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• Descrever a origem e a distribuição do plexo lombar.
As raízes  (ramos anteriores) dos nervos espinais L1 a L4 formam o plexo  lombar  (Figura 13.9). Ao contrário do plexo
braquial,  existem  poucas  interconexões  entre  as  fibras  do  plexo  lombar.  De  cada  lado  das  quatro  primeiras  vértebras
lombares,  o  plexo  lombar  se  projeta  obliquamente  para  fora,  entre  as  cabeças  superficial  e  profunda1  do músculo  psoas
maior  e  anteriormente  ao músculo  quadrado  do  lombo.  Entre  as  cabeças  do músculo  psoas maior,  as  raízes  dos  plexos
lombares se separam em divisões anterior e posterior, as quais dão origem aos ramos periféricos dos plexos.
O plexo lombar supre a parede abdominal anterolateral, os órgãos genitais externos, e parte dos membros inferiores.
NERVO ORIGEM DISTRIBUIÇÃO
Ílio-hipogástrico L1 Músculos da parede abdominal anterolateral; pele do abdome inferior e das nádegas
Ilioinguinal L1 Músculos da parede abdominal anterolateral; pele das faces superior e medial da coxa, da raiz do pênis e do
escroto em homens, e dos lábios maiores do pudendo e do monte do púbis em mulheres
Genitofemoral L1–L2 Músculo cremaster; pele da face anteromedial da coxa, do escroto em homens e dos lábios maiores do pudendo
em mulheres
Cutâneo femoral lateral L2–L3 Pele das faces lateral, anterior e posterior da coxa
Femoral L2–L4 Maior nervo que se origina do plexo lombar; inerva os músculos exores do quadril e os extensores do joelho, a
pele das faces anterior e medial da coxa e da face medial da perna e do pé
Obturatório L2–L4 Músculos adutores do quadril; pele da face medial da coxa
Figura 13.9 Vista anterior do plexo lombar.
O plexo lombar supre a parede abdominal anterolateral, os órgãos genitais externos e parte dos membros
inferiores.
7.
•
Quais são os sintomas de uma lesão do nervo femoral?
CORRELAÇÃO CLÍNICA | Lesões do plexo lombar
O maior nervo que se origina do plexo lombar é o nervo femoral. Lesões do nervo femoral, que podem ser secundárias a ferimentos por arma branca ou por arma
de fogo, são caracterizadas pela incapacidade de estender a perna e pela perda de sensibilidade na pele da parte anteromedial da coxa.
Lesões do nervo obturatório causam paralisia dos músculos adutores da coxa e perda de sensibilidade da face medial da coxa. Elas podem ser secundárias à
compressão pela cabeça do feto sobre o nervo durante a gestação.
 TESTE RÁPIDO
Qual é o maior nervo que se origina do plexo lombar?
EXPO 13.D Plexos sacral e coccígeo (Figura 13.10)
 OBJETIVO
Descrever a origem e a distribuição dos plexos sacral e coccígeo.
As raízes (ramos anteriores) dos nervos espinais L4–L5 e S1–S4 formam o plexo sacral  (Figura 13.10). Este plexo está
8.
situado,  em  sua maior  parte,  anteriormente  ao  sacro. O  plexo  sacral  inerva  as  regiões  glúteas,  o  períneo  e  os membros
inferiores. O maior nervo do corpo – o nervo isquiático – se origina deste plexo.
As raízes  (ramos anteriores) dos nervos espinais S4–S5 e os nervos coccígeos  formam um pequeno plexo coccígeo.
Deste plexo se originam os nervos anococcígeos (Figura 13.10A), que suprem uma diminuta área cutânea sobre o cóccix.
 TESTE RÁPIDO
A lesão de que nervo causa pé caído?
CORRELAÇÃO CLÍNICA | Lesões do nervo isquiático
A forma mais comum de dor lombar é causada por compressão ou irritação do nervo isquiático, o nervo mais longo do corpo humano. O nervo isquiático, na verdade,
é composto por dois nervos – tibial e bular comum – unidos por uma bainha comum de tecido conjuntivo. Estes nervos se dividem na altura do joelho. Lesões do
nervo isquiático causam lombociatalgia, dor que pode iniciar-se na nádega e se irradiar para as faces posterior e lateral da perna e para a face lateral do pé. O
nervo isquiático pode ser lesado por vários fatores: hérnia de disco, luxação do quadril, osteoartrite da coluna lombossacral, encurtamento patológico dos músculos
rotadores laterais da coxa (especialmente o piriforme), pressão exercida pelo útero durante a gestação, in amação, irritação ou administração inadequada de injeção
intramuscular glútea. Além disso, sentar em uma mala ou em outro objeto por grandes períodos podem comprimir o nervo e induzir dor.
Em várias lesões do nervo isquiático, a porção bular comum é a mais afetada, frequentemente devido a fraturas da fíbula ou à compressão da coxa ou da perna
por talas. Lesões do nervo bular comum fazem com que o pé permaneça em exão plantar, condição chamada de pé caído, e em inversão, condição conhecida
como equinovaro. Também ocorre perda da sensibilidade ao longo da face anterolateral da perna e da face dorsal do pé e dos dedos dos pés. Lesões da parte tibial
do nervo isquiático causam dorsi exão e eversão permanentes do pé, condição esta chamada de calcaneovalgo. Também ocorre perda de sensibilidade na planta
do pé. O tratamento da lombociatalgia é semelhante ao da hérnia de disco – repouso, analgesia, aplicação local de gelo ou calor, e sioterapia.
NERVO ORIGEM DISTRIBUIÇÃO
Glúteo superior L4–L5 e S1 Músculos glúteo mínimo, glúteo médio e tensor da fáscia lata.
Glúteo inferior L5–S2 Músculo glúteo máximo.
Nervo para o músculo piriforme S1–S2 Músculo piriforme.
Nervo para o músculo quadrado
femoral e para o músculo gêmeo
inferior
L4–L5 e S1 Músculos quadrado femoral e gêmeo inferior.
Nervo para o músculo obturador
interno e para o músculo gêmeo
superior
L5–S2 Músculos obturador interno e gêmeo superior.
Cutâneo perfurante S2–S3 Pele sobre a face medial inferior da região glútea.
Cutâneo femoral posterior S1–S3 Pele do canal anal, da face lateral inferior da região glútea, da face posterior superior da coxa, da parte
superior da panturrilha, do escroto em homens, e dos lábios menores do pudendo em mulheres.
Pudendo S2–S4 Músculos do períneo; pele do pênis e do escroto em homens; e clitóris, lábios maiores do pudendo, lábios
menores do pudendo e vagina em mulheres.
Isquiático L4–S3 Na verdade consiste em dois nervos – tibial e bular comum – unidos por uma bainha comum de tecido
conjuntivo. Ele se divide em dois, normalmente na altura do joelho. (Ver adiante para sua distribuição.) À
medida que o nervo isquiático desce pela coxa, ele envia seus ramos para os músculos posteriores da coxa
e para o músculo adutor magno.
Tibial L4–S3 Músculos gastrocnêmio, plantar, sóleo, poplíteo, tibial posterior, exor longo dos dedos e exor longo do
hálux. Os ramos do nervo tibial no pé são os nervos plantar medial e plantar lateral.
Plantar medial   Músculos abdutor do hálux, exor curto dos dedos, e exor curto do hálux; pele dos dois terços mediais
da face plantar do pé.
Plantar lateral   Os demais músculos do pé não inervados pelo nervo plantar medial; pele do terço lateral da face plantar
do pé.
Fibular comum L4–S2 Divide-se em ramos bulares super cial e profundo.
Fibular super cial   Músculos bular longo e bular curto; pele do terço distal da face anterior da perna e do dorso do pé.
Fibular profundo   Músculos tibial anterior, extensor longo do hálux, bular terceiro, extensor longo dos dedos e extensor
curto dos dedos; pele de áreas adjacentes do primeiro e segundo dedos dos pés.
Figura 13.10 Vista anterior dos plexos sacral e coccígeo.
O plexo sacral inerva as regiões glúteas, o períneo e os membros inferiores.
Qual é a origem do plexo sacral?

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