ls o ensaio de eleva@o 
de temperatura, quando o disjuntor j& tiver retomado B 
temperatura ambiente. Estas duas medi@es nHo de- 
vem diferir em mais de 20%. 0 valor da resist6ncia deve 
ser registrado no relat6rio de ensaio de tipo. bem wmo 
as condi@es gerais durante o ensaio (corrente. tempe- 
ratura ambiente. pontos de medi$Ho, etc). 
7.1.4 Ensaio de elevapaio de temperatura 
7.X.4.1 Generalidades 
7.1.4.1.1 A elev.@o de temperatura de qualquer parie de 
urn disjuntor n&x dew exceder OS limites de eleva@o de 
temperatura especificados na Tab& 3 do Anew f3. Se a 
isola@o de uma bobina for constituida de diversos ma- 
tedais isolantes diferentes. o limite de eleva@o de tem- 
peratura admisslvel da bobina considerada deve cor- 
responder $ do material isolante que possui o limite de 
eleva@o de temperatura mais baixo. 
7.1.4.1.2 Corn exce@io das bobinas de corrente continua, 
OS disjuntores devem ser ensaiados na freqU&ncia no- 
minal corn a toler&ncia de + 2% e -5%. mas, par come 
ni&ncia de ensaio. tolerkcias maiores podem ser ne- 
cess&+as. Se estes afastamentos forem aprecikeis, por 
exemplo. quando disjuntores para freqtikacia nominal 
de 60 Hz sHo ensaiados em 50 Hz, devera ser tornado 
cuidado na interpreta@ dos resultados. 
7.1.4.1.3 Corn exce@~o de urn ensaio efetuado sobre uma 
bobina projetada para regime intermitente, cada ensaio 
deve ser realizado durante urn perfodo de tempo sufi- 
ciente para a eleva@o de temperatura atingir urn valor 
constante (na pretica esta condi@o 6 geralmente obtida 
quando a varia@o nZo excede 1 k/h). 
7.1.4.1.4 0 tempo necesskio B realiza@o do ensaio com- 
pleto pode ser reduzido por preaquecimento do circuit0 
corn corrente de valor mais elevado. Para as bobinas, o 
m&do de medi@o da temperatura por varia@o de re- 
sist&ncia deve geralmente ser empregado. Outros me- 
todos s80 permitidos, unicamente se for impraticivel o 
“so do m&do de varia@o da resist&ncia. 
7.1.4.1.5 Para outros condutores, que nZo sejam bobinas. 
a temperatura das diferentes pates deve ser medida 
corn term8metros. ou pares termoel&tricos de tipo ade- 
quado. colocados no ponto acessfvel mais quente. A 
temperatura do 61x1 em disjuntores a 61eo deve ser me- 
dida na pale superior do 6leo. 
7.X4.1.6 Para a medi@o corn termBmetro$ ou pares ter- 
moel&icos, devem ser tomadas as seguintes precau- 
@.xX 
a)os bulbos dos termemetros, ou OS pares ter- 
moel&ricos, devem ser protegidos contra o res- 
frfamento exterior (IH seca e limpa. etc). A kea 
protegida, todavia, deve ser desprezivel se com- 
parada corn a Area de resfriamento do equipa- 
mento sob ens&; 
b)deve ser assegurada boa condutividade t&mica 
entre 0 termbmetro, ou par termoel6trico. e a su- 
pedfcie da pate sob ens&; 
c) quando termBmetros de bulbo sHa usados em lo- 
cais onde existe urn campo magn&icovari6vel. 8 
recomendado o use de termametro de &ool em 
lugar de term8metro de merclirio. vista que este 
riltimo nHo 6 confkvel sob estas condi$ces. 
7.1.4.2 Temperatura do ar ambiente 
7.1.4.2.1 A temperatura do ar ambiente 6 a temperatura 
media do ar em torno do disjuntor. Ela deve ser medida 
durante o tiltimo quario de dura$Ho do ensaio por meio 
de tr& termdmetros no minima, igualmente distribuidos 
ao redor do disjuntor a cerca de meia altura de was par- 
tes percorridas por corrente e a uma dist&wia de cerca 
de 1 m do disjuntor. OS termBmetros devem ser prote- 
gidos contra corrente de ar e radia+ de calor. 
7.1.4.2.2 A fim de evitar erros de indica@o devidos a r& 
pidas varia@es de temperatura, OS term8metros podem 
ser colocados dentro de pequenos resewat6rios de 6feo 
contend0 cerca de meio litro de 6leo. 
7.X4.2.3 Durante o tiltimo quario de dura+ do ens&, a 
varia@o de temperatura do ar ambiente n8o deve exce- 
der 1 K/h. Se isto MO for possivel devido is condi@es 
desfavor&veis de temperatura do local de ensaio, a tem- 
peratura de urn disjuntor id&ntico colocado sob as mes- 
mas condiG6es ambientes, mas sem corrente, pode ser 
tomada em substtui@o a temperatura do ar ambiente. 
Este disjuntor suplementar n&o deve estar sujeito a ra- 
dia@es indevidas de calor. 
7.1.4.2.4A temperaturadoarambienteduranteosensaios 
deve estar compreendida entre + 10°C e + 40°C. NHo 
devem ser feitas corre@es nos valores de eleva@o de 
temperatura para temperaturas ambientes compreen- 
didas dentro do inter&o acima. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
24 NBR7118/1994 
7.1.4.3 Elevaq30 de temperatura de parks que nAo seiam 
bobinas 
7.1.4.3.1 Pam ensaio de eleva@o de temperatura de par- 
ks que nZo sejam bobinas, estas devem ser montadas 
aproximadamente coma nas condi@es normais de fun- 
cionamento. incluindo todas as coberturas normalmen- 
te previstas para as diferentes partes do disjuntor, e 
devem ser protegidas contra aquecimento ou resfria- 
mento exierno indevido. Estes ensaios podem ser feitos 
em p6los separados, se a influ6ncia dos outros p6los for 
desprezfvel. 
7.1.4.3.2 As liga@es previstas para os circuitos principais 
devem ser f&as de tal modo que nenhuma quantidade 
anormal de calor possa ser retirada do disjuntor. ou ne- 
le introduzida durante o ensaio. Em case de dtivida, a 
eleva~80 de temperatura dew? ser medida nos terminais 
do circuito principal e sobre as liga+s proviskias a uma 
diskkcia de 1 m dos terminais. A difereya de eleva@o 
de temperatura nHo dew exceder 5 K. 
7.1.4.3.3 No case de urn disjuntor Go equipado corn 
acessbrios ligados em s&k?, o ensaio dew? ser efetuado 
corn a corrente nominal do disjuntor. No case de urn 
disjuntor equipado corn acess6rios ligados em s&k 
possuindo uma faixa de correntes nominais, devem ser 
realizados os seguintes ensaios: 
a) urn ensaio sobre o disjuntor, equipado corn aces- 
sbrios cuja corrente nominal B igual a do disjuntor, 
efetuado corn a corrente nominal do disjuntor; 
b) uma s&k de ensaios sobre o disjuntor equipado 
corn OS acess6rios previstos. efetuados corn a 
corrente nominal de cada acessbrio. 
Nota: Se os acess6rios podem ser separados do disjuntor e se 
forevidentequeseusaquecimentos respectivos n&ooexer- 
cem influ6ncia mirtua aprecikel, o ensaio b) pode set 
substitufdo por uma &de de ensaios sobre acess6rios 
isoladamente. 
7.1.4.4 Eleva@o de temperatura das bobinas 
7.1.4.4.1 OS ensaios de eleva@o de temperatura das bo- 
binas deem sarfeitos de acordo corn a natureza especi- 
fica da corrrente de alimenta+ (corrente altemada ou 
corrente continua). OS dispositivos de fechamento e de 
abertura sZa ensaiados na sua tens&o nominal de ali- 
menta@o e os disparadores de sobrecorrente, na sua 
corrente nominal. 
7.1.4.4.2 As bobinas projetadas para fUnCiOnamento con- 
tfnuo devem ser ensaiadas durante urn periodo sufi- 
ciente para que a eleva@o de temperalum atinja urn va- 
lor constante (esta condi$Ho 6 obtida na prfitica quando 
a varia@o nHo excede 1 K/h). Pam as bobinas de fe- 
chamento e de abertura. energizadas somente durante 
as opera+s de fechamento e de abertura. OS ensaios 
devem ser realizados sob as seguintes condi@es: 
a) quando o disjuntor possui urn dispositivo atom&- 
tico de abertura do circuito de comando no fim da 
opera@o, o circuito dew ser energizado dez ve- 
zes, corn intervalo de tempo entre cada energiza- 
@ode 2 s, ou corn o menor intervalo de tempo que 
o disjuntor permita; 
b)quando o disjuntor nHo possui urn dispositivo 
autom&ico de abertura do circuito de comando ao 
fim da opera@o. o circufto dew ser energizado: 
- dez vezes, corn intervalo de tempo entre cada 
energiza+ de 2 s e dura@o de cada energi- 
za$io de 1 s; 
apirs 0 resfriamento complete, uma vez, corn 
dura@o de 15 s. 
7.1.4.5 Interpretw&+a dos resultados 
7.1.4.5.1 A eleva@o de temperatura da?. verias pales do 
disjuntor Go dew exceder OS valores definidos na Ta- 
bela 3 do Anexo B ou nas norma.s especificas. Se isto 
ocorrer. o disjuntor dew ser considerado aprovado. Nos 
disjuntores dotados de contatos de arco separados dos 
contatos principais mas em paralelo corn estes. a eleva- 
@IO de temperatura destes contatos de arco n80 deve 
causar: 
a) ac&cimo de eleva~Ho de temperatura nos con- 
tatos principais de tal forma que OS valores da 
Tabela 3 do Anexo B sejam excedidos: 
b) danos Bs parks circunvizinhas; 
c) prejuizo g elasticidade dos contatos de arco. 
7.1.4.5.2 Quando Go se tiver certeza de que a corrente 
nos contatos de arco 6 pequena se comparada corn a 
corrente nos contatos principais, dew ser realizado urn 
Segundo ensaio isolando-se OS contatos de arco. Duran- 
te este ensaio, a eleva@o de temperatura dos contatos 
principais Go dew exceder OS valores da Tab& 3 do 
Anexo B. Se a isola$?a de uma bobina B feita de diverse 
materiais isolantes diferentes, a elevate% de tempera- 
tura admissivel da bobina deve corresponder ao material 
isolante corn o limite de eleva@o de temperatura mais 
baixo. Se o disjuntor 6 dotado de componentes diversos 
obedecendo a normas especlficas, tais coma retifica- 
does, motores. chaves de baixa tensHo etc., a eleva@~o 
de temperatura de tais componentes n&a dew ultrapas- 
sar os limites estabelecidos em suas normas espe- 
cfficas. 
7.1.5 Ensaios dielCtricos 
7.1.5.1 Condi@es do ar ambiente durante os ensaios 
E&s condi$k?s Go definidas na NBR 6936. OS fatores 
de corre@o da densidade e da umidade do ar sHo apli- 
cados. se o fator de corre~Ho total (KJK,) estiver corn- 
preendido entre 0.95 e 1,05. Caso contr&rio, os detalhes 
dos ensaios diel&icos devem ser objeto de acordo en- 
tre fabricante e usu&rio. Nos ensaios para verifica$% da 
suportabilidade di&trica entre contatos abertos, MO 
S&J aplic&?is fatores de corre@o. 
7.1.5.2 Procedimentos paa ensaios sob chuva 
A isola@o edema de disjuntores para exterior dew ser 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
submetida a ensaio de tens% suport@wel sob chuva, se- 
gundo OS procedimentos de ensaios especificados na 
NBR 6936. 
Nota: Para disjuntores em inv(llucro m&lico aterrado (tanque 
morlo) quando as buchas forem previamente ensaiadas 
de acordo corn a NBR 5034, OS ensaios sob chuva podem 
seromitidos. 
7.1.5.3 Condipgo do disjuntor duranie OS ensaios 
7.1.5.3.1 Todos OS ensaios de verifica+ dos niveis de 
isolamento devem ser realizados sobre as disjuntores 
completamente montados coma para funcionamento. As 
superficies extemas das partes isolantes devem ser 
cuidadosamente limpas. OS disjuntores devem ser 
m&ados para o ensaio, corn as dist&xias de isola- 
mento e altura sobre o solo minimas coma especifica- 
das pelo fabricante. 
7.1.5.3.2 Disjuntores ensaiados a uma dada altura em 
rela@o ao niveldo solo sHo considerados satisfat6rios 
se montados a uma altura maior. quando em funciona- 
mento. Quando a distsncia entre OS pirlos de urn disjun- 
tar nZo C fixada pelo proieto, a dist&?cia entre OS ~610s a 
adotar para OS ensaios s& o valor minim0 estabeleci- 
do pelo fabricate. Para evitar a montagem completa de 
disjuntores tripolares de grandes dimensbes, apenas 
para a realiza@o de ensaios. os ensaios de polui@o ar- 
tificial e de radiointerfer&wia podem ser realizados em 
urn rinico p610. 
7.1.5.3.3 Se a disthncia minima entre OS ~610s for tal que 
nZo exista risco de descarga disruptiva entre eles, todos 
os demais ensaios diel&ricos tambern podereo ser 
realizados em urn linico p6lo. Ouando o fabricante es- 
pecificar uma isola@o suplementar tal corn0 uma fita ou 
urn separador, exigida para ser usada em funciona- 
mento, tal isola$Bo suplementar dew tamb&n ser utili- 
zada durante OS ensaios. Se forem necess.Gx cente- 
lhadores de prote+ ou an&is equalizadores para pro- 
te@o do sistema, &es dispositivos podem ser remo- 
vidos ou o seu espa$amento aumentado para fins de 
en&o. Se estes dispositivos forem necess&ios para o 
controle do gradiente de potential, eles devem ser man- 
tidos na posi@o durante o ensaio. 
7.1.5.3.4 Para disjuntores que usam g&s comprimido pa- 
ra isola@o, OS ensaios diel&icos devem ser feitos na 
densidade minima de funcionamento. que pode ser 
expressa sob a forma de “ma press% na temperatura de 
referi+ncia de 20°C. Se no instante do ensaio a tempera- 
tura B diferente de 20% a press50 dew ser ajustada ao 
valor correspondente g densidade minima de funciona- 
mento. A temperatura e a press50 do g&s durante os 
ensaios devem ser registradas e indicadas no relat6rio 
de ensaios. 
Nota: Precau@?s devem ser tomadas. na execu$Bo de ensaios 
diei&icos em cemaras de interrup@o a v&xo. para as- 
segurarqueapossivelemissHoderaiosXfiquedentrodos 
limites de seguran$a (ver NBR 6977). 
7.1.5.4 Aplica$Ho da tens% de ensaio e condiq6es de 
ensaio 
A posi@o dos terminais dos disjuntores onde Go apli- 
cadas as tens&x de ensaio B mostrada nas Tab&s 22, 
NBR7118/1994 25 
23, 24 e 25 do Anexo B e correspondem aos esquemas 
de liga@ da Figura 13 do Anexo A. 
7.1.5.5 Tens&s de ensaio 
As tens6es suport&eis nominais a serem utilizadas pa- 
ra OS ensaios prescritos em 7.1.5.6, 7.1.5.7 e 7.1.5.6 e 
nas normas brasileiras peltinentes, devem estar de acor- 
do corn as Tab&s 1 e 2 do Anexo B. 
7.1.5.6 Ensaios de tens?& suport&vel de impulse 
atmosfCric0 
7.1.5.6.1 OS disjuntores devem ser submetidos a tens&s 
de imp&o atmosf&ico a seco. OS ensaios devem ser 
executados corn tens&s de ambas as polaridades e corn 
a forma padronizada 1,2/50 de acordo corn a NBR 6936. 
7.1.5.6.2 Corn o disjuntor na posi@o fechada, devem ser 
aplicados 15 impulsos consecutivos & tensBo suport& 
vel nominal (ver colunas 2 e 4 respectivamente das Ta- 
belas 1 e 2 do Anexo B). em cada condi@m de ensaio (ver 
Tabela 22 do Anexo 6). 
7.1.5.6.3 Corn o disjuntor na posi@o aberta, dew-se 
proceder do seguinte modo: 
a) disjuntor de tensHo nominal inferior a 362 kV: 
- devem ser aplicados 15 impulses consecutivos 
B tensZo supott&vel nominal (ver coluna 2 da 
Tabela 1 do Anexo B), em cada condi@o de en- 
saio (ver Tab& 23 do Anexo 6): 
b) disjuntor de tens% nominal igual ou superior a 
362 kV: 
- para cada condi@.o de ensaio (ver Tabela 24 do 
Anexo B) 15 impulses consecutivos a tensHo 
suporl&~el nominal para terra devem ser apli- 
cados a urn terminal corn o outro terminal 
energizado corn tens% & freqi%ncia industrial 
0,7 Un. &I,& Cada imp&o atmosf&ico dew 
ser sincronizado de tal modo que seja aplicado 
aproximadamente em correspond&ncia ao valor 
de crista de polaridade oposta da tensHo g 
freqijencia industrial. OS valores arredondados 
das tens&s de ensaio esteo relacionados na 
Tab& 2 do Anexo B. 
Notas:a)Paralevaremcontaoproblemadaintlu&nciadoimpulso 
atmosferico sobre a onda de tens&o 6 treqij&ncia 
industrial, causada por acoplamento capacitive entre 
dois circuitos de tens%, o seguinte requisite de enSaio 
devesersatisfeito: noensaiadedisjuntorescomtens~o 
nominal igual ou superior a 362 kV. na posit% aberta, 
a queda de tens% na onda de freqDBncia industrial 
aplicadaaumterminal,deveserlimitadadetalmodoque 
a tens% de ensaio real para terra, medida em 
correspond~nciaaovalordecristadoimpulso,nHoseja 
inferior ao valor especificado 0.7 Un. & / &. Para 
satisfazer tal condi$& a tens% B freqti&cia industrial 
pode ser aumentada ate. no mtiimo, Un &j I&, 
b)Pordificuldade de instala@ode laboratbioe m&ante 
acordo entre fabricante e usu&io, OS ensaios na posi- 
@o aberta de disjuntores de tens% nominal igual ou 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
superior a 362 kV. podem ser executados evitando-se 
o use da fonte de tens% B freqij&ncia industrial. Nes- 
te case, podem ser executadas duas series de en- 
*BIOS: 
- a primeira s&e consiste na aplic@o. em cada ter- 
minal sucessivamente, de 15 impulses consecutivos 
a urn valor de tens.% igual B s~rna da tens& supor- 
t&e, nwninal de impulse atmosferico para terra e do 
valor de crista 0.7 U”, & Ifi. 0 terminal oposto 
deve ser aterrado. OS outros terminais. a base e 0 
terminal no qual a tens% 6 aplicada, devem ser is* 
lados de mode a evttar descargas disruptivas para 
terra: 
-a segunda serie de ensaios consiste na aplic.+.o a 
cada terminal sucessivamente de 15 impulses con- 
secutivos na tens&o suport~vel nominal de impulse 
atmosf&ico (ver cokma 4 da Tabela 2 do Anexo B). 
OS ~utrcas terminais e a base devem ser aterrados; 
-considera-se em gem que este ensaio B mais seve- 
ro do que o executado Segundo o procedimento nar- 
mal de ens& corn a utiliza@o da fonte B freqWncia 
industrial; 
c)Os ensaios acima n% asseguram a coordena@ de 
isolamento para terra em rela@o a0 fsolamento entre 
osterminais de urn disjuntor aberto. Pam conseguirtal 
coorden@o deve ser considerado o use de disposi- 
tivos de prote@o adequados tais c~mo p&a-raios e 
centelhadores, particularmente para instala@es que 
tenham tens&o nominal igual ou superior a 145 kV. 
d)Visto que atguns materiais is&antes ret&m a carga 
depois de urn ensaio de impulse. devem ser tomados 
cuidados quando a polaridade for invertida. Nestes 
cases, para permitir a descarga dos materiais isolan- 
tee. 6 recomendado o use de metodos apropriados tais 
c~nw apfica@es de impulses de polaridade contr&ia 
sob tens% inferior B do ens&. 
7.1.5.6.4 0 disjuntor deve ser considerado coma tendo 
suportado salisfatoriamente o ensaio, se o nljmero de 
descargas disruptivas para terra, entre ~610s e entre OS 
terminais do disjuntor abarto em isola@o auto- 
recuperante, para cada s&ie de 15 impulses, n80 ex- 
ceder a dois para cada condi@o de ensaio, e se nHo 
ocorrer nenhuma descarga disruptiva em isola@o nHo 
auto-recuperante. 
7.1.5.7 Ensaios de ten&o supori&A de impulse de 
manobra 
7.1.6.7.1 OS disjuntores de tensHo nominal igual ou supe- 
rior a 362 kV devem ser submetidos a ensaios de impulse 
de manobra. OS ensaios devem ser efetuados utifizando- 
se o imp&o de manobra normalizado 25012500, con- 
forme a Nf3R 6936. Devem-se efetuar OS ensaios a seco, 
utilizando-se as tens6es de polaridade positiva e nsga- 
tiva para os disjuntores para interior e utilizando-se so- 
mente as tens6es de polaridade positiva para os disjun- 
tares para exterior. Devem-se efetuar os ensaios sob 
chuva somente para os disjuntores para exterior, 
utilizando-se as tens?ies de polaridade positive e negativa. 
7.1.6.7.2 Corn o disjuntor na posi@o fechada devem ser 
aplicados 15 impulses consecutivos B tensZo suporS- 
26 NBR7118/1994 
vel nominal (ver coluna 2 da Tabela 2 do Anexo 8) para 
cada condi#o de ensaio (ver Tab&22 do Anexo B). 
7.1.5.7.3 Corn o disjuntor na posi@o aberta e para cada 
cond$Zio de ensaio (ver Tabela 24 do Anew B), devem 
SW aplicados a urn terminal 15 impulses consecuti- 
vos B tens%0 suportAvel nominal pare terra, corn 0 outro 
terminal energizado B tens% B freq@ncia industrial 
U” fi/fi. Cada impulse de manobra dew ser sin- 
cronizado de tal mode que seja aplicado aproximada- 
menle em correspond&ncia corn o valor de crista de 
polaridade oposta da tens% ?I freqO&uzia industrial. OS 
valores arredondados das tens6es de ensaio est.% 
relacionados na Tabela 2 do Anexo B. 
Notas: a) Para se levar em conta a influ&ncia do impulse de ma- 
nobra sobre a onda de tensao B freqO&cia industrial, 
devido ao acoplamento capacitive entre OS dois circui- 
10s de tens%, o seguinte requisite de ensaio deve ser 
satisfeito: 
-a queda de tens% da onda ?a freqO&ncia industrial 
aplicada a umdosterminaisdeveserlimitada.derno- 
do que a tens% de ensaio em rela@o B terra, medi- 
da no instante conespondente ao valor de crista do 
impulse, n?m seja inferior ao valor especificado 
U”. ,/?,fi.Paraseobter esseresultado,pade-se 
aumentar a tens&o B freqiXncia industrial ate no 
m8ximo1,2.U~.&J&; 
- a queda de tens% pode ser apreciavelmente redu- 
zida pela utiliza$%o de urn capacitor de valor conve- 
niente, ligado em par&lo ao terminal do lado da fre- 
qiiCncia industrial. 
b)Por dificuldade de instala$Bode IaboratQioe mediante 
acordo entre fabricante e usu&io, OS ensaios na posi- 
@o aberta podem ser executados evitando-se o use 
dafonte de tens.% BfreqiiCncia industrial. Neste case. 
o ensaio dew ser executado da seguinte forma: 
aplica-se a cada terminal sucessivamente 15 impul- 
SOS consecutivos a urn valor de tensho igual g smna 
dater&o suport~velnominaldeimpufsodemanobra 
paraterra(ver coluna2daTabela2doAnexoB)edo 
valor de crista U”. ./j I & 0 terminal oposto deve 
set aterrado. OS outros terminais. a base, e o termi- 
nal no qua1 a tens.% B aplicada devem ser isolados 
de modo a evitar descargas disruptivas para terra. 
c)Os ensaios acima n8o se destinam a verifiiar a coor- 
dena~BodeisolamentoBtarraem rela@oaoisolamen- 
to atrav& dos terminais do disjuntor aberto. Para se 
obter tal coorden@o deve ser considerado o empre- 
go de dispositivos adequados de prote@o tais c~mo 
p&a-raios ou centelhadores. 
7.1.5.7.4 0 disjuntor dew ser considerado coma tendo 
supotiado salisfatoriamente o ensaio. se o ntimero de 
descargas disruptivas para terra, entre pirlos e entre os 
terminais do disjuntor em isofa@o auto-recuperante para 
cada serie de 15 impulses, n8o exceder a dois para ca- 
da condi@o de ensaio, e se nHo ocorrer nenhuma des- 
carga disruptiva em isola@o Go auto-recuperante. Se 
durante o ensaio sob chuva se produzirem mais de duas 
descargas disruptivas em isolaqh auto-recuperente, 
o ensaio deve ser repetido nas mesmas condi@+s e 
dew-se considerar que o disjuntor satisfez o ensaio 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 27 
se durante o now ensaio o nljmero de descargas dis- 
ruptivas em isola@o auto-recuperante n&z exceder a 
dois, para cada serie de 15 impulses, e se n% ocorrer 
nenhuma descarga disruptiva em isola@o n?io auto- 
recuperante. 
7.1.5.8 Ensaios de tensFio supotivel a freqiiCncia indus- 
trial 
7.1.5.6.1 OS disjuntores devem ser submetidos a en- 
s&s de tens.% suport&vel B freqii&ncia industrial, de 
acordo corn a NBR 6936. 
7.1.6.8.2 Para disjuntor de tens% nominal inferior a 
362 kV, a tensHo de ensaio deve ser especificada de 
acordo corn a coluna 3 da Tabela 1 do Anexo B. 0 ensaio 
deve ser efetuado a sew e repetido sob chuva para OS 
disjuntores para exterior. Para condi$Ho de ensaio das 
Tab&s 22 e 23 do Anexo B, a ten?& de ensaio dew ser 
elevada at8 o valor fixado e nele mantida durante 1 min. 
7.1.5.8.3 Pam disjuntor de tens% nominal igual 0” su- 
perior a 362 kV. as prescri@s que se seguem referem- 
se a ensaios a sew: 
a) corn o disjuntor na posi@o fechada a tens&o de 
ensaio dew ser elevada, para cada condi@o de 
ensaio (ver Tab& 22 do Anew B), at8 o valor 
prescrito na c&ma 6 da Tab& 2 do Anexo B, e ne- 
le mantido por 1 min; 
b)com o disjuntor na posi$Ho aberta para cada 
condi@o de ensaio (ver Tab& 25 do Anexo B). a 
tens& de ensaio dew ser aplicada simulta- 
neamente aos terminais de cada ~610, utilizando- 
se duas fontes de tens%, em discordtincia de fa- 
ses, a fim de se obter atrav& do disjuntor aberto 
“ma tens.% igual g indicada na coluna 7 da Ta- 
bela 2 do Anexo B e mantida nesse valor por 
1 min. Nenhum dos valores de tens.% aplicada 
a urn dos terminais deve ser superior a U,. 
Nota: Corn o disjuntor na posi@& aberta, sujeito a acordo entre 
fabricante e usu&io. OS ensaios podem ser realizados 
usando-se somente “ma fonte de tens.%. Neste case. a 
tens% indicadanacoluna7daTabela2doAnexo Bdeve 
ser aplicada por 1 min entre cada terminal de cada ~610 e 
a base, devendo o terminal oposto e tadas as partes viva 
dos outros p6los serem aterrado?.. Pam este ensaio 6 
permitido isolar a base do disjuntor daterra. Este ensaio 6 
mais sever0 que 0 ensaio normal. 
7.1.6.8.4 0 disjuntor dew ser considerado aprovado nos 
ensaios se nHo ocorrer descarga disruptiva. Entretanto, 
se ocorrer descarga disruptiva sobre a isola@o externa 
auto-recuperante durante urn ensaio sob chuva. este 
ensaio dew ser repetido nas mesmas condi+?s e se 
dew considerar que o disjuntor satisfez 0 ensaio se nHo 
cnrrer descarga disruptiva. 
7.1.6.9 Ens& de tens& suport&el B freqiiCncia indus- 
trial nos circuitos auxiliares e de comando 
7.1.5.9.1 OS circuitos auxiliares e de comando de todos 
OS disjuntores devem ser submetidas a ensaio de ten- 
s80 supott~vel a freqii&cia industrial de 2000 V eficaz, 
durante 1 min: 
a) entre OS circuitos auxiliares e de comando ligados 
entre si coma urn todo e b terra; 
b) se pratictivel, entre cada pate dos circuitos auxi- 
liares e de comando, que em funcionamento nor- 
mal pode ser is&da das outras paties, e essas 
pates ligadas entre si e & terra. 
7.1.5.9.2 OS circuitos auxiliares e de comando do disjun- 
tar s?io considerados aprovados no ensaio, se n8o ocor- 
rer descarga disruptiva. Normalmente, a tensHo de en- 
saio dos motores e dos outros componentes utilizados 
nos circuitos auxiliares 9 de comando dew ser a mesma 
destes circuitos. Se &es componentes ja toram en- 
saiados conforme suas pr6prias normas. eles podem 
ser desconectados durante o ens&o. 
7.1.5.10 Ensaio de polui@o artificial 
7.1.5.10.1 OS ens&s de polui+o artificial visam fornecer 
informa$Bes sobre o comportamento da is&@” exter- 
na sob condi@&s representativas da contamina@o 
quando em servi$o. Todavia. estes ensaios nHo repre- 
sentam necessariamente “ma condiG& particular de 
sewi$o. 0 ensaio consists em quatro aplicaq6es da ten- 
s& UJ a. sob urn gra” de polui$& especificado. 
7.1.5.10.2 0 disjuntor deve ser considerado aprovado se 
nZo ocorrer mais de “ma descarga disruptiva. Estes 
ens&s se aplicam somente aos disjuntores para etie- 
rior e devem ser efetuados. n&e case, por acordo entre 
fabricate e usu8rio. OS ensaios devem set efetuados em 
urn tinico ~610, na posi@m fechada. a fim de fornecer 
infortx@es sobre o comportamento da isola@o corn 
rela@o B terra. 
Notas: a) 0 gra” de polui$So especificado e OS m&odos de en- 
saios devem estar sujeitos a urn acordo entre fabri- 
cante e usutirio. Estes ensaios s&x especificados na 
NBR6936. 
b)Afimdeevitarmontardisjuntoresdegrandesdimens&s 
para efetuar ens&s de polui@a artificial. podem-se, 
nos cases de disjuntores de canstru@o modular, efe- 
tuar ensaios em urn s6 m6dulo. 
7.1.5.11 Ensaio de tens% de adiointerfer&cia 
7.1.5.11.1 Estes ensaios se aplicam somente a disjun- 
tares de tensHo nominal igual 0” superiora 145 kV. Pa- 
ra se evitar a montagem tripolsr do disjuntor, este ensaio 
pode ser realizado em urn tinico ~610. A tens.& de ensaio 
deve ser aplicada coma segue: 
a)na posi$Ho fechada, entre terminais e a base 
aterrada; 
b) na posi@o aberta, entre urn terminal e outro ter- 
minal ligado B base aterrada. As liga@es devem 
ser invertidas se o disjuntor nHo for simCtrico. 
7.15112 A base e outros elementos normalmente liga- 
dos B terra devem ser aterrados. Deve-se ter cuidado pa- 
ra evitar que as med@Bes sejam influenciadas por obje- 
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28 NBR7118/1994 
tos, ligados ou nZio B terra, situados prbximos ao dis- 
juntor sob ensaio e pelos circuitos de ensaio de medi@o 
(vet Figura 14 do Anew A). 0 disjuntor deve estar sew, 
limpo e a uma temperatura aproximadamente igual ?I da 
sala onde se efetua o ensaio. 0 disjuntor n?m deve ser 
submetido a outros ensaios dieletricos pelo menos duas 
bores antes do ensaio de radiointerf&ncia. As liga$es 
de ensaio devem ser tais que sues extremidades ou 
dimensks transversais nHo sejam fontes de tens&x de 
radiointerf&ncia. 0 circuit0 de medi@o e o m&do de 
ensaio devem ser conforme a NSR 7676. 0 disjuntor 6 
considerado aprovado no ensaio se o nivel de tensHo de 
radiointerter&cia. a tensao de 1 .l UJ&i, lido na curve 
caracteristica de radiointerferikia. n&z exceder 1000 pV 
referido a 300 R , ou 500 pV referido a 150 Q 
7.1.6.12 Ensaio de descargas percieis em alguns 
componentes 
N$m 6 exigida a execu@o de enseio de descargas per- 
ciais no disjuntor complete. Contudo, no case de dis- 
juntores corn componentes, cujas normes respectivas 
exigem a medi@o de descargas parciais (por exemplo 
buchas, capacitores. etc), 0 fabricante deve apresentar 
proves de estes componentes terem sido aprovados 
neste ensaio (ver NBR 5034). 
7.1.6 Providencias diversas pare os ensaios de 
estebelecimenlo e interrup@io 
7.16.1 Generalidades 
Disjuntores a sewn utilizados corn todos os ~610s ope- 
rando simultaneamente devem ser capazes de estabe- 
lecer e interromper todas as correntes sim-.+tricas e as- 
simbtricas, ate e inclusive as correspondentes is capa- 
cidades de internIp& nominal em curio-circuito. Essas 
condi@es sso satisfeites se o disjuntor estabelece e 
interrompe correntes trifzisicas especificadas sim&ri- 
cas e assim&ricas, entre 10 % I? 100 % da capacidade 
de interrup@o nominal em curto-circuit0 B tensso no- 
minal. Alem disso, OS disjuntores a serem utilizados em 
sislemas de neutro atertado ou pare opera@~~ unipolar, 
devem estabelecer ou interromper curto-circuitos mo- 
nofkicosentre lO%e 100 %dacapacidadede interrup@o 
nominal em curtos-circuitos a tens& fase-terra. 
Note Para cotrentes men~res que 10 % da capacidade de in- 
terru~~onominalemcurtacircuito,ver7.1 .I f .t e7.1.11.2. 
7.1.5.1.2 Para urn disjuntor trip&r, todos OS requisites 
de manobra de curto-circuitos trifkicos ou monof~icos 
devem ser verificados pela opera@o simult&nea de to- 
dos os P&OS do disjuntor. OS requisites de manobra 
trifasica devem ser verificados preferencialmente em 
circuitos trifkicos. Se OS ensaios sk realizados em 
laboratbrio, a tens$o aplicada, a corrente, a TRT e a ten- 
sao de restabelecimento B freqikkcia industrial, devem 
ser obtidas de uma fonte de alimenta#J tinica, no case 
de ensaios diretos, ou de diferentes fontes de alimen- 
t&o, no case de ensaios sinteticos (ver Nf3R 7102). Se 
devido a limita@& de laboratko OS requisites de ma- 
nobra em curfo-circuito nk podem set verificados coma 
descrito anteriormente, diferentes mgtodos que empre- 
gem ensaios dir&s ou sint&ticos, ou a combina@o de- 
les podem ser utilizados, dependendo do tipo do disjun- 
tar. Esses m&odos de ensaios sHo OS seguintes: 
a) ensaio monof&sico (ver 7.1.6.3.1) - por este mB- 
todo urn ~610 de urn disjuntor tripolar B en&ado 
monofasicamente, aplicando-se a tnesma corren- 
te e praticamente a mesma tens20 B freq@ncia 
industrial a que &aria sujeito o ~610 do disjuntor 
ttipolar submetido B maior solicitacHo durante 
uma manobra trifksica; 
b) ensaio em c~maras separadas (vex 7.1.6.3.2) - al- 
guns disjuntores sHo construidos acoplando-se 
em s&e c$maras idsnticas e utilizando-se ca- 
pacitores em par&lo pare melhorar a distribui- 
@io de lensHo entre es cAmaras de cada ~610. Es- 
te tipo de projeto permite verificar o desempenho 
de urn disjuntor na interrup@o e no eslabeleci- 
mento, realizando ensaios em uma ou mais cB- 
maras; 
c) ensaio em diferentes etapas (ver 7.1.6.3.6) se 
todos OS requisites da TRT pare uma seqtiencia 
de ensaios nHo podem ser obtidos simultanea- 
mate. dois ou mais circuitos de ensaio podem 
ser usados pare reproduzir as solicita@es da TRT 
especificada pare o disjuntor. A Figura 15 do Ane- 
x0 A apresenta urn exemplo do ensaio em dues 
etapas. 
Note Procedimentos especiais podem ser usados pare disjun- 
fores equipados corn resistores de fechamento ou de 
abertura em fun@0 das limita@ss do circuito de ensaio. 
7.1.6.2 Disposi@o do disjunlor pare ensaios 
7.1.6.2.1 0 disjuntor sob ensaio deve ser montado com- 
pleto no seu pr6prio supotte ou num equivalente. No ca- 
so de disjuntores fornecidos pare instala@o em cubi- 
culos ou inv6lucros blindados, dew-se montZi-los na 
sue pr6pria estrutura suporte corn todos os sew aces- 
s6rios. mecanismos de opera$Bo, saidas de ventila@o, 
conex&s principais e barramentos. 0 mecanismo de 
opera$Ho dew opera coma o especificado, e se for de 
operagBo ektrica, pneum&tica ou hidr&lica, dew opera 
k press?~o ou tensso minima como o especificado em 
6.5,6.6 e 6.7. exceto em cases especiais de ensaios. De- 
ve ser demonstrado que o disjunlor opera satisfatoria- 
mente sob as condi@es anteriormente descritas, e em 
vezio, coma o especificado em 7.1.6.5. Disjuntores a g&s 
devem ser ensaiados na pressZo minima conforme o 
especificado em 6.6, exceto em cases especiais. 
Nota: 0 cork de cwrente pode ser mais acentuado no case de 
se operar corn a press& mAxima e/w a densidade m&x- 
ma do g&s. 
7.1.6.22 Dependendo do seu tipo construtivo. o disjuntor 
dew ser ensaiado da seguinte maneira: 
a) disjuntor de recipiente tinico urn disjuntor tripo- 
lar, que tenha todos sea contatos de arco ins- 
talados num recipiente cinico, dew ser ensaiado 
completo num circuit0 trifkisico, mesmo nos ca- 
sos de fakes pare terra. As razBes disto sk as 
seguintes: 
- possibilidade de descarga entre ~610s ou pare 
terra devido B influ&ncia dos gases de exaustk; 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
- possibilidade de haver diferen$as no estado do 
meio de extin@o (pressk, temperatura, nivel 
de polui@o, etc): 
- possibilidade de haver intera@es entre fases 
devido a esforqos eletrodin5micos. no case de 
faltas trifkicas; 
- possibilidade de haver diferentes solicita@%s 
no mecanismo de opera$Zo. 
Nota: Pam OS disjuntores de recipient% tinico corn VA- 
rias c&maras de interrup@o por p&o. dew-se 
provar, em cases de ensaios em c!amaras se- 
pandas. que o disjuntor C solicitado de forma 
equivalente. 
b)disjuntor de ~610s separados - urn disjuntor tri- 
polar, constituido de t&s ~610s separados % in- 
dependentes, pode ser ens&do monofasica- 
mente conforme 7.1.6.1.2, desde que o desvio de 
simultaneidade de opera&G dos ~610s esteja de 
acordo corn as exig&ncias de 6.2. Urn disjuntor 
bipolar cujos p6los r&o s&z de opera+ com- 
pletamente independent%, dew ser ens&do pre- 
ferencialmente como urn disjuntor tripolar com- 
pleto. P&m, devido a limita@es de IabwMrios, 
pode ser feito o en&o em urn ljnico ~610 desde 
que 0 ensaio nesse p610 seja equivalente a0 en- 
saio trip&r, ou que MO seja realizado em condi- 
@es mais favor&& que 0 ensaio tripolar no que 
concern% is seguintes caracteristicas:_ velocidade de fechamento; 
- velocidade de abertura; 
- disponibilidade de fluido extintor; 
- caracteristicas eletromec&kas dos dispositi- 
vos de fechamento e abertura; 
- rigidez da estrutura suporte. 
7.1.6.2.3 Levando em conta 0 disposto em 7.1.7.4, OS dis- 
juntores provides de disparadores diretos de sobrecor- 
rent% devem ser instalados para as seqSncias de en- 
saio a 10% I, 30% I, 60% I, 100% I, % 100% I,, dascri- 
tas em 7.1.10, conform% o adiante especificado, % as 
bobinas dos disparadores de sobrecorrente devem ser 
ligadas do lado da fonte do circuit0 de ensaio. Para as 
seqGncias de ensaio a 10% I, 30% I, 60% I e 100% ISm, 
o disparador deve ser ajustado para sua corrente m4 
xima de funcionamento % se” retardo mkdmo. Para a 
seq@ncia de ensaio 100% I-, o disparador deve ser 
ajustado para sua corrente minima de funcionamento % 
seu retard0 minima 
N&a: Para conv%niCncia de registro oscilogrifico. se 0 retardo 
B muito grand%. C permitido utilizar urn retard0 mais curto. 
ou ainda suprimir a a@o do dispositivo de temporiza- 
$to somente no case das seqi@ncias de ensaios a 10% I 
e 30% I. 
7.1.6.3 Considera@es gerais sobre 0s mCtodos de 
ensaios 
7.1.6.3.1 Nos cases de ensaios monopolares de disjun- 
NBR7118/1994 29 
totes tripolares em que o disjuntor B equipado corn urn 
dnico mecanismo de opera+ para todos OS p6los, o 
disjuntor dew ser montado tripolamlente compkto. As 
caracteriticas de deslocamento do contato do disjuntor 
completo, isto 4, velocidade e curso, devem ser regis- 
tradas num ensaio apropriado que reproduza as solici- 
ta@%s mtiimas a que e&i submetido o mecanismo de 
opera+, nas condi@es reais de curto-circuito, B capa- 
cidade de interrup+ nominal em curto-circuito % a ten- 
s80 mais elevada possivel mas que n&z ultrapasse o 
valor da tens& nominal. Ensaios monopolares em tais 
disjuntores devem ser realizados respeitando-se as ca- 
racteristicas de deslocamento dos contatos registradas 
durante 0 ensaio precedente corn uma tol&ncia de 
*IO%. Esta tolerkcia &z aplickel ka velocidade e Z, dis- 
tencia do contato, em qualquer ponto do curso de aber- 
tura entre o instante da separa@ dos contatos e o ins- 
tant% correspondente & dura@o mSxima do arco. Em 
correntes mai?. baixas. a velocidade dos contatos pode 
ser diferente. 
Nota: Para obter no ensaio monopolar as caracteristicas corre- 
tas de curso, pod% ser necesskio modificar a energia do 
comando. a massa das parks m6veis. etc. 
7.1.6.3.2 Quando o laborat(lrio de ensaio nSo esti equi- 
pado para ensaiar urn disjuntor trip&r complete ou urn 
~610 de urn disjuntor, podem-se, Segundo o tipo do dis- 
juntor, efetuar 0s ensaios em uma ou mais cimaras, pa- 
ra se verificar sua capacidade de interrup@o nominal em 
curto-circuito. As exig&cias de 7.1.6.2 e 7.1X.3.1 tam- 
b8m se aplicam aos ensaios em cimaras separadas. 
Considerando que se deve fomecer pelo menus urn p6- 
lo complete para ensaiar uma ou mais c&naras, 05 re- 
sultados dos ensaios dizem respeito somente ao ~610 
especificamente considerado. Entretanto. ensaios em 
disjuntores constituidos de conjuntos de camaras. que 
sHo acionados por mecanismos de opera@o indepen- 
dentes, podem ser realizados em uma ou mais cimaras 
que compB%m uma das unidades independentes, des- 
de que as condi@es de comando Go sejam mews 
severas que as do disjuntor complete. Se uma cimara 
de interrup@o d utilizada para diferentes tens6es no- 
minais dos disjuntores, a possibilidade de repetir so- 
mente as condi@es de ensaios mais severas para uma 
determinada tens& nominal dew ser objeto de acordo 
entre fabricante e usukio. Quando se realizam ens&s 
em c&naras separadas, B necess6rio que as cimaras 
sejam idMicas % que seja conhecida a distribui$Ho 
estatica de tensk para o ensaio considerado (f&a nos 
terminais, faltas na linha, discord?mcia de fases, etc). 
7.1.6.3.3 Para as prescri@%s de 7.1.6.3.2. as &maras do 
disjuntor devem ser id&ticas na sua forma, nas suas 
dimens&s % nas was condi@es operativas: somente 
OS dispositivos destinados a distribuir a tens& entre as 
camaras podem ser diferentes. Particularmente. devem 
ser satisfeitas as seguintes condi@%s: 
a) opera@ dos contatos - a abertura dos contatos 
de urn ~610, nos ensaios de interrup@o, ou o fe- 
chamento dos contatos de urn ~610, nos ensaios 
de estabelecimento, devem ser tais que o inter- 
vale de tempo entre a abertura ou o fechamento 
dos contatos da primeira cemara a opera % dos 
contatos da tiltima ckmara a operar nHo seja su- 
perior a II6 de period0 da fr%qii&ncia nominal. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
Deve-se utilizar as press6es e tens6es nominais, 
para determinar o desk de simultaneidade de 
tempo; 
b) aliment@o do meio extintor de arco - para urn 
disjuntor que utilize urn meio extintor de arco de 
origem extema. a alimenta@o de cada camara 
deve ser praticamente independente, sendo que 
quando acianado o sistema de alimenta+, to- 
das as &maws sejam supridas de forma simul- 
t5nea e idMica; 
c) &ado do meio extintor de arco - o projeto do dis- 
juntor e de suas csmaras dew ser tal que duran- 
te as opera@% de interup@ CJU de estabele- 
cimento, o &ado do meio onde se produz o arco 
(temperatura, pressHo, vazHo, etc) em cada cd- 
mara, praticamente I&I seja influenciado pela 
opera@io das outras cgmaras. Particularmente, 
nem a alimenta@ do meio extintor da c&mara ou 
chmaras sob ensaio, nem a possibilidade de es- 
capamento dos produtos resultantes do arco de- 
vem ser aumentadas em conseqiiBncia da aust%- 
cia de arco nas outras c&maras. Gases ionizados 
cl” vapores que possam estar presentes “a exaus- 
tHo, devem ser descarregados de modo a nso 
provocar urn mau funcionamento das camaras 
adjacentes no mesmo o” em o”tros p6los, 0” fa- 
Iha do disjuntor coma urn todo, devido a uma des- 
carga total ou partial atrav& dos gases de exaus- 
t5o. 
7.1.6.3.4 Para as prescri$&s de 7.1.6.3.2, a tens% de 
ensaio B determinada analisando-se a distribui@o de 
ten&o entre as cAmaras de pblo. A distribui@o de ten- 
Go entre as cdmaras de urn ~610, sendo dependente da 
influ&ncia da terra, deve ser determinada para condi@es 
do circuito de ensaio especificamente indicadas para OS 
ensaios monopolares. Para condi@es de falta nos 
terminais, ver7.1.7.3.c) e 7.1.7.3-d) e Figuras 16, 17e 18 
do Anexo A. Para condi@x?s de faltas na linha ver 
7.1.13.3. Para condi@es de discordkxia de fases ver 
7.1.14 e Figura 19 do Anexo A. Quando as ckwas nHo 
estio dispostas simetricamente, a distribui@o da ten- 
s% deve ser tambern determinada invertendo-se as li- 
ga@?s. Se o disjuntor B provide de resistores em para- 
MO, a distribui#o de tensHo dew ser calculada ou me- 
dida estaticamente, B freqD&ncia equivalente da TRT. 
Para ensaio em &maras separadas na condi@o de fal- 
ta na linha, a distribui@o da tensZo dew ser calculada 
ou medida estaticamente, tomando-se par base uma 
tens% do lado da linha & freqkkcia fundamental de 
oscik@o dessa linha, e uma tens% do lado da ali- 
menta@o B freqii&ncia equivalente da TRT para falta nos 
terminais.OpontocomumBsduastens6estemopotencial 
da terra. Se a distribui$Ho da tens%o B obtida unicamente 
por intermbdio de capacitores, ela pode ser calculada ou 
medida na freq@ncia industrial. Devem ser levadas em 
conta as toler?mcias de fabrica@ dos resistores e 
capacitores. Essas toler$ncias devem ser indicadas pelo 
fabricante. 
Notas: a) Admite-se que a freqii&ncia equivalente seja igual a 
l/(3 t,), no cam da represent@o da TRT par quatro 
par&metros. e igual a l/(2 f), no case de dois parime- 
tros (ver Figuras 20 e 21 do Anew A). 
b)Deve ser levado em considera@ que a distribui@o 
30 NBR7118/1994 
de tens.% pode ser mais favorivel dutante OS ensaios 
de interrup@o emdiscord&w% de fases do que duran- 
te OS ens&s de faltas nos terminais e na linha. lsto se 
aplica. tambern, noscasosemque. excepcionalmente, 
OS ens&s devem ser efetuados sob condi@es de 
faltas isoladas em sistemas de neutro aterrado. 
c)A influ&ncia da polui@o n8a B normalmente conside- 
radanadeterminaCHodadistribuiCBodetens~0, p&m, 
emalgunscasos, apoluiCBopodeafetarestadistribui~Ho. 
7.1.6.3.5 Pata as prescri@es de 7.1.6.3.2, todos OS en- 
saios em cimaras separadas devem ser efetuados no 
major nlimero possivel de &mans em s&e, compativel 
corn as possibilidades do laboratko, e utilizando as COI- 
rentes de estabelecimento e interrup@o especificadas. 
Quando B ens&da uma s6 c&nara, a tensHo de ensaio 
dew ser a tensBo da timam mais solicitada no ~610 
completo do disjuntor, determinada conforme 7.1.6.3.4. 
Para as condi@es de falta na linha, a timam de refe- 
r&ncia e a que C mais solicitada no instante especificado 
para a prim&a crista da tens% transit6ria do lado da li- 
nha. Quando B ensaiado urn grupo de c8maras, a tensHo 
que aparece nos terminais da c$mara mais solicitada 
do grupo deve ser igual i tensZo da cknara mais solici- 
tada do ~610, ambas determinadas conforme 7.1.6.3.4. 
Nos ensaios em csmaras separadas, o isolamento pa- 
ra a terra n&x B submetido a uma solicita@ correspon- 
dente a plena tensHo que aparece durante urn ensaio de 
interrup@o efetuado no disjuntor complete. Para cettos 
tipos de disjuntores, tais como disjuntores de subes- 
ta@es blindadas, C necesskio provar que o isolamento 
para a terra B capaz de suportar esta plena tens& ap6s 
a interrup@o da corrente de curto-circuito nominal, corn 
o mkimo tempo de arco em todas as &maws. Deve ser 
levado em considera+ tambern a influ&ncia dos gases 
de exaustk 
Nota: 0 ensaio pode ser efetuado corn a corrente plena fluindo 
em todas as c&mar% do ~610. aplicando-se simultanea- 
mente ao indlucro blindado uma tens%o proveniente de 
uma fonte separada. para todas as seqiXncias de ens&. 
7.1.6.3.6 Quando B utilizado o m&do de ensaio em dife- 
rentes e&pas (ver Figura 15 do Anexo A), na prim&a 
etapa do ensaio, a pate initial da TRT nHo deve atraves- 
sar o segment0 de reta definindo o retardo e dew satis- 
fazer a linha de refer&Ma especificada at8 o ponto defi- 
nido pela tensHo u1 e o tempo t,. Na segunda etapa do 
ensaio, o ponto definido pela tensk uc e o tempo 1, de- 
vem ser atingidos. Se a zona situada abaixo da linha de 
refer&v% especificada Go B suficientemente coberta 
por este ensaio, 6 neceskirio realizar urn terceiro ensaio 
corn urn valor de crista da TRT intermedikio entre u, e Us, 
correspondente a urn tempo intermedikio entre 1, et,. Se 
OS tempos de arco s80 significativamente diferentes, B 
nece.&aio, para a validade do ensaio. que OS tempos de 
arw mais cuftos sejam prolongados a fim de se obter o 
maior tempo de arco em todos OS ensaios. Entenda-se 
que aqueles tempos de arco ditos. significativamente, 
diferentes sHo medidos a partir de uma mesma refe- 
r&ncia tomada sobre o traGado do curso dos contatos na 
ocasiHo dos ensaios par&k, que constituem urn con- 
junta de ensaios em diversas etapas. 
7.1.6.4 Ensaios sint&icos 
7.1.6.4.1 Urn ensaio sintetico C definido como urn ensaio 
no qua1 a toialidade ou a maior pate da corrente B obtida 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
a partir de uma fonte (circuito de corrente kz freqij&ncia 
industrial) e no qual a TRT B partial ou totalmente obtida 
a partir de uma ou diversas fontes separadas (circuitos de 
tensHo), TRT esta, correspondente B tens%o nominal do 
disjuntor sob ensaio. A tensZio da fonte de corrente B 
freqi%ncia industrial pode ser uma fra@o da tens& do 
circuito de tens8o. 
7.1.6.4.2 As exig&ncias. quando da utiliza@o dos ensaios 
sintbticos, seja pelo m&do de inje$Ho de corrente ou 
pelo m&odo de inje$Ho de tens% e&o indicadas na 
NBR 7102. 
Nota: E&o em estudo os m&z&s de ensaios sinteticos. para 
05 ensaios de curto-circufto. que r&o os metodos de inje- 
$20 de conente ou de tens8o. bem coma OS m&odos de 
ensaios sinteticos. para OS ensaios de corrente de carga. 
7.1.6.5 Opera@es em vazio antes dos ensaios 
7.1.6.6.1 Antes de iniciar os ensaios de curto-circuito, de- 
vem ser efetuadas opera@s em vazio, durante as quais 
as caracteristicas de opera@ do disjuntor, tais como 
velocidade de deslocamento, tempos de fechamento e 
aberlura, devem ser registrados. No case de urn disjun- 
tar equipado corn urn disparador de corrente de estabe- 
lecimento, este IV% dew opera durante OS ensaios em 
vazio 
7.1.6.5.2 No case de disjuntores operados por solen6ide 
ou por mola, OS ensaios devem ser realizados, 
energizando-se os dispositivos de fechamento e aber- 
tura nos limites mkdmo e minimo e no valor nominal da 
tensgo de alimenta@ (ver Tab& 17 do Anexo 6). No 
case de dispositivos corn comando hidreulico ou por ar 
comprimido, OS ensaios devem ser realizados conforme 
o especificado em 6.5 e 6.6 e nas seguintes condi@%s: 
a) na press?m minima e corn OS dispositivos de fe- 
chamento e abertura energizados k tenseo mini- 
ma de alimenta@o (ver Tab& 17 do Anexo 6); 
b)com press% nominal e corn os dispositivos de fe- 
chamento e abertura energizados ZI tens% nomi- 
nal de alimenta$Ho (ver Tab& 17 do Anexo B); 
c) corn press&~ mkima e corn os dispositivos de fe- 
chamento e abertura energizados B tens% m&i- 
ma de alimenta+ (ver Tabela 17 do Anexo B). 
7.1.6.6 Diferentes mecanismos de feohamento 
Se o disjuntorfot destinado a ser utilizado corn diferentes 
tipos de mecanismos de fechamento, uma &de sepa- 
rada de seq08ncias de ensaio em auto-circuito dew ser 
efetuada para cada tipo de mecanismo, salvo quando 
ficar comprovado que as substitui@es de mecanismos 
n8o afetam o comportamento da parte comum a estes, 
principalmente no que se refere Bs caracteristicas de 
abertura do disjuntor. Se isto puder ser demonstrado sa- 
tfsfatorfamente, exigir-se-6 somente urn6 s&k comple- 
ta de seq0&ncias de ensaio em curto-circuito do disjun- 
tar corn urn dos diferentes mecanismos, p&m em cada 
urn dos diferentes mecanismos devere ser repetida toda 
seqfiencia de ensaio em curto-circuit0 que compreender 
opera@% de fechamento (ver 7.1.10.4). 
NBR7118/1994 31 
7.1.6.7 Comportamento do disjuntor durante os ensaios 
7.1.6.7.1 Durante OS ensaios de estabelecimento e de in- 
tetrup@o, OS disjuntores n&o devem apresentar skis 
de fadiga mec&ica excessiva, nem colocar em perigo o 
operador. Quando se trata dos disjuntores a 61eo. n&x de- 
ve cmrrer emissZo de chamas para o exterior e os gases 
produzidos, bem como o 6leo impelido por estes, devem 
ser canalizados e dirigidos parafora do disjuntor, evitando- 
se qualquer park condutora sob tensao ou locais onde 
possa haver pessoas. 
7.1.6.7.2 As sobreterwks produzidas durante os ensaios 
de interrup@ de linhas ou cabos em vazio de capactto- 
res e de pequenas correntes indutivas n50 devem ultra- 
passar as sobretensBe6 de manobra mkdmas admis- 
skis (ver 5.13 a 5.17). N&J dew ocorrer descarga de 
contorno. 
7.1.6.6 Estado do disjuntor apds OS ensaios 
7.1.6.8.1 0 disjuntor poda ser examinado ap6s cada se- 
qirencia de ensaio. Suas parks me&nicas e seus iso- 
ladores devem estar praticamente no &ado anterior ao 
da seq@ncia de ensaio. 
7.1.6.6.2 Ap6s cada seqiikcia de ensaio em cutto-circuito, 
o disjuntor dew ser capaz de estabelecer e de interrom- 
per sua corrente nominal sob ten&o nominal. 6 admiti- 
do que seu desempenho no estabalecimento e na in- 
terrup@o em curto-circuit0 seja afetado. desde quo o dis- 
juntor se mantenha dentro das caracteristicas garanti- 
das pelo fabricante. OS contatos principais devem estar 
em &ado tal. padicularmente no que se refere a des- 
gash? devido a arco, superficie de contato, pressZoe 
liberdade de movimento, que possam suportar a corren- 
te nominal sem que sua eleva@o de temperatura ultra- 
passe em mais de 10 K OS limit% especilicados para 
&es contatos na Tab& 3 do Anexo B (ver 5.4). Em case 
de drivida, pode ser necesstirio efetuar urn ensaio su- 
plementar de eleva@o de temperatura. A experi&ncia 
mostra que urn aumento da queda de tens% nos termi- 
nais do disjuntor nio pode ser considerado coma uma 
prow c&a de acrkcimo de eleva@o de temperatura. 
Dew-se considerar OS contatos coma prateados so- 
mente se uma camada de prata subsistir nos pontos de 
contato ap6s qualquer uma das seqii&ncias de ensaio de 
curto-circuito; em case contrkio, os contatos devem 
ser considerados coma 1180 prateados (ver Tab& 3 do 
AnexoB). 
7.1.6.6.3 Para verificar o funcionamento do disjuntor, ap6s 
uma &de de ensaios em curto-circuito, devem ser efe- 
tuados, logo a seguir, os ensaios de fechamento e aber- 
tura em vazio. Estes ensaios devem ser comparados 
corn OS ensaios correspondentes efetuados conforme 
7.1.6.5 e Go devem mostrar diferencas significativas. 0 
fechamento e o acoplamento mecenico do disjuntor de- 
vem ocorrer de maneira satisfat6ria. Em seguida B SCrie 
completa de seqii&ncias de ensaio em curto-circuito, po- 
de haver chamuscamentos locais do revestimento iso- 
lante da cknara de extin@o dos disjuntores a 61eo; estes 
danos Go aceitkeis, desde que Go tomem o reves- 
timento isolante incapaz de cumprir sua fun@o. lsto nHo 
se aplica aos revestimentos isolantes, tubas, barreiras 
de separa@o, etc. que constituem pate da isol@o prin- 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
32 
cipal do disjuntor. Uma ligeira deforma@o da?. barreiras 
nfio-m&Micas de separa@o das fases e dos revesti- 
mentos isolantes das cfimaras de &in@ dos disjunto- 
res a 61eo pode ser aceila, desde que esta deforma+ 
Go interfira na abertura e no fechamento normais do 
disjuntor. Se, por raz&?s que n&z digam respeito ao com- 
porlamento do disjuntor ensaiado. for necesskio efetuar 
urn nrimero de seqO&cias de ensaio em curto-circuito 
superior ao especificado nesta Norma, e se OS danos ao 
revestimento isolante da c&mara de extin@ forem tais jk 
que o fabricante considere desej&vel a sua substitui$Fm 
antes de terminar a s&e normal das seqtikcias de 
ensaio, a indica@io das modifica@s e a explicack de 
sua necessidade devem figurar no relattrrio de ensaio. 
Danos ZI isola@o principal, isto 6, B isola@o submetida 
& solicita@ Gtrica nas condi@es normais de funcio- 
namento, corn o disjuntor aberto ou fechado), que alte- 
rem o isolamento do disjuntor. implicam na reprova+ 
do disjuntor. OS danos aos elementos de separa@o 
corn OS quais S&J equipadas as buchas ou OS disposi- 
tivos de extin@a de arw nHo invalidam o resultado do 
ensaio, desde que a integtfdade dos elementos de sepa- 
ra@o seja substancialmente mantida e que &es Olti- 
mos sejam capazes de continua a cumprir sua fun+. 
Danos i superiicie de isola$Ho ao longo da qua1 pode 
ocorrer. sob tensso normal, escoamento para terra, entre 
fases ou atrav& da dis@mcia de is&@, implicam na 
reprova@o do disjuntor. NBo se pode estabelecer trite- 
rio de deteriora@o do 6leo. porque este criteria varia corn 
o disjuntor ensaiado. 
7.1.6.8.4 Ap6s sewn efetuados OS ensaios de interrup@o 
especificados em 7.1.16 e 7.1.17 para linhas em vazio, 
cabos em vazio. capacitores e pequenas correntes indu- 
tins e antes do recondicionamento, o disjuntor dew ser 
capaz de funcionar de modo satisfatko quando do es- 
tabelecimento e da interrup$~o de todas as correntes in- 
feriores ou iguais Bs sua.s capacidades de estabeleci- 
mento e de interrup$Bo nominais em curto-circuito. Alem 
d&o, o disjuntor dew ser capa? de conduzir sua cor- 
rente nominal sem que a eleva@m de temperatura ul- 
trapasse o limite da Tab& 3 do Anexo B. OS isolantes 
n8o devem mostrar sinais evidentes de perfura$80, des- 
carga de contomo ou escoamento; admite-se, todavia, 
desgaste moderado das pates dos dispositivos de ex- 
tin@ de arco expostos a a$Ho d&e. 
Nota: A verifica+ da conformidade dos ensaios corn as exi- 
g&cias desta se@ B necessaria unicamente em case 
de dtivida. 
7.1.6.8.5 i admitido que, ap6s uma seqZ?ncia de ensaio 
em curto-circuit0 ou de outras series de ensaios, possa 
ser necess$rfo proceder a mawten+ do disjuntor corn 
a finalidade de recoloc&lo no estado initial especificado 
pelo fabricante. Por exemplo. 6 admitido que seja neces- 
skio: 
a) reparar ou substituir OS contatos de arco, assim 
coma toda peca intercambievel indicada pelo 
fabricante; 
b) filtrar ou substituir o 6leo ou qualquer outro fluido 
extintor e completar corn a quantidade necesskia 
para restabelecer seu nivel normal, sua densida- 
de e/w sua press?10 nominal; 
c) limpar a isola@o interna para remover OS depki- 
tos provenientes da decomposi@o do fluido ex- 
tintor. 
7.1.6.9 Disjuntores corn tempos de arco curt08 
7.1.6.9.1 6 reconhecido ao sewn efetuados OS ensaios 
de interrup$Ho, sobre OS disjuntores que possuem tem- 
pos de arco curios, pode haver grandes varia@es “a 
severidade real dos ensaios para o mesmo ajuste do 
circuito, devido ao ponto sobre a onda de corrente no qua1 
ocorre a separa@&x dos contatos. Por &a razHo, para 
disjuntores corn tempo de arco (ate a extin@io do arco 
principal, para disjuntores que possuem resistor de 
abertura) n& superior a urn ciclo. para o prim&o p&o 
a interromper, 0 procedimento de ensaio 6 dado em 
7.1.6.9.2 e 7.1.6.9.3. OS ensaios descritos em 
7.1.6.9.2-b) e em 7.1.6.9.3-b) consistem em tr& opera- 
$6~ vilidas. qualquer que seja a seqiikxia nominal de 
opera~&ss. Ap6s o n6mero de opera@es previstas, con- 
forme a SeqOCncia nominal de opera$ks, o disjuntor 
pode ser recondicionado de acordo corn 7.1.6.6.5. 
7.1.6.9.2 Em ensaios trifkicos tern-se: 
a) seqikcias de ensaios a 10% I, 30% I, 60% I, 
100% Irim, 100% Itim (alternativa 2) (ver 7.1.10.1 a 
7.1.10.4) _ Para &as seqkkcias de ensaio, deve- 
se subtrair aproximadamente 40 gnus ektricos 
do ajuste do disparo entre cada opera$Ho de 
abertura; 
b) seqiZ?ncia de ensaio a 100% 10lllm (ver 7.1.10.5) 
Considerando que o rigor dos ensaios desta 
seqi&ncia pode variar muito em fun@ do ins- 
tank? da separa@ dos contatos, foi desenvolvido 
urn procedimento que permite submeter o dis- 
juntor sob ensaio a solicita@es realistas. 0 obje- 
tivo 6 realizar uma s&k de trk ensaios Midas. 0 
instante do estabelecimento do curto-circuit0 mu- 
da de 60 graus el&ricos entre cada ensaio, a fim 
de transferir sucessivamente sabre cada ~610 a 
componente continua no momenta da separa@o 
dos contatos. Al&m disso, durante a s&e de en- 
saios. procura-se simular pelo menas uma vez a 
condi@o do primeiro ~610 que abre, submetido 
ZI componente continua especificada, a fim de 
atender ks exig&cias da TRT. Este ensaio B vdli- 
do se a corrrente 6 interrompida n&e ~610, ap6s 
a ocor&ncia de urn arco durante “ma grade al- 
temkxia completa ou durante a maior pate pos- 
sivel dela. Considerando que alguns disjuntores 
n8o interrompem o arco ap(rs uma grande alter- 
n&Ma, o ensaio B ainda vilido se o arco perma- 
nece durante a pequena altern~ncia seguinte. 
Entretanto, se o disjuntor interrompe o arco no p6- 
lo submetido ?I componente continua especifi- 
cada, apk a ocorr&cia de park de tuna grande 
altern&cia ou ap6s a ocornkcia de uma peque- 
na altern&ncia, sem que o arco apare~a durante a 
grande altem~ncia precedente. ou durante a maior 
park possivel desta. o ensaio nZo dew? ser con- 
siderado vAlida Segue o procedimento do ensaio: 
- para a prim&a opera$Bo vilida. o inicio do curto- 
circuit0 e o ajuste do disparo devem ser tais, que 
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iR7118/1994 33 
a componente continua que ocorreno instante 
da separa@o dos contatos aparece em “m p6- 
lo e a atin+ do arco ocorre no me9m0 ~610, 
ap6s a ocorrkwia de uma grande alternk& ou 
a maim park possivel desk, no case do primei- 
ro ~610 a abrir; ou ap6s a ocorr&ncia de uma 
grande alternkcia estendida ou a maior pate 
possivel d&a, no case de urn dos ljltimos p6- 
lx a abrir. 
- para a segunda opera$&o, dew-se subtrair 
60 graus el&ricos do ajuste do estabelecimen- 
to do curto-circuito. 
para a terceira opera@o, pode ser repetido o 
procedimento dasegunda opera@o. isto 8, deve- 
se subtrair 60 gnus ektricos do ajuste do es- 
tabelecimento do curto-circuit0 em rela+?~o 80 
Segundo ensaio. 
Nda Se na prim&a ou na segunda opera@ ocorrera abertu- 
rado prim&o @lo, apb umagrande altern8ncia. deve-se 
subtrair aproximadamente 130 gnus elktricos do ajuste 
do disparo em rela@io respectivamenteaoprimeiro ou se- 
gundoensaiovdlido.Nosoutroscasos,edesdequesejam 
vYidos o primeiro e Segundo ensaios, 0 ajuste do disparo 
dew set de aproximadamente 25 graus el&icos. 
7.1.6.9.3 Em ensaios monofesicos @m-se: 
a)seqO&ncia de ensaio a 10% I, 30% I, 60% I, 
100% liirn, 100% Islm (alternativa 1) e ensaios 
defaltasnalinha(ver7.1.10.1 a7.1.10.4 9 7.1.13) 
Para realizar a prim&a interrup@o vilida, a se- 
para@o dos contatos dew ocorrer antes de urn 
zero de corrente, de modo que qualquer anteci- 
pa@o adicional na separa@o do9 contatos resul- 
te na interrup@o neste zero de corrente. Pode ser 
necess&rio efetuar mais de urn ensaio para se 
obter este resultado. Para realizar a segunda in- 
terrup$8o, dew-se subtrair aproximadamente 
60 graus el&ricos do ajuste do disparo em rela- 
@IO g prim&a interrup& vilida. Se na segunda 
interrup@o a extin@o do arco ocorrer no prim&o 
zero de corrente, entZio a terceira interrup@o dew 
ser realizada corn o mesmo ajuste do disparo que 
o da primeira interrup+o vtilida. Se na segunda 
interrup@o nHo ocorrer a extin@m do arco no pri- 
meiro zero de corrente. entHo a terceira interrup@m 
dew ser realizada subtraindo-se aproximada- 
mente 60 graus el&fcos do ajuste do disparo em 
rela@o ti segunda interrup@o. 
b)seqiZmcia de ensaio a 100%la, (ver 7.1.10.5) 
Uma prim&a interrup@o vAlida deve ser esta- 
belecida, de modo que a extin@.o do arc0 ocorra 
no fim da grande altern&wia. A separa$Ho dos 
contatos dew ocorrer durante, o” mesmo antes da 
pequena altern&xia anterior. Pode ser necessC 
rio efetuar mais de urn ensaio para se obter este 
resultado. Uma segunda interrup@m dew ser efe- 
tuada subtraindo-se do ajuste do disparo cerca 
de 60 gnus &tricos em rela@o ao instante defi- 
nido anteriormente. Esta segunda interrup+o B 
vAlida somente se a extin$8o do arc0 ocorrer de- 
pois da pequena altem&ncia, case contrko, a pri- 
meira intsrrup@o n8o B valida. Uma terceira in- 
tenup@ dew set efetuada adicionando-se ao 
ajuste do disparo cerca de 60 gnus el&ricos em 
rela@o & primeira interrup$Ho vilida. 
c) seqii&cias de ensaios em discordincia de fase 
- Pam a seqij&ncia de ensaio 1 (ver Tab& 26 do 
Anexo 6) a segunda interrup@ dew ser efetuada 
adicionando-se ao ajuste do disparo, 60 graus 
ektricos em relar$o B primeira interrup$Ho. Se a 
interrup$&o ocorre no mesmo zero de corrente que 
o da prim&a interrup@o, en&o dew set efetuado 
urn terceiro ensaio. adicionando-se mais 60 gnus 
el&icos ao ajuste do disparo. Para a seqMncia de 
ensaio 2 (ver Tab& 26 do Anexo B), OS ajustes do 
disparo de duas interrup$Bes devem ter urn inter- 
vale de 60 gnus &tricos. 
7.1.6.9.4 Para OS ensaios dir&s, o procedimento descri- 
to antedormente pode provocar urn arco durante mais de 
uma alternancia. A fim de se etetuarem OS ensaios sinteti- 
cos nas mesmas condi$Bes. o arco no disjuntor ensaiado 
dew ser prolongado pelo tempo correspondente 6 passa- 
gem por tantos zeros de corrente B freqiiencia industrial 
quantos necw&rios, por meio de reigni@ for$ada. 
7.1.7 Circuitos de ensaio para 09 ensaios de 
estabelecimento e de interrup#o em curto-circuits 
7.1.7.1 Fator de potCncia 
0 fator de pot&Ma para cada fase dew ser determinado 
Segundo urn dos metodos indicados no Anexo H. 0 fator 
de pot&Ma de urn circuit0 polifkico 6 considerado coma 
sendo a media dos fatores de potCncia de cada fase. Nos 
ensaios, este valor media Go dew ser superior a 0.15. 
0 fator de pot&G de urna fase. qualquer que se@, n&o 
dew se afastar da media em mais de 25% do valor d&a. 
7.1.7.2 FreqiiCncia 
OS disjuntores devem ser ensaiados na freq@ncia no- 
minal corn “ma tolerkcia de + 10%. Quando disjuntores 
para freqij&ncia nominal de 60 Hz forem ensaiados em 
50 Hz, devido Bs limita@es nos laborat6rios, a inter- 
preta@o dos resultados deve ser feita corn precau@o. 
levando-se em conta todos OS dados significativos, tais 
coma tipo de disjuntor 9 tip0 de ensaio efetuado. 
7.1.7.3 Ligagk B terra do circuito de ensaio 
As liga@es g terra do circuit0 de ensaio. para OS ensaios 
de estabefecimento e interrup@o em cutto-circuito, de- 
vem serconforme as prescri@s seguintes e deem. em 
todos OS cases figurar no esquema do circuito de ensaio 
que faz pate do relat6rio de ens& (ver Anexo F): 
a) para os ensaios trifkkos de urn disjuntor tripolar. 
fator de prim&o ~610 1.5: 
- o disjuntor (corn sua base ligada g terra coma 
se estivesse em funcionamento) dew ser inse- 
rido em urn circuit0 corn neutro de alimenta@ 
isolado e o ponto de cuTto-circuit0 ligado B terra 
cotno indicado na Figura 22-(a) do Anexo A ou 
coma indicado na Figura 22-(b) do Anexo A, se o 
ensaio somente puder ser efetuado d&a for- 
ma. Estes circuitos de ensaio d8o urn fatorde pri- 
meiro ~610 de 1,5; 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
34 NBR7118/1994 
- conforme a Figura22-(a) do Anexo A, o neutro do 
circuito de alimenta$Ho pode ser ligado ?I terra 
por intermklio de urn resistor. 0 valor de sua 
resist&wia. em ohms, dew ser o maior possi- 
vel, numeticamente igual ou superior a U/10, 
onde U B o valor em volts da tensHo de linha do 
circuit0 de ensaio; 
quando B utilizado o circuito de ensaio mostrado 
na Figura 22-(b) do Anexo A e ocorrendo falta pa- 
ra a terra em urn dos terminais do disjuntor, a 
corrente resultante atrav& da terra pod% ter efei- 
tos perigosos. Neste case, r5 permitido conectar- 
se o neutro da fonte 11 terra atraves de “ma im- 
psdkcia apropriada. 
b) para os ensaios trifasicos de urn disjuntor tripolar, 
fator de primeiro ~610 1.3: 
o disjuntor (corn sua base ligada ?a terra coma 
se estivesse em funcionamento) deve ser inse- 
rido em urn circuito, corn o neutro da alimenta- 
@o ligado B terra por urn% imped5ncia apro- 
priada e o ponto de curto-circuit0 ligado & terra 
coma indicado na Figura 23-(a) do Anexo A ou 
coma indicado na Figura 23-(b) do Anexo A. Se o 
ensaio puder ser efetuado somente d&a for- 
ma, escolhe-se a imp%d&ncia ligada ao neutro 
de man&a a obter-se urn fator de primeiro p-510 
de 1.3; 
c) para os ensaios monofkicos de urn ~610 separado 
de urn disjuntor tripolar. fator de primeiro ~610 1,5: 
- destinado a uma UtilizaqBo geral, quaisquer que 
sejam as condi@x de liga@o g terra do neutro 
do sistema. 0 circuit0 e a base do disjuntor de- 
vem ser ligados coma indicado na Figura 16 do 
Anexo A, de modo que a diferen$a de tens& en- 
tre as pates sob ten&o e a base se@, ap6s a 
interrup@o, a mesma que existiria no ~610 do 
disjuntor que interrompe primeiro, se ele tives- 
se sido ens&do complete, de acordo corn o 
circuit0 indicado na Figura 22-(a) do Anexo A. Por 
conveni&cia do ens& e mediate consenti- 
mento do usu&rio do laborat6rio, pod%-se utili- 
zar urn circuit0 de ensaio onde urn ponto inter- 
mediario de alimenta@ d ligado a terra de pre- 
fer&n& corn a distribui@o da tensHo indicada 
na Figura 17 do Anexo A; 
. dsstina-sea ser utilizado em urn sistema de 
neutro diretamente atetrado, e sujeito a curto- 
circuitos que n5o sejam para terra. 0 circuit0 e 
a base dos disjuntores devem ser ligados coma 
indicado na Figura 17 do Anexo A de modo que 
a diferenqa de tens50 entre as pates sob ten- 
SZO e a base se@, apbs a int%rrup@o. a mesma 
que existiria no ~610 do disjuntor que interrompe 
primeiro, se ele tivesse sido ens&do corn- 
pleto, de acordo corn o circuito indicado na Fi- 
gum 22-(b) do Anexo A. Por conveni&ncia de 
ensaio e mediante consentimento do fabricate, 
o circuito de ensaio indicado na Figura 16 do 
Anexo A pod% ser utilizado; 
d) pare OS ensaios monofkicos em urn ~610 sepa- 
rado de urn disjuntor tripolar. fator de primeiro pb- 
IO 1,3: 
- o circuit0 e a base do disjuntor devem ser liga- 
dos como indicado na Figura 1.3 don Anexo A, de 
modo que a diferenqa de tensHo entre as pates 
sob tensHo e a base seja, ap6s a interrup+o, a 
mesma que existiria no ~610 do disjuntor que 
interrompe prim&o, se %I% tivesse sido ensaia- 
do complete de acordo corn o circuit0 indicado 
na Figura 23-(a) do Anexo A. 
- por convenikcia de ensaio e mediante consen- 
timento do w&trio, pode-se utilizar urn circuito 
de ensaio onde urn ponto intermedikio de ali- 
menta$Ho esth ligado & terra, de pref&ncia 
corn a distribui@o de tensao indicada na Figura 
24 do Anexo A: 
%)para os ensaios monofkicos de urn disjuntor 
tripolar: 
o circuit0 e a base do disjuntor devem ser liga- 
dos de modo que a difereya de tens& entre as 
parks sob tenszo e a carca$a do disjuntor seja 
a mesma, ap6s a interrup@o. coma em fun- 
cionamento normal. As liga$&s adotadas de- 
vem constar do relat6rio de ens&. 
7.1.7.4 Liga@io do circuit0 de ensaio 80 disjuntor 
7.1.7.4.1 No case em que o arranjo fisico de urn lado do 
disjuntor n80 B semelhante Bquele que existe do outro 
lado, o lado sob tens5o do circuit0 de ensaio dew ser 
ligado, durante o ensaio, ao lado do disjuntor cuja liga@o 
apresenta as condi@es mais severas, no que se refere 
$I tens&o para terra, salvo em case especial onde a ali- 
mentaFHo do disjuntor se efetua sempre do mesmo lado. 
7.1.7.4.2 Em case de dtivida, es s%qtiBncias de ensaio a 
10% I e 30% I (ver 7.1 .lO) devem ser efetuadas corn ali- 
menta@o oposta e, da mesma forma, as seq&$ncias de 
ensaio a 100% I, e a 100% Ia*. Se a seqO&ncia de 
ensaio a 100% loaim 1180 for efetuada, a SeqijBncia de 
ens& a 100% llm sera efetuada uma vez. corn cada uma 
das duas alimenta@es. 
7.1.8 Grandezas para OS ensaios de curto-circuito 
7.1.8.1 Tens50 apllcada antes dos ensaios de 
estabelecimento em curto-circuito 
Para os ensaios de estabelecimento em curlo-circuit0 
em 7.1.10.4, a tensHo aplicada dew ser a seguinte: 
a) para OS ensaios trifkicos de urn disjuntor tripolat, 
a media dos valores das tens?j%s aplicadas dew 
ser pelo menos igual a Un/,& e nao deve exceder 
este valor em mais de 10% sem o consentimen- 
to do fabricante. As difereyas entre a media dos 
valores das tens6es aplicadas e as tens&s 
aplicadas em cada urn dos p6los, 1180 devem ex- 
ceder 5% do valor media das tens&s aplicadas; 
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b)para os ensaios monofkicos de urn disjuntor 
trip&x. a tensHo aplicada dew? ser pelo menos 
igual a lJJ& e n&o deve exceder este valor em 
mais de 10% sem o consentimento do fabricante. 
Corn o consentimento do fabricante. por conve- 
ni&ncia de ensaio. e no case de urn ciclo estabe- 
lecimento-interrup@o, B permitido aplicar antes 
do estabelecimento uma tensHo igual a U,,l,& 
multiplicada pelo fator de primeiro ~610 (1,3 ou 1,5) 
do disjuntor. Quando o disjuntor for projetado pa- 
ra uma manobra de religamento monopolar e se 
a dilerenca mkima de tempo entre o toque dos 
contatos dos p6los, durante a manobra de fe- 
chamento tripolar subseqfiente, exceder meio 
periodo da freqir&ncia nominal (ver 6.2 - Nota b), 
a tensk aplicada dew ser igual a UJ,& multi- 
plicada pelo fator de primeiro ~610 (1,3 ou 1,5) do 
disjuntor; 
c) para OS ensaios de urn disjuntor monopolar, a 
tenGo aplicada dew ser pelo menos igual a U, e 
nHo deve exceder este valor em mais de 10% sem 
o consentimento do fabricante. 
7.1.3.2 Corrente de estabetecimento em curto-circuito 
(valor de crista) 
7.1.32.1 Quando o valor de crista da corrente de estabe- 
lecimento nHo atingir 100% da capacidade de estabele- 
cimento nominal em curto-circuito, em ambos os ensaios, 
para os quais, este valor 6 especificado em 7.1.10.4. 
estes ensaios permanecer&o vdlidos, se o valor de cris- 
ta da corrente de estabelecimento atingir 100% em urn 
ensaio e 90% no outro ensaio. Quando o pr&arco de urn 
disjuntor 6 tal, que o valor nominal da corrente de es- 
tabelecimento em curto-circuit0 n&o for atingido durante 
o primeiro. bem coma o Segundo ciclo de fechamento- 
abertura da seqii&ncia de ensaio 100% Ipm, mesmo 
apirs urn ajuste de tempo, o laboratkio de ensaios de- 
ve adotar o procedimento adiante descrito. Este pro- 
cedimento deve ser aplicado somente nos cases de en- 
saios monof&sicos, pois, durante OS ensaios trifkicos, 
considera-se quo as exig&ncias mencionadas em 
7.1.8.2.2, S&I adequadamente demonstradas durante 
a seqSncia de ensaio normal 100% I_. Coma o pr6- 
arco depende diretamente da tens60 apkada, 6 prov8- 
vel que a SeqGncia de ensaio 100% I, seja “a maioria 
das vezes realizada conforme as alternativas 1 e 2 (ver 
7.1.10.4), a fim de evitar solicita@es anormais no disjun- 
tar. Neste case, a seqiSncia de ens&s 100% lsm (Alt.1) 
deve ser efetuada Segundo a seq@ncia O-t-CO-t-CO 
corn a corrente de estabelecimento presumida nominal 
g tens& fase-neutro, e corn uma corrente de interrup@o 
a mais pr6xima possivel da capacidade de interrupeo 
nominal em curk-circukto. 
7.1.0.2.2 Quando se constata urn pr&arco, dois cases 
devem ser considerados: 
a)se devido ao pr&arco a corrente de estabele- 
cimento nHo atende ao valor requerido durante OS 
dois ensaios de fechamento-abertura, deve-se 
dernonstrar que o valor atingido pela corrente de 
estabelecimento satisfaz as condi@es especifi- 
cadas para o disjuntor; 
NBR7118il994 35 
b) quando o pr&arco do disjuntor C aprecikel, urn 
ensaio especial de fechamento-abertura dew ser 
efetuado para demonstrar que o disjuntor pode 
suportar as solicita@es que surgem quando o 
pr&arco provoca o surgimento de uma corrente 
sim6trica. 
Nota: Em ambos OS cases. dew-se realizar ensaios suplemen- 
tares;por8m,comoBmuitodificildistinguirestesdoiscasos 
entre si, 0 mesmo procedimento de ensaio tern sido es- 
tabelecido para ambos. Este prccedimento procura de- 
monstrar que: 
a) 6atingidaawrrentedeestabelecimentomaximapossivel; 
b) o disjuntor pode estabelecer e interromper uma corrente 
simetrica resultante de urn pr&arcoquese inicia nacrista 
da tens& aplicada. 
7.1.8.2.3 A condi@o a) da Nota acima C provavelmente 
satisfeita quando “ma opera$Ho de fechamento 6 efetua- 
da corn urn disjuntor recondicionado. A condi$&o b) da 
Nota acima pode ser satisfeita somente depois que uma 
ou v&ix opera@es de abertura tenham sido efetuadas. 
Portanto. se durante a seqikcia de ensaio 100% lyn ou 
100%SIm (Alternativa 1) surgir “ma das condi+?s dos 
cases a) e b) acima descritos, a seqM?ncia de ensaios 
deve ser completada. Em seguida, o disjuntor deve ser 
recondicionado. ap6s o que, dew ser efetuada urna se- 
qii&ncia de ensaios suplementar CO-t’-CO. Nesta se- 
qiZ?ncia, a primeira opera$Ho de fechamento deve 
demonstrar a condi@o a) da Nota acima e o Segundo ci- 
clo de fechamento-abertura deve demonstrar a condi$Ho 
b) da Nota acima. 0 Segundo ensaio CO pode ser dis- 
pensado se a condi@o b) da Nota acima tiver sido 
satisfeita durante a SeqiXncia de ensaios normal 
100% lyn ou 100% I sim(altemativa 1). OS ens&s devem 
ser efetuados “a tens& fase-terra. A corrente de estabe- 
lecimento presumida dew s-a no minimo igual B cor- 
rente de estabelecimento nominal e a corrente de in- 
terrup@o deve ser tSo pr6xima quanta possivel da ca- 
pacidade de interrup+k nominal. 
7.1.8.3 Conente de interrup$Bo em curto-circuito 
7.1.8.3.1 A corrente interrompida em curto-circuito por urn 
disjuntor deve ser medida no instante de separa@o dos 
contatos, conforme as indica@es da Figura 3 do Anexo A 
e dew ser expressa pelos dois valores seguintes: 
a) media aritm&ica dos valores eficazes das com- 
ponentes alternadas em todos os p6los; 
b)valor porcentual mais elevado da componente 
continua da corrente obtida em qualquer urn dos 
p5lOS. 
7.1.8.3.2 A difereya entre a media aritm&ica dos valores 
eficazes das componentes altemadas e o valor obtido 
em cada ~610 nHo deve exceder 10% desta mbdia. Como 
a corrente interrompida 6 medida no instate da sepa- 
ra@o dos contatos, o desempenho do disjuntor “a in- 
terrup@zo e determinado entre outras c&as pela cor- 
rente que 6 finalmente intarrompida “a tiltima alternkcia 
do arco. 0 decremento da componente alternada da cor- 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
36 NBR71180994 
rente de curto-circuito pode. por conseq@ncia. ser mui- 
to importante, particularmente pare os disjuntores que 
suporlam vkas alternkKzias de corrente. Para evitar 
uma redu@o das solicit@es. B recomendado utilizar 
urn decrement0 da componente alternada da corrente de 
curlo-circuito. tal que no instante correspondente & extin- 
$510 final do arco principal no 6ltimo ~610 que interrompe 
a componente alternada da corrente presumida seja pe- 
lo menos igual a 90% do valor correspondente B seqiien- 
cia de ensaio. desde que em pelo menos urn ~610, no 
instate correspondente a extin@o do atco, a corrente 
presumida tenha o valor especificado. 
7.1.8.3.3 Se as caracteristicas do disjuntor forem tais que 
a corrente de curto-circuit0 8 reduzida a urn valor inferior 
Bquele da corrente presumida de interruwk ou se o 
oscilograma Go permitir traqar corretamente a envol- 
vente das ondas de corrente. a media do valor da corren- 
te presumida de interrup$Ho em todos OS p6los, medida 
no oscilogrema da wrrente presumida no instante cor- 
respondente & separa~?~o dos contatos, ser& conside- 
rada coma a corrente de interrup@o, a qual nHo deveri 
ser inferior ao valor especificado. Pode-se determinar o 
instante da separa@o dos contatos, Segundo a expe- 
ri&cia do laborat6rio de ensaio e o tipo de equipamen- 
to em ensaio, por diversos mbtodos, por exemplo, pelo 
registro do curso dos contatos durante o ensaio, pelo 
registro da tensgo de arco e por urn ensaio em vazio so- 
bre o disjuntor. Num circuito de ensaios sint&icos pode 
haver uma disto@o adicional de corrente que depende 
da rela@o entre a tarGo de arco e a tensso do circuit0 
da corrente & freqkkcia industrial. A fim de cumprir as 
exig&ncias indicadas anteriormente. devem-se aplicar. 
neste caso, OS procedimentos descritos na NBR 7102 
relatives B determin+o do valor correto da corrente de 
interrup@o. 
7.1.8.4 Componente continua da corrente de interrupgk 
em curto-circuit0 
T.1.8.4.1 Para os disjuntores cujo tempo de opera@o B 
tal que a componente continua n80 pode ser controlada, 
por exemplo. OS disjuntores equipados corn dispara- 
dares diretos de sobrecorrente e preparados pare o en- 
saio coma indicado em 7.1 X.3, a componente continua 
pode ser superior aquela especificada para es seqii&n- 
ciasdeensaiode7.1.10.1 a7.1.10.4. 
7.1.8.4.2 OS disjuntores devem ser considerados coma 
tendo satisfeito a SeqiGncia de ensaio a 100% laxi,,, 
(7.1.10.5), mesmo se a porcentagem da componente 
continua durante uma opera@o de abertura for inferior 
ao valor especificado, desde que a media das porcen- 
tagens das componentes continuas durante as opera- 
@es de abertura da seqti&ncia de ensaio, exceda a por- 
centagem especificada da componente continua. 
T.l.8.5 TRT pare faltae noe terminais 
7.1.8.5.1 Generalidades 
A TRT presumida do circuit0 de ensaio dew ser deter- 
minada por metodos tais que os equipamentos desti- 
“ados e provocar e a registrar a onda da TRT pratica- 
mente nBo exercam influ&ncia sobre esta. Ela deve ser 
medida nos terminais aos quais o disjuntor deve ser li- 
gedo, corn todos OS dispositivos de medi@o necessti- 
dos, tais coma os divisores de tensHo. M&odos apro- 
priados Go descritos no Anexo I (ver tambern 7.1.6.6). 
Para os circuitos trifkicos, a TRT se refere ao ~610 que 
interrompe primeiro. isto 6, tensa nos terminais de urn 
~610 abedo. estando os outros dois ~610s fechados, de 
acordo corn o circuit0 de ensaio correspondente, tal co- 
mo especificado em 7.1.7.3. A curve da TRT presumida 
de urn circuit0 de ensaio C representada por sua envol- 
vente (tra$ada coma indica o Anexo C) e por sua pate 
initial. A TRT especificada para os ensaios C represen- 
tada por uma linha de refer&&, urn segment0 de retar- 
doe, case especificada, a envolvente da TRTI, da mesma 
maneira coma para a TRT nominal, conforme 5.6.2 e 
Figuras 5.6 e 7 do Anexo A. A onda da TRT presumida do 
circuit0 de ensaio deve estar de acordo corn as duas 
exigimcias seguintes que estBo ilustradas nas Figuras 7, 
15,20,21,25 e 26 do Anexo A: 
a)exig&~cia 1 - sua envolvente 1180 deve, em ne- 
nhum ponto, estar situada abaixo da linha de 
referkzia especificada; 
b) exig&cia 2 - quando for especificada uma TRTI, 
a pate initial da TRT deve atingir a crista espe- 
cificada ui da TRTI em urn tempo nHo superior a ti, 
e IGO deve cortar a linha de retardo da TRT es- 
pecificada; quando nZo for especificada uma 
TRTI, apenas a parte initial da TRT nHo deve cor- 
tar a linha de retardo. 
Notes: a) Deve-se ressaltar que o consentimento do fabricate 
C necess&io para se fixer a extens?~o em que a eiwo1. 
vente pode ultrapassar a linha de refer&xia especifi- 
cada; este aspecto 6 particularmente importante quan- 
do se utilizam envolventes a dois parametros. no case 
de terem sido especificadas linhas de refer$ncia a 
quatro perametros, ou quando se utilizam envolventes 
a quetro parWwtros, no case de terem sido especifi- 
cadas linhas de refer&& a dois p&metros. 
- disjuntores corn capacidade de interrupqao inferior a 
25 kA (ver 5.7); 
- disjuntores de subeste@es blindades (ver 5.7); 
- ensaios referentes a 60% I, 30% I, 10% I e inferiores 
(ver7.1.6.5.3 a7.1.8.5.5): 
- ensaios de faltas na linha (TRT do lado da fonte). 
quandose utilizaum modelo de linhasem retardo (ver 
5.6.1); 
ensaios em discordkcia de fases (ver 5.12). 
7.1.8.5.2 SeqiiCncias de ensaio a 100% I.,m e a 100% l_,m 
As linhas de refer&n& especifica?., de retardo e da TRTI, 
sHo dadas pelos valores normalizados das Tabelas 4 a 
7 do Anexo B. Como variante, os valores das linhas de 
refer&cia a dois p&metros utilizados, quando for apli- 
cada a Figura 21 do Anexo A, no lugar da Figura 20 do 
Anexo A, sHo indicados na Tabela 27 do Anexo B. Corn 
ref&ncia a TRTI, se for efetuado urn ens&o corn uma 
TRT que inclua uma parte oscilatbria initial passando 
pelos pontos (u,, 4) e entre A e B da Figura 7 do Anexo A, 
admite-se que a solicita@o do disjuntor B semelhante 
ao de uma TRTI definida por (u,, t,), pela linha horizontal 
de (u,,t,) atC B e pela inclin@o initial da TRT. Devido as 
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IR7118/1994 37 
limita@es das instala@s de ensaio. pode n80 ser 
posslvelatendercompletamenteBexig~ncia2de7.1.8.5.1. 
Porem neste case. quando forem executados ensaios 
de faltas na linha, essa defici&ncia da tensHo de res- 
tabelecimento do circuit0 de alimenta@o dever& ser 
compensada par urn aumento da primeira crista da ten- 
s&o do lado da linha, no case de n80 ser satisfeitoo re- 
tardo initial t+ durante estes ensaios de 100% I%, e de 
100% lourn. No case de n80 ser satisfeita a TRTI 
especificada e se forem executados ensaios de falta na 
linha. C permitido conciliar &s exig&ncias da TRTI do en- 
saio a 100% lyn e 100% lmrm corn a TRT dos ens&s de 
falta na linha, pela utiliza@o de uma oscila@o do lado 
da linha sem retardo initial t,,. Considera-se que este 
procedimento atende as exigencias, e desde que seja 
executado. as seqii&ncias de ensaio a 100% Isrn e 
100% I- podem ser executadas sem oscil@o da 
TRTI e corn urn retardo initial td daTRT que satisfaFa tan- 
to quanta possivel as exig&ncias das Tabelas 4 a 6 do 
Anexo B, masque. de qualquer forma. satisfaqa as linhas 
de retardo dadas pelos valores limites indicados nas 
Tabelas 26.29 ou 30 do Anew B. 
7.1.8.5.3 Seq&ncia de ensaio a 60% I 
Pam as tensijes nominais iguais ou inferiores a 72,5 kV, 
utilizam-se linhas de referCncia a dois par8metros. OS 
valores especificados .&go indicados na Tabela 31 do 
Anexo B. Para as tensses nominais superiores a 72,5 kV, 
utilizam-se linhas de refer&& a quatro parPtmetros. OS 
valores especificados estso indiiados nas Tab&s 32 
e 33 do Anexo B. Para ta e t’, OS valores sem par&nte- 
ses Go os limites inferiores, que se recomenda n510 re- 
duzir, e os valores entre parenteses e.80 OS limites au- 
periores, que se recomenda nHo ultrapassar durante os 
ensaios. Como altemativa, os valores das linhas de re- 
ferbncia a dois p&metros utilizados no case da apli- 
ca@o da Figura 21 do Anexo A no lugar da Figura 20 do 
Anexo A, Go indicadas na Tab& 34 do Anexo B. 
7.1.8.5.4 Seqii&cia de ensaio a 30% I 
Para tensces ncminais iguais ou inferiores a 72~5 kV, 
utilizam-se linhas de refer&ncia a dois p&metros. OS 
valores especificados Go indicados na Tab& 35 do 
Anexo 8. Para tens&s nominais superiotes a 72.5 kV 
utilizam-se basicamente linhas de refer&Ma a quatro 
p&metros. OS valores especificados estgo indicados 
“as Tabelas 36 e 37 do Anexo B. Para t, e t’, os valores 
*em p&nteses s?io 0s limites inferiores que se rem- 
menda nHo reduzir, e os valores entre parenteses sHo OS 
limites superiores, que se recomenda Go ultrapassar 
durante os ensaios. Na Tabela 36 do Anexo B a80 
indicados valores alternatives das linhas de refer&- 
cia a dois p&metros quando se aplica a Figura 21 do 
Anexc A no lugar da Figura 20 do Anexo A. 
7.1.8.5.5 SeqiGncia de ensafo a 10% I 
Para tens6es ncminais iguais ou inferiores a 72,5 kV, a 
TRT deve ser especificada conforme a Tabela 35 do 
Anexo B. Para tens&s nominais superiores a 72.5 kV, 
utilizam-se linhas de refer&ncia a dois p&metros. OS 
valores especificados constam da Tab& 39 do Anexo B. 
7.1.8.6 Mediplio da TRT 
7.1.8.6.1 Num ensaio de curto-circuito, as caracteristicas 
do disjuntor, tais coma a tensHo de arco. a condutividade 
p6s-arco, e a presenca eventual de resist&n&s de aber- 
tura e/w fechamento afetam a TRT. Em conseqti&cia. a 
TRT de ensaio difere, Segundo as caracteristicas do dis- 
juntor, da onda da TRT presumida do circuit0 de ensaio, 
no qua1 s80 baseadas as condi@es de funcionamento. 
7.1.8.62 OS registros levantados durante os ensaios n80 
devem ser utilizados para avaliar as caracteristicas da 
TRT presumida do circuito, devendo ser feito por outros 
meios tais como OS descritos no Anexo I, a menos que a 
influ8ncia prirpria do disjuntor nHo seja importante e que 
a componente continua da corrente interrompida seja 
insignificante. Entretanto, 6 aconselhtivel registrar a TRT 
durante o ensaio, a fim de verificar as caracteristicas pre- 
sumidas do circuit0 de ensaio. 
7.1.8.7 Tensao de restabelecimento a freqG&cia indus- 
trial 
7.1.8.7.1 A tenGo de restabelecimento & freqO&ncia in- 
dustrial do citcuito de ensaio Go dew ser inferior a 95% 
do valor especificado a seguir e dew ser mantida no mi- 
nimo por 0,l S. A fim de se obter a tensao de restabe- 
lecimento B freqiigncia industrial desejada numa ins- 
tala@io de ensaio corn gerador. a excitawo do gerador 
de ensaio pode ser temporariamente aumentada du- 
rante o period0 de curto-circuito. Corn rela@o aos cir- 
cuitos de ensaios sint&ticos. as informa@es detalhadas 
e as toler&cias Go dadas na NBR 7102. Para os en- 
saios besicos de curto-circuito de 7.1.10 a tensHo de res- 
tabelecimento B freqiXmcia industrial dew ser fixada, 
observando-se o valor minimo de 95%, supramencio- 
nado, coma segue: 
a)para OS ensaios trifesicos num disjuntor tripolar, 
a media dos valores das tens&s de restabele- 
cimento a freqiiencia industrial deve ser igual a 
U,,i&, onde Un 6 a tens?m nominal do disjuntor. 
A tensso de restabelecimento & freqii&cia in- 
dustrial de qualquer dos ~610s n&o deve desviar- 
se de mais de 20% da media no final do intervalo 
de tempo durante o qua1 ela B mantida; 
b)para OS ensaios monof&icos de urn disjuntor 
tripolar a ten&o de restabelecimento g freqij&- 
cia industrial dew ser igual 80 produto do valor da 
tens&o fase terra UJ&. pelo fator de primeiro p6- 
lo (1.3 ou 1,5). A tens& de restabelecimento a 
freq@ncia industrial pode ser reduzida a UJfi 
ap6s urn interval0 igual a urn periodo da freqii&n- 
cia industrial; 
c) para urn disjuntor monopolar, a ten&o de .res- 
tabelecimento & freqii&ncia industrial dew ser 
igual a ten&o nominal U, do disjuntor. 
7.1.6.7.2 A tensZio de restabelecimento ZI freqti&ncia in- 
dustrial dew ser medida entre OS terminais do ~610, em 
cada fase do circuit0 de ensaio. Seu valor eficaz deve ser 
determinado no oscilograma durante o interval0 de tem- 
po compreendido entre urn semiperiodo da freqiGncia 
de ensaio, ap6s a extin@o do arco coma indicado na 
Figura 27 do Anexo A. Deve ser medida a disttincia verti- 
cal (respectivamente V,, V,, VJ entre a crista da segunda 
semi-onda e uma linha reta traqada entre as cristas das 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
semi-ondas precede& e seguinte. Est.9 distkxia divi- 
dida por 2 fi e multiplicada por urn fator de calibra@o 
edequado resulta no valor da tensHo de restabeleci- 
mento $a freqti&ncia industrial registrado. 
Notas: a) Quando naofor especificada toler.kcia, OS ensaios de 
tip0 devem ser efetuados corn valores pelo menus t& 
sevews quanta OS valores especificados; os limites su- 
perioresdevemserfixadosmedianteconsentimentodo 
fabricante. 
b)Atenseoaplicadaantes dosensaiosde interrup@oem 
curto-circuito n& 6 fixada nesta Norma. 
7.1.9 Pmcedimento para ensaio de curtocircuito 
7.1.9.1 lntervalo de tempo entre OS ensaios 
7.1.9.1 .I OS ensaios bkicos de curto-circuit0 e OS ensaios 
de faltas na linha, consistem de uma s&ie de SeqGn- 
cias de ensaio especificadas em 7.1.10 e 7.1.13. As ope- 
@es e os intetvalos de tempo das seqijkucias de en- 
saio S&I realizados de acordo corn a seqii&wia nominal 
de opera@es do disjuntor dadas em 5.11. Ocasional- 
mente, pode ser necesskio exceder o inteivalo de tem- 
po especificado, por exemplo. no case de ensaios sin- 
t&icos onde OS procedimentos s80 mais complexes, ou 
no case de se ter que efetuar ajustes mais precisos nos. 
dispositivos de controle e medi$Ho, ou no case de se ter 
que excitar ou sincronizar geradores de ensaio de gren- 
de pate. Nestes CBSOS, desde que o intervalo de tempo 
nHo passe de 10 min. para urn intervalo de tempo no- 
minal de 3 min. OS ensaios sHo considerados vslidos. 
0 valor real do intervalo de tempo entre es opera&es de- 
ve ser indicado no relatbrio de ensaios. 
7.1.9.1.2 i igualmente possivel encontrer dificuldades 
corn o equipamento da instalaGHo de ensaio, e uma du- 
ra@io superior a 10 min pode ser necess6ria. Contanto 
que tal retardo nHo seja devido a uma opera@o deleituo- 
sa do disjuntor e que nHo afete seu estado e funciona- 
mento, o intervalo de tempo resultante 8 admitido se elen?io ocorrer maie de uma vez durante a realiza@io de 
qualquer seqir&cia de ensaio. Por outro lado, o interva- 
lo de tempo entre OS ensaios individuais 60 deve ser 
inferior a 2 min. quando o intervalo de tempo nominal for 
3 min. Neste case. o valor real do intervalo de tempo de- 
ve ser registrado corn “ma aproxima@o de meio minute. 
7.1.9.2 Aplica@o de uma fonte de energia auxiliar aos 
disparadores de abeltura noe eneaios de interrup+o 
A fonte de energia auxiliar, sempre que possivel, dew ser 
aplicada aos disparadores de abertura ap6s o inicio do 
curto-circuito, ma9 se isto n?m for possivel ela pode ser 
aplicada antes do inicio do cutio-circuito, corn a condi@o 
de que OS contatos nHo comecem a mover-se antes do 
inicio do curto-circuito. Neste case, dew-se demonstrar, 
ou comprovar atrav& de ensaio, que o disjuntor pode 
abrir corretamente para urn valor especificado de cor- 
rente de auto-circuito, sem receber uma ordem de dispa- 
ro pr6vio. Esta comprova$Ho pode ser obtida por ensaio 
corn ten.& reduzida. 
7.1.9.3 AplicapSo de uma fonte de energia Budliar aos 
disparadores de abertura no8 ensaios de 
estabelecimento-lnterrup~~o 
~urante urn ensaio de estabelecimento-interrup~~o, 
38 NBR7118/1994 
n8o abrangido pm 7.1.10.5, a fonte de energia auxiliar 
n8o deve ser aplicada aos disparadores de aberiura an- 
tes que o disjuntor alcance a posi@o fechada. Durante 
as opera$ks de lechamento-abertura da seqii&ncia de 
ensaio a 100% Itim err 7.1.10.3, a fonte de energia n8o 
dew ser aplicada antes de decorrido urn semiperiodo 
depois do instante de fechamento dos contatos. 6 per- 
mitido retardar a abertura do disjuntor pare que a com- 
ponente continua Go ultrapasse o valor admissivet. 
7.1.9.4 Travamento no fechamento sob curto-circuit0 
7.1.9.4.1 A menos que o disjuntor seja equipado corn urn 
disparador sob e a+ da corrente de estabelecimento 
ou de urn dispositivo equivalente, dew-se verificar se o 
disjuntor trava corretamente. sem hesita@o exagerada, 
quando ha urn decremento desptezivel da componente 
altetnada da corrente durante o fechamento. Case isto 
nHo possa ser verificado pela seqikkcia de ensaios a 
100% Iym (7.1.10.3) ou pelas variantes admissiveis, o 
ensaio dew ser repetido a tensHo reduzida utilizando-se 
urn circuito que di a capacidade de estabelecimento no- 
minal em curto-circuito corn urn decremento desprezivel 
da componente alternada. 
7.1.9.4.2 As vezes o dificilB determinarse urn disjuntor es- 
tB ou Go travado e a que instante ocorre o travamento. Por 
esta razHo II& C possivel especificar urn procedimento 
de en&o. pare cobrir todos os cases, e. se necess&io, 
o m&do empregado para verificar a efici&ncia do trava- 
mento dew ser mencionado no relat6rio de ensaio. 
7.1.9.5 Ensaios invalidados 
Pode ser necesskio realizar urn maim ntimero de ensaios 
de cutto-circuit0 do que os descritos nesta Norma, de- 
vido & ocorr&ncia de alguma aplica@o nZo vhlida. Nes- 
tes cesos. a pate invalidada do ciclo de ensaio pode ser 
repetida, por&n sem a realiza@o do recondicionamen- 
to no disjuntor ensaiado. Em case de falha durante este 
ensaio adicional, o disjuntor deve sofrer manuten@io, e 
a seqii6ncia de ensaio completa dew ser repetida. 
Note: Para D ciclo de religamento ripido. a manobra Q-t-CO 6 
consideradacomoumapartedaseq~Bncia,eamanobraCO 
seguinte 6 considerada c~mo a outra p&e. 
7.1 .lO SeqGxias bkicas de ens&o em curtocircuito 
As s&es de ensaio em curto-circuito devem consistir 
nas seqir&cias de ensaio especificadas a seguir. As cor- 
rentes interrompidas n80 devem desviar-se em mais de 
20% dos valores especificados, para es seqiikwzias de 
ensaio a 10% I e 30% I e em nHo mais de 10%. pare a 
seqii&ncia de ensaio a 60% I. Para os ensaios a 100% lun 
e 100% la,,* n80 se admitem toler&ncias para menos. 0 
valor de crista da corrente de cutto-circuito durante os 
ensaios de interrup@o das SeqGBncias de ensaio a 
100% IYm e 100% lDfJm nZo dew ultrapassar 110% da 
capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito 
do disjuntor. Para facilitar o ensaio. 6 permitido introduzir 
uma opera@o de fechamento antes de qualquer opere- 
$20 de abertura nas SeqiMcias de ensaio a 10% I, 
30% I, 60% I e 100% Iom. 
7.1.10.1 SeqiiCncia de ensaio a 10% I 
Esta seqii&ncia de ensaio se compk da seqii$ncia no- 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
37118/1994 39 
ninal de opera$des limitada somente a opera$&s de 
abertura a 10% da capacidade de interrup$Ho nominal 
xn curto-circuito, corn urn.3 componente continua infe- 
‘ior a 20% e TRT e tensk de restabelecimento a fre- 
$i&ncia industrial especificadas em 7.1.8.5.5 e 7.1.6.7 
@r Tabelas 35 e 39 do Anexo 6). 
7.1 .lO.2 SeqtiCncla de ensaio e 30% I 
Este seq6Bncia de ensaio se comp6e da seqir&cia no- 
minal de opera@es limitada somente a opera@s de 
ebedura a 30% da capacidade de interrup@o nominal 
em curto-circuito. corn uma componente continua infe- 
rior a 20% e TRT 8 tensk de restabelecimento B fre- 
qMncia industrial especificadas em 7.1.8;5.4 e 7.1 It.7 
(ver Tabelas 35 a 38 do Anexo B). 
7.1.1il.3 Seqii&cia de ensaio a M)% I 
Esta seqii&ncia de ensaio se comp6e da seqO&ncia no- 
minal de opera@es limitada somente a operayks de 
abertura a 60% da capacidade de interrup+o nominal 
em curto-circuito, corn uma componente continua infe- 
rior a 20% e TRT e tens&o de restabelecimento B fre- 
qijCncia industrial especificadas em 7.1 B.5.3 e 7.1.8.7 
(ver Tabelas 31 a 34 do Anexo 6). 
7.1.10.4 SeqiZncia de ensaio e 100% I.,- 
7.1.10.4.1 Esta SeqiiBncia de ensaio se compk da se- 
qD&ncia nominal de opera$?aes a 100% da capacidade 
de interrup$Ho nominal em curlo- circuito, levando-se em 
conta 7.1.8.3, e corn TRT e tens&o de restabelecimento 
Bfreq~&nciaindustrialespecificadasem7.1.6.5.2e7.1.6.7. 
Para o ensaio a 100% da capacidade de estabeleci- 
mento nominal em cuflo-circuito, dew-se levar em con- 
te 7.1.6.2. e aplicar a tensk especificada em 7.1.6.1 (ver 
Tab&s 4 a 6 e 27 a 30 do Anexo 6). Pare esta seq@n- 
cia de ensaio, a porcentagem da componente continua 
n&o deve ultrapassar 20% da componente altemada. 
7.1.lrJ.4.2 Ao serem efetuados ensaios monofzkicos so- 
bre urn ~610 de urn disjuntor tripolar ou quando as ca- 
racteristicas da instala@o de ensaio sso tais que I? im- 
poesivel realizar a seq@ncia de ensaio a 100% I&, os 
ensaioe de eetabelecimento e de interrup$Ho podem ser 
realizados, separadamente, de acordo corn uma das al- 
ternatives adiante descritas. Nate caso, deve-se respei- 
tar tambern o especificado em 7.1.6.1, 7.1.8.2, 7.1.8.3, 
7.1.8.5.2,7.1.8.7.7.1.9.3e7.1.9.4: 
a) Altemativa 1: 
o,-t-co,-r-co, pare a seqii&ncia nominal 
O-t-O-t’-0 de opera$?~~ 0-t-CO-t’-CO 
co;r-CO, pare a seqii&cia nominal de 
O-V-0 opera@es CO-t--CO 
sendo: Or - opera+ de abertura corn corrente. TRT e 
tensk de restabelecimento & freqii&ncia 
industrial corn valores reduzidos. 
C e 0. opera@es de fechamento e abertura corn 
valores plenos. 
Note: Este elternativa de ensaio 6 formada. portento, de uma 
seqtiencia nominal de opera$des completa. corn corrente 
de interrup@o e TRTe tens& de restabelecimento Bfre- 
qijencia industrial,esmaispr6ximaspossiveisdosvalores 
especificados pare a seqti&ncia de ensaio a 100% Iafrn e de 
uma seqS&ncia nominal de opera@es composta somente 
de opera@ks de aberiura. p&m a todos os valores ple- 
nos especificados pare aseqiXkciade ens&a 100% I*,,. 
b) Alternativa 2: 
0.t-cp-r-c,0 pare a seqikkcia nominal 
c-c-c de oper@es 0-t-CO-V-CO 
cp-r-c,0 pare a seqMncia nominal 
c-r-c de opera@es CO-1”.CO 
sendo: C; opera@ de fechamento corn corrente e ten- 
s& aplicada corn valores reduzidos. 
C e 0 - opera@es de fechamento e abertura corn 
valores plenos. 
Nota: Esta altemativa de ensaioB formada pwtento de uma se- 
qO&ncia nominal de opera@es compkta, corn corrente de 
estabelecimentoetens~o aplicada, asmaispr6ximaspos. 
siveis dos valores especificados pare a seqiKncia de en- 
saioe 100~~~.,~eddeumaseqii&ncianominaldeopera~~es 
composta sanente de opera@es de fechamento, p&m 
a todos OS valores plenos especificados pare a seqtiizncia 
de ensaio a 100% Isim_ 
c) Altemativa 3: 
Se for possivel verificar 100% da capacidade de esta- 
belecimento nominal em curto-circuit0 por meio de “ma 
seqfi&ncia de ensaios diferente da seqikkcia de ensaio 
a 100% lym, por exemplo, pela SeqGncia de ensaio a 
100% I&, B permitido efetuar-se unicamente a seguin- 
te seqti&ncia: 
O-t-O-t-O, pare a seqii&ncia nominal de opera@es 
o-t-co-1’-co; 
0-V-0. pare a SeqGncia nominal de opera~6es 
co-r-co. 
sendo: 0 opera@o de ebertura corn valores plenos. 
Nota: cpermitido repor-seodisjuntornoseuestado inicial,como 
indicado em 7.1 .X.8, entre as seqiiencias de en?.& que 
comp6em a altemativa escolhida. 
7.1.10.5 SeqfXncia de ensaio e 100% Islrn 
7.1.10.5.1 Esta seqii&ncia de ensaio dew ser aplicada so- 
mente a disjuntores cujo intervalo de tempo , determi- 
nado em 5.5.5. seja inferior a 80 ms. Esta seqiiBncia de 
ensaio se compk da seqikcia nominal de operables, 
limitada somente As opera@es de abertura, a 100% da 
capacidade de interrup@o nominal em curto-circuito, 
corn “ma porcentagem de componente continua igual ao 
valor nominal apropriado especificado em 5.5.5, e corn 
TRT e tenGo de restabelecimento & freqU&ncia indus- 
trialespecificadasem7.1.8.5.2,7.1.8.6,7.1.8.7e7.1.10.4. 
7.l.lo.!x? Entretanto, no case de urn disjuntor que na se- 
qii~ncial~~~ensaiadosegundoaalternativa3de7.1.10.4, 
esta sequencia de ensaio dew ser efetuada corn a se- 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
40 NBR7118/1994 
qGncia nominal de opera@&. Pam OS disjuntores des- 
tinados a serem utilizados no case em que a porcenta- 
gem da componente continua pode atingir urn valor supe- 
rior gquele correspondente a Figura 4 do Anexo A, o que 
pode ocorw nas proximidades dos centros de gera@o. 
o ensaio dew ser objeto de acordo entre fabricante e 
ususrio (ver 5.5.5 e 8.3.1). 
7.1.11 Ensaios de corrente crftica 
7.1 .ll.l Aplicabilidade 
Estes ensaios s80 de curto-circuito, complementares 
aos ensaios fundamentais abrangidos por 7.1 .lO, e apli- 
c&v&s some& a disjuntores de corrente critic-a inferior a 
10% da capacidade de interrup@o nominal em curto- 
circuito. Admite-se ser este o case, quando a media dos 
tempos de arco, na seqir&cia de ensaio a 10% I, descri- 
ta em 7.1.10.1, 6 significativamente superior B obtida na 
seqii&cia de ensaio a 30% I, descrita em 7.1 .I02 
7.1.112 Corrente de ensaio 
Quando apli&veis, OS ensaios de corrente critica devem 
ser feitos corn correntes compreendidas nas faixas de 
4% a 6% e de 2% a 3% da capacidade de interrup$Ho 
nominal em curto-circuito. 
7.1.11.3 SeqiiBncia de ensaio de corrente crftica 
A seqti&xia de ensaio de corrente critica dew ser a 
mesma seqii&cia de ensaio a 10% I descrita em 
7.1.10.1 corn as correntes de intetrup@o especificadas 
em 7.1 .I 1.2 e corn as caracteristicas da TRT da seqiibn- 
cia de ensaio a 10% I modificadas, multiplicando-se os 
tempos t, indicados nas Tab&s 35 e 39 do Anexo B pe- 
lo fator m, no qual X a corrente de interrup@o de en- 
saio, em porcentagem da capacidade de interrup@ no- 
minal em curto-circuito. 
Nota: Esta aproxima$Ho 6 baseada no fate de que as capacikIn- 
ciao do circuito de ensaio Go as mesmas para a seqii&- 
cia de ensaio a 10% t e pata as seqijencias de ensaio de 
carrente critica. 
7.1.12 Ensaios de curto-circuito monof6sico 
7.1.12.1 Aplicabilidade 
OS ensaios de curto-circuito monof&ico descritos nes- 
ta se@o sZio complementares aos ensaios fundamen- 
tais de cuTto-circuito abrangidos por 7.1.10 e s&o aplici- 
veis somente aos disjuntores tripolares destinados a sis- 
tema de neutro diretamente aterrado, quer estejam OS 
tr&, ~610s contidos num mesmo recipiente, quer este- 
jam OS tr& ~610s separados e acoplados mecanica- 
mente, e equipados corn urn dispositivo de abertura co- 
mum. Estes ensaios 60 destinados a mostrar que 0 
funcionamento do disjuntor n5.0 B afetado pelo apare- 
cimento de esfoys nHo equilibrados. 
7.1.12.2 Corrente de ensaio e tentio de restabelecimento 
7.1.122.1 Dew ser demonstrado ou provado que o dis- 
juntor 6 capaz de interromper sua capacidade de inter- 
rup@o nominal em cutlo-circuito, corn uma componan- 
te continua Go superior a 20% da componente alternada. 
corn corrente aplicada a urn sb ~610, devendo a TRT sa- 
tisfazer Bs exig&wias 1 e 2 de 7.1.8.5.1, corn os valores 
normalizados obtidos das Tabelas do Anexo 6, dividindo- 
se as tens&s pelo fator de prim&o ~610 correspon- 
date, corn as caracteristicas de tempo permanecendo 
inalteradas. 
7.1.12.2.2 Caso seja necess8rio. podem ser utilizadas as 
disposi@es de 7.1.8.5.2 relativas Bs limita$&s devidas 
as instala@es de ensaio. 0 valor especificado da tens& 
de restabelecimento B freqii&cia industrial (ver 7.1.8.7) 
6 0 valor fase-terra U”/&. 
7.1.12.3 SeqiGcia de ensaio 
A seqiGncia de ensaio compreende urn s6 ensaio de 
aberlura, a corrente sendo aplicada coma segue: 
a) nos disjuntores tendo t&s ~610s num recipiente, 
atrav& de urn dos ~610s das extremidades; 
b) nos disjuntores corn tr&s ~610s separados 
acoplados mecanicamente. atrav& do ~610 que 
dB 0 esfoy miiximo sobre o mecanismo de 
acoplamento entre p6los. 
7.1.13 Ensaios de faltas na linha 
7.1.13.1 Aplicabilidade 
OS ensaios de faltas na linha Go ensaios de curto- 
circuit0 complementares aos ensaios fundamentais 
abrangidos por 7.1 .I 0 e aplic&eis some& a disjuntores 
tripolares projetados para liga@o direta Bs linhas de 
transmiss50 aCreas para tens50 nominal igual ou supe- 
rior a 72,5 kV e capacidade de interrup@o nominal em 
curto-circuito superior a 12,5 kA 
7.1.13.2 Corrente de ensaio 
7.1.13.2.1 A corrente de en&o deve levar em cont.3 as 
impedincias do lado da fonte e do lado da linha. A 
impedencia do lado da fonte dew ser aquela que 
corresponde aproximadamente a 100% da capacidade 
de interrup@o nominal em curto-circuito e o valor fase- 
terra U,,lfi. Dois valotes de imped&ncias do lado da li- 
nha s&n especificados e correspondem a 90% e 75% da 
componente altemada da capacidade de interrup@o 
nominal em cutto-circuito. 
7.1.13.2.2 No ensaio, o comprimento da linha represen- 
tado no lado da carga do disjuntor pode ser diferente do 
comprimento da linha correspondente Bs correntes iguais 
a 90% e 75% da capacidade de interrup@o nominal em 
curto-circuito. Admitem-se desvios deste comprimento 
te&ico de 20% para OS ensaios corn 90% e de +20% pa- 
ra os ensaios corn 75%; a toler$ncia de + 5% e de * 5% 
respectivamente sobre a corrente. d& margem suficien- 
te para estes desvios (ver 7.1.13.5). Para estes ensaios, 
a porcentagem da componente continua nos instantes de 
separa@o dos contatos dew ser inferior a 20% da com- 
ponente altemada. 
7.1.13.3 Circuit0 de ensaio 
7.1.13.3.1 0 circuito de ensaio deve ser monof&ico e com- 
preende urn circuito do lado da fonte e urn circuito do la- 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
do da linha. 0 circuito do lado da fonte deve preencher 
as condi+x seguintes correspondentes Bs condi@es 
de falta no?. terminais: 
a) a TRT presumida do circuito do lado da fonte de- 
ve preacher a exigkcia 1 e. em principio. a exi- 
g&ncia 2 de 7.1.8.5.1, corn OS valores normaliza- 
dos indicados nas Tab%& 8 % 9 do Anexo 6. 
Devido Bs limita@es da instala+ de ensaio, 
coma indicado em 7.1.8.5.2, pode “Ho ser pos- 
sivel atender a exig&ncia 2. Qualquer defici&ncia 
d&e g&em na TRT do circuit0 do lado da fonte 
deveser compensada durante OS ensaios de fal- 
tas na linha, por urn aumento da primeira crista da 
tens% do lado da linha: 
b)o valor especificado da tensHo de restabeleci- 
mento g freqS&xia industrial (ver 7.1.8.7) do cir- 
cuito do lado da font% B o valor fase-terra UJ,&. 
Not%: Sempre que urn% deficiencia do lado da fonte for compen- 
sada par urn acr&cimo da tens%% do lado da linha, corn% 
descrito anteriormente, seti essential examinar cuidado- 
samente OS diferentes efeitos da distribG$o da ten?& 
entre 0s elementos sob ensaio. 
7.1.13.3.2 0 circuit0 do lado da linha deve preencher OS 
seguintes requisitos: 
a) a oscila@o da TRT presumida do circuit0 do lado 
da linha deve ter forma de onda aproximadamen- 
te triangular, podendo ter urn retardo initial e cris- 
tas ligeiramente arredondadas, corn% indicado 
“a Tab& 10 do Anew 8; 
b) se for impratickel representar a TRTI do lado da 
fonte. a aus&?cia da TRTI poderA ser compen- 
sada aproximadamente, utilizando-se urna osci- 
la@o do lado da linha sem retard0 initial. A TRT 
presumida do circuit0 de ensaio dew estar de 
acordo corn 7.1.13.4. 
7.1.1X3.3 As outras caracteristicas dos circuitos do lado 
da fonte e do lado da linha devem estar sensivelmente de 
acordo corn as caracteristicas nominais de faltas na li- 
nha, indicadas em 5.6, e corn OS valores derivados des- 
tas riltimas e da wrrente de ensaio (ver Anexo D). Pode 
ser necesszjrio efetuar certos ajustes, principalmente 
par% a distribui$Ho da impedancia g freqti8ncia industrial 
entre os circuitos da fonte e do lado da linha. a fim de 
eliminar toda a difeteya entre o fator de crista nominal 
e o fator de crista do circuit0 do lado da linha sob ensaio, 
deixando & pate 0s ajustes resultantes da compensa- 
@o prevista na alinea a) de 7.1.13.3.1 (ver Anexo D). 
7.1.13.4 TRT de ensaio 
7.1.13.4.1 A TRT presumida do circuit0 de ensaio, medida 
nos terminais do disjuntor, B a combina@o das compo- 
nentes do lado da fonte e do lado da linha, wmo indica- 
do na Figura 28 do Anexo A. 0 tempo 1, da primeira cris- 
ta do lado da linha da TRT presumida espacificada e 0 
valor u, da tens@ nest% i&ante, devem ser determi- 
“ados a partir das caracteristicas nominais das faltas na 
linha dadas em 5.8, e a corrente de ensaio real corn0 
indicadono Anexo D,admitidasastoler~nciasd%7.1.13.2. 
NBR7118/1994 41 
0 tempo t, relacionado g prim&a crfsta da TRT do lado da 
linha, avaliado de acordo corn a Figura 29 do Anexo A, n8a 
dew exceder o valor determinado a partir das ca- 
racteristicas nominais de faltas na linha. As crist%s de 
tens?.0 e OS tempos respectivos podem n&o corres- 
ponder aos valores especificados, devido Bs limita.$ks 
das instala@es de ens&. Podem ocorrer tambern des- 
vies da TRT especificada apbs a cessa@ da oscila@o 
do lado da linha, devido ao ajuste da distribui@o da im- 
peddncia g freqii&ncia industrial do circuit0 de ensaio 
previsto em 7.1.13.3. 
Nota: Se o tempo para atingir uT for inferior a {, elou o valor da 
primeira crista da TRT presumida do circuito de ens&o 
exceder u,. o fabricante deve ser consultado. 
7.1.13.4.2 0 relat6rio de ensaio deve indicar a TRT es- 
pecificada, corn refwkcia As caracteristicas nominais 
do disjuntor e, na mesma escala, para fins de compa- 
ra@, a TRT presumida do circuit0 de ensaio utilizado. Se 
a influ&cia do disjuntor for significativa, OS registros fei- 
tos durante o ensaio nHo deverk ser utilizados para 
walk as caracteristicas da TRT presumida do circuito, e 
esta avalia@o dew ser feita por outros m&s. tais corno 
OS descritos no Anexo I. E entretanto desej.kel registrar- 
se a TRT durante o ens&. a fim de se obter uma veri- 
fica+ das caracteristicas presumidas do circuito de en- 
saio, particularmente no que concerne a0 tempo at8 0 
aparecimento da prim&a crista. 
7.1.13.5 Seqii&cia de ensaio 
OS ensaios devem compreender urn% s&k de seqiI& 
ciao de ensaio, a seguir especificadas, consistindo cada 
urn% delas na seq0&cia nominal de opera$&ss. limitada 
somente a opera+s de abertura. Por conveni&ncia de 
ensaio, admite-se introduzir uma opera@o de fecha- 
mento antes de urn% opera@xo de abertura. 
7.1.13.6.1 Seqii&ncia de ensaio L? a (SO$) % da capaci- 
dade de interrup@o nominal em curto-circuit0 e corn a 
TRT presumida apropriada. 
7.1.13.5.2 Seqij&ncia de ensaio L? a (75 + 5)% da ca- 
pacidade de interrup+ nominal em curto-circuito % corn 
a TRT presumida apropriada. 
7.1.13.6 Ensaios de falta na linha corn uma fonte de 
alimenta$Ho de pot6ncia limitada 
7.1.13.6.1 Quando a potencia de Curto-Circuit0 mkdma 
disponivel na instala@o de ens& n?m B suficiente para 
realizar OS ensaios de faltas na linha sobre urn ~610 com- 
pleto do disjuntor, podem-se efetuar OS ensaios em c& 
maras separadas (ver 7.1.6.3 e Anexo D). Media& acor- 
do entre fabricante e ususrio. OS ensaios de f&as na li- 
nha podem tambern ser efetuados a uma tensHo B fre- 
qiiencia industrial reduzida, sendo atenuadas as pres- 
cri+.?s das alineas a) e b) de 7.1.13.3.1. Estas prescri- 
@es devem ser atendidas e para a TRT especificada na 
alinea a) de 7.1.13.3.1, pelo mews, at6 t&s vezes o tem- 
po especificado para a prtmeira crista do lado da linha. 
7.1.13.6.2 Este m&do B utilizado. case 0s ensaios fun- 
damentais de curto-circuit0 indicados em 7.1.10 tenham 
sido satisfat6rios. admitindo-se a solicita@o dieletrica 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
sobre o disjuntor na vizinhanGa do valor de crista da TRT. 
independente das solicita@es aplicadas imediatamen- 
te ap6s a passegem pelo zero da corrente. Este m&do 
de ens& pode tambCm ser utitizado em combina$Ho 
corn o ensaio em cimaras separadas. 
7.1.14 Ensaios de manobra em discordkwia de fases 
7.1.14.1 AplicqSo 
OS ens&s estipulados nesta ClL~sula s&z ensaios 
complementares 80s ens&s fundamentais abrangi- 
dos por 7.1.10, e somente Go efetuados se for especi- 
ficada uma capacidade de interrup$Bo em discord.kcia 
de fases. 
7.1.14.2 Generalidades 
Devem ser feitos ensaios para determinar a capacidade 
de urn disjuntor para estabelecer e interromper corrente 
durante condi$Ges de discord&wia de fases. 0 desem- 
penho do disjuntor sob ensaio quanta & capacidade de 
interrup@o em discordkcia de fases B caracterizado 
pelo seguinte (ver 5.12): 
a) ten& de restabelecimento k freqikkcia indus- 
trial: 
b) TRT; 
c) corrente de interrup@io. 
7.1.14.3 SeqiMcia de eneaioe 
As seqiiBncias de ensaios 1 e 2 devem ser feitas confor- 
me indicado na Tabela 26 do Anexo B. 0 interval0 de 
tempo entre as duas opera@?s de cada skie de ensaios 
deve ser suficiente para permitir o retomo do disjuntor S 
sua condi@o initial. Para a opera~Ho de abertura de ca- 
da seqijZlncia de ensaio, a componente continua de in- 
terrup@o deve ser menor que 20% da componente al- 
temada. Para a opera@ fechamento-abertura da se- 
qti&ncia de ensaio 2. nem a corrente de estabelecimen- 
to nem a componente continua dacorrente de interrup@o 
sHo especificadas. A TRT, para as seqii&ncias de ensaio 
1 e 2. deve ser conforme 5.12. 
Notes: a) Nos disjuntores provides de resistores de fechamento, 
OS resistores podem ser ensaiados separadamente, 
desde que haja acordo entre fabricante e usukia. 
b)Aseqirenciadeensaio, podeseromitidanosdisjunto- 
rescujascaracteristicas de arcodispensem OS ens&s 
de cotrente critics de 7.1 .I 1 .I. 
7.1.14.4 Condi@es pare ensaios de manobra em 
discordaincia de fases 
7.1.14.4.1 Montagem do disiuntor pare ensaios 
Ver 7.1.6. Tanto para OS ensaios monofkicos quanta pa- 
ra os trif&icos, as fontes de tens& conectadas a cada 
terminal de urn mesmo ~610 do disjuntor devem ser 
aproximadamente iguais. Desta forma, deve ser simu- 
lada a situa@o de discord&Ma de fases que possa 
ocorrer corn o disjuntorem selviso (ver 7.1.14.4.6. relati- 
vo aos ensaios monof~sicos e trifksicos). 
42 NBR7118/1994 
7.1.14.4.2 Ens&s em c&mares separadas 
Ver7.1.6.3.2a7.1.6.3.5. 
7.1.14.4.3 Comportamento do disjuntor durante oe ensaios 
Ver7.1.6.7. 
7.1.14.4.4 Estado do disjuntor ap6s OS ensaios 
Ver7.1.6.8. 
7.1.14.4.5 Tensiio de ens&o 
Para ensaios trifkicos, a tensHo de restabelecimento 
& freqiiencia industrial do primeiro @lo a interromper 
deve ter o mesrno valor prescrito a seguir para OS ensaios 
monofkicos. Para ensaios monof8sicos. tanto a tens& 
aplicada coma a tensk de restabelecimento B freq@n- 
cia industrial devem ser iguais, tanto quanta possivel, a 
urn dos seguintes valores: 
a) 2 UJ&i;: disjuntores destinados a operar em sis- 
temas corn neutro diretamente aterrado; 
b) 2,5 UJ&: disjuntores destinados a opera em 
sistemas outros que aqueles corn neutro direta- 
mente aterrado. 
Nota: Nocaso b) desta se@&& a seqti&ncia de ensaio 2 daTabe- 
la 26 do Anero B pode alternativamente ser efetuada corn 
duaSopera~6esdeabelturasobatens%o2,5Ud~.euma 
opera@.o ‘CO”. sob a tensk 2 U/& 
7.1.14.4.6 Circuito de ensaio 
0 fator de potkicia do circuit0 de ensaio nHo deve exce- 
der 0.15. Para ensaios monofkicos, o circuit0 de ensaio 
dew ser montado de forma a fazer aparecer de cada la- 
do do disjuntor metade da tens&o aplicada e metade da 
TRT (ver Figura 19 do Anew A). Se ngo for possivel mon- 
tar este circuit0 no laborat(rrio de ensaios. se,& permitido 
utilizar duas tens6es id&nticas defasadas de 120 graus 
el&tricos, em vez de 160 graus, contanto que a ten&o to- 
tal entre OS terminais do disjuntor seja coma estabele- 
cido em 7.1.14.4.5 (ver Figura 30 do Anexo A). Ensaios 
monof~sicos ou trifkicos, corn urn terminal do disjuntor 
aterrado, s?m permitidos somente corn consentimento 
do fabricante (para ens&s monofkicos, ver Figura 31 
do Anexo A). Ensaios trifkicos, corn tr& terminais de urn 
lado do disjuntor aterrado ou corn o neutro da estrela da 
fonte aterrado, S&I permitidos somente corn consen- 
timento do fabricante (ver Figuras 32 e 33 do Anexo A), 
especialmente para disjuntores destinados a operar em 
sistemas outros que aqueles corn o neutro diretamente 
aterrado. 
7.1.14.4.7 Ftelatdrio de ensaios 
Ver Anexo F. 
7.1.16 Ensaio de corrente suport~vel de curta dura$io 
7.1.15.1 Disposi$~o do disjuntor 
7.1.15.1.1 0 ensaio de corrente suportavel de curta dura- 
@o deve ser feito corn o disjuntor corn contatos limpos, 
na posi@o fechada e disposto coma especificado em 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 43 
7.1.6.2. 0 ensaio pode ser monofasico ou trifkico. No 
case de eneaio monofkico, aplica-se o seguinte: 
a) “urn disjuntor corn os W&s pblos ligados meca- 
nicamente, o ensaio dew ser efetuado sobre dois 
pirlos vizinhos; 
b) no case de ~610s separados, o ensaio pode ser 
efetuado. quer sobre dois ~610s. quer sobre urn 
s6 ~610, estando o condutor de retorno colocado 
a uma distincia igual & entre fases. Case a dis- 
t&u&a entre ~610s nZo seja fixada pelo projeto, o 
ensaio dew ser efetuado corn a distkcia minima 
indicada pelo fabricante; 
7.1.15.1.2 Caso o disjuntor seja equipado corn dispara- 
dares de sobrecorrente diretos, estes devem estar equi- 
pados pare o ensaio corn a bobina de minima corrente 
ejustada pare operar ?I corrente mixima e corn o retardo 
mtiimo; a bobina dew ser iigada ao lado energizado do 
circuit0 de ensaio. Caso o disjuntor posse ser utilizado 
eem os disparadores de sobrecorrente diretos, este de- 
ve ser ens&do iamb&m sem OS disparadores. 0 ensaio 
pode ser executado corn qualquer tensk conveniente. 
7.1.15.2 Corrente e dura+io do enSai0 
7.1.15.2.1 A componente alternada da corrente de ensaio 
deve, em principio, set igual ?I componente alternada da 
capacidade de interrup@o nominal em curto-circuilo (I) 
do disjuntor. 0 valor de crista da correnk? (valor maie ele- 
vado em uma fase qualquer pare urn circuit0 trifkico) n?~o 
deve ser inferior SI capacidade de estabelecimento “omi- 
“al em curto-circuit0 do disjuntor e “Ho dew ultrapassC 
la em mais de 10% sem o consentimento do fabricante. 
Para os disjuntores que n&o s50 equipados corn dis- 
paradores de sobrecorrente dir&x, ou aqueles cujos 
disparadores possam ser desligados durante o ensaio, 
e corrente suportkel de curta dura$Ho deve. em princi- 
pio, ser eplicada durante urn tempo t, igual B dura@o 
nominal t de curto-circuito; seu valor eficaz I+ dew ser 
determinado a partir de urn oscilograma, coma indicado 
“a Figura 34 do Anexo A, I? calculado coma no Anexo J. 
Ovalor If x t, durantso eneaio nHodeveserinferioraove- 
lor nominal 1: x 1, e nHo dew ultrapassar este valor em 
maie de 10% sem o consentimento do fabricante. Quan- 
do as caracteristicas da instala$Ho de ensaio S&I tais 
que o valor de crista e o valor eficaz da corrente suporta- 
vel especificados anteriormente nZo possam ser obti- 
dos nun? ensaio corn dura@o especificada, os seguin- 
tes desvios sHo permitidos: 
a)se o decremento da corrente de curto-circuit0 da 
instal@o de ensaio B tal que o valor eficaz 
especificado medido, conforme o Anexo J, “20 
posse ser obtido durante o tempo especificado 
sem aplicar inicialmente uma corrente excessi- 
vamente elevada, B permitido que, durante o en- 
seio, o valor eficaz da corrente caia abaixo do valor 
especificado e o tempo de ensaio seja aumen- 
tado adequadamente, contanto que o valor da cris- 
ta de corrente nHo seja inferior ao especificado e 
que 0 tempo nHo seja superior a 5 e; 
b) se, a fim de se obter a crista de corrente exigida, 
o valor eficaz da corrente ultrapassar o valor es- 
pecificado, o tempo de ensaio pode ser reduzido 
adequadamente. 
Note: 0 ensaio do valor de crista da corrente supart~vel e o en- 
saio de corrente suport~vel de curte dura+o podem ser 
separados quando as limita$des devides As instala@es 
de ensaioo requeiram. Neste ca5o.o tempoduranteoqual 
o curto-circuit0 B aplicado, no ensaio do valor de crista da 
correntesupon~vel,devesertalqueovalor I; x t, nkse- 
ja superior ao valor equivalente pare o ensaio da corrente 
supori&el de curie dura@o. mes n&o dew ser inferior a 
0.3 s. 
7.1.15.2.2 Nos ensaios trifkicos, a corrente de uma fase 
qualquer n&o deve afastar-se em mais de 10% da media 
das correntes “as t&s fases. Para OS disjuntores equi- 
pados corn disparadores de sobrecorrente dir&s, ou 
que nHo possam ser desligados durante o ensaio. deve 
ser efetuada a seqikkcia nominal de opera$Bes, limi- 
tada somente a opera@es de abertura. A media dos va- 
lores eficazes da?. componentes alternadas da corrente 
de interrup+. em todas as fases e opera$6es, dew ser 
considerada coma sendo o valor eficaz da corrente su- 
porl~+~el de curta dura$Ho. podendo no entanto ser utiliza- 
dos os valores da corrente presumida. quando o ensaio 
B efetuado sob a tensgo nominal. 0 comportamento do 
disjuntor “os ensaios deve satisfazer a 7.1 X.7. 
7.1.15.3 E&do do disjuntor apds o ensaio 
7.1.15.3.1 Ap6s o ensaio, urn disjuntor, que n80 seja equi- 
pado corn disparadores de sobrecorrentes dire&, Go 
deve apresentar deteriora@o, dew ser capaz de funcio- 
“ar normalmente e de conduzir sua corrente nominal; o 
estado doe contatos dew ser tal, que “50 posse afetar 
o funcionamento em qualquer valor de corrente. inclusi- 
ve es capacidades de interrup@o e estabelecimento “o- 
minais em curto-circuito. Urn.3 inspe@o visual e uma 
opera@o me&mica do disjuntor imediatamente ap6s a 
interrup@o da corrente sZo geralmente suficientes pare 
&a verifica@o. 
7.1.15.3.2 Admite-se que, durante o ensaio, a eleva@o de 
temperatura das parks percorridas pela corrente e das 
pates vizinhas posse ultrapassar OS limites especifi- 
cados “a Tabela 3 do Anexo 6. Nenhum limite deeleva- 
@lo de temperatura B especificado pare os ensaios de 
corrente suport~vel de curta dura@o, mas a temperaura 
mkima nZo deve atingir urn valor tal, que posse causer 
dano ks parks vizinhas, principalmente i isola@o, du- 
rank o curto periodo em que B mantida. 0 estado do dis- 
juntor equipado corn disparadores de sobrecorrente di- 
retos dew satisfazer a 7.1.6.6. 
7.1.16 Eneaioe de manobra de corrente capacitiva 
7.1.16.1 Aplicabilidade 
7.1.16.1.1 Esses ensaios s80 aplickeis a todos os dis- 
juntores aos quais sk atribuidas qualquer uma das se- 
guintes caracterfsticas: 
a)capacidade de interrup@o nominal de linhas em 
vezio; 
b) capacidade de interrup$Ho nominal de cabos em 
vazio; 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
c) capacidade de interrup@o nominal de banco tini- 
co de capacitores; 
d) capacidade de interrup@o nominal de banco de 
capacitores em contraposi@o: 
e) capacidade de estabelecimento nominal da cor- 
rente de energiza@o de banco de capacitores. 
Nota: NBo B do objetivo desta Norma a determina@o de so- 
bretens&s quando do fechamento de linhas langas em 
vazio. 
7.1.16.2 Generalidades 
OS ens&s podem ser efetuados no campo ou em la- 
borat6rio. se o disjuntor for livre de reacendimento, e 
preferencialmente no campo, se o disjuntor Go for livre 
de reacendimento. Apenas para disjuntores de tenseo 
nominal igual ou inferior a 72.5 kV. ngo livres de reacen- 
dimento. OS ensaios de laborat&io podem ser realiza- 
dos mediante acordo entre fabricante e usu8rio. Para OS 
ensaios de campo, OS circuitos reais sHo utilizados corn 
urn sistema de alimenta@o ligado no lado da fonte e 
uma linha, cabo ou banco de capacitores ligado no lado 
da carga. Entretanto, OS resultados de tais ensaios s80 
validos somente para disjuntores manobrando em con- 
di@&!s id&nticas Bs dos ensaios. Nos ens&s de labo- 
rat&fo, as linhas e cabos sHo partial ou completamente 
substituidos por circuitos corn parfimetros concentra- 
dos. utilizando-se capacitores. restores ou resistores. 
OS ens&s de laborat6rio, para manobras de linhas ou 
cabos em vazio, somente sHo validos para disjuntores 
livres de reacendimento. Ensaios monofzMxs em dis- 
juntores tripolares somente Go velidos se o disjuntor 
ens&do livre de reacendimento e se as exig&x?ias de 
7.1.6.3.1 sHo satisfeitas. Ensaios em cimaras separa- 
das somente s&z v&lidos quando permitido realizar, em 
IaboraCnio, ensaios monofWcos corn banco de capa- 
citores e quando S&I satisfeitas as exig&ncias de 7.1.6.3.1 
e 7.1.6.3.2. A freqii&xia do circuit0 de ensaio deve ser 
conforme 7.1.7.2 data norma. Entretanto, para disjun- 
tow aplic&veis em sistemas sujeitos g reiei@o de car- 
ga, o usuirio dever& especificar a tensHo de ensaio, a 
freq@ncia associada e a tensao de restabelecimento, 
para a realiza@io do ensaio. 
Notas: a) Pam disjuntores livres de reacendimento, os ensaios 
efetuados a 50 Hz selvem tamMm para avaliar as ca- 
racteristicas a 60 Hz, desde que durante OS primeiros 
6.3 ms a tens&z nos terminais do disjuntor n& seja 
inferior Bquelaque apareceria num ensaio a 60 Hzcom 
aiens~oespecaicada.Seocorrerreacendimentodepois 
de 6.3 ms. devido ao fate de a tens?m ins!Antanea ser 
maiorqueaquelaqueaparecerianoensaioa60Hzcom 
atensEtoespecificada.aseqti@.nciadeensaiosdeveser 
repetida a 50 Hz corn uma tens&z de ensaio igual g 
prescrila para o ens& a 60 Hz. Se neste case n&o 
ocorrer nenhum reacendimento. 0 disjuntor d consi- 
derado aprovado. 
b) Cluando s&o permitidos ensaios monoftiicos em la- 
borat6rio corn banco de capacitores, a especifica@o 
dos circuitos de ensaio pode ser substituida por uma 
especifica@ da tens2.o de resiabelecimento. 
c) OS circuitos de ensaio em laborattirio representando 
tinhas e cabos n&o s?.o apliceveis para determinar a 
amplitude de uma eventual sobretens?ao, quando oar- 
44 NBR7118/1994 
re urn reacendimento. Estes circuitos S.&I capazes de 
somente demonstrar o desempenho de manobra do 
disjuntor. 
d) OS procedimentos de ensaio a serem adotados. noca- 
so de uma sobrefreqi&cia devida a uma rejei@o de 
carga, sBo mAlogos aos da Nota a). 
7.1.16.3 Caracteristicas dos circuitos de alimenta@ 
Urn circuit0 de alimenta@io trifaSico deve ser usado pa- 
ra ensaios trifkicos e para ensaios de campo mono- 
f&=icos. Urn circuit0 de alimenta& monof&ico deve 
ser usado para ensaios monofGcos de laborat&io. OS 
ensaios de interrup@o de correntes capacitivas devem 
ser efetuados utilizando dois diferentes circuitos de ali- 
menta$Ho coma especificado em 7.1.16.3.1 e 7.1.16.3.2. 
7.1.16.3.1 Circuito de alimenta@io “A” 
c urn circuit0 que tern uma imped?mcia tal, que sua cor- 
rente de curto-circuit0 Go excede 10% da capacidade de 
interrup@o nominal de curto-circuito do disjuntor. Ex- 
cepcionalmente, se necessMo, a impedancia dew ser 
reduzida a urn valor inferior ao valor prescrito, de modo 
que a varia@o de tens?& g freqMncia industrial causa- 
da peta manobra da corrente capacitiva ngio exceda 10%. 
Para OS ensaios de manobra de corrente de linhas em 
vazio, cabos em vazio ou banco tinico de cap&tows, a 
TRT presumida do circuit0 de alimenta+ deve ser tBo 
pr6xima quanta possivel da TRT especificada para a 
seqii&ncia de ensaio a 30% I, descrita em 7.1.8.5.4, mas 
I&J deve exced&la. OS requisites para o retard0 n8o 
devem ser considerados. Para OS ensaios de capaci- 
dade de interrup@o de banco de capacitores em con- 
traposi@o, a capacitsncia do circuit0 de alimenta@o e 
a impedincia entre OS capacitores do lado da fonte e da 
carga devem ser ajustadas, de modo a se atingir a ca- 
pacidade de estabelecimento nominal da corrente de 
energiza@o de banco de capacitores, quando se ensaia 
corn 100% da capacidade de interrup@o nominal de 
banco de capacitores em contraposi@o. Para OS ensaios 
monofhsicos de laboratirrio, OS valores dos par&metros 
de tens& do circuito de aliment@o (u, e u’) estabele- 
cidos em 7.1.6.5.4 devem ser multiplicados por: 
k 
kp 
Onde: 
k = fator estabelecido em 7.1.16.7 
k, = fator de primeiro ~610 adotado para o ensaio de 
7.1.8.5.4 
Nota: A impedincia do circuito de alimenta$Ho ‘A”. para a se- 
qii&cia de ensaio 2 da Tabela 40 do Anexo 6, pode 
ConseqOentemente diferir daquela para a seqtiencia de 
ensaio 1 da mesma Tabela. 
7.1.16.3.2 Circufto de alimentagio “8” 
i urn circuito que tern uma imped&ncia t& baixa quanta 
posslvel, mas n8o tHo baixa a ponto de sua corrente de 
curto-circuit0 exceder a capacidade de interrup@o no- 
minal de curio-circuito do disjuntor. As caracteristicas do 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 45 
circuita de ensaio devem ser tais que a varia@o da ten- 
s& B freqijCncia industrial durante a manobra seja t8o 
pequena quanta possivel, e am qualquer case inferior a 
5% para a seqii&ncia de ensaio 4 da Tab& 40 do Anexo 
B. Para OS ensaios de manobra de correntes de linha em 
vazio, cabos em vazio ou banco imico de capacitores, a 
TRT presumida do circuit0 de alimenta$Bo deve ser me- 
nos severa qua a TRT especificada para a seqir6ncia de 
ensaio a 100% IS,, descrita em 7.1.8.5.2. Para OS ensaios 
monof&?icos de laborat&io, OS valores dos parhmetros 
de tensHo do circuit0 de alimenta@o (u, e u’), estabe- 
lecidos em 7.1 B.5.2. devem ser multiplicados por: 
k 
k, 
Onde: 
k = fator estabelecido em 7.1.16.7 
K,= fator de primeiro ~610 adotado para o ensaio de 
7.1.8.5.2 
Para OS ensaios de capacidade de interrup@o de banco 
de capacitores em contraposi@o, a capacitincia do cir- 
cuito de alimenta@o e a imped&wia entre os capacito- 
res do lado da fonte e da carga devem sar ajustados, de 
modo a se atingir a capacidade de estabelecimento no- 
minal da corrente de energiza@o de banco de capacito- 
res. quando se ensaia corn 100% da capacidade de 
interrup@onominal de banco de capacitores am con- 
traposi@o. 
Notas: a) Se urn disjuntor6 previsto para ser usado num sistema 
corn cabo de comprimento aprecikel do lado dafonte. ou 
subest@xs corn longos barramentos ou ainda subes- 
ta@?s corn grande nljmero de linhas conectadas, 6 con- 
veniente utilizat urn circuit0 de alimenta@o corn capaci- 
Gncias adicionais apropriadas. 
b) Para 0s ensaios de capacidade de manabra de banco 
de capacitores em contraposi@o. corn disjuntores Ii- 
vres de reacendimento. onde s80 executados ensaios 
de estabelecimento em separado, pode-se, para OS 
ensaiosde interrupC8o. escolherumcircuitodealimen- 
ta@o corn uma capacit&ncia mais baixa. Entretanto. B 
convenienteque nHoseescolhaumacapacitS.nciamui- 
to baixa. a fim de se evitar que a TRT presumida do la- 
do da fonte exceda aquela especificada para a se- 
qiX?ncia de ensaio a 100% lsim descrita em 7.1 B.5.2. 
7.1.16.4 Aterramento do circuit0 de aliments~~o 
Para ensaios monof&sicos em laboratbrio, qualquer 
terminal do circuit0 de aliment+0 pode ser aterrado. 
Entretanto, quando B necesstirio assegurar uma distri- 
bui+ correta de tensso entre &maw do disjuntor, urn 
outro ponto do circuit0 de alimenta@ pode ser aterrado. 
Para ensaios trifesicos o aterramento deve ser conforme 
segue: 
a) para ensaios de manobra de corrente de banco 
de capacitores, o neutro do circuit0 de alimenta- 
@o dew ser aterrado. A impedtincia de seqU&I- 
cia zero deve ser menor que 3 (tr6s) vezes a impe- 
dgncia de seqi&cia positiva do lado da fonte; 
b) para ensaios de manobra de corrente de linhas 
e cabos em vazio. o aterramento do circuito de ali- 
menta@o dew, em principio, corresponder Bs 
condi@es de aterramento dos circuitos para os 
quais o disjuntor 6 previsto: 
para ensaios trif&icos de disjuntores previstos 
para use em sistemas corn neutro aterrado, o 
ponto de neutro do lado da fonte deve ser aterra- 
do. A imped&ncia de seqii&ncia zero deve ser 
menor que 3 (tr6s) vezes a impedencia de se- 
qii&ncia positiva do lado da fonte; 
- para ensaios trif&icos de disjuntores previstos 
para use em sistemas corn neutro is&do, ou 
aterrado corn resson&wia, o ponto de neutro do 
lado da fonte deve ser is&do ou ligado g terra 
atraw& de urna bobina de supressHo de arco. 
7.1.16.5 Caracteristicas do circulto capacitive a ser 
manobrado 
As caracteristicas do circuit0 capacitive. corn todos os dis- 
positivos de medi@o, inclusive OS divisores de tens&, 
S&D tais que. ao fim de 100 ms apes a extin@o definitiva 
do arco, a queda de tens~o “80 ultrapasse 10%. Entre- 
tanto, esta exig&ncia n5o se aplica ao case de ensaios 
no campo. 
Nota: Considerando que a queda de tens& pode ser muita in- 
fluenciada por equipamentos, tais coma transformadores 
de potential ligados no circuitocapacitivo, a mediCHo dew 
serfeita preferencialmente corn divisores de tens& apro- 
priados. 
7.1.16.6 Ensaios de manobra de corrente de linhas em 
vazio 
7.1.16.6.1 SSov&lidas as prescri@iesde7.1.16.5. Paradis- 
juntores qua sHo livres de reacendimento. hi trGs pos- 
sibilidades: 
a) ensaios trifasicos onde 6 possivel utilizar linhas 
em paralelo ou substituir partial ou completa- 
mente a linha trifasica real por bancos de ca- 
pacitores. A capacit?mcia de seq06ncia positiva 
resultante dew ser aproximadamente o dobro da 
capacit8ncia de seqti&ncia zero; 
b) ensaios monof&icos nom circuito trifesico de en- 
saio, corn dues fases do circuit0 capacitive liga- 
das diretamente ao circuit0 trifisico de alimenta- 
$Bo e “ma fase ligada ao circuit0 de alimenta@o 
atrav6s do ~610 do disjuntor sob ensaio; 
c) ensaios monolsicos de labor&do, onde 6 pos- 
sivel substituir partial ou completamente as linhas 
reais por bancos de capacitores, e utilizar qual- 
quer lig@o em par&lo dos condutores das fa- 
ses, corn corrente de retomo pela terra ou por urn 
condutor. 
7.1.16.6.2 Quando se utilizam capacitores para simular li- 
nhas a6re.x. urn resistor nio indutivo de valor nBo supe- 
rior a 10% da imped&ncia capacitiva pode ser inserido em 
s&ie corn OS capacitores. Valores mais altos podem in- 
fluir indevidamente na tens& de restabelecimento. Se, 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
corn a inser@o date resistor, 0 valor de crista da corren- 
te de energiz@o for ainda inaceitavelmente alta. pode 
set usada uma impedancia altemativa (por exemplo. LR) 
em vez do resistor, desde que OS valores de corrente e 
tensgo no i&ante da interrup@o, bem corn0 a tensso de 
restabelecimento, Go difiram significativamente dos va- 
lores especificados. 
Nota: Pam OS ensaios. urn cabo curto pode ser usado em serie 
corn uma linha a&a. desde que a corrente do cabo em 
vazio seja menor que 20% da corrente da linha em vazio. 
7.1.16.7 Ensaios de manobra de corrente de cabos em 
vazio 
SHo vAlidas as prescri@es de 7.1.16.5. Capacitores po- 
dem ser usados para simular cabos blindados 6 arma- 
dos. Para OS ensaios trifasicos representando cabos 
trif&icos corn arma@o tinica, a capacitancia de seqii&n- 
cia posttiva dew set aproximadamente 0 dobro da ca- 
pacit?mcia de seqij&ncia zero. Quando se utilizam ca- 
pacftores para simular cabos. urn resistor n%o indutivo de 
valor n80 superior a 10% da imped?mcia capacitiva pode 
ser inserfdo em s&e corn OS capacitores. Valores mais 
altos podem influir indevidamente na tensHo de res- 
tabelecimento. Se, corn a inser~8o d&e resistor, 0 valor 
de crista da corrente de energiza@o for ainda inaceita- 
velmente alto, pode ser usada tuna impedancia alterna- 
tiva (por exemplo, LR) em vez do resistor, desde que OS 
valores de corrente e ten.Go no instante da interrup@o, 
bem coma a ten&o de restabelecimento, Go difiram 
significativamente dos valores especificados. 
Nota: Paraosensaios,umalinhaa6reacurtapodeserusadaem 
s&ie corn urn cabo. desde que acorrente da linha em va- 
zio Go exceda 1% da corrente do cabo em vazio. 
7.1.16.8 Ens&s de manobra de corrente de bancos de 
capacitores 
SBo validas as prescri@?s de 7.1.16.5. 0 circuit0 de ali- 
menta@o dew ter urn neutro aterrado. 0 neutro do ca- 
pacitor dew ser isolado, exceto para as tens&es no- 
minais superiores a 72,5 kV. Neste case, as condi@es 
de aterramento dos capacitores sob ensaio devem ser 
as mesmas que as dos capacitores quando em servi$o. 
no case do disjuntor ser previsto para set utilizado em 
sistemas de neutro aterrado. 
7.1.16.9 Forma de onda da corrente 
A forma de onda da corrente a ser interrompida dew ser 
aproximadamente senoidal. Essa condi@io B conside- 
rada coma satisfeita, se a rela@o do valor eficaz da cor- 
rente para 0 valor eficaz da componente fundamental rG.0 
ultrapassar 1.2. A corrente a ser interrompida nso dew 
passar por zero mais de uma vez por semiperiodo. ?I fre- 
qii&ncia industrial. 
7.1.16.10 Tens60 de ensaio 
7.1.16.10.1 Para ensaiOS mOnOf&iCOS e tdf&SiCOS, corn 
0 circuito capacitive B ser manobrado de acordo corn b) de 
7.1.16.6, a tenGo de ensaio medida entre fases no local 
do disjuntor, imediatamente antes de uma manobra de 
abertura, dew ser t3o prbxima quanta possfvel da tense0 
nominal U, do disjuntor. Para ensaios monof&sicos de 
46 NBR7118/1994 
laborat6rio, a tensso de ensaio medida no local do dis- 
juntor. imediatamente antes de uma manobra de aber- 
tura. dew ser t3o pr6xima quanta possivel do produto de 
UJ& por urn dos seguintes fatores: 
a) I.0 - para ensaios que correspondam a condi- 
@es normais de serviso, em sistemas de neutro 
aterrado sem influ&xia mlitua significativo entre 
fases adjacentes do circuit0 capacitive. que B 0 ca- 
so tipico de banco de capacitores corn neutro ater- 
rado e cabos blindados; 
b) I,2 para ensaios em cabos armados e para en- 
saios de manobra de corrente de linhas em vazio 
de acordo corn 7.1.16.6.1-c, correspondendoAs 
condi$&?s normais de serviqo “0s sistemas de 
neutro aterrado, corn influ&ncia mtitua entre fa- 
ses; 
c) 1.4 . para ensaios de interrup$so nas condi&?s 
normais de sewi$o em sistemas que Go OS de 
neutro aterrado, bem corn0 para ensaios de in- 
terrup@o de bancos de capacitores corn neutro 
isolado; 
d) 1,4 - para ens&s de interrup@o de faltas mo- 
nofesicas ou bif&xs para terra, em sistemas de 
neutro aterrado; 
e) I,7 - para ensaios de interrup$8o de faltas mono- 
f&icas ou bifesicas para terra, em sistemas que 
nHo OS de neutro aterrado: 
f) fator a ser especificado pelo usu8rio. para dis- 
juntores aplic&eis a sistemas sujeitos g rejei$Bo 
de carga. 
7.1.16.10.2 Para ensaios em c&was separadas. 0 valor 
da ten&o de ensaio dew? corresponder ?z camara mais 
solicitada do ~610 do disjuntor. A tensgo de ensaio B 
freqij&ncia industrial e a ten&o continua remanescente 
no circuit0 capacitive devem ser mantidas por 0,3s ap6s 
a interrup@io. 
Notas: a) Constantes de tempo de descarga do circuito capaci- 
tivo. de valores inferiores aos prescritos em 7.1.16.5, 
podem ser utilizados. desde que 0 comportamento do 
disjuntorsobtensHocontinuasejaverificadoporoutros 
m&s. 
b)Quandoan~osimultaneidadedesepara~~odosconta- 
tos entre OS diferentes ~610s do disjuntor C superior a 
116 de ciclo da freq@ncia nominal. recomenda-se. par 
acordo entre fabricante e usu&io. elevar 0 fator de 
tens.Go ou efetuar somente ens&s trifisicos. 
7.1.16.11 SeqiiCncia de ensaios 
7.1.16.11 .l Para condi@es normais de servi$o, OS ensaios 
de manobra de correntes capacitivas consistem em qua- 
tro seqij&ncias de ensaios, corn0 especificado na Tb 
bela 40 do Anexo B. 0 nrimero de ensaios para cada 
seqir&ncia de ensaios dew ser: 
a) 16 ensaios, para ensaios trif&+icos corn vada@io 
da ordem de abertura distribuida em intewalos de 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 47 
aproximadamente 15 graus el6tricos; 
b) 24 ensaios, para ensaios monof&sicos, corn va- 
ria@o da ordem de abertura distribuida em in- 
tervalos de aproximadamente 15 graus el8tricos. 
Notas: a) Pare OS ensaios de manobra de cotrente de linhas e 
cabos em vazio. os dois tiltimos ens&s para as se- 
qijkias de ensaio 2 e 4 devem ser ens&s de es- 
tabelecimento-interru~~o. 
b) Para ensaios de manobra de corrente de banco de ca- 
pacitores. todos OS ensaios das seqiiCncias 2 e 4 de- 
vem ser ensaios de estabelecimento-interrup~~o. Nos 
ensaios monof&sicos ou numa fase dos ensaios 
trif&iios. o fechamento deve wxrrer a menos de 
15 graus el6tricos da crista da tens% aplicada. Na 
seqirCncia de ensaio 4. a corrente de estabelecimento 
devesetigualBcapacidadenominaldeestabelecimento 
da corrente de energiza@o de banco de capacitores. 
tal coma o prescrito nesta Norma para disjuntores corn 
uma capacidade de interrup@o nominal de banco de 
capacitores em contraposi@o. 
c) Devidoalimita~~esdolaborat6riodeensaiospoden80 
ser possivel satisfazer OS requisites da corrente de 
energiza~onaseq~Bnciadeensaio4,paraosensaios 
de manobra de corrente de bancos de capacitores em 
contraposi@o. Pam disjuntares tivres de reacendi- 
mentoe. portanto. permRidoutilizarcomoalternativaum 
procedimento de ensaio onde os requisites da seqii&n- 
cia de ensaio 4 sejam satisfeitos da melhor maneira 
possiveleonde sejarealizadaumas6riedeensaiosde 
estabelecimento. Estas6riedeensaioscompreende.em 
princfpio, dez opera@esde estabelecimento, corn uma 
corrente de estabelecimento igual B capacidade nomi- 
nal de estabelecimento da cotrente de energiza@o de 
bancos de capacitores em ContraposigBo. A tens60 de 
ensaio deve ser a mesma que a tens% para a seqiiCn- 
cia de ens&o 4. Nos ensaios monof’ksicos ou numa fa- 
se dos ensaios trif$sicos, o fechamento deve ccorrer 
a menos de 15 graus elCtricos da crista da tens% de 
ensaio. 
d)Paraosensaiosdeinterrup$oeosdeestabelecimento- 
intetrup@o. OS contatos do disjuntor nHo devem se se- 
parar enquanto houver correntes transit6rias. 
e) NHo deve existir nenhuma carga apreckvel nos circui- 
tos capacitivos. antes das apera@es de estabeleci- 
mento. 
f) Alternativamente, OS ensaios de interrup@o podem 
ser erectiados corn uma tens% de restabelecimento 
de acordo corn a Tabela 41 do Anexo 6 e a Figura 35 
do Anexo A. 
7.1.16.11.2 OS ensaios correspondentes & interrup@ de 
corrente de linhas a&as e cabos em vazio, na presen- 
p de faltas para terra ou de rejei@o de carga devem ser 
realizados mediante acordo entre fabricante e usu&io. 
OS ensaios monoftisicos de laborat6rio devem ser feitos 
corn uma tens&o de ensaio conforme 7.1.16.10 e uma 
corrente capacitiva igual a: 
a) 1,4 vez a capacidade de internIp@ nominal de 
correntecapacitfvaem sistemasdeneutroaterrado; 
b) 1,7 vez a capacidade de interrup@a nominal de 
corrente capacitiva em sistemas que n&a OS de 
neutro aterrado. 
Nota: Pam disjuntores aplic&veis a sistemas sujeitos B rejei@o 
de carga, a corrente deve ser corrigida pelt fator de 
sobretensPo e pela freqi%ncia especificada (ver 
7.1.16.10.1-1). 
7.1.16.11.3 NBo Go necesshios ensaios de interrupqHo 
em banco tinico de capacitores na presen$a de Was pa- 
ra terra ou de rejei$k de carga. A manobra de banco de 
capacitores corn neutro aterrado em sistemas que n%o 
OS de neutro aterrado pode provocar maiores solicita- 
@es. Como esta situa@o n?m 6 uma condiG% normal 
do sistema. OS ensaios es&o sujeitos a acordo entre fa- 
bricante e usu&io. 
7.1.16.12 Resultados dos ensaios 
As sobretensces para terra devem ser medidas no lado 
dafonte e no lado do circuito capacitive. 0 disjuntor 6 con- 
siderado aprovado nos ensaios, se forem satisfeitas as 
seguinles condi@es: 
a)o compotiamento do disjuntor, durante o esta- 
belecimento e a interrup@ de correntes capa- 
cftivas em todas as seqi%ncias de ensaio pres- 
critas, satisfaz as condi@es dadas em 7.1.6.7; 
b) nHo ocorre nenhum reacendimento durante OS en- 
saios, ou, quando na realiza@o de ensaios tri- 
fkicos em disjuntores sujeitos a reacendimento. 
as sobretens6es mkdmas medidas na interrup@ 
para cada seqiikcia de ensaio sejam iguais CIU 
preferencialmente menores que as especifica- 
das na Tabela 14 do Anexo B. N&I deve ocorrer 
descarga externa durante OS ensaios; 
c) o estado do disjuntor apbs a s&e de ens&s car- 
responde g condi$Bo de 7.1.6.8.4. 
7.1.17 Ensaios de manobra de correntes de magnethap& 
e de pecfuenas correntes indutivas 
7.1.17.1 Manobra de corrente de magnetiza@o de 
iransformador par disjuntor de tens% nominal iguat ou 
superior a 145 kV 
A experi&ncia mostra que quando se desenergiza trans- 
formadores em vazio na condi@o de regime permanen- 
te e sob tens& n8o superior B sua tens% nominal, as 
sobretens6es resultantes sk pequenas. Portanto, n8o 
se especifica ensaio que simule esta condi@o. A ma- 
nobra de correntes iniciais de magneliza@o de transfor- 
madores em vazio n5o 6 uma condi@ normal de servi- 
$0 e. portanto, Go se especifica ensaio simulando esta 
condi@o. 
7.1.17.2 Manobra de corrente de magnetiza@o de 
transformador par disjuntor de tensh nominal inferior 
e 145 kV 
Normalmente, estes ensaios n5o sHo solicitados, mas, 
em casas especiais. eles podem ser realizados no sis- 
tema sob condi$&s de servi~o teak. Se isto n8o for pos- 
Gel. podem ser feitos ensaios trif&icos em laboxkrio. 
usando o mesmo transformador a ser manobrado em 
sew&x. Em qualquer case, o circuito de alimenta@o de- 
w ter uma capacit?mcia Go baixa quanta possivel, con- 
tanto que a TRT nominal I&I seja excedida. Qualquer 
meio para limftar a tens% que seja usada em servi$o 
poderi ser utilizado durante OS ensaios. 
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48 NBR7118/1994 
7.1.17.3 Transformador corn enrolamento tercierio 
alimentando restores 
Este ensaio deveri ser consideradourn caeo especial e, 
pottanto, ser objeto de acordo entre fabricante e usu6rio. 
7.2 Ens&s de retina 
7.2.1 Generalidades 
OS ens&s descritos a seguir t&m por objetivo revelar 
defeitos do material ou da fabrica@o do equipamento. 
Eks n&a prejudicam es propriedades % a qualidade do 
equipamento conventional submetido aos ensaios. Es- 
t%s ensaios S?IO de recebimento % devem ser feitos sobre 
urn nlimero de unidades a ser determinado pefo usukio 
na especifica@o tknica. Median@ acordo, qualquer urn 
dos ensaios de retina pode ser efetuado no local da 
instala@o do equipamento. Eles correspondem a: 
a)ensaios de tens&o suportkel ka freqti&xia indus- 
trial a seco do circuit0 principal (ver 7.2.2); 
b) ensaios de tens&o suportkel & freqti&xia indus- 
trial dos circuitos de comando % dos circuitoe auxi- 
liares (ver 7.23); 
c) medi@ao das resist&k Bhmicas do circuito prin- 
cipal (ver 7.2.4); 
d)ensaios de funcionamento mec?mico (ver 7.2.5); 
e)verffica@es gerais (ver 7.2.6). 
7.2.2 Ensaios de tensfio suporl&vel B freqiiencia industrial 
a eeco do clrcuito principal 
7.2.2.1 0 ensaio dew ser executado, de acordo corn a 
NBR 6936, e 7.1.5.1, em disjuntores novas. limpos % se- 
cos, completes ou em ~610s separados. Quando oe dis- 
juntores nHo forem completamente montados antes do 
embarque, admite-se que sejam executados ensaios 
separados de todas es parles isolantee mais importan- 
tes, tais coma buchas, isoladores % hastes de comando. 
N&e case, as tens6es de ensaio devem constituir obje- 
to de acordo entre fabricante e usu&io. Para disjuntores 
fabricados pela montagem em s&k? de elementos 
id&nticos de abeltura % de fechamento. a tensHo de en- 
saio a ser aplicada aos terminais de cada urn dos ele- 
mentor em posi@ aberta dew ser a fra@o mais eleva- 
da da ten& suport&vel total, obtida a partir da distri- 
bui@o real da tensso B freqti&ncia industrial determi- 
nada sobre o disjuntor completamente abetto % corn urn 
terminal aterrado. 
7.2.22 Corn refer&cia & Figura 13 do Anexo A. que mos- 
tre urn diagrama de urn disjuntor tripolar, a tens& de en- 
saio deve ser elevada at6 a tensHo suporttivel especifi- 
cada e mantida durante 1 min de acordo corn es Tabe- 
las 22,23, % 25 do Anexo 0.0 disjuntor deve ser conside- 
redo aprovado nos ens&s, se n&o ocorr%r descarga 
disruptiva durante OS ensaios. As tensks de ensaio sk 
es especificadas nas Tab&s 1 e 2 do Anexo 6. 
7.2.3 Ensaios de ten&o supa’t&vel & freqikncia industrial 
dos cfrcuftoe de comando e circuitos auxiliaree 
Esses ensaios s80 efetuados de acordo corn ascondi@es 
especificadas em 7.1.5.9. 
7.2.4 Mediqio das resistkxias 6hmicas do circufto prin- 
cipal 
A resistikcia de cada urn dos ~610s do circuito principal 
deve ser medida em condi@%s tZo pr6ximas quanta 
possivel aquelas em que foi realizado o ensaio de tipo 
correspondent% (ver 7.1.3). A resist&cia medida na po- 
si@o fechada n8o deve ser superior a 1.2 R”, sendo RU a 
resist&ncia medida durante o ensaio de tipo correspon- 
den&. 
7.2.5 Ensaios de funcionamento mt&nico 
7.2.5.1 Esses ensaios, efetuados corn o circuito principal 
n8o energizado, devem compreender: 
a) corn o valor m&dmo especificado pare a tens& 
% pare a pressao de alimenta@o: 
- cinco opera~bes de fechamento: 
- cinco opera$Ges de abertura; 
b) corn o valor minimo especificado pare a tensao 
e pare a pressk de alimenta@o: 
- cinco opera@k?s de fechamento; 
- cinco opera@es de abertura; 
c) corn tens&o nominal % pressao nominal de ali- 
menta@o: 
- cincociclosd%operaCBodefechamento-abertura. 
sendo o mecanismo de abertura energizado pe- 
lo fechamento dos contatos principais; 
al&m disso, pare disjuntores de religamento 
automitico ripido (ver 5.1 l), cinco seqiiikcias 
deop%ra@oes abeltura-fechamentoo-t-C, onde 
t representa urn intetvalo de tempo m&ximo igual 
ao tempo morto especificado pare a seqikkcia 
nominal de opera@es. 
7.2.52 Se o projeto do disjuntor permitir. B conveniente 
registrar o diagrama curso-tempo. Na realiza@o de to- 
das es seqij&xias de opera+a, dew ser feito o seguinte: 
a) medi@o dos tempos de opera$Ho; 
b) medi@o do consume de fluido: 
c) verifica@io do funcionamento correto do equipa- 
mento auxiliar, quando solicitado mecanicamen- 
te durante % ap& OS ensaios. 
7.2.5.3 Apbs a realiza$Ho das seqti8ncia.s de opera@o, 
deve s%r feito o seguinte: 
a) ensaios de estanqueidade; 
b) verifica@ das conex~es; 
c) verifica@o da indica@o correta das posi@es de 
abertura % fechamento do disjuntor p&s contatos 
auxiliares e de comando; 
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R7118/1994 49 
d) verifica$Ho da opera@o correta de todos OS 
equipamentos auxiliares nos limites da tens& 
de alimenta@ e da pressHo dos fluidos de in- 
terrup@o e de comando; 
e) medi@o da resist&ncia de aquecimento e das bo- 
binas de comando; 
f) inspe@o da fia$Bo de comando dos circuitos de 
aquecimento e dos equipamentos auxiliares; ve- 
rifica@io do nirmero de contatos auxiliares, de 
acordo corn a especifica@ tknica; 
g) inspe$Ho do mecanismo de opera@.o, isto 8, de 
seus sistemas el&ricos, me&nicos, pneumi- 
ticos e hidr8ulicos; 
h) medi$Ho da capacidade do compressor; 
i) verifica@o do desempenho da v&lvula de alivio de 
p,es?.H0; 
j) vedfica$Ho e ajuste dos relk densimetros e 
pressostatos; 
I) verifica@o da opera@ dos intertravamentos elk- 
tricos. me&nicos, pneumeticos e hidreulicos e 
dos dispositivos de sinaliza@o; 
m)verifica@o da opera@ do dispositivo antibom- 
beante; 
n) verific&o do desempenhogeral do equipamento. 
dentro dos limites de toler&ncia indicados pare a 
tensHo de alimenta@ do comando; 
o) inspe@a dos terminais de aterramento do dis- 
juntor. 
7.2.5.4 OS ensaios de funcionamento mecinico devem 
ser preferenciafmente efetuados no disjuntor complete. 
Entretanto, quando os disjuntores sHo montados e em- 
barcados coma unidades separadas, &es ensaios po- 
dem ser realizados em seus componentes de acordo 
corn 7.1.2.1. OS mecanismos de opera@ devem ser 
ens&ados junta corn o disjuntor ou corn carges ficticias 
apropriadee. Para disjuntores equipados corn dispara- 
dares de sobrecorrente, estes disparadores devem ser 
ajustados no valor minimo da escala de calibra@o da 
corrente. Dew ficar demonstrado que OS disparadores de 
sobrecorrente efetuam corretamente o comando de 
abertura do disjuntor, pare “ma corrente no circuit0 prin- 
cipal n3.o superior a 110% do valor de ajuste que figura 
na escala de calibra$Bo de corrente. Para &es ensaios. 
a corrente que passe p&s disparadores de sobrecor- 
rate pode ser fornecida por “ma fonte adequada de bai- 
xa tenGo. Para os disjuntores equipados corn dispa- 
radores de subtens8o, dew? igualmente ficar demons- 
trade que o disjuntor abre e que pode ser fechado quan- 
do tens?& dentro doe fimites especificados S&I aplicadas 
aos disparadores (ver 6.7.5). Se, durante OS ensaios de 
funcionamento mecanico, forem neces&ios ajustes, a 
seqii&xia completa de ensaias deve ser repetida ap6s 
estes terem sido feito?.. 
72.6 Vertfica@es gersis 
Dew ser verificada a conformidade do disjuntor corn a 
especifica@o t6cnica. Em particular, 0s seguintes itens 
devem ser conferidos: 
a) placas de identifica$a; 
b) equipamentos auxiliares; 
c.) car e qualidade da pintura e da prote@o contra 
corrosk das superficies met8licas: 
d)valores doe resistores e capacitores ligados ao 
circuit0 principal; 
e) principais dimens6es. 
8 Regras para a escolha de disjuntores 
8.1 Generalidades 
Para escolha de urn disjuntor devem-se considerar OS 
valores constantes em 4 e em 5, levando-se em conte es 
caracteristicas do sistema e sues previsies de expans~o. 
Notas:a)AlgumascondiC~esdefuncionamento.taiscomoasfal-tes consecutivas e manobra de fomos a arco, 60 SW 
levadas em considera@ nesta Norma, e. par isso. 
recomenda-seconsidera-IascomocondiC~sespeciais. 
constituindo, pottanto. objet0 de acordo entre fabrican- 
te e us&.rio. 
b) lsto se aplica igualmente aos disjuntores utilizados pe- 
re uma freqU6ncia de manobra anotmalmente elevada 
e para qualquer opera@o que conduza eo apareci- 
mentode umatenssoderestabelecimentoafreqDdncia 
industrial superior B que corresponde B tens& nominal 
dodisjuntor,comopodeserocasoemceriospontosdo 
sistema. particularmente na exlremidade de linhas lon- 
gas. 
c) Neste case parlicular, o valor da cotrente que dew ser 
interrompida. a tens&o mais elevada suscetivel de 
aparecernosterminaisdodisjuntor, nomomentode sue 
abertura, dew ser objet0 de urn acordo similar. 
8.2 Escolha dos valores nominais pare as condic6es 
normais de funcionamento 
8.2.1 TensSo nominal 
Deve-se escolhet a tensHo nominal de urn disjuntor entre 
os valores normalizados indicados em 5.1. As combi- 
na@?s preferenciais das tens&z nominais, das capa- 
cidades de interrup@o nominais em curto-circuito, e das 
correntes nominais sHo indicadas nas Tabelas 18 e 19 do 
Anexo B. Para a escolha da tens&o nominal. recomenda- 
se levar tambern em ante as Tab&s 1 e 2 do Anexo B, 
de niveis de isolamento (VW 8.2.2). 
8.2.2 Niveis de ieolamento nominal 
8.2.2.1 0 nivel de isolamento de urn disjuntor deve ser es- 
colhido entre OS valores das Tab&as 1 e 2 do Anexo B. 
OS valores destas Tabelas se aplicam tanto a disjun- 
tares pare interior coma pare exterior. Deve-se especifi- 
car se o disjuntor dew ser pare interior ou exterior. A 
coordena@o de isolamento em urn sistema ektrico tern 
por objetivo reduzir OS danos causados aos equipa- 
mentos el&icos pelas sobretens6es e tentar confinar es 
descargas de contomo (quando n%o se pode evil&s 
economicamente) a pontos em que elas n50 causem 
danos. 
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NBR7118/1994 
8.2.2.2 Devem-se tomar precau@~s para limitar as so- 
bretens6es nos terminais dos disjuntores a valores fi- 
xados, inferiores ao nivel de isolamento. Para a espe- 
cffia@o dos valores aos quais B recomend&?l limitar as 
sobretendes atmosf6ricas. deve-se tomar como refe- 
r&cia a NBR 6939. Quando urn disjuntor se destina a 
local que necessite de urn nivel de isolamento superior, 
isto deve ser especificado (ver 9.1). 
8.2.2.3 Se disjuntores corn isolamento reduzido se des- 
tinam a uma instala@o onde possam ser utilizados pa- 
ra sincronismo, pode ser necess&rio aumentar o valor 
da tens?@ suport&~el B freq&%cia industrial nos termi- 
nais do disjuntor em posi@o aberta. 
8.2.3 FreqGCncia nominal 
A freqii&ncia nominal 8 60 Hz. 
8.2.4 Correnie nominal 
A corrente nominal de urn disjuntor deve ser escolhida 
entre os valores normalizados em 5.4. As combina@zs 
preferenciais de corrente e tens% nominais e de ca- 
pacidade de interrup@o nominal em cutto-circuit0 s50 
indicadas nas Tab&s 18 e 19 do Anexo M. Note-se que 
os disjuntores n&o tBm nenhuma capacidade de 
sobrecarga continua especificada. Assim. quando se 
escolhe urn disjuntor, recomenda-se que a sua corrente 
nominal seja adequada para todas as correntes de car- 
ga que possam ocorrer em funcionamento. Onde pos- 
sam ser previstas sobrecorrentes intermitentes. freqfien- 
tes e sevens, recomenda-se consultar o fabric&e. 
8.2.5 Condi@es de serviw 
As condi@es de service normalizadas para OS disjun- 
tares SBO indicadas no Capitulo 4. 0 fabricante deve ser 
consultado, se o disjuntor for utilizado em condi@es de 
funcionamento diferentes das do Capitulo 4. 
8.3 Escolha dos valores nominais para condi$Bes de 
fata 
83.1 Escolha da capacidade de interrup@ nominal em 
curio-circuit0 
8.x1.1 Comoindicadoem55,acapacidadedeinterrup$8o 
nominal em curto-circuit0 6 expressa por dois valores: 
a) valor eficaz de sua componente alternada; 
b) porcentagem de sua componente continua. 
8.3.1.2 A porcentagem da componente continua varia em 
fun@io do tempo, a partir do inicio do curto-circuito. Quan- 
do o disjuntor esti de acordo corn as prescri@x nor- 
malizadas, indicadas em 5.5.5, a porcentagem de corn- 
ponente continua que o disjuntor pode suportar n8o B 
inferior ao valor dado na Figura 4 do Anexo A ao fim do 
interval0 de tempo correspondente B menor dura@o de 
abettura posslvel do disjuntor, acrescido. no case de urn 
disjuntor no qua1 a abertura C provocada apenas por 
energia auxiliar, da dura$Bo minima de funcionamento 
do rel6, isto 8, de meio period0 da freqGncia nominal 
(8.33 ms). A Figura 4 do Anexo A corresponde a “ma 
componente alternada constante e a urn fator de potbn- 
cia sob curto-circuit0 de 0,06 em 60 Hz. Quando o dis- 
juntor estiver instalado eletricamente distante de m& 
quinas girantes. a diminui@ da componente altemada 
6 desprezivel. e B apenas necessario verificar se o fator 
de pot&& sob curto-circuito nZo 6 inferior a 0,06 e se o 
retard0 minimo do equipamento de prote@ Go B in- 
ferior a meio periodo da freqiiencia nominal. Nestas con- 
di@es, B suficiente que a capacidade de interrup@o no- 
minal em curto-circuit0 do disjuntor escolhido n8o seja 
inferior B corrente de falta simetrica initial, no local onde 
o disjuntor deve ser instalado. Em certos cases. a por- 
centagem da componente continua pode ser superior 
aos valores normalizados indicados na Figura 4 do 
Anexo A. Por exemplo, quando OS disjuntores es&o na 
proximidade de geradores. a componente alternada po- 
de decrescer mais rapidamente do que no case normal. 
A corrente de curto-circuito pode entso Go passar por 
zero, durante urn cello nljmero de periodos. Neste case, 
pode-se reduzir a solicita@ no disjuntor, por exemplo. 
retardando-se sua abertura. ou inserindo-se, por inter- 
m&dio de urn outro disjuntor, urn dispositivo de amorte- 
cimento suplementar abrindo-se os disjuntores suces- 
sivamente. Se n8o for possivel adotar OS valores nor- 
malizados de porcentagem da componente continua, a 
porcentagem desejada deve ser especificada pelo 
usu&io. e OS ensaios devem constituir objeto de acordo 
entre fabricante e usu8rfo; neste case, deve-se dar aten- 
~$0 ?a alinea b) de 8.3.2.3. A capacidade de interrup@o 
nominal sob curto-circuit0 deve ser escolhida entre OS 
valores normalizados indicados em 55.4. As combi- 
na@es preferenciais de capacidade de interrup@ no- 
minal em curto-circuito, tens& nominal e corrente nomi- 
nal S&J indicadas nas Tabelas 18 e 19 do Anexo B. 
8.3.2 Escolha da TRT nominal, do fator de prim&o ~610 e 
da caracteristica nominal para faltas na linha 
8.3.2.1 Recomenda-se que a onda da TRT presumida 
para o sistema n8o ultrapasse a linha de refer&cia que 
representa a TRT especificada para o disjuntor; 
recomenda-se, ainda, que est& onda code o segment0 
de reta que define o retardo na proximidade do zero de 
tens%, mas nHo volte a cortB-lo (ver 5.6.2). Em 5.6.3, sZ,o 
especificados OS valores da TRT correspondentes aos 
valores de capacidade de interrup@o nominal em curto- 
circuit0 e em 7.1.8.5, OS valores normalizados para ensaio 
err curto-circuit0 corn correntes inferior% g capacidade 
de interrup@o nominal em curto-circuito. 
Nota As TRTs que ocorrem nas interrup@es das correntes de 
curto-circuito mais elevadas nao Go forqosamente mais 
severasqueasquepodemapareceremoutroscasos. Por 
exemplo. a taxa de crescimento da TRT pode ser mais 
elevada na interrup@o de correntes mais fracas. 
8.3.2.2 OS valores de TRT norm&ados se aplicam a urn 
lator de prim&o ~610 igual a 1,5 ou 1,3.0 fator de prfmeiro 
~610 B escolhido da seguinte forma: 
a) fator de primeiro ~610 1.3: B utilizado para siste- 
mas corn tensHo maxima operativa igual ou su- 
perior a 145 kV, corn neutro diretamente aterrado, 
nos quais as faltastrifisicas isoladas da terra s&o 
considerada?. muito improv&eis: 
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R7118/1994 51 
b) fator de pdmeiro ~610 1,5: 6 apli&vel aos seguin- 
tes sistemas: 
sistemas corn ten&o mBxima operativa inferior 
al45 kV; 
- sistemas corn tensZ0 maxima operativa igual a 
145 kV, corn neutro diretamente aterrado nos 
quais n% se pode descartar a ocorr&-& de 
laltas trif&icas isoladas da terra; 
- sistemas corn neutro isolado ou aterrado corn 
resson8ncia. 
8.3.2.3 Normalmente. MO B necess%io levar em consi- 
dera@o outras TRT. vista que os valores normalizados 
especificados abrangem a maioria dos cases priticos. 
Todavia, em certos cases, podem ocorrer condi@es 
mais severas, coma, por exemplo: 
a) no ceeo de urn curto-circuit0 localizado na proxi- 
midade imediata de urn transformador. sem ca- 
pacitS.ncia aprecitivel entre o transformador e o 
disjuntor. o valor de crista, bem como a taxa de 
crescimento da TRT. pode ultrepassar os valores 
especificados; 
Note: Recomendasecuidadonaescolhadeumdisjuntor 
pare o primario de urn transformador. que posse 
interromper urn curto-circuito no secund8rio. 
b)no case de urn curto-circuit0 que atinja os dis- 
juntores nas proximidades de geradores, a taxa de 
crescimento da TRT pode ultrapassar os valores 
indicados nesta Norma. Neste case, pode ser ne- 
cessario urn acordo entre fabricate e usu&rio 
sobre as caracteristicas especiais da TRT. 
8.3.2.4 Quando disjuntores se destinarem a instala@s 
para as quais 6 necess&rio especificar caracteristicas 
nominais de faltas na linha, a imped%icia de surto e o fa- 
tar de crista do lado da linha, na qua1 eles serZo utiliza- 
dos, n?~o devem ser supedores aos valores apropriados. 
indicados na Tab& 10 do Anexo B. Entretanto, se o ca- 
so Go for este, ainda h& possibilidade de que urn dis- 
juntor de s&te seja adequado, especialmente se a corren- 
te de curto-circuit0 do sistema for inferior B capacidade 
de intetrup@o nominal em curto-circuito do disjuntor. 
Esta possibilidade pode ser confirmada, cakulando-se 
a TRT presumida para faltas na linha, a partir das caracte- 
risticas nominais, pelo m&odo indicado no Anexo D. e 
comparando-a corn a TRT presumida, deduzida das ca- 
racteristicas reais do sistema. No case de serem ne- 
cesdries caracteristicas especiais para faltas na linha, 
estas devem constituir objeto de acordo entre fabricante 
e usuirio. 
8.3.3 Escolha dss caracteristicas pars o case de 
discordkcia de fases 
Ver5.12. 
8.3.4 Escolha da capacidade de estabelecimento nOminsl 
sm curto-clrcuito 
8.3.4.1 A capacidade de estabelecimento nominal em 
curto-circuito de urn disjuntor 6 a que corresponde B sue 
tensSo nominal (ver 5.9). Recomenda-se que esta ca- 
pacidade nSo seja inferior ao maior valor de crista da 
corrente de falta. Salvo especifica@o em contririo, a 
capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito 
6 igual a 2.5 vezes (ou se@, aproximadamente I ,B fi ve- 
zes)acomponentealternadadacapacidadedeinterrup~~o 
nominal em curto-circuito. 
8.3.4.2 Em cettos cases, por exemplo, quando se encon- 
tram motores de indu$Bo efetricamente pr&imos, o valor 
m&dmo de crista da corrente de falta pode ser superior a 
2,s vezes a componente altemada da corrente de cudo- 
circuito. Em tais cases, recomenda-se evitar urn projeto 
especial, escolhendo-se urn disjuntor de s&e que pos- 
sua uma capacidade de estabelecimento nominal em 
curto-circuit0 conveniente. 
8.3.5 Seqti6ncia nominal de opera@ss 
A seqiiencia nominal de opera@~s de urn disjuntor de- 
ve ser uma das indicadas em 5.11. Em cases especiais 
de aplica@o de disjuntot, tais coma os destinados a co- 
mando de fornos a arco, de cafdeiras a eletrodos e, em 
certos cases, das instalap6es de retificadores, pode ser 
necessArio especificar seqi.i&xias de opera@o mais 
severas do que as d&a Norma. 
8.3.8 Escolha da duragio nominal da corrente de curto- 
circuit0 (pars OS disfuntores MO equipados corn 
disparadores de sobrecorrente diretos) 
0 valor normalizado de dura@o nominal da corrente de 
curto-circuito 6 1 s (ver 5.10.2). 
8.3.7 Tempo de interrup@o nominal 
0 se” valor 8 especificado a partir dos requisites do sis- 
tema onde o disjuntor ser& aplicado, e IGO 6 normalizado. 
9 Informa+?s a aerem dadas nas especifica@es 
tknicas e nas propostas 
9.1 Informa+?s a serem dadas nas especifica.+s 
tCcnicas 
0 usu&io deve fornecer pelo menos es informa@& cita- 
das em 9.1.1 a 9.1.4. 
9.1.1 Carscteristicas pr6prias do sistsma 
As caracteristicas prbprias do sistema sHo es seguintes: 
a) tens&o m&xima; 
b) freqii&ncia; 
c) nimero de fases; 
d) detalhes de aterramento do neutro. 
9.1.2 Condi@+s de servipo 
As condi@zs normais constam do Capitulo 4. As con- 
di$Ges anormais. case existam, devem ser conve- 
nientemente especificadas. 
9.1.3 Caracteristicas do disjuntor 
As caracteristicas do disjuntor sHo es seguintes: 
a) ntimero de ~610s; 
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NBR7118/1994 
b) tipo: para interior 0” para exterior; 
c) tens% nominal (ver 62.1); 
d) nivel de isolamento nominal (ver 8.2.2); 
e) freq0imcia nominal (ver 8.2.3); 
f) corrente nominal (ver 8.2.4): 
g) capacidade de interr”p+ nominal em curto- 
circuit0 (ver 6.3.1): 
h) fator de primeiro ~610 (ver 6.3.2); 
i) TRT (ver 8.3.2); 
j) capacidade de estabelecimento nominal em curto- 
circuit0 (ver 6.3.4); 
I) seq%ncia nominal de opera~k?s (ver 6.3.5); 
m)dura$Ho nominal da corrente de curto-circuito (ver 
8.3.6); 
n) tempo de interrup@o (ver 8.3.7); 
o) ensaios de tipo e de retina (ver 7.1 e 7.2, res- 
pectivamente); 
p) capacidade de interrup@o nominal de linhas em 
vazio, se aplicCel (ver 5.13); 
q) capacidade de interrup@o nominal de cabos em 
vazio, se aplic&el (ver 5.14); 
r) capacidade de interrup@o nominal de banco tini- 
co de capacitores, se aplicAvel (ver 5.15); 
s) capacidade de interrup+ nominal de banco de 
capacitores em contraposi@o, se aplickel (ver 
5.16); 
t) capacidade de estabelecimento nominal da cor- 
rente de energiza@o transitka de banco de ca- 
pacitores, se aplicevel (ver 5.17); 
u) capacidade de interrup@ nominal de peque- 
nas correntes indutivas, se aplickel; 
v) capacidade de interrup@o nominal em discor- 
dincia de fases. se aplickel (ver 5.12). 
9.1.4 Caracteristicas do mecanismo de operaq80 do 
disjuntor 
a) sistema de acionamento e comando; 
b) ndmero I? tipo de contatos auxiliares disponiveis 
a0 usukio; 
c) tens&o nominal de alimenta@o; 
d) freqSncia nominal de alimenta@. 
Nota: Recomenda-se ao usuario dar informa$ires sobre todas 
as condi@es especiais. n.% enumeradas anteriormente, 
que possam ter infkhkcia sobre a proposta 0” a ordem de 
compra(vertamb6m8.1). 
9.2 Informages a sewn dadas corn as propostas 
0 fabricante dew fomecer, pelo mews, as informaC6es 
citadas em 9.2.1 a 9.25 
9.2.1 Valores nominais e caracteristicas 
Esses valores sHo OS indicados em 9.1.3 e mais OS se- 
guintes: 
a) tempo de abertura: 
b) tempo de fechamento; 
c) simultaneidade de p&los, etc. 
9.2.2 Ensaios de tipo 
Se forem solicitados, devem ser fomecidos certificados 
ou relatbrios. 
9.23 Detalhes construtivos 
OS detalhes construtivos Go OS seguintes: 
a)componentes do disjuntor por ~610: nlimero de 
cimaras de interrup$Ho, de capacitores de equa- 
liza+ de potential, de resistores de abertura e/w 
fechamento, elou facilidades para instala@o fu- 
tura; 
b) distincias minimas no ar: 
- entre p&x; 
para terra; 
c) para disjuntores a 6leo: massa do disjuntor com- 
pleto corn 6le0, massa do 61e0, recomenda@x 
concementes B qualidade do 61e0, ntimero de 
reservat6rios; 
d) para disjuntores a ar comprimido: massa do dis- 
juntor complete,press& do ar e limites da pres- 
s& do ar entre OS quais o disjuntor deve funcionar 
corretamente. capacidade do reservat6rio de ar 
comprimido do disjuntor. quantidade de ar (refe- 
rida A press% atmosf&ica) necesskia para “ma 
opera@~o de abertura e “ma opera@m de fecha- 
mento, seguidas imediatamente de “ma opera- 
$20 de abertura. Para disjuntores destinados a 
religamento rtipido. a quantidade de ar (referida A 
press50 atmosf6rica) deve ser dada tambern para 
uma opera+ de abertura, seguida de “ma ope- 
ra@o de fechamento e imediatamente seguida 
de “ma opera+ de abertura; 
e) para disjuntores a outros gases: massa do dis- 
juntor complete, pressHo do gBs e limites da pres- 
sHo do gAs, entre OS quais o disjuntor dew funcio- 
nar corretamente, volume total de gas por ~610, 
fuga de gb por ano. 
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9.2.4 Mecsnismo de opera@ do disjuntor e equipamento 
ass&ado 
0 mecanismo de opera@0 do disjuntor e equipamento 
associado dew atender o seguinte: 
a) tipo, caracteristicas construtivas, tens50 e pres- 
s50 nominais e limites de opera$Zo. queda de 
press50 ou consume de energia em cada ope- 
ragm elou ciclo de opera@o, tempo de rearme ou 
recarga; 
b) se o disjuntor 6 de abertura livre ou condicionada, 
me&nics e eletricamente, e se dispk de inter- 
travamentos; 
c) tens6es limites e nominais de alimenta@o dos 
dispositivos de abertura e fechamento; 
d) corrente necess&ria g tensSo nominal de alimen- 
ta@xo para opera$Bo dos dispositivos de abertura 
e fechamento; 
e) ntimero de dispositivos elou circuitos de abettura 
independentes; 
f) nljmero e tipo de contatos auxiliares disponfveis 
80 usukio; 
g) tenseo e corrente necesskias g alimenta@o de 
outros dispositivos ou equipamentos auxiliares. 
92.5 Dimens&s gerais e outrss informap6ss 
Informa@es sobre dimens6es gerais, dimens6es e 
massa pars transporte. inform@es necesskias ao pro- 
jeto da funda@o e informa@% gerais referentes B ma- 
nuten@ do disjuntor. 
10 Instrq6es para transporte, armazenamento, 
instalafk, comissionamento e manuten@o 
10.1 Generalidades 
0 fabricante dew fornecer instru@ss pars transporte, ar- 
mszenamento, instala@io e manuten@o dos disjunto- 
rss, assim coma sugest6es pars 0 comissionamento. 
OS pontos mais importantes que devem constar dessas 
instn@es eslo relacionados a seguir. 
10.2 Condi@zs a observar durante o transporte e 
armazenamento 
0 fabricante dew indicar os requisites neces&fos ?I 
pro&G&o durante o transporte e o armazenamento por 
tempo curto e por tempo prolongado. 
10.3 Condi@es a observar durante a instala@o 
As instru+ss fomscidas pelo fabricante compreendem. 
pelo menos, as informa@% indicadas em 10.3.1 a 
10.3.4. Deve-se observar que, em certos cases, sHo rs- 
comendadas instru+es especiais relativas a condi@es 
especificas dadas pelo usukio. 
NBR7118/1994 53 
10.3.1 Desembalagem das caixas e igamento 
Instru@es pars a desembalagem e o @memo. a fim de 
evitar danos. 
103.2 Marca@o 
Cluando o disjuntor for desmontado pars o transporle, o 
fabricante marcar claramente todas as suas palles. 0 
fabricante forneceta desenhos que mostrem a monta- 
gem destas parks. 
10.3.3 fAontagem 
lnstru$Bes pars montagem do equipamento. dos me- 
canismos de opera$80 e dos equipamentos auxiliares 
devem incluir detalhes suficientes das localiza@ss e 
das funda@s, pars possibilitar que a prepara@o no 
campo seja completada. Es&s instru@es devem tam- 
b&m indicar a peqa de maior massa do equipamento. 
10.3.4 Liga@es 
hlstru@2s para: 
a) liga@o dos terminais. compreendendo as instru- 
@es necesskias pars evitar 0 aquecimento ex- 
cessivo e os esforqos desnecess&ios sobre o 
disjuntor e para assegursr distkcias minimas no 
ar; 
b) liga@o so sistema de ar comprimido, case exista, 
incluindo as dimensdes e disposi@es das tub”- 
ISgieS. 
10.4 Guia para ensaios de comissionamento 
10.4.1 Apbs a montagem do disjuntor e de todas as was 
conex&s, devem ser realizados ensaios de comissio- 
namento. A finalidade de tais ensaios C a de verificar que 
o transporte e a armazenagem n50 danificaram o dis- 
juntor. Alem disso, os ensaios permitem verfficar a qua- 
lidade do trabalho de montagem no campo e as csracte- 
risticas funcionais dele dependentes. A menos que seja 
necess&io. dew-se evitar a rep&@ dos ensaios ja 
realizados na f8brica. OS ensaios de comissionamento 
podem ser executados: 
a) pelo usuhrio de acordo corn instru@es do fabri- 
cante tais coma: tipos de ensaios a efetuar e Ii- 
mites aceittiveis para OS resultados; 
b)pelo fabricante de comum acordo corn o usu6rio. 
10.42 OS resultados dos ens&s devem ser registrados 
num relat6rio de ens&. 0 fabricante e o usu&rio devem 
escolher OS ensaios a sewn executados em fur@o de: 
tipo do disjuntor, tipo dos dispositivos de comando, con- 
di@es de serviqo, volume de infomu@es desejadas e 
aspectos tknicos e econbmicos. Urn exempto de urn 
programs de ensaio de comissionamento 6 dado no 
Anexo L. 
Nota: Quando, por qualquer rsz80, parie ou o total dos ensaios 
de rotina n~%os50 realizados naf6brica. conv6m efetu&los 
no campo (ver 7.2.1). Tais ensaios de retina deem ser 
adequados so programs de ens&s de comissionamemo. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
10.5 Condi#ies a observar durante a manuten@o 
0 febricante deve fomecer es informa@% referentes Bs 
medidas de manuten$Ho que devem ser observadas, 
considerando, pelo menos, es indicadas em 10.51 a 
10.5.13. 0 fabricante dew indicar. tambhm, o ncimero de 
opera@% o” o interval0 de tempo recomendado pare a 
manuten@o nas seguintes condi@es de opera@o: 
a) em cuTto-circuito; 
b) em funcionamento normal (corrente nominal). 
10.5.1 Circuitos principais 
Inspe$io, regulagem e renova@o dos contatos. Instru- 
@es pare a medi$%o des resisti%cias dos circuitos prin- 
cipais. Prescri$Bo do desgaste admissivel doe contatos. 
Informa@es relatives &s toler2ncW pare OS tempos de 
aberlura e de fechamento. Desenhos dos componentes 
do circuit0 principal, corn indica@o e detalhes de para- 
fuses e pinos de conex?to, de forma a permitir a des- 
montagem e montagem durante a man”te@o. Dew 
ser fomecida tab& de torque pare OS parafusos. 
10.52 Fluido pare e isola#io ou pare a extin@o do erco 
Coleta de amostras. ensaios. secagem e enchimento do 
fluido. Recomenda@es referentes B qualidade e prote- 
$50 contra a contamina$8o. Indic@o da quantidade 
exigida de fluido. 
10.5.3 Mecanismo de operap3o 
Manuten#o e ajuste. Desenhos dos componentes do 
mecaniemo de opera@o, corn indica@o e detalhes de 
parafusos. eixos e pinos de conex.80, de forma a permi- 
tir a desmontagem e montagem durante a manuten@o. 
Dew? ser fomecida tab& de torque pare os parafusos. 
Nota: Quando for possivel durante a inspe$Bo. recomenda-se 
operar o disjuntor algumas vezes, corn ajuda dos disposi- 
tins previsios, pare certificar-se de que o mecanismo 
funciona suavemente e que tudo esta correto antes da 
coloce@o do disjuntor em funcionamenlo. 
10.5.4 Circuftos auxiliares e de comando e equipamentos 
auxillares 
Verifica@o das bobinas, rel&, dispositivos de intertra- 
vemento, dispositivos elbtricos regultiveis, dispositivos 
de aquecimento e secagem. 
10.5.5 Mancais e p-as slmilares 
Indica@o das parks a serem verificadas. 
10.5.6 Liga@es 
lndica@o dos pontos a serem verificados. 
10.5.7 Sietema de ar comprimido elou hidr%Ilico 
Verifica@o das vSlv”las pneum&ticas e/o” hidr8ulicas. 
lnspe@o e substitui@o das juntas. Instr”+X pare a 
inspe@o do interior dos reselvat6rios de press80. no 
que diz respeito B contamina@o e pare a inspe@o peri 
54 NBR7118/1994 
dice e substitui@o dos dispositivos de secagem de ar 
e absorCHo da umidade. Afer@o dos manbmetros. De- 
senhoesquemitico de funcionamento do circuit0 hi- 
draulico o” pneumtitico. Desenho em torte das v~lvulas 
e parafusos de conexHo, de forma a permitir a desmon- 
tagem e montagem durante a manuten@o. Dew ser 
fomecida tabela de dimens6es das rela@es e de torque 
pare OS parafusos. 
Note: Abrir periodicamente as v&wlas de drenagem doe reser- 
vat6rios de ar. pare drenar a ggua condenseda. 
10.5.8 Resistores e capacitores 
Verifica$Bo dos resistores e dos capacitores. Indica@o 
das toler&xias permitidas pare os se”e valores. 
10.5.9 Lubriffcag?io 
Especifica@o da qualidade do 6leo e da grexa e indi- 
ca@o doe pontos a serem lubrificados. 
10.5.10 Limpeza 
Recomenda@o referente aos m&odos de limpeza. 
Note: lndicarque dew ser dada “ma aten@o especial Bs park 
isolantes e que, no ca?.o de condi@es anormais, teis co- 
mo dep6sitos salines, poeira de cimento o” de vapores 
gcidos. uma limpeza maie freqiiente deve ser necesskia, 
a fim de evitar descargas de contomo. 
10.5.11 Pepas e materiais sobressalentes 
Listas de pe~as e materiais sobressalentes recomen- 
dados pare serem mantidos em estoque pelo usukio. A 
lista deve canter, no minima, o nome da peqa, o ntimero 
de referCrack quo a identifique em urn desenho de con- 
junta e o c6digo de ref&ncia do fabricante do equipa- 
mento. 
10.5.12 Ferramentes especiais 
Lista e desenhos das ferramentas especiais, case exis- 
tam, necess&rios B montagem etou manuten@o. 
10.5.13 Medidas de segurenFa 
0 fabricante dew mencionar todas es medidas de se- 
g”renGa relativas ao disjuntor pare que OS trabalhos de 
manuten$Ho sejam cumpridos dentro das melhores 
condi@?s de segureya. Devem sercitadas, entre outres, 
es medidas seguintes a eerem adotadas antee dos 
trabalhos de manuten$So: 
a) descarregar OS capacitores de equaliza@o (se 
houver); 
b) aterrar OS circuftos principais: 
c) descarregar o sistema de acumula@o de ener- 
gia pare fechamento e abertura; 
d) desligar elou bloquear pelos meios adequados, 
es alimenta@es pare circuitos de comando e ser- 
viqos auxiliares. 
IANEXOA 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
ANEXO A - Figuras 
-i-k---$+/--\--. 
r 
“4 14 i-i34 -t c f 
0 
I 1 
$2 - L, 7 
4 t2 ts 4 ,* ts t7 
TensHo entre OS terminais do primeiro pcllo que abre 
Corrente no primeiro ~610 que abre 
TensBes entre OS terminais nos outros dois ~610s 
Corrente “05 outros dois pblos 
Comando de fechamento (tensBo nos terminais do disparador de fechamento) 
Comando de abertura (tens5o nos terminais do disparador de abertura) 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 
f 
‘4 
: 
f 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
6 
9 
10 
11 
12 
13 
14 
fnstante do comando de fechamento 
fns.tante em que a corrente comega a circular no circuit0 principal 
. fnstante em que a corrente B estabelecida em todos OS p&x 
. fnstante da aplica@o da fonte de energia auxiliar ao disparador de abertura 
- fnstante da separa@o dos contatos de arco (ou inicio do arco) em todos OS p&x 
lnstante da extin@o final do arc0 em todos OS ~610s 
- fnstante do desaparecimento dos fenBmenos de tens& transit&a, no tiltimo @lo que interrompe 
- Corrente de estabelecimento (crista) (ver 3.32) 
Correnta de interrup@o (ver NBR 5459) 
- Valor de crista da componente alternada 
-Componentecclntfnua 
- TenSo aplicada (ver NBR 5459) 
-Tens.% de restabelecimento B freqtikxia industrial (ver NBR 5459) 
Intervalode tempo daTRT 
-Tempo de abertura (at& a separa@o das contatos de arco) (VW 3.51) 
-Tempo de arco (ver 3.52) 
-Tempo de arco de urn disjuntor tripotar (ver 3.52) 
-Tempo de interrup@o (ver NBR 5459) 
-Tempo de restabelecimento (ver 3.55) 
-Grade afternkuia 
-PequenaalternAncia 
Nota: Ver Capitulo 3. 
Figura 1 - Oscilograma tipico de urn ciclo de estabelecimento-interrup~Ho em curto-circuit0 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
sl7118/1994 57 
NokxVer3.13e3.14. 
t 
COrrente 
IkA) 
Onde: 
NF-bb 
NA-a 
NA-oa 
Disjuntor aberto Disjuntor fechado 
Figura 2 - Diagrama de operaqiio de contatos auxiliares 
C 
---_ 
--- 
I 
IE’ 
- Envolvente da onda de corrente 
Envolvente da onda de cormnte 
Eixo do zero 
Deslocamento do eixo do zero da onda de corrente a cada instante 
- Valor eficaz da componente alternada da corrente. a cada instante, medido a partir de CC 
- In&ante da separa~~o dos contatos 
- Corrente de estabelecimento 
-Valor de crista da componente altemada da corrente 
Jo& 
fi 
-Valor eficaz da componente atternada da corrente no instante EE 
b: 
. Componente continua da corrente no instante EE 
k.100 
- -Porcentagem decomponentecontinua 
IL 
Nola: Ver 5.5 e 5.9. 
. 
X(ms) 
Figure 3 - Determina@o da corrente de estabelecimento e da porcentagem da componente continua 
da corrente interrompida 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR71 lW1994 
10 I / - 
0 
0 10 20 30 40 50 60 
Onde: 
T -tempo a partir do inicio da corrente de curbcircuito (ms) 
Notas: a) 0 amortecimento da componente continua da corrente de curb-circutto ocwre de forma exponential inversa. sendo a cons- 
tank de tempo considerada de 45 ms. 
b) “er 5.5,7.1.10 e a.3 
Figura 4 - Porcentagem da componente continua em fun@0 do tempo 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
Al 
“c - 
UI - 
u’ - 
0 
‘ens& (kV1 
_-- 
&’ I I 
‘d t’ t1 
Tempo Tempo 
t2 t2 
. . 
(ps) (ps) 
Nota: Ver 5.6 e 7.1.8.5 
Figura 5 - Representa@o de uma TRT especificada par meio de urn tra$ado de referhcia 
a quatro parSmetros e par urn segment0 de reta definindo urn retardo 
Nota: Ver 5.6 e 7.1.6.5. 
NBR7118/1994 59 
Tens& (kV) 
td t’ td t’ t3 t3 Tempoo( bi Tempoo( bi 
Figura 6 - Representa@ de uma TRT especificada par meio de urn traGado de referencia 
a dois parSmetros, e par urn segmento de reta definindo urn retardo 
ui 
onde: 
60 NBR7118/1994 
+i ‘d 
A = Inter&m da envolvente da TRTI corn a linha de retardo 
B = Interse@ da envolvente daTRTl corn a envolvente da TRT 
Notas: a) ver 5.6 e 7.1.8.5. 
b) Foi desprezado urn ligeiro deslccamento da TRT a t = 0. 
Figura 7 - RepresentaqBo da TRTI e da SUB relaqHo corn a TRT 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 NBR7118/1994 61 61 
Onde: Onde: 
G = fonte de energia G = fonte de energia 
VP = valor da tens&, fase-terra: U,/,& UP = valor da tens&, fase-terra: U,/,& 
IL = corrente de falta na linha IL = corrente de falta na linha 
D = disjuntor D = disjuntor 
X, = reat&vzia do lado da fonte de energia X, = reat&vzia do lado da fonte de energia 
X, = reat.%ncia do lado da linha X, = reat.%ncia do lado da linha 
Z = impedkzia de surto na linha Z = impedkzia de surto na linha 
L = comprimento da linha at6 a falta L = comprimento da linha at6 a falta 
Nota: “er 5.8 e Anexo D. Nota: “er 5.8 e Anexo D. 
Figura 8 - Circuito de falta na linha Figura 8 - Circuito de falta na linha 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
Temperatura (*Cl 
TA 
t 
I I ___----- ___----- 
i i 
d ef g h 
Nota: Ver 7.1.13. 
Figura 9-(a) - Ensaio a baixa temperatura 
Temperotura(*C) 
t 
24h 
l 
Tempo(h) 
Figura 9-(b) - Ensaio a alta temperatura 
f.~otas: a) As letras de “a” a “j” identificam OS pontos de aplica#ra dos ensaios especificados em 7.1.2.6.5 e 7.1.2.7 
b)“er7.,.2.6,7.,.2.6.6e7.1.2.7. 
Figura 9 - SeqiiCncia de ensaios para OS ensalos -a baixa e alta temperatura 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NE 3R7118/1994 63 
Temperatura do 
or ambiente 
(“C ) 4022 
Umidode 
relativa 
(%) ,m 
252: 
A 
$1 
t 
/ 
T 
I 
I 
I 
I 
I 
I 
I 
L 
I 
c 
I 
I 
I 
I 
I 
I 
I 
I 
I 
II 
I b 
, 
I Tempo bin) 
I 
I .r----- 
1, 40 j Tempo (min) 
C.~ 
Nota: Ver 7.1.2.8. 
Figura 10 - Ensaia sob condi@es de umidade 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
64 NBR7118/1994 [ NBR7118/1994 
Esforcos horizontais Esforcos horizontais Esforcos verticois 
Terminal 2 Terminal 2 
Terminal 2 
onde: onde: 
F F li* li* = Esforqo horizontal de tra@o devido a0 peso pK5priO do condutor e B press20 do vent0 sobre o condutor (dire@% A) - ver = Esforqo horizontal de tra@o devido a0 peso pK5priO do condutor e B press20 do vent0 sobre o condutor (dire@% A) - ver 
Tabela 21 do Anexo B Tabela 21 do Anexo B 
F, F, = Esfoqo horizontal de traq% devido a0 peso pr(rpriO do condutor e B press20 da vent0 sobre 0 condutor (dire@ B) - ver = Esfoqo horizontal de traq% devido a0 peso pr(rpriO do condutor e B press20 da vent0 sobre 0 condutor (dire@ B) - ver 
Tab& 21 do Anexo B Tab& 21 do Anexo B 
+ + = Esforp vertical de tra$Bo devido ao peso pr6prio do condutor e B press% do vento sobre o condutor (dire@ C) - ver = Esfqo vertical de tra$Bo devido ao peso pr6prio do condutor e B press% do vento sobre o condutor (dire@ C) - ver 
Tabela 21 do Anexo B Tabela 21 do Anexo B 
F”t F”t = Esfoyo horizontal devido B press% do vent0 sobre o disjuntor - cakulada pelo fabricante = Esfor~o horizontal devido B press% do vent0 sobre o disjuntor - cakulada pelo fabricante 
F F F F F = Cargas est~ticas nominais nos terminais (forqas resultantes) F = Cargas est~ticas nominais nos terminais (forqas resultantes) 
.@A 6Ia . . .@A 6Ia . . 
Notas: a) ver 7.1.2.9. 
I 
Notas: a) ver 7.1.2.9. 
b) Opontode aplicq5.o sobreodisjuntor dafqa horizontal devfda aoventopodeserdeslocado do centrode aplica$Bodapres- 
tie para o terminal do disjuntor. e a amplitude da for$a dew ser reduzida proporcionalmente ao maim bqo de alavanca. 
b) Opontode aplica@o sobreodisjuntor dafqa horizontal devfda aoventopodeserdeslocado do centrode aplica$Bodapres- 
tie para o terminal do disjuntor. e a amplitude da for$a dew ser reduzida proporcionalmente ao maim bqo de alavanca. 
I c) Ver Figura 12 para identificar as dire@es A, B. C c) Ver Figura 12 para identificar as dire@= A. 6. C. 
Figura 11 - Esfcqos est&ticos nos terminais Figura 11 - Esfcqos est&ticos nos terminais 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
Terminal I 
NBR7118/1994 NBR7118/1994 65 65 
onde: onde: 
Sentido dos esforps no terminal 1: A,,B,.E, Sentido dos esforps no terminal 1: A,,B,.E, 
Sentido dos esforpx no terminal 2: A,.B,,B, Sentido dos esforpx no terminal 2: A,.B,,B, 
Esforps horizontais de ensaio: F,, e F*, Esforps horizontais de ensaio: F,, e F*, 
Figura 12-(a) - Esfoqos horizontais Figura 12-(a) - Esfoqos horizontais 
Onde: Onde: 
Sentido dos esforpos nos terminais 1 e 2: C,,C, Sentido dos esforpos nos terminais 1 e 2: C,,C, 
Esforps verticais de ensaio (ambos OS sentidos): + Esforps verticais de ensaio (ambos OS sentidos): + 
Figura 12-(b) - Esforqos verticais Figura 12-(b) - Esforqos verticais 
Notas: a) c suficiente ensaiar apenas urn terminal no case de disjuntores sim&ricos em rela@ ao eixo vertical do centro do p,jo, Notas: a) c suficiente ensaiar apenas urn terminal no case de disjuntores sim&ricos em rela@ ao eixo vertical do centro do p,jo, 
b) Ver 7.1.2.9 e Figura If. b) Ver 7.1.2.9 e Figura If. 
Figura 12 - Sentidos dos esfoqos est&icos nos terminais Figura 12 - Sentidos dos esfoqos est&icos nos terminais 
A B c A B C 
I 
a 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
66 NBR7118/1994 
N,,,a:“er7.1.5e7.2.2. 
Figura 13 - Principais esquemas de liga@es para urn disjuntor tripolar 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 67 
Detolhe de M 
Onde: Onde: 
F = filtro F = filtro 
4 = resistenciaequivalentede R, em&riecom acombinapHoem parafelode R,e aresistenciaequivalentedodispositivo de me- 4 = resistenciaequivalentede R, em&riecom acombinapHoem parafelode R,e aresistenciaequivalentedodispositivo de me- 
di@o di@o 
ZS = impedz%cia de urn capacitor ou de urn circuit0 compost0 de capacitor e de indutor em s&k ZS = impedz%cia de urn capacitor ou de urn circuit0 compost0 de capacitor e de indutor em s&k 
L L = indutor para derivar as correntes B freqi%ncia industrial e para compensar as capacithz.ias parasitas na freqii6ncia de me- = indutor para derivar as correntes B freqi%ncia industrial e para compensar as capacithz.ias parasitas na freqii6ncia de me- 
di@o di@o 
Figura 14 - Esquema do circuito de ensaio de radiointerfer&xia para disjuntores Figura 14 - Esquema do circuito de ensaio de radiointerferkxia para disjuntores 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 NBR7118/1994 
t 
Ten&( kV 1 
I A 
66 66 
No~:"er7.1.6.1.2-c),7.1.6.3.6e7.1.6.5. No~:"er7.1.6.1.2-c),7.1.6.3.6e7.1.6.5. 
Figura 15 - Exemplo de duas ondas de TRT presumida de ensaio e da envolvente do conjunto Figura 15 - Exemplo de duas ondas de TRT presumida de ensaio e da envolvente do conjunto 
pars ensaio em duas etapas pars ensaio em duas etapas 
Nota:“er7.1.6.3.2S7.1.7.3. Nota:“er7.1.6.3.2S7.1.7.3. 
Figura 16 - Aterramento dos circuitos de SnSSiO, para eMaiDS monof?isicos em curto- Figura 16 - Aterramento dos circuitos de SnSSiO, para enSSiOS monof?isicos em curto- 
circuito, fator de primeiro ~610 1,5. Circuito preferencial para urn disjuntor circuito, fator de primeiro ~610 1,5. Circuito preferencial para urn disjuntor 
destinado s uma utiliza+ geral, quaisquer que sejam as condi@Ss de destinado s uma utiliza+ geral, quaisquer que sejam as condi@Ss de 
aterramento do neutro do slstema; circuit0 de ensaio utilizado coma alter- aterramento do neutro do slstema; circuit0 de ensaio utilizado coma alter- 
nativa para urn disjuntor destinado S ser utilizado em urn Sistema de neu- nativa para urn disjuntor destinado S ser utilizado em urn Sistema de neu- 
tro diretamente aterrado (sujeito S aprova$Bo do fabricante) tro diretamente aterrado (sujeito S aprova$Bo do fabricante) 
6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
IBR7118/1994 69 
Nota:“er7.1.6.3.2e7.1.7.3. 
Figura 17 - Aterramento dos circuitos de ensaio, pare eneaios monof&icos em curto- 
circuito, fator de primeiro ~610 1.5. Circuit0 preferencial pare urn disjun- 
tar destinado a ser utilizedo em sistema corn neutro aterrado; circuito de 
ensaio utilizedo coma alternativa pare urn disjuntor de utiliza@o geral, 
quaisquer que sejam ee condi@es de aterramento do neutro do sistema 
(sujeito a aprova$80 do usuhio) 
NotxVer7.1.6.3.2e7.1.7.3. 
Figure 16 - Aterramento doe circuitos de ensaio pare eneaios monofkicos em curto- 
circuito, fator de primeiro ~610 1,3 - Circuito preferential 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
I I NBR7118/1994 NBR7118/1994 
Onde: 
uC = valor de crista especificado da TRT 
urn = TRT medida cam redugm de teens% 
u, = valor da crista da tens% B freqijencia industrial sem redu@o da tense0 
‘OS quadrados representam combina@?s de capacitkwias e resistencias 
Nota:Ver7.1.6.3.2e7.1.14. 
Figura 19 - Circuit0 de enA0 para ensaios monofkicos em discordSncia de fases 
Tendo (kV) Envolvenfe da TRT 
“0 -- 
Liti4tc -I- Q td t’ 
Nota:Ver7.,.6.1.2-c),7.1.6.3.6e7.1.6.5 
I 
LLinha de retordo 
[ da TRT especificodo 
I 
11 +2 
Figura 20 - Exemplo deTRTpresumida de ensaio corn envolvente a quatro par%netros 
que atende 9s condi@s exigidas para 0 ensaio de tipa (case da TRT espe- 
cificada corn linha de reter&xia a quatro parSmetros) 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NW71 18/1994 71 
t 
Tensio (kV) 
I Envolvante do TRT pr*sumdo de ensaio C t - 
1 Linha de retard0 
da TRT etpedficado 
‘TRT Presumida 
de e.nsaio 
I I 
1’ +3 
e 
Tempo (ps 1 
Nota:“er7.1.6.3.2.7.1.6.5eAnexoM. 
- Exemplo de TRT presumida de ensaio corn envolvenle a dois parimetros que 
atende Bs condi@es exigidas para 0 ensaio de tip0 (case da TRT especifica-da corn linha de referCncia a dois par-%netros) 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
“, 
A 
* N .’ 
m 
C 8 
*’ 
? 
Figura 22-(a) - Circuito preferential 
* OS quadrados representam combinaqiks de capacitkcias e resist&c&s 
Nota: ver 7.1.7.3. 
Figura 22-(b) - Circuito alternative 
Figura 22 - Aterramento dos circuitos de ensaio para ensaios trifkicos em curto- 
circuito, fator de prim&o ~610 1,5 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R711811994 73 
Figura 7.3~(a)-Circuito preferential 
* OS quadrados representam combina@%s de capacitBncias e resisthcias 
Nota: Ver 7.1.7.3 
Figura 23-(b) - Circuito alternative 
Flgura 23 - Aterramento dos clrcultos de SnSSiO para ensaios trifzhicos em curto- 
circuito, fator de prim&o p&o 1,3 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 
Nota: ver7.1.7.3. 
Nob: Ver 7.1 .I.5 
Figure 24 - Aterramento dos circuitos de ensaio pare ensaias monof6sicos 
em curto-circuito, fator de primeiro ~610 1,3 - Circuito alternative, 
sujeito B aprova@o do usu6rio 
Teed0 
(kV) 
Envolventa da TRT 
/ prssumido de ensaia 
TRT prssumida 
Linho de raferincia 
I TRT eapecificoda 
td 
t’ 
t3 Tempo(p) 
Figura 25 - Exemplo de TRT presumida de ens& corn envolvente e quatro 
par?ametros que atende Bs condi@es exigidas pare o ensaio 
de tipo (case da TRT especificada corn linha de referencia a 
dois parBmetros) 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 75 
1 Ten& ( kV 1 
Envolvente da TRT 
C 
“I ------ 
Linha de raferfncio I 
da TRT espacificado I 
Linha de ratordo I 
.do TRT sspscificoda I 
Figura 26 - Exemplo deTRT presumida de ensaio corn envolvente dois 
paremetros que atende As condi$Bes exigidas para o ens& 
de tipo (case da TUT especificada corn linha de refer&ncia a 
quatro par6metros) 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
76 NBR7118/1994 
Pdlo I 
PdlO tt 
PM01 = primeiro ~610 a abrir 
00 = instante da extinr$o final do arco em 
todas as fases 
G,G, = instante l/(Zf) a paltir de 00 
GSGz = instante l/f a partir de 00 
f = freqiXncia de ensaio 
4 
- - valor da tens% de restabelecimen- 
2./T - 
to B freqiiiacia industrial do ~610 I 
V2 
- = valor da tens% de restabelecimen- 
2-E 
to & freqihcia industrial do ~610 II 
V 
J - valor da tens& de restabelecimen- 
2J5 - 
to B freqtihcia industrial do pirIo III 
No pblolllocorre umacristadatens~oexatamente 
no instante G,G,. Neste case. a medi@o deve ser 
feita no instante posterior G,G,. 
Not%: a) 0 valor m6dio da tens% de restabelecimento B freqii&ncia industrial dos p6los I, II e Ill B dado pela seguinte express%: 
TRF,= v,I(z~+v,I(2~+v,I(2~) 
3 
b) 0 exemplo ilustra tr6s tensdes obtidas durante urn ensaio de urn disjuntor tripolar, num circuito de ensaio trif&ico corn urn de 
seuspontosneutrosisolado(verFigura 22). assimproduzindomomentaneamentenoprimeirop61oainterromper~ma~~~~t~ 
de 50% natens!% de restabelecimento coma mostrado no ~610 I. 
Figura 27 - Determina+ da tensHo de restabelecimento A freqii&ncia industrial 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 77 
Tell& 
(kV) 
“m -257 
u, =u,- 19e 
97,9 
I 
’ Ten&o 
97,9- 
(kV) 
VISTA AMPLIADA 
DAS 
TENS&S INICIAIS 
Nota: Ver 7.1 .I3 e Anew D. 
Figura 28 - ConstruqBo da TRT especificada para faltas na linha 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
78 NBR7118/1994 
l- 
0, 
Y 
Tensdo 
(kV) 
9u 
\ 
-I Uo 
IL* 
h - 
x 
.--L 
1 0.1 u L* 
‘OL’- 
Tempo Ifi s 1 
Note: Ver 7.1 .I3 
Figura 29 - Exempt0 de TRT do lado da linha corn retardo initial e crista arredondada, 
mostrando a constru@o para obten@o dos valores Us *, t, e t,, 
* 0s quadrados representam combina@es de capacikkcias e resistikcias 
Nota:Ver7.1.14. 
Figura 30 - Circuito de ensaio em discordencia de fases usando duas 
tensees defasadas de 120 graus elktricos 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 NBR7118/1994 79 79 
* 0 quadrado representa combin@es de capacitfmcias e resist6ncias * 0 quadrado representa combin@es de capacitfmcias e resist6nci.a 
Nota: Ver7.1.14. Nota: Ver7.1.14. 
Figura 31 - Circuiio de ensaio monofkico em discordlncia de fases, corn Figura 31 - Circuiio de ensaio monofkico em discordlncia de fases, corn 
urn terminal do disjuntoraterrado urn terminal do disjuntoraterrado 
* OS quadrados representam combina@es de capacitincias e resist&c& * OS quadrados representam combina@es de capacitincias e resist&c& 
NotxVer7.1.14. NotxVer7.1.14. 
Figura 32 - Circuito de ensaio trifhsico em discordkcia de fases, atewanda QS Figura 32 - Circuito de ensaio trifhsico em discordkcia de fases, atewanda QS 
tr& terminais do mesmo lado do disjuntor tr& terminais do mesmo lado do disjuntor 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
80 NBR7118/1994 
* ” 
l”‘t- 
I I 
-- 
* OS quadrados representam combina@es de capacithcias e resist&n&s 
Nota: “er7.1.14. 
Figura 33 - Circuita de ensaio trifkico em discordlncia defases, 
aterrando o ponto neutro da fonte 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 81 
i 
m-0 
mrlm 
% 
onda: 
AA’ . enwlvente superior da onda de corrente senoidal 
w - enwlvente inferior da onda de corrente senoidal 
CC eixo da onda de corrente e lugar dos pontos eqtiidistantes de Me BB’ em cada instante da componente continua 
BT - linha de zeros e dur@o do curt@-circuit0 
b 
x+-Y 
. valor eticaz instantheo da companente da corrente alternada igual a z 
IO/ 
x+Y 
-valor eficaz insthtaneo da componente da corrente continua igual a 2 
1. -valor eticaz instantheo da cotrente senoidal incluindo as componentes alternadas e continua igual a $2x 
lo,l&....ll,O . valor de I& medido nos instantes 0, 1, 2. . . . . e 10 
‘, - valor da t’crista da corrente 
rota: Ver7.1.15 e Anexo J. 
Figura 34 - Determina@o do valor da corrente de curto-circuito 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
Tens& 
(kV) 
Y 
Onde: 
12 Tempo 
U companente fundamental da forma (I-%x) 
Figura 36 - TensSo de restabelecimento presumida para ensaios 
de interrupth de correntes capacitivas 
82 NBR7118/1994 
‘en& (kV) 
Nota: “er hex0 C. 
Figura 36 - Representa@o par quatro parAmt?tros de uma TRT presumida 
de urn circuit0 (case C-2.3.1) 
C6pia impressa p-40 Sistema CENWIN 
3R7118/1994 83 
TenSa’0 
(kV) 
Nota: Ver Anexo C 
Figura 37 - Representa@o porquatro par&netros de umaTRT presumida 
de urn circulto (case C-2.3.2) 
(kV) / 
I 
‘2 
. 
TempobtS ) 
Nota: Ver Anexo C. 
Figura 38 - Representa+ par quatro parSmetros de “ma TRT presumida 
de urn circuito (case C-2.3.3-a) 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
84 NBR7118/1994 
ATWISBO 
(k’.‘) 
; 
A/ , C “c.------- 
Nota: Ver Anexo C. 
Figura 39 - Representa@o por dois parZametros de uma TRT presumida 
de urn circuito (case C-2.3.3-b) 
0.4 
um 
1.4 
093 b3 
032 
0.1 
VI I I I I I I I I I I I II I] 
1 o,g OJ 08 03 
IL/I 
Note: ver Anem 0 
Figura40- Nomograma relacionando u,N,e u,/Umcom IL/l 
I/“, 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
R7118/1994 85 
- Tens&a especificoda 
--I Tens&a de ensaio 
Tent& 
t 
(kV) 
TRT 
TRT eSpecificada e 
TRT de ens&, componentas e resultante 
b) 
‘Tens% tmnsitdrio do Iado do fonte 
Nota: Ver Anexo D. 
Figura 41 - Exemplo de TRT especificada e TRT de ensaio para faltas na linha 
em urn ensaio em c&naras separadas 
LO 
i 
i 
L 
C 
:Onde Lo>> L 
f= 
1 1 
2n Jc = 2n Jclo 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
86 NBR7118/1994 
Onde: 
U = tens% do sistema 
= valor de crista da corrente de energiza$% 
f = freqS&ncia de ccrrente de energiza@o 
L, = indut&uzia da fonte 
L = indut?mciaem s&k corn 0 banco de capacitores sob manobra 
= capacfteinncia do banco de capacitores sob manobra (equivalente ao valor da liga@h em estrela) 
Nota: “er Anexo E. 
Figura 42-(a) - Manobra de banco rinico de capacitores 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 87 
LO 
?I P L Li 
-C -ci 
L, = indut?mcia em &de corn o banco de capaciiores no lado da lonte 
C, = capacitdncia do banco no lado da fonte (equivaknte ao valor da liga@o em estrela) 
s = tam de crescimento da corrente de energiza@o 
Notas: a) Ver Anexo E. 
b) As demais grandezas estk definidas na Figura 42-(a). 
Figura 42 -(b) - Manobra quando banco de capacitores estti previamente ligado 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
88 NBR7118/1994 
\ LO ---- 
TX 1 L LI L2 L” -C -Cl -C2 PC” 
L’s 
1+L..+1 
Ll k? Ln 
c’=c,+c,+...+c” 
L’ e c’ substituem L,C, na Figura 42-(b) 
Cl ce,c”lo 6 correto. SOmente se: 
L,C, = L& = ._, LnCn; case contr6rio 6 uma aproxima@a 
L,.L...Ln = indutkcia em serie corn OS bancos de capacitores no lado da fonte 
C,,C,...Cn = capacttkcias dos bancos no lado da fonte (equivalente ao valor da liga@o em estrela) 
Notas: a) VW Anexo E. 
b) As demais grandezas estho definidas nas Figuras 42-(a) e 42-(b). 
Figura 42-(c) - Manobra quando “n” bancos de capacitores est5o previamente ligados 
Figura 42 - Corrente de energiza@io de banco de capacitores 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
Tam de vazamento par ~610 
Componentes do ~610 para ensaio de 
estanqueidade 
c&mar.2 (1) 
c&l-aa (2) 
Caixadomecanismo (3) 
Colunade porcelana (4) 
Bieladecomando (5) 
AfXl”O 
Anel0 
Am?l”o” 
Awl”0 
(4 
(W 
(4 
Cd) 
Taxade vazamentoadmissivel 
(104 Pa. Us) 
60 
60 
20 
2 
20 
2 
2 
2 
2 
170 
NBR7118/1994 89 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 r 
I 
/continua@3 
~axa de vazamento do Tava de vazamento admissivel 
disjuntorcompleto (lO+Pa. L./S) 
P&I 64) 170 
P&J w 170 
PI30 62 170 
Cubiculodecomando(incluindo 
v8tvulas. man6metros, sistemas 
de supervis8o) (0 60 
I 
Tubula@o @I 2 
Tubula& VI 2 
2 
(9) 
576 I Tubula@o Total do disjuntot 
576~10~. 60. 60 24. 365 
1 Fret = = @+I). 105. 266 100 1.0% par ano 
I 
Pressaonominaldeenchimento(P~ : 6 X IO5 Pa (manom&rica) 
PressBominima(P,J : 5.65 X lo5 Pa (manom&rica) 
Volume intern0 total : 266 L 
T= 
(6 -5.65) 266 IO5 
576 1~7~. 60 60 24 365 
= 5 ano* 
I 
Nota: “er Anexo G. 
Figura 43 _ Exemplo de tab& de coordena@o de estanqueidade (TC) - Disjuntoi 
~.~~~ a.- d- -----z- -1--1.- 
SENSIBILIDADE DURACdO PARA SOLUCiO DE 
ULTRA-SOM 
DETECTORES 
- zj 
VAZAMENTO SAdO 
CONDUTIVIDAOE CAPTURA ESPECTR&RAFO e 2 
DO VAZAMENTO PERDA DE AMONiACO DE DE DE iii@ 
2 
DE lhg DE SF TINTURA 
6 PRESS,%0 T~RMICA 
(%.L/S) hiA$ZARlCO 
HALOG~NIOS ELgTRONS MASSA 
Et: 
F 
L!? 
4SOODO anos 
ia q 
PULQUER OAk 
VAZAMENTO EFETIVO VAZAMENTO MARGINAL tNOTAbttN0TA.c) 
Notas: a) Detector de fuga de g&s em boas condi$des. Pode ser obtida urna melhor sensibilidade, pela medi@o global do vazamento. 
b) Em medi@o global de vazamento. 
c) Pelo m&do de detector de fuga de g&z (ver Anexo G). 
Figura 44 - ComparaqHo entre mCtodos de detec@o de vazamento 
. . 
I !? 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
92 NBR7118/1994 
Aplica& do 
curto-circuit0 
sepora@Jo 
contp 
ExtincSo final 
do arc0 
Tensdo de 
restobelecimento 
U-,-- 
I 
I 
I 
Envolvente da ando da 
!F.E.M. do circuit0 
I I 
Onde: Onde: 
E B AF E B AF 
Imped~nciadocircuito= T=D=C~ Imped~nciadocircuito= T=D=C~ 
E = valor eticaz da Forqa Eletromotriz (F.E.M.) do circuito na separa@o dos contatos = & E = valor eticaz da Forqa Eletromotriz (F.E.M.) do circuito na separa@o dos contatos = & 
D D 
I = valor eficaz da corrente de interrup+o = 3 I = valor eficaz da corrente de interrup+o = 3 
A = duas vezes o valor de crista da tens% aplicada; A = duas vezes o valor de crista da tens% aplicada; 
C = duas vezes o valor de crista da componente alternada da onda de corrente no inicio do curto-circuito C = duas vezes o valor de crista da componente alternada da onda de corrente no inicio do curto-circuito 
F = durq5o em segundos de urn semiperiodo da onda da tensi aplicada F = durq5o em segundos de urn semiperiodo da onda da tensi aplicada 
G = dura@o em segundos de urn semiperiodo da onda de corrente no instante de separa@o dos contatos G = dura@o em segundos de urn semiperiodo da onda de corrente no instante de separa@o dos contatos 
Nota: Ver Anexo H. Nota: Ver Anexo H. 
Figura 45 - Determina@o da impedhcia do circuito para c!4culo do fator Figura 45 - Determina@o da impedhcia do circuit0 para c!4culo do fator 
de potiscia de acordo corn o m&odo I de potiscia de acordo corn o m&odo I 
te da onda da 
~xonente de ciwto-circuit0 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
t 
Tl?llS60 
1 kV) 
Componente b freq&cta 
industrial corn redu@o da tens60 
Tempo(Cts) 
NBR7118/1994 93 
Onde: 
= valor de crista especificado da TRT 
u_=TRTmedidacomredu~8ode tens& 
= valor da crista da tens% B freqijhcia industrial sem redu@o da tensZo 
Nota: Ver Anexo I. 
Figura 46 - lnflui%ncia da redu@o da tens&J sobre o valor de crista da TRT 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
94 NBR7118/1994 
corrente 
Notas: a) Ver Anevo I. 
b) A tinha tracejada representa o compottamento para uma interrupt% ideal. 
Figura 47 - Interrup@o corn a tens5o de arc0 presente - Influ&ncia sobre a TRT 
Nota: Ver Anexo I. 
Figura 48 - TRT para uma interrup@o ideal 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 95 
Notas: a) Ver Anexo I. 
b) A linha tracejada representa para interrupqk ideal. 
Figura 49 - InterruppHo corn anteCipa@O pronunciada do zero da corrente - lnfltkkcia sobre a TRT 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
96 96 NBR7118/1994 NBR7118/1994 
(A) 
Onde: Onde: 
‘,.“, ‘,.“, = coneme e lens5.0 duranle o ensaio = coneme e lens5.0 duranle o ensaio 
L” L” = correnle e lens.% presumidas do sislema = correnle e lens.% presumidas do sislema 
E E =lensZo de reslabelecimenlo ti freq@ncia industrial =lensZo de reslabelecimenlo ti freq@ncia industrial 
A+B=A, A+B=A, 
B B 
~ + B = valor de crisla da TRT ~ + B = valor de crisla da TRT 
@+C) @+C) 
Not?. Ver Anexo I. Not?. Ver Anexo I. 
Figura 50 - Rela@a entre OS valores da corrente e da TRT no ensaio e OS respectivos Figura 50 - Rela@a entre OS valores da corrente e da TRT no ensaio e OS respectivos 
valores presumidos do sistema valores presumidos do sistema 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NElR7118/1994 97 
Notas: a) Ver Anexo I. 
b) A linha tracejada representa 0 comportamento para uma interrupqao ideal. 
Figura 51 - lnterrup@o corn corrente p&z-arco. fnfluPncia sobre a TRT 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
98 NBR7118/1994 
Onde: 
RKI,R~ = ,jrcuitos ressonantes s&e e paralelo para supress20 de harmlmicos, quando necess&ios 
T = transformada para isolar o circuito de injeq&? de alimenta+ e possibilitar ajuste da tensHo da saida 
es = interruptor de prote@o 
MS = interruptor para estabelecimento de corrente 
K = interruptor para curto-circuitar o diodo 
x = figa@ alternativa para K. para permitir 0 use de urn derivador. corn uma caracteristica nominal tempo-corrente 
relativamente baixa 
D = figa.+ em paralelo de diodes de silicio para interrup$Bo rapida (at6 5 diodes) 
sl = derivador para medi@ de corrente 
0, = oscitdgrafo de raios catklicos: primeiro traGn usado para registrar a amplitude e a linearidade da corrente e para 
conferir a opera@ do diodo 
4 
= oscit6grafo de raios cat6dicos: Segundo tra$o para registrar as respostas dos circuitos de ens&c 
P = circuito de ensaio para medi#3da TRT presumida 
w = unidade de comando para fornecer a seqil&xia de opera@ indicada na Figura 53 
Notas: a) A medi@o da corrente injetada pode ser feita no potential de terra. 
b) Vet Anexo I. 
Figura 52 - Esquema do equipamento de inje@o de corrente B freqijhcia industrial 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NB!=i7118/1994 99 
-A 
--- 
---------+S _------- 
-MS fechodo 
Oisparo de 0, e O2 
Onde: 
1, = dura.@ da f,assagem de corrente, antes da opera@ da chave K 
Notas: a) Em repouso: BS e K est& fechados e MS esti aberto (ver Figura 52). 
b) Vatores tfpicos compreendidos entre 10 ciclos e 20 ciclos da corrente injetada. 
c) 0 principal crit6rio 6 0 decrescimo da componente continua da conente, se houver; o decrdscimo deve ser tat que esta 
componente se tome inferior a 20% da componente altemada. 
d) Ver Anew I. 
Figure 53 - Seqiiencia de operaq6es do equipamento de inje@io de corrente A freqijikcia industrial 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
I NW71 18/1994 
Onde: 
R = resistor de carga 
S = relb de comuta@o 
CL = capacitor de alimenta@o 
sh = derivador para mediG% de cormnte 
0, = oscil6grafo de raios cat6dicos: primeiro tra$o utilizado para registrar a amplitude e a linearidade da corren- 
tee para conferir o funcionamento do diodo 
OR = oscil6grafo de raios catirdicos: segundo traqo para registrar a resposta do circuit0 de ensaio 
13 = fig@o em paralelo de diodes de silicio para interrup@o repida (at6 IM) diodes) 
P = circuit0 de ensaio 
Cu = unidade de comando para fornecer a seqii&ncia de opera@k~ indicada na Figura 55 
Notas: a) A mediG% de corrente injetada pode lambem ser efetuada no potential de terra. 
b) Quando o capacitor CL carregado 6 ligado a0 Circuit0 de ensaio P pelo rek S, circuta uma corrente oscilat6ria de freqiiCncia 
f:. CL dew ser ajustado de tal modo we: 
t 
t < ;onde f., 6 a freq%ncia natural do circuito P; 
f@-l..- 2 (T 
e 
,2, , onde TJ2 6 definido na Figura 55; 
1, deve ser tat que as oscila@es sobrepostas de corrente desapare$am antes da passagem da corrente par zero, 
c) Ver Anexo I. 
Figura 54 - Esquema do equipamento de inje@io de corrente par capacitor 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 101 
Nota: Ver Anexo I. Nota: Ver Anexo I. 
onde: onde: 
1, 1, = comutap5o de S (VW Figura 54) = comutap5o de S (VW Figura 54) 
1, 1, = disparo do oscilbgrafo de raios cat6dicos = disparo do oscilbgrafo de raios cat6dicos 
u u = curva da tens% nos terminais do circuit0 de ensaio P = curva da tens% nos terminais do circuit0 de ensaio P 
I I = forma de onda da corrente injetada = forma de onda da corrente injetada 
Us = tens% m&ma aplicada aos diodos Us = tens% m&ma aplicada aos diodos 
to to = passagem de corrente pelo zero (comeqo da oscila@o da TRT) = passagem de corrente pelo zero (comeqo da oscila@o da TRT) 
t t = dun@ da corrente atraw% do diodo D. t=& = dun@ da corrente atraw% do diodo D. t=& 
+ = + = dura@o de meio ciclo da TRT dura@o de meio ciclo da TRT 
Figura 55 - BeqiMcia de opera+s do equipamento de Inje~80 de corrente par capacitor Figura 55 - BeqiMcia de opera+s do equipamento de Inje~80 de corrente par capacitor 
/ANEXOB 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
102 NBR7118/1994 
ANEXO B - Tabelas 
Tab& 1 - Niveis de isolamento para tens&s nOminaiS inferiores ou iguais a 242 kV 
TensHo nominal 
U” 
kV(eficaz) 
1 
72 
TensHo supori~vel nominal de 
imp&o atmosf&ico 
kV (crista) 
B terra, entre p6los e entre 
contatos abertos 
2 
40 
60 
TensZo supotiAvel nominal B 
freqWncia industrial durante 1 min 
kV(eficaz) 
i terra, entre p6los e entre contatos 
contatos aberlos 
3 
20 
15 95 34 
110 
24.2 (‘3 125 50 
150 
150 70 
36.2 LA1 170 
200 
72.5 350 140 
450 165 
145 550 230 
650 275 
750 325 
242 650 360 
950 395 
IA) Quando OS sistemas de 23 kV e 34.5 kV exigirem tense% nominal do disjuntor superior a 24.2 kV e 36.2 kV. respectivamente, de- 
vem ser tiilizadas as tensies de 25.8 kV e 38 kV. Neste case, OS niveis de tens&o suport&veis S&I OS mesmos previstos para 
24.2 kV e 36.2 kV. reSpectiVZ”e”te. 
Notas: a) Pam as tens&s nominais inferiores ou iguais a 72.5 kV. o nivel de isolamento dew ser escolhido conforme 4.2.1. 
b)Paraastensaesnominaissuperioresa72,5 kV,oniveldeisolamentodeveserescolhidocombasenosestudosdecoordena~o 
debolamento. 
c, ver 7.1.5. 7.2.2 e 8.2. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 103 
Tabeta 2 - Niveis de isolamento para tens6es nominais superiores a 242 kV 
de impulse de manobra de impulse atmosf6rico 
a terra entre 
-1050 (450)- 
-1675- 
Notas: a) 0s valores entre parhteses Go osvalores de crisladatens% hfreqlj&ncia industrial aplicada ao terminal oposto. calculados 
pelasf6rmulas: 
Un. fi,&. paraimpulsode manobra: 
0,7 Un & / &, paraimpulsoatmosf8rico. 
b) “Es, 5.2,7.1.5,7.2.2 e 8.2. 
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104 NBR71180994 
Tab& 3 - Limites de temperaturas admissiveis 
Natureza do elemento (AxB)a 
1 
1. Contatos’” 
1.1 Cobre nu ou liga de cobre nua 
- no ar 
- no SF, 
- no 61eo 
1.2 Prateados ou niquelados”) 
- no ar 
_ no SF, 
no bleo 
1.3 Estanhados (~1 (n 
- no ar 
- no SF, 
no de0 
2 Conexdes aparafusadas ou equivalentes(G) 
2.1 Cobre nu, liga de cobre nua ou liga de aluminio nua 
- no ar 
- no SF, 
- no 6k?O 
2.2 Prateados ou niquelados 
-“Oat 
- no SF, 
- no 61eo 
2.3 Estanhados 
-war 
- no SF, 
_ no 61eo 
3 Todos OS outros contatos ou conexiks feitos de 
metais nus ou revestidos par outros materiais 
4 Terminais para conex?io a condutotes externos 
atrav& de parafusos (I) 
4.1 Nus 
4.2 Prateados, niquelados ou estanhados 
4.3 Outros revestimentos 
5 6leo isolante para equipamentos de manobra cJ)w 
6 Pates met~licas atuando coma molas 
7 Materiais isolantes e pales met~licas em contato 
corn isolantes das seguintes classes (N) 
- y(para materiais n&o impregnados) 
A(para materiais imersos em 6leo ou impregnados) 
-E 
-I3 
Valores mkimos 
Temperatura final 
(“C) 
2 
75 
90 
60 
105 65 
105 65 
90 50 
90 
90 
90 
90 50 
105 65 
100 60 
115 75 
115 75 
100 60 
105 65 
105 65 
100 60 
w 
90 50 
105 65 
wz w 
90 50 
w w 
90 
100 
120 
130 
ileva$Ho de temperatura 
nra urn ambiente n50 
?xcedendo 40°C 
(K) 
3 
35 
50 
40 
50 
50 
50 
50 
60 
60 
90 
/continua 
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l- 
Natureza do elemento (AXB~(c) 
1 
-F 
- esmalte 
155 115 
a base de 61eo 100 60 
sintetico 120 80 
-H 180 140 
-c 0, 0) 
8 Toda pe@ met&lica ou de material isolante 
em contato corn o cileo, a exce@o dos contatos 
g lnv6lucros mellicos (p) 
100 60 
9.1 Pates acessiveis ao operador 70 30 
9.2 Pates acessiveis ao operador, p&m nSo 
necessitando ser tocadas durante a opera$Ho 
normal 80 40 
9.3 Pates inacessfveis ao operador conforme item 7 
d&a Tabela 
conforme item 7 
desta Tabela 
Valores m&ximos 
Temperatura final 
(“C) 
2 
Eleva~Bo de temperatura 
x~ra urn ambiente nHo 
excedendo 40°C 
(K) 
3 
NBR71180994 105 
I*) Segundo a suafun@o. a mesma pate pode pertencet a diversas categorias listadas nesta Tab&. Neste case. OS valores mtiimos 
permissiveisdetemperaturaedeeleva~Bodetemperaturaaserem consideradosssoosmenatesentreascategoriasconespondentes. 
b) Para disjuntores a vbuo os valores limites de temperatura e de eleva@o de tempemtura n% S&I aplickeis Bs panes sob v&xo. As 
outms partes n&, devem exceder OS valores de temperat”ta e de eleva~~o de tempetatura dados ne?.ta Tabela. 
(cl Todas asprecau~des necessxiriasdevemsertomadasparaque nenhum danosejacausado aos materiais isolantescircunvizinhos. 
101 Quando pates do contato tbm revestimentos diferentes, as temperaturas e as eleva~des de temperatura permissiveis devem ser 
aquelas da park que tern 0 menor valor permitido nesta Tabela. 
IE) A qualidade do revestimento dos contatos deve ser tal que uma camada de material do revestimento permane~a na Gea de coma- 
to ap6s os seguintes ensaios; case contrArio, OS contatos devem ser considerados “us: 
ensaio de estabelecimento e interrup@o; 
- ensaio de corrente suportZivel de curta dura@o; 
. ensaio de resist&?cia mec2mica. 
s Pam contatos de fusiveis. a eleva#x~ de temperaura dew ser conforme as normas pertinentes 
G) Quando as p&es de conex~o tern diferentes revestimentos. as temperaturas e eleva@es de temperatura permissiveis devem ser 
aquelas da par@ que tern o maim valor permitido nesta Tab&. 
(*) Quando oulros materiais alem daqueles dados nesta Tabela s% usados, S&IS propriedades devem ser consideradas principalmen- 
tea fim de se determinar as elew@es de temperatura mAximas permissiveis. 
(II@, valores de temperatura e de ekva@o de temperatura S&I vAlidos ainda que o condutor conectado aos terminais seja nu. 
(1) A temperatura deve ser medida no nivel superior do 6leo. 
&I Owe-se dar “ma aten&% especial B vaporix@o e oxida+% quando C usado urn 6leo de baixo ponto de fulgor. 
~a A temperaura n% deve alcan~ar urn valor que comprometa as propriedades fisicas do material. 
INI As classes de material isolante s80 as da NBR 7034. 
(01 Este material estA limitado somente pelo requisite de nfio causer danos is partes circunvizinhas. 
?I AplicAvel no case de disjuntores blindados isolados a gas. 
N~,a:“er5.4,7.1.4,7.1.6.8e7.1.15. 
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106 NBR7118/1994 
T&ela 4 - Valores da TRT presumida para curb-circuito nos terminais corn 100% I - Tenxies nominais 
[nferiores ou iguais a 72,5 kV - Representapfio par dois p&metros - Fator de primeiro ~610 I,5 
Onde: 
t, = 0,15t,paraUn<772,5kV 
t, = 0.05~para U,~72,5 kV 
t’ = 
u’ t, 
-+ td 
“C 
IwMJuando OS sistemas de 23 kV e de 34,5 kV exigirem tensao nominal do disjuntorsuperior a 24,2 kV e a 36.2 kV. respectivamente. de- 
v&o ser utilizadas as tens&s de 25.8 kV e 38 kV. Nate case. OS niveis de tens~o suport&‘eis s&o OS mesmos previstos para 
24,2 kV e 36.2 kV respectivamente. Neste case, OS valores daTRT sZm OS da Tabela 42. 
Notas:a)Ver5.6.7.1.8.5e7.1.10. 
b) OsvalwesdestaTabelas~oosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuiiodeensajo.Aenvok6ria 
daTRT presumida obtida no circuito do laboratdrio n&x dew estar abaixo da linha de refer.Sncia especificada nesta tabela. 
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NBR7118/1994 NBR7118/1994 107 107 
I 
Tab& 5 - Valores da TRT presumida para curto-circuit0 nos terminais corn 100% I - TensBes nominais Tab& 5 - Valores da TRT presumida para curto-circuit0 nos terminais corn 100% I - TensBes nominais 
iguais ou superiores a 145 kV - Representa@o par quatro parimetros - Fator de prim&o ~610 1.3 iguais ou superiores a 145 kV - Representa@o par quatro parimetros - Fator de prim&o ~610 1.3 
362 362 384 384 192 192 533 533 576 576 2 2 192 192 93 93 2 2 
43 43 486 486 244 244 6% 6% 732 732 2 2 244 244 124 124 2 2 
550 550 534 534 292 292 817 817 676 676 2 2 292 292 148 148 2 2 
Em Em 649 649 425 425 1169 1169 1275 1275 2 2 425 425 215 215 2 2 
CWk: CWk: 
u,=1,3 2” u,=1,3 2” 
i- i- 3 ” 3 ” 
t, = 3 t, t, = 3 t, 
u,=1,4u, u,=1,4u, 
I 
~ 
1 1 
u’= F”, u’= F”, 
u’.t u’.t 
t’ = t’ = -+t -+t 
“, d “, d 
Notas: a) OsvaloresdestaTabelas~oosvaloresdalinhade referenciaespecificadaparaTRTpresumidadocircuitode ensaio. Aenvol- Notas: a) OsvaloresdestaTabelas~oosvaloresdalinhade referenciaespecificadaparaTRTpresumidadocircuitode ensaio. Aenvol- 
t6riadaTRTpresumidaobtidanocircuitodolaboratCIrion~odeveestarabaixodalinhaderefer&nciaespecificadanestaTabela. t6riadaTRTpresumidaobtidanocircuitodolaboratCIrion~odeveestarabaixodalinhaderefer&nciaespecificadanestaTabela. 
b) Para a escolha do fator de primeiro pcllo. ver 8.3.2. b) Para a escolha do fator de primeiro pcllo. ver 8.32. 
c)“er5.6.7.1.8.5e7.1.10. c)“er5.6.7.1.8.5e7.1.10. 
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18 NBR7118/1994 
Tab&, 6 - Valores da TRT presumida para curto-circuit0 nos terminais corn 100% I - Ten+io nominal 
igual a 145 kV - Representa@ par quatro parfametros - Fator de prim&o ~610 1,s 
u,=1,5 2” r 3 ” 
t’= 
u’. t, 
-+ t, 
“3 
Notas: a) OsvaloresdestaTabelas~aoosvaloresdalinhade reterenciaespecificadaparaTRTpresumidadocircuitode ensaio. Aenvol- 
kj,iadaTRTpresumidaobtidanacircuitodo laborat~rion~odeveestarabai~odalinhaderefer~ncia especificada”estaTabela. 
b) Para a escalha do fatOr de primeir0 p610. ver 8.32 
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R7118/1994 109 
Tabefa 7 - Valores de TRTI presumida para curto-circuito nos terminais corn 100% I -Tens&s 
nominais iguais ou superiores a 145 kV 
TaiGO Fatordemultiplica~~opparadetermina~Bodacristainicial(~~)em 
nominal funCaodovaloreficazdacapacidadedeinterrup~~onominal(l) I 
Tempo 
kV 
1 
kVIkA 
2 
F 
3 
145 I 0,056 I 0,4 
0,112 I OB 
0,125 
I 04 
0.166 I 12 
Novas: a) As cristas iniciaiss8oobtidas. multiplicando-seosvalores dacoluna2 petovalor eficazdacompo- 
nente altemada (I) da capacidade de interrup@ nominal, ou seja u, = f, I. 
b)Ver5.7,5.8,7.1.8.5eAnexoD. 
Tabefa 8 - Valores da TRT presumida do circuito de alimentac5o 11ara faltas na linha referidos 
a 100% I -Tens&x nominal de 72,5 kV - Representa&o’por dois par?imetros 
I 
Taxade 
crescimento 
v3 
kV/ps 
7 
OW 
N&:a) Os~loresdestaTabelasosvaloresdalinhade refer~ndaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitode ensaio.AenvoMria 
daTRT presumida obtida no circuit0 do labwat6rio mio deve estar abaixo da linha de referencia especificada nestaTabela. 
b) Ver 5.8 e Anexo D. 
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110 NBR7118/1994 
Tab& 9 - Valores da TRT presumida do circuit0 de alimenta@ pars faltas na linha referidos 
a 100% I - Tens6es nominaiS iguais 0” SUperiOreS a 145 kV - Representapeo 
por quatro par2metros 
TelGlO 
nominal 
Prim&a Valorde 
ttio Tempo crista Tempo Retard0 THIS50 Tempo Taxade 
d3 daTRT crescimento 
refer&& 
u’. t 
1’= --+ t 
“, 0 
1, = 3.1, 
Notas:a)OsvaloresdestaTabelas~oosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuiiodeensaio.Aenvoltbia 
daTRT presumida obtida no circuito do laborat&io n?to dew estar abaixo da linha de refevkcia especificada nestaTab& 
b) VW 5.8 e Anexo D. 
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NBR7118/1994 
I 
Ill 
Tab& 10 - Valores das CaraCteristiCas nominais da linha, no case defaltas na linha 
Te&UI 
nominal 
Ntimerode 
mlululores 
porfase 
lmped?mciade 
surtonominal 
Fatordecrista 
nominal 
Fator da 
TCTFlT(4 Retah 
U” z 
k+) SW, t&c=’ 
kV n kV/(kA ps) F 
1 2 3 4 5 6 
< 145 02 
1a4 450 1.6 0.240 
> 242 03 
IWTCTF~T -Taxa de crescimento da tens% de restabelecimento transit6ria. 
(81 f’ara o fator da TCTRT, vet Anexo D. 
CC) “ma capacit%Ma prdxima do disjuntor e do lado da linha (par exemplo: secionadores. transformadores de carente e tens%) 
prCv@x uma taxa de crescimento mais baixa da tens% do lado da linha no seu estigio initial. lsto B levada em considera@ 
pela introdu@o de urn retardo do lado da linha. Esta capacit%cia n8o tern qualquer inRu&cia sobre a imped&ncia de surto da 
finha. Pam a determina@o desta taxa de crescimento e deste retardo, ver Figura 29 do Anexo A. 
IDI k. fator de crista, ver defini@o em 3.50. 
Nota: “er5.8.7.1.13 e 8.3. 
Tabela 11 - Valores da TRT presumida para interrup@o em discordancia de fases -Tens&es 
nominais inferiores ou iguais a 72,5 kV- Representa@o por dois pa&metros - 
Sistemas “80 diretamente aterrados 
TensHonominal ValordecrtstadaTRT I TWl!X I Taxadecrescimento 
U” 
kV 
1 
72 
“c 
kV 
2 
18,4 
f 
P 
3 
104 
%‘C 
kVI~s 
4 
918 
725 I 185 I 336 I 0.55 
I”~uandCossistemasde23kVede34.5kV exigiremtens% nominal do disjuntorsuperiora24,2kVea36,2kV, respectivamente,deve- 
r& ser utilizadas as tens&s de 25.8kV e 36kV. Neste case. OS niveis de tensHo suport~veis s80 OS mesmos previstos para 24.2kV 
e36,2kV, respectivamente. Nestecaso.osvaloresdaTRTs~ooosdaTabela45. 
~~C~:~)~~~oresdestaT~las%oosvaloresdalinhaderefer~nciaespecifidaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.AenvoltCria 
da TRT presumida obtfda nocircuito do laborat&fo n%o dew estar abaixo da linha de refer&x% especificada nesta tab&. 
b)Ver5.12. 
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112 NBR7118/1994 
I 
T&eta 12 - Valores da TRT presumida para interrup@o em discordlncia de fases - TensBes 
nominais iguais ou superiores a 145 KV- Representa@o par quatro paimetros 
- Sistemas diretamente aterrados 
TGil.GO 
nominal 
PrimeiratensZo 
de referticia 
Tempo 
Valorde 
cristadaTRT 
Tempo Taxade 
crescimento 
urn “, 
kV kV 
Y 
kV 
‘* 
cs 
54 
kV/vs 
1 2 3 4 5 6 
145 237 154 2% 462 1x1 
242 335 256 494 763 1.54 
362 591 384 733 1152 1.54 
460 751 ‘lea 93 1464 1S‘l 
550 633 583 1123 1749 1.54 
800 13% 851 1633 2563 1.54 
Onde: 
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NBR7118/1994 113 
TaMa 13 - Valores da TRT presumlda para interrup@o em discord.%wfa de fases - TensBes nominais iguais 
ou superiores a 145kV- Representa@ par quatro paremetros - Sistemas II&I diretamente 
atsrrados 
O”dE 
t=3t1 
u,=2,5 $lJn 
$ 
“~=1,25u, 
Notas: ~)CsvaloresdestaTabeias~oosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvoli6ria 
da TRT presumida obtida no circuit0 do laboratdrio n&x dew estar abaixo da linha de refer&ncia especificada nesta Tabela. 
b) “~5.12. 
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114 NBR7118/1994 
~abela 14- Valores mkimos admissiveis de sobretensk de manobra na interruppk de linhas em vazio, 
cabos em vazio e banco Qnico de capacitores, para disjuntores nSo livres de reacendimento 
Te”S%J 
nominal 
Tens& suport~vel 
nominal de imp&o 
atmosf&ico 
Valores miximos admissiveis de 
sobretensZio de manobra para terra 
A 
Kv 
(crista) 
cd 3 WI 5 
cd I. J2/3 
Kv 
Cd 1. J-x 
(plunidade) (vista) (plunidade) 
kV(eficaz) kV (crista) 
1 2 3 4 5 6 
40 17.6 3,O 14,7 2.5 
60 26,4 4.5 14,7 23 
72 
15 
24,2’“’ 
95 
110 
3.0 30,6 2.5 
4,O 30,6 2.5 
3.2 49 2.5 
4,O 49 23 
4,7 49 23 
3,l 74 23 
3,1 74 23 
4,o 74 2.5 
3,5 148 Z5 
125 
150 
170 
36.2”, 150 93 
170 93 
200 118 I 
350 72.5 
145 450 
550 
650 
356 3,O 297 2,5 
356 3,O 297 2.5 
415 3,5 297 215 
242 750 
650 
950 
535 2,7 
595 3.0 
595 3.0 
395 2.0 
395 zo 
395 2.0 
950 
1050 
1175 
362 
1425 
1425 
1550 
1675 
I*) r&and0 OS sistemas de 23 kV e de 34.5kV exigirem tens% nominal do disjuntor superior a 24.2kV .? a 36,ZkV respectivamente, de- 
verao ser utilizadas as tens&s de 25.8kV e 38kV. Neste case. OS niveis de tens% supo”&eis s&z OS mesmos previstos para 
24,ZkV e 36.2kV respectivamente. Neste case, OS valores admissiveis de sobretens% de manobra sHo OS da Tabela 46. 
Notas: a) Nesta Tab&. o nivel de isolamento 6 indicado pela tens% suport%~el de imp&o atmosf&ico; as tens&s suport&veis “omi- 
nais B freqiiencia industrial e de impulse de manobra podem ser abtidas das Tabelas 1 e 2. 
b) 0s valores aplicam-se somente Bs prescriqbes de ensaio de 7.1 .16. Esta Tabela “20 abrange outras sobrete”s6es. tais co- 
mo as que aparecem no religamento de linhas corn cargas residuais. “a interruw?io de pequenas correntes indutivas. bem 
coma as sobretens6es entre lases. 
800 1950 
2100 
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NBR7118/1994 
I 
115 
c) OS vatores nao s&o obrigatbrios, mas apenas sugeridos a fim de se obter experi&cia pr&tica sobre a sua adequar$o. Em 
particular, OS us&irios devem verfficar se as condi@es de coordena$% de isolamento sSo satisfeitas, principalmente as 
caracteristicas do p&+raios. 
d) OS vafores de& Tab& n&o garantem a n8o ocor&ncia de centelhamentos entre fases 
e) 0s valores da coluna A aplicam-se a disjuntores para “so gem. destinados a manobra de linhas e cabos em vazio. dos tipos 
de “so mais generalizados em sistemas de pota%%. OS valores da coluna 6 aplicam-se a disjuntores para use especial, 
destinados a manobra de bancos tinicos de capacitores ou de linhas e c&xx em vazio em sistemas de p&ncia. em que exis- 
tern problemas especiais de coordena@o de isolamento. tais corn0 limita@ de energia absorvida por p&a-raios. p&a cen- 
telhamento de centelhadores. etc. 
f) para tens&s iguais ou sup&ores a 242 kV. OS valores da coluna B somente se aplicam a sistemas corn neutro diretamente 
aterrado e a bancos de capacitores corn netiro dir&amen&z atetrado. 
g)Ver5.13.5.14.5.15. 5.16e7.1.16 
TensSx~~minal 
kV (eficaz) 
Capacidadedeintermp~8onominaldelinhasemvazio 
A(eficaz) 
1 2 
m 3) 
145 I 75 
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CoNente 
cmtfllua 
COW3llk 
alternada 
116 NBR7118/1994 
Tabefa 16 - Capacidade de interrup@o nominal de cabos em vazio & tensho nominal 
Tens~onominal Capacidadedeinterru~~onominaldecabosemvazio 
kV (eficaz) A (eficaz) 
1 2 
72 10 
15 31.5 
24,2 (25.8) 31,5 
36.2 WY 50 
7z5 125 
145 160 
242 250 
352 355 
460 4co 
5&l 500 
Nota: As correntes dos cabos em vazio superiores a estes valores devem constituir objet0 de acordo 
entre fabricante e usu&rio. 
Tab& 17 -Tens&~ nominal dos circuitos auxiliares e de comando 
Tipodealimenta@o TtY&O 
(VI 
Toler&xia% 
Circuitosauxiliarese Bobinasdeabeltura 
bobinasdefechamento 
1 2 3 4 
1k-i -2oe+10 -3oe+10 
I 110 I ilO 
127Mo 
-15e+10 
N&s: a)C~andoemconentealternadatrif~sicas~oindicadosdoisvalores,elessereferemasistemasdequatrofios,emqueovalorinferior 
designa a ten&o fase-neutro, e 0 valor superior designa a tens& fase-fax?. 
b)“er5.,6.5.19,6.5. 6.6.5.6.7e7.1.6.15. 
c) Podemserespecificadosoutrosvaloresde tens6esnocasode ampli@ode instala~esexistentes. 
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R7118/1994 117 
.Tabela de coordena@o dos valores nominais dos disjuntores. para tens&s nominals 
inferiores ou iguais a 72,5kV 
Correntesupolt&.el 
nominaldecurta 
dura@o 
Carentenominal 
A(eficaz) 
- 
6 
- 
kA (eficaz) 
- - - 
2 3 4 5 7 8 9 
- 
8 403 
125 ‘ml 630 800 
16 630 m 1600 am 
2s 620 Em 1600 2ooo 25x 
43 16CX.J mM Em 
- 
8 4cn 630 800 
12,5 630 800 
16 633 800 1fXQ m 2x0 
25 10X m 25m 
40 1600 2im 2503 
6 400 63 Km 
12,5 630 800 
16 620 800 
25,5 1600 2500 
43 1600 25m 
- 
8 ml 833 
12.5 630 8x 
16 630 am 1600 
25 1600 2500 
40 1600 25al 
12.5 800 
16 tm 
a 
31,5 
Tab& 18. 
T&O 
nominal 
kV (eficaz) 
1 
72 
15 
24.2”1 
36.2” 
72,5’*, 
(11 (luando OS si?,temas de 23kV e de 34.5kV exigirem tens% nominal do disjuntor superior a 24.2kV e a 36,2kV. respectivamente, de- 
vemser utilizadasastens~esde25.8kVe36kV.Nesteca~o,o~niveisde tens~osuporteveiss8oosmesmosprevislospara24,2kVe 
36,2kV,respectivamente. 
Notas:a)AtabeladecoordenaF~onn8oBobrigat~ria, masapenasumguiadosvalorespreferenciais. Portanto, umdisjuntorpossuindauma 
combina@o de valores nominais diferentes nZo esti em desacordo corn esta Norma. OS valores de tens% nominal Go aque- 
lesindicadosem5.1.Osvaloresdecorrentenominaledecorrentesupo~velnominaldecurtadura~8os~oeescolhidosem5.4 
e em 5.5.4. 
b) Ver 5.22, 8.2 e 8.3 
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118 NBR7118/1994 
Tab& 19 -Tab& de coordenq5o dos valores nominais dos disjuntores, para tens&s nominais 
iguais ou superiores a 145kV 
T~llGO 
nominal 
kV (eficaz) 
1 
145 
242 
362 
460 
553 
803 
Correntesuporl~vel 
nominaldecurta 
dura$o 
Correntenominal 
kA (eficaz) A(eficaz) 
12,5 &WI 1250 
20 1250 1603 zwo 2500 
25 125!l 1600 2axl 2Sl 
31,5 1250 1600 m 2500 
40 1600 2Mx) 2500 
50 am 2500 
a0 1250 1600 2cxx 2500 
31.5 1250 1KIl xxx) 2x0 
40 1603 2ooo z!iSl 
50 m 2!5!xl 
20 m 2500 
31.5 20x z!xQ 
40 laxl 2003 2x0 
P 1600 2030 2500 
315 1600 p30 2wl 
40 1603 xxx) 2503 
50 xxx) 2503 
31.5 xxx) 2500 
40 m 2500 
50 m 2503 
63 xxx) 2!D.l 
40 2m3 m 
63 m 25m 
6 9 
3150 
3150 
3150 
3150 
3150 
3150 
3150 40x 
3150 
3150 
3150 
3150 
Notas: a) ATab& de coordena@o n&x B obrigat(rria, mas apenas urn guia dos valores preferenciai?. Potlanto, urn disjuntor possuindo 
~macombina~~odevaloresnominaisdiferentesn8oes~emdesacordocomestaNorma.Osvaloresdetens~onominals~oaqueles 
indicadosem5.1.Osvatoresdecorrentenominaledecorrentesuport~velnominaldec~rt~dura~~~s~oescolhidosem5.4eem 
55.4. 
b) Ver 5.22,8.2 e 8.3 
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NBR7118/1994 119 
Tab& 20 _ Ensaio de funcionamento mechico 
Seqi%ncias TensHodecomandoe Nljmerodeseqij&nciasdeopera~o 
d? press6odeopera$80 
opera Oisjuntoresprevistospara Disjuntoresn~oprevistospara 
religamentorhpido religamentor&pido 
1 2 3 4 
C-f-o-t, minima 503 5x 
nominal 5x 500 
maxima !m 500 
o-o,3s=co-1,-c-t, nominal 250 
co-t, nominal m 
Onde: 0 abertura 
c - fechamento 
t. - intervafodetempoentreduasopera~8es,pararecomporascondi~~esiniciaisdodisjuntore/ouevitaraquecimento excessive 
emseuscomponentes 
Notas: a) A dura@o “t.” pode assumir valores diferentes numa mesma seq@ncia. em fun@ da tip0 de manobra. 
b)“er7.1.2.5e7.1.2.6. 
Tab& 21 - Exemplo de esforqo devido B carga esttitica de condutores flexiveis 
Tensknominal Carrentenominal 
Notas: a) para aplica@o dos esfor~os estaticos nos terminais, ver Figura 11 do Anexo A. 
b)CsvaloresdestaTabela~osimplesmente orientativos, prevalecendoosqueforemespecificados pelo usu&fo. 
c) Ver7.1.2.9. 
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120 NBR7118/1994 
~abela 22 - Ensaios de impulse aimostCrico, de manobra e b freqi.i&wia industrial para 
o disjuntor na posi@o fechada 
Condi@o de ensaio rP 
1 
1 
TensHoaplicadaa 
2 
Aa 
Terraligadaa 
3 
BCbcF 
3 I cc I ABabF 
f.~&,s: a) Acondi@de ensaio n’3 pode sersuprimida se osp6los externosforem simetricosem r&q80 ao p6locentral e em rela@oh 
base 
b) Ver 7.15 e 7.2.2. 
Tabeta 23 - Ensaios de tmpulso atmosf&ico, de manobra e B freqi%ncia industrial pars o 
disjuntor na posi@o aberta, corn utiliza@o de apenas uma fonte de tens?io 
Condi@ode ensaio np 
1 
1 
TensHoaplicadaa 
2 
A 
Terraligadaa 
3 
BCabcF 
2 I B I ACatzcF 
3 C 
4 I a I ABCbcF 
5 b 
6 I c I ABC&F 
Notas: a)Quandoatenshde ensaioentre OS terminaisdo disjuntorabertok superiorgtensHodeensaia paraterra, podesernecesshrio 
is&r convenientemente a base F e OS terminais do disjuntor. exceto 0 terminal oposto ao terminal sob tens%. 
~)A~condi~sdeensaio4,5e6podemsersuprimidasseageome~iadop6loforsim~tricaemrela~~oaaoeixocentralperpendicular 
ao plan0 que contern a base. 
d) Ver 7.15 e 7.2.2. 
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NBR7118/1994 121 
Tabela 24 - Ensaios de impulse atmosf&ico e de manobra para o disjuntor na posi@o abet-h, corn 
a utiliza@o de duas fontes de tensso 
Gnldiio Tendoaplicadaa 
& Terraligadaa 
ensaion’ lmpulso Freqijhciaindustrial 
1 2 3 4 
1 A a BCbcF 
2 B b ACacF 
3 C c ABabF 
4 a A BCixF 
5 b B ACacF 
6 c c ABabF 
Noms: a)As condi@es de ensaio 3 e 6 podem ser suprimidas se 0s p6los externos forem sim&ricos em rela@o ao 
p&lo central e em rela@m B base. 
b) As condiqbes de ensaio 4, 5 e 6 podem ser suprimidas se a geometria do ~610 for simetrica em rela@o ao 
eixo central perpendicular ao piano que contbm a base. 
C)VH7.1.5. 
Tabela 26 - Ensaio de tens30 e freqiidnCi8 industrial para 0 disjuntor na posi@o aberta corn utiliza@o 
de duas fontes de tens53 
Condi@odeensaion” Tensfioapficadaa Terraligadaa 
1 2 3 
1 A-a BCbCF 
2 B-b ACacF 
3 C-C ABabF 
Notas: a) Acondi@ode ens& 3 podesersuprimidase OS p6los externos forem sim&icos em rela@o aopCIlo central 
e em retar$&~ a base. 
b)Ver7.1.5 e 7.2.2 
Tabela 26 - SeqijCncia de ensaio para manobra em discordiincia de fase 
Seqii&-& Sk? Correntedeinterm~~osimgtrica 
d3 d.? em%dacapacidadedeinterrup@o 
ensaio openly nominalemdiscord~ciadefases 
1 2 3 
1 oeo 20a 40 
2 oeco looallO 
Nota: Ver7.1.6.9 e 7.1.14. 
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122 NBR7118/1994 
Tab& 27 - Valores alternatives da TRT presumida para curto-circuito nos terminais corn 
100% I -Tens&z nominais iguais ou superiores a 145 kV (ver 7.1.8.5.2) 
Fator de prim&o p610 I,3 -> UC = 1,4 1,3 
$ $U” 
Fatorde primeiro p610 1,5 -> UC = 1,4-i ,5 n 
TCTRT =2 %J& 
PS 
No&:+ OsvaloresdestaTabelas~oosvaloresdalinhade refer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitode ensaiaAenvolt6ria 
da TRTpresumida obtida no circuit0 do laborat4rio nZ0 dew es&r abaixo da linha de reterGncia especiticada nesta Tabela. 
b) Para a escolha do fator de primeiro ~610. ver 8.3.2. 
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NBR7118/1994 123 
Tab& 28 - Valores limites das linhas de retard0 da TRT presumida, para curto-circuito nos terminais 
corn 100% I, quando os ensaios de falta na linha sem retardo t,, s5.0 tambern efetuados- 
Tens30 nominal de 72,s kV - Fator de primeiro ~610 13 
Ter&onominal Retard0 Tf?&O Tempo 
“” 6 u* t 
kV cs kV Is 
1 2 3 4 
72.5 25 41 al 
Cd?: 
U’ =$ u, (ver Tab& 4 para 0 valor de U,) 
I, = 0,i 5 1, (ver Tab& 4 para o valor de ‘J 
U’.f 
1’ = -+t, 
Y 
N&S: a) ~svaloresdeslaTabela~oasvaloresdalinhadereferBnciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvo~6ria 
da TRT presumida obtida no circuito do laborat6rio n&z deve estar abaixo da linha de referCncia specificada nestaTab& 
b)Ver7.1.8.5e7.1.10. 
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124 NBR7118/1994 
Tab& 29 - Valores limites das linhas de retardo da TRT presumlda para curto-circuito nos terminais 
corn 100% I, quando os ensaios de falta na linha, sem retardo t,,, sZo tambern efetuados - 
Tens&~ nominais iguais ou superiores a 145 kV - Fator de prim&o ~610 I,3 
Tens&~ nominal wardo THGX3 TeIllpo 
“” 6 u’ t 
kV cb kV cs 
1 2 3 4 
145 12 77 50 
242 19 129 e-4 
362 29 W2 125 
460 37 244 158 
550 44 232 190 
803 64 425 276 
0nde: 
u’ = ; uj (ver Tab& 5 para 0 valor de U,) 
td = 0.15 1, (ver Tab& 5 para o valor de t,) 
u’.t 1’= r+ t 
“1 d 
Notxa) OsvalwesdestaTabelas~oosvaloresdalinhade refer&ciaespecifffadaparaaTRTpresumidadocircuitode ensaio.Aenvoi+Cria 
da TRT presumida obtida no circuito do laborat6rio nSo deve estar abaixo da linha de refer&ncia especificada nesta Tab& 
b) Para a escolha do fator de primeiro ~610, ver 8.3.2. 
c,ver7.1.r3.5 e7.1.10. 
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NBR7118!1994 125 
Tab& 30 - Valores limites das linhas de retardo da TRT presumida para curto-circuito nos terminais 
corn 100% I, quando OS ensaios de falta de linha, sem retard0 t,,, s?io tambCm efetuados - 
Tens.50 nominal igual a 145 kV - Fator de prim&o ~610 1.5 
Tens&nominal Retard0 TlX!SSO Tempo 
“” 6 U’ t’ 
kV cs kV F 
1 2 3 4 
145 13 89 58 
Onde: 
1 
u’ = 2 u, (ver Tab& 6 para 0 valor de u,) 
t, = 0.15 t, (ver Tabela 6 para o valor de $1 
t’=u’.+t d 
“? 
ho@,: a) OsvaloresdestaTabela~oosvaloresdalinhaderefer&nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitadeensaio.Aenvo~~dada TRT presumida obtida no circuito do IaborArio n8o dew estar abaixo da linha de referencia especificada nesta Tab&. 
b) Para a escolha do fator de pri$ro ~610. ver 8.3.2. 
C)Ver7.1.8.5e7.1.10. 
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126 NBR7118/1994 
I 
~abela 31 - Valores da TRT presumida para curto-circuito nos terminais corn 60% I - TensBes 
nominais inferiores ou iguais a 723 kV - Representa@ par dois parSmetros. 
Fator de primeiro ~610 1,5 
Ted 
nominal 
Valorde 
crista 
daTRT 
Retarda Tell& Tempo 
Taxade 
crescimento 
“” “c 
kV kV 
li’ 
kV 
“A 
kV/ps 
1 1 2 1 3 1 4 1 5 1 6 1 7 
7.2 13.2 22 4 4,4 12 0.60 
15,O 2796 29 6 92 15 0.95 
24.2 CA’ 44 33 8 15 21 1.14 
36.2(” 67 47 9 22 25 1.41 
725 133 72 14 44 33 1.85 
I 
OlJdC 
u,=1,5.1.5 $“” 
$ 
t,=o,2.!, 
laC,,“doossistemasde23 kVede34.5 kvexigirem tens%nominaldo disjuntorsuperiora24.2 kVe a36 kV, respectivamente,dever~~ 
ser utilizadas as tens&s de 25,s kV e 38 kV. Neste case. OS niveis de tens.% suport&eis s&o OS mesmos previstos para 24.2 e 
36.2 kV, respectivamente. Nestecaso, osvalores daTRTsao osdatabela 43. 
~otas:a) Os~aloresdestaTabela~oosvaloresdalinhaderefer&nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvolt6ria 
daTRT presumida obtida no circuito do laborat&io IGO deve est.% abaixo da linha de refer&&a especificada nesta Tab& 
b)Ver7.1.8.5e7.1.10 
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NBR7118/1994 127 
Tabela32-ValoresdaTRTpresumidaparaculto-circuitonosterminaiscom60%1-Tens~snominaisiguais 
ou superiores a 145 kV - Representa+ par quatro parhmetros - Fator de primeiro ~610 1,3 
460 488 163 732 734 2(41) 244 84 (122) 3 
ELI 534 195 a76 ma 2 (49) 2732 lOO(146) 3 
Em a49 2x33 1274 1274 2(71) 425 144(212) 3 
Onde: 
u,=1,3 ill 
$ 3 ” 
u,=1.5.u, 
1 
II’=2 u, 
t,=4,5.t, 
t, (limits superior) = 0.25 t, 
t, @mite inferior) = 2 p* 
u’.t 
1’= ‘+ ld 
“I 
Naas:a) OsvaloresdestaTabelas~ooosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvolt6ria 
daTRTpresumida obtida no circuit0 do labora16rio n8o dew e?.tar abaixo da linha de refer&ncia especificada nesta Tabela. 
b) Para a escolha do fator de primeiro ~610. ver 8.3.2. 
c)Ver7.1.8.5e7.1.10. 
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128 NB!=i7118/1994 
Tab& 33 - Valores da TRT presumida para curto-circuit0 nos terminais corn 60% I-Tens& nominal igual 
a 145 kV - Representa@ pot’ quatro parAmetros - Fator de primeiro ~610 1.5 
Tempo 
kV kV F kV Is Is kV cs kV/ps 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 
145 178 58 266 266 2(15) 89 =w 3 
Onde: 
u,=i,!i ‘u $ 3” 
t, = @mite superior) = 025 1, 
1, = (limite inferior) = 2 pS 
Nom:+ O~valoresdes~Tabelas~ooosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvolt~ria 
da TRT presumida obtida no circuito do laborakirio. n&a dew estar abaixo da linha de refer&ncia especificada nesta Tab& 
b) Para escofha do fator de primeiro pblo. ver 8.3.2 
C61 ~)ia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR7118/1994 129 
Tabels 34 - Valores alternatives da TRT presumida para curto-circuit0 nos terminais corn 60% I - Tensi&s 
nominais iguais ou superior.% a 145 kV (ver 7.1 Xf.5.3) 
TellSHO 
nominal 
Fatordepiimeirop6lo 1.3 
Valordecrista 
daTRT 
Tempo 
Fatordeprimeirop6lo 1,5 
Valordecrista 
daTRT Tempo 
“” “, 5 “C !, 
kV kV I= kV cs 
1 2 3 4 5 
145 231 77 265 89 
560 676 29;! 
Em 1270 423 
Onde: 
Fator de prim&o p610 1.3 -> U, = 1,5.1,3 
$ 
‘” 3 n 
Fator de prim&o p610 1,5 -> UC = 1,5. 1,5 /- $ “” 
kV 
TCTRT=3~=uJtJ 
Notas:a) OsvaloresdestaTabela~oosvaloresdalinhade refer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvolt~da 
da TRT presumida obtida no circuit0 do IaboratClrio Go dew estar abaixo da linha de refer&x% especificada nestaTabela. 
b) Para a escolha do fator de prim&O p610. ver 8.3.2. 
I c)Ver7.1.8.5,7.1.10eAnexoM 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
130 NBR71 lfY1994 
I 
I 
Tab& 35 - Valores da TRT presumida para curto-circuito nos terminais corn 10% I ou 
30% I-Tens&s nominais inferiores ou iguais a 72.5 kV - Representa@o par 
dois par&metros - Fator de prim&o ~610 1.5 
I T.%GO Valorde I -rm,Ym 
nominal 1 cristadaTRT 1 ‘““‘F I 
Retardo TlXl&l Tempo 
Taxade 
crescimento 
kV kV Is 
1 2 3 
73 132 11 
15.0 27.6 14 
24,W 44 19 
I= kV 
4 5 
2 4,4 
3 92 
4 15 
Is kV/vs 
6 7 
6 120 
7 1,97 
10 2.3 
36.2” 67 24 5 72 13 .m 
i-25 133 33 7 44 19 3,70 
Onde: 
u,=1.5.1.5 $J” 
$ 
1 
u’= 3 UC 
(~1 Quando os sistemas de 23 kV e de 34.5 kV exigirem tens% nominal do disjuntor superior a 24,2 kV e a 36.2 kV respectivamente, de- 
vemserutilizadasastensdesde25,8kVV338kV.Nestecaso,osniveisde tens~~supo~dveissHoosmesmosprevistospara24.2 kV 
e 36.2 kV respectivamente. Neste case. os valores daTRT Go os da Tab& 44. 
N~t~:a)OsvaloresdestaTabelas~oosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio,Aenvolt6ria 
daTRT presumida obtida no circuit0 do laboral6rio nHo dew es&l abaixo da linha de refer&Ma especificada nesta Tab& 
b) Nasinstala~~sdeensaiopodeserdificilobterbaixosvaloresde$. ~recomendadoutilizarotempomaiscultoexeqiiivet,devendo 
este valorser indicado no relat6rio de ensaios. 
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NBR7118/1994 NBR7118/1994 131 131 
h 
I Tab& 36 - Valores da TRT presumida para curbcircuito nos terminais corn 30% I - Tens6es nominais iguais o” superiores 8 362 kV - Representa@o par quatro par&metros- Fatorde prim&o ~610 1,3 TaMa 36 - Valores da TRT presumida para curbcircuito nos terminais corn 30% I - Tens6es nominais iguais ou superiores 8 362 kV - Representa@o par quatro par&metros- Fatorde prim&o ~610 1,3 
Prim&a Valorde 
tentiode Tempo crista Tempo Tens% Tempo Taxade 
nominal daTRT crescimento 
“” “1 1, “c f-2 u’ t “,‘$ 
kV kV kV kV 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 
3t2 324 77 576 578 5 (19) 192 43 (58) 5 
460 486 93 m 735 5 (25) 244 54 (74) 5 
5&l 584 117 876 878 5 (29) 292 64 (86) 5 
Em ml 1 849 849 170 1274 1274 1275 1275 5 5 (43) (43) 425 425 90(128) 90(128) 5 5 
onde: onde: 
u,=13 GU” u,=13 GU” 
$ $ 
UCE1.5.“, uc=1.5.u, 
1 1 
“k,.“, “k,.“, 
t,=7.5.t, t,=7.5.t, 
td @mite inferior) = 5,O ps td @mite inferior) = 5,O ps 
td (limite superior) = 0,25 t, td (limite superior) = 0,25 t, 
t’ = 
U’ 1, 
-+ t, 
“1 
N~~:a)OsvaloresdestaTabela~oosvaloresdalinhaderefer~nciaespec~icadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvoltdria 
da TAT presumida obtida no circuit0 do laborat4rio Go dew estar abaixo da linha de refer&x% especificada nesta Tab&. 
b) Para a es&ha do fator de primeiro ~610. ver 8.3.2. 
c)Ver7.1.6.5e 7.1.10. c)Ver7.1.6.5e 7.1.10. 
I 
t’ = U’ 1, -+ t, 
“1 
I N~~:a)OsvaloresdestaTabela~oosvaloresdalinhaderefer~nciaespec~icadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvoltdria da TAT presumida obtida no circuit0 do laborat4rio Go dew estar abaixo da linha de refer&x% especificada nesta Tab&. 
I b) Para a es&ha do fator de primeiro ~610. ver 8.3.2. 
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132 NBFi7118/1994 
Tab& 37 - Valores da TRT presumida para curto-circuit0 nos terminais corn 30% I - Tens6es nominais 
de 145kV e 242 kV Representa@ par quatro pafimetros - Fator de primeiro ~610 1.5 
Onde: 
u,=1,5 ; U” 
$ 
1, = 7.5 t, 
I& = 1,5u, 
td = (limite inferior) = 5.0 ps 
I 
1, = (limite superior) = 0,25 t, 
Notas:a)OsvaloresdestaTabela~oosvaloresdalinhade refer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvoltdria 
da TRT presumida obtida no circuit0 do laboratdrio MO deve estar abaixo da linha de refenkcia especificada nesta Tab&. 
I b) Para a escolha do fator de prim&o ~610. ver 8.3.2, C)Ver7.1.8.5e7.1.10. 
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NBR7118!1994 
I 
133TaMa 38 - Valores alternatives da TRT presumida para curbcircuit0 nos terminais corn 30% I (ver 7.1.8.5.4) 
THlS% 
nominal 
Fatorde prim&o ~610 1.3 
Valordecrista 
daTRT 
Tempo 
Fatordeprimeirop6lo 1.5 
Valordecrista 
daTRT Tempo 
kV 
1 
145 
kV I= 
2 3 
kV F 
4 5 
266 53 
242 445 83 
362 576 115 
4% I 732 I 146 I I - 
553 676 175 
a33 1274 255 
I Onde: 
I Fator de primeiro pdlo 1.3 -> uC = 1,5. 1,3 
Fator de primeiro ~610 1.5 -> uC = 1.5 1,5 
$ 
2u 3 n 
TCTRT=5;=u,/f 
~das:a)OsvaloresdestaTabelas%oosvaloresdalinhaderefer~nciaespecificadaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvaltdria 
da TRT presumida obtida no circuit0 do laboratirrio nSo dew estar abaixo da linha de refe@ncia especificada nesta Tab& 
b) Pam a escolha do fator de prim&o p610. ver 8.32 
c)Ver7.1.8.5.7.1.10eAnevoM. 
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134 NBR7118/1994 134 NBR7118/1994 
I 
TaMa 39 - Valores da TRT presumida para curto-circuito nos terminais corn 10% I -Tens&x nominais iguais 
ou sup&ores a 145 kV- RepresentaqBo par dois parftmetros - Fator de prim&o ~610 1,5 
Tabefa 39 - Valores da TRT presumida para curto-circuito nos terminais corn 10% I -Tens&x nominais iguais 
ou superiores a 145 kV- Representa@ par dois parftmetros - Fator de prim&o ~610 1,5 
I 
Valorde Taxade 
nominal crista Tempo Retardc Tempo crescimento 
daTRT 
“” Y u’ t “25 
kV kV kV kV/ps 
1 2 3 4 5 6 7 
145 272 45 6 91 2l ‘30 
242 453 ffi 6 151 639 
37 6.3 
862 11 237 42 9.4 
1031 1CXl 12 344 46 10,3 
800 800 1499 1499 119 119 15 15 500 500 54 54 12.6 12.6 
Onde: Onde: 
I 
t’= t’= d.1, d.1, -+ t, -+ t, 
“c “c 
I t,=o,123.5 t,=o,123.5 
I l$=1,7.1.5 $J”.O,S l$=1,7.1.5 $J”.O,S r r 
1 1 
u’= 3” u’= 3” 
No,as:a)Ver7.1.8.5e7.1.10. Notas:a)Ver7.1.8.5e7.1.10. 
b)OsvaloresdestaTabelas~ooosvaloresdalinhaderefer~nciaespecif~adaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvondria b)OsvaloresdestaTabelas~ooosvaloresdalinhadereferBnciaespecif~adaparaaTRTpresumidadocircuitodeensaio.Aenvondria 
daTRT presumida obtida no circuit0 do laborat6rio MO dew estar abaixo da linha de refe@ncia especificada nestaTabela. daTRT presumida obtida no circuit0 do laborat6rio MO dew estar abaixo da linha de refe@ncia especificada nestaTabela. 
c) Nas instala+s de ensaio, pode ser dificif obterbaixos valores de t, c recomendado utilizaro tempo mais cwto exequivef, de- c) Nas instala+s de ensaio, pode ser dificif obterbaixos valores de t, c recomendado utilizaro tempo mais cwto exequivef, de- 
vendo este valor ser indicado no relat&io de ensaio. vendo este valor ser indicado no relat&io de ensaio. 
d) Parao&xlode uC:,foi introduzidoofator0.9. afimdelevatemcontaquesomentecercade 90%daten?&docircuito aparece d) Parao&xlode uC:,foi introduzidoofator0.9. afimdelevatemcontaquesomentecercade 90%daten?&docircuito aparece 
nos terminais do transformador, admftindo-se que nesta tens@ esie esteja fornecendo a corrente de curto-circuitototal. nos terminais do transformador, admftindo-se que nesta tens@ esie esteja fornecendo a corrente de curto-circuitototal. 
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NB!=i7118/1994 
I 
Tabefa 40 - Seqiiencias de ensaio para manobra de correntes capacitivas 
135 
S-Z+“da Circuit0 Conentedeensaioem%dacapacidadenominal 
deensaio alimenta@ deinterrup~8odecorrentecapacitiva 
1 2 3 
1 A 20~~40 
2 1 A 1 2100 
3 B 20a40 
4 Et tlOO 
Nota: Paraas CaraCteriSticaSdoscircuitos de alimenta@over7.t ,163. 
Tabefa 41 - Tenszio de restabelecimento presumida para ensaios de interrupgtio de correntes capacitlvas 
Vaforesdatens~odderestabelecimento, definidosna 
Figura35doAnexoAemrela~~oaovalordecrista 
datens&xdeensaio@l 
Coordenadasdetempoda 
Figura35doAnexoA 
“? “C t, h 
porunfdade porunidade cs Ins 
1 2 3 4 5 
1e2 < 0.14 2 1.95 < t (8’ 5 7.3 
3e4 < 0,Ol z 23 < t u < 7.3 
(11 Pam o valor de crista da tensBo de ensaio ver7.1.16.10. 
I 
w 0 valor de t corresponde ao valor t, ou 1, do ens&o a 30% I indicado em 7.1.8.5.4. 
ICI 0 valor de t corresponde ao valor t, ou !, do ensaio a 100% I indicado em 7.1.8.5.2. 
Tabefa 42 - Valores da TRT presumida para curto-circuito nos terminais corn 100% I -Tens&s nominais de 
25.8 kV e 36 kV - Representa@o par dois par~metros - Fator de primeiro ~610 1,5 
TMGO 
nominal 
Valorde 
crista 
daTRT 
T-W Reta& T&O 
Taxade 
crescimento 
“” “c 5 1, u, 
t “A 
kV kV Is cs kV w kV/l.ls 
1 2 3 4 5 6 7 
25.8 44 93 14 15 44 O/l9 
38 65 111 17 22 54 039 
Nota: As Notas daTabela 4 tambern s80 aplicheis a estaTabela 
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136 NBR7118/1994 
Tab& 43 - Valores da TRT presumida para curto-circuita nos terminais corn 60% I - Tens6es nominais 
de 25.8 kV e 38 kV - Representagho par dois parSmetros - Fator de primeiro ~610 1,s 
Nota: As Notas daTabela 31 tambern s80 aplicAveis a estaTabela. 
Theta 44 - Valores da TRT presumida para CUTtO-CirCUito nos terminais corn 10% I ou 30% I - Tens6es nominais 
de 25 kV e 38 kV - Representqh par dois pahnetros - Fator de prim&o ~610 I,5 
Nota: As Notas da Tab&a 35 tambCm sHo aplic&rsis a esfa Tab&. 
Tab& 45 - Valores da TRT presumida para interrup@o em discordPncia de fases-tens6es nominais de 25.8kV 
e 38kV - RepresentaqBo par dois parfimetros - Sistemas II&J diretamente aterrados 
Tens~5onominal ValordecristadaTRT Tempo Taxadecrescimento 
“” u, 5 %‘5 
kV kV w kV/ps 
1 2 3 4 
258 63 l&3 03 
38 07 i70 Q-44 
Nota: AS Notas daTabela 11 tamb6m s.80 aplic~veis a esta Tabela. 
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,R 71 I ai1 994 137 
Tabeta 46 - Valores mAximas admissiveis de sabretensso de manobra na interrup@o de linhas em vazio, cabos 
em vazio e de banco tinico de capacitores, para disjuntores “80 livres de reacendimento e de tens6es 
nominais de 25,8kV e 38kV 
kV (eficaz) 
TtYXSlO TensHosupo~velnominal 
I 
‘&lores m&dmosadmissiveisde 
nominal deimpulsoatmosf&ico sobretensaodemanobraparatena 
1 
2x8 
38 
A B 
kV (crista) 
2 
kV 
cltsta) 
3 
cd 3 
cd 1. J2/3 
@/unidade) 
4 
kV 
(crista) 
5 
cd 5 
Cd 1. $23 
@/unidade) 
6 
150 93 3.0 77 25 
170 93 3,o 77 25 
ml 118 3,6 77 25 
Nota: As Notas de a at6 f da Tab& 14 tambern s&3 aplicaveis a esta Tabela. 
Tabela 47 -Tens&z para terra initial e valor de crista da TRT para faltas na linha 
0,75 025 1.30 
Note: Ver Anexo D. 
Tab& 48 - Distribui@o percentual de ten&o “as camaras de interrup@o 
WW 
FreqtXnciafundamental 
doladodalinha: 
103 
-=3557 
2x14 
FreqiSnciaequivalente 
do ladodafonte: 
CSmarado ladodalinha 
(%) 
45 
34 
CSmaradoladodafonte 
(%) 
25 
Nota: Ver Anexo G 
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MBtodos 
1 
1.1 Ensaios reias corn um 
disjuntor ideal 
1.2 Ensaio B frequ&?cia industrial 
& tensio plena e corrente limitada 
(6 realizado urn ensaio corn urn 
disjunlor ideal ou urn ensaio 
aproximado. 
1.3 Ensaio a freq@ncia industrial 1 
tens&? reduzida corn urn disjuntor 
ideal sobre o circuit0 de ensaio n& 
modificado (islo 6, ensaio a 
excit@o reduzida). 
1.4 Ensaio real em urn disjuntor 
conventional. 
Tab& 49 - Compara$Bo dos mOtodos 
Limites teirricos 
138 NBR71 la/1994 
2 
denhum. Todos os fenbmenos SBO 
:orretamente representados. 
GO se tern em conta a rela$io nH0 
inear que pode existir no circuito de 
?nsaio, isto 6, a au&ncia da 
~elqio linear entre a corrente e a 
ensZ0 a uma freqiikcia particular 
,nHo confundir corn as inflwkcias 
ios elementos do circuito que 
lependem do tempo). 
150 se tern em conta as rek&ies 
18o lineares que podem existir no 
ircuito de ensaio. isto 8. aus&cia 
la rela@o linear entre a corrente 
I a tensso a uma freqii&ncia 
wticular(n50 confundir corn as 
dlu&ncias dos elementos do 
ircuito que dependem do tempo). 
Iificuldade de separar as 
lfl&ncias do disjuntor das 
aracteristicas da TRT registrada 
lurante 0 ensaio. 
Limites priticos 
3 
nexistkxia do disjuntor ideal para 
:obrir toda a gama das 
?specifica@es. 
nexist&ncia do disjuntor ideal para 
:obrir toda a gama das especifica@es. 
4 obtenq8o da TRT exige uma tknica 
ie medi@o complicada. Sem isto B 
iificil interpretar OS resuttados na 
xesen~a de uma importante 
:omponente i freqi%ncia industrial. 
Para OS ensaios “pr6ximos”o 
jispositivo de limita$5o da corrente 
mais adequado 6 a indutkwzia 
xdeila; entretanto urn element0 do 
?Jo circuito de ensaio pode ser 
utilizado. quando disponivel (por 
exemplo resistor ou capacitor). A 
utiliza@o de tais elementos B dificil 
e cara. 
Como urn disjuntor cobrindo uma 
gama das especifica@es n80 6 
disponivel, a escolha do disjuntor 
ideal a utilizar C limitada. A 
sincroniz@o pode ser dificil de 
realizar, se no circuito for utilizado 
mais de urn gerador de corrente 
alternada. A excita@o dew ser 
suficientemente folte para evitar a 
deforma@xo da forma de onda. 
Geralmente nHo B possivel para 
ensaios diretamente no sistema. 
Escolha de urn disjuntor conveniente, 
sem impedkcia de deriva@o, tendo 
uma fraca ten&o de arco. ptoduzindo 
“ma deforma@o desprezfvel de 
corrente na passagem por zero e 
e possuindo uma corrente p6s-arco 
desprezivel. Em case de 60 poder 
proceder coma acima, sHo 
introduzidos erros e existe 
possibilidade de falta de 
uniformidade entre instala+%s de 
ensaio devido ao use de disjuntores 
corn caracteristicas diferentes. 
/continua 
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MBtodos 
1 
2 Ensaio de urn disjuntor ideal em 
urn circuit0 sem tens50 corn 
injeflo de corrente g freqikkcia 
industrial. 
3 Ensaios num disjuntor ideal null 
circuit0 sem tensZi0 corn inje+ 
de corrente g freqiiCncia superior & 
industrial. 
4 MediG& da TRT por meio de 
analisadores de transit&io. 
Limites te6ricos 
2 
Go se tern em conta a rela@o nSo 
inear que pode &stir no circuito de 
?nsaio. isto 6, au&ncia de r&a+ 
inear entre a corrente e a tens% a 
rma freq@ncia particular @Ho 
:onfundir corn as infkncias dos 
:lementos do circuito que 
iependem do tempo). 
Nio se tern em conta as rela@5es 
nHo lineares que podem &stir no 
:ircuito de ensaio. NHo fornece 
diretamente a impedkcia k 
lreqk%cia industrial. 
DB forma de onda e valores correto 
para a TRT de circuitos de 
freqir*ncia rinica e freqiGncia 
mbltipla, de zero at6 somente o 
prim&o mkimo, desde que a 
freq08ncia de in&k seja superior 
a industrial e bem inferior freqiienci 
da TRT. 
NBo C possivel avaliar corretament6 
o fator de amplitude. 
Informa@es precisas sobre 
caracteristicas n5o lineares do 
sistema, dependentes da 
freqikocia, n50 sHo sempre 
disponiveis. 
c necess&io conhecimento exato 
dos componentes do circuit0 e de 
sew parSmetros de dispersHo. 
Limites priticos 
3 
Puma esta$Ho alimentada pelo 
jistema, aplic5wel somente a 
slementos do circuit0 sem tens%, 
mr exemplo, de componentes de 
.altas na linha. ou onde a imped!mcia 
io sistema 6 desprezivel em rela#,o 
3s outras impedkacias do circuit0 de 
snsaio As mequinas devem ser para 
?vitar as tens&s remanescentes. A 
wsi@o do rotor pode ser importante 
se existe uma difereya consider&xl 
entre as reat~ncias em fase e em 
quadratura. 0 tempo de comuta+ 
do diodo utilizado em lugar do 
disjuntor ideal capaz de suportar a 
passagem da corrente injetada g 
freqiGncia industrial necess.Sria para 
o ensaio pode ter influCncia sobre a 
TRT, se esta contiver as componentes 
de alta freqii&vzia, por exemplo, para 
OS circuitos de ensaio de flatas na 
linha. 
As interter&xias de fontes induzidas 
no circuit0 de ensaio sem tens& 
padem ter infl&ncia na TRT, se a 
tens50 de ensaio for relativamente 
baixa. devido a reatancia muito 
pequena do circuit0 de ensaio. por 
exemplo. quando associado a falta na 
linha. 
Numa esta@o alimentada pelo 
sistema, aplicavel somente a 
elementos de circuitos sem tens&o, 
por exemplo, componentes de faltas 
na linha ou onde a impeddncia do 
sistema B desprezivel em rela@o Bs 
outras impedGv%x do circuit0 de 
ensaio. 
As m&quinas devem ser paradas para 
evitar as tens6es remanescentes. 
A posi@ do rotor pode ser 
importante se existe uma diferen$a 
consider&e1 entre as reat?mcias em 
fase e em quadratura. 
t necesskio adequada representa@o 
dos componentes do circuit0 nos 
elementos do analisador de 
transit6rios, incluindo was 
caracteristicas n50 lineares e 
dependentes do tempo. 
/continua 
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Metodos 
1 
5 Cdlculo da forma de onda da TRT 
6 Liga@o em vazio do 
transformador de ensaio. 
Limites te6ricos 
2 
Informa+?s precisas sobre as 
caracteristicas “Ho lineares do 
sistema, dependentes da 
freqir&ncia, nSo s80 sempre 
disponiveis. 
c necess&io conhecimento exato 
dos componentes do circuit0 e de 
seus pa&metros de dispersk 
Necesskias corre~&zs para a 
frente de onda da tens% & 
freqii&ncia industrial salvo quando 
OS transformadores s50 
energizados na crfsta de tenGo ou 
pr6ximo dela. 
Limites priticos 
3 
Quando a impedkcia do sistema 
n8o for desprezivel. comparada corn a 
impedkcia da instala$Ho de ensaio. 
6 necess&io complete conhecimenta 
das condi@es correspondentes no 
instante do ensaio. 
Representa@ precisa ou exata dos 
componentes do circuito. incluindo 
was caracteristicas n8o lineares 
dependentes do tempo e 
particularmente dos par&metros de 
dispersHo. 
Requer circuitos reais de ensaio de 
curto-circuito. Aplictivel somente a 
circuito de freqii&ncia 6nica. 
140 NBR7118/1994 
Nota: Ver Anexo I 
/AN!ZXOC 
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NBR7118/1994 141 
ANEXO C - MBtodo para traqar a anvolvante da TRT presumida de urn circuito e determinactio 
dos pa&metros representatives 
C-l IntroduqHo 
A onda da TRT pode apresentar-se sob formas diferen- 
tes, oscilatirria ou n&o oscilat(lria. A onda pode ser defi- 
nida por meio de uma envolvente constituida de Irks 
segmentos de reta consecutivos; quando a onda se apro- 
ximar de uma oscila@o amortecida corn uma tinica fre- 
qiihncia, a envolvente reduz-se a dois segmentos de reta 
consecutivos. Em todos OS cases, e envolvente dew re- 
fletir o mais possfvel a forma real da TRT. 0 m&odo 
descrito n&e Anexo permite atingir este resultado na 
maioria dos cases pr&ticos, corn aproxima@o suficiente. 
Note: N~oobsiante,emalgunscasosaconstru~~~pro~osta~o- 
de kvar a per&mebos maie rigorosos que 0s represen- 
tedos pela curve de TRT. Tais cases devem ser conside- 
redos coma erce@o e portents constituir objeto de acor- 
do entre fabricante e usukio ou o laboratirrio de ensaio. 
C-2 Tra$ado da envolvente 
0 seguinte m&odo B usado pare constru~Ho dos segmen- 
tos de reta que formam a envolvente da curve da TRT 
presumida: 
C-2.1 0 primeiro segment0 de reta passe pela origem 0, 
C tangent% & curve. e nHo deve cork+la. No case de curves 
cuja pate initial 6 c8ncava pare a esquerda. o ponto de 
conteto estA freqiientemente “a vizinhary da primeira 
crista (ver Figures 36 e 37 do Anexo A). Se a concavidade 
B pare a direita, coma no ceso de uma exponential, o 
ponto de contato est.4 prkimo da origem (VW Figura 38 do 
Anexo A, segment0 OB). 
C-2.2 0 Segundo segmento de reta 6 uma linha horizon- 
talta”gente~curva”opontocorrespondenteBcristamais 
alta (ver Figuras 36 e 39 do Anexo A, segmento AC). 
C-2.3 0 terceiro segment0 de reta B tangente ?I curve em 
urn ou mais pontos situados entreOS dois primeiros pon- 
tos de contato, e Go deve cortar a CUNB. Existem tri?s 
cases possiveis pare o WaGado date ljltimo segment0 de 
reta. 
C-2.3.1 Urn dnico segmento de reta pode ser traqado tan- 
gente g curve em dois pontos (ou poesivelmente em mais 
de dois pontos). Neste case, ele B pate da envolvente (VW 
Figura 36 do Anexo A, segmento BA). Entao 6 obtida a 
envolvente a quatro p&metros OBAC. 
C-2.3.2 Diversos segmentos podem ser traqados tangen- 
tes ?I curve em dois pontos (ou possivelmente em mais 
de dois pontos) sem corWa. Neste case, o segmento a 
ser utilizado pare formar a envolvente B aquele que 
tangencia a curve em urn s6 ponto, situado de tal mode 
que as has de cada lado desk ponto entre a curve e a 
envolvente sejam aproximadamente iguais (ver Figura 37 
do Anexo A, segment0 BA). Entao e obtida a envolvente a 
quatro p&metros OBAC. 
C-2.3.3 Nenhum segmento pode ser tracado tangente B 
curva em mais de urn ponto sem cor~&la. Neste case, 
dew ser feita a seguinte distin@o: 
a) o ponto de contato do prim&o segmento de reta 
e a maior crista estk relativamente afastados urn 
do outro. Este 6 o case tipico de “ma curve expo- 
nencial ou de uma curve aproximadamente ex- 
ponencial. Neste case. o segmento de reta deve 
ser tangente A clNva em “Ill ponto tai que es &as 
de cada lado desk? ponto entre a curve e a envol- 
vent+? sejam aproximadamente iguais, coma no 
case C-2.3.2 (ver Figura 38 do Anexo A, segmento 
BA). Entao IZ obtida a envolvente a quatro p&me- 
tros OBAC. 
b) o ponto de contato do prim&o segment0 de reta 
e a crista mais alta estao relativamente pr&dmos 
urn do outro. Este B o case de “ma curve repre- 
sentando “ma oscila@o amortecida de freqii&n- 
cia tinica ou uma curve de forma similar. Neste 
case, “Ho se tra$a urn terceiro segmento de reta 
sendo adotada a representa+ por dois pa& 
metros, correspondentes aos dois primeiros 
segmentos de reta (ver Figura 39 do Anexo A). 
Entk B obtida a envolvente a dois parimetros 
OAC. 
C-3 Determinqtio dos parimetroa 
OS par&metros representatives sHo. por defini@o, as 
coordenadas dos pontos de interse+ dos segmentos 
de reta que constituem a envolvente. Quando a envol- 
vante B composta de tr&s segmentos de reta, os quatro 
par&netros ul, t,, Us e 12, mostrados “as Figuras 36 a 38 
do Anexo A, podem ser obtidos coma coordenadas dos 
pontos de interse@o Be A. Quando a envolvente B com- 
posta de apenas dois segmentos de reta, os dois 
parimetros u, e t,. mostrados na Figura 39 do Anexo A, 
podem ser obtidos coma coordenadas do ponto de in- 
terse@o A. 
/ANEXO D 
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142 NBR7118/1994 
ANEXO D - Cglculo das TRT especificadas para fait% na linha a partir das caracteristicas nominais 
D-l lntroduqk 
Paraascaracteristicasnominaiseosensaiosdefaltasnali- 
nha,considara-sesomenteocasodefaltasmonof~sicaspara 
terra,emumsistemacom neutrodiretamenteaterradoecom 
umrigorsuficienteparaabrangeroutroscasos,excetoospar- 
ticulares, onde OS parimetros do sistema devem ser mais 
rigorososdoqueosvaloresnormalizados.Ocircuitomono- 
f~sicosimplificadopodeser,ent~o,representadocomoindica 
a Figura 8 do Anexo A. 
PI.1 Duranteocurto-circuito,atens~ooriginaumacorrenteI, 
nocircuito,compreendendoasreat~nciasemseliaX,eX,e 
Bdadapor 
u,=U@; 
U,=tensBonominaldodisjuntor. 
U,=l,.X, 
D-l.4 No instate da extin@o do arco no disjuntor. o valor 
instan~neodaten~oparaterranosterminaisdodisjuntordo 
ladodalinhaCiguala:u~= ~.U,,eretomaazeronaforma 
deondasquesepropagamaolongodalinhaentreodisjuntor 
eafalta,eserefletemnasextremidades, produzindoassim 
umatens~otransit6riadoladodalinhau,tendoaformadeuma 
oscila~oemdentesdesenrlamortecida. comoindicaafigu- 
ra28doAnexoA. OvalordatensHoparaterranosteninais 
dodisjuntordoladadafonteBtambemigualau~”noinstante 
dainterrup@o. ElacresceatB umvalordecrista~~quede- 
pendedascamcteristicasdaTRTdocircuito,doladodafonte, 
comoindicadoporu,naFiguraZBdoAnexo A. 
Nota:Napratica,aformaemdentesdeserraBmodificadaatecer- 
to ponto par urn retard0 initial, devido &s capacikincias 
concentradas existentes nos terminais do disjuntor (capa- 
cit%vzias dos transformadores de potential. dos trans- 
formadores de corrente. etc.); alem disso. a parte superior 
daoscilaF~oBligeiramentearredondada. 
D-1.5OvalordecristaUm,datens~oparaaterraB.freqij~ncia 
industrial, do lado da fonte (apes o t&mino do fenbmeno 
transit6tio), toma-se: 
Nota: A TRT especificada. resultante. para faltas na linha que 
aparecem nos terminais do disjuntor, B a diferenqa entre 
astensaesdoladodafonteedoladodalinhacomoindica- 
do por u. uL na Figura 28 do Anexo A. 
D-2 Tens&a initial para terra 
Arela@o entreatenseou,noinstantedainterrup~~oioeova- 
lordecristaUmdatens~oparaterradoladodafontedepende 
somentedaredu~Bodacorre”tedevidoareat~nciadalinha. 
Estarela~oBindependentedaten~o nominal.dacapacidade 
deinterrup~Bonominalemcurto-circuitoedasconstantesda 
linha. Esta rela@io resulta: 
Uo/Um = 1 - ILlI 
On&: 
I = valoreficazdacomponentealternadadacapacidade 
deinterrup@onominalemcurto-circuito; 
IL =correntedeinterru~@defaltasnalinha. 
Nota: ATabela47doAnexoBapresentaosvaloresnormalizados 
dasrelaC~esdecorrentesparaasfaltasnalinha: paraotiras 
rela@es OS valores podem ser obtidos da Figura 49 do 
Anexo A. 
D-3 TRT do lado da linha 
AscaracteristicasdalinhasSm normalizadascomoindicado 
naTabelalOdoAnexol3. 
Nota: OS valores a seguir, de s. k e z, es% indicados na Ta- 
b& IO do Anexo 6. 
D-3.1 Avaria@o u;datens%odelinhaU,,apartirdovalorini- 
cialu~,~obtidamultiplicando-seovaloru~ppelofatordecrista 
apropriadok: 
u; = k I& 
D-3.2OtempoCat~aprimeiracristadatensHou,8obtidoapar- 
tirdataxadecrescimentodaTRTdalinha,comosegue: 
tL =u, 
s IL 
Oil&: 
s =fatordeTCTRT=Z. ,&.2x f 
TCTRT =taxadecrescimentodaTRT 
Z =impedZmciadesurtodalinha 
f =freqii&uianominal 
D3.3Ataxadecrescimentodatens~odoladodalinhadu,/dt, 
quandodainterrup@odacorrentei=I,fi .sen(Z aft)noze- 
rodecorrente6: 
dli 
~=-Z.l,.~.zrrf=-sl, 
Nota: Decorridootempot,,atensBoseaproximadezeropormeio 
de uma oscila+o amortecida. em dentes de serra, cuja 
formaexatadependedascaracteristicasdalinha.Aforma 
d&as oscila@es n8o est8especificada. sendo represen- 
tada, atitulodeexemplo, porlinhastracejadas naFiguraZ8 
do Anexo A. 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
D3.4Pode-seobterocomprimentoaproximadodalinhaat6 
afaka,pela f6rmula: 
c tL 
L=- 
2 
ondz 
c = velocidade de propaga@o das ondas. admitida 
igual a0,3 km/p?.. 
D-4 TRT do lado da fonte 
W.lAculvadaTRTdoladodafonte,podesertra~adades- 
deovalorinicialu,at~ovalordecristaumcomvalorestirados 
dasTabelas 6 e 9 do Anexo B utilizando-se diretamente OS 
ternpost,,,,, t,et,.Ate”s% “,daTabela9doA”exoB,q”e 
BigualaovalordecristadatendoU,, ~freqti&nciaindustiiaI, 
nHo 6 modificado, mas o valor de crista Us da TRT dew ser 
reduzidoaovaloru,detalfotmaque: 
u,u,= 1 + 0,4 IL/l 
coma indicado na Tab& 47 do Anexo B e na Figura 40 
doAnexoA. 
D-4.2 OS valores indicados nas Tab&s 6 e 9 do Anexo 6 
correspondemaocasolimite de I,/1 = 1, ouseja, paraovalor 
te6ricodel,=100%deIeportantopara: 
ujUm=l.4 
D-4.2.1 Ovalordecristaumdatens~oddoladodafonteBtam- 
~!maquekdaTRTresultante,correspondenteafananatinha, 
desdequeaoscila~8odalinhatenhadesaparecidonotempo 
1, (ou tJ, que B o case mais comum. Em funcionamento, o 
crescimentoinicialdetens~oddo ladodafontecorresponde a 
umacurvalimitadapelosegmentoderetaquedefineoretardo. 
ApartemaisimportantedaTRT, defakanalinha,correspon- 
deaoperiodoqueseestendeat~otempot,daprimeiracrista 
datens~o,doladodalinha.Noc~lculodacontribui~~ou’Gda 
ten~odoladodafontenoinstante~,cometeseapenaseno 
desprezivelquandoseconsideraacurvadetenseocomoum 
segmentoderetaquepassapeloretardot,paralelo~linhaderefer&cia. 
D-5 Exemplo de c&xlo para ensaio em ~610 
complete 
~-5.1 Caracteristicanominaldodisjuntor: 
U”=242kV; I=31,5kA; f=60Hz; t&s c$maras de 
interrup@o par 
p&l. 
D-5.2Correntedefaltanalinhaconsiderada: 
1,:0,75.1=23,6kA 
D-5.3 Valor de crista da tens% B freqii&ncia indus- 
trialdeduzidodaequa~8odadaemD-l.5oudeu,daTabela9 
doAnexoB. 
U,=242 m=199kV 
NBR7118/1994 143 
(se ~<t,,acontribui~~odatens~odoladodafonte~somente 
aTRTI). 
D-5.11 Acontdbui~oddaTRTldoladodafonte(verTabela‘ldo 
AnexoB)Q: 
t,=o$ps; 
u,=f,.l,=0,0631 x23,6=1,96kV 
P5.12Ovalordecristadatens8otransit6riadoladodafonteum 
B deduzido da equa$Ho dada em D-4.1 ou da Tab& 47 do 
Anexo 8: 
u,=1,3Ox196=257kV 
D-5.13Apartirdosdadosacima,pode-seconstruiraTRTdo 
ladodafonte,eporconseqij&nciadeterminar.wmoindicadona 
Figura26doAnexoAaTRTresultantepresumidau;u,que 
aparece nos terminais do disjuntor. 0 valor de crista uT no 
instante$+t,daprimeiracrista,noladodalinha& 
u,=u;+u;;=79,2+18,7=97,9kV 
D-5.4Tens~oinicialu~,paraterra, deduzidadaequa@odada 
emG-2o”deu~iU,daTabela47doAnexoB: 
D-5.5Primeiracristadaoscila~oddeten~odalinhadeduzida 
daequa@oddadaemD-3.1 edaTabelal0doAnexoB: 
D-5.6TempotdecorridoatBaprimeiracristadatensaoM,lado 
dalinhadeduzidodaequa@odadaemD-3.2: 
tL = 
79.2 79,2 
=-=,4p 
0,240 x 23,6 5.66 
D-5.7ComprimentoLdalinhaat~afalta.deduzidodaequa~o 
dadaemD-3.4: 
L=14xo,3 
-=2,1 km 
2 
D-5.6 A partir dos dados acima, e corn ta = 0,5 ps (ver Ta- 
bela 10 do Anexo B), pode-se construir a tensHo transit6ria 
inicialnoladodalinha(ver Figura26doAnexoA).Tiram-se 
daTabela9doAnexoB,ostempost,.t,et,correspondentes 
Btentiodoladodafonte: 
t, = 99 ps; t,= 297 ps; t, = 2 ps 
D-5.9Taxadecrescimentodoladodafonte: 
198 - 49.5 
99 
=1,5kV/ws 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
D-6 Exemplo de c~lculo para o me.snto ensaio de 
D-5, p&m em cimaras separadas 
D-6.1 Nocasodeensaiosemcemarasseparadas, admite-se 
quealens~o~dist~buidaentreasc~marasdeinterru~~opor 
meioderesistorese/oucapacitoresparalelos,equeoc~lculo 
ouamedi@osobascondi@esespecificadasem7.1.6.3.4, 
podedarporexemploumadistribui~oppercentualdetens~onos 
teninaisdop6lo,entreastr&scsmarasdeinterru~~o,como 
indicadonaTabela48doAnexo Et. 
06.2Ensaioda~arabaseadonaunidadedoladodalinha. 
elementodeensaio, tens&?setemposespecificados: 
<=79,2xO,45=35,6kV t,= 14~s 
uo=49,5x0.32= 15,EkV to=0 
&=18~0,32=5,76kV t,=14ps 
U,=198xO,32=63,4kV t,= 99ps 
um=257x0,32=82.2kV t,=297ps 
u,=35,6+5,76=41,4kV t,= 14f~s 
D-6.3 A tens% transit&k? especificada da c~mara do lado 
dafonte estz? indicada na Figura 41 -(a) do Anexo A, e nes- 
teexemplosup~e-sequeoladodafonte docircuitodeensaio 
tenhaumaten~opresumidacomumvalorinicialu~= 15,8 kV, 
coma indicado tambz+m na Figura 41-(b) do Anexo A onde 
notempo~+t,=14,5~s,atens~oddoladodafonteB16,9kV, 
de modo que a contribui@m de tens% do lado da fonte i! 
uE = 16.9.15,8 = 1,l kV.AtensSoespecificadanodisjuntor 
noinstantet,+t,e~=41,4 kVepoltantoatensHodalinhano 
ensaiodeveserinferiora “; = uT- uk =41.4- 1 ,I =40,3 kV 
comparadocomovalorespecificadode35,6kV,paracom- 
pensararedu~~ode4,7kVnacontdbui~Hodoladodafonte.O 
144 NBR7118/1994 
fatordecristada linhasob ens&B k= 1,6, de modoque a 
quedadetenssoaolongodalinhaB: 
u. = + = 40, 3/l, 6 = 25,2 kV 
D-6.4 0 aumento da queda de tens?m na linha de urn valor 
especificadode 15,8kVpara25,2kVocasionaumaredu~~o 
daten~odoladodafonte,po~madifere~8pequenademais 
pamsermedidanaregulagemdocircuitodeensaio,podendo 
serde~rezada.Oaumentodovalordeu~reduztamb~movalor 
de”m,masestedesvioBpermitido(ver7.1.13.3e7.1.13.4); 
podanto Go B necessariacompensaCHo adicional. Acapa- 
cit~nciaemparalelocomasreat~nciasdalinhasobensaiode- 
ve ser escolhida de modo a se obter uma onda triangular 
possivel, corn a tens% especificada para a primeira crista 
ocorrendoa14~so”menos. 
Nota: Na pritica. uma vez que as linhas artificiais de ens&o con- 
sistem de urn certo ntimero de se@?s de indutincia- 
capacit.Sncia. podeocorreralgumarredondamentodacris- 
ta do transit6rio. lsto C aceitivel, desde que a tens% es- 
pecificadasejaatingidaantesdotempoespecificadoparaa 
primeiracrista. 
D6.5DetalhesdoscomponentesindividuaisedaTRTresultante 
paraascondi~6esespecificadaseparaocircuitodeensaio 
estaomdicadosnaFigura41-(b)doAnexoA. 
25 2 
A= 0,755 0 
2 x 23,6 
D-6.7A reat~nciatotalafreqii&nciaindustrial (fonte+linha)do 
circuitodeensaio8: 
63.4 
2 x 23,6 
1.91 R 
D-6.8 A reatencia BfreqSncia industrial do lado dafonte B 
palmto: 
/ANEXOE 
ANEXO E - Corrente de energizapk transit6ria de banco de capacitores 
E-l Aenergiza@odeum bancodecapacitorespelofecha- 
mentodeumdisjuntor,produzumacorrentedeenergiza~Ho 
transabriaqueBfun~o:datens~oolicada,dascapacit~ndas 
docircuito,dosvaloresdasindut~nciasesualocaliza~~onnos 
circuitos,dacargadoscapacitoresnoinstantedofechamento, 
edoamortecimentodostransitirriosdemanobra.Osc~lculos 
dacorrentedeenergiza~otransit6ria,normalmentes~ofei 
nopressupostodequeobancodecapacitoresn5otemcarga 
inicialed%queocircuitoBfechadonoinstantequeprovoquea 
m~imacorrentedeenergiza~otransit6ria.Quandosefecha 
urn banco de capacitores prkarregado, a corrente de 
energiza~otransit~riapodesermaiorqueaconentenocaso 
desefecharum bancodecapacitoresdescarregado. Uma 
estimativadofatordeincrementodacorrentepodeserobtida 
daseguinterela~Ho,quandoastens6esdafontedobancode 
capac&es tempolaridadesopostas: 
ut-u, 
UC 
, onde: 
u, - valor da tensHo instant%vza da fonte no instante 
daenegiza@o; 
UG - valor da tens% do capacitor, devida g sua carga 
initial. 
E-2 Deve-senotarquedisjuntoressujeitosareacendimento 
podemcausartam~msolicita~besdieletricasseverassobre 
oscapacitotes.Acorrentedeenergiza~8otransi16riapodeser 
calculadaconhecendo-seasimped~nciasdarede.AFigura42 
doAnexoAmostraostr&diferentescasosdeliga~Hodeum 
bancodecapacitores,quandonenhum,ouum,ou”n”bancos 
respectivamente,es~o~ligadosaobarramento.Normalmente 
s~oaceit~veisosc~lculossimplificadosdasFiguras42-(b)e 
42-(c)doAnexoA.Quandodoisoumaisbancosdecapacitores 
sHoligadospr6ximos umdooutroesuasindut~nciasm~tuas 
sHopequenas,podesernecess~rio,tantoparaocapacitor 
quanta para o disjuntor. reduzir a corrente de energiza@o 
transit6ria pela inser@o de impedSncias em SCxie corn os 
capacitores. 
NBR7118/1994 145 
/ANEXOF 
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146 NBR7118/1994 
ANEXO F - Registros e relabirios dos ensaios de tipo relatives ao desempenho durante 
estabelecimento e interrup@io de correntes e passagem da corrente de curta 
dura@o 
Todasasinforma~~importanteseosresultadosdosensaios 
de estabelecimento e interrup$Ho de correntes e corrente 
suportsveldecultadura~HodevemserincluidosnorelaMrio 
deensaiodetipo. Registrososcilogr&ficicosdevemserfeitos 
detodasasopera~~esdecurtocircuitoeinclufdosnorelat~rio 
deensaiodetipo.Aexatidaodecadamedi~~opporoscil6grafo. 
incluindooequipamentoassociado. dasgrandezasquede- 
temlinamascaracteristicasnominais(porexemplo:corrente 
de curio-circuito, tensHo supolt~vvel aplicada e tens% de 
restabelecimento) dew estar dentro de *Y/o. Fotografias 
devemsertomadasparailustraroestadododisjuntorantese 
ap6sumaseriedeensaios.Orelat6riodeensaiodetipodeve 
registrarodesempenhododisjuntordurantecadaseqii&ncia 
deensaioedoestadododisjuntorap6scadaseqti6nciade 
ensaio,namedidaemqueumexameeefetuado,enofimdas 
s~riesdeseqiienciasdeensaio.Orelat6riodeveincluirose- 
gme: 
a) estadododisjuntor,incluin&-sedetalhesdequaisquer 
substitu~aesouajustesefetuadoseestadodosconta- 
tos, dispositivos de controle de arco, 61eo (incluindo 
qualquerquantidade perdida), indica@o de danonas 
blindagensde arco, inv6lucro. is&dowse buchas; 
b) descri@ododesempenhoduranteaseqii6nciadeen-saio, incluindo-seobservaC~escomrela~Hoaemis- 
s8ode61eo,gssouchama. 
Emespecialasseguintesinfomla$&sdevemserincluidasnos 
relat6ios: 
F-l Generalidades 
Deve-seobservaroseguinte: 
a) identifica~~oddolaborat~rioedos representantesdas 
entidadesenvolvidas: 
b) refer&nciaou ntimetodo relat6rio; 
c)datadosensaios; 
d) r&$210 dos ensa~os; 
e)oscilogramas; 
f)arranjofisicodoequipamento; 
g) caracterfsticasdaaparelhagemdeensaioutilizada; 
h)wndi@esambientais. 
F-2 Equipamento ensaiado 
Deve-seobselvarosaguinte: 
a)tipoenljmerodes6rie; 
b) descri~ofomecidapelofabricante, incluindonlimero 
depirlaselouc~maras; 
c)fabricante; 
d)fotografias; 
e)desenhos. 
F-3 Caracteristicas nominais do disjuntor 
Deve-seobservaroseguinte: 
a) tens%. em kv; 
b)correntenominal, em A: 
c)lreqij&cia,em Hz; 
d)capacidadedeinterru~~oomcurto-circuito; 
-valoreficazdacomponentealternada,emkA; 
-porcentagemdacomponentecontinua; 
e)tempodeaberturaminimo,emms; 
1) TRT: taxadecrescimento, em kV/psevalordecrista, 
em kV; 
g) impedgncia de surto parafalta na linha. emn ,efa- 
tordecrista; 
h) capacidadedeestabelecimentoemcurto-circuao(valor 
decrista). emkA; 
i) capacidadedeinterrup@oemdiscord~nciadefases, 
em kA; 
j)dura~~odocurto-circuito,ems; 
k)seqii~nciadeopera~Bes; 
I) capacidade de interrup$Ho de linhas em vazio. 
emA; 
m)capacidade de interwp@o de cabos em vazio, 
emA: 
n) capacidadedeinterm~oeestabelecimentodeban 
decapacitores,emA; 
o) capacidade de interrup$8o de pequenas correntes 
indutivas, em A: 
p) tens~esdealimenta~Ho, emV: 
-do motor; 
-dodisposftivodefechamento; 
-dodispositivodeabertura; 
q) Iimitesdaspress~esdeopera~Hodosfluidosdo me- 
canismodeopera~~oedomeiodeextin~o,emMPa. 
F.4Condi@esdeensaio(paracada&riedeensaios) 
Deve-seobservaroseguinte: 
a)nljmerodep6lose/oudec~maras; 
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=i711881994 147 
b)fatordepot&xia; 
c)freqij&ncia, emHz; 
d) neutrodogerador(aterradoou isolado); 
e)neutmdoiransformador(aterradoouisolado); 
f) ponto de curio-circuito ou neutro do lado da carga 
(aterradoouisolado): 
g) diagramadocircuitodeensaioincluindo liga@opara 
terra. 
F-5 Ens&s de interrup@o e de estabelecimento 
em curto-circuit0 
Deveseobservaroseguinte: 
a)seq~~nciadeopera~eseintervalosdetempo; 
b)tens%aplicada, em kV; 
c) correntedeestabelecimento(valordecdsta),emkA; 
d)correntedeintermp+: 
valoreficazdacomponentealtemada,emkA,porfase 
e m6dio; 
-porcentagemdacomponentecontinua; 
e) tens~oderwtabelecimento9freqir&ncianominalem 
kV; 
f) TRTpresumida:deacordocomasexigSnciasl e2de 
7.1.8.5.1. 
g)tempodearco, em ms; 
h)tempodeabettura, em ms; 
i)tempode interrup@o, emms; 
j)compattamentofisico: 
-emiss&o dechama. g&, 61e0, etc.; 
-comportamento,estadoseobserva~~es; 
I)correntedoresistor, decadafase. 
Nota: Ouando aplicdvel, OS tempos de interrup+3 at6 o instante 
deextin~~~ddoarcoprincipaleat8oinstantedainterru~Ho 
da corrente no resistor de abertura devem ser indicados. 
F-6Ensaiodecorrentesupotiveldecurtadura~io 
Deve-seobservaroseguinte: 
a)corrente: 
-valoreficaz. emkA: 
-valordecrista. em kA; 
b) duraqh, ems; 
c)comportamentofisico. 
F-7 Funcionamento mechico do disjuntor 
Deve-seobservaroseguinte: 
a) antesdosensaiosdeestabelecimentoedeinterru~o; 
b) depd~dosensaiosdeestabelecimentoedeinte~~o. 
F-8 Ensaios de manobra de corrente capacitiva 
Deveseobservaroseguinte: 
a)tensZodeensaio, em kV: 
b)correntedeinterrup~8oemcadafase,emA; 
c) valoresdecristadatens~oentrefaseeterra,em kV: 
-doladodaalimenta~~ododisjuntor; 
-do ladodecargadodisjuntor: 
d) nrimerode reacendimentos, se permitido; 
e)nirmerodeopera~~~deensaios; 
f) detalhesreferentesaoajustedodisparosincronizado; 
g)detalhesdocircuitodeensaioutilizado; 
h)comportamentododisjuntorduranteoensaio; 
i) estado dodisjuntorap6s o ensaio. 
F-9 Oscilogramas e outros registros 
Asseguintesgrandezasdevemserregistradas: 
a)tenGoaplicada; 
b)correnteemcadap6lo; 
c)ten~oderestabelecimento; 
d)corrente nabobinadefechamento; 
e)wrrentenabobinadeabertura; 
f)escaladetempoadequada; 
g)percursodoscontatosm6veis,sepossivel. 
Nota: Quandoasprescri~BesdestaNormaneoforemestritamente 
cumpridas. todos OS desvios devem ser explicitamente 
mencionados no inicio do relat6rio de ensaio. 
IANEXOG 
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148 NBR7118/1994 
ANEXO G - Especifica+es e ensaios de estanqueidade 
G-l Estanqueidade ao gbs 
G-l.1 Obietivo 
Estase~Hoseaplicaadisjuntoresparainterioreparaexterior. 
que utilizam, coma meio exiintor, g&z i pressZo acima da 
etmosf&ica.ouv&zuo. SeuobjetivoBdefinirascara~teristicas 
eosprocedimentosdeensaio r&tivosBestanqueidade. 
G-19Defini+s 
G-1.2.1 Sietems de press50 controlada 
Sistema que B automaticamente reenchido por uma fonte 
etiemaouintemadegk 
Note: SZloexemplosdessesistema: disjuntoresaarcomprimido. 
disjuntores a SF, de dupla press60 (estanqueidade inter- 
na), mecanismosde opera@ pneum&tica. 
G-1.2.2 Sistema sut6nomo de pressPo 
Note: SII~exemplosdessesistema:disjuntoresaSF,desimples 
e dupla press& (estanqueidade extema). 
G-1.2.3 Sistema selado de pressHo 
Notas:a)~oexemplosdessesistema: osdedisjuntoresavecuo 
e de alguns disjuntores a SF,. 
b) Essessistemas~ocompletamentemontados, selados. 
e ensaiados naf8brica. 
G-1.2.4 Press50 nominal de enchimento (P,) ou densidade 
nominal de enchimento (d,) 
PressHo(oudensidade)referidaa20’Cnaqualosistemade- 
veserenchidomanualouautomaticamente. 
G-1.2.5 Pressao minima (PJ ou densidade minima (dJ 
MenorpressHo(oudensidade)naqualodisjuntoraindaman- 
t8msuascaracteristicasnominais. 
G-1.2.6 Taxa de vazemento absolute (F) 
Quantidadedeg~perdidaporunidadedetempo,expressaem 
Pascalxlitroporsegundo. 
G-l .2.7 Taxa de vezemento admissivel (5) 
G-1.2.6 Taxa de vazamento relative (F.,) 
Taxadevazamentoabsolutoemrela~Hoaquantidadetotalde 
g&s do sistema, a press50 nominal de enchimento (ou 
densidade). EstataxaBexpressaem%poranoou%pordia. 
G-1.2.9 lntervalo de tempo entre reenchimentos (T) 
lntelvalodetempodecorridoentredoisreenchimentosefetua- 
dosmanualouautomaticamente,paracompensarataxade 
vazamentoabsoluto(F). 
G-1.2.10 Nlimero de reenchimentos par dia (N) 
Nrimerodereenchimentospordiaparacompensaratexade 
vazamentoabsoluto(F). 
Nota:EstagrandezaseaplicaaossistemasdepressHocontrolada. 
G-1.2.1 1 Queda de prestio (A P) 
Clueda de ptessk num tempo dada, causada pela taxa de 
vazamentoabsoluto(F),semreenchimento. 
G-l .2.12 Tabela de coordena@o de estanqueidade (TC) 
Tabelafornecidapelofabricante, utilizadaparaensaiosem 
componentesouconjuntodecomponentes,paredemonstmr 
arela~8oentreaestanqueidadedeumdisjuntorcompletoea 
de seus componentes elou conjunto de componentes (ver 
Figura43doAnexoA). 
G-1.2.13 Medi@de vazamentos cumulativos 
Medi@oqueconsideratodososvazamentosdeumdetermi- 
nadoequipamento,paradeterminarsuataxadevazamento 
absolute(F). 
G-l .2.14 Dete@o de vezamento 
A~Hoparelocalizarumvazamentopormeiodeumdetetorde 
fugadegkss. 
G-1.3Especifica+5esperaestanqueidadeaogBs 
G-1.3.1 Sistemas de pressHo controlada 
Aestenqueidadedessessistemaseespecificadapelontime- 
rodereenchimentospordia(N)oupelaquedadepres~o(*p) 
sem reenchimento. OS valores admissiveis devem serfor- 
necidospelofabricante. 
G-1.3.2 Sistemas autBnomos de press20 
A estanqueidade desses sistemas 8 especificada porsuas 
grandezesaseber: 
a) taxa de vazamento relative (F,& cujos valores pre- 
ferenciaiss.50 l%e3%aoano: 
b) intervalodetempoentrereenchimentosCT)cujosvalo- 
respreferenciaiss8otr&e 10anos. 
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G-1.3.3 Sistemss selados de prestio

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