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’ ATIVIDADE AVALIATIVA 2/aulas 5;6;7;8 CURSO: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PORTADORES DE ENSINO SUPERIOR DISCIPLINA: CONTEÚDO E METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PROFª: Me. VERA FÁTIMA CORSINO DE ALMEIDA NOME: FRANCIELI FLADZINSKI RGM: 013.574 1. Para trabalhar com jogos em qualquer nível de ensino é necessário traçar os objetivos que almeja alcançar, para não configurar um momento de brincadeira somente ou ficar sem significado. Escreva um texto de 10 a 15 linhas sobre o uso de jogos no ensino de Matemática. R :Os jogos matemáticos constituem-se uma atividade lúdica que mobiliza o indivíduo em uma determinada direção, proporcionando uma busca de soluções ou de formas de adaptação a situações problemáticas e, gradativamente, o conduz ao esforço voluntário. Com a utilização de jogos como recurso pedagógico o professor pode propiciar um ambiente agradável para a aprendizagem, podendo explorar conceitos, reforçar conteúdos, testar conhecimentos já adquiridos e principalmente desenvolver a autoconfiança do aluno, quando da elaboração de estratégias para resolver um determinado problema. Os jogos proporcionam aos alunos momentos de descontração e alegria, tornando os alunos mais interessados e atuantes na atividade. Os jogos matemáticos estimulam no aluno atividades de raciocínio como observação, concentração, análise, atenção, e generalização, as quais são fundamentais para o aprendizado de Matemática. Além de desenvolver nos alunos o hábito de explorar as possibilidades ao acaso, sem preocupação de achar uma fórmula pronta. 2. Se a criança disser que comeu meia maçã o professor mostra que essa parte pode ser representada por 1/2 ou 0,5, que têm o mesmo significado, apesar de serem representados de formas diferentes. Ou ainda quando o aluno diz que comeu duas partes de uma pizza dividida em oito partes iguais, pode ser representado assim: 2/8 que equivale a 1/4 ou 0,25. Comente como o professor poderia apresentar esse conteúdo aos alunos (3 a 5 linhas). R: O professor pode utilizar recursos didáticos, como por exemplo o disco de frações, desenhos geométricos, construção de pizzas de papel, levar frutas para a sala de aula e dividi-las em partes iguais e determinar a fração. É importante destacar que esse ensino deve ser pertinente com o cotidiano do aluno, para qe de fato assimile e aprenda. 3. Assim como a Matemática, a Geometria também faz parte do cotidiano da criança, por isso o (a) professor (a) pode aproveitar elementos encontrados tanto na natureza, quanto no ambiente em que vive a criança vive e relacioná-los com os conteúdos geométricos. Leia o conteúdo da aula 6 e elabore um texto de 05 a 08 linhas sobre o abandono do ensino de Geometria no Brasil. R: Muitos autores têm se preocupado com o ensino da Geometria nas escolas Brasileiras, vários estudos mostram que a geometria está praticamente ausente das salas de aula. Há vários fatores que podem estar ligados a este problema, tais como: a disciplina ser programada para o final do ano, falta de capacitação de professores, livros didáticos e também fatores relacionados aos currículos de cursos de formação de professores. Agora, porém isto está mudando, há uma reestruturação nos livros didáticos, os temas referentes a Geometria estão sendo antecipados para não deixar para o final do ano letivo. 4. A calculadora, se usada como instrumento de investigação e também para a verificação de resultados pode ser uma ótima ferramenta na aprendizagem da Matemática. Comente essa afirmação, elaborando um texto de 04 a 06 linhas. R: Quando usada de modo planejado, a calculadora não inibe o pensar matemático. Pelo contrário: ela tem efeito motivador na resolução de problemas, estimula processos de estimativa e cálculo mental, dá chance aos professores de proporem problemas com dados mais reais e auxilia na elaboração de conceitos e na percepção de regularidades. Sua utilização humaniza e atualiza as aulas, fazendo com que os alunos ganhem mais confiança para trabalhar com problemas e buscar novas experiências de aprendizagem. 5. Muitas escolas que são bem equipadas com computadores, mas quando os alunos são levados ao laboratório de informática, o professor os deixa bem à vontade para jogarem, navegarem na internet sem objetivo específico e quase sempre não são realizadas atividades educativas, ou seja, relativa aos processos de ensino e aprendizagem. Dê a sua opinião sobre essa realidade. O Laboratório de Informática deve funcionar como um provedor de recursos e serviços para realização de aulas e de trabalhos e não como uma sala de jogos ou pesquisas na internet sem caráter educacional, tendo o microcomputador como ferramenta de aprendizagem para alunos e professores e como suporte técnico para o trabalho do professor. O professor deve ter o papel de mediador no processo de ensino e aprendizagem, criando novos ambientes de aprendizagens e proporcionando aos alunos conhecimentos referentes a disciplina trabalhada. Nessa direção, a Equipe Pedagógica precisa estar atenta a esta necessidade, oportunizando momentos para a elaboração de planos de aula que contemplem o uso das tecnologias/ em especial o uso do computador, levando o professor a perceber que há diferentes estilos de aprendizagem e que podem se expressar usando a tecnologia. São muitas as possibilidades no uso pedagógico, além da complexidade que é a utilização do computador no processo ensino e aprendizagem, como uma ferramenta pedagógica, a qual deve ser utilizada efetivamente na melhoria do ensino. Entender a ligação Informática-Educação é ter em vista o fato de que o computador se tornou um instrumento, uma ferramenta para a aprendizagem, desenvolvendo habilidades intelectuais e cognitivas, levando o indivíduo ao desabrochar das suas potencialidades, de sua criatividade, de sua inventividade. O produto final desse processo é a formação de indivíduos autônomos, que aprendem por si mesmos, porque aprenderam a aprender através da busca e da investigação. Por isso, a Informática na escola é fundamental, tanto para alunos quanto para professores. Os alunos nos seus diversos níveis de ensino, ao utilizarem o computador, entram em um ambiente multidisciplinar e interdisciplinar e, ao invés de apenas receberem informações, também constroem conhecimentos, formando um processo em que o professor educa o aluno e, ao educar, é transformado através do diálogo com os mesmos. O papel dos professores não é apenas o de transmitir informações, é o de facilitador, mediador da construção do conhecimento. O computador passa a ser aliado do professor, propiciando transformações no ambiente de aprendizagem e questionando as formas de ensinar.